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  • ‘Marreta’ lamenta afobação em revés para Glover e reprova furada de fila de Adesanya

    Após mais de um ano afastado do UFC, período em que se recuperava de cirurgias nos joelhos, Thiago ‘Marreta’ subiu no octógono da franquia em novembro de 2020, mas não teve o resultado e nem a apresentação que esperava. Depois um início promissor de luta, quando quase nocauteou Glover Teixeira, o carioca foi finalizado pelo compatriota no terceiro assalto. Agora, passado o período de silêncio que segiu a disputa, o lutador deu explicações sobre o que houve de errado no combate.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, ‘Marreta’ recordou sua frustração após seu último compromisso. De acordo com o lutador, seu desabafo foi por não seguir as instruções que lhe foram passadas pelos seus treinadores durante o duelo. Além disso, brasileiro admitiu que a falta de ritmo de luta influenciou na sua performance e que pecou ao se deixar levar pela emoção de tentar terminar a luta com rapidez, buscando nocautear Glover a todo momento.

    “Minha frustração foi porque não fiz nada que treinei. Tínhamos um plano, mas deixei a adrenalina tomar conta de mim, acho que por muito tempo sem lutar, então sai um pouco do controle dos meus treinadores e travei. Foquei em acabar a lutar, em nocautear e estava com pressa de terminar a luta. Isso que me deixou chateado. Por mais que muitas pessoas falem que não treine chão, wrestling, eu tenho minha consciência tranquila que o trabalho foi feito e não botei em prática. Deu um branco, fiquei cego em nocautear e esqueci de tudo”, adiantou o lutador, antes de citar as mudanças que pretende fazer para sua próxima luta, quando enfrenta Aleksandar Rakic, no dia 6 de março, no UFC 259.

    “Isso que vamos fazer (ser mais estratégicos). Por isso peguei logo uma outra luta logo, porque quero voltar ao ritmo como fazia antes (da cirurgia nos joelhos), lutando direto. Me sinto bem quando faço isso. Agora vou estar melhor. (A falta de ritmo) Atrapalhou bastante, o timing, raciocínio estava atrasado, meu tempo estava lento, estava sempre um passo atrás dele na luta. Agora meu grande objetivo é voltar o caminho das vitórias. Venho de duas derrotas e minha meta é reverter esse quadro”, completou.

    Para mudar esse panorama desconfortável e novamente somar mais uma vitória para a sua trajetória no UFC, ‘Marreta’ vai ter pela frente Aleksandar Rakic, número quatro do ranking da divisão e que vem de triunfo sobre Anthony Smith, em agosto de 2020. Ao ser questionado sobre seu novo rival, o brasileiro se mostrou tranquilo e adiantou que não se impressionou com as recentes atuações do austríaco pela organização.

    “Ele é um oponente duro, mas é mais uma luta. Ele é um cara que vem embalado, vem de vitória, é novo. Ele é comprido, bate forte, usa bem os chutes, mas não vejo nada diferente ou surpreendente nele. Ele é completo, não é aquele cara que tem algo especial, tipo quando vai enfrentar o Demian Maia que você pensa que se ele pegar as costas ferrou. Tenho que me preocupar da maneira geral”, afirmou o atleta.

    Além da decepção de não ter vencido em sua volta, ‘Marreta’ também não gostou nada de ver o UFC alçar Israel Adesanya, campeão do peso-médio (84 kg), como desafiante ao cinturão de sua categoria diante de Jan Blachowicz, atual campeão. O brasileiro, em tom de reprovação, citou que meritocracia do lutador que consegue seus resultados dentro do octógono fica em segundo plano, sendo preterido pela questão midiática e lamentou a situação de Glover, que era o favorito para disputar novamente o título.

    “É o business, né?! Não foi a primeira vez e nem vai ser a última. Não tem nenhuma surpresa. Faz parte. É o que é. Ainda mais nessa fase de pandemia. Eles (UFC) não estão fazendo tanto dinheiro. É triste pelo Glover, porque era ele, por merecimento, que tinha que disputar o cinturão, mas não teve jeito. Não adianta ir contra isso. Não esquento mais minha cabeça, não bato boca, não falo nada. As coisas funcionam assim. É seguir trabalhando, confiar em Deus que a oportunidade vai chegar”, analisou.

    No MMA profissional desde 2010, Thiago ‘Marreta’ soma 21 vitórias e oito derrotas na carreira. De 2018 a 2019 o brasileiro viveu seu grande momento no Ultimate, engatando quatro triunfos seguidos e se credenciando para disputar o cinturão da categoria diante de Jon Jones. Porém, após esse confronto, quando foi superado até então campeão somente por decisão dividida dos jurados, o brasileiro passou por cirurgias nos joelhos, por lesões em decorrência deste combate e ficou mais de um ano afastado das competições, atrapalhando sua evolução e brecando sua boa fase.

  • Dana White elogia Conor McGregor e pede foco do lutador ao MMA

    Dana White elogia Conor McGregor e pede foco do lutador ao MMA

    Conor McGregor se prepara para realizar seu retorno ao MMA, mas algo grandioso pode tirar o foco da estrela irlandesa. No dia 23 de janeiro, o ex-campeão do peso-pena (66 kg) e do peso leve (70 kg) do UFC enfrenta Dustin Poirier no ‘main event’ da edição de número 257, atração que acontece na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), porém uma nova aventura no boxe ganha força. No passado, ‘Notorious’, como o atleta é conhecido, expressou o interesse em se testar mais vezes no esporte, mas, ao tomar conhecimento do rumor, Dana White, presidente da organização, se posicionou contra.

    Em entrevista à ‘ESPN’ americana, Dana não escondeu seu descontentamento com a possibilidade de McGregor atuar no boxe. Por outo lado, o líder do UFC mostrou estar bastante animado com o retorno do ex-campeão da organização ao octógono e garantiu que o mesmo está pronto. Não satisfeito, o cartola afirmou que o astro irlandês é o melhor lutador de MMA atualmente e pediu para o mesmo focar em sua carreira na modalidade e esquecer os ringues, pois essa possibilidade sempre vai existir.

    “Do jeito que esse garoto está agora, mentalmente, fisicamente, emocionalmente, quero dizer, ele está pronto para lutar. Adoraria vê-lo focado no que pode fazer aqui no UFC. Seja para tentar novamente o título contra Khabib ou lutar pelo cinturão contra outra pessoa, caso Khabib se aposente, e o defender. Uma luta de boxe com qualquer um desses nomes sempre vai estar disponível. Você é o melhor do mundo agora no MMA e o momento é esse. McGregor não está ficando mais jovem. Eu adoraria vê-lo fazer isso aqui no próximo ano. Se ele quer lutar contra um desses caras do boxe, faça isso no ano que vem. Essa luta sempre vai estar lá”, declarou Dana que lembrou do duelo que McGregor realizou contra Floyd Mayweather e indicou que esse não é o seu objetivo.

    “Aquela foi a tempestade perfeita. Tudo combinou perfeitamente com Mayweather. Foi uma coisa divertida de fazer. Eu disse a vocês há algumas semanas, há muitas lutas que poderiam ser feitas. Eu entendo que você pode ganhar dinheiro, que têm pessoas por aí falando coisas o tempo todo. Não é realmente o que eu faço. Poirier vs McGregor, é isso que eu faço”, concluiu.

    Conor McGregor enfrentou Dustin Poirier em 2014, pelo peso-pena e, na época, fora do octógono, a dupla se envolveu em um ‘trash talk’ pesado e protagonizou encaradas tensas. Dentro dele, o duelo foi vencido pelo irlandês por nocaute ainda no primeiro round. Atualmente, os dois trocaram mensagens respeitosas pelas redes sociais e, antes da revanche ser oficializada pelo UFC, negociavam para realizar uma luta beneficente. A última atuação do ex-campeão aconteceu em janeiro de 2020, quando precisou de apenas 40 segundos para nocautear Donald Cerrone.

  • Dana White revela negociações para volta de Nate Diaz ao peso-leve

    Dana White revela negociações para volta de Nate Diaz ao peso-leve

    Sem lutar desde novembro de 2019, quando foi superado por Jorge Masvidal na disputa do cinturão ‘BMF’ (lutador ‘mais durão’), Nate Diaz pode estar próximo de retornar ao octógono mais famoso do mundo. Em entrevista ao site ‘The Mac Life’, Dana White – presidente do UFC – revelou que a companhia negocia com o lutador para agendar seu próximo compromisso.

    O dirigente ainda afirmou que a intenção da organização é marcar o próximo combate de Diaz no peso-leve (70 kg), divisão na qual o americano já disputou o cinturão. Sem revelar o nome do potencial adversário do veterano, Dana indicou que uma eventual vitória de Nate sobre o rival já o colocaria em uma boa posição na corrida pelo título da categoria.

    Vale lembrar que Nate Diaz não compete na divisão dos leves desde dezembro de 2015. Desde então, o americano disputou quatro combates e fez todos eles pelo peso-meio-médio (77 kg), somando duas vitórias, sobre Conor McGregor e Anthony Pettis, e dois reveses, contra o mesmo McGregor na revanche e Jorge Masvidal.

    “Nós estamos trabalhando em uma luta para Nate Diaz no peso-leve neste momento. Isso o colocaria em uma posição muito boa se ele ganhasse a luta, e o cara com quem ele potencialmente vai lutar, eu acho que é uma grande luta para ele também”, revelou Dana.

    Aos 35 anos, Nate Diaz possui 20 vitórias e 12 derrotas em seu cartel no MMA profissional. Um dos lutadores mais populares do UFC, o americano – vencedor da 5ª temporada do reality show ‘The Ultimate Fighter’ – compete pela organização desde junho de 2007 e soma 15 triunfos e dez reveses no octógono mais famoso do mundo.

  • ‘Durinho’ aponta problema psiquiátrico de lutador acusado de esfaquear irmãs

    ‘Durinho’ aponta problema psiquiátrico de lutador acusado de esfaquear irmãs

    A recente prisão de Irwin Rivera, lutador do UFC, acusado de tentativa de assassinato após esfaquear suas duas irmãs, na Flórida (EUA), caiu como uma bomba no mundo do MMA. O ato criminoso pegou de surpresa as pessoas próximas ao atleta, como o brasileiro Gilbert ‘Durinho’, que saiu em defesa do amigo e companheiro de equipe na última terça-feira (12).

    Em publicação nas suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), ‘Durinho’ lamentou o ocorrido e alegou que o episódio não condiz com a verdadeira índole do companheiro. De acordo com o brasileiro, Rivera se encontra em um hospital psiquiátrico, onde aguarda o parecer dos médicos sobre uma possível condição relacionada à sua saúde mental, o que ajudaria a explicar o comportamento atípico do lutador.

    Disposto a ajudar o amigo e sua família, ‘Durinho’ ainda informou aos seus seguidores sobre a criação de uma ‘vaquinha’ online para arrecadar fundos que serão destinados a pagar as despesas médicas das irmãs de Rivera e os honorários do advogado responsável por defender o atleta na justiça.

    “Tenho certeza de que vocês já ouviram a triste notícia sobre meu irmão, companheiro de equipe e amigo Irwin Rivera. Em primeiro lugar, estou feliz que suas duas irmãs estejam se recuperando bem e com o quadro de saúde estável. Em segundo lugar, eu conheço Irwin há mais de oito anos, eu conheço ele muito bem! Já fiz corner dele, e ele já fez corner meu, já treinamos muito juntos, já cortamos peso juntos e muitos bons momentos em família também. E o Irwin que eu convivo e conheço seria incapaz de fazer mal a alguém, especialmente de sua própria família que eu sei o quanto ele ama!

    Ele está em um hospital psiquiátrico agora para avaliar seu estado mental e aguardando o diagnóstico do médico. Estamos todos orando pela família Rivera por uma recuperação rápida e por Irwin para obter a ajuda de que precisa. Colocamos um link Go Fund Me na bio para ajudar com as contas médicas para minhas irmãs e advogado para meu irmão. Obrigado e que Deus abençoe a todos que dedicam seu tempo para ler minha mensagem”, escreveu ‘Durinho’ na legenda da publicação.

    Além de ‘Durinho’, a própria irmã de Irwin, uma das vítimas, também se posicionou ao lado do lutador mexicano. Em comunicado divulgado no ‘Twitter’ por Ali Abdelaziz (veja abaixo ou clique aqui), empresário de Rivera, Leysle Rivera creditou o ataque do atleta do UFC a um “estado de instabilidade mental” e pediu orações para que seu irmão retorne para a família recuperado.


    Ex-campeão peso-galo (61 kg) do Titan FC, Irwin Rivera estreou pelo UFC em maio de 2020 e já soma uma vitória e duas derrotas pela organização. O mexicano foi preso no último dia 7, após admitir ter esfaqueado suas duas irmãs, encontradas ensanguentadas em sua casa na Flórida. À polícia, o lutador ainda alegou ter recebido ordens de um “poder superior” para executar o ataque às vítimas.

  • Amanda Ribas detalha relação com Amanda Nunes e revela conselhos da campeã do UFC

    Amanda Ribas detalha relação com Amanda Nunes e revela conselhos da campeã do UFC

    Amanda Ribas é um dos nomes mais fortes da nova geração do MMA brasileiro e sua ascensão meteórica no UFC é reflexo de seu empenho nos treinos na ATT (American Top Team). Não é segredo que a academia é uma das principais do esporte, possui diversos profissionais renomados, inclusive campeões, e a promessa da modalidade tem o suporte de um verdadeiro exército. O próximo compromisso de Amanda será contra Marina Rodriguez, válido pelo UFC 257, evento que acontece no dia 23 de janeiro, na ‘Ilha da Luta’, e animação não lhe falta. Inclusive, a mineira revelou quem a ajudou em sua preparação.

    Em entrevista exclusiva (clique aqui) à reportagem da Ag Fight em Abu Dhabi (EAU), Amanda citou Nina Ansaroff e Paige VanZant como principais parceiras de treino. Vale lembrar que o encontro entre Amanda e Paige foi a última aparição da brasileira no UFC e a despedida da americana da organização. Além delas, a mineira destacou a importância que Amanda Nunes possui para sua carreira e listou os conselhos dados pela campeã do peso-galo (61 kg) e do peso-pena (66 kg) da companhia. Em relação a um possível embate com Nina, já que ambas integram o peso-palha (52 kg), a promessa informou que a luta só acontece se for válida pelo cinturão da categoria.

    “A preparação para essa luta está sendo muito legal. Comecei na minha cidade, depois fui para a ATT, treinei com a Paige, olha que doideira! Ela me ajudou, a Nina me ajudou, tinha uma holandesa do muay thai também que me ajudou bastante. Estou na expectativa. Amanda e Nina são demais! Eu estava com o Sensei ‘Parrumpinha’, com meu pai, com todo mundo ajudando na preparação e a Amanda com a Nina. Acho que o que elas conseguem mais passar assim, não só tecnicamente, mas a experiência mesmo de cabeça, de ter calma, de aproveitar o pré, durante e o pós-luta”, narrou a sorridente atleta.

    Escalada para enfrentar a compatriota Marina, Amanda, que não compete desde julho de 2020, viu duelos contra Carlaz Esparza e Michelle Waterson serem desmarcados, alterando seu cronograma para retornar ao octógono. Agora, diante da especialista em muay thai, a faixa-preta de jiu-jitsu deixa no ar a possibilidade de fugir do óbvio e não partir para a luta agarrada desde o início – justamente a esratégia que garantiu a vitória de Esparza diante de MArina.

    “Acho que sou uma atleta diferente da Carla Esparza. Ela não tem tem tanto muay thai, não tem tanto a parte de trocação. Lógico que não esqueço do meu chão, pode acabar no chão também, mas quero mostar um pouquinho da minha trocação que eu tenho treinado tanto”, revelou.

    Atualmente, Amanda Ribas, de 27 anos, é uma das atletas mais populares do UFC e conta com o apoio dos fãs e do próprio Dana White, presidente da organização. A brasileira estreou na companhia em 2019, impressionou ao vencer as quatro lutas que disputou e, rapidamente, escalou o ranking do peso-palha, tanto é que já se encontra na nona posição.

  • Max Holloway indica que revanche com Conor McGregor faz parte de seus planos

    Apesar de ser um atleta jovem, Max Holloway já pode ser considerado um veterano do MMA. O havaiano estreou pelo UFC em 2012, enfrentou diversos lutadores qualificados e conquistou o cinturão do peso-pena (66 kg) da organização. O próximo compromisso de ‘Blessed’, como o profissional é conhecido, será contra Calvin Kattar, no ‘main event’ do UFC Fight Island 7, atração que acontece no dia 16 de janeiro, em Abu Dhabi (EAU), mas o ex-número um da categoria já está de olho em uma revanche – e ela não envolve Alexander Volkanovski.

    Em conversa com a imprensa durante o media day do evento, Holloway revelou que um novo encontro com Conor McGregor faz parte de seus planos para o futuro. Vale lembrar que a dupla se enfrentou em 2013 e, na ocasião, o astro irlandês levou a melhor por decisão unânime. Ao mesmo tempo que manifestou o interesse em um acerto de contas com o carrasco, o havaiano ressaltou que Kattar, seu atual adversário, não pode ser ignorado. ‘Blessed’ também informou que a perda do cinturão para Volkanovski não abalou sua confiança e garantiu que seus alvos são os melhores lutadores do MMA, pois é muito competitivo.

    “Não fiquei chateado por não ter o cinturão. Ele é importante para as pessoas o reconhecerem como campeão, mas me comporto como campeão. Essa é uma luta grande e estou animado. Vou lutar com público e estou no primeiro ‘main event’ do UFC. Luta é luta e estou ansioso para fazer o que sei. Respeito Kattar e tenho que fazer o meu trabalho. Vou lá, controlo o que acontece no octógono e, fora dele, fica por conta dos meus empresários. Veremos o que acontece, mas nunca diga nunca. Se você quer ser o melhor, o número um peso-por-peso, você deveria enfrentar qualquer um, não importa a categoria. É nisso que acredito. Sou um competidor e quero competir. As pessoas consideram McGregor um dos melhores lutadores do esporte e, como competidor, essa é uma das lutas que me intriga. Lutamos há muito tempo, mas, primeiro vem Kattar”, declarou Holloway.

    Max Holloway se tornou campeão do peso-pena em 2017, quando nocauteou José Aldo, em pleno Brasil, e defendeu o cinturão ao vencer o mesmo Aldo na revanche, Brian Ortega e Frankie Edgar. O havaiano só perdeu o título em 2019, quando encontrou Alexander Volkanovski. Na ocasião, foi derrotado por decisão unânime e, no segundo embate com o rival, levou a pior por decisão dividida.

  • Calvin Kattar mostra confiança em ‘title shot’ em caso de vitória sobre Holloway

    Calvin Kattar mostra confiança em ‘title shot’ em caso de vitória sobre Holloway

    As duas vitórias consecutivas em 2020 e a inatividade de alguns dos principais nomes do peso-pena (66 kg) levaram Calvin Kattar à sexta posição no ranking da divisão, além de garantir a ele um confronto contra Max Holloway, neste sábado (16), pela luta principal do UFC Fight Island 7, em Abu Dhabi (EAU). O duelo contra o havaiano, ex-campeão e atual número um na lista top 15 da categoria, pode servir como trampolim para uma disputa de título. Pelo menos é o que sugere o americano, conhecido como ‘The Boston Finisher’.

    Em conversa com a imprensa durante o media day do UFC Fight Island 7, Kattar indicou que, caso vença Holloway no sábado, não há mais nada que o separe de um ‘title shot’. O americano ainda cutucou alguns concorrentes de divisão que passaram toda a temporada de 2020 sem pisar no octógono do Ultimate, fato que, em sua visão, contribuiu para sua ascensão.

    Vale lembrar que Zabit Magomedsharipov e Yair Rodriguez – terceiro e quarto colocados no ranking dos penas, respectivamente – passaram em branco no ano passado, sem disputar nenhum combate. Mais ativo do que os rivais em 2020, Kattar creditou sua força mental e desejo de atingir seu objetivo pela oportunidade de enfrentar o ex-campeão e, quem sabe, se credenciar para uma disputa de título no futuro próximo.

    “O que mais você tem que fazer além de vencer o número um (do ranking)? Eu acredito que sou o único peso-pena a passar por esse ano (de 2020) com 2-0 (duas vitórias e nenhuma derrota). E com uma vitória sobre Max, o que mais eu tenho que fazer (para conseguir um title shot)?”, questionou Kattar, antes de comentar sobre a chance de medir forças contra o havaiano e se aproximar do ‘title shot’.

    “Eu esperava (uma luta contra Holloway) porque a divisão está muito estagnada. A maioria dos caras não quis competir nesse ano (de 2020). É como se eles tivessem encontrado desculpas para não lutar nesse ano. Eu estou no meio da pandemia também. Eu estava treinando na garagem, com minha mãe e meu irmão, trabalhando meu preparo físico com um saco de areia, um saco de arroz, ou algo do tipo. Eu tentei achar um jeito (de ficar ativo). Minhas razões para atingir meu objetivo são muito maiores do que minhas desculpas (para não lutar). Acho que isso me garantiu uma luta com Max Holloway pelo posto de desafiante número um”, concluiu.

    No MMA profissional desde 2007, Calvin Kattar soma 22 vitórias, sendo 11 por nocaute, e quatro derrotas em seu cartel. Pelo UFC, onde compete há pouco mais de três anos, o peso-pena conquistou seis triunfos e foi superado apenas duas vezes, pelo brasileiro Renato ‘Moicano’ e pelo russo Zabit Magomedsharipov.

  • Comentarista do UFC elege Max Holloway como melhor peso-pena da história

    Um dos assuntos mais comuns e que gera bastante debate no MMA é a classificação dos atletas e o lugar que ocupam no ranking histórico de suas respectivas categorias. Se há essa discussão para definir o melhor lutador de todos os tempos, ela também é vista para escolher o número um de cada divisão. No peso-pena (66 kg), a briga é boa. Para boa parte dos fãs, José Aldo é visto como rei da classe, mas Alexander Volkanovski, atual campeão do UFC, e Max Holloway, ex-dono do cinturão, também estão bem cotados. Ao analisar a disputa, Jon Anik, comentarista da organização e também narrador, se posicionou a respeito.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Anik não ficou indeciso e revelou quem é o seu peso-pena número um da história do esporte. Sem titubear, o profissional indicou Holloway. Vale lembrar que o havaiano vai liderar o primeiro evento do UFC na temporada 2021, que acontece no dia 16 de janeiro, na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), contra Calvin Kattar. O comentarista indicou que ficou impressionado com os ajustes feitos pelo ex-campeão para a revanche com Volkanovski e afirmou que, mesmo sem o título, ele segue como um atleta de elite.

    “Acho que ele é o melhor pena de todos os tempos. Ele pode não ter as defesas de título que Aldo tem, mas é o melhor pena de todos os tempos. A versão que Holloway apresentou contra Volkanovski, contra a City Kickboxing, contra Eugene Bareman e aquela grande equipe que estava tentando vencer, os ajustes e aquele desempenho na revanche deve encorajar os havaianos e seus fãs. Acho que ele é um atleta de elite física e mentalmente o suficiente para você esperar uma daquelas atuações de Holloway no auge. Espero que ele seja tão bom como sempre e tão como foi na luta contra Volkanovski, alguns meses atrás”, declarou Anik.

    Max Holloway, de 29 anos, se tornou campeão do peso-pena em 2017, quando nocauteou José Aldo, em pleno Brasil, e defendeu o cinturão ao vencer o mesmo Aldo na revanche, Brian Ortega e Frankie Edgar. O havaiano só perdeu o título em 2019, quando encontrou Alexander Volkanovski. Na ocasião, foi derrotado por decisão unânime e, no segundo embate com o rival, levou a pior por decisão dividida.

  • Luta entre Leon Edwards e Khamzat Chimaev é remarcada para 13 de março, diz site

    Luta entre Leon Edwards e Khamzat Chimaev é remarcada para 13 de março, diz site

    Após duas tentativas frustradas, o UFC remarcou novamente o combate entre os meio-médios (77 kg) Leon Edwards e Khamzat Chimaev. De acordo com o site ‘MMA Junkie’, o duelo deve liderar o card do evento agendado para acontecer no dia 13 de março, ainda sem sede definida.

    O confronto precisou ser adiado nas duas vezes que foi marcado anteriormente, em ambas as ocasiões devido à problemas relacionados à COVID-19. Originalmente agendada para capitanear o card de encerramento da temporada 2020, no dia 19 de dezembro, a disputa foi retirada do evento após Leon Edwards testar positivo para COVID-19.

    Na segunda tentativa, marcada para o show do próximo dia 20 de janeiro, foi a vez de Chimaev ficar impossibilitado de competir, devido à complicações na batalha contra a COVID-19. Com isso, o confronto foi novamente adiado e agora, ao que tudo indica, deve acontecer em março.

    Atual terceiro colocado no ranking dos meio-médios, Leon Edwards vem de longa sequência positiva pela organização, com oito vitórias consecutivas. O lutador britânico, no entanto, não pisa no octógono do UFC desde julho de 2019, quando derrotou o brasileiro Rafael dos Anjos.

    Por sua vez, Khamzat Chimaev possui menos experiência na principal organização de MMA do planeta, mas já desponta como uma das novas sensações da franquia. O russo naturalizado sueco, que já ocupa a 15ª posição no ranking da divisão até 77 kg, estreou no UFC em julho do ano passado e rapidamente conquistou três vitórias consecutivas, todas de forma contundente, ampliando seu invicto cartel para nove triunfos e nenhuma derrota.

  • Ex-campeão do UFC diz que juízes deveriam prestar contas após decisões polêmicas

    Ex-campeão do UFC diz que juízes deveriam prestar contas após decisões polêmicas

    Neste sábado (16), Max Holloway encara Calvin Kattar na luta principal do UFC Fight Island 7, em Abu Dhabi (EAU), no seu primeiro compromisso depois da controversa derrota para Alexander Volkanovski, em julho do ano passado. Na ocasião, a leitura das papeletas dos juízes, que deu a vitória ao australiano – atual campeão peso-pena (66 kg) do Ultimate – gerou uma polêmica instantânea, já que grande parte da comunidade das lutas enxergou que o havaiano havia feito o suficiente para sair vencedor e, consequentemente recuperar seu título.

    O poder que os juízes laterais possuem de decidir o resultado das lutas, e consequentemente o futuro dos atletas, é algo que demanda responsabilidade e, portanto, os responsáveis pela pontuação dos combates deveriam ser cobrados como tal. Pelo menos é o que sugere Michael Bisping, ex-campeão peso-médio (84 kg) do UFC e atual comentarista da organização.

    Em seu podcast ‘Believe You Me’, Bisping, que relembrava a polêmica derrota de Max Holloway em seu último compromisso, criticou as constantes decisões polêmicas vistas nos eventos do UFC e sugeriu que os juízes deveriam ser responsabilizados pelas mesmas. De acordo com o ex-lutador inglês, a cada pontuação controversa, o jurado responsável pela mesma deveria prestar contas e explicá-la, como em qualquer outro emprego do mundo.

    “Quase todo evento tem uma pontuação bizarra em uma luta. Até quando estou comentando eu já fiquei tipo: ‘Que m*** é essa? Como esse juiz chegou a essa conclusão?’. Eu já disse antes e vou dizer novamente, eles precisam prestar contas. Número um, esses caras estão trabalhando. Eles estão fazendo um trabalho. Eles são pagos! Então, você tem que fazer esse trabalho bem feito. Em qualquer outra situação da vida se você fizer um trabalho de m***, você é demitido”, disparou Bisping, antes de completar.

    “Quando eu digo prestar contas, é muito simples. Se tiver uma pontuação bizarra que não faz sentido, ele senta em uma sala com outros dois ou três juízes e você explica o motivo de você ter pontuado aquele round dessa forma, e se você não conseguir dar uma desculpa plausível que seja racional e convincente, então você ou é incompetente ou impreciso, e de qualquer forma você não serve para a p*** do trabalho. É simples assim e eu não entendo por que isso não é implementado”, finalizou.

    Vencedor da terceira edição do reality show ‘The Ultimate Fighter’, Michael Bisping construiu longa carreira no UFC, onde foi campeão dos médios entre junho de 2016 e novembro de 2017. Aposentado oficialmente desde 2018, o inglês deixou o esporte com um cartel de 30 vitórias e nove derrotas.