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  • Garbrandt se empolga com chance de encarar Aldo: “É uma luta que me motiva”

    Garbrandt se empolga com chance de encarar Aldo: “É uma luta que me motiva”

    No fim de 2020, Cody Garbrandt estava escalado para atuar pelo cinturão do peso-mosca (57 kg) diante de Deiveson Figueiredo, mas uma lesão no bíceps o tirou do combate e das competições, até então. Porém, o ex-campeão do peso-galo (61 kg) agora tem um novo alvo para quando puder atuar novamente pelo UFC. Trata-se de José Aldo.

    Após seu empresário, Ali Abdelaziz, revelar a ideia do americano encarar o ex-campeão do peso-pena (66 kg), agora o próprio lutador analisou a situação. Em entrevista à ‘TSN’ (clique aqui ou veja abaixo), Garbrandt adiantou que mira encarar Aldo em abril deste ano, antes de ter novamente a chance de lutar pelo cinturão dos moscas, e fez questão de exaltar o histórico do possível rival e a importância deste confronto para ele.

    “Quando ele anunciou que ia descer para o peso-galo, pensei ‘Essa é uma grande luta para mim’. Pelo estilo e tudo. É o José Aldo, ele é uma lenda. Não tenho nada contra ele, só sou um cara competitivo que quer lutar com os melhores. Ele lutou bem a última vez depois que perdeu a disputa de título. Antes disso, eu achei que ele ganhou do Marlon. É uma grande luta, uma luta que me motiva. Eu preciso dessas lutas que me levantem e me coloquem em ação novamente. Espero que ele tope também”, disse o americano.

    Cody Garbrandt não atua desde junho do ano passado, quando nocauteou Raphael Assunção, no segundo round, e encerrou uma má fase no UFC, onde vinha de três derrotas seguidas, todas por nocaute. Seu melhor momento na carreira aconteceu em 2016, quando derrotou Dominick Cruz, por pontos, e conquistou o cinturão do peso-galo.

  • Vanessa Melo destaca tempo de preparação como arma para conquistar 1ª vitória no UFC

    Vanessa Melo destaca tempo de preparação como arma para conquistar 1ª vitória no UFC

    No próximo sábado (16), Vanessa ‘Miss Simpatia’ Melo sobe no octógono do UFC Fight Island 7, em Abu Dhabi (EAU), precisando conquistar sua primeira vitória pela organização para afastar o fantasma de uma possível dispensa. Após sair derrotada nas três apresentações até o momento pelo Ultimate, a peso-galo (61 kg) mede forças com a canadense Sarah Moras, mas, desta vez, com um trunfo na manga para garantir o resultado positivo.

    Pela primeira vez desde sua estreia pela entidade, em setembro de 2019, a brasileira pisará no octógono após passar por um camp de treinamentos completo. O que, de acordo com a lutadora, pode fazer toda a diferença no seu desempenho. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Vanessa reconheceu os méritos de suas adversárias nas derrotas sofridas no UFC, mas relembrou que, nas três ocasiões, aceitou o combate de última hora.

    Agora, com mais de um mês de preparação pela primeira vez como atleta do Ultimate, Vanessa celebra a oportunidade de estudar a oponente e preparar a estratégia de forma adequada. A lutadora paulista ainda se mostrou empolgada com a melhor adaptação à algumas mudanças profissionais feitas por ela, que tiveram início pouco antes de seu último confronto, diante da compatriota Karol Rosa, em julho do ano passado.

    “Eu não digo que estava fazendo algo errado (nas lutas anteriores). Eu peguei atletas de altíssimo nível, então não posso falar também que só perdi por ter feito algo errado. Eu poderia até falar: ‘Ah, poderia ter feito tal coisa em tal situação que daria certo’. Mas, por exemplo, na minha primeira luta (no UFC), com a (Irene) Aldana, eu peguei a luta com oito dias (de antecedência). Foi tão em cima que não dava tempo de fazer nada. Por isso a necessidade de fazer um camp completo. Quando você tem um tempo hábil de treino, para conseguir fazer a preparação, estudar bem a pessoa que você vai lutar, focar em algo que você tem que fazer, tudo fica melhor”, analisou ‘Miss Simpatia’, antes de comentar sobre a sua preparação para a batalha deste sábado.

    “Graças a Deus eu não tive nenhuma lesão, foi um camp no qual eu treinei muito bem. Não tenho o que reclamar. Também fiz algumas mudanças na minha vida profissional. Desde a luta contra a Karol Rosa eu já havia feito algumas mudanças, mas ficou muito em cima. Eu tive que me acostumar com certas coisas, preparações diferentes, estudos diferentes. Para essa luta, eu já tive uma adaptação bem melhor, já estou bem melhor. Foi um tempo bem longo de treino. Foi a primeira luta que eu peguei no UFC com tempo hábil para treinar. Todas as lutas eu meio que peguei em cima da hora. A da Karol Rosa eu peguei faltando um mês. Por mais que seja um mês, não são três meses. Normalmente o pessoal pega com três meses para se preparar”, ponderou.

    A satisfação por ter finalmente conseguido realizar uma preparação longa contrasta com o temor de uma possível demissão em caso de novo revés. Ciente da situação desconfortável que vive no momento, Vanessa admitiu preocupação pelo seu futuro na companhia, mas minimizou uma possível influência do sentimento no seu desempenho diante de Sarah Moras. A peso-galo ressaltou que está focada totalmente no confronto, especialmente na conquista de sua primeira vitória no octógono mais famoso do mundo.

    “Se eu falar que eu não tenho esse receio, eu estaria mentindo. A gente fica com receio, mas eu vou lá e vou fazer o meu trabalho. Vou dar o meu melhor, vou buscar a vitória o tempo todo. Estou indo para ganhar. Então, eu não estou pensando nisso. Estou pensando na minha luta”, finalizou.

    Aos 32 anos, Vanessa Melo possui um cartel de 10 vitórias e oito derrotas no MMA profissional, onde compete desde 2011. Pelo UFC, a peso-galo foi superada nas três lutas disputadas até o momento, diante de Irene Aldana, Tracy Cortez e Karol Rosa, respectivamente, todas na decisão dos juízes e com poucos dias de preparação.

  • Michael Chiesa cogita atuar como comentarista do UFC e cita suas inspirações

    Michael Chiesa cogita atuar como comentarista do UFC e cita suas inspirações

    Assim como nos demais esportes, o MMA oferece aos seus atletas a oportunidade de atuar fora do palco principal e isso é algo comum nos bastidores do UFC. Não são poucos os exemplos de lutadores que se destacam nas transmissões como comentaristas nas bancadas, e Michael Chiesa, que já trabalha como analista da organização, não esconde o planejamento de ir mais além no setor.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Chiesa revelou que seu objetivo para o futuro fora do octógono é se tornar comentarista do UFC. Empolgado com seu desenvolvimento como analista, o americano citou que suas inspirações são Daniel Cormier, Dominick Cruz e Paul Felder, uma vez que o trio se consolidou na posição. O vencedor da 15ª edição do TUF reconheceu que tem muito a evoluir na área, mas, ao mesmo tempo, garantiu que dedicação para isso não lhe falta, já que o esporte é a sua vida.

    “Quero seguir os passos de Cormier, Cruz e Felder. Adoro ser analista, mas o objetivo final é ser comentarista. Eu apostei tudo neste esporte. Estou totalmente envolvido. Isso é tudo que fiz nos últimos 13 anos, sou muito apaixonado por isso. E eu sei que as pessoas que me contratam para fazer o trabalho de analista conseguem ver minha paixão e sabem que estou ansioso para chegar a este ponto. As palavras exatas foram ‘Você tem que aprender a andar antes de aprender a correr’. Ainda estou aprendendo a ser o melhor analista que posso”, declarou Chiesa.

    Michael Chiesa, de 32 anos, vive o seu melhor momento no UFC. ‘Maverick’ venceu as três últimas lutas que disputou diante de nomes conhecidos como Carlos Condit, Diego Sanchez e Rafael dos Anjos. A última aparição do atleta no octógono aconteceu em janeiro de 2020, quando surpreendeu o brasileiro. Atualmente, o americano se encontra na oitava posição no ranking dos meio-médios (77 kg) do UFC.

  • Dan Hooker planeja roubar ‘hype’ de Michael Chandler para se consolidar no UFC

    Dan Hooker planeja roubar ‘hype’ de Michael Chandler para se consolidar no UFC

    O UFC 257 será protagonizado pela revanche entre Conor McGregor e Dustin Poirier, mas outro duelo válido pelo peso-leve (70 kg) também se destaca na atração. No dia 23 de janeiro, Dan Hooker e Michael Chandler vão se enfrentar na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), e o combate pode alterar a parte de cima do ranking da categoria. Essa será a estreia do ícone do Bellator na organização de Dana White, que já é considerado uma ameaça na divisão por boa parte dos fãs. Ao saber da expectativa da comunidade do MMA em relação a chegada de ‘Iron’, o número seis no ranking da classe opinou a respeito.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Hooker não se mostrou incomodado com a fama que Chandler possui no esporte. Pelo contrário, o próprio atleta indicou que o ‘hype’ em torno do ex-campeão do peso-leve do Bellator é algo benéfico para o encontro e destacou que vencer um nome como este vai consolidá-lo no cenário da divisão. O neozelandês também analisou o confronto, citou o ponto forte do adversário e informou que aguarda a luta com ansiedade.

    “Chandler apareceu no meu radar quando o colocaram como reserva para a luta pelo cinturão, como o cara que ia receber a chance, se algo acontecesse com Khabib ou Gaethje. Uma vitória sobre Chandler, fico com o lugar dele. Ganhou todo o hype que ele possui e me coloco de volta na disputa pelo título. Ele tem uma boa mão direita. Existem muitas semelhanças entre ele, Iaquinta e Felder. Só acho que ele é muito mais explosivo e é muito mais rápido em encurtar a distância. Ele começa incrivelmente rápido. No primeiro round, Chandler realmente vai tentar arrancar sua cabeça, o que é emocionante e uma boa notícia para mim”, declarou Hooker.

    Dan Hooker, de 30 anos, é considerado por boa parte dos fãs e da imprensa especializada um dos atletas mais empolgantes dentro do octógono. No UFC, o atleta disputou 15 lutas, venceu 10, sendo oito por nocaute/finalização, e perdeu outras cinco. Atualmente, o neozelandês se encontra na sexta posição no ranking do peso-leve. Sua última aparição aconteceu em junho, quando foi derrotado por Dustin Poirier em uma verdadeira batalha.

  • Dana White revela desejo de realizar luta entre Zhang e Namajunas na Ásia

    Dana White revela desejo de realizar luta entre Zhang e Namajunas na Ásia

    Sem lutar desde março de 2020, Weili Zhang ainda não se sabe quando vai fazer sua segunda defesa de cinturão do peso-palha (52 kg) no UFC e nem quem será sua rival. Mas no que depender de Dana White, presidente da organização, seus focos estão voltados para acelerar o quanto antes a nova apresentação da atleta chinesa.

    Em entrevista à ‘ESPN’ americana, Dana White revelou que a ideia do UFC é realizar o duelo entre Zhang e a ex-campeã Namajunas, que atrairia mais apelo do grande público. Além disso, adiantou que o plano é que a chinesa defenda seu título em um evento na Ásia, aumentando a expectativa de uma nova passagem pela ‘Ilha da Luta’, pois atualmente os países do continentes ainda estão com restrições devido à pandemia de COVID-19.

    “Estamos trabalhando nessa luta também. Obviamente, a luta que todos querem ver é ela e Rose. Espero que possamos fazer isso. Do contrário, provavelmente a próxima da fila seria Carla Esparza. Queremos fazer essa luta este ano, e na Ásia”, adiantou.

    No MMA profissional desde 2013, Zhang Weili soma 21 vitórias e apenas uma derrota em seu cartel. O revés solitário veio justamente em sua estreia no esporte, diante de Meng Bo, no evento ‘China MMA League’. A sua última apresentação foi uma verdadeira batalha. Em março de 2020,  a campeã travou uma guerra diante de Joanna Jedrzejczyk quando, após cinco rounds, venceu por decisão unânime dos jurados e manteve o título.

    Por outro lado, Rose Namajunas, que atua no UFC desde 2014, tem sete vitórias e três derrotas no evento. Seu momento mais alto na organização aconteceu em 2017, quando derrotou Joanna Jedrzejczyk e conquistou o cinturão peso-palha. Na luta seguinte, a americana voltou a derrotar a polonesa antes de perder seu título para Jéssica ‘Bate-Estaca’, que a nocauteou em edição que foi realizada no Rio de Janeiro, em 2019.

  • Carlos ‘Boi’ celebra aniversário atípico na ‘Ilha da Luta’ e pede ‘presente’ a Dana White

    Carlos ‘Boi’ celebra aniversário atípico na ‘Ilha da Luta’ e pede ‘presente’ a Dana White

    Neste sábado (16), Carlos ‘Boi’ vai para a sua terceira apresentação dentro do octógono mais famoso do mundo, quando encara Justin Tafa, em evento que será realizado na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU). Mas essa semana o lutador tem convivido com uma situação inédita em sua carreira. O motivo é que o baiano completou 26 anos na última terça-feira (12) e nunca havia passado por essa experiência próximo de lutar.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o peso-pesado admitiu viver uma sensação estranha, pois não pôde nem comemorar seu aniversário uma vez que seguia a risca o cronograma da dieta e dos compromissos oficiais do UFC. Por isso, o brasileiro prometeu descontar essa situação em Tafa e adiantou qual seria seu presente perfeito.

    “É um aniversário atípico né?! Nunca tinha passado por uma situação de passar meu aniversário em um período de luta. Mandaram um bolinho aqui no quarto, mas infelizmente não pude comer (risos). Estou na dieta, tenho que comer limpo até o dia da luta e depois desconto tudo. Com certeza meu adversário vai pagar por isso”, afirmou o lutador, que possui uma vitória e um revés no UFC antes de completar.

    “Meu presente chega sábado. Eu espero que ele seja um bônus, com Performance ou Luta da Noite. Vou pedir ao tio Dana (White) esse presente depois da luta, mas claro que tenho que fazer por merecer e estou confiante que vem o nocaute”, concluiu.

    Após conseguir sua primeira vitória na organização, ao superar Yorgan De Castro, também em evento realizado em Abu Dhabi, ‘Boi’ admitiu que o público pode ver uma versão melhorada sua neste sábado. A explicação é que, além de manter seus treinos em alto rendimento, ele está aliviado por ter anotado um triunfo na liga e, por isso, vai poder soltar melhor seu jogo, aproveitando o estilo de luta do adversário.

    “Cada luta que passa é uma versão melhorada. Na primeira eu lutei bem, apesar d revés. Na segunda eu estive melhor e nessa também. Sempre daí em diante. Ele tem brechas maiores que o Yorgan (De Castro) tem no jogo. Mão pesada por mão pesada, o Yorgan o botou para dormir com um golpe só e nem por isso me intimidei quando o enfrentei. Mas com certeza vai ser um jogo mais solto, vou abrir um arsenal de golpes maior, porque o estilo de luta dele permite. Podem esperar o Carlos ‘Boi’ bem eclético”, adiantou.

    Depois de perder para Sergey Spivak em sua estreia no Ultimate, Carlos ‘Boi’ conseguiu se recuperar em sua segunda apresentação pela entidade, ao superar Yorgan de Castro na decisão unânime dos juízes, em duelo realizado em outubro de 2020. No MMA profissional desde 2014, o baiano soma nove triunfos e apenas um revés em seu cartel.

  • Agora parceira de time, Amanda Ribas aposta no sucesso de VanZant no Bare Knuckle

    Agora parceira de time, Amanda Ribas aposta no sucesso de VanZant no Bare Knuckle

    Há apenas alguns meses, Amanda Ribas e Paige VanZant subiam no octógono do Ultimate como rivais, em duelo disputado no card do UFC 251, na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU). Passado o duelo, vencido pela brasileira por finalização, as duas lutadoras agora compartilham o mesmo tatame na academia da ‘American Top Team’, na Flórida (EUA), onde ambas treinam juntas e se ajudam visando seus próximos compromissos.

    A troca de cenário surgiu com a ida de Paige VanZant para a academia baseada na Flórida, onde a mineira costuma já costumava fazer seus camps de treinamento. Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Amanda comentou sobre a inusitada situação e exaltou o profissionalismo com que ambas encararam a mudança de rivais para companheiras de treino.

    Escalada para enfrentar Marina Rodriguez, no card do UFC 257, que acontece no dia 23 de janeiro, na ‘Ilha da Luta’, Amanda pôde se preparar ao lado da americana para sua luta e auxiliá-la no processo de transição para o boxe sem luvas, já que, após o confronto entre elas, VanZant se desligou do Ultimate e assinou com o Bare Knuckle FC, onde fará sua estreia em evento marcado para o dia 5 de fevereiro. E a mineira aposta no sucesso da companheira de treinos na nova empreitada.

    “É realmente diferente porque o meu último camp era para lutar contra ela, e agora ela está me ajudando nesse camp, e eu estou ajudando-a para sua luta de boxe (sem luvas). É legal. É maravilhoso e nós podemos mostrar para todo mundo que isso é profissional. Eu não estou com raiva dela, ela não está com raiva de mim. É profissional. Se ela puder me ajudar, ela vai. Se eu puder ajudá-la, eu vou. Nós somos artistas marciais. Não somos apenas pessoas malucas que saem dando socos nos outros. Nós somos atletas”, ponderou Amanda, antes de analisar o futuro da companheira no Bare Knuckle FC.

    “Ela é uma garota bastante inteligente. Ela tem um grande coração e eu acho que vai ser bom para ela (essa mudança) porque ninguém que tem um coração fraco, ou tem um pouco de medo, pode lutar assim, sem luvas. Para ela, eu acho que vai ser um grande passo para ganhar dinheiro porque eles pagam muito bem. Eu acho que vai ser muito bom”, apostou.

    Atual nona colocada no ranking peso-palha (52 kg) do Ultimate, Amanda Ribas encara Marina Rodriguez, que ocupa uma posição acima na lista, no próximo dia 23, no UFC 257, sediado na ‘Ilha da Luta’. Por sua vez, Paige VanZant estreia no Bare Knuckle FC no dia 5 de fevereiro, diante de Britain Hart, na edição 16 do evento, que acontece na cidade de Tampa, na Flórida (EUA).

  • LFA demite ex-campeão do UFC visto em invasão do Capitólio nos EUA

    LFA demite ex-campeão do UFC visto em invasão do Capitólio nos EUA

    Geralmente, assuntos como política e esportes geram discussão, mas quando as esferas se misturam o debate entre seus membros fica ainda mais à flor da pele. No último dia 6 de janeiro, o Capitólio, sede do Congresso americano, localizado em Washington (EUA), foi palco de um verdadeiro cenário de guerra. O local foi invadido por manifestantes pró-Donald Trump, que protestaram contra o presidente eleito Joe Biden. No episódio, cinco pessoas morreram, dezenas foram feridas e uma figura bastante conhecida do MMA marcou presença no ato.

    Pat Miletich, ex-campeão do UFC e integrante do ‘Hall da Fama’ da organização, apoiou o movimento e não demorou para lidar com as consequências do seu posicionamento. Atualmente, Miletich trabalha como comentarista no LFA, mas, ao saber da presença do veterano no ato, a companhia não pensou duas vezes ao retirá-lo da função. Quem revelou a informação foi o próprio profissional através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui).

    “Acabei de receber uma ligação do pessoal do LFA e eles me informaram que estavam recebendo muita pressão, porque eu estava no Capitólio. Quero que vocês saibam que as pessoas com quem eu andei no Capitólio, nenhuma delas, que eu saiba, estava envolvida em qualquer tipo de violência. O LFA estava recebendo muita pressão e eles sentiram que precisavam se distanciar de mim. Eu entendo a posição deles”, declarou Miletich.

    Pat Miletich, de 54 anos, integra a geração clássica do MMA. O veterano estreou no esporte em 1995 e se destacou no UFC. Inclusive, o americano foi o primeiro campeão dos meio-médios (77 kg) na história da organização. Sua despedida do esporte aconteceu em 2008, quando nocauteou Thomas Denny – em 2014, ele passou a integrar o ‘Hall da Fama’ do Ultimate.

  • ‘Maluko’ admite má fase no UFC e mostra insatisfação: “Me tornei um atleta medíocre”

    ‘Maluko’ admite má fase no UFC e mostra insatisfação: “Me tornei um atleta medíocre”

    Não é à toa que o UFC é conhecido por ser a principal organização de MMA do mundo e, sendo assim, exige de seus atletas algo mais no esporte. Inúmeras promessas da modalidade encontraram dificuldades na companhia presidida por Dana White e não confirmaram o conhecido ‘hype’. O brasileiro Markus Perez é um desses profissionais que busca se encontrar na empresa – no evento desde 2017, foram quatro derrotas em seis lutas disputadas.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, ‘Maluko’, como o atleta é conhecido, mostrou toda sua insatisfação com o atual momento de sua carreira. Sincero, o lutador admitiu que precisa melhorar o nível de atuação para justificar sua contratação pelo UFC e classificou seu desempenho como medíocre. Vale lembrar que o brasileiro chegou a ser campeão do peso-médio (84 kg) do LFA. Markus também explicou que a má fase não se originou por falta de dedicação nos treinos. Inclusive, o paulista garantiu ser superior aos seus carrascos na companhia, mas indicou que o fato de lutar para dar show prejudicou sua trajetória.

    “Para as pessoas, o importante é quem tem a mão levantada no final da luta e aprendi bem nesses tempos. No UFC, me tornei um atleta medíocre, para baixo de medíocre. Não sei o que aconteceu. Se você pega os atletas que lutei, nenhum deles é melhor do que eu, em nada. Os caras que eu perdi são melhores em que? Se você me vê treinando com eles, vou bater em todos e aí na luta perco por causa de sorte? É óbvio que teve estratégia e eles ganharam nesse tipo de jogo e eu perdi, porque eles pensavam mais na vitória do que eu. Eu pensava em dar show, nos bônus e isso atrapalhou muito minha carreira no UFC. Tenho que pensar que minha mão será levantada no final da luta. Não quero ver meu adversário assim. Isso foi uma coisa que pegou forte e aprendi da pior forma”, declarou ‘Maluko’.

    O próximo adversário de Markus será Dalcha Lungiambula, no dia 20 de janeiro, na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi, em duelo válido pelo peso-médio e crucial para sua permanência no UFC. Originalmente, o congolês enfrentaria Isi Fitikefu pelos meio-pesados (93 kg). ‘Maluko’ analisou os pontos fortes e fracos do oponente e indicou que a estreia dele na categoria e o tempo parado do mesmo (não atua desde 2019) podem afetá-lo.

    “Dalcha é um striker. O ponto positivo é ser um cara explosivo, que tem a mão pesada, é forte, tem bastante massa muscular e o ponto negativo é não ser um lutador completo. Ele não tem jiu-jitsu, não tem wrestling. Ele tem algumas quedas de judô, mas é mais na força bruta. Ele vai fazer a primeira luta nos médios. Não sabemos como será o aproveitamento dele nessa categoria, como ele vai se sentir. Ele ia lutar nos meio-pesados, não aconteceu e resolveu descer faltando três semanas para a luta. Não sei como ele vai lidar com isso e com o tempo parado. Espero que ele esteja bem, preparado para a luta. Meu foco é um só: ganhar e sair com a mão levantada, não importa o que eu tenha que fazer”, pontuou.

    Ao analisar o embate com Dalcha, ‘Maluko’ prometeu ser um lutador mais estratégico no octógono. Ao mesmo tempo, o brasileiro adiantou que não vai ficar na defensiva e indicou explorar a área que lhe deixa mais confortável. Atualmente, Markus é um homem em uma missão e está disposto a fazer de tudo para voltar ao caminho das vitórias.

    “Eu serei inteligente. O atleta que você vai olhar no octógono será inteligente. Se eu perceber que alguma coisa me dá uma maior probabilidade de ganhar, farei o que me dá mais chance. Vou começar lutando, estudando meu adversário, jogando armadilhas para ver qual que é a dele e quando eu descobrir, vou entrar que nem um predador, quando ele identifica a presa. O que eu tiver que fazer para ganhar, vou fazer. Trocação, finalização, qualquer coisa para vencer”, concluiu.

    Markus ‘Maluko’ iniciou sua caminhada no MMA em 2013 e de forma avassaladora. O brasileiro venceu as dez primeiras lutas que disputou, conquistou o cinturão do peso-médio do LFA em 2017 e chamou a atenção do UFC. No mesmo ano, o paulista perdeu sua estreia na organização e ainda não emplacou uma sequência de vitórias. Sua última atuação aconteceu em outubro, quando foi nocauteado por Dricus du Plessis.

  • Presidente do WBC indica que McGregor poderia disputar título com uma vitória no boxe

    Presidente do WBC indica que McGregor poderia disputar título com uma vitória no boxe

    Depois de se aventurar no boxe e de passar por alguns períodos de inatividade, momentos estes recheados de polêmicas fora do octógono, Conor McGregor parece finalmente estar focado novamente em sua carreira no MMA. De olho em uma chance de ostentar novamente um cinturão do Ultimate, o irlandês encara Dustin Poirier, na luta principal do UFC 257, no dia 23 de janeiro, na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), em confronto que deve garantir ao vencedor a oportunidade de disputar o título do peso-leve (70 kg) na sequência.

    No entanto, caso seus planos de reconquistar um cinturão do UFC não se concretizem, Conor pode voltar suas atenções novamente para o boxe. Pelo menos é o que sugere Mauricio Sulaiman, presidente do WBC (Conselho Mundial de Boxe). Em entrevista ao ‘The Sun’, o dirigente insinuou que McGregor precisaria de apenas uma vitória sobre um atleta ranqueado para se credenciar para uma disputa de título na modalidade.

    “Eu diria que ele precisa encarar e derrotar um lutador ranqueado, depois ele estaria elegível para ser ranqueado e para competir por um título. Nós temos vários exemplos de lutadores de muay thai que se tornaram profissionais no boxe internacional e eles estão elegíveis para lutar pelo título”, declarou Mauricio Sulaiman, antes de continuar.

    “Nós também temos superestrelas amadoras, como Vasiliy Lomachenko, eles entram no boxe profissioanl e lutam pelo título, e está provado que isso funciona. Isso não é um novato entrando no esporte, ele (Conor) tem uma longa história nos esportes de combate, então é um cenário diferente do que costumava ser no passado”, explicou.

    Ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve do UFC, Conor McGregor possui uma experiência prévia no boxe profissional. Em 2017, o irlandês mediu forças com Floyd Mayweather, considerado por muitos como o maior lutador de todos os tempos na nobre arte, e acabou derrotado por nocaute técnico no décimo round.