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  • Israel Adesanya aconselha Vettori após vencer o rival pela segunda vez no UFC

    Israel Adesanya aconselha Vettori após vencer o rival pela segunda vez no UFC

    Derrotado por Jan Blachowicz na superluta pelo título dos meio-pesados (93 kg) do UFC, em março, Israel Adesanya se reencontrou com as vitórias. Na edição de número 263, realizada no último sábado (12), no Arizona (EUA), o campeão do peso-médio (84 kg) defendeu o cinturão pela terceira vez ao controlar Marvin Vettori na revanche e encerrou a rivalidade. Mesmo assim, o nigeriano opinou a respeito do desafeto.

    Na coletiva de imprensa pós-UFC 263, Adesanya comparou como ele e Vettori lidam com a derrota e reforçou sua superioridade ao aconselhar o rival. De acordo com o campeão do peso-médio da organização, o italiano só vai evoluir se aceitar as derrotas. Contudo, o nigeriano informou que o mesmo ficou surpreso ao saber que, mais uma vez, levou a pior na decisão dos juízes.

    No primeiro duelo entre Adesanya e Vettori, realizado em 2018, o nigeriano venceu por decisão dividida. Na revanche, o campeão do peso-médio superou o rival novamente, dessa vez, por decisão unânime e vencendo todos os rounds. Confortável, ‘The Last Stylebender’ sinalizou que, ao contrário do desafeto, aprendeu com o revés para Blachowicz e revelou que espera que o italiano siga seus passos e adote uma postura mais humilde.

    “Eu não sei o motivo, mas, no final da luta, eu queria que Vettori dissesse que eu venci a luta, mas ele não concordou. Você tem que acreditar em suas próprias besteiras, às vezes. Ele disse que eu acredito em meu próprio hype, mas, depois disso, quem está acreditando em seu próprio hype? Na minha última luta, algumas pessoas pensaram que ganhei, mas aceitei a derrota, aprendi e cresci. Se eu quisesse ter a mentalidade dele, eu continuaria atrás de Blachowicz e isso é estúpido”, declarou Adesanya, antes de completar.

    “Não é assim que você cresce. Você cresce aprendendo com seus erros. Você se torna melhor com eles. As derrotas são uma parte da vida, as perdas o tornam melhor. Meu conselho para ele seria se olhar no espelho. Deixe as coisas se acalmarem. Olhe para si mesmo no espelho e diga que ‘Izzy’ é muito melhor. Ele vai ficar melhor com isso. Juro que, na próxima luta, ele vai melhorar. Você tem que aceitar”, concluiu.

    No UFC desde 2018, Israel Adesanya venceu todos os seus compromissos no peso-médio. O nigeriano se tornou campeão da categoria em 2019 e superou nomes importantes do MMA como Anderson Silva, Derek Brunson, Kelvin Gastelum, Marvin Vettori (duas vezes), Paulo ‘Borrachinha’, Robert Whittaker e Yoel Romero.

  • Brandon Moreno analisa importância de se tornar campeão do UFC para o México

    Brandon Moreno analisa importância de se tornar campeão do UFC para o México

    Brandon Moreno fez história no UFC 263. No evento realizado no último sábado (12), no Arizona (EUA), ‘The Assassin Baby’ finalizou Deiveson Figueiredo no terceiro round da revanche, conquistou o título do peso-mosca (57 kg) da organização e um dos bônus de ‘performance’ da noite. Ao alcançar o status de campeão da maior companhia de MMA do mundo, o atleta não escondeu a emoção e vibrou com o feito.

    Na coletiva de imprensa pós-UFC 263, Moreno analisou a importância que a conquista do cinturão do peso-mosca da organização representa para o México. O atleta foi o primeiro mexicano, de fato, a ostentar o status de campeão da companhia. É bem verdade que Cain Velasquez e Henry Cejudo também alcançaram tal posição, porém a dupla, de origem latina, nasceu nos Estados Unidos.

    Dessa forma, Moreno sinalizou que o fato do México possuir um campeão no UFC pode ajudar na consolidação do MMA no país. Apesar da quantidade de atletas mexicanos nos esportes de combate, o número um do peso-mosca revelou que a modalidade ainda é marginalizada. Chateado com a reputação das artes marciais mistas em sua nação, Moreno garantiu que fará de tudo para mudar tal imagem ao ser uma espécie de embaixador.

    “Não consigo acreditar. Este momento é tão especial. Estou sempre tentando fazer piadas, brincar com todos, mas foi um dia emocionante para mim. Trabalhei muito para conseguir o cinturão. Tenho dez anos como profissional e esse momento é especial não só para mim, mas para todas as pessoas ao meu redor e que me apoiam nessa jornada. Esse camp tirou três anos da minha vida, mas não me importo. Estou com o cinturão. Não tenho palavras suficientes para explicar como me sinto”, declarou Moreno, antes de completar.

    “Esse era um dos meus principais objetivos. Tenho muito respeito por Velasquez e Cejudo. Eles se esforçaram muito pelo meu país. Velasquez trouxe o UFC para o México. Foi incrível. Isso colocou o MMA no México em outro nível, mas eu nasci nasci em Tijuana. Eu cresci lá, fui para a escola lá. Sofri com as oportunidades ruins e com o governo. Grandes empresas não apoiam os esportes, especialmente, o MMA, um esporte novo para o país. Eu sei que, com o cinturão, coloquei o esporte em outro nível e isso me faz sentir incrível”, concluiu.

    A trajetória de Brandon Moreno no UFC é um tanto quanto inusitada. O atleta foi uma das zebras no TUF 24 e chegou a ser cortado da organização ao perder duas lutas seguidas. Contudo, ao retornar para a companhia, o mexicano reconstruiu sua imagem.

    Aos poucos, Moreno provou seu valor, alcançou o status de desafiante do peso-mosca e surpreendeu a comunidade do MMA ao empatar com Deiveson Figueiredo no primeiro combate. Não satisfeito, ‘The Assassin Baby’ desbancou o brasileiro para se tornar campeão da categoria.

  • Carlos ‘Boi’ critica decisão dividida em vitória no UFC 263: “Tem juiz que é f***”

    Carlos ‘Boi’ critica decisão dividida em vitória no UFC 263: “Tem juiz que é f***”

    Responsável por abrir os trabalhos no card do UFC 263, realizado no último sábado (12), no Arizona (EUA), Carlos ‘Boi’ mais uma vez deu um show de entretenimento para os fãs e saiu do octógono com mais uma vitória, deste vez sobre Jake Collier. Apesar de feliz pelo resultado, o peso-pesado deixou o evento incomodado por um dos três juízes laterais ter marcado triunfo do americano em sua papeleta de pontuação.

    O juiz em questão, Sal D’Amato, enxergou superioridade do americano no primeiro e no terceiro round, marcando o resultado final como vitória para Collier por 29 a 28, pontuação inversa à apontada por seus colegas, Chris Lee e Dennis O’Connell. Em entrevista exclusiva á reportagem da Ag Fight (veja acima ou clique aqui), ainda nos bastidores do UFC 263, ‘Boi’ criticou a atuação do profissional.

    “Não achei que foi dividida. Eu achei que perdi realmente o primeiro round, mas o segundo e o terceiro eu dominei com sobras e um juiz ainda conseguiu dar uma luta dessas para ele. Eu não sei o que se passa na cabeça de um ser humano desses. Deve ser alguma coisa… Vou ficar quieto, falar nada demais. Mas, porra, na moral, tem juiz que é f***”, disparou ‘Boi’.

    Com o resultado do último sábado, Carlos ‘Boi’ chegou à terceira vitória consecutiva no octógono do Ultimate. Ao todo, o baiano soma 11 triunfos, sendo seis por nocaute, e apenas uma derrota em seu cartel como profissional no MMA. O revés, inclusive, veio em sua estreia pelo UFC, diante de Sergey Spivak, em julho de 2020, curiosamente por decisão majoritária dos juízes.

     

  • Empresário de ‘Borrachinha’ discorda de cobrança pública ao UFC por aumento salarial

    Empresário de ‘Borrachinha’ discorda de cobrança pública ao UFC por aumento salarial

    Na última semana, uma notícia movimentou os bastidores do mundo das lutas. Segundo colocado no ranking peso-médio (84 kg) do UFC, Paulo ‘Borrachinha’ se recusou a assinar o contrato para enfrentar Jared Cannonier e, através de suas redes sociais, se juntou a Jon Jones na cobrança por uma maior valorização salarial por parte da entidade. A cobrança pública não agradou à alta cúpula do Ultimate, representada pelo presidente da organização Dana White, que rebateu, de forma áspera, o lutador brasileiro.

    Quem também não parece ter ficado satisfeito com a atitude do peso-médio foi Wallid Ismail, empresário de ‘Borrachinha’. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (veja acima ou clique aqui), o manager revelou ter sido contrário ao posicionamento de seu cliente, principalmente por ter sido feito de forma pública.

    Na visão de Wallid, a negociação por um aumento salarial deveria ter sido feita de forma privada, entre ele, como representante do mineiro, e o UFC. O empresário ainda afirmou que a melhor forma de resolver este imbróglio seria que ambas as partes cedessem para que se pudesse chegar a um meio termo, mas, para isso, o agente considera imperativo que o peso-médio volte a lutar o mais breve possível.

    “Eu não acho legal ele ter ido para a imprensa tocar o terror. Eu falei para ele: ‘Quer ser o mártir? Quem vai se ferrar é tu’. Até o Cannonier falou: ‘Alguém tinha que brigar com o UFC’. Vai ser ele? Isso é uma loucura maior do mundo. Não adianta. Tem que ter um diálogo, mas por trás das câmeras. Não pode ir para a imprensa, é muita loucura isso. Eu conversei com ele e falei: ‘Chega! Deixa eu trabalhar. Faz tudo que você tem que fazer na sua vida, se recupera do que tem para recuperar e me avisa quando você vai estar pronto para lutar’. É isso que eu quero”, comentou Wallid, antes de completar.

    “Porque agora é a hora dele lutar. O Borrachinha vencendo essas duas lutas que ele tem no contrato, ele vale muito. Isso eu tenho certeza. Porque ele vende, ele é inteligente. Ele tem todo o pacote. Agora é voltar a vencer nessas duas lutas e o céu é o limite. O UFC foi muito bom com ele na disputa do cinturão (contra Israel Adesanya). Pagou o que a gente pediu. Só que ele realmente merece um aumento, ele é o segundo do ranking. Mas tem que ter um meio termo. Mas agora é hora dele lutar, agora é hora do Borrachinha lutar”, concluiu o empresário, que reforçou sua posição ao revelar que tentou convencer ‘Borrachinha’ a assinar o contrato para enfrentar Jared Cannonier, em luta que estava prevista para acontecer no dia 21 de agosto.

    Ex-desafiante ao cinturão peso-médio do Ultimate, Paulo ‘Borrachinha’ é um dos principais nomes da categoria na atualidade. O atleta, no entanto, não compete desde setembro do ano passado, quando foi nocauteado por Israel Adesanya, em disputa válida pelo cinturão da divisão até 84 kg da entidade.

    Com a batalha pública travada contra o UFC, o mineiro pode acabar perdendo espaço dentro da organização. Vale lembrar que Jon Jones, ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) e uma das principais estrelas do Ultimate em todos os tempos, também entrou em rota de colisão com a entidade em busca de melhores recompensas financeiras, e parece ter sido colocado na ‘geladeira’, provavelmente perdendo a chance de disputar o título dos pesos-pesados contra Francis Ngannou.

  • Após derrota para Adesanya, Vettori revela interesse em duelo com ‘Borrachinha’

    Após derrota para Adesanya, Vettori revela interesse em duelo com ‘Borrachinha’

    Marvin Vettori mal saiu de uma disputa de título e já está de olho em um novo desafio. O italiano – que foi derrotado por Israel Adesanya na luta principal do UFC 263, no último sábado (12) – revelou ter interesse em um confronto contra o brasileiro Paulo ‘Borrachinha’.

    Em entrevista ao ‘BT Sport’, nos bastidores do UFC 263, Vettori foi questionado sobre seus próximos passos, especificamente sobre seu interesse em um duelo contra o britânico Darren Till, com quem teve uma luta cancelada em abril deste ano, mas optou por citar o brasileiro como um de seus alvos de preferência.

    O italiano ainda provocou ‘Borrachinha’, lembrando do episódio em que o mineiro alega ter tomado uma garrafa de vinho na véspera da disputa de cinturão contra Israel Adesanya, no ano passado.

    “Quer dizer, se ele conseguir aparecer (para lutar), eventualmente. Mas, para ser honesto, eu realmente queria destruir esse bêbado que não conseguiu ficar longe da bebida, é o ‘Borrachinha’. Mas tanto faz. Eu topo tudo, estou dentro. Eu sempre apareço. Você pode contar comigo. Quando tiver uma luta e uma data, eu vou aparecer. Vamos ver”, comentou Vettori, antes de confirmar seu desejo de medir forças com o mineiro.

    “Sim, Paulo Costa. Porque eu sinto que ele é um pouco estranho. Ele não é muito direito. Eu não sei o que tem com ele, mas se ele conseguir se apresentar para uma luta, eu definitivamente gostaria de bater nesse cara”, concluiu.

    Atuais números dois e três do ranking peso-médio (84 kg) do UFC, respectivamente, Paulo ‘Borrachinha’ e Marvin Vettori compartilham o fato de terem sido derrotados pelo campeão da categoria Israel Adesanya nas oportunidades que tiveram de disputar o cinturão até 84 kg da liga. O brasileiro, entretanto, trava uma batalha com a organização por valorização salarial e, ao que parece, não está disposto a voltar ao octógono tão cedo.

  • Deiveson faz campanha por trilogia contra Moreno: “Quero reconquistar meu cinturão”

    Deiveson faz campanha por trilogia contra Moreno: “Quero reconquistar meu cinturão”

    Derrotado por Brandon Moreno no co-main event do UFC 263, realizado no último sábado (12), no Arizona (EUA), Deiveson Figueiredo mostrou classe ao reconhecer, ainda no octógono, os méritos do adversário na conquista. Apesar disso, o agora ex-campeão peso-mosca (57 kg) não esconde seu desejo de ter a oportunidade de reconquistar o título da categoria.

    Em entrevista ao UFC Brasil, logo após o término do evento de sábado, Deiveson lamentou sua atuação na revanche contra o rival, que culminou no fim de seu reinado na divisão. Porém, o paraense relembrou o discutível empate do primeiro confronto contra Moreno para justificar seu pleito pela trilogia com o mexicano.

    “A primeira luta nossa eu venci. Tiraram um ponto meu e decidiram dar empate na luta. Mesmo assim, eu venci a luta, tenho certeza. Eu revi a luta várias vezes e venci, mas deram o empate para poder acontecer a segunda (luta). E nessa segunda, eu tive um corte de peso péssimo e não lutei legal, infelizmente. Não desmerecendo ele, hoje (sábado) é a noite dele, está de parabéns. Mas eu quero reconquistar o meu cinturão, quero voltar com ele para casa novamente. (…) Eu quero ter uma outra oportunidade para lutar com ele, para fazer a trilogia”, declarou o ‘Deus da Guerra’.

    Deiveson Figueiredo e Brandon Moreno se enfrentaram pela primeira vez em dezembro do ano passado, exatos 21 dias após a última apresentação de ambos pelo Ultimate. No equilibrado duelo, o brasileiro foi punido com a perda de um ponto, em decorrência de suas infrações na peleja, e viu os juízes marcarem empate majoritário como resultado final do confronto.

    Na revanche, novamente com o cinturão peso-mosca em jogo, Deiveson não conseguiu desenvolver seu jogo e foi dominado, em pé e no chão, pelo adversário, que sacramentou sua vitória no terceiro round, ao obrigar o paraense a dar os três tapinhas de desistência após encaixar um mata-leão. Com o resultado, Moreno se tornou o primeiro lutador nascido no México a conquistar um título do UFC.

  • Adesanya dedica vitória no UFC 263 a companheiro de equipe morto na Nova Zelândia

    Adesanya dedica vitória no UFC 263 a companheiro de equipe morto na Nova Zelândia

    A noite do último sábado (12) foi de alegria e emoção para Israel Adesanya, um dos protagonistas do UFC 263, realizado no Arizona (EUA). Após dominar as ações do combate contra Marvin Vettori e defender de forma bem-sucedida seu cinturão peso-médio (84 kg) pela terceira vez, o nigeriano fez questão de dedicar sua vitória ao seu companheiro de equipe Fau Vake, morto há menos de um mês na Nova Zelândia.

    Com a voz embargada pela emoção, Adesanya aproveitou a entrevista pós-luta – ainda dentro do octógono do UFC 263 – para homenagear seu antigo parceiro de treinos na academia ‘City Kickboxing’, sediada na Nova Zelândia. O campeão lamentou que seu amigo não tenha tido tempo suficiente para ascender na carreira até chegar ao Ultimate, e foi taxativo ao classificar a morte de seu companheiro como um assassinato, mostrando-se indignado com o fato dos responsáveis pelo suposto crime ainda estarem em liberdade.

    “Como meu companheiro de time Brad (Riddell) disse, um de nossos garotos, um dos caras que estava a caminho do UFC foi assassinado. Não vamos trocar as palavras, ele foi assassinado por alguns bandidos, que ainda estão andando por aí livremente. Mas eu só quero dizer: Fau Vake, Fau Vake, Fau Vake. Eu te amo, cara. Essa luta eu dedico a você, Fau”, disse ‘Izzy’.

    Fau Vake faleceu no último dia 23 de maio, aos 25 anos, em decorrência dos ferimentos sofridos por ele em uma suposta agressão, que teria ocorrido no dia sete dias antes, na cidade de Auckland, na Nova Zelândia. Quatro homens estariam respondendo por acusações em conexão com o ataque que levou à morte do companheiro de time de Israel Adesanya.

  • Nate Diaz afirma que teria vencido Leon Edwards no “mundo real”

    Nate Diaz afirma que teria vencido Leon Edwards no “mundo real”

    De volta aos octógonos após mais de um ano afastado, Nate Diaz foi dominado por Leon Edwards durante grande parte dos 25 minutos de luta e viu os juízes confirmarem sua derrota nas papeletas, por decisão unânime, em duelo válido pelo card do UFC 263, realizado no último sábado (12), no Arizona (EUA). Apesar do incontestável revés, o excêntrico lutador apresentou uma visão peculiar sobre o confronto após o final.

    Durante a coletiva de imprensa do UFC 263, Nate admitiu a derrota para Edwards, mas afirmou que em um confronto real – sem limite de tempo – teria vencido o rival. O ‘bad boy’ se refere ao seu melhor momento no combate, onde restando cerca de um minuto para o final do quinto round, conseguiu acertar um golpe na ponta do queixo do adversário, que se viu em maus lençóis.

    Apesar de ter feito Edwards perder, por instantes, o equilíbrio e controle geral sobre suas ações, Diaz não foi capaz de tirar proveito da situação e viu o rival se recuperar, o bastante para sobreviver até a buzina final da peleja.

    “No final do dia, eu sinto que ele ganhou ou qualquer coisa, mas eu sinto que sou o melhor lutador independentemente, e eu sinto que o auge da luta é o que importa no final, de qualquer maneira. Queria que tivesse ido para o meu lado, mas está tudo bem”, declarou Diaz, antes de ser questionado se viraria o jogo e venceria o duelo caso tivessem mais rounds.

    “A luta tinha acabado. Em uma luta de verdade no mundo real, isso é o fim. Então, sim. Ele estava andando dormindo (semi nocauteado)”, afirmou.

    Vencedor da quinta temporada do reality show ‘The Ultimate Fighter’, Nate Diaz é um dos lutadores mais populares do plantel atual do UFC, e um dos fatores responsáveis por isso é justamente sua personalidade ‘diferente’. Mesmo com a derrota no último sábado, o polêmico lutador saiu do octógono ovacionado pelo público presente na arena que serviu como palco da edição 263 do Ultimate.

  • Dana sugere aposentadoria de Demian Maia: “Acho que foi a última luta dele”

    Antes do combate contra Belal Muhammad, pelo UFC 263, Demian Maia evitou cravar que esta seria sua despedida do esporte e deixou em aberto a possibilidade de dar continuidade em sua carreira. Mas, depois de ser superado pelo rival no último sábado (12), seu destino parece já ter sido traçado. Pelo menos é o que indicou Dana White, presidente da organização.

    Na coletiva de imprensa pós-UFC 263, no Arizona (EUA), o dirigente falou em tom de despedida sobre o veterano. Questionado sobre o assunto, Dana ressaltou que este foi o último combate previsto no contrato atual do lutador brasileiro com o Ultimate e, provavelmente, o derradeiro de sua carreira.

    “Eu acho que essa foi a última luta dele. Foi a última luta no contrato dele. Ele tem 44 anos. Ele tem sido tão bom em garantir a queda, ficar por cima das pessoas e estrangulá-las, ou pegar algo e torcer até que você desista. E ele não conseguiu fazê-lo esta noite. Ele tem 44 anos. Ele é um cara fantástico, ele teve uma grande carreira. E, sim, eu diria que provavelmente é isso (última luta)”, declarou Dana White.

    No MMA profissional desde 2001, Demian Maia soma 28 vitórias, 14 delas por finalização, e 11 derrotas em seu cartel. Pelo UFC, onde construiu grande parte de sua carreira, o faixa-preta, atualmente com 43 anos, disputou o título em duas ocasiões, uma pelos pesos-médios (84 kg) e outra nos meio-médios (77 kg), mas saiu derrotado em ambas, para Anderson Silva e Tyron Woodley, respectivamente.

    Caso tenha sido realmente sua última luta pelo UFC, Demian deixa a organização como segundo colocado em toda a história da liga em número de vitórias, com 22 triunfos, atrás somente do americano Donald Cerrone. O paulista também é o número dois na lista de vitórias por finalização no Ultimate, sendo superado apenas pelo compatriota Charles ‘Do Bronx’.

  • Com Chuck Liddell de juiz, ex-campeão da NBA nocauteia cantor em luta de celebridades

    Com Chuck Liddell de juiz, ex-campeão da NBA nocauteia cantor em luta de celebridades

    Ao que tudo indica, a entrada de famosos no mundo das lutas chegou para ficar. Na última sexta-feira (11), foi a vez do ex-jogador da NBA Lamar Odom e do cantor e ator Aaron Carter se enfrentarem em uma luta de boxe entre celebridades. Com ambos demonstrando pouca intimidade com as técnicas da nobre arte, o excêntrico combate foi vencido pelo atleta aposentado, por nocaute, no segundo round.

    O inusitado duelo ainda teve a mediação de Chuck Liddell, ex-campeão peso-meio-pesado (93 kg) do UFC e membro do Hall da Fama da organização, como árbitro central. O evento, realizado em Atlantic City (EUA), contou com a presença de público e ambos competidores utilizaram capacetes de proteção.

    A diferença de tamanho entre as duas celebridades também chamou a atenção. Bicampeão da NBA pelo Los Angeles Lakers, Lamar Odom, de 41 anos, subiu no ringue com 108 kg do alto de seus cerca de 2.08m de altura. Por sua vez, Aaron Carter, de 33 anos, pesou pouco mais de 79 kg, distribuídos nos seus 1.83m de altura.

    O cantor começou o duelo empolgado, partindo para cima do ex-jogador, chegando a atingi-lo na cabeça com alguns golpes, todos lançados sem o menor resquício de técnica. Depois de encontrar a melhor distância para se manter distante dos ‘mata-cobras’ do rival, Lamar Odom – que é canhoto, mas lutou na base de destro – abusou dos jabs de esquerda, única arma apresentada durante todo o combate, para machucar Carter e encerrar a disputa.

    O movimento de entrada de celebridades no boxe tem sido liderado pelos irmãos Paul, youtubers de grande fama, especialmente nos Estados Unidos. Logan, o mais velho, recentemente mediu forças com a lenda da nobre arte Floyd Mayweather, em luta de exibição que terminou sem vencedor. Por sua vez, Jake, o mais jovem, vem de vitória por nocaute sobre o ex-lutador do UFC Ben Askren e já tem novo compromisso marcado, desta vez contra o ex-campeão do Ultimate Tyron Woodley.