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  • Com ânimo renovado, Bethe Correia mira acabar com jejum de sequência de vitórias

    Com ânimo renovado, Bethe Correia mira acabar com jejum de sequência de vitórias

    Em setembro de 2019, Bethe Correia reencontrou o caminho das vitórias no UFC. Após dois reveses seguidos na organização, a brasileira, que começava a sentir a pressão para voltar a vencer, conseguiu se recupear ao bater Sijara Eubanks. Agora, a missão é engatar nova sequência de triunfos dentro da franquia, o que não acontece desde 2013 e 2014, quando a atleta acumulou três resultados positivos consecutivos. Mas no que depender do desejo da ex-desafiante ao título do peso-galo (61 kg), essa caminhada começa neste sábado (25) diante da sueca Pannie Kianzad, no quarto evento na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU).

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, a lutadora destacou que, depois de sua última vitória, recuperou a empolgação do início de sua história no Ultimate e, por isso, confia que pode voltar a ter uma sequência maior de resultados positivos dentro do octógono. Dessa maneira, a brasileira afirmou que está empolgada para ganhar novamente seu espaço na categoria. Além disso, a potiguar não poupou elogios a sua adversária e avisou que o público pode esperar uma grande apresentação neste sábado.

    “Quero muito (voltar a ter as primeiras atuações no UFC). Sei o peso que é uma derrota e é muito ruim. Então esse é o momento que quero vencer, me credenciar para em breve poder disputar de novo o cinturão. Até por mim, pela minha história, na minha cabeça é só ir lá e vencer. A animação não me falta (risos). A vontade, disposição e o ânimo daquele início está de volta. Acho que até mais agora. Agora é só ir lá e trabalhar para vencer. Vai ser uma luta muito boa, espero uma guerra. Ela é uma lutadora muito guerreira, mas estou com muita vontade de vencer e vai ser uma luta excelente. Ninguém vai se arrepender de assistir”, avisou.

    Inicialmente, Bethe Correia e Pannie Kianzad fariam um combate em maio deste ano, no UFC 250, marcado para São Paulo. No entanto, devido à pandemia de coronavírus, o evento foi retirado da cidade e a luta entre as atletas do peso-galo adiada. No entanto, ao menos para a veterana, o fato do duelo ter sido postergado foi positivo, uma vez que ela vai poder atuar na badalada ‘Ilha da Luta’.

    “Quando soube que ia lutar fiquei louca, adorei, me deu um ânimo a mais de querer treinar, de querer lutar, fazer parte de tudo isso, dessa história. O UFC está fazendo um trabalho muito bonito, conseguiu isolar uma ilha para a gente, com todas as medidas de segurança, uma super estrutura e fazer parte disso eu ia ficar louca se não estivesse num card desses”, afirmou a brasileira, antes de mencionar o fator benéfico de voltar a lutar após alguns meses que seu compromisso foi adiado, principalmente por causa do COVID-19.

    “Foi muito melhor (ter adiado sua luta). Quando eu estava fazendo o camp foi logo no início de pandemia, que deixou todo mundo assustado, não conseguia treinar na época, eu até não sabia lidar com aquele momento. A gente aprendeu a lidar e meio que se reeducou com questão do COVID-19, ter novos hábitos de higiene. Deu um tempo para se adaptar melhor e o UFC passou muita segurança para nós”, completou.

    No MMA profissional desde 2012, Bethe Correia soma 11 vitórias e quatro derrotas, além de um empate em seu cartel na modalidade. No auge de sua carreira, a atleta disputou o título dos galos contra a, até então campeã, Ronda Rousey, em um duelo de invictas na época. A disputa, realizada em agosto de 2015, foi o main event do UFC 190, sediado na cidade do Rio de Janeiro, teve vitória da americana por nocaute.

  • Nostalgia! UFC promove trilogia Shogun vs Minotouro e despedida de Werdum

    Nostalgia! UFC promove trilogia Shogun vs Minotouro e despedida de Werdum

    Neste sábado (25), o UFC se despede, momentaneamente, da ‘Ilha da Luta’, com o último dos quatro shows programados para a primeira leva de eventos na nova sede, localizada em Abu Dhabi (EAU). E a noite promete ser de intensa nostalgia para o torcedor brasileiro, especialmente para os fãs mais antigos do esporte. Responsáveis por uma das maiores rivalidades do MMA nacional, Maurício ‘Shogun’ e Rogério ‘Minotouro’ medem forças mais uma vez para fechar a trilogia iniciada ainda nos tempos de Pride. Por sua vez, Fabrício Werdum, ex-campeão dos pesos-pesados, faz sua provável despedida do Ultimate diante de Alexander Gustafsson.

    Iniciada há 15 anos, ainda pelo extinto evento japonês Pride, a rivalidade entre ‘Shogun’ e ‘Minotouro’ chega ao seu capítulo final. Após dois combates memoráveis, sendo que o primeiro até hoje é lembrado como um dos melhores e mais empolgantes de todos os tempos, os meio-pesados (93 kg) serão os protagonistas do co-main event deste sábado.

    Vitorioso nos dois confrontos anteriores, ‘Shogun’ vive momento melhor do que o baiano no Ultimate. Com três triunfos, um empate contestável e apenas uma derrota em suas últimas cinco apresentações, o ex-campeão meio-pesado do UFC ainda parece ter gás para seguir sua carreira por mais algum tempo, mesmo aos 38 anos.

    Diferentemente do rival, Rogério, de 44 anos, já adiantou que o terceiro duelo contra o curitibano será também o último de sua carreira no MMA profissional, que já dura quase duas décadas. Para conquistar a primeira vitória sobre o compatriota e se despedir do esporte da melhor forma possível, o irmão gêmeo de Rodrigo ‘Minotauro’ busca contrariar o retrospecto negativo recente, onde alternou triunfos e derrotas.

    Ainda pelo card principal do evento, Fabrício Werdum dá as boas vindas a Alexander Gustafsson na divisão dos pesos-pesados. No último compromisso previsto em seu atual contrato com o UFC, o gaúcho – ex-campeão da categoria – já descartou uma possível renovação contratual e avisou que pretende seguir novos objetivos em sua carreira em outra organização.

    Aos 42 anos, Werdum soma 23 vitórias, nove derrotas e um empate em seu cartel. Um desses triunfos justamente pode indicar o futuro do veterano. Responsável por uma das maiores zebras da história do MMA, ao finalizar Fedor Emelianenko em 2010, quando o russo era considerado por muitos como o melhor lutador do mundo e praticamente imbatível, o gaúcho já demonstrou interesse em se testar novamente contra o ex-campeão do Pride, que atualmente está sob contrato com o Bellator, sendo a companhia americana uma opção para o ‘Vai Cavalo’.

    Confira o card completo do UFC ‘Ilha da Luta’ (25 de julho):

    Robert Whittaker vs Darren Till
    Maurício ‘Shogun’ vs Rogério ‘’Minotouro’
    Fabrício Werdum vs Alexander Gustafsson
    Carla Esparza vs Marina Rodriguez
    Paul Craig vs Gadzhimurad Antigulov
    Alex ‘Cowboy’ vs Peter Sobotta
    Khamzat Chimaev vs Rhys McKee
    *Francisco ‘Massaranduba’ vs Jai Herbert
    Nicolas Dalby vs Jesse Ronson
    Tom Aspinall vs Jake Collier
    Movsar Evloev vs Mike Grundy
    Tanner Boser vs Raphael ‘Bebezão’ 
    Bethe Correia vs Pannie Kianzad
    Ramazan Emeev vs Niklas Stolze
    Nathaniel Wood vs John Castañeda

  • Campeão do UFC, Deiveson Figueiredo é recebido com festa no Pará

    Campeão do UFC, Deiveson Figueiredo é recebido com festa no Pará

    Deiveson Figueiredo se tornou campeão ao nocautear Joseph Benavidez – Divulgação

    Recém-coroado como o novo campeão peso-mosca (57 kg) do UFC, Deiveson Figueiredo foi recebido com toda a pompa necessária em Soure, no Pará, nesta sexta-feira (24). Bastante festejado pela população da pequena cidade, que fica localizada na região da Ilha de Marajó, o atleta teve tratamento de herói por parte de seus conterrâneos e autoridades locais.

    No último sábado (18), Deiveson atropelou Joseph Benavidez na luta principal do terceiro evento promovido pelo UFC na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), e se tornou o primeiro brasileiro a conquistar o cinturão dos moscas pelo Ultimate. Além disso, o paraense quebrou o jejum de três anos sem que o Brasil tivesse um título masculino na principal entidade de MMA do mundo.

    A comemoração pelo título em sua terra natal teve direito a desfile em cima do caminhão do Corpo de Bombeiros, que era seguido por uma carreata, como mostrou o atleta em sua conta no ‘Instagram’. De acordo com o site ‘MSN’, antes de chegar a Soure, Deiveson fez uma parada na capital paranese, Belém, onde foi recebido pelo governador Helder Barbalho, que o presenteou com a Comenda Grão-Pará, principal honraria entregue a atletas do estado.

    No MMA profissional desde 2012, Deiveson Figueiredo soma 19 vitórias, sendo nove por nocaute e sete por finalização, e apenas uma derrota em sua carreira. Ainda sem próximo compromisso marcado, o brasileiro já deixou claro que pretende se manter ativo e defender o cinturão dos moscas em breve.

  • St-Pierre exalta pioneiros do MMA e coloca Royce Gracie no seu top 5

    St-Pierre exalta pioneiros do MMA e coloca Royce Gracie no seu top 5

    Georges St-Pierre é considerado um dos melhores lutadores da história – Diego Ribas

    Discussão frequente em todos os esportes, as famosas listas de melhores atletas a terem praticado determinada modalidade sempre causam curiosidade e, ao mesmo tempo, controvérsia. Muitas vezes, figuras de extrema importância no passado distante podem ser ‘esquecidas’ ou deixadas de lado, em favor de escolhas mais atuais, onde a maior exposição vista hoje em dia e a memória recente ajudam a beneficiar competidores mais jovens.

    Talvez por isso, Georges St-Pierre tenha feito questão de mesclar as eras das escolhas para o seu top 5 lutadores de todos os tempos. Ao podcast ‘MMA Hoje’, o canadense – ex-campeão dos meio-médios (77 kg) e médios (84 kg) do UFC – selecionou Royce Gracie, vencedor dos primeiros torneios realizados pelo Ultimate e um dos principais responsáveis pelo sucesso inicial da competição, como o GOAT (sigla em inglês para ‘melhor de todos os tempos’), além de citar outros nomes fundamentais nos primórdios da introdução do esporte nos Estados Unidos.

    Sem poder se incluir na lista, ‘GSP’ ainda elegeu BJ Penn, Anderson Silva, Jon Jones e Demetrious Johnson em sua lista. Ciente da evolução do esporte, o canadense admitiu a superioridade dos atletas atuais em relação aos do passado, mas ressaltou o papel feito pelos pioneiros do MMA para justificar algumas de suas seleções.

    “Se você me pedir para fazer o meu top 5, com certeza eu tenho que colocar Royce Gracie como número um. Royce Gracie conquistou e fez na sua época coisas que ninguém tinha feito, na sua época. Claro, se você o colocar no octógono agora, é um jogo diferente, mas como (Albert) Einstein disse: ‘Nós estamos sobre os ombros de gigantes’. Por causa do que Royce Gracie fez, Ken Shamrock, Mark Coleman, e todos aqueles caras, Marco Ruas, nós desenvolvemos nossas técnicas os assistindo. E por causa do que eles fizeram, nós atingimos um certo nível. Os lutadores de hoje são melhores do que os lutadores de ontem, e os lutadores de amanhã serão melhores do que os de hoje. É assim que as coisas são. Nós não devemos esquecer nossos pioneiros. Royce Gracie e todos aqueles caras”, destacou St-Pierre, antes de continuar.

    “Então, Royce Gracie é o número um, eu diria que o Anderson Silva é o número dois. Jon Jones é o terceiro, é claro. BJ Penn está lá, número quatro, e Demetrious Johnson pode ser o quinto. E existem muitos caras que estão competindo hoje, como Khabib Nurmagomedov, nunca perdeu. Ele é muito bom. Israel Adesanya também nunca perdeu, Kamaru Usman é muito bom também. Existem muitos caras no caminho para atingir essa discussão sobre o GOAT também”, finalizou o ex-campeão do UFC.

  • De volta! Bellator 242 tem duelos confirmados em pesagem oficial

    De volta! Bellator 242 tem duelos confirmados em pesagem oficial

    De volta após paralisação forçada pela pandemia do novo coronavírus, o Bellator realizou na última quinta-feira (23) a pesagem oficial do evento marcado para acontecer neste dia 24 de julho, na Mohegan Sun Arena, em Uncasville, Connecticut (EUA). Com exceção de um lutador, todos os demais competidores cumpriram com suas obrigações e ficaram dentro do limite de peso estabelecido por suas respectivas categorias.

    Responsáveis pela luta principal do Bellator 242, os pesos-galos (61 kg) Sergio Pettis e Ricky Bandejas confirmaram o duelo ao baterem 61,1 kg e 61,4 kg, respectivamente. O irmão de Anthony Pettis, ex-campeão peso-leve (70 kg) do UFC, vem de vitória sobre Alfred Khashakyan em sua estreia pela organização. Com mais lutas pela entidade, Bandejas soma três triunfos e dois reveses em sua trajetória na liga.

    Único lutador a falhar na balança, Jay Jay Wilson marcou 67,3 kg em sua primeira tentativa, mesmo completamente nu. Após ter mais duas horas para cortar o excesso de peso, o neozelandês cravou 67 kg, aproximadamente 800 gramas acima do limite permitido na divisão dos penas (66 kg), contando com a tolerância. Apesar disso, o combate contra Tywan Claxton foi confirmado, com o americano levando 20% da bolsa de Wilson.

    Resultado da pesagem oficial do Bellator 242:

    Ricky Bandejas (61,4 kg) vs. Sergio Pettis (61,1 kg)
    Jason Jackson (77,5 kg) vs. Jordan Mein (77,3 kg)
    Tywan Claxton (66,2 kg) vs. Jay Jay Wilson (67 kg)*
    Aaron Pico (65,7 kg) vs. Solo Hatley, Jr. (66 kg)
    Jake Smith (77,2 kg) vs. Mark Lemminger (77 kg)
    Raufeon Stots (61,5 kg) vs. Cass Bell (61,3 kg)
    Rudy Schaffroth (117,7 kg) vs. Ras Hylton (112,2 kg)

  • Hermansson torce por combinação de resultados para se aproximar de title shot

    Hermansson torce por combinação de resultados para se aproximar de title shot

    Hermansson derrotou Gastelum em card realziado na ‘Ilha da Luta’ – Leandro Bernardes

    Após derrotar Kelvin Gastelum no último sábado (18), Jack Hermansson está de olho nos próximos passos da categoria do peso-médio (84 kg) do Ultimate. Por isso, o lutador destacou suas atenções para o confronto entre Robert Whittaker e Darren Till, que acontece neste sábado, e para o duelo entre Israel Adesanya e Paulo ‘Borrachinha’, que deve acontecer em setembro, para traçar seus planos para chegar a uma disputa de título.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, o atual número seis do ranking da divisão revelou qual seria o melhor cenário para ele se aproximar de um title shot. De acordo com o norueguês, seria interessante que Adesanya e Whittaker vencessem seus próximos compromissos pela organização. Dessa maneira, o australiano não receberia de imediato uma revanche contra seu algoz, que o derrotoun em outubro de 2019, abrindo caminho para que sua chance chegasse.

    “O melhor cenário é se Israel vencer e Whittaker vencer. Com isso talvez eu possa lutar contra Whittaker. Se ‘Borrachinha’ vencer, então talvez eles possam dar a Whittaker a disputa do título e vamos ver”, afirmou o lutador, antes de palpitar como acredita que será o duelo entre Adesanya e ‘Borrachinha’.

    “Acredito que no gás ele (‘Borrachinha’) estará bem. Acho que se for uma decisão, acredito que ‘Borrachinha’ vencerá. Se Adesanya vencer, provavelmente será por nocaute, quando ‘Borrachinha’ o estiver pressionando. Acredito que Israel terá alguns problemas com ‘Borrachinha’ quando estiver avançando com esse físico poderoso. Vai ser difícil para ‘Izzy’ manter distância, então será uma boa luta”, completou.

    No Ultimate desde 2016, Jack Hermansson tem oito vitórias e três derrotas na organização. O lutador sueco, que ocupa o sexto posto no ranking da divisão, agora tem uma sequência de cinco vitórias nas suas últimas seis atuações na liga. O único revés foi para Jared Cannonier em setembro de 2019, no UFC Dinamarca.

  • Bare Knuckle FC promove evento de retorno com presença de público

    Bare Knuckle FC promove evento de retorno com presença de público

    Assim como o Bellator, o Bare Knuckle FC promove nesta sexta-feira (24) o primeiro show desde a paralisação forçada pela pandemia do novo coronavírus. No entanto, diferentemente de grande parte dos eventos esportivos que já retomaram suas atividades, a edição 11 do torneio – marcada para acontecer na cidade de Oxford, no Mississippi (EUA) – contará com a presença de público.

    A realização do Bare Knuckle 11 com portões abertos, ainda que com capacidade de público limitada, se deve ao fato do Mississippi ser um dos estados norte-americanos que já afrouxou as restrições impostas para contenção da pandemia do COVID-19 – sendo assim possível fazer um evento esportivo com 25% da capacidade da arena preenchida. Apesar disso, a entidade – que promove combates de boxe sem luvas – optou por prosseguir com um número ainda menor de fãs presentes no local, visando evitar riscos desnecessários.

    “Existe muita preparação para que isso aconteça e muita precaução. Os testes de coronavírus para todo mundo, as medições de temperatura, a quarentena, existe muita coisa sendo feita para manter todo mundo seguro. Nós vamos ter uma plateia limitada. Foi permitido que nós tivéssemos um público limitado em Mississippi. Nós não exageramos, mantivemos bem leve. Eu fiz isso pelo ambiente e para ter os fãs celebrando ao fundo, mas todo mundo vai estar separado pelo distanciamento social. Todos vão estar usando máscaras e todas as precauções necessárias que nós temos visto em outros esportes e organizações ao promover seus eventos”, declarou David Feldman, presidente do Bare Knuckle FC, antes de completar.

    “Segurança é a nossa maior preocupação. Sempre foi em qualquer coisa que fizemos com o Bare Knuckle e agora com o COVID-19, nós estamos tomando precauções extras também. Nós podemos ter cerca de 1200 fãs, é uma arena com capacidade para 4000 acentos, nós podemos ter 25 por cento (ocupado). Mas nós cortamos isso para 500 pessoas porque nós queremos ter certeza que está completamente espaçado”, contou o dirigente, em entrevista ao site ‘MMA Fighting’.

    A luta principal do Bare Knuckle 11 será protagonizada pelo ex-UFC Isaac Vallie-Flagg e por Luis Palomino, que disputam o cinturão peso-leve da organização. A entidade já tem planejado os próximos quatro eventos, marcados para os dias 21 de agosto, 19 de setembro, 16 de outubro e 14 de novembro.

  • Em vídeo promocional de duelo, Tyson provoca Roy Jones Jr.: “Vou te arrebentar”

    Na última quinta-feira (23) o tão esperado retorno de Mike Tyson aos ringues foi confirmado oficialmente. O ex-campeão mundial vai encarar Roy Jones Jr., em duelo de exibição que será disputado em oito rounds, no dia 12 de setembro, e que vai acontecer em Los Angeles (EUA).

    Através das suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo), Mike Tyson divulgou o vídeo promocional do confronto em que confirmou sua motivação de atuar novamente. Na publicação, o americano não perdeu a oportunidade de provocar seu adversário e prometeu uma grande atuação.

    “Eu vou chegar lá e acabar com você. É melhor você estar nos seus melhores dias, ou vou te arrebentar na frente de todo mundo”, avisou o ex-campeão mundial, que recentemente tem treinado com o brasileiro Rafael Cordeiro, líder da equipe Kings MMA e também técnico de Fabrício Werdum.

    Com um cartel de 50 vitórias, com 44 por nocaute, e seis derrotas, Mike Tyson não atua desde 2005, quando foi superado por Kevin McBride. Por outro lado, Roy Jones Jr. possui um currículo com 66 vitórias, sendo 47 por nocaute, e nove reveses. O lutador não atua desde 2018, quando derrotou Scott Sigmon.

  • Gustafsson surpreende com apenas 1kg a menos que Werdum; Massaranduba não bate o peso

    Fabrício Werdum fará sua última apresentação no UFC neste sábado – Natássia del Fischer

    Realizada nesta sexta-feira (24), a pesagem oficial para o UFC Fight Island 3 contou com uma grande surpresa. Fazendo sua estreia na categoria dos pesos-pesados, Alexander Gustafsson não economizou na nova dieta e cravou incríveis 108,8 kg – bem acima do limite de 93 kg que acompanhou sua carreira como meio-pesado no octógono.

    Curiosamente, a marca foi apenas um quilo menor do que a de seu rival, o brasileiro Fabrício Werdum, ex-campeão da categoria dos pesos-pesados e que faz sua última luta contratual neste sábado, em Abu Dhabi. Veterano, o gaúcho de 42 anos afirmou ao longo da semana que ainda continuará lutando, mas que seu ciclo no UFC chegou ao fim.

    Dentre os lutadores que mais sofreram para atingir o peso correto de suas categorias, destaque para os brasileiros Bethe Correia e Francisco ‘Massaranduba’, que foram os últimos atletas a encararem a balança do UFC Fight Island 3.

     

    Bethe Correia cravou 61,7 kg e celebrou a vitória conta a balança – Natássia del Fischer

    De máscara, a brasileira, que bateu a marca limite de 61,7 kg, celebrou a vitória contra a balança com socos no ar em direção à câmera oficial do Ultimate, que registrava cada um dos momentos dos atletas. Por fim, Massaranduba cravou 160 libras (72.5 kg), quatro acima do permitido, e deverá pagar uma porcentagem de sua bolsa como multa para poder enfrentar Jai Herbert.

    Entre os demais competidores, todos confirmaram suas lutas sem grandes problemas dentro dos primeiros 40 minutos da janela de duas horas reservadas para que a pesagem fosse feita. Protagonistas da luta principal do show, Robert Whittaker e Darren Till registram o limite de 84,3 kg para um duelo de pesos-médios. Ao todo serão oito brasileiros presentes no card de despedida na ‘Ilha da Luta’.

    Confira o peso dos atletas do card do UFC Fight Island 3:

    Robert Whittaker (84,3 kg) vs (84,3 kg) Darren Till
    Maurício ‘Shogun’ (93,4 kg) vs (93,4 kg) Rogério ‘’Minotouro’
    Fabrício Werdum (109,7 kg) vs (108,8 kg) Alexander Gustafsson
    Carla Esparza (52,6 kg) vs (52,4 kg) Marina Rodriguez
    Paul Craig (93,4 kg) vs (93,4 kg) Gadzhimurad Antigulov
    Alex ‘Cowboy’ (77,5 kg) vs (77,5 kg) Peter Sobotta
    Khamzat Chimaev (77,5kg) vs (77,3 kg) Rhys McKee
    *Francisco ‘Massaranduba’ (72.5 kg) vs (70,7 kg) Jai Herbert
    Nicolas Dalby (77,5kg) vs (77,5kg) Jesse Ronson
    Tom Aspinall (112,5 kg) vs (119,7 kg) Jake Collier
    Movsar Evloev (66,2 kg) vs (66,2 kg) Mike Grundy
    Tanner Boser (106,5 kg) vs (119,7 kg) Raphael ‘Bebezão’ 
    Bethe Correia (61,7 kg) vs (61,7 kg) Pannie Kianzad
    Ramazan Emeev (77,5kg) vs (77,3 kg) Niklas Stolze
    Nathaniel Wood (61,7 kg) vs (61,7 kg) John Castañeda

    *Atleta não bateu o peso correto de sua divisão

  • Volkanovski descarta nova revanche imediata contra Max Holloway: “Seria bobagem”

    Alexander Volkanovski (à esquerda) venceu Holloway duas vezes – Rigel Salazar/ PXImages

    No último dia 11 de julho, pelo co-main event do UFC 251, na ‘Ilha da Luta’, Alexander Volkanovski conseguiu nova vitória por pontos sobre Max Holloway, rival que já havia batido no fim do ano passado, quando conquistou o cinturão dos pesos-penas (66 kg). O triunfo, conquistado via decisão dividida dos juízes, veio cercado de contestação por parte de boa parte dos fãs e especialistas, que viram a superioridade do desafiante sobre o campeão nos cinco rounds disputados. Nada que abale ou faça o australiano pensar em um novo duelo contra o havaiano tão cedo.

    Com ou sem controvérsia, Volkanovski saiu vitorioso dos dois confrontos contra o havaiano e, por isso, não vê a necessidade de conceder uma nova revanche imediata ao rival. Em entrevista à ‘ESPN’ americana, o campeão se mostrou disposto a movimentar o topo da divisão. Ainda que não exista atualmente um lutador claramente posicionado como o primeiro da fila por um ‘title shot’ na divisão, o australiano sugeriu que um dos vencedores de dois confrontos que tem sido especulados possa dar um passo nesta direção.

    “Nesse momento, agora, isso não faz sentido. Vencer consecutivamente, eu realmente falei (que queria vencê-lo de forma decisiva), obviamente indo para a luta, tentando chamar atenção para a luta, mas todos nós sabemos que Max é resistente. Então, nós sabemos bem que nocauteá-lo é difícil. Mas ao mesmo tempo, a maioria dos rounds das duas lutas claramente mostram que eu venci sete ou oito deles. De novo, rounds muito competitivos, então você tem que dar crédito a Max, mas ao mesmo tempo, (após) vencer duas seguidas, seria bobagem fazer uma revanche”, explicou Volkanovski, antes de comentar sobre possíveis próximos desafiantes.

    “Tem um par de nomes sendo falado por aí um bocado. Você tem o Zumbi (Coreano) e Zabit Magomedsharipov. Eu acho que eles são grandes lutas, mas ambos provavelmente estão a uma luta de conseguir o title shot. Ouvi dizer que Zabit planeja lutar com Yair Rodriguez e o Zumbi está planejando lutar com Brian Ortega. São duas lutas enormes. Quem vencê-las e vencer de forma selvagem, eu tenho certeza que todo mundo vai estar gritando seu nome. Todo mundo vai estar dizendo: ‘Esse é o cara’. Todos vão fazer propaganda e essa vai ser a luta que todo mundo vai querer ver. Eu apenas acho que essas são as maiores lutas e que fazem mais sentido, mas nós vamos ter que deixar isso se desenrolar. Eu acabei de lutar. Não preciso de um oponente agora. Ainda tenho tempo para deixar essa divisão se resolver. Então, nós vamos esperar e assistir, e espero que eu tenho alguém (para enfrentar) até o final do ano”, concluiu.

    No MMA profissional desde 2012, Alexander Volkanovski soma 22 vitórias e apenas uma derrota em seu currículo. Pelo UFC, onde iniciou sua trajetória em 2016, o australiano possui nove triunfos e nenhum revés.