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  • Discussão entre árbitro e comentarista será investigada pelo UFC; entenda

    Discussão entre árbitro e comentarista será investigada pelo UFC; entenda

    A atuação de Herb Dean no último show do UFC foi alvo de críticas – Leandro Bernardes

    A aparente demora de Herb Dean em interromper a luta entre Francisco ‘Massaranduba’ e Jai Herbert, quando o inglês já demonstrava estar fora de combate após ser levado à lona por um potente golpe do veterano brasileiro, foi alvo de críticas, algumas delas em tempo real. Presente na arena montada na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), para comentar o evento do último sábado (25), o ex-lutador Dan Hardy teve sua voz ouvida na transmissão oficial, aos gritos, pedindo para que o experiente árbitro decretasse o final do duelo antes que o atleta caído sofresse mais danos desnecessariamente.

    Irritado com a indefinição de Herb Dean, que ainda hesitou antes de finalmente interromper o combate, Hardy foi cobrar pessoalmente o árbitro na saída do octógono, o que provocou uma calorosa discussão que foi flagrada por algumas pessoas presentes no local. Vice presidente senior do UFC, David Shaw abordou o assunto na coletiva de imprensa após o show e revelou que a organização pretende sentar com as duas partes para entender o ocorrido e colocar um ponto final no imbróglio.

    Apesar disso, o dirigente insinuou que o ex-lutador e atual comentarista do Ultimate ultrapassou os limites ao confrontar diretamente o responsável pela mediação da luta, já que apenas um seleto grupo de pessoas ligadas à equipe de regulamentação do evento devem abordar e interagir com os árbitros.

    “Eu não estava lá quando isso aconteceu. Eu ouvi alguns dos comentários na transmissão. O negócio é o seguinte: ser um árbitro de MMA é um dos papéis mais difíceis que você pode ter, e Herb Dean é um dos melhores, categoricamente. A questão é, saúde e segurança dos atletas é de fundamental importância. Por outro lado, você tem um cara como Hardy que teve uma carreira no MMA muito bem sucedida, é um excelente analista agora, mas ele é passional, e ele é impetuoso. O importante para nós é tentar controlar isso e tentar entender o que realmente aconteceu”, comentou David Shaw, antes de continuar.

    “Obviamente, isso não é algo que você quer abordar com cada uma das partes durante o show. Esses caras têm um trabalho a fazer, então nós certamente não queremos prejudicar seus esforços para fazer um trabalho excelente, como nós esperamos que eles sempre façam. Então, nós vamos voltar, vamos investigar, tentar ter uma melhor compreensão do que aconteceu e realmente começar por aí. Eu acho que o ponto principal é que existe um grupo de pessoas que são habilitadas a falar com os árbitros durante a noite de luta, e esse é o grupo regulatório de (Marc) Ratner, e ninguém mais. Então, nós vamos ver o que acontece na semana que vem quando nós voltarmos para o escritório”, concluiu o dirigente.

  • Till retribui elogios de Adesanya, mas diz: “É uma luta mais fácil do que Whittaker”

    Till retribui elogios de Adesanya, mas diz: “É uma luta mais fácil do que Whittaker”

    Darren Till é ex-desafiante ao cinturão dos meio-médios do UFC – Scott Garfitt

    Apesar de sair derrotado da luta principal do quarto evento promovido pelo UFC na ‘Ilha da Luta’, realizado no último sábado (25), Darren Till conseguiu o reconhecimento de Israel Adesanya, atual campeão dos pesos-médios (84 kg). Logo após o anúncio da vitória por pontos de Robert Whittaker sobre o inglês, o nigeriano utilizou suas redes sociais para elogiar o ex-desafiante ao cinturão dos meio-médios (77 kg) e revelar o interesse de enfrentá-lo no futuro (veja abaixo ou clique aqui).

    Informado sobre as palavras amistosas do campeão pelos jornalistas presentes na coletiva de imprensa após o evento, Till se mostrou grato e retribuiu com alguns elogios para o lutador nigeriano. Porém, ao comentar sobre um possível duelo contra Adesanya, o inglês deixou a troca de gentilezas de lado e indicou que teria mais facilidade contra o nigeriano do que contra Whittaker, que o venceu no sábado.

    “Eu vou ter que deixá-lo em paz por um tempo. Tudo que eu faço é gritar com ele nas mensagens de Instagram. Tenho muito respeito por Israel. Eu acho que ele é um grande lutador. Mas quer saber, isso não é desrespeito a ele, mas eu acho que ele provavelmente é uma luta mais fácil para mim do que Rob (Whittaker) porque nós provavelmente teríamos uma grande batalha na trocação”, ponderou Darren Till, antes de completar.

    “Rob é um pouco diferente porque ele mistura as coisas. Israel é o campeão, ele é um grande lutador de MMA, mas ele é um striker puro. Eu acho que nós teríamos uma grande luta. Rob misturou um pouco as coisas. Ele é selvagem. (Adesanya e eu) vamos lutar. Eu vou voltar, vou nocautear alguém, e nós vamos lutar”, projetou.

    Ainda na entrevista coletiva, Darren Till indicou que lesionou seu joelho no segundo round da peleja contra Robert Whittaker, o que pode deixá-lo de molho por alguns meses. Enquanto isso, Israel Adesanya coloca o cinturão dos médios em jogo contra Paulo ‘Borrachinha’, no UFC 253, marcado para acontecer no dia 19 de setembro, ainda sem local definido.

  • ‘Massaranduba’ reforça desejo de subir de categoria e desafia Diego Sanchez

    ‘Massaranduba’ reforça desejo de subir de categoria e desafia Diego Sanchez

    ‘Massaranduba’ é um dos lutadores mais velhos do UFC – Leandro Bernardes/PxImages

    A vitória sobre Jai Herbert no último sábado (25), no UFC Ilha da Luta, mostrou que a idade avançada ainda não afeta a performance de Francisco ‘Massaranduba’. Aos 41 anos, o peso-leve (70 kg) teve ótimos momentos no combate e garantiu o triunfo, o terceiro seguido, com um nocaute espetacular no terceiro round.

    Apesar disso, ‘Massaranduba’ revelou, na entrevista pós-luta, que vislumbra subir de categoria já a partir de seu próximo compromisso. A mudança seria, de acordo com ele, para evitar o desgastante corte de peso na divisão dos leves, que o fez inclusive falhar na balança na pesagem oficial do evento, realizada na última sexta-feira, o que acarretou na perda de 30% de sua bolsa.

    Nos meio-médios (77 kg), o veterano conseguiria, além de passar por um processo de corte de peso mais tranquilo, realizar um desejo. Na entrevista coletiva após o show, ‘Massaranduba’ revelou que tem interesse em medir forças contra Diego Sanchez, outro atleta com histórico grande de combates disputados no octógono do Ultimate, e com quem o brasileiro prevê que faria um belo espetáculo.

    “Eu já tinha pensado nisso (subida para os meio-médios). Tenho vontade de lutar com o Diego Sanchez, eu vou lutar com ele. Eu lembro que quando ele entrou no UFC, eu ia começar a treinar e eu tinha um amigo meu que ia lutar com ele. Eu comecei a treinar mais por causa dele. Então, ele é um grande nome para eu estrear no 77 (kg). Ele é um veterano do UFC, eu também sou, e eu acho que está na hora de eu escolher um adversário. Estou o escolhendo o Diego Sanchez para que a gente possa fazer uma grande luta e só quem vai ganhar é o público. Nós dois somos agressivos, caímos para dentro, vai ser uma grande luta para o público”, revelou ‘Massaranduba’, que ainda negou qualquer chance de se aposentar no futuro próximo, apesar da idade avançada.

    “O lutador é assim: enquanto ele estiver com vontade de lutar, ele tem que lutar. No dia que ele perder o prazer de lutar, aí ele tem que parar. E eu não tenho isso, eu quero lutar. Se me colocar para lutar daqui a dez dias, eu luto de novo. Eu tenho essa gana de querer lutar. Isso é a única coisa que eu sei fazer bem. O dia que eu perder a vontade, eu vou armar minha rede em uma chácara e ficar deitado embaixo de um pé de árvore. Vão ter que me aturar bastante ainda no UFC”, brincou o veterano.

    No UFC desde 2012, Francisco Trinaldo, o ‘Massaranduba’, soma 16 vitórias e seis derrotas em sua trajetória pela organização. Alvo do desafio do brasileiro, Diego Sanchez ganhou notoriedade ao vencer a primeira edição do reality show ‘The Ultimate Fighter’ nos Estados Unidos. Desde então, o americano acumulou 18 triunfos e 12 reveses no octógono mais famoso do mundo.

  • De volta! Johnny Walker enfrenta Ryan Spann no UFC 253, diz site

    De volta! Johnny Walker enfrenta Ryan Spann no UFC 253, diz site

    Johnny Walker visa retomar o caminho das vitórias no UFC – Carlos Antunes

    Ao que tudo indica, Johnny Walker já tem data e adversário para o seu próximo compromisso. De acordo com o site da ‘ESPN’ americana, o meio-pesado (93 kg) brasileiro deve enfrentar o americano Ryan Spann no UFC 253, agendado para acontecer no dia 19 de setembro, ainda sem sede confirmada.

    Proveniente do programa ‘Contender Series’, Johnny Walker iniciou sua trajetória no UFC com três vitórias consecutivas, todas por nocaute no primeiro round, e se posicionou como uma das principais apostas para o futuro da divisão até 93 kg. Porém, após a sequência positiva, o brasileiro amargou duas derrotas seguidas, para Corey Anderson e Nikita Krylov, respectivamente, perdendo, com isso, um pouco da atenção que vinha recebendo por seu estilo de luta agressivo e personalidade extrovertida fora dos octógonos.

    Assim como o brasileiro, Ryan Spann também conseguiu seu contrato com o Ultimate através do programa ‘Contender Series’ – que é promovido justamente para descobrir novos talentos para a principal liga de MMA do mundo. No UFC desde 2018, o americano venceu todos os quatro combates que fez pela entidade, tendo como adversários nomes como: Luis Henrique ‘KLB’, Rogério ‘Minotouro’, Devin Clark e Sam Alvey.

    O UFC 253 tem programado para sua luta principal a disputa entre Israel Adesanya e Paulo ‘Borrachinha’, pelo cinturão peso-médio (84 kg) da organização. Outra representante brasileira já confirmada no evento é Mackenzie Dern, que encara Randa Markos, em disputa de pesos-palhas (52 kg).

  • Perto do fim! ‘Shogun’ indica que aposentadoria está próxima: “Mais duas lutas”

    Perto do fim! ‘Shogun’ indica que aposentadoria está próxima: “Mais duas lutas”

    Maurício ‘Shogun’ foi campeão pelo UFC e pelo Pride – Leandro Bernardes/PxImages

    No capítulo final da trilogia contra Rogério ‘Minotouro’ – que marcou também a despedida do baiano do MMA profissional -, Maurício ‘Shogun’ conseguiu manter sua invencibilidade na disputa pessoal com o compatriota e conquistar mais uma vitória, dessa vez por decisão dividida dos juízes, no UFC Ilha da Luta, realizado neste sábado (25). A aposentadoria do rival de longa data trouxe para o curitibano questionamentos sobre a continuidade de sua carreira.

    Em entrevista coletiva após o evento, o ex-campeão meio-pesado (93 kg) do UFC, de 38 anos, admitiu que o momento de pendurar as luvas está próximo, mas que pensa em subir no octógono, pelo menos, mais duas vezes. ‘Shogun’ ainda revelou que pretende se manter ligado à principal organização de MMA do planeta depois de se aposentar, e indicou que gostaria de ter um cargo como embaixador do Ultimate, papel similar ao exercido por Rodrigo ‘Minotauro’, irmão do seu rival.

    “Eu vou voltar para o Brasil agora, para ficar com a minha família. Eu estou com saudade da minha família. Vou descansar e conversar com meu empresário para saber meus próximos passos. Eu quero duas ou mais uma luta. Ontem eu pensava em duas ou três a mais. Eu acho que mais duas lutas e eu encerro”, revelou o veterano, antes de completar.

    “Eu ainda não penso na minha última luta. Local, data, nada ainda. Como eu disse, agora eu só penso em voltar para casa e descansar. Depois eu penso com meu empresário o próximo passo. Eu espero ter um emprego no UFC quando eu parar de lutar, como embaixador. Continuar fazendo aquilo que eu amo, que é estar junto do UFC e da luta”, contou ‘Shogun’.

    Questionado se teria interesse em enfrentar novamente Paul Craig, seu adversário no último UFC São Paulo, realizado em novembro de 2019, em combate que terminou em empate, ‘Shogun’ abriu as portas para que a revanche contra o escocês seja uma de suas lutas finais na carreira.

    “Sim, é uma opção. Eu também quero essa luta. Acho que podemos fazer essa luta mais uma vez”, concluiu.

    No MMA profissional desde 2002, Maurício ‘Shogun’ soma 27 vitórias, 11 derrotas e um empate em seu cartel. Além de ter sido detentor do cinturão dos meio-pesados pelo UFC, o curitibano foi campeão do Grand Prix peso-médio do extinto evento japonês Pride, em 2005.

  • Alex ‘Cowboy’ exalta foco na preparação e avisa: “Estou de volta”

    Alex ‘Cowboy’ exalta foco na preparação e avisa: “Estou de volta”

    Alex ‘Cowboy’ chegou a segunda vitória consecutiva pelo UFC – Leandro Bernardes/PXImages

    Com uma apresentação segura, Alex ‘Cowboy’ superou Peter Sobotta por pontos, vencendo o rival em todos os rounds nas papeletas dos juízes. A vitória conquistada no sábado (25), no card principal do UFC Ilha da Luta, é a segunda consecutiva do meio-médio (77 kg) depois de amargar um momento complicado, onde sofreu três derrotas seguidas.

    Na coletiva de imprensa após o evento, ‘Cowboy’ exaltou a preparação feita para o combate, consequência da mudança de mentalidade e abordagem a qual se submeteu nos últimos tempos. O lutador ainda aproveitou para mandar um aviso para o resto da categoria: “o Cowboy voltou”.

    “Eu falei que eu estava treinado, focado. Nunca malhei tanto na minha vida como eu malhei para essa luta, até aqui, fazendo dieta, eu estava malhando. Se ele fosse fazer força comigo, eu ia ter vencido no primeiro round porque ele ia gastar a energia toda”, contou Alex, antes de completar.

    “Eu espero que essa luta mostre para a galera como eu estou bem, estou focado. Como eu falei, o ‘Cowboy’ voltou, eu estou de volta. Dei uns tropeços, como acontece com todo lutador, mas eu estou de volta. Espero chegar no top 15 de novo, pode ser nessa luta ou pode ser na próxima”, projetou.

    Com o resultado obtido no quarto evento promovido pelo UFC na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), Alex ‘Cowboy’ chegou a 22 vitórias em seu cartel, que também conta com oito derrotas, um empate e dois ‘no contests’ (luta sem resultado). Em seu próximo compromisso, o meio-médio pode chegar a três triunfos consecutivos e igualar a sua maior sequência de vitórias pela liga, obtida em 2015, ano de sua estreia no Ultimate.

  • Livre no mercado, Werdum sugere revanche contra Fedor Emelianenko

    Livre no mercado, Werdum sugere revanche contra Fedor Emelianenko

    Fabrício Werdum é ex-campeão peso-pesado do UFC – Natássia del Fischer

    Após cumprir com louvor seu último compromisso em contrato com o UFC, Fabrício Werdum já analisa seus próximos passos, tanto dentro quanto fora do cage. Em entrevista coletiva realizada depois do quarto evento promovido pelo UFC na ‘Ilha da Luta’, o ex-campeão dos pesos-pesados confirmou que deve continuar em atividade, mas indicou que pretende iniciar o processo de transição para a vida longe da competição, nos caminhos que gostaria de seguir quando se aposentar.

    De acordo com o gaúcho, o novo ciclo deve envolver mais o lado empresarial e de promoção de sua imagem, com palestras, presenças em eventos e outras empreitadas. Esses novos objetivos devem, ao menos por mais algum tempo, seguir concomitantemente com a carreira de lutador. E pensando na continuidade de sua trajetória no MMA, Werdum tem um alvo em mente: a revanche contra Fedor Emelianenko.

    Em 2010, ainda pelo extinto evento Strikeforce, Werdum conseguiu a maior vitória de sua carreira ao finalizar Fedor Emelianenko, até então tido como praticamente imbatível e considerado por muitos como o melhor lutador do mundo. E, apesar de ambos já não estarem no auge de suas carreiras, o ex-campeão do UFC enxerga enorme potencial em uma revanche entre eles, especialmente no lado financeiro.

    “Essa é uma ideia que eu já tenho na minha cabeça há muito tempo, pelo respeito que eu tenho pelo Fedor. No meu ponto de vista, ele continua sendo o melhor de todos os tempos. Ele pode não ser o melhor atualmente, mas eu ainda sou fã dele. Eu vi que as pessoas deixaram de respeitá-lo um pouco, por ter tido algumas derrotas depois. As pessoas são muito exigentes na hora da derrota. Quando o cara perde, tudo muda. Só é fã quando ganha? Como funciona isso? E não só isso. Vou ser bem sincero. É claro que financeiramente vai ser muito bom porque eu acredito que muita gente vai querer ver uma luta contra o Fedor dez anos depois”, destacou Werdum.

    No último sábado (25), Fabrício Werdum precisou de pouco mais de dois minutos para finalizar Alexander Gustafsson no card principal do UFC Ilha da Luta, em Abu Dhabi (EAU). O combate marcou a última luta prevista no contrato do gaúcho com o UFC, deixando-o, em teoria, livre para negociar com outras organizações, como o Bellator, entidade que conta com a presença de Fedor Emelianenko em seu plantel.

  • Após derrota para Werdum, Gustafsson lamenta: “Perder é uma m***”

    Após derrota para Werdum, Gustafsson lamenta: “Perder é uma m***”

    Alexander Gustafsson fez sua estreia nos pesos-pesados do UFC – Florian Sädler

    Depois de uma breve aposentadoria, Alexander Gustafsson retornou aos octógonos no último sábado (25) com um duro desafio pela frente: estrear nos pesos-pesados diante de um ex-campeão da categoria. A nova experiência, no entanto, durou pouco. Com pouco mais de dois minutos de luta, o sueco acabou finalizado por Fabrício Werdum no card principal do quarto evento promovido pelo UFC na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU).

    Logo após a peleja, o ex-desafiante ao cinturão dos meio-pesados (93 kg) utilizou sua conta oficial no Twitter para se pronunciar (veja abaixo ou clique aqui). Apesar de lamentar o revés, Gustafsson agradeceu pela oportunidade e fez questão de exaltar o triunfo de Khamzat Chimaev, seu companheiro de treinos, no mesmo evento.

    “Perder é uma m***, mas eu estou vivo e saudável. Isso é um esporte, um esporte que eu amo! Obrigado Werdum por uma grande luta e ao UFC pela oportunidade! Agora vamos celebrar meu irmão e companheiro de time Kamza Borz (Chimaev)! Ele está vindo para pegar todo mundo, estejam prontos”, escreveu Gustafsson.


    Com o resultado, Alexander Gustafsson chegou a sua terceira derrota consecutiva no octógono do Ultimate. As duas anteriores foram diante de Jon Jones, em disputa pelo cinturão dos meio-pesados, e Anthony Smith, na última edição do UFC Suécia.

  • ‘Borrachinha’ critica duelo entre Whittaker e Till e dispara: “Luta feia”

    Israel Adesanya é o atual campeão peso-médio do UFC – Diego Ribas

    De olho no duelo entre os pesos-médios (84 kg) Robert Whittaker e Darren Till, realizado neste sábado (25), na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), Israel Adesanya e Paulo ‘Borrachinha’ – que devem disputar o cinturão da divisão no próximo dia 19 de setembro, no UFC 253 – utilizaram suas redes sociais para expressarem suas opiniões sobre o confronto (veja abaixo ou clique aqui e aqui). E, em uma prova de que pensam e agem de forma diferente, a postura do nigeriano e do brasileiro divergiu também neste assunto.

    Enquanto o campeão reforçou seu desejo de enfrentar o lutador inglês no futuro, mesmo com a derrota sofrida por ele diante do australiano, o mineiro optou por fazer duras críticas ao desempenho dos dois colegas de categoria. Em sua breve análise, ‘Borrachinha’ questionou a preparação feita por Whittaker e Till para o combate deste sábado e reclamou do produto entregue por eles ao final dos cinco rounds.

    “Não é possível que esses dois caras estivessem treinando durante a quarentena. Eu não acredito. P*** luta feia”, criticou ‘Borrachinha’.


    “Eu ainda quero enfrentar Till um dia. A trocação dele é linda. Fique em pé Darren”, escreveu Adesanya.


    Atual campeão dos médios, Israel Adesanya derrotou justamente Robert Whittaker, em outubro do ano passado, para conquistar o cinturão da categoria. Depois de vencer Yoel Romero na sua primeira defesa de título, o nigeriano deve colocar a cinta em jogo novamente contra Paulo ‘Borrachinha’, em duelo entre os dois principais nomes da divisão no momento, ambos invictos em suas respectivas carreiras até aqui.

  • Woodley aposta que ‘Durinho’ vai impor dificuldades ao campeão Kamaru Usman

    Tyron Woodley foi derrotado por Gilbert ‘Durinho’ em sua última luta – Diego Ribas

    Ex-campeão dos meio-médios (77 kg) do UFC, Tyron Woodley pode comentar com propriedade o que espera do possível duelo entre Kamaru Usman e Gilbert ‘Durinho’ pelo cinturão da categoria. O americano enfrentou os dois lutadores recentemente e deu sua opinião sobre quem deve ser o vencedor do confronto – que ainda não foi confirmado oficialmente pelo Ultimate, mas que já conta com a aprovação do presidente Dana White.

    Em declaração ao podcast ‘UFC Unfiltered’, Woodley elogiou o brasileiro, principalmente sobre sua potência nos golpes. Anteriormente, ‘Durinho’ era conhecido por ter um jogo de chão de excelência, mas nas suas últimas apresentações o atleta mostrou grande evolução em pé. Dessa maneira, o americano previu que Usman vai encontrar dificuldades para se manter como campeão.

    “Ele (‘Durinho’) tem mais potência que Usman. Ele é um lutador melhor do que Usman em termos de jiu-jitsu, mas acho que em pé – ele pode não ser melhor, mas ele dá um soco um pouco mais forte, e vai ter um ponto em que a luta vai ter que ir ao chão. Vamos ser sinceros: Gilbert vai vencer essa luta de chão. Talvez não de costas (no chão), mas se ele achar uma forma de ficar por cima ou em uma posição onde ele possa pegar as costas, é um problema”, disse o ex-campeão do Ultimate, antes de completar.

    “Usman está acima da média em todas ás áreas, mas ele não é excelente em nenhuma. Mas ele é excelente em juntar tudo e também em fazer ajustes dentro de uma luta”, concluiu.

    Em 2019, Tyron Woodley enfrentou Kamaru Usman e foi derrotado por decisão unânime dos jurados. Com esse resultado, perdeu o cinturão dos meio-médios da franquia. Já em maio deste ano, em seu retorno ao octógono, o americano também foi superado, dessa vez por Gilbert ‘Durinho’, por pontos.