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  • Werdum leva R$ 260 mil por ‘Performance da Noite’ após finalizar Gustafsson

    Werdum leva R$ 260 mil por ‘Performance da Noite’ após finalizar Gustafsson

    Fabrício Werdum finalizou Alexander Gustafsson no UFC Ilha da Luta – Natássia del Fischer

    Para celebrar o sucesso do último show da primeira leva de eventos promovidos na ‘Ilha da Luta’, realizado neste sábado (25), o UFC abriu a carteira e concedeu a seis lutadores um bônus de 50 mil dólares (cerca de R$ 260 mil) pelo prêmio de ‘Performance da Noite’. Com a vitória sobre Alexander Gustafsson em seu último compromisso previsto em contrato, Fabrício Werdum foi um dos contemplados.

    No que provavelmente foi sua luta de despedida do UFC, como o próprio admitiu previamente à Ag. Fight, Werdum precisou de pouco mais de dois minutos de combate para finalizar Alexander Gustafsson com uma chave de braço bem aplicada. A rápida vitória trouxe não só uma emocionada entrevista do ex-campeão peso-pesado do UFC pós-luta à transmissão oficial do evento, como também o bônus de ‘Performance da Noite’ e os 50 mil dólares a mais no bolso.

    Outros dois pesos-pesados também vão deixar a ‘Ilha da Luta’, localizada em Abu Dhabi (EAU), com a conta bancária mais cheia: Tanner Boser e Tom Aspinall, que derrotaram Raphael ‘Bebezão’ e Jack Collier, respectivamente, no card preliminar da noite. Além deles, o meio-médio (77 kg) Khamzat Chimaev – que atropelou Rhys McKee na primeira luta do card principal – também levou para casa os 50 mil dólares concedidos pelo prêmio de ‘Performance da Noite’.

    Com duas finalizações no primeiro round, o meio-pesado (93 kg) Paul Craig e o meio-médio (77 kg) também foram escolhidos pelo Ultimate para ganhar o prêmio de ‘Performance da Noite’, e consequentemente embolsar a recompensa financeira. O escocês derrotou Gadzhimurad Antigulov, enquanto o canadense superou o dinamarquês Nicolas Dalby.

  • ‘Shogun’ supera ‘Minotouro’ no desfecho da trilogia; Whittaker vence Till

    ‘Shogun’ supera ‘Minotouro’ no desfecho da trilogia; Whittaker vence Till

    Na mesma noite em que o UFC se despediu momentaneamente da ‘Ilha da Luta’, após quatro eventos bem sucedidos na sede montada em Abu Dhabi (EAU), Rogério ‘Minotouro’ deu o seu último adeus dentro do octógono. No terceiro e derradeiro combate da trilogia entre o baiano e Maurício ‘Shogun’, a vitória ficou novamente nas mãos do ex-campeão meio-pesado (93 kg), dessa vez na decisão dividida dos juízes.

    Fazendo jus à rivalidade nascida há 15 anos, quando se enfrentaram pela primeira vez, ainda pelo extinto evento japonês Pride, os veteranos deram mais um show de trocação franca, com bastante ação e equilíbrio. Se nas duas primeiras pelejas ‘Shogun’ levou a vitória na decisão unânime dos juízes, desta vez o curitibano só foi declarado vencedor por dois dos três jurados presentes na ‘Ilha da Luta’.

    Na entrevista pós-luta, Rogério confirmou que deve realmente se aposentar. Apesar de estar satisfeito com sua performance neste sábado (25), ‘Minotouro’ ressaltou que é hora de passar a tocha para a nova geração. O baiano deixa o esporte com 23 triunfos e dez reveses após quase duas décadas competindo no MMA profissional.

    Por sua vez, ‘Shogun’ preferiu não decretar ainda seu futuro e afirmou que deve conversar com seu empresário sobre o seu próximo passo daqui a alguns dias. Por enquanto, de acordo com o curitiba, a hora é de comemorar mais um triunfo sobre o compatriota.

    A luta:

    Mesmo com os dois combates prévios, o início do combate teve muito estudo. Depois de um volume baixo de golpes desferidos na primeira metade do round, os veteranos aceitaram a trocação franca, como nos velhos tempos. Em pé, ‘Minotouro’ conseguiu aplicar os melhores golpes, o que obrigou ‘Shogun’ a buscar a queda no final do assalto.

    A segundo round continuou na mesma pegada, com ambos aceitando a troca de golpes franca, apesar do córner do curitibano tê-lo aconselhado a evitar este tipo de jogo. Novamente ameaçando uma queda, ‘Shogun’ acabou sendo derrubado e ficando por baixo. O assalto terminou equilibrado em pé e com boas ações por parte dos dois.

    A etapa final foi marcada pelo equilíbrio na luta em pé, com vantagem no volume de golpes para o ex-campeão dos meio-pesados. Para garantir a vitória no round, ‘Shogun’ ainda levou o combate para o solo, onde aplicou bons socos no ground and pound.

    Ex-campeão se recupera na luta principal:

    Na luta principal da noite, Robert Whittaker superou Darren Till por decisão unânime dos juízes após cinco rounds de batalha. O maior volume de golpes disparado pelo ex-campeão peso-médio (84 kg) do UFC foi fundamental para garantir a sua recuperação após vir de derrota para Israel Adesanya em outubro do ano passado, quando perdeu o título da categoria.

    Com o resultado, o australiano se mantém no topo da categoria, onde pode conseguir uma chance de recuperar o cinturão dos médios em breve. Já Darren Till sofreu sua primeira derrota na divisão, após estrear com triunfo sobre Kelvin Gastelum.

    A luta:

    O combate iniciou com Till buscando o controle do centro do octógono para aproveitar a vantagem na envergadura. O round se desenrolou em sua totalidade na trocação, com ambos mostrando boa técnica, mas aparente vantagem para o inglês, que conseguiu um knockdown com uma cotovelada de encontro.

    Já no segundo round foi Whittaker quem conseguiu um knockdown nos primeiros minutos. O australiano aproveitou para cair por cima do adversário e trabalhar no ground and pound.

    Na terceira etapa, Till conseguiu retomar o controle do ritmo e da distância da luta. No entanto, o round ficou marcado mais pelas boas técnicas defensivas dos lutadores do que pelo volume de golpes aplicados.

    O quarto período seguiu o mesmo panorama, com Whittaker soltando mais golpes e Till apostando na movimentação e precisão. O último assalto teve o mesmo padrão se repetindo em pé, mas terminou com o australiano conseguindo algumas quedas. Ao final, o volume de luta do ex-campeão garantiu a vitória na visão dos jurados.

    Confira os resultados do UFC ‘Ilha da Luta’ (25 de julho):

    Robert Whittaker venceu Darren Till por decisão unânime;
    Maurício ‘Shogun’ venceu Rogério ‘’Minotouro’ por decisão dividida;
    Fabrício Werdum venceu Alexander Gustafsson por finalização;
    Carla Esparza venceu Marina Rodriguez por decisão dividida;
    Paul Craig venceu Gadzhimurad Antigulov por finalização;
    Alex ‘Cowboy’ venceu Peter Sobotta por decisão unânime;
    Khamzat Chimaev venceu Rhys McKee por nocaute técnico;
    Francisco ‘Massaranduba’ venceu Jai Herbert por nocaute técnico;
    Jesse Ronson venceu Nicolas Dalby por finalização;
    Tom Aspinall venceu Jake Collier por nocaute técnico;
    Movsar Evloev venceu Mike Grundy por decisão unânime;
    Tanner Boser venceu Raphael ‘Bebezão’ por nocaute técnico;
    Pannie Kianzad venceu Bethe Correia por decisão unânime;
    Ramazan Emeev venceu Niklas Stolze por decisão unânime;
    Nathaniel Wood venceu John Castañeda por decisão unânime.

  • Especialidade da casa! Werdum finaliza Gustafsson e se despede do UFC com vitória

    Especialidade da casa! Werdum finaliza Gustafsson e se despede do UFC com vitória

    Na última luta de seu contrato com o UFC, Fabrício Werdum encarou Alexander Gustafsson no que deve ter sido a sua derradeira apresentação no octógono mais famoso do planeta. E não tinha maneira melhor de se despedir do Ultimate do que com uma finalização, carro-chefe do gaúcho. Ainda no primeiro round, o ex-campeão dos pesados encaixou uma chave-de-braço e encerrou sua participação na entidade com triunfo.

    Com a vitória por finalização, via chave-de-braço, Werdum se recupera após sofrer duas derrotas seguidas em suas últimas apresentações. Bastante emocionado na entrevista pós-luta, o gaúcho fez questão de agradecer a uma lista de pessoas que o ajudaram durante sua trajetória no Ultimate. Agora resta saber o que o futuro guarda para o ex-campeão dos pesos-pesados, que deve negociar com outras organizações.

    A luta:

    Após um início de estudo na luta em pé, Werdum aplicou uma queda e conseguiu chegar às costas do sueco. A partir daí, a finalização parecia ser questão de tempo. Depois de flertar com o mata-leão, o faixa-preta partiu para o braço e, demonstrando toda sua habilidade na arte suave, conquistou a vitória por finalização, ao obrigar Gustafsson a dar os três tapinhas de desistência.

    Confira os resultados do UFC ‘Ilha da Luta’ (25 de julho):

    Fabrício Werdum venceu Alexander Gustafsson por finalização;
    Carla Esparza venceu Marina Rodriguez por decisão dividida;
    Paul Craig venceu Gadzhimurad Antigulov por finalização;
    Alex ‘Cowboy’ venceu Peter Sobotta por decisão unânime;
    Khamzat Chimaev venceu Rhys McKee por nocaute técnico;
    Francisco ‘Massaranduba’ venceu Jai Herbert por nocaute técnico;
    Jesse Ronson venceu Nicolas Dalby por finalização;
    Tom Aspinall venceu Jake Collier por nocaute técnico;
    Movsar Evloev venceu Mike Grundy por decisão unânime;
    Tanner Boser venceu Raphael ‘Bebezão’ por nocaute técnico;
    Pannie Kianzad venceu Bethe Correia por decisão unânime;
    Ramazan Emeev venceu Niklas Stolze por decisão unânime;
    Nathaniel Wood venceu John Castañeda por decisão unânime.

  • ‘Cowboy’ anula adversário e vence segunda seguida; Marina perde invencibilidade

    ‘Cowboy’ anula adversário e vence segunda seguida; Marina perde invencibilidade

    Pelo card principal do quarto evento promovido pelo UFC na ‘Ilha da Luta’, Alex ‘Cowboy’ conseguiu engatar sua segunda vitória consecutiva na organização. Fiel à estratégia, o brasileiro anulou o jogo de Peter Sobotta e, através de sua superioridade na luta em pé, conquistou o triunfo por decisão unânime dos juízes.

    Com o resultado, o meio-médio natural de Três Rios (RJ) confirmou a recuperação em sua carreira após amargar três reveses seguidos entre 2018 e 2019. Em março deste ano, ‘Cowboy’ já havia vencido Max Griffin no UFC 248.

    A luta:

    Controlando a distância para prevenir que o adversário buscasse a luta agarrada, ‘Cowboy’ apostou nos chutes no corpo de Sobotta para pontuar. Os chutes frontais pareciam afetar o rival, que por duas vezes demonstrou desconforto ao recebê-los em seu tronco.

    Ciente da desvantagem na trocação, Sobotta buscou, logo no início do segundo round, a luta agarrada, mas a tentativa foi bem defendida pelo brasileiro. Fiel à estratégia, ‘Cowboy’ seguiu apostando nos chutes, em especial os frontais. Em dois golpes ilegais não intencionais, Alex acertou um chute baixo e uma dedada no olho do oponente, mas sem gravidade. Ao final da etapa, o meio-médio ainda conseguiu um knockdown a poucos segundos da buzina soar.

    Confortavelmente superior, ‘Cowboy’ continuou aplicando a estratégia perfeitamente, apostando em manter a distância com seus chutes no corpo e golpes retos. Sem correr riscos, o brasileiro levou o terceiro round e garantiu a vitória no duelo.

    Marina sucumbe ao grappling de ex-campeã e perde invencibilidade

    Neste sábado (25), Marina Rodriguez entrou no octógono para encarar a ex-campeã peso-palha (52 kg) Carla Esparza, em busca de subir mais um degrau rumo ao top 5 da divisão. Porém, o jogo de quedas e controle posicional no solo da americana trouxe problemas para a gaúcha, que acabou superada na decisão dividida dos juízes após três rounds.

    Com o resultado, Marina conhece sua primeira derrota na carreira após somar 12 vitórias e dois empates em suas primeiras pelejas. Já Esparza chega ao seu quarto triunfo consecutivo e se aproxima de uma chance de lutar novamente pelo título dos palhas.

    A luta:

    Ciente da vantagem da brasileira na trocação, Esparza não demorou muito para buscar a luta de solo no primeiro round. Com uma queda bem aplicada, a ex-campeã conseguiu cair por cima, mas não levou perigo à gaúcha. Demonstrando evolução no chão, Marina conseguiu se defender bem e, até mesmo, atacar a rival com cotoveladas, mesmo por baixo. Ao tentar uma chave de pé, a americana perdeu a posição e Rodriguez conseguiu bons golpes até o final da etapa inicial.

    Atenta ao jogo da adversária, Marina conseguiu frustrar as tentativas iniciais de queda por parte de Esparza. Mas já na metade do round, a americana levou a luta para o solo, e o filme do primeiro assalto se repetiu, com a ex-campeã sem levar muito perigo para Rodriguez e a brasileira tendo mais contundência, mesmo em posição desconfortável.

    O terceiro período seguiu o mesmo roteiro dos anteriores, com Marina superior em pé e Esparza buscando o jogo de chão e pontuando, ainda que sem efetividade. Ao final, os juízes priorizaram o domínio posicional sobre a contundência dos golpes.

    Chimaev ganha a segunda em dez dias na Ilha da Luta:

    Depois de vencer John Phillips no último dia 15 de julho, Khamzat Chimaev voltou ao octógono pouco mais de uma semana depois e conseguiu mais uma vitória para o seu cartel. Em um verdadeiro atropelo, o lutador, que representa a Suécia, superou Rhys McKee por nocaute técnico ainda no primeiro round.

    Com o resultado, Chimaev conquistou seu segundo triunfo pelo Ultimate e se manteve invicto na carreira, após oito combates disputados. Na entrevista pós-luta, o meio-médio (77 kg) – que estreou no UFC na divisão dos médios (84 kg) – demonstrou confiança e afirmou que pode vencer qualquer lutador, independentemente da categoria, que a entidade coloque em sua frente.

    Confira os resultados do UFC ‘Ilha da Luta’ (25 de julho):

    Carla Esparza venceu Marina Rodriguez por decisão dividida;
    Paul Craig venceu Gadzhimurad Antigulov por finalização;
    Alex ‘Cowboy’ venceu Peter Sobotta por decisão unânime;
    Khamzat Chimaev venceu Rhys McKee por nocaute técnico;
    Francisco ‘Massaranduba’ venceu Jai Herbert por nocaute técnico;
    Jesse Ronson venceu Nicolas Dalby por finalização;
    Tom Aspinall venceu Jake Collier por nocaute técnico;
    Movsar Evloev venceu Mike Grundy por decisão unânime;
    Tanner Boser venceu Raphael ‘Bebezão’ por nocaute técnico;
    Pannie Kianzad venceu Bethe Correia por decisão unânime;
    Ramazan Emeev venceu Niklas Stolze por decisão unânime;
    Nathaniel Wood venceu John Castañeda por decisão unânime.

  • ‘Massaranduba’ aplica nocaute fulminante e vence terceira seguida no UFC

    ‘Massaranduba’ aplica nocaute fulminante e vence terceira seguida no UFC

    No último combate do card preliminar do quarto evento promovido pelo UFC na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), Francisco ‘Massaranduba’ mostrou que a experiência ainda vale mais do que a juventude. Com um nocaute sensacional sobre Jai Herbert, que estreava no Ultimate, o veterano conseguiu sua terceira vitória consecutiva no octógono mais famoso do planeta.

    Apesar da sequência positiva, o veterano confirmou, na entrevista pós-luta, que deve subir para os meio-médios, já que pela idade o corte de peso está cada dia mais difícil, como ficou claro com a falha na balança na pesagem oficial do evento. Na nova categoria, o brasileiro citou Mike Perry e Donald Cerrone como oponentes possíveis para seu próximo compromisso.

    A luta:

    Em um intenso primeiro assalto, ‘Massaranduba’ conseguiu bons momentos, especialmente no chão. Imprimindo incrível pressão, o veterano manteve o ritmo durante grande parte do período, aplicando bons golpes no ground and pound e com muita movimentação, sempre buscando uma finalização.

    No começo do segundo round, o brasileiro acabou sofrendo um knockdown, após levar um potente direto de direita do adversário. Herbert, então, aproveitou para pegar as costas do brasileiro e dominar o confronto no solo. Na habilidade, ‘Massaranduba’ conseguiu se livrar da posição desconfortável e levar a luta de volta para a trocação, onde o gás e a maior envergadura do inglês consolidaram sua vitória no assalto.

    Mais contido na última etapa, ‘Massaranduba’ conseguiu se manter bem na luta em pé. Com um potente golpe de esquerda, o brasileiro conseguiu levar o inglês ao solo, em uma cena inusitada, em que o árbitro Herb Dean parecia não ter entendido o que tinha acontecido. O veterano ainda soltou mais alguns socos até que o juiz interrompesse o combate.

    Inglês estreia com o pé direito com nocaute

    Em sua estreia pelo UFC, Tom Aspinall conseguiu uma rápida vitória sobre Jake Collier por nocaute técnico. Após aplicar uma bela sequência, que incluiu uma joelhada, um jab e um direto, o inglês levou o americano à lona, e nem precisou completar o serviço no solo, já que o árbitro interrompeu o combate ao perceber que Collier estava batido.

    Com o resultado, Aspinall conquistou sua oitava vitória na carreira, a sexta por nocaute, todas no primeiro round. Já Jake Collier manteve a rotina de alternar triunfos e derrotas em sua trajetória no UFC. Agora o peso-pesado soma quatro reveses e três vitórias nas sete lutas que fez pela organização.

    Confira os resultados do UFC ‘Ilha da Luta’ (25 de julho):

    Francisco ‘Massaranduba’ venceu Jai Herbert por nocaute técnico;
    Jesse Ronson venceu Nicolas Dalby por finalização;
    Tom Aspinall venceu Jake Collier por nocaute técnico;
    Movsar Evloev venceu Mike Grundy por decisão unânime;
    Tanner Boser venceu Raphael ‘Bebezão’ por nocaute técnico;
    Pannie Kianzad venceu Bethe Correia por decisão unânime;
    Ramazan Emeev venceu Niklas Stolze por decisão unânime;
    Nathaniel Wood venceu John Castañeda por decisão unânime.

  • Bethe Correia e Raphael ‘Bebezão’ são superados no UFC Ilha da Luta

    Bethe Correia e Raphael ‘Bebezão’ são superados no UFC Ilha da Luta

    Em busca de sua primeira sequência de vitórias desde 2014, Bethe ‘Pitbull’ Correia acabou superada por Pannie Kianzad neste sábado (25), no quarto evento promovido pelo UFC na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU). A iraniana naturalizada sueca aproveitou a vantagem na velocidade para levar a melhor na trocação e garantir o triunfo por pontos sobre a brasileira.

    Com o resultado, Bethe ‘Pitbull’ soma três derrotas, um empate e apenas uma vitória em suas últimas cinco apresentações pelo UFC. Já Pannie Kianzad agora possui dois triunfos consecutivos no octógono mais famoso do planeta.

    A luta:

    Mais veloz e com maior envergadura, Pannie Kianzad levou vantagem na trocação durante o primeiro round. Ciente da diferença, Bethe até tentou derrubar a rival duas vezes, sem sucesso. Restando dez segundos para o final da etapa inicial, a brasileira, em um momento de desatenção, achou que o assalto havia terminado e levou uma blitz de golpes da sueca naturalizada.

    Logo no início do segunto assalto, a sueca se desequilibrou e a luta foi para o solo. Por cima, a brasileira conseguia pontuar, ainda que sem levar perigo à adversária. Em uma decisão questionável, Bethe preferiu levantar e continuar a luta em pé, onde levava prejuízo. Na trocação, a velocidade de Kianzad seguiu fazendo a diferença.

    O terceiro round seguiu a tônica dos dois primeiros, com Bethe apostando no seu poder de nocaute, e a sueca, mais veloz, acertando melhores combinações contra o frontal da brasileira. Ao final, o volume e precisão de golpes por parte de Kianzad foi o suficiente para garantir a vitória por pontos.

    ‘Bebezão’ é superado por canadense

    Ainda pelo card preliminar, Raphael ‘Bebezão’ acabou superado por Tanner Boser por nocaute técnico no segundo round. Em uma luta morna, o peso-pesado carioca sofreu uma lesão no olho que atrapalhou sua continuidade na peleja e facilitou o trabalho do canadense, que aceitou o combate de última hora para substituir Justin Tafa, e conseguiu seu segundo triunfo consecutivo, mais uma vez sobre um brasileiro, já que havia passado também por Philipe Lins recentemente.

    A luta:

    O primeiro round entre os pesos-pesados foi de muito estudo e pouca ação. Com ambos respeitando o poder de nocaute do adversário, o assalto teve poucos golpes significativos aplicados, sem que os lutadores encurtassem a distância e engajassem na trocação franca.

    Mais ativo, Boser levava vantagem nos chutes baixos, o que minava a movimentação do brasileiro. Com um golpe no qual aparentemente a luva do canadense bateu de raspão no olho de Bebezão, o carioca, sem enxergar direito, foi à lona e acabou sendo derrotado por nocaute técnico após mais alguns socos do rival.

    Confira os resultados do UFC ‘Ilha da Luta’ (25 de julho):

    Tanner Boser venceu Raphael ‘Bebezão’ por nocaute técnico;
    Pannie Kianzad venceu Bethe Correia por decisão unânime;
    Ramazan Emeev venceu Niklas Stolze por decisão unânime;
    Nathaniel Wood venceu John Castañeda por decisão unânime.

  • No retorno do Bellator, Sergio Pettis vence e garante ‘title shot’

    No retorno do Bellator, Sergio Pettis vence e garante ‘title shot’

    Após alguns meses sem realizar eventos ao vivo em razão da pandemia do novo coronavírus, o Bellator promoveu o retorno de suas atividades na última sexta-feira (24), na Mohegan Sun Arena, na cidade de Uncasville, em Connecticut (EUA). O destaque do show ficou por conta do triunfo de Sergio Pettis sobre Ricky Bandejas na luta principal da noite, que garantiu ao peso-galo (61 kg) a chance de disputar o cinturão vago da categoria em seu próximo compromisso.

    Agressivo desde o início da peleja, Pettis apostou nos chutes baixos para atrapalhar a movimentação do rival, além de aplicar socos potentes nas brechas encontradas na defesa do oponente. Obediente taticamente, o americano se manteve fiel à estratégia durante os três rounds e, ao final, foi recompensado com a vitória por decisão unânime dos juízes.

    O resultado conquistado no main event do Bellator 242 marcou a terceira vitória seguida de Sergio Pettis, a segunda desde que estreou na organização presidida por Scott Coker. Com o triunfo, o americano – irmão do ex-campeão peso-leve (70 kg) do UFC Anthony Pettis – deve pegar o vencedor do confronto entre Juan Archuleta e Patrick ‘Patchy’ Mix em seu próximo compromisso, com o cinturão peso-galo da entidade em jogo.

    Resultados do Bellator 242:

    Sergio Pettis venceu Ricky Bandejas por decisão unânime;
    Jason Jackson venceu Jordan Mein por decisão unânime;
    Jay Jay Wilson venceu Tywan Claxton por decisão dividia;
    Aaron Pico venceu Solo Hatley Jr. por finalização;
    Mark Lemminger venceu Jake Smith por nocaute técnico;
    Raufeon Stots venceu Cass Bell por finalização;
    Ras Hylton venceu Rudy Schaffroth por decisão unânime.

  • Raulian Paiva anuncia renovação de contrato e comemora reconhecimento do UFC

    Raulian Paiva anuncia renovação de contrato e comemora reconhecimento do UFC

    Raulian Paiva renovou seu contrato com o Ultimate – Jon Roberts/ Ag Fight

    Com duas vitórias seguidas no Ultimate, sendo a última no dia 11 deste mês, quando bateu Zhalgas Zhumagulov por decisão dos jurados no UFC 251, em evento realizado na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), Raulian Paiva recebeu reconhecimento pelo seu trabalho na organização. Nesta sexta-feira (24), o peso-mosca (57 kg) anunciou a extensão do seu contrato com a maior liga de MMA do mundo.

    Através de suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo), o atleta, que assinou com o UFC após passagem pelo Contender Series, em 2018, comemorou ter aumentado seu vínculo com a franquia. O lutador se mostrou feliz por conseguir agradar os dirigentes com esse novo contrato. Além disso, Raulian fez questão de agradecer a sua família e equipes por essa conquista, com a certeza de mais atuações dentro do octógono.

    “Estou muito feliz em poder compartilhar com vocês a notícia da renovação do meu segundo contrato com a maior organização de eventos de MMA do mundo, o UFC. Tenho 24 anos, uma carreira ainda jovem, porém, com uma trajetória regada a muitas conquistas e a renovação do meu contrato é mais uma das várias que ainda virão. Sou muito grato primeiramente a Deus, minha família, a minha equipe Ronildo Nobre, Team Alpha Male e a todas as pessoas que me ajudaram e me ajudam a estar aqui. Juntos somos mais fortes e vamos chegar ao topo”, escreveu o atual número 12 do ranking dos moscas do UFC.

    Aos 24 anos, Raulian conquistou seu contrato com o UFC através do programa ‘Contender Series’, foi derrotado em suas duas primeiras apresentações na principal liga do mundo, mas se recuperou e agora soma dois triunfos consecutivos. Ao todo, o lutador natural do Amapá acumula 20 vitórias e três reveses em sua carreira.

     

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    E aí pessoal, tudo bom? Estou muito feliz em poder compartilhar com vocês a notícia da renovação do meu segundo contrato com a maior organização de eventos de MMA do mundo, o @ufc. Tenho 24 anos, uma carreira ainda jovem, porém, com uma trajetória regada a muitas conquistas e a renovação do meu contrato é mais uma das várias que ainda virão. Sou muito grato primeiramente a Deus, minha família, a minha equipe @ronildonobreamapa @teamalphamalemma e a todas as pessoas que me ajudaram e me ajudam a estar aqui. Juntos somos mais fortes e vamos chegar ao topo! 🙏🏽👊🏽🏆🔱 . #ufc #ufcbrasil #renovandocontrato #renovação #academiaronildonobre #teamalphamale #gopaiva #raulianpaiva #amapaparaomundo #deusefiel #avante

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  • Treinador destaca chance de ‘Shogun’ deixar nome na história em despedida de ‘Minotouro’

    Treinador destaca chance de ‘Shogun’ deixar nome na história em despedida de ‘Minotouro’

    Neste sábado (25), Maurício ‘Shogun’ e Rogério ‘Minotouro’ vão se encontrar pela última vez dentro de um cage. Os dois fazem a co-luta principal da noite do quarto evento do UFC na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU) e o confronto vai marcar a despedida do irmão gêmeo de Rodrigo ‘Minotauro’ do MMA. Além disso, também coloca o fim de uma rivalidade que começou há 15 anos. Para Eduardo Alonso, treinador do ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) da franquia, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, essa disputa é mais uma chance do seu pupilo escrever mais um capítulo na história da modalidade.

    Apesar de ‘Shogun’ correr o risco de perder sua invencibilidade contra o rival no confronto direto, já que lidera por dois a zero, Eduardo Alonso destacou que o ex-campeão do Ultimate não analisa esse confronto de uma maneira negativa. O treinador afirmou que o curitibano está empolgado em ser o último oponente da carreira do compatriota e não carrega uma pressão extra por encerrar a história de ‘Minotouro’ no MMA.

    “É uma luta que tem tudo para ser movimentada mais uma vez, uma luta que o Rogério queria muito há muito tempo. Isso acabou nos motivando também já que o UFC deu essa oportunidade que deve ser a última luta dele (Rogério). Não afeta nossa maneira de trabalhar, mas não deixa de ter um respeito e um significado interessante. É deixar um capítulo para a história e os fãs. Muita gente se pergunta porque um cara que tem dois a zero vai se arriscar e fazer uma terceira. Isso está trabalhado na cabeça do Maurício e tira a pressão dele. Independente de qualquer coisa ele venceu duas vezes, então o placar não vai mudar. O que importa é vencer e deixar mais uma marca importante na carreira”, explicou o treinador.

    Além dos dois lutadores já terem se enfrentado duas vezes, ambos já fizeram um outro camp específico para se enfrentarem em mais uma ocasião. Em 2013, eles estavam programados para um duelo, mas uma lesão de ‘Minotouro’ adiou o embate que acabou acontecendo dois anos depois. Por isso, Alonso frisou que os dois se conhecem muito bem e não aposta em alguma surpresa no capítulo final dessa rivalidade.

    “Todas equipes buscam uma espécie de adaptação ao adversário e eventualmente alguma surpresa. Mas quando se trata de dois veteranos, com carreira longa e já tendo se enfrentado e se preparado um para o outro várias vezes, acho que não tem muitas surpresas. Acho que quem executar seu jogo de melhor forma vai se sobressair. Assim como eles se preparam e acham que vão ter situações que podem levar vantagem, a gente também, confia que tem algumas situações que vão funcionar. Mas tudo é muito relativo. Não existe receita de bolo perfeita, ou qualquer receita pode mudar, bastante entrar uma mão (risos). Não acredito em surpresas radicais, se tratando de ‘Shogun’ e ‘Minotouro’”, analisou Alonso.

    Maurício ‘Shogun’ e Rogério ‘Minotouro’ se enfrentaram pela primeira vez em 2005, ainda pelo extinto Pride. Na ocasião, após um duelo equilibrado e que até hoje é apontado por muitos fãs como uma das maiores lutas da história, o curitibano venceu por decisão dos jurados. Dez anos depois, eles se reencontraram pelo UFC, na edição 190, no Rio de Janeiro. O triunfo voltou a ficar com o atleta do Paraná, também por pontos.

  • Alex ‘Cowboy’ abre o jogo e revela drama familiar do passado

    Alex ‘Cowboy’ abre o jogo e revela drama familiar do passado

    Alex ‘Cowboy’ vem de vitória sobre Max Griffin no UFC 248 – Louis Grasse – PXimages

    Assim como em seu triunfo sobre Max Griffin, em março deste ano, Alex ‘Cowboy’ pisa no octógono do UFC neste sábado (25), contra Peter Sobotta, na expectativa de poder dedicar a vitória ao mais novo herdeiro, que está prestes a chegar. Porém, uma coisa mudou nos últimos meses. Se no combate anterior, o meio-médio (77 kg) aguardava a chegada de gêmeos, agora, depois de exames de ultrassonografia conflitantes e a sentença final do médico responsável, o lutador espera que apenas um bebê saia do ventre de sua companheira, o filho número dez do atleta.

    Apesar da palavra final do médico, a dúvida ainda persiste na cabeça do lutador, especialmente por sua família ter casos de filhos gêmeos, como ele próprio. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja abaixo ou clique aqui), Alex comentou sobre a situação que vive e abriu o jogo, pela primeira vez, sobre um assunto delicado de seu passado familiar.

    De acordo com ‘Cowboy’, seus pais, por medo da reação do seu avô materno, tentaram interromper a sua gravidez com a ajuda de remédios. Apesar disso, o lutador conseguiu sobreviver e nasceu saudável. Destino diferente de sua irmã gêmea, que veio ao mundo natimorta, e só foi descoberta após complicações de saúde pós-parto de sua mãe.

    “Ainda não nasceu (o décimo filho). É um só, a mulher está quase explodindo. Vai nascer daqui a pouco. A mulher ficou grande de verdade. Eu perguntei para o médico (se ele tinha certeza que só tinha um bebê). Paguei ultrassom e falei: ‘Não acredito, a mulher vai explodir a qualquer momento’. E ele falou que era um só mesmo. Agora tiramos a dúvida. Já fizemos seis ou sete ultrassons, dois mostraram que eram dois (bebês), e o resto mostrou só um”, explicou Alex, antes de fundamentar sua dúvida sobre a gestação de sua companheira por ele próprio ser gêmeo.

    “Eu era gêmeo. Minha mãe achava que era só um (filho), ela tomou remédio e tudo. Quando eu nasci, minha mãe teve derrame, um bocado de coisas, aí quando foi ver tinha uma menina lá dentro. Minha irmã nasceu morta. Minha mãe ficou muito mal, passou por alguns problemas, hemorragia interna. Antes, meu avô aceitava minha mãe com o meu pai, mas quando minha mãe ficou grávida, meu pai pediu para tirar por causa do meu avô. Aí minha mãe tomou remédio, mas eu sou pedra dura, nasci mesmo assim. Afetou minha irmã, mas não me afetou. Eu nasci saudável, grandão, todo mundo dizia que era só um. Fecharam minha mãe de novo, costuraram ela, daqui a pouco minha mãe deu hemorragia interna. Abriram de novo e tinha mais uma criança lá dentro, que era minha irmã. Minha mãe passou por aquele processo todo, mas graças a Deus hoje ela está firme e forte. É isso aí, a vida é isso mesmo”, contou.

    Neste sábado, Alex Cowboy encara Peter Sobotta no card do quarto evento promovido pelo UFC na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU). Aos 32 anos, o brasileiro soma 20 vitórias, oito derrotas, um empate e dois ‘no contests’ (luta sem resultado) em seu cartel. Já seu adversário possui 17 triunfos, um empate e seis reveses em sua carreira.