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  • Cejudo pede a Dana por chance de encarar Volkanovski: “Me permita fazer história”

    Cejudo já foi campeão dos moscas e galos do UFC – Dan Wainer/Ag Fight

    Apesar de ter anunciado a aposentadoria do esporte em maio deste ano, quando superou Dominick Cruz, Henry Cejudo parece ter mudado de ideia e insiste com a possibilidade de retorno ao UFC. No entanto, o americano não pensa em voltar a atuar no peso-galo (61 kg) ou peso-mosca (57 kg), divisões que já foi campeão, mas sim no peso-pena (66 kg) para buscar mais um cinturão.

    Através das redes sociais (clique aqui ou aqui ou veja abaixo), Cejudo mantém o discurso de desafiar o atual campeão da categoria até 66 kg, que neste mês defendeu pela primeira vez sua coroa ao superar novamente Max Holloway. Nas suas postagens, o lutador reforçou o pedido para Dana White, presidente do Ultimate, o deixar fazer esse confronto para confirmar que ele é o melhor lutador do mundo.

    A justificativa de Cejudo para fazer essa afirmação, que caso conquiste um outro título será o maior de todos na história, é simples. Até o momento, ninguém na história do UFC conseguiu faturar três cinturões de divisões diferentes. Por isso, a insistência do ex-campeão para ter essa chance.

    “Me permita fazer história, Dana White. Prometo deixar a divisão do peso-pena gigante”, escreveu.

    “Essa é a única luta que importa para o meu legado e me confirmaria como o melhor de todos os tempos no esporte. Quem gostaria de me ver fazendo Alexander Volkanovski dobrar o joelho?”, completou.

    Medalhista de ouro no wrestling na Olimpíada de Pequim, realizada em 2008, Henry Cejudo atingiu o auge de sua carreira no MMA – iniciada em 2013 – nos últimos dois anos, com a conquista dos cinturões peso-mosca (57 kg), ao bater Demetrious Johnson, e peso-galo do UFC, em triunfo sobre Marlon Moraes. Após abdicar do título da categoria até 57 kg, o americano saiu vitorioso de sua primeira defesa da cinta até 61 kg no dia 9 de maio, quando superou por nocaute técnico Dominick Cruz, na edição 249 do Ultimate, em Jacksonville (EUA).

  • ‘Minotouro’ elege melhores momentos da carreira e planeja legado fora do cage

    ‘Minotouro’ elege melhores momentos da carreira e planeja legado fora do cage

    Rogério Minotouro vai se aposentar do MMA profissional – Leandro Bernardes/PxImages

    Após quase duas décadas dedicadas ao MMA profissional, Rogério ‘Minotouro’ Nogueira se prepara para calçar as luvas de quatro onças pela última vez neste sábado (25). No card principal do quarto evento do UFC na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), diante de Maurício ‘Shogun’, maior rival de sua carreira, o meio-pesado (93 kg) busca conquistar a primeira vitória sobre o curitibano, após ter perdido os dois primeiros combates, e dar adeus ao esporte em grande estilo.

    Irmão gêmeo de Rodrigo ‘Minotauro’, uma das maiores lendas do MMA mundial, Rogério poderia ter visto sua carreira ficar à sombra do membro mais famoso da família Nogueira, mas conseguiu trilhar seu próprio caminho e escrever sua história nos esportes de combate. Com trajetórias de respeito pelo Pride e UFC, dois dos maiores eventos de todos os tempos, combates memoráveis, como os dois primeiros diante de ‘Shogun’, além de uma passagem de sucesso, ainda que breve, pelo boxe olímpico, com direito a medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007, o baiano tem dificuldade em apontar o momento mais significativo de sua vida esportiva.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, ‘Minotouro’ citou sua consistência como um dos principais motivos de orgulho. A passagem pelo boxe amador também possui um lugar especial em sua memória, já que precisou começar do zero, mesmo já sendo um lutador de MMA consagrado. Por sua vez, o retorno ao MMA após a experiência na nobre arte, e mais especificamente a estreia no UFC, também é lembrada pelo meio-pesado com carinho.

    “Acho que me manter lutando até hoje em alto nível, sempre no top da categoria, tanto no Pride como no UFC. O próprio boxe também. Ir lá e começar do zero. Fui campeão brasileiro, sul-americano, medalhista pan-americano. Depois voltei para o MMA, peguei o esporte em uma outra fase, com novos atletas, nova geração. E eu consegui me manter e fazer boas lutas. Tem as lutas memoráveis contra o ‘Shogun’, e outras. Acho que a estreia com o pé direito no UFC, no meu retorno, é um dos principais momentos da minha carreira. E o pan-americano, que teve um significado diferente. Eu comecei do zero, não foi fácil”, relembrou Rogério.

    Se dentro do cage, ou dos ringues, o legado de ‘Minotouro’ está assegurado, independentemente do resultado do capítulo final da trilogia contra Maurício ‘Shogun’, fora dele o meio-pesado ainda aguarda a aposentadoria oficial para dar passos mais largos rumo aos seus objetivos. Ainda que nos últimos anos já tenha se dividido entre os papéis de empresário e lutador, o baiano admite que só conseguirá se dedicar 100% aos negócios e aos projetos sociais depois que fechar seu ciclo no MMA profissional.

    Com a ideia de expandir ainda mais a rede de franquias da ‘Team Nogueira’ – academia da qual é dono ao lado do irmão Rodrigo ‘Minotauro’ -, Rogério destacou ainda os planos para contribuir com o futuro da sociedade brasileira, investindo em projetos sociais que levem melhor educação aos jovens menos favorecidos. Como não poderia deixar de ser, a implementação das artes marciais, e os valores que as mesmas representam, é peça fundamental para o sucesso dessa empreitada, na visão do lutador.

    “Fora do cage eu ainda não fiz o meu melhor porque eu ainda acabo ficando muito dividido entre o foco de ser atleta e de ser empresário. Não tive tempo ainda me dedicar 100%, mas eu acho que o nosso negócio vai começar mais agora, quando eu parar. Seria essa nossa rede de academia, com 10 mil alunos, colocar um projeto social em seis comunidades. Acho que as coisas vão começar a expandir agora quando eu me aposentar e puder me dedicar 100%, com certeza. Eu me orgulho muito desse projeto que eu tenho com o Instituto (Irmãos Nogueira), onde a gente leva valores, leva as artes marciais para as crianças. Não é só ensinar o menino a lutar, é ensinar a ser um cidadão, a adquirir valores”, explicou o veterano, antes de continuar.

    “A gente criou um negócio chamado ‘Momento do Mestre’. Ao final das aulas, o mestre fala com os alunos sobre um tema, cada mês é um diferente. Hoje ele pode falar sobre superação, amanhã sobre determinação, sobre disciplina, sobre empatia, trabalho de equipe. E a gente está com um livro infantil, voltado para isso. Talvez esse vá ser o nosso maior legado, meu e do Rodrigo. A gente entrou em uma coletânea de livros chamado ‘Esporte além da fronteira’. Esse vai ser um grande legado que a gente vai deixar. Vai ser lançado mais para frente. Eu tenho o sonho de ver as artes marciais sendo praticadas dentro das escolas, como ferramenta de educação. Para poder trabalhar a conduta, os valores éticos da criançada. No Japão eles têm isso evoluído, todas as faculdades americanas trabalham com luta, com esporte. Acho que falta isso aqui no Brasil. Falta esporte dentro da educação. É um trabalho que eu vou lutar para realizar”, prometeu Rogério.

    No MMA profissional desde 2001, Rogério ‘Minotouro’ acumula um cartel de 23 vitórias, sendo oito por nocaute e seis por finalização, e nove derrotas. O duelo contra Maurício ‘Shogun’, marcado para este sábado, marca o final da trilogia entre os dois rivais. Em 2005, no primeiro duelo, tido como uma das maiores pelejas de todos os tempos, foi superado por decisão unânime dos juízes, ainda pelo extinto evento Pride. Já pelo UFC, dez anos depois, o resultado se repetiu, em confronto que levou o prêmio de ‘Luta da Noite’.

  • Raphael ‘Bebezão’ comemora vaga na ‘Ilha da Luta’ em mesmo evento de seus ídolos

    Raphael ‘Bebezão’ comemora vaga na ‘Ilha da Luta’ em mesmo evento de seus ídolos

    Após lidar com dois cancelamentos de lutas no início deste ano, devido à pandemia de coronavírus e passar por problemas financeiros, Raphael ‘Bebezão’ vai ter uma grande chance de mostrar seu valor no UFC e enfim voltar ao octógono mais famoso do mundo. O brasileiro encara Tanner Boser, neste sábado (25), no quarto evento da franquia realizado na ‘Ilha da Luta’. Além de vibrar pelo fato de poder atuar no local mais badalado do MMA no momento, o brasileiro não escondeu outra satisfação que vai vivenciar neste show.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, o peso-pesado destacou a felicidade de poder se apresentar na mesma edição que alguns dos seus ídolos no MMA e o quanto isso vai ser benéfico para sua performance. O evento vai contar com as presenças de ex-campeões da organização, como Fabrício Werdum e Maurício ‘Shogun’, além de outras estrelas brasileiras que fizeram história na modalidade.

    “Foi satisfatório me chamar para lutar e especialmente na ilha. Foi maravilhoso receber essa notícia. Vou estar no meio de grandes atletas que sempre fui fã, como o (Fabrício) Werdum, (Rogério) ‘Minotouro’, (Maurício) ‘Shogun’, Bethe Correia. Eles vão estar no meu card e vai ser muito importante ter esse alívio, muitos brasileiros dentro do card e isso vai ser maneiro demais. Para mim vai ser histórico e vou levar para o resto da minha vida. Poder pegar autógrafo desses caras. Fico feliz demais de tê-los comigo”, vibrou.

    Mas como nada é fácil para ‘Bebezão’ no Ultimate, ele ainda viu seu adversário mudar faltando pouco mais de uma semana para o evento. Anteriormente, o brasileiro enfrentaria Justin Tafa, mas o atleta foi retirado do evento após sofrer uma lesão. Com isso, o lutador foi substituído por Tanner Boser, que em junho deste ano derrotou Philipe Lins por nocaute. Essa escolha de rival, inclusive, passou pelo crivo do carioca.

    “Não mudou muita coisa (essa troca de oponente). Estou satisfeito pelo UFC não deixar minha luta cair e eu ficar no evento do dia 25. O UFC me deu opções e pude decidir. Fico muito feliz. Os dois são stikers e tento ser um atleta completo, tanto em pé, quanto no chão. Tenho aprendido um pouco mais de dia e buscando me renovar. Única coisa que mudou foi de canhoto para destro. Quero pegar os que tiverem em cima. Justamente pela visibilidade, para poder mudar meu contrato com o UFC”, finalizou o peso-pesado.

    No MMA profissional desde 2016, Raphael ‘Bebezão’ acumula dez vitórias e apenas uma derrota na carreira. O lutador chegou ao Ultimate em 2018, mas conheceu seu primeiro e, até então único revés, ao ser superado por Ciryl Gane, em agosto de 2019. No entanto, na sequência, se recuperou esse resultado negativo e derrotou Jeff Hughes, por decisão unânime dos jurados, em outubro do ano passado.

  • ‘Shogun’ exalta motivação para trilogia e mira nocaute em despedida de ‘Minotouro’

    ‘Shogun’ exalta motivação para trilogia e mira nocaute em despedida de ‘Minotouro’

    Uma das rivalidades mais marcantes da história do MMA vai ter um ponto final nesse sábado (25), em evento do UFC na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU). Maurício ‘Shogun’ e Rogério ‘Minotouro’ vão escrever o derradeiro capítulo de uma disputa que até hoje é mencionada pelos fãs como um das mais emblemáticas da modalidade. Desta forma, o final da trilogia acompanhará a última luta da carreira do irmão gêmeo de ‘Minotauro’, que pediu pelo confronto para encerrar sua jornada no esporte. Atento à situação, o ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) do Ultimate não pretende deixar o rival diminuir a diferença no confronto direto.

    Curiosamente, assim que o combate foi anunciado pelo UFC, Shogun passou a ser questionado sobre a motivação para travar nova luta contra ‘Minotouro’, uma vez que ele venceu os outros dois encontros que travou com o rival – uma pelo extinto Pride, em 2005, e outra pelo UFC, dez anos depois. Pensando nisso, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, o curitibano revelou que encarar seu compatriota sempre o empolga e, por isso, o obriga a se apresentar em sua melhor versão no octógono.

    “Aceitei essa luta porque me motiva, sei que ele queria essa luta. Sei que ele vai querer muito me vencer, mas eu também. Então acho que vai ser uma luta boa, assim como as duas anteriores, porque ele gosta da trocação e eu também, então fica do jeito que a galera gosta. Espero que seja um lutão. Quem me conhece sabe que busco sempre o nocaute e ele também. Pode ser que dessa vez aconteça um nocaute e espero que seja para o meu lado (risos)”, afirmou o ex-campeão o UFC.

    Além de destacar sua confiança em uma nova grande apresentação, ‘Shogun’ sabe que essa luta vai ter um significado especial por ser a última do seu adversário no MMA. No entanto, o lutador garantiu que não pretende se apegar a isso como forma de manter sua concentração para a disputa.

    “É a carreira dele, ele que está parando. Mas fico lisonjeado em fazer parte da carreira dele desde o começo, meio e fim. Com certeza ele é uma lenda e vai ser lembrado para sempre por todos os fãs do MMA. Ele vai estar focado, concentrado em tudo que ele treinou. Acho que não muda nessa questão de pressão”, explicou.

    ‘Shogun’ venceu quatro de suas últimas seis lutas. O ex-campeão dos meio-pesados teve vitórias sobre Corey Anderson, Gian Villante e Tyson Pedro, somente sendo superado por Anthony Smith. Na sua mais recente aparição, em novembro de 2019, teve um empate com Paul Craig, em evento que aconteceu em São Paulo.

  • ‘Minotauro’ revela valor de trilogia contra ‘Shogun’ para ‘Minotouro’: “Tira-teima pessoal”

    ‘Minotauro’ revela valor de trilogia contra ‘Shogun’ para ‘Minotouro’: “Tira-teima pessoal”

    Após 19 anos no MMA profissional, Rogério ‘Minotouro’ vai fazer sua despedida oficial do esporte neste sábado (25), no quarto evento do Ultimate na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU). Seu rival será Maurício ‘Shogun’, com quem o atleta dividiu o cage em duas ocasiões, uma no extinto Pride, em 2005, e outra pelo UFC dez anos depois. Com a experiência de ter pendurado as luvas há cinco anos, Rodrigo ‘Minotauro’, irmão gêmeo do meio-pesado (93 kg), destacou a importância e o significado dessa última luta para o atleta.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, ‘Minotauro’, que não estará presente ao lado do irmão nesse momento devido ao limite do número de pessoas na ‘Ilha da Luta’, frisou o fato da despedida de Rogério ser justamente contra ‘Shogun’. O ex-campeão do peso-pesado do UFC recordou as grandes atuações que os dois já fizeram e apontou o valor que o confronto tem para ‘Minotouro’, derrotado nos dois primeiros duelos.

    “Não é uma luta qualquer. Eles já fizeram dois lutões. A (luta) passada eu acho que o Rogério ganhou. Dominou a luta. É uma luta importante, é uma oportunidade. É um tira-teima pessoal. O ‘Shogun’ é amigo da gente, gostamos muito dele. É uma hora boa para meu irmão parar. Ele tem 44 anos e vai ser em uma hora perfeita, na ‘Ilha da Luta’, um eventão. O card está ótimo. É um momento importante para a gente”, disse Rodrigo, antes de afirmar que o placar da ‘família Nogueira’ é diferente dos dados oficiais.

    “Para mim está 1 a 1 (risos). Aquele resultado da segunda luta eu não sei, foi puxado (risos). O Rogério foi mais agressivo, bateu em pé. O ‘Shogun’ colocou para baixo duas vezes, mas estava muito apertado. Mas é uma luta que deveria ter mesmo, ficou engasgado no Rogério. É um momento especial, ele queria. É a chance de fechar bem a carreira, de uma maneira bacana com chave de ouro”, completou.

    Em agosto de 2015, ‘Minotauro’ fez sua última atuação na carreira, em revés para Stefan Struve, no UFC 190. Naquele momento da carreira, o atual ‘Embaixador do UFC no Brasil’ lidava com muitos problemas físicos que não o deixavam se apresentar em sua melhor forma. Por ter passado por essa experiência, o brasileiro afirmou que teve uma conversa com seu irmão e o vê parando no momento certo para focar em outros projetos.

    “A gente vem conversando. Eu parei quando achei que fosse momento certo. Machuquei meu olho, minha coluna não estava aguentando, o quadril não aguentava. Meu último treino físico, subi as paineiras em 20 minutos, com meu quadril doendo e vi que seria minha última luta. Rogério é um palestrante, fez 13, 14 cursos de coach motivacional, focou nessa área, cuida das franquias e trabalha muito com isso. Ensina a distância para nossos alunos. Mas o corpo sente, né?! São 44 anos de porrada”, explicou.

    No MMA desde 2001, Rogério ‘Minotouro’, que atuou no Pride e UFC, acumula 23 vitórias e nove derrotas. A última vez em que ele pisou no octógono foi em maio de 2019, quando foi superado por Ryan Spann. A última vez em que teve o braço levantado ocorreu em setembro de 2018, em triunfo sobre Sam Alvey.

  • Ele voltou! Mike Tyson encara Roy Jones em duelo de exibição nos EUA

    Mike Tyson está de volta aos ringues profissionais de boxe nos EUA – Reprodução

    Agora é oficial! O ex-campeão mundial peso-pesado Mike Tyson está de volta aos ringues de boxe. Aos 54 anos, o pugilista americano foi confirmado nesta quinta-feira (23) para medir forças contra outra lenda do esporte, Roy Jones Jr., em duelo de exibição que será realizado em oito rounds.

    A disputa, marcada para o dia 12 de setembro, será realizada em Los Angeles (EUA) e promovida pelo aplicativo para redes sociais ‘Triller’, que transmitirá o evento – que também será vendido globalmente via pay-per-views. De acordo com o release divulgado pela empresa, outros combates ainda não divulgados e apresentações musicais completarão um show de três horas na plataforma.

    Sem competir desde 2005, Tyson acumula cartel com 50 vitórias, sendo 44 por nocaute, e seis derrotas. Por sua vez, Roy Jones, três anos mais novo, carrega currículo com 66 vitórias, sendo 47 por nocaute, e nove reveses nos ringues profissionais. Com títulos mundiais em cinco diferentes divisões de peso, o medalha de prata nos Jogos Olímpicos de 1988 se apresentou pela última vez em 2018 com vitória sobre Scott Sigmon.

    Confira o vídeo (veja abaixo ou clique aqui) dos atletas assinando o contrato para a disputa:

  • St-Pierre descarta retorno para encarar Kamaru Usman: “Não vale a pena”

    St-Pierre descarta retorno para encarar Kamaru Usman: “Não vale a pena”

    Kamaru Usman é o atual campeão dos meio-médios do UFC – Diego Ribas

    Após superar Jorge Masvidal na luta principal do UFC 251, realizado no último dia 11 de julho, na ‘Ilha da Luta’, Kamaru Usman voltou a expressar seu desejo de convencer Georges St-Pierre a retornar da aposentadoria e aceitar enfrentá-lo. Com mais uma defesa bem sucedida do cinturão dos meio-médios (77 kg), o nigeriano alcançou o número de 12 vitórias consecutivas na categoria e empatou com o canadense como os dois atletas com a maior sequência positiva na história da divisão no Ultimate.

    Sendo assim, um possível duelo entre o atual campeão e o antigo soberano dos meio-médios serviria como desempate direto para o recorde histórico. Porém, apesar de lisonjeado pela oferta, ‘GSP’ não parece disposto a aceitar o desafio. Em entrevista ao site ‘TMZ Sports’, o canadense – aposentado oficialmente desde fevereiro de 2019 – admitiu que, por vezes, se sente tentado a retornar ao esporte, mas que, próximo de completar 40 anos, considera que não tem mais a vontade necessária para passar pelo desgaste de uma intensa preparação antes da luta.

    “Eu acho que, para mim, é melhor se eu continuar aposentado. Não vale a pena para mim. Às vezes eu estou assistindo as lutas e fico tipo: ‘Cara, acho que posso vencer esses caras’. Ou depois dos treinos eu me sinto muito confiante. Mas, depois que eu vou para casa de noite e fico pensando em todos essas ideias malucas, eu me questiono: ‘Eu vou fazer 40 anos em breve, eu realmente quero voltar e fazer um camp de treinamentos pesado de dois meses? Me colocar na prisão, por assim dizer, e me preparar para o inferno?’. E eu respondo: ‘Não, eu não quero’”, justificou St-Pierre, antes de continuar.

    “Eu fiz isso por um longo tempo e infelizmente existem muitos caras que se aposentam muito tarde e eu não quero ser um desses caras. Tenho muita sorte. Eu sou saudável, que é o mais importante, e sou rico. Eu saí na hora certa, eu ganhei muito dinheiro e acho que os problemas são quando eu amadureci e calculei os prós e contras… É melhor que eu permaneça aposentado”, sentenciou.

    Considerado um dos melhores lutadores de todos os tempos, Georges St-Pierre reinou soberano na divisão dos meio-médios durante anos. Após abdicar do título e se afastar do esporte em 2013, o canadense retornou aos octógonos em 2017 e conquistou o cinturão peso-médio (84 kg), ao finalizar Michael Bisping, no que marcou sua última apresentação pelo UFC.

    Com a negativa de St-Pierre, Kamaru Usman deve mesmo ter pela frente em seu próximo compromisso o brasileiro Gilbert ‘Durinho’, atual número um do ranking dos meio-médios. O faixa-preta estava inicialmente escalado para desafiar o campeão no UFC 251, mas acabou substituído de última hora por Jorge Masvidal após testar positivo para COVID-19 antes de embarcar para Abu Dhabi (EAU), local que abriga a ‘Ilha da Luta’.

  • Protagonistas do último main event na ‘Ilha da Luta’ promovem respeitosa encarada na praia

    Protagonistas do último main event na ‘Ilha da Luta’ promovem respeitosa encarada na praia

    Lutadores preferiram não polemizar durante encarada promocional – Natassia del Fischer

    Escalados para liderarem o show deste sábado (25), na ‘Ilha da Luta’, Darren Till e Robert Whittaker encararam o forte calor em Abu Dhabi para protagonizarem uma encarada promocional do evento que marca a despedida do show de sua primeira passagem pelo local durante a pandemia.

    Sem grandes emoções, os pesos-médios (84 kg) posaram para fotos e deixaram qualquer rivalidade longe do cage montado na praia. Após a cerimônia, Till e Whittaker foram liberados para voltarem ao hotel onde se preparam para o corte dos últimos quilos antes de enfrentarem a balança do UFC nesta sexta.

    O card deste sábado recebeu algumas lutas adiadas de outros show e contará com 15 duelos no octógono. Destaques para os duelos entre Maurício ‘Shogun’ e Rogério ‘Minotouro’, Fabrício Werdum e Alexander Gustafsson e Carla Esparza vs Marina Rodriguez.

  • Ariane Lipski revela que já mirava usar chave de joelho e destaca aprendizado no UFC

    Ariane Lipski revela que já mirava usar chave de joelho e destaca aprendizado no UFC

    Após um início abaixo da expectativa no UFC, Ariane Lipski encontrou sua boa fase dentro da organização. No último sábado (18), a ‘Rainha da Violência’ aplicou uma chave de joelho em Luana ‘Dread’ e conseguiu sua segunda vitória seguida dentro do octógono, em evento realizado na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU). O golpe da brasileira impressionou pela eficiência e pelo fato da articulação da perna de sua rival ser forçada até o limite. Por essa finalização, inclusive, a paranaense recebeu o bônus de ‘Performance da Noite’.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, Ariane revelou que essa finalização já vinha sendo trabalhada há bastante tempo e estava esperando somente uma oportunidade para utilizá-la. A lutadora, que fez sucesso no KSW e se destacou pela trocação afiada, agora mostrou que também tem evoluído na parte de chão. De acordo com a peso-mosca (57 kg), isso é fruto de um trabalho a longo prazo com sua equipe.

    “Nós esperávamos sim (terminar a luta rápida). Como eu disse, estava muito confiante no trabalho que eu e minha equipe fizemos nesses meses. Então, entrei procurando acabar com a luta o quanto antes. A chave de joelho é algo que meu treinador Renato Silva gosta bastante, então ele me passa há muito tempo e estamos ajustando a cada dia mais junto com meus professores de jiu jitsu Pedro Petris e Sebastian Lalli”, explicou a lutadora, que já mira encarar uma atleta entre as 15 primeiras do ranking da divisão em próxima luta.

    “Estamos mirando entrar no ranking do UFC e provavelmente minha próxima luta será contra uma ranqueada. Então estaremos preparadas para grandes oportunidades na sequência”, completou.

    Assim que terminou o combate, Ariane prestou imediata solidariedade à compatriota. A peso-mosca, entretanto, ressaltou que essas situações fazem parte do esporte e que se não tivesse finalizado daquela maneira, corria risco de perder a luta, uma vez que sua rival também atacava seu pé e panturrilha.

    “A gente não quer que nenhum atleta se machuque gravemente, mas sabemos que é o nosso esporte, se eu não finalizasse na chave de perna ela estava querendo arrebentar minha panturrilha com uma finalização. O MMA é um esporte de contato e temos que estar preparados para cortes e machucados. Desejo uma rápida e saudável recuperação para a Luana”, disse a atleta que tem duas vitórias e duas derrotas no UFC.

    Quando assinou com o Ultimate, Ariane Lipski chegou como uma das promessas do país para fazer sucesso na divisão. Porém, com duas derrotas em suas primeiras apresentações, a brasileira teve que lidar com duras críticas. Mas agora com duas vitórias e boas atuações, a atleta deu a volta por cima e começa a colher os louros do sucesso. Porém, para chegar a esse ponto, a curitibana passou por um trabalho mental especial e ressaltou que o amadurecimento a ajudou demais a superar a desconfiança sobre ela.

    “O ano passado foi um ano de muito aprendizado e crescimento, acredito que aprendi as lições que precisava para ficar ainda mais segura e confiante de quem eu sou e do que quero e isso refleti em meu desempenho no octógono. Eu faço acompanhamento psicológico e com minha coach esportiva Patrícia Oliver, mas é algo que o amadurecimento e a experiência ajudam muito. O autoconhecimento é extremamente importante para não deixar as críticas de quem não conhece o seu dia influenciar de forma negativa”, afirmou.

  • Mayweather descarta MMA, mas cogita revanche contra Conor McGregor no boxe

    Mayweather descarta MMA, mas cogita revanche contra Conor McGregor no boxe

    Floyd Mayweather derrotou Conor McGregor em 2017 – Diego Ribas

    Assim como já havia feito anteriormente, há alguns meses, Floyd Mayweather – afastado do esporte desde 2017 – voltou a insinuar uma possível volta aos ringues. Em entrevista ao site da ‘Forbes’, a lenda do boxe, no entanto, descartou a possibilidade de se aventurar no MMA, mas deixou em aberto a possibilidade de encarar novamente Conor McGregor, estrela do UFC, nas regras da nobre arte.

    Floyd e Conor se enfrentaram nas regras do boxe em agosto de 2017, com vitória do pugilista por nocaute técnico no décimo round, em um lucrativo evento para todos os envolvidos. O desempenho acima do esperado do irlandês, especialmente diante de um dos maiores boxeadores de todos os tempos, chamou a atenção e, desde então, um segundo encontro entre eles tem sido especulado, seja no MMA ou na nobre arte. Porém, Mayweather não parece disposto a sair em desvantagem por lutar na modalidade de origem do ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do UFC.

    “Nós estamos trabalhando em algumas coisas para Tóquio, seja 2020 ou 2021”, comentou sobre uma possível volta à ativa Floyd Mayweather, que descartou se testar no MMA. “Não (eu não vou competir no MMA). Eu apenas penso que, assim como times vencedores recebem a vantagem de jogar em casa nos playoffs, você não conserta algo que não está quebrado, e meu cartel não está quebrado”.

    “Por agora, eu estou feliz aposentado. Você nunca sabe, mas teria que valer a pena. Assim como apostar, certo? Suco digno de espremer, não importa quem o oponente é”, declarou a lenda do boxe, ao ser questionado sobre a revanche contra Conor McGregor.