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  • Aposentado do MMA, Glover Teixeira vence Anthony Smith em evento de jiu-jitsu

    Aposentado do MMA, Glover Teixeira vence Anthony Smith em evento de jiu-jitsu

    Segunda luta em ordem de importância do UFC Fight Passa Invitational 4, evento de grappling realizado nesta quinta-feira (29) em Las Vegas (EUA), Glover Teixeira vs Anthony Smith representou o reencontro dos astros do MMA agora nas regras do jiu-jitsu sem kimono. E, novamente, a melhor ficou com o atleta brasileiro.

    Melhor no jogo de quedas, Glover se posicionou por cima sem muitas dificuldades no primeiro e no terceiro assalto, quando controlou as ações e trabalhou com tentativas de passagem de guarda. O americano, por sua vez, se defendeu bem das investidas na maioria da disputa.

    No segundo round, Smith conquistou sua única queda, mas terminou raspado e se viu por baixo novamente, com Glover na montada. Vitória tranquila por pontos do ex-campeão do UFC, que se aposentou do MMA no início do ano. Ao que tudo indica, ele passará a competir em evento de jiu-jitsu e grappling com mais frequência a partir de agora.

    Derrota brasileira

    Na última disputa da noite, Felipe ‘Preguiça’ encarou o australiano Craig Jones em duelo que colocou frente a frente dois finalizadores donos de guardas plásticas. No entanto, o casamento de estilos gerou um combate travado no qual os atletas tiveram poucos momentos de de brilho. Mais forte e dono das melhores pegadas em pés, o brasileiro não conseguiu traduzir a vantagem física em posições concretas de superiodade. Como resultado, a disputa foi para a prorrogação.

    Durante o tempo extra, o equilíbrio voltou a ditar o tirmo do combate e Craig foi declarado vencedor no critério de desempate – se defendeu das tentativas de finalizações mais rapidamernte do que o brasileiro. O resultado representou um banho de água fria para a torcida brasileira, que aguardava ansiosamente pelo resultado que, caso fosse uma vitória, poderia colocar Preguiça novamente em rota de colisão com Gordon Ryan, maior nome da modalide – o brasileiro o venceu em duas ocasiões e foi derrotado em apenas uma oportunidade.

    Felipe Pena encara Craig Jones em luta de jiu-jitsu sem kimono
    Craig Jones venceu Felipe Preguiça no detalhe – Louis Grasse/ Ag Fight

    Imbatível

    O gaúcho Nicholas Meregali voltou a mostrar porque é um dos lutadores mais dominantes da atualidade no jiu-jitsu mundial. Diante do veterano Roberto ‘Cyborg’, o parceiro de treinos de Gordon Ryan mostrou defesa implacável e frustrou as tentativas de passagem de guarda do rival durante o tempo regulamentar.

    No final dos dez minutos previstos, Nicolas já mostrava superioridade no tatame. Mais inteiro, o campeão do Pan Americano imprimiu o ritmo com uma tentativa de chave de calcanhar e uma raspagem. Já na prorrogação, Nicolas escapou das três tentativas de finalização do rival e, durante o seu momento de atacar, obrigou Cyborg e desistir em uma oportunidade com uma chave de braço.

    Com o triunfo, Meregali ampliou sua boa fase também em competições sem kimono. Apontado como o melhor atleta de kimono do mundo na atualidade, o atleta gaúcho agora tenta repetir o sucesso em competições de grappling. A julgar pelo primeiro um ano e meio, seu futuro promete muito!

  • Substituto de Natan Schulte no GP da PFL, ex-UFC admite: “Ele merece mais que eu”

    Substituto de Natan Schulte no GP da PFL, ex-UFC admite: “Ele merece mais que eu”

    Há pouco menos de uma semana, na última sexta-feira (23), Natan Schulte e Raush Manfio foram suspensos pelo restante da temporada após travarem um ‘duelo morno’ na PFL. Com a medida da liga, ‘Russo’, que havia se classificado para as semifinais do ‘GP’ dos pesos-leves (70 kg), foi eliminado e substituído por Shane Burgos. Principal ‘beneficiado’ da situação, mesmo que indiretamente, o ex-lutador do UFC surpreendeu ao opinar que o brasileiro “merecia mais” a vaga no mata-mata do torneio.

    Em entrevista ao canal ‘Fight Bananas’, Burgos destacou que também tem mérito de avançar no GP após vencer uma luta e perder outra na temporada regular. No entanto, como Natan venceu seus dois confrontos, o americano – mesmo após a polêmica decisão da PFL – contraria a companhia e indica que o cenário mais justo seria com o brasileiro classificado e vivo na disputa pelo prêmio de 1 milhão de dólares (R$ 4,85 milhões).

    “Se vocês me perguntarem: ‘Eu mereço estar nessa posição?’. Sim, acho que mereço. Mas (se perguntarem) acho que mereço mais do que o Natan? Não. O cara, independentemente, tem duas vitórias indo para o mata-mata. Então, no final das contas, ele merece mais do que eu. Consta vitória no cartel dele contra o Manfio e também contra Stevie Ray. Então ele tem duas vitórias e eu fiquei com ‘1-1’. Então sim, ele merece mais do que eu. Se você tem que pinçar quatro caras (para as semis), os quatro com duas vitórias cada estão na minha frente em merecimento. Eu seria o quinto, o próximo da fila”, declarou Shane.

    Relembre o caso

    Amigos de longa data e parceiros de treino, Natan e Raush foram escalados para se enfrentarem na última rodada da temporada regular – duelo bastante contestado por parte dos fãs, devido ao laço criado entre os dois competidores. Dentro do cage, os dois pesos-leves protagonizaram uma luta sem tanta emoção, quase em ritmo de treino. Por considerar que faltou competitividade, a PFL puniu os brasileiros com a suspensão logo após o evento.

  • Rivalidade! Daniel Cormier questiona indicação de Jon Jones para prêmio de melhor lutador

    Rivalidade! Daniel Cormier questiona indicação de Jon Jones para prêmio de melhor lutador

    Na última semana, foram revelados os atletas indicados na categoria de ‘Melhor Lutador’ do prêmio ‘ESPY Awards 2023’. A lista – que também abrange o mérito de lutadoras -, porém, não parece ter agradado a todos. Ex-campeão meio-pesado (93 kg) e peso-pesado do UFC, Daniel Cormier discordou da nomeação de Jon Jones, seu rival de longa data, na disputa.

    ‘Bones’ concorre contra Islam Makhachev, Leon Edwards e Amanda Nunes. E, no período em que se avalia o desempenho dos indicados desta temporada – julho de 2022 até julho de 2023 -, o peso-pesado é o único dos nomeados que fez apenas uma luta. Esse, inclusive, foi um dos pontos que Cormier, agora comentarista, destacou, durante seu programa ‘DC & RC’, para defender que o americano não merecia a indicação nesta categoria.

    “Não sei se uma luta contra o Ciryl Gane o coloca nessa posição (melhor lutador). E não é diminuindo o Ciryl, é porque foi somente uma luta. Temos que pensar no que fizeram os outros atletas (indicados). Makhachev vencendo ‘Do Bronx’ e ganhando o cinturão, e depois vencendo Volkanovski. Amanda perdendo o cinturão para Julianna e depois retomando. Leon Edwards fazendo o que fez. Jon Jones está lá porque é a maior estrela, é por isso. O mais louco é que ele pode ganhar por ser a maior estrela para o público. Acho que Jones precisava de mais uma performance para concorrer ao ESPY. O enredo não encaixa”, opinou DC.

    Bicampeonato para o Brasil?

    O resultado do prêmio será revelado no dia 12 de julho, em Los Angeles (EUA). Com Amanda Nunes, recém-aposentada, no páreo, o Brasil pode conquistar o bicampeonato na categoria. Afinal de contas, na edição de 2022 – que considerou as performances entre julho de 2021 e julho de 2022 -, Charles Do Bronx foi o grande vencedor da noite.

  • Ariane Lipski exalta ajuda de Amanda Nunes em preparação nos EUA

    Ariane Lipski exalta ajuda de Amanda Nunes em preparação nos EUA

    Desde que migrou para os Estados Unidos a fim de afiar ainda mais suas habilidades – sobretudo na luta agarrada -, Ariane Lipski teve, de perto, o exemplo de uma das maiores lutadoras da história: Amanda Nunes. Antes na ‘American Top Team’ e agora na equipe própria da ‘Leoa’, a ‘Rainha da Violência’, como é conhecida, exaltou a ajuda e os conselhos compartilhados pela compatriota durante sua rotina de treinos e preparação.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Ariane revelou que chegou a dividir a mesma turma de wrestling que a Leoa durante o camp para o UFC Vegas 76, deste sábado (1º). Na opinião da peso-mosca (57 kg) do Paraná, a simples presença da ex-bicampeã do UFC lhe auxilia em diversos fatores do jogo, assim como em sua preparação mental.

    “A gente treinou na mesma turma de wrestling, mas não juntas. Mas só de estar no tatame que ela, de aprender, de ver ela. Sempre que tinha a oportunidade, ela estava ali para me ajudar também, então foi uma ótima oportunidade. A Amanda é uma atleta que gosta de ajudar, desde a época da American Top Team. Ela e a Nina se disponibilizaram para dar uns toques, conversar, treinar. Ela é uma atleta muito forte e confiante mentalmente, então tento aprender isso com ela, que está sempre disposta a ajudar, e eu sempre querendo aprender”, destacou Lipski.

    Evolução na luta agarrada

    Oriunda da trocação, Ariane tem confiança de sobra em suas credenciais em pé. No entanto, sobretudo dentro do Ultimate, a brasileira tem lidado com adversárias que, na tentativa de anular seu jogo, buscam levar o confronto para o solo. De olho em amplificar seu carro-chefe, a Rainha da Violência admitiu que seu foco maior tem sido na evolução do wrestling – área do MMA que ajuda o atleta a, de certa forma, controlar onde a luta deve transcorrer.

    “Nossa, foi muito importante (treinar nos EUA). A gente veio para os EUA procurando a evolução no wrestling, que é esse meio de campo que te ajuda a decidir onde a luta vai permanecer. No meu caso, gosto de manter a luta em pé e a maioria das minhas adversárias quer levar a luta para o chão. Então o wrestling é uma chave muito importante para a vitória, e tenho evoluído muito, com ótimos professores e parceiras de treino. Com a evolução do meu grappling, me sinto mais confiante para mostrar meu striking”, opinou a paranaense.

    A evolução de Ariane será colocada à prova neste sábado. Pelo card principal, Lipski enfrenta a compatriota Melissa Gatto em duelo válido pela divisão dos moscas. Além das duas atletas, o ‘Esquadrão Brasileiro’ conta com mais seis representantes no show: Brunno Hulk, Luana Dread, Karol Rosa, Ismael Bonfim, Joanderson Tubarão e Elves Brener.

  • Elves Brener destaca inspiração em Charles Do Bronx para crescer no UFC

    Elves Brener destaca inspiração em Charles Do Bronx para crescer no UFC

    Depois de surpreender e vencer Zubaira Tukhugov em sua estreia pelo UFC, em fevereiro deste ano, Elves Brener volta à ação neste sábado (1), pelo card da edição ‘Vegas 76’, contra Guram Kutateladze, para engatar sua primeira sequência positiva na liga e manter o plano de seguir os passos de Charles Do Bronx, seu companheiro de equipe na ‘Chute Boxe São Paulo’. O ex-campeão peso-leve (70 kg) do Ultimate, por sinal, é fonte de inspiração para a jovem promessa do MMA nacional.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Elves destacou a importância de ter no parceiro de treinos um exemplo para todos da academia. Para o amazonense, a postura, dentro e fora do octógono, e o patamar que Do Bronx alcançou no esporte servem como uma motivação extra – um combustível que faz com que todos os atletas da Chute Boxe São Paulo trabalhem focados no objetivo de também atingir o topo do MMA no futuro.

    “A gente está entrando agora, tudo bem, mas eu quero fazer meu nome dentro da organização. Devagar a gente vai fazer o nosso nome, vai crescer ali. É o objetivo de todo mundo que está junto ali (na Chute Boxe SP). Por exemplo, eu tenho ao meu lado o Charles, que é um cara que inspira. Além de treinar com ele, eu me inspiro naquele cara. Você sempre sonha, sempre pensa: ‘Eu vou chegar lá também’. Não com inveja. Mas você olha e pensa: ‘Caramba, esse cara é inspiração para nós’. Olha a forma como essa pessoa é com a mãe, com a filha, com a família, lutando. Então, tudo isso motiva muito a gente – todos nós da Chute Boxe, com certeza”, afirmou Elves.

    Histórico do lutador

    No MMA profissional desde 2016, Elves Brener, de 25 anos, soma 14 vitórias, 11 delas por finalização, e três derrotas na carreira. Em sua estreia pelo UFC, o amazonense entrou de última hora para substituir Joel Alvarez no combate contra Zubaira Tukhugov, pelo card da edição de número 284, na Austrália, e, mesmo como o maior azarão do evento, conseguiu levar a melhor sobre o colega de time de Khabib Nurmagomedov.

  • Setembro! Ultimate oficializa revanche entre Alexa Grasso e Valentina Shevchenko

    Setembro! Ultimate oficializa revanche entre Alexa Grasso e Valentina Shevchenko

    Em março deste ano, no UFC 285, Alexa Grasso fez o que poucos fãs acreditavam possível e derrotou Valentina Shevchenko, dando fim a um longo reinado da então campeã dos pesos-moscas (57 kg). Três meses depois, as duas já sabem quando e onde farão a aguardada revanche. De olho em retomar o cinturão, ‘Bullet’, agora no posto de desafiante, encara a rival mexicana no dia 16 de setembro, na ‘T-Mobile Arena’, em Las Vegas (EUA). O duelo foi oficializado pelo Ultimate através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui).

    Curiosamente, apesar de alocar uma disputa de título – normalmente comercializada através de compras de PPV -, o card em questão não será numerado, como nas principais edições do show. Desta forma, mesmo sem o prestígio de uma atração numerada, a tendência é que os fãs sejam brindados com um evento recheado de grandes confrontos.

    Gastelum vs Rakhmonov

    No dia 16 de setembro, é comemorado o ‘Dia da Independência do México’. E, de olho na data, o Ultimate projeta construir um card voltado para o público do país – que vive sua melhor fase na organização, com três campeões. Além de Grasso na luta principal, o show terá outro popular lutador em ação de origens mexicanas: Kelvin Gastelum.

    Americano, mas descendente de mexicanos, Gastelum retorna para os meio-médios (77 kg) após um longo período competindo com 84 kg. Em seu retorno, o atleta da casa encara o invicto e ‘bicho papão’ da categoria, Shavkat Rakhmonov. O confronto entre os dois servirá como luta co-principal do evento do dia 16 de setembro.

     

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  • Sean Strickland detona postura de Paulo Borrachinha no UFC: “Maricas”

    Sean Strickland detona postura de Paulo Borrachinha no UFC: “Maricas”

    Dois dos principais pesos-médios (84 kg) do Ultimate na atualidade, Sean Strickland e Paulo Costa trocaram farpas nas redes sociais no início do ano. Mas, o que parecia ser o início de uma rivalidade que poderia ser resolvida nos octógonos, ficou apenas nas provocações virtuais e frustrou parte dos fãs que aguardavam o embate. E, por isso, o americano culpabiliza Borrachinha. Sem papas na língua, ‘Tarzan’, como é conhecido, detonou a postura do brasileiro dentro da principal organização de MMA do mundo.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, Strickland deixou claro que sua intenção era medir forças com Borrachinha. No início deste mês, inclusive, o americano acusou Paulo de recusar o combate entre os dois. De acordo com Sean, o duelo não saiu do papel por conta da postura de seu desafeto – que costuma ser ativo em entrevistas e nas redes sociais, mas nem tão assíduo nos octógonos. 

    “Eu quero lutar com a m*** do Costa também, cara. Que m***! Essa era a luta que deveria acontecer. Essa é a verdade sobre vocês brasileiros. Muitos brasileiros são durões, vocês são casca grossa, já perdi para brasileiros. Vocês vêm com tudo e lutam duro. Mas o Borrachinha não é esse tipo de brasileiro. Costa é o brasileiro ‘Tik Toker’. O filho da p*** não quer lutar, ele só quer trabalhar com a boca e dar entrevistas. Eu respeito muitos brasileiros, vocês vêm de um lugar muito ruim, o que torna vocês durões, mas o Costa é um maricas”, detonou Strickland.

    Breve elogio

    Nos últimos meses, Borrachinha travou uma extensa novela por sua renovação contratual no UFC e se tornou sinônimo de busca por melhores salários para competir. Esse, inclusive, pode ter sido um dos motivos que brecou seu confronto com Strickland. Ciente de que os direitos dos atletas são de extrema importância, o americano elogia o estilo de negociação do rival, mas frisa que, em determinado momento, é preciso se manter ativo desportivamente.

    “Tudo que ele faz é falar. Estou feliz de que ele esteja tentando ser mais bem pago, que ele está batalhando com o UFC por um salário melhor, como todos nós deveríamos. Mas em determinado momento é ‘lute ou se aposente’”, opinou Tarzan.

    Atual número 7 do ranking, Sean Strickland entra em ação neste sábado (1º), na luta principal do UFC Vegas 76. Sem Borrachinha no radar, o americano mede forças contra o desranqueado Abus Magomedov.

  • Luana Dread minimiza invencibilidade de rival: “Nível do UFC é diferente”

    Luana Dread minimiza invencibilidade de rival: “Nível do UFC é diferente”

    Depois de perder suas duas últimas lutas, Luana Carolina volta ao octógono mais famoso do mundo neste sábado (1), pelo card do UFC Vegas 76, para encarar a estreante Ivana Petrovic. Em busca da recuperação na liga, ‘Dread’ terá pela frente ainda a missão de quebrar a escrita e colocar um ponto final na invencibilidade de sua adversária no MMA profissional. Nada que preocupe a brasileira.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Luana Dread garantiu ter estudado o jogo de Ivana Petrovic e minimizou o cartel invicto da croata. Apesar de reconhecer as habilidades de sua oponente, a paulista ressaltou que o nível de competição enfrentado pela invicta lutadora até o momento na carreira não se compara com o que ela encontrará no principal evento de MMA do planeta.

    “Pesquisamos, conseguimos ver as lutas dela, ver o estilo de luta dela. Ela é uma atleta bem completa, está invicta até hoje, mas é o UFC. O nível daqui é diferente. Então, vamos ver como vai ser nesse final de semana”, ponderou Luana.

    Previsão e confiança

    Oriunda da luta em pé, Dread está acostumada a enfrentar adversárias com a estratégia de levá-la para o chão. E, em sua opinião, o cenário deve ser o mesmo diante da atleta croata, que venceu todos os seis combates disputados na carreira como lutadora profissional de MMA – cinco deles pela via rápida.

    “Ela é bem completa, também é da trocação, mas a maioria das lutas ela ganha levando para o chão. Então, eu acredito que ela vai tentar alguma queda e tentar trabalhar no chão”, apostou.

    Apesar disso, Luana mostra confiança na sua defesa de quedas e aponta para os números, citando sua boa porcentagem no quesito defesa de quedas. Na estatística, a brasileira possui 78% de sucesso contra tentativas de derrubá-la, de acordo com o site do próprio UFC.

    “Certeza (estou preparada para defender as quedas). Se você acompanhar as minhas lutas, a maioria das meninas tentam me levar para o chão, e não é fácil. Há um tempo, na parte de defesa de quedas da minha categoria, eu era uma das que estava bem ranqueada, de tantas defesas. Porque quase todo mundo tenta me quedar. Acho que as meninas enxergam como um caminho mais fácil de ganhar de mim. Então, é uma das coisas que desde o começo eu treino muito e estou preparada para isso”, finalizou.

    Contratada pelo UFC através da versão brasileira do programa ‘Contender Series’, Luana Dread ainda não deslanchou na organização presidida por Dana White. Em seis combates, a brasileira venceu três e sofreu o mesmo número de derrotas, duas delas em seus mais recentes compromissos, para Molly McCann e Joanne Wood.

  • Daniel Cormier rasga elogios para Topuria após vitória: “Ele é a evolução do MMA”

    Daniel Cormier rasga elogios para Topuria após vitória: “Ele é a evolução do MMA”

    A performance avassaladora de Ilia Topuria no UFC Jacksonville, no último sábado (24), segue acumulando elogios. Desta vez, foi Daniel Cormier quem exaltou o desempenho do atleta georgiano na luta principal do card contra Josh Emmett. Surpreendido, o ex-lutador do Ultimate e agora comentarista definiu ‘El Matador’ como a “evolução das artes marciais mistas”.

    Com a credencial de quem já se sagrou campeão em duas categorias de peso diferentes dentro do UFC – meio-pesado (93 kg) e peso-pesado – ‘DC’ opinou que Topuria já está pronto para o desafio de competir pelo cinturão da categoria. Com o mais recente triunfo, o atleta de apenas 26 anos disparou no ranking e agora figura na quinta posição entre os pesos-penas (66 kg).

    “Estou ok com ele indo direto para uma luta pelo título. Acho que ele está pronto. Esse garoto mostrou condicionamento durante 25 minutos, habilidades para competir em todas as áreas, e dominou. Uma luta técnica contra o Yair seria uma loucura, assim também como vê-lo contra o campeão Volkanovski. Temos lutas fantásticas no horizonte nos pesos-penas. Ele é jovem, tem só 25 ou 26 anos. Ele é calmo, não desperdiça nada. Esse cara realmente é um nível acima, ele é a evolução das artes marciais mistas”, exaltou ‘DC’.

    Confiança em alta

    Invicto no MMA com 14 vitórias no cartel profissional, Topuria parece ciente do ‘hype’ criado ao redor de seu nome e já faz grandes planos para o futuro. Confiante, ‘El Matador’ projetou encerrar o duradouro reinado de Alexander Volkanovski – atual campeão linear até 66 kg – em um eventual ‘title shot’ contra o australiano. Vale ressaltar que ‘The Great’ nunca foi superado entre os penas. Suas únicas derrotas na carreira foi quando competiu em categorias acima, com 70 kg e 77 kg.

  • Brandon Moreno lamenta ausência de eventos do UFC no México: “Grande erro”

    Brandon Moreno lamenta ausência de eventos do UFC no México: “Grande erro”

    Brandon Moreno foi confirmado pelo UFC para lutar contra Alexandre Pantoja em Las Vegas (EUA), mas o duelo programado para o dia 8 de julho poderia ter acontecido em um lugar diferente. Tanto que o campeão do peso-mosca (57 kg) lamenta a ausência da companhia em seu país. A última vez que a empresa realizou um evento em território mexicano foi em 2019.

    Como o México passou a ter destaque no MMA, tendo três campeões no UFC, parte da imprensa especializada especulou que o atual momento seria ideal para a organização voltar a realizar eventos no país. Vale destacar que Alexa Grasso e Moreno possuem o cinturão linear dos moscas, enquanto Yair Rodríguez é dono do título interino dos penas (66 kg). Como o Ultimate anunciou ‘El Pantera’ e ‘The Assassin Baby’ na mesma atração, os rumores apontando para uma possível visita da companhia ao México ficaram mais fortes, porém não se confirmaram.

    Sendo assim, Moreno, que além de campeão também é uma espécie de embaixador do UFC no país, confessa sua tristeza por não lutar em casa, na frente de sua família, dos amigos e fãs. De acordo com o líder do peso-mosca, a organização deveria dar mais atenção e apoio ao grande momento vivido pelos lutadores mexicanos no MMA, principalmente no octógono. Inclusive, a modalidade nunca esteve tão em alta no país como agora.

    “Não sei. Obviamente, muitas pessoas me questionam sobre isso. Me sinto culpado. É um grande erro o UFC não ir ao México e aproveitar o crescimento do esporte lá. Veremos essa oportunidade no futuro”, declarou o campeão do UFC, em entrevista ao site ‘MMA Fighting’.

    Histórico de Moreno no MMA

    Em sua segunda passagem pelo UFC, Brandon Moreno, de 29 anos, se tornou campeão do peso-mosca pela segunda vez e um dos principais lutadores da história da categoria. No MMA desde 2011, ‘The Assassin Baby’ construiu um cartel composto por 21 vitórias, seis derrotas e dois empates. Os triunfos mais expressivos do mexicano foram sobre Brandon Royval, Deiveson Figueiredo (duas vezes), Dustin Ortiz, Jussier ‘Formiga’ e Kai Kara-France (duas vezes).