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  • De La Hoya critica Canelo vs Charlo e faz apelo ao mundo do boxe: “Vamos nos unir”

    De La Hoya critica Canelo vs Charlo e faz apelo ao mundo do boxe: “Vamos nos unir”

    No último sábado (30), Saul ‘Canelo’ Alvarez venceu com tranquilidade Jermell Charlo, na decisão unânime dos juízes, e manteve os cinturões da WBC (Conselho Mundial de Boxe), WBA (Associação Mundial de Boxe), IBF (Federação Internacional de Boxe) e WBO (Organização Mundial de Boxe) dos super-médios (76 kg). O dominante triunfo do mexicano sobre o rival, no entanto, foi alvo de críticas por um velho conhecido: Oscar De La Hoya.

    Em seu perfil oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), De La Hoya reprovou o desempenho apresentado em cima do ringue por ‘Canelo’ e Charlo. Para o ex-astro do boxe e atual promotor de eventos, o duelo entre campeões foi uma prova de que as principais figuras da nobre arte deveriam se unir para tirar do papel confrontos mais atrativos para o público e, assim, evitar o risco de diminuir o interesse dos fãs pela modalidade.

    “Canelo vs Charlo foi uma luta super chata. Quer dizer, ele (Charlo) só apareceu para ganhar o salário. Canelo, como eu disse, em areia movediça, lançando bombas, venceu facilmente. Mas de qualquer forma, se nós queremos que o boxe sobreviva, se queremos que o boxe prospere, nós precisamos de superlutas, o tempo todo. Os lutadores têm que se enfrentar. Nós temos que nos juntar: promotores, Eddie Hearn, Al Haymon, Bob Arum, quem estiver aí. Vamos nos unir. Eu estou desafiando vocês. Vamos nos reunir, o poder das mentes, e pensar em algo. Porque o boxe pode morrer”, ponderou De La Hoya.

    Desafetos

    A cutucada de Oscar De La Hoya pode ter mais do que sua preocupação com o futuro do boxe por trás. No passado, o ex-campeão mundial ajudou Saul Alvarez – através da sua empresa de promoção, a ‘Golden Boy Promotions’ – a alcançar o estrelato na nobre arte. Porém, há alguns anos, a parceria foi quebrada por ‘Canelo’, criando um clima de animosidade entre os dois.

  • Renato Moicano alerta Chandler sobre situação de McGregor: “Não vai lutar”

    Renato Moicano alerta Chandler sobre situação de McGregor: “Não vai lutar”

    Protagonista da última temporada do reality show ‘The Ultimate Fighter’ ao lado de Conor McGregor, Michael Chandler segue à espera de uma possível oficialização da luta contra o ex-campeão do UFC. Porém, com o passar dos meses e a indefinição sobre o retorno do irlandês após mais de dois anos afastado do octógono, cada vez mais pessoas colocam em xeque a realização do confronto entre os astros do peso-leve (70 kg), como é o caso do brasileiro Renato ‘Moicano’.

    Em entrevista ao programa ‘The MMA Hour’, Moicano’ apostou que o duelo entre Chandler e McGregor não sairá do papel. O brasileiro, 13º colocado no ranking peso-leve do Ultimate, ainda aproveitou para mandar um recado para o americano, seu rival de divisão, que fecha o top-5 da classificação da categoria.

    “A divisão está uma bagunça neste momento. Nós temos caras como Michael Chandler, ele está delirando. Conor não vai lutar com ele. Talvez nunca. Conor está em outro nível de maluquice agora. Nós podemos ver pelos últimos dois anos quanta coisa fora do UFC ele está fazendo, e eu acho que ele ama a atenção, mas não gosta de lutar mais. Chandler, esquece isso, meu irmão. Você não vai ter essa luta. Eu não sei o que Chandler vai fazer”, disparou Moicano.

    A novela Chandler vs McGregor

    Sem lutar desde julho de 2021, quando sofreu uma grave lesão na perna na derrota para Dustin Poirier no UFC 264, Conor McGregor saiu do programa antidoping da organização, comandado pela USADA (agência antidoping americana). Para estar apto a competir novamente no octógono mais famoso do mundo, o irlandês precisaria retornar ao grupo de testes da entidade por, pelo menos, seis meses.

    O problema é que, até o momento, não se tem notícias oficiais sobre a volta de McGregor ao programa antidoping da USADA, o que obrigaria a entidade a abrir uma exceção para que ele voltasse a lutar sem cumprir o período de testes exigido. Sem uma definição sobre o caso, a luta entre Conor e Chandler, que era prevista para acontecer ainda na temporada 2023 é projetada para o ano que vem e, assim, o americano vê sua carreira pausada.

  • Ex-campeão do UFC, Pettis desafia Doumbé para ‘maior luta da história da PFL’

    Ex-campeão do UFC, Pettis desafia Doumbé para ‘maior luta da história da PFL’

    No último sábado (30), em Paris (FRA), Cédric Doumbé impressionou em sua estreia na PFL, precisando de nove segundos para nocautear o oponente. Inclusive, por ser conhecido nos esportes de combate pelo seu alto nível na trocação, o ex-campeão do Glory, maior companhia de kickboxing no mundo, já é apontado por parte dos fãs como uma das estrelas da nova casa e entra no radar de grandes nomes do MMA, como Anthony Pettis.

    Tanto que, em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), o ex-campeão do peso-leve (70 kg) do UFC tratou de desafiar Doumbé para uma possível luta na PFL e se mostrou empolgado. De acordo com Pettis, o hipotético combate entre ele e o renomado kickboxer tem tudo para ser um marco na empresa. É bem verdade que o americano vem tendo trabalho para se firmar na companhia, perdendo quatro dos cinco duelos realizados nela. Por outro lado, ‘Showtime’ vem de vitória sobre o veterano Roy Jones Jr. no boxe.

    Como foi capaz de vencer uma lenda da nobre arte no ringue, Pettis sinalizou que também pode passar por um renomado kickboxer como Doumbé no MMA. Vale pontuar que o francês está invicto na modalidade, com cinco vitórias, sendo todas por nocaute. E, justamente por Cédric ser striker, o atleta se coloca à disposição para encará-lo.

    Maior luta da história da PFL“, escreveu o ex-campeão do UFC em sua conta oficial no ‘X’.

    Histórico de Pettis no MMA

    Em seu auge, Anthony Pettis, de 36 anos, se notabilizou por ser um lutador criativo e perigoso tanto na trocação, quanto no grappling. Não à toa, ‘Showtime’ foi campeão do peso-leve do UFC e WEC. Contudo, depois que perdeu o cinturão do Ultimate, o americano não conseguiu manter a regularidade no MMA. No esporte desde 2007, o atleta construiu um cartel composto por 25 vitórias e 14 derrotas. Seus principais triunfos foram sobre Ben Henderson (duas vezes), Charles ‘Do Bronx’, Donald Cerrone (duas vezes), Gilbert Melendez, Jeremy Stephens, Jim Miller, Joe Lauzon, Michael Chiesa e Stephen Thompson.

  • Brasileiros são escalados pela PFL como reservas das finais dos torneios em novembro

    Brasileiros são escalados pela PFL como reservas das finais dos torneios em novembro

    Além de Gabriel Alves Braga, Larissa Pacheco e Renan Ferreira, finalistas dos torneios do peso-pena (66 kg) e do peso-pesado da PFL, respectivamente, outros dois brasileiros também podem atuar no último evento da companhia na temporada, que acontece no dia 24 de novembro, em Washington (EUA). A organização definiu que Bruno Miranda e Carlos Leal ficam como reservas para a final em suas respectivas divisões (veja abaixo ou clique aqui).

    No peso-leve (70 kg) da PFL, a final coloca frente a frente Olivier Aubin-Mercier e Clay Collard, mas, se um dos lutadores não puder atuar, Bruno assume tal lugar. Já nos meio-médios (77 kg), Carlos está de sobreaviso, caso algum imprevisto aconteça com os finalistas Magomed Magomedkerimov e Sadibou Sy. A curiosidade é que Miranda e Leal perderam na semifinal para Aubin-Mercier e Sy, vencedores do GP da companhia na temporada 2022, respectivamente.

    Brasileiros na final da PFL

    Principal nome do Brasil na PFL, Larissa Pacheco, vencedora do GP do peso-leve da companhia em 2022, encara Marina Mokhnatkina na final do peso-pena. Também pelos penas, Gabriel Alves Braga mede forças com Jesus Pinedo. Já no peso-pesado, Renan ‘Problema’ luta contra Denis Goltsov no ‘co-main event’ do show. Além do título, os campeões de cada categoria faturam 1 milhão de dólares (cerca de R$ 5 milhões).

  • Charles do Bronxs responde desafio feito por Gamrot no UFC

    Charles do Bronxs responde desafio feito por Gamrot no UFC

    Um dos maiores nomes do peso-leve (70 kg) do UFC, Charles Oliveira constantemente disputa lutas importantes, mas também é alvo de atletas que almejam integrar o top-5 da divisão. Tanto que, em setembro, após vencer Rafael Fiziev, em Las Vegas (EUA), Mateusz Gamrot mencionou o brasileiro como adversário ideal para a sequência. E se engana quem pensa que ‘Do Bronx’ ficou incomodado com a posição do lutador.

    Por ser uma referência no UFC devido aos seus recordes e ao status de ex-campeão do peso-leve, Charles lidou de forma tranquila com o desafio feito por Gamrot para uma luta e o tratou como natural. Vale pontuar que, em sua declaração, ‘Gamer’ também destacou a qualidade do brasileiro no solo e o classificou como um dos lutadores mais perigosos do MMA, porém apostou na vitória de Islam Makhachev na revanche marcada para o dia 21 de outubro.

    É bem verdade que parte dos atletas poderia ter uma reação diferente ao desafio do polonês, mas ‘Do Bronx’ reconheceu a evolução do profissional no peso-leve do UFC e não descartou enfrentá-lo no futuro. Atualmente, o europeu é o sexto colocado no ranking da categoria e vem embalado por duas vitórias seguidas.

    “Todos que estão chegando agora querem lutar contra os grandes nomes, contra quem está lá em cima. Ele lutou contra o sexto, venceu, então com certeza iria falar. Faz parte. Ele é um garoto duríssimo, merece respeito. Se continuar trabalhando assim, com certeza vai chegar também”, declarou o ex-campeão do UFC, em entrevista ao canal do ‘YouTube’ ‘James Lynch’.

    Registro de Charles no MMA

    Charles Oliveira, de 33 anos, é um veterano do MMA e ex-campeão do peso-leve do UFC. O brasileiro iniciou sua trajetória no esporte em 2008 e estreou no Ultimate em 2010. Em sua carreira, ‘Do Bronx’ construiu um cartel composto por 34 vitórias, sendo 31 pela via rápida (21 por finalização e dez por nocaute), nove derrotas e um ‘no contest’ (sem resultado). Seus principais triunfos foram sobre Beneil Dariush, Clay Guida, Darren Elkins, Dustin Poirier, Jared Gordon, Jim Miller, Justin Gaethje, Kevin Lee, Michael Chandler, Tony Ferguson e Will Brooks.

  • Ferguson mira luta com McGregor após duelo com Pimblett no UFC 296

    Ferguson mira luta com McGregor após duelo com Pimblett no UFC 296

    Aos 39 anos e vindo de seis derrotas consecutivas – a pior marca da carreira -, Tony Ferguson parece não dar indícios de que pretende se aposentar. E a prova disso é que o veterano já faz planos posteriores ao seu próximo compromisso no Ultimate, diante de Paddy Pimblett. O objetivo do ex-campeão interino dos pesos-leves (70 kg) é passar pelo jovem inglês e, em seguida, realizar uma superluta contra Conor McGregor.

    Em entrevista à ‘ESPN’ americana, ‘El Cucuy’, como é conhecido, destacou que está ansioso para o embate contra Pimblett, pois gosta de enfrentar rivais de fora dos EUA. Este também é o caso do irlandês McGregor que, em agosto deste ano, colocou Ferguson em sua lista de alvos ao prometer dar um ‘fim brutal’ para o veterano.

    “Não tenho nada contra esse garoto. Patrick (Pimblett) para ser um cara legítimo. Ele é grande, tem uma trocação ok, mas o jogo de chão dele é bem melhor. Amo lutar contra estrangeiros, é legal. Ir atrás de Khabib por um longo período e ir atrás do McNuggets, é o mais próximo que chegamos agora. Então assim que passarmos dessa cara (Pimblett), iremos atrás de Conor se ele assinar a linha pontilhada e passar pela USADA. Tenho coisas a fazer, tenho competido por 35 anos. Não quero me aposentar. Isso não está na m*** do meu processo de pensamento”, projetou Tony.

    Risco de demissão?

    Apesar de já fazer planos a médio prazo para sua carreira e não dar indícios de que pretende pendurar as luvas, Ferguson se encontra em uma situação delicada no UFC. Apesar de seu prestígio na liga, as seis derrotas ligam o sinal de alerta para o veterano, que viu seu chefe, Dana White, afirmar que, caso perca para Pimblett, o desfecho poderia significar seu fim nos esportes de combate. Desta forma, com o risco de demissão da liga iminente, El Cucuy precisa, mais do que nunca, voltar à coluna das vitórias para ganhar sobrevida e tirar suas metas do papel.

  • Insistente! Jake Paul desafia Canelo Álvarez para luta de boxe

    Insistente! Jake Paul desafia Canelo Álvarez para luta de boxe

    Jake Paul está mais confiante do que nunca e disposto a marcar época no boxe. Depois de vencer Nate Diaz por decisão unânime, em luta realizada em agosto, no Texas (EUA), a celebridade busca novas lutas grandiosas e midiáticas e elege Saúl Álvarez, um dos maiores nomes da nobre arte na atualidade, como adversário ideal para a sequência de sua carreira no ringue.

    Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Jake desafiou ‘Canelo’ para uma luta de boxe após o mesmo dominar Jermell Charlo e vencer o combate por decisão unânime, no último sábado (30). Vale pontuar que essa não foi a primeira vez que o youtuber expressou o desejo de encarar o mexicano e o ‘convidou’ para um duelo publicamente.

    Como Logan, seu irmão, convenceu Floyd Mayweather, um dos melhores boxeadores de todos os tempos, a enfrentá-lo em 2021, mesmo sendo um novato na nobre arte, Jake defendeu a ideia de que conseguiria repetir o feito com ‘Canelo’ e foi além. Se a luta entre o atleta da WWE e ‘Money’ foi de exibição e terminou sem um vencedor, o americano cravou que chocaria o mundo ao surpreender o mexicano no ringue.

    “Logan lutou contra Mayweather e eu lutarei contra Canelo e mostrarei ao mundo porque sou a maior história do esporte de todos os tempos. Te vejo em breve, Canelo”, escreveu o youtuber em sua conta oficial no ‘X’.

    Registro de Jake no boxe

    Além de fazer sucesso no ‘YouTube’, Jake Paul, de 26 anos, também se destaca por atuar no boxe e se prepara para estrear no MMA, pela PFL. Como lutador, o registro profissional do americano na nobre arte é composto por sete vitórias e uma derrota. Pela modalidade, a celebridade deixou para trás nomes como Anderson Silva, Ben Askren, Nate Diaz e Tyron Woodley (duas vezes) e faturou bolsas milionárias em suas aparições nos ringues.

  • Lutador do UFC sugere luta com LeBron James pelo apelido ‘King’: “Daria uma surra nele”

    Lutador do UFC sugere luta com LeBron James pelo apelido ‘King’: “Daria uma surra nele”

    Ninguém pode ter dúvida sobre o apego de Bobby Green pelo seu apelido. ‘King’, como o lutador é conhecido, já cogitou inclusive adotar a alcunha de forma definitiva, alterando seu nome legalmente no cartório. E para defender seu cognome, o peso-leve (70 kg) do UFC está disposto a literalmente lutar por ele contra qualquer atleta que também seja chamado de ‘Rei’ (tradução da palavra ‘king’).

    A começar pelo seu próximo adversário, Grant Dawson, apelidado de ‘KGD’ (King Grant Dawson). Mas o décimo colocado no ranking do peso-leve do Ultimate não é o único atleta que consta no radar de Green para garantir seu posto como único ‘Rei’ dos esportes. Em entrevista ao site ‘TMZ Sports’, King’ abriu as portas para um hipotético – e improvável – duelo contra o astro da NBA (liga de basquete americana) LeBron James, que também responde pela mesma alcunha.

    “Na hora (aceitaria a luta com LeBron). Sem pestanejar, sem sequer pensar sobre isso. Claro que sim! Eu daria uma surra nele“, afirmou Green.

    A confiança do lutador do UFC em uma vitória sobre ‘King James’ parece inabalável, ainda que exista uma grande desvantagem de tamanho em relação ao jogador de basquete. Enquanto Green mede cerca de 1.78m e compete na divisão até 70 kg do Ultimate, o astro da NBA supera os 2m de altura e pesa aproximadamente 113 kg. Nada que intimide o peso-leve.

    “Se LeBron quisesse lutar comigo, não seria acirrada. Não seria acirrada! Ele é um cara grande, mas ele não tem as habilidades (para lutar), desculpa. Habilidades pagam as contas”, cravou o lutador do UFC.

    MMA vs NBA

    Ainda que o hipotético embate entre Bobby Green e Lebron James pelo status de único ‘King’ dos esportes seja extremamente improvável de sair do papel, o ‘crossover’ entre lutadores de MMA e jogadores de basquete da NBA parece ter se tornado uma realidade. O pontapé inicial foi dado pelo veterano James Johnson, que afirmou precisar de pouco tempo de adaptação às artes marciais mistas para derrotar o campeão peso-pesado do UFC Jon Jones.

    Recentemente, em uma interação muito mais amigável, o armador do Denver Nuggets, atual campeão da NBA, Jamal Murray venceu um desafio contra o detentor do cinturão peso-pena (66 kg) do Ultimate Alexander Volkanovski, durante uma sessão de treinos. Na ocasião, o canadense conseguiu sobreviver durante um minuto às tentativas de finalização do lutador australiano.

  • Cain Velasquez consegue permissão judicial para ser corner de primo de Khabib no Bellator 300

    Cain Velasquez consegue permissão judicial para ser corner de primo de Khabib no Bellator 300

    Em liberdade há quase um ano após passar oito meses na prisão, Cain Velasquez deve ir a julgamento pela acusação de tentativa de homicídio em janeiro de 2024. Enquanto isso, o ex-campeão peso-pesado do UFC tenta retomar suas atividades. Depois de voltar a competir no pro-wrestling, o veterano – de acordo com o site ‘MMA Fighting’ – recebeu permissão da Justiça para atuar como treinador e corner de seu parceiro de time Usman Nurmagomedov no Bellator 300, neste sábado (7), em San Diego, na Califórnia (EUA).

    Como condição de ter sua liberdade concedida sob pagamento de fiança, Velasquez é obrigado a receber uma permissão dos tribunais para qualquer tipo de viagem ou aparição que pretenda fazer. Esta será a primeira vez que o ex-campeão peso-pesado do UFC estará no corner de uma luta profissional desde que foi preso, em fevereiro de 2022.

    “Ele está escalado para ser corner. Estamos sob posse de uma ordem judicial que permite que ele faça isso”, declarou o diretor executivo da Comissão Atlética de Nevada, Andy Foster, ao site ‘MMA Fighting’.

    Vale título e invencibilidade 

    A presença e experiência de Velasquez podem ser cruciais para o duelo de Usman. Afinal de contas, na luta contra Brent Primus, o russo, campeão peso-leve (70 kg) do Bellator, coloca seu cinturão em jogo, assim como sua invencibilidade no MMA profissional. Além da luta principal, o card de número 300 da liga presidida por Scott Coker ainda conta com outras duas disputas de título: Cris Cyborg tenta defender seu reinado contra Cat Zingano, entre as pesos-penas (66 kg), enquanto Liz Carmouche põe seu cinturão peso-mosca (57 kg) em disputa contra Ilima-Lei Macfarlane.

  • Joe Rogan classifica Volkanovski como melhor lutador do UFC: “Venceu Makhachev”

    Joe Rogan classifica Volkanovski como melhor lutador do UFC: “Venceu Makhachev”

    Atualmente, Jon Jones lidera o ranking peso-por-peso do UFC, mas, de acordo com Joe Rogan, comentarista oficial da companhia, Alexander Volkanovski é quem merece ocupar tal posição. O profissional justificou sua visão ao apontar que ‘The Great’ superou a expectativa de parte da comunidade do MMA na superluta entre campeões da empresa contra Islam Makhachev, realizada em fevereiro, na Austrália.

    Campeão dominante do peso-pena (66 kg), o australiano perdeu pela primeira vez no UFC ao ser derrotado pelo dono do cinturão do peso-leve (70 kg) por decisão unânime, mas Rogan discordou do resultado. Inclusive, uma parcela da comunidade do MMA também tratou Volkanovski como vencedor. Em seu podcast, o comentarista expressou sua admiração por ‘The Great’ e destacou que poucos lutadores fizeram Makhachev sofrer tanto em ação.

    No MMA desde 2010, o russo só perdeu uma vez. Em 2015, o atleta foi nocauteado por Adriano Martins, mas a luta foi rápida, durando pouco mais de um minuto. Portanto, como Volkanovski ignorou a desvantagem física contra Makhachev, aplicou knockdown no mesmo e terminou no ataque e pouco ‘danificado’ após 25 minutos de batalha, Rogan, sem titubear, o classificou como o melhor lutador do UFC entre todas as categorias por desmitifica-lo.

    Ele é o número um peso-por-peso. Eles não o consideram, porque perdeu para Makhachev. Acho que você poderia argumentar que ele venceu aquela luta. Na minha opinião, ele venceu. Ele causou mais danos e impôs seu conjunto de habilidades. Também é impressionante que ele tenha subido dos penas para lutar contra um leve enorme e, no final da luta, esteja por cima, batendo nele”, declarou o comentarista, antes de completar.

    “Ele deu knockdown e teve momentos marcantes ao longo da luta. Você vê como Volkanovski realmente é bom. Ele é um animal. Isso meio que dá um ar de vulnerabilidade em Makhachev depois daquela luta. Antes, as pessoas pensavam, ‘Esse cara é imparável’”, concluiu.

    Histórico de Volkanovski no MMA

    Alexander Volkanovski, de 35 anos, é campeão dominante do peso-pena do UFC, o segundo colocado no ranking peso-por-peso da companhia e um dos melhores lutadores do MMA atual. O australiano conquistou o cinturão da categoria em 2019 e o defendeu em cinco oportunidades. Seus principais triunfos foram sobre Brian Ortega, Chad Mendes, Chan Sung Jung, José Aldo, Max Holloway (três vezes) e Yair Rodríguez. No esporte desde 2012, ‘The Great’ possui um cartel composto por 26 vitórias e duas derrotas.