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  • TOP 5: Relembre os maiores nocautes já vistos no UFC

    TOP 5: Relembre os maiores nocautes já vistos no UFC

    O mundo das artes marciais é o cenário perfeito para a construção de algumas das maiores rivalidades já vistas nos esportes. Palco do maior evento de lutas do mundo, o octógono do Ultimate Fighting Championship apresentou para seus fãs muitos momentos inesquecíveis, principalmente nocautes.

    Criado em novembro de 1993, o UFC se aproxima de sua 300ª edição transmitida via pay-per-view, o que, somado às centenas de cards no formato “Fight Night”, totaliza mais de 10 mil combates realizados. Portanto, preparar uma lista com os melhores nocautes em seus 30 anos de existência é uma tarefa árdua.

    Confira a seguir o nosso TOP 5 dos nocautes mais dinâmicos e marcantes que ficaram marcados na memória dos amantes dos esportes de combate. Começando, claro, pelo duelo que mudou a história do MMA no Brasil e que deu início ao ambiente propício para os fãs que gostam de dicas sobre apostas esportivas.

    – Anderson Silva vs. Vitor Belfort (UFC 126)

    Em 2011, Anderson Silva nocauteou o ex-parceiro de treinos Vitor Belfort com um chute frontal espetacular no 1º round. O golpe mostrou toda a criatividade e técnica do “Spider”, que manteve seu cinturão dos pesos-médios (84 kg) por anos na organização.

    – Dan Henderson vs. Michael Bisping (UFC 100)

    A 100º edição do UFC, em 2009, contou com o primeiro capítulo da rivalidade entre Dan Henderson e Michael Bisping. Inimigos declarados, os atletas deixaram tudo de si no octógono até que o americano nocauteou o rival com um potente cruzado. Na sequência, ao ver Bisping desacordado no tablado, Henderson atacou com um superman punch contra um indefeso rival.

    – Edson Barboza vs. Terry Etim (UFC 142)

    Em sua terceira edição no Brasil, em 2012, o UFC apresentou ao grande público nacional um atleta que viria a se tornar um dos maiores nocauteadores da história do show. Ainda um peso-leve, Edson Barboza aplicou Terry Etim um chute rodado que foi imortalizado no evento. Sem reação, o britânico ficou mais de um minuto desmaiado no octógono.

    – Francis Ngannou vs. Alistair Overeem (UFC 218)

    Em 2017, o peso-pesado Francis Ngannou, conhecido pela potência de seus golpes, aplicou um gancho de esquerda que nocauteou o experiente kickboxer Alistair Overeem em apenas alguns segundos do primeiro round.

    – Yair Rodriguez vs. Zumbi Coreano (UFC Fight Night 139)

    Em 2018, Yair Rodriguez, que anos mais tarde se tornaria campeão interino dos pesos-penas (66 kg), nocauteou o Zumbi Coreano com uma cotovelada giratória no último segundo do 5º round. Detalhe: o mexicano perdia a disputa por pontos até o momento.

  • Duelo brasileiro no Contender Series é cancelado após falha na balança; luta é remarcada

    Duelo brasileiro no Contender Series é cancelado após falha na balança; luta é remarcada

    O 9º episódio da 7ª temporada do programa Contender Series, que acontece nesta terça-feira (3), em Las Vegas (EUA), sofreu uma baixa de última hora. Na véspera do evento, a luta entre os brasileiros Lucas Rocha e Davi Bittencourt foi retirada do card após o primeiro cometer uma grave falha na balança, na pesagem oficial do show, nesta segunda-feira.

    Escalado para competir no peso-mosca (57 kg), Lucas Rocha marcou 59,4 kg ao subir na balança, excedendo o limite permitido pela categoria em mais de 2 kg, mesmo com a libra de tolerância para combates sem disputa de cinturão. Já Davi Bittencourt cumpriu com sua obrigação e pesou 56,7 kg, abaixo do exigido.

    Luta remarcada

    De acordo com as informações emitidas pela entidade, o duelo verde-amarelo foi remarcado para o evento da semana que vem, que encerra a temporada de número 7 do Contender Series. O embate, no entanto, será disputado na divisão dos galos (61 kg).

    Demais brasileiros confirmados

    Apesar da baixa de última hora, o Brasil estará representado por três atletas no Contender Series nesta terça-feira – todos bateram o peso na pesagem oficial do evento. O meio-pesado (93 kg) Rodolfo Bellato encara Murtaza Talha na luta principal do show. O peso-galo Victor Hugo Silva pega o chileno Eduardo Matias Torres. E o meio-médio (77 kg) Mauricio Ruffy mede forças com Raimond Magomedaliev.

    Confira os resultados da pesagem do Contender Series:

    Rodolfo Bellato (93 kg) vs Murtaza Talha (92,3 kg)
    Eduardo Matias Torres (61,2 kg) vs Victor Hugo Silva (61,4 kg)
    Magomed Gadzhiyasulov (93 kg) vs José Daniel Medina (93 kg)
    Mauricio Ruffy (77,1 kg) vs Raimond Magomedaliev (77,3 kg)
    Lucas Rocha* (59,4 kg) vs Davi Bittencourt (56,7 kg)

    * Lucas Rocha excedeu o limite do peso-mosca em 2,2 kg

  • Popó perde quantia milionária em golpe de criptomoedas: “Fui otário”

    Popó perde quantia milionária em golpe de criptomoedas: “Fui otário”

    Tetracampeão mundial de boxe, Acelino Freitas tomou um dos golpes mais duros de sua vida. Mas esse veio fora dos ringues. Popó revelou que foi vítima de um esquema de criptomoedas e perdeu R$ 1 milhão. O prejuízo foi confirmado pelo próprio pugilista brasileiro, em entrevista ao programa ‘Fantástico’, no último domingo (1º).

    Popó supostamente caiu em um esquema de pirâmide da moeda virtual aplicado pela empresa ‘Braiscompany’ – que está sendo investigada pela Polícia Federal e é acusada de lesar outros investidores com transações de criptomoedas na internet. De acordo com o veterano dos esportes de combate, ele teria sido atraído pelas falsas promessas de lucros e retornos milionários nas quantias investidas.

    “Fui muito otário, muito besta, muito infantil, não existe rendimento de 8% em qualquer lugar do mundo. Eu apanhei feio, mas esse cara ganhou muita gente por nocaute, muita gente está passando dificuldade e fome. A forma que o cara olhava, as ‘lives’ que ele fazia todo dia, o poder de convencimento de que a coisa era real. Eu tirei R$ 1 milhão do meu bolso, consegui tirar em um mês (o lucro). No segundo mês, ele sumiu. Ganhei dinheiro tomando soco na cara, ganhar meu dinheiro não foi brincadeira”, desabafou o pugilista.

    Lutas para recuperar o prejuízo?

    Apesar de já não competir profissionalmente no boxe há algumas temporadas, Popó se mantém ativo ao protagonizar lutas de exibição contra influencers e atletas sem tanta experiência na modalidade. De 2022 para cá, o atleta baiano de 48 anos já mediu forças com Whindersson Nunes, Junior Dublê, e ‘Pelé Landi – além de ter um duelo encaminhado com Kléber Bambam para 2024. A alta frequência de Acelino neste tipo de desafio pode ser explicada como uma forma de embolsar pagamentos e tentar, de certa forma, recuperar a quantia milionária perdida no golpe das criptomoedas.

  • De volta! Gordon Ryan finaliza e mantém título do WNO; brasileiros brilham

    De volta! Gordon Ryan finaliza e mantém título do WNO; brasileiros brilham

    Na noite do último domingo (1), Gordon Ryan mostrou mais uma vez o porquê é o maior nome do grappling mundial na atualidade. Na luta principal do WNO (Who’s Number One) 20, no Texas (EUA), ‘King’ confirmou seu favoritismo, finalizou o brasileiro Patrick Gaudio e defendeu o título dos pesados da organização.

    A vitória do americano veio por finalização após dominar o adversário por 15 minutos. A justa chave-de-braço que rendeu a conquista foi, inclusive, prevista por Gordon Ryan. Ao final do combate, além do cinturão peso-pesado do WNO, que continua sob sua posse, King recebeu um baú que continha uma garrafa de uísque e um bilhete, no qual o próprio lutador antecipava a forma como venceria Patrick Gaudio para se manter campeão do evento.

    O confronto marcou também o retorno de Ryan às competições depois de um hiato na carreira provocado por um problema de saúde. Recuperado, o astro do grappling, que não competia desde dezembro do ano passado, voltou aos tatames em grande estilo.

    Brasileiros brilham

    O WNO 20 também contou com o brilho de atletas brasileiros. Em ação pelo GP dos meio-médios, o prodígio Mica Galvão, de 19 anos, passou por Jay Rodriguez na semifinal e finalizou PJ Barch na grande final, com um armolock voador, conquistando o título da categoria.

    Já na decisão do torneio dos penas, os brasileiros Diogo Reis e Gabriel Souza reeditaram a final do ADCC 2022 e, mais uma vez, o manauara levou a melhor – na decisão dos árbitros. Na semifinal, Diogo havia superado Keith Krikorian, enquanto Gabriel finalizou Ash Williams.

    Quem também levou para casa um cinturão do WNO, assim como Mica Galvão e Diogo Reis, foi Nathiely Jesus. Diante da então campeã Rafaela Guedes, Nathiely teve agressividade e boa capacidade defensiva para convencer os árbitros de sua vitória e, consequentemente, conquistou o cinturão do evento.

  • Makhachev responde Charles do Bronxs após questionamento sobre revanche em Abu Dhabi

    Makhachev responde Charles do Bronxs após questionamento sobre revanche em Abu Dhabi

    Ao que parece, o clima para a aguardada revanche no UFC entre Charles Oliveira e Islam Makhachev, programada para acontecer no dia 21 de outubro, em Abu Dhabi (EAU), vai esquentar. Recentemente, o brasileiro deixou claro que não achou justo o novo encontro com o rival ser realizado na casa dele pela segunda vez. Sendo assim, o russo, campeão do peso-leve (70 kg), respondeu ‘Do Bronx’.

    Vale destacar que, em 2022, no mesmo mês e local, Charles lutou contra Makhachev pelo cinturão vago do peso-leve do UFC e foi finalizado no segundo round. Disposto a refazer seu caminho na categoria, o brasileiro voltou à ação em junho, no Canadá, e se recuperou ao nocautear Beneil Dariush no primeiro round. Em seguida, o atleta chegou a dizer que não lutaria com o carrasco em outubro, em Abu Dhabi, e pediu para a revanche acontecer no Brasil.

    Contudo, ‘Do Bronx’ voltou atrás e aceitou enfrentar o campeão do peso-leve do UFC novamente em território hostil. Ciente da insatisfação do brasileiro quanto ao local da revanche, Makhachev, por meio de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), negou receber qualquer tipo de favorecimento vindo da companhia e lembrou que, em fevereiro, viajou até a Austrália, colocou o título da divisão em jogo contra Alexander Volkanvosvki, campeão dominante do peso-pena (66 kg), e, mesmo atuando como visitante, venceu a superluta.

    “Charles, pedi para lutar nos EUA no verão, mas o UFC tinha outros planos. Eu sou um lutador do UFC, assim como você. Nunca estabeleci condições para o UFC e lutei onde ofereceram. Minha última luta aconteceu na Austrália, no quintal do desafiante. Tudo que você fala não faz sentido“, escreveu o campeão do UFC em sua conta oficial no ‘X’.

    Registro de Makhachev no MMA

    Islam Makhachev, de 31 anos, se consolidou como o melhor lutador do peso-leve do UFC. Atualmente, o russo é o campeão da categoria, o terceiro colocado no ranking peso-por-peso e possui 12 vitórias seguidas. Em sua trajetória na companhia, o atleta foi apontado por parte da comunidade do MMA como uma espécie de novo Khabib Nurmagomedov, seu amigo, por conta do estilo de luta e dominância no octógono. Seus triunfos mais importantes foram sobre Alexander Volkanovski, Arman Tsarukyan, Bobby Green, Charles ‘Do Bronx’, Dan Hooker, Davi Ramos, Drew Dober, Gleison ‘Tibau’ e Thiago Moisés.

  • Charles Do Bronxs questiona revanche contra Makhachev em Abu Dhabi: “Não acho justo”

    Charles Do Bronxs questiona revanche contra Makhachev em Abu Dhabi: “Não acho justo”

    No dia 22 de outubro de 2022, Charles Do Bronxs foi finalizado por Islam Makhachev e perdeu a chance de reconquistar o cinturão dos pesos-leves (70 kg) do UFC. À época, boa parte dos fãs do brasileiro atrelou o resultado negativo às adversidades enfrentadas pelo atleta da ‘Chute Boxe Diego Lima’ em Abu Dhabi (EAU) – como desgaste da viagem, fuso horário e, sobretudo, uma arena lotada de torcedores apoiando o rival. Com o intuito de voltar a ser campeão, o maior finalizador da história da liga terá que enfrentar a mesma situação nesta temporada, um cenário que não lhe parece justo.

    Vale ressaltar que, após ser superado pelo pupilo de Khabib Nurmagomedov, Charles fez campanha por uma revanche no Brasil, já que havia se deslocado ‘até a casa’ do russo no primeiro confronto. O pedido, porém, não foi atendido e a segunda luta entre os dois especialistas da luta agarrada foi novamente agendada como a atração principal de um card nos Emirados Árabes Unidos.

    Não acho justo não (lutar com ele em Abu Dhabi). Simplesmente tenho o sonho de me tornar campeão de novo, tenho que buscar (o título) onde o campeão está. Se é lá que tem que lutar para me tornar campeão, é lá que a gente vai estar”, destacou Charles, em entrevista ao canal ‘James Lynch’.

    Borrachinha com situação parecida

    Charles Do Bronxs não será o único brasileiro em destaque no UFC 294 que terá que lidar com o clima hostil da torcida. Escalado para o ‘co-main event’ do show, Paulo Costa também terá que lidar com a mesma atmosfera ao enfrentar Khamzat Chimaev, atleta de extremo apelo na região. Caso consiga ter o braço erguido, Borrachinha se tornará o primeiro atleta a derrotar o ‘Lobo’ no MMA profissional.

  • Volkanovski afirma que Makhachev venceria Charles Do Bronxs em uma luta de jiu-jitsu

    Volkanovski afirma que Makhachev venceria Charles Do Bronxs em uma luta de jiu-jitsu

    Charles Do Bronxs desponta como o maior finalizador da história do UFC, com 16 vitórias obrigando os rivais a darem os ‘três tapinhas’ em sinal de desistência. Desta forma, como não poderia deixar de ser, o brasileiro ganhou o status de um dos melhores representantes do jiu-jitsu em atividade dentro do MMA. Mas apesar de seus feitos, há quem enxergue uma eventual desvantagem do ex-campeão peso-leve (70 kg) no departamento onde é especialista. Esse é o caso de Alexander Volkanovski.

    Em seu próprio canal do Youtube, o campeão peso-pena (66 kg) exaltou as credenciais de Charles na luta agarrada, mas opinou que Islam Makhachev o venceria em uma luta nas regras do jiu-jitsu. Vale ressaltar que o russo finalizou o brasileiro em outubro de 2022, mas somente após aplicar um ‘knockdown’, que deixou o rival grogue. Mas para Volkanovski, até mesmo nos tatames, o pupilo de Khabib Nurmagomedov dominaria as ações contra o atleta da ‘Chute Boxe Diego Lima’. 

    “Quem eu acho que é um melhor grappler no MMA? Vou apontar para o Islam. No jiu-jitsu, vou com o Charles. Isso vai parecer bem controverso. Mesmo se eles fizessem uma luta de jiu-jitsu, quem eu acho que ganharia? Eu ainda diria Islam. Acho que (o Charles tem) finalizações e movimentos de jiu-jitsu mais nítidos e limpos. Mas quando se trata de grappling e controle, e ditar onde tudo vai acontecer, escolho Islam o dia todo. Por isso acho que será uma luta dura para o Charles. Charles é um praticante de jiu-jitsu melhor, mas o melhor grappler é o Islam, essa é minha análise”, opinou o australiano.

    Revanche no UFC 294

    Após um ano do primeiro confronto, Islam e Charles protagonizarão uma revanche, também em Abu Dhabi (EAU), que coloca o cinturão dos pesos-leves em jogo. O aguardado duelo lidera o card do UFC 294, agendado para o dia 21 de outubro. No ‘co-main event’, Paulo Borrachinha e Khamzat Chimaev medem forças pela categoria dos pesos-médios (84 kg).

  • McGregor projeta retorno ao UFC para dezembro e provoca Chandler: “Cale a boca”

    McGregor projeta retorno ao UFC para dezembro e provoca Chandler: “Cale a boca”

    Sem lutar desde 2021, Conor McGregor ainda tem que se resolver com a USADA (agência americana antidoping) para voltar a competir no UFC, mas se mostra otimista quanto ao seu retorno à ação. Em entrevista ao canal do ‘YouTube’ ‘All Out Fighting’, ‘Notorious’ menciona Michael Chandler como provável adversário e projeta o encontro para dezembro.

    Como sofreu uma grave lesão na perna durante a terceira luta contra Dustin Poirier, passou por uma cirurgia no local e precisou de um longo período de recuperação, o irlandês deixou o programa antidoping da USADA, parando de ser testado pela entidade. Portanto, para voltar a lutar no UFC, McGregor precisaria passar por um período mínimo de testes limpos de seis meses. Mas, até o momento, não há indícios de que ‘Notorious’ tenha retornado ao pool de testes do órgão.

    Sendo assim, a expectativa de parte da comunidade do MMA é que o ex-campeão do UFC volte a lutar em 2024. Mas McGregor segue na esperança de subir ao octógono novamente no último mês do ano e provoca Chandler. Vale pontuar que o irlandês discutiu com Charles ‘Do Bronx’ e Justin Gaethje, mas como o brasileiro foi escalado pela liga para disputar o título do peso-leve (70 kg) contra o campeão Islam Makhachev e ‘The Highlight’ se aproximou de lutar pelo cinturão após nocautear Poirier, em julho, ‘Notorious’ voltou a tratar ‘Iron’ como principal opção de rival.

    “A caminho. Ainda estou esperando por dezembro. Sim, tem que ser Chandler. Chandler, fique sentado, espere e cale a boca“, declarou o ex-campeão do UFC.

    Registro de McGregor no MMA

    Conor McGregor, de 35 anos, é o principal nome do UFC. Pela maior organização de MMA do mundo, o irlandês se transformou em um fenômeno do esporte ao conquistar o cinturão do peso-pena (66 kg) e do peso-leve. Na modalidade desde 2008, ‘Notorious’ possui um cartel composto por 22 vitórias, sendo 20 pela via rápida (19 por nocaute e uma por finalização), e seis derrotas. Seus principais triunfos foram sobre Chad Mendes, Donald Cerrone, Dustin Poirier, Eddie Alvarez, José Aldo, Max Holloway e Nate Diaz.

  • O’Malley revela plano do UFC após ficar sem defesa de título em dezembro

    O’Malley revela plano do UFC após ficar sem defesa de título em dezembro

    Logo após destronar Aljamain Sterling e se tornar campeão peso-galo (61 kg) do UFC em agosto, Sean O’Malley expressou interesse em fazer sua primeira defesa de cinturão ainda neste ano, de preferência diante de Marlon ‘Chito’ Vera, seu único algoz na carreira. Porém, com os últimos cards numerados do Ultimate na temporada já preenchidos por disputas de título em outras categorias, ‘Sugar’ agora prevê seu retorno ao octógono para 2024.

    Em recente participação no podcast ‘The Joe Rogan Experience’, O’Malley revelou que seu pedido para defender o título dos galos contra Vera em dezembro foi vetado pelo Ultimate porque a organização tinha outros planos para ele. De acordo com o americano, a entidade tem a intenção de colocá-lo para liderar um card próprio, o que não seria o caso se fosse escalado para atuar no UFC 296, último show numerado deste ano, que já possui o duelo entre o campeão meio-médio (77 kg) Leon Edwards e o desafiante Colby Covington como atração principal.

    “Eu realmente, de verdade, queria lutar em dezembro. Tipo quando eu desafiei Chito para dezembro, mas eu conversei com o UFC e eles meio que já tinham planos. Eles estavam tentando colocar Colby (Covington) e Leon (Edwards) juntos. Eu pedi a eles – eles me querem na luta principal do meu próprio evento, o que eu acho que é maneiro. Por mim tudo bem”, contou O’Malley.

    Prestígio

    A revelação feita por Sean O’Malley comprova que o recém-coroado campeão peso-galo está com prestígio dentro do Ultimate. Isso porque, além de concorrida, a posição de liderar um card numerado do UFC normalmente é dada a atletas em que a organização aposta como grande chamariz para atrair o público para a compra dos pacotes de transmissão do show via pay-per-view – e uma porcentagem destas vendas são destinadas aos campeões que atuam no evento em questão.

  • Canelo Álvarez descarta realização de superluta contra Terence Crawford no boxe

    Canelo Álvarez descarta realização de superluta contra Terence Crawford no boxe

    Saúl Álvarez, um dos maiores nomes da história do boxe, justificou novamente tal status ao atuar no último sábado (30). Em Las Vegas (EUA), o mexicano dominou Jermell Charlo, venceu a luta por decisão unânime e defendeu os cinturões dos super-médios (76 kg) da WBA (Associação Mundial de Boxe), WBC (Conselho Mundial de Boxe), WBO (Organização Mundial de Boxe) e IBF (Federação Internacional de Boxe). Mas, apesar da empolgação por conta do imponente triunfo, ‘Canelo’ tratou de diminuir a euforia dos fãs a respeito da realização de uma eventual superluta.

    Na coletiva de imprensa pós-show, ‘Canelo’ deixou claro não ter qualquer interesse em medir forças com Terence Crawford no ringue. Vale pontuar que, assim como o atleta, o americano também é um dos melhores boxeadores da atualidade. O veterano, de 36 anos, está invicto na carreira, com 40 vitórias, sendo 31 por nocaute, e é campeão dos meio-médios (66 kg) da WBA, WBC, WBO e IBF. É bem verdade que o mexicano não diminui a grandeza do companheiro de profissão, mas descarta o duelo de titãs do boxe, ao menos no atual momento.

    “Eu sempre digo que se a luta faz sentido, por que não? Mas ele não está nos meus planos. Não sei agora. Só vou aproveitar essa luta. Vocês saberão o que vem a seguir, com certeza. Me sinto ótimo e ainda estou no meu auge. Me sinto revigorado e estou pronto. Esse é o Canelo. Finalmente estou de volta. Me sinto confiante agora e ótimo. Estou muito feliz, porque há muito tempo não me sentia assim. Estou de volta”, declarou o ícone do boxe.

    Registro de Canelo no boxe

    Saúl Álvarez, de 33 anos, é um dos principais lutadores da história do boxe. Em sua carreira, o mexicano disputou 64 lutas, venceu 60, sendo 39 por nocaute, perdeu duas e empatou duas vezes. Suas únicas derrotas no esporte foram para Floyd Mayweather, em 2013, e Dmitry Bivol, em 2022.