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  • Francisco Figueiredo faz autocrítica sobre estreia no UFC e admite erro na reidratação

    Francisco Figueiredo faz autocrítica sobre estreia no UFC e admite erro na reidratação

    O UFC Fight Island 8, evento que foi realizado na última quarta-feira (20) na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), carregava expectativa extra pela estreia de Francisco Figueiredo, irmão do campeão peso-mosca (57 kg) do Ultimate, Deiveson. Mas apesar do triunfo sobre Jerome Rivera, por decisão unânime dos jurados, o paraense criticou sua apresentação e explicou o motivo de não ter se soltado mais durante o combate.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o atleta natural de Soure (PA) revelou que se sentiu cansado durante o combate e, por isso, não seguiu a estratégia planejada, que era buscar terminar a luta antes da decisão dos juízes. Por isso, Francisco apontou para o processo de perda de peso para justificar o rendimento abaixo do esperado.

    “Após a luta eu pensei que tinha sido o cardio, porque estava sem meu preparador físico no Pará, que estou acostumado a treinar. Dificilmente eu sinto meu gás nas lutas. Mas depois eu analisei com calma e acho que foi a questão do peso mesmo. Primeira vez que luto nessa categoria e não consegui ganhar muito peso depois. Lutei com 63 kg, estava muito magro. Era para ter lutado com 66 kg. Acho que a questão foi essa e afetou no gás”, admitiu o peso-mosca, antes de reprovar a sua performance.

    “Não achei que foi uma boa atuação. Claro que fiquei feliz de ganhar, de ter feito o suficiente para ganhar. Senti que estava sem conseguir soltar meu jogo, estava lento. Então mudei a estratégia, pois senti que tinha mais força que ele, estava botando para baixo fácil e decidi investir nas quedas para levar a luta por pontos mesmo. Eu pressiono muito, gosto de lutar e me envolver com meu adversário. Mas não consegui por não estar em condições boas de pressionar, estava sem aquele gás. Então dei uma segurada. Na próxima luta vou fazer tudo certo para pressionar e nocautear”, completou.

    Embora tenha feito uma autocrítica da sua performance, Figueiredo celebrou a realização do sonho de conseguir estrear na maior organização de MMA do mundo com vitória. O atleta citou que sabia da pressão que existia entorno sua luta, mas valorizou seu lado psicológico para lidar com essa situação e alertou seus colegas de categoria.

    “Bate um frio na barriga, mas estava muito concentrado e sabia dessa pressão toda. É um evento que sempre tive um sonho de lutar, trabalhei a vida toda para chegar. Mas trabalhei bem minha cabeça sobre isso. Estava focado somente no meu rival. Mas foi a realização de um sonho e só começo. Ainda tenho muita vitória pela frente e fiquei feliz de estrear com o pé direito. Por enquanto quero me estabilizar na categoria, ter uma grande vitória para depois chamar os caras e colocar o bicho para fora”, celebrou.

    No MMA profissional desde 2009, Francisco Figueiredo soma 12 vitórias, três derrotas e um ‘No Contest’ (luta sem resultado) na carreira. O principal momento na carreira do paraense, até o momento, aconteceu em abril de 2018, quando ele nocauteou Manoel ‘Maranhão’ e conquistou o cinturão interino do peso-galo do Jungle Fight.

  • Michael Chandler elogia concorrência no UFC e lembra de vitórias sobre ex-campeões

    Michael Chandler elogia concorrência no UFC e lembra de vitórias sobre ex-campeões

    Depois de muito tempo de espera, Michael Chandler finalmente vai estrear no UFC. O ícone do Bellator está escalado para enfrentar Dan Hooker no ‘co-main event’ da edição de número 257, que acontece em Abu Dhabi (EAU) no dia 23 de janeiro, em confronto que deve garantir mudanças no ranking do peso-leve (70 kg) da organização. Vale lembrar que ‘Iron’, como o atleta é conhecido, foi contratado pela companhia a peso de ouro e garantiu estar preparado para encarar os principais nomes do esporte.

    Na coletiva de imprensa do UFC 257 realizada nessa quinta-feira (21), Chandler revelou que seus treinamentos nunca foram baseados em seus adversários no Bellator mas sim com o objetivo de enfrentar o melhor peso-leve do UFC. O americano não escondeu a empolgação por integrar o plantel de atletas do UFC e admitiu que essa é a missão mais dura de sua carreira.

    Ao mesmo tempo, ‘Iron’ fez questão de lembrar que superou dois ex-campeões da companhia (Ben Henderson e Eddie Alvarez) em sua trajetória no esporte, como uma espécie de preparação. Sem Khabib Nurmagomedov, que anunciou a aposentadoria, o americano frisou que a atual fase da divisão é perfeita para roubar a cena.

    “Toda vez que treinei para as lutas, não estava pensando nos adversários e sim em lutar contra o número um do mundo e o melhor sempre esteve no UFC. Sempre treinei para vencer aquele cara. Na última vez que estive na ‘Ilha da Luta’, vi Khabib, Gaethje e eles são do alto escalão. Esses são os caras com quem sempre quis competir desde e agora tenho a oportunidade. Esta é a competição mais difícil que enfrentarei em toda minha vida, mas quando você olha meu currículo, lutei e venci Alvarez e ‘Bendo’, que foram campeões no UFC. Sempre sonhei com este dia e estou preparado. Todos são os melhores do mundo e a categoria dos leves é a mais badalada. Foi o momento perfeito para inserir meu nome na disputa”, declarou Chandler.

    Mesmo sem estrear pelo UFC, Michael Chandler, de 34 anos, é um dos principais nomes para ocupar o lugar de Khabib Nurmagomedov como campeão do peso-leve. Agora, ‘Iron’ tem a chance de enfrentar os melhores atletas da categoria na principal organização de MMA do mundo. A última aparição do ex-número um do Bellator aconteceu em agosto, quando nocauteou Ben Henderson no primeiro round. Os triunfos mais importantes do americano no esporte foram diante de ‘Bendo’ (duas vezes), Eddie Alvarez e Patricky ‘Pitbull’ (duas vezes).

  • Dana White engrossa campanha para retorno de Khabib: “Ele treina todos os dias”

    Dana White engrossa campanha para retorno de Khabib: “Ele treina todos os dias”

    Ao que parece, a decisão final sobre a volta de Khabib Nurmagomedov ao UFC vai demorar para acontecer. Contudo, Dana White ignorou o mistério em torno do futuro do campeão do peso-leve da organização (70 kg) e elogiou o russo. Se o líder da empresa revelou que sofreu para lidar com profissionais como Colby Covington e Tyron Woodley, entre outros, ele informou que o mesmo cenário não se aplica a ‘The Eagle’, como o atleta é conhecido.

    Em entrevista ao canal do ‘YouTube’ ‘The National’, Dana apontou Khabib como um dos profissionais mais fáceis de negociar e um dos que não lhe causou problemas no UFC. Inclusive, o presidente da organização enalteceu a personalidade e o profissionalismo do campeão do peso-leve da companhia. Quanto ao futuro do astro russo no MMA, o cartola frisou que a decisão do lutador foi prematura e ainda não desistiu de contar o número um da categoria em sua empresa.

    “Khabib é um dos melhores lutadores para se lidar no esporte. Ele é um cara bom. Suas prioridades, coração e cabeça estão no lugar certo. Ele ainda treina todos os dias. Ele treina com todos os seus rapazes e está em grande forma. A última vez que Khabib lutou em Abu Dhabi, a tremenda pressão que sofreu, a lesão que teve, o falecimento do pai e o fato de ir para o ‘camp’ e deixar sua família, tudo isso o levou a se aposentar e acho que ele foi um pouco prematuro. Dei a ele a oportunidade de tirar um tempo, de não tomar a decisão agora e se recuperar”, declarou Dana.

    Khabib Nurmagomedov, de 32 anos, se aposentou do MMA de forma invicta, somando 29 vitórias. Os triunfos mais importantes do campeão do peso-leve do UFC foram diante de Conor McGregor, Justin Gaethje, Dustin Poirier, Rafael dos Anjos, Edson Barboza e Gleison ‘Tibau’. Atualmente, o russo se transformou em homem de negócios e virou presidente do EFC (Eagle Fighting Championship), sua própria organização de MMA.

  • Dustin Poirier revela trunfo para vencer revanche contra Conor McGregor no UFC 257

    Dustin Poirier revela trunfo para vencer revanche contra Conor McGregor no UFC 257

    Normalmente, os adversários de Conor McGregor são apontados como azarões pelos fãs, e este cenário se repetiu com Dustin Poirier. A dupla vai se enfrentar no ‘main event’ do UFC 257, atração que acontece neste sábado (23), na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), e é difícil ignorar o passado. Vale lembrar que, em 2014, o astro irlandês nocauteou o americano no primeiro round, em encontro válido pelo peso-pena (66 kg). Contudo, o ex-campeão interino do peso-leve (70 kg) da organização revelou um trunfo para dar o troco no oponente.

    Na coletiva de imprensa do UFC 257 realizada nesta quinta-feira (21), Poirier destacou que uma importante arma que possui é esquecer o que fãs, atletas e jornalistas pensam a respeito da revanche contra McGregor. O ex-campeão interino do peso-leve da organização ignorou não só o status de “zebra” para o segundo duelo com o carrasco, como também o que aconteceu no primeiro embate entre eles. Inclusive, o americano lembrou que não é mais o mesmo lutador que enfrentou o astro irlandês pelo peso-pena. Além disso, ‘The Diamond’, como o profissional é conhecido, mostrou ter conhecimento do que o combate e o triunfo representam para seu legado e para a categoria respectivamente.

    “Não me importo mais com o que as pessoas pensam. Eu costumava me importar muito. Isso é um superpoder. Não dar a mínima. É isso aí. Lutamos há seis anos. Você tem que evoluir para permanecer no topo dos leves por tanto tempo, para ficar no UFC por tanto tempo. Estou tentando provar algo. Trabalhei muito e estou tentando fazer valer a pena, tentando colocar minha família em uma posição melhor. Isso não é diferente. Sei o que uma vitória sobre McGregor significa nos esportes de combate e sei que quem quer que vença essa luta vai disputar o cinturão. É por isso que luto”, declarou Poirier.

    Conor McGregor e Dustin Poirier lutaram em 2014, pelo peso-pena e, na época, fora do octógono, a dupla se envolveu em um ‘trash talk’ pesado e protagonizou encaradas tensas. Dentro dele, o duelo foi vencido pelo irlandês por nocaute ainda no primeiro round. Atualmente, os dois trocaram mensagens respeitosas pelas redes sociais e, antes da revanche ser oficializada pelo UFC, negociavam para realizar uma luta beneficente. No peso-leve, McGregor se encontra na quarta posição no ranking, enquanto Poirier é o número dois da categoria.

  • Vanessa Melo credita 1ª vitória no UFC à mudança de time: “Fez toda a diferença”

    Vanessa Melo credita 1ª vitória no UFC à mudança de time: “Fez toda a diferença”

    Com três derrotas seguidas desde sua estreia pelo Ultimate, Vanessa ‘Miss Simpatia’ Melo subiu no octógono do UFC Fight Island 7, no último sábado (16), pressionada para conseguir um bom resultado e reverter sua situação na entidade. Com uma apresentação sólida, a peso-galo (61 kg) paulista superou a canadense Sarah Moras por pontos e garantiu sua primeira vitória pela organização. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, ‘Miss Simpatia’, como é conhecida, creditou o triunfo à mudança de time e admitiu surpresa, e até um certo incômodo, com o estilo de jogo imposto pela adversária.

    Ex-atleta da ‘Babuíno Gold Team’, Vanessa trocou de equipe e passou a treinar na ‘Thaiunit’, assim como na academia de Demian Maia, pouco antes de sua luta contra Karol Rosa, em julho do ano passado. No entanto, o pouco tempo de adaptação às novas diretrizes não foram o suficiente para que seu desempenho no confronto contra a compatriota fosse influenciado.

    Agora, passados alguns meses da mudança e já adaptada aos novos treinadores, a peso-galo entende que finalmente foi capaz de colocar em prática sua nova versão no combate contra Sarah Moras. De acordo com a lutadora, a postura mais estratégica vista no último sábado, assim como o melhor condicionamento físico e a melhora técnica, foram consequências diretas da troca de equipes.

    “Eu não sei nem explicar direito a felicidade que eu senti (risos). Felicidade, alívio. Eu trabalhei muito para essa luta. Eu sabia da importância de uma vitória, então eu me dediquei 110% para buscar essa vitória. Mesmo sendo uma luta meio morna, eu busquei o tempo todo, sempre andando para frente. Quem vê minhas lutas sabe que eu busco, às vezes acabo até brigando um pouco na luta. Mas parecia que ela estava com medo, não sei. Não sei explicar. Eu procurei buscar a luta, procurei jogar com inteligência, para fazer a luta perfeita aos olhos dos meus corners. Quem assistiu a luta viu que tudo que eles falavam eu fazia”, comentou Vanessa, antes de analisar o papel da mudança de camp no seu amadurecimento como lutadora.

    “Eu acho que a mudança de time fez toda a diferença. Eu estava há nove anos no meu time antigo. Então foi uma mudança radical na minha vida. Você tem que se adaptar a outros tipos de treinamento, você fica aberta a outros tipos de visões. Essa parte de jogar sempre em cima de uma estratégia, eu acho que isso foi muito devido a esse time novo. Foram mudanças na forma de agir e pensar. Isso fez com que eu amadurecesse como atleta. Por mais que eu tenha muitas lutas, eu acho que amadureci muito com essa mudança pela qual eu passei e acho que ela me fez muito bem, deu para todo mundo ver. Nessa luta eu consegui mostrar para todo mundo que eu não estava lá para brincadeira”, declarou.

    Com a continuidade de sua trajetória no UFC em perigo em caso de nova derrota, Vanessa se preparou para a batalha de sua vida, especialmente por sua adversária também precisar de um resultado positivo para se manter na organização, após acumular apenas três triunfos em oito combates no octógono do Ultimate. No entanto, a brasileira foi surpreendida pela estratégia passiva da rival, que optou por jogar no contra ataque, em golpes que, em sua maioria, sequer chegavam perto de acertar a paulista.

    Apesar da aparente vantagem no placar, Vanessa admite que o estilo de jogo travado da rival e os gritos a cada tentativa de golpe lançado por Sarah Moras a incomodaram, especialmente nos cinco minutos finais do combate. Nesta hora, de acordo com a paulista, seus treinadores tiveram novamente papel determinante para que ela mantivesse a concentração no plano traçado, a fim de evitar riscos desnecessários que pudessem lhe tirar a vitória.

    “Eu esperava uma luta mais agarrada, eu achava que ela buscaria o chão o tempo todo. Mas ela só esboçou um ataque de queda. Eu esperava bem mais. Eu fui preparada para fazer a luta do século (risos). Porque estávamos eu e ela na berlinda, então seria uma luta para matar ou morrer. Eu achei que ela viria para buscar o tempo todo o grappling, que é um ponto forte dela. Mas ela não fez o que eu esperava e foi uma luta mais tranquila do que eu esperava”, admitiu ‘Miss Simpatia’, antes de revelar sua irritação com os gritos da rival durante o combate.

    “No terceiro round começou a me incomodar porque ela ficou três rounds jogando daquele jeito, e eu tinha que ficar caçando. E ela gritando. Esses gritos incomodaram, principalmente a partir do último round. Na realidade, esses gritos incomodam, mas eu estava tão concentrada que eu procurei tirar da minha mente tudo que me incomodava e respirar fundo. Eu sou uma pessoa calma, mas quando começou o terceiro round e eu vi que ela ia fazer a mesma coisa, aí começou a me incomodar. Aí faltando 30 segundos ela quis ir para a briga. E eu comecei a querer aceitar, mas meus treinadores falaram para eu não brigar e eu falei: ‘Agora que é o último round eu não vou para a briga’. Então, eu consegui manter a cabeça no lugar e não partir para a briga franca, fazendo o que eles estavam mandando”, contou.

    A falta de ações efetivas de Sarah Moras durante a luta contrastaram com sua reclamação após o anúncio da vitória de Vanessa. A canadense deixou clara sua insatisfação, ainda no octógono, com a derrota na decisão unânime dos juízes. A atitude da rival foi mais um motivo de surpresa para a brasileira, que culpou o córner da oponente pelo destempero da atleta.

    “Ela gritava muito e não acertava. Todos os jabs dela pegavam na minha mão, que estava um pouco à frente, e eu tirava. Ela não tinha continuidade nenhuma. E ela ainda saiu reclamando do resultado. A gente desceu do octógono e ela estava reclamando lá embaixo. O pessoal estava até falando: ‘Não sei que luta que ela viu’. Mas o corner tem que ser sincero com o atleta. Pelo que me falaram, o corner falou para ela que ela estava ganhando. Só que eu não sei que luta que ele viu”, finalizou a lutadora paulista.

    Com o triunfo sobre Sarah Moras no UFC Fight Island 7, Vanessa Melo soma agora 11 vitórias e oito derrotas em sua carreira no MMA profissional. Mais tranquila com relação ao seu futuro na organização, a brasileira aguarda a definição sobre seu próximo compromisso e prevê um retorno rápido ao octógono mais famoso do mundo.

  • McGregor nega problemas de condicionamento físico para revanche com Poirier

    McGregor nega problemas de condicionamento físico para revanche com Poirier

    No dia 23 de janeiro, Conor McGregor enfrenta Dustin Poirier no ‘main event’ do UFC 257, atração que acontece na ‘Ilha da luta’, em Abu Dhabi (EAU), e um de seus objetivos é solucionar a dúvida quanto ao seu condicionamento físico. O ex-campeão do peso-pena (66 kg) e do peso-leve (70 kg) da organização é um striker conhecido por ser uma ameaça aos adversários nos rounds iniciais, mas, com o passar do tempo, seu ritmo cai no octógono. Isso ocorreu nas derrotas do astro irlandês para Khabib Nurmagomedov e Nate Diaz – porém, o atleta negou qualquer tipo de problema.

    Na coletiva de imprensa do UFC 257 realizada nessa quinta-feira (21), McGregor definiu os questionamentos sobre o seu condicionamento como uma espécie de mito no MMA. O ex-campeão do UFC explicou o que aconteceu na primeira luta contra Diaz e tratou o cansaço como algo natural. Para a revanche contra Poirier, o astro irlandês garantiu que está em excelente forma física e indicou torcer por um duelo prolongado, justamente, para silenciar os críticos, mas duvidou que o adversário possa resistir ao seu poder.

    “A dúvida sobre meu condicionamento é um mito. Obviamente, na primeira luta com Diaz saí dos penas e lutei nos meio-médios. Isso obviamente teria impacto. Em seguida, tive outros problemas, mas acho que é um mito. Espero poder responder em algum momento. Algum dia, alguém vai conseguir resistir aos meus golpes e espero que seja sábado à noite. Acho isso? Não. Estou muito bem e vou apresentar uma obra-prima. Acabei com Poirier em 90 segundos na primeira vez. Tenho confiança total na minha preparação e nas minhas habilidades. Sei que há dúvidas, que Poirier é mais pesado e mais experiente, mas acredito que posso nocautear. Vou acabar rápido, mas espero uma luta longa e boa”, declarou McGregor que listou possíveis oponentes para o futuro.

    “Temos três ou quatro homens aqui e eles são todos oponentes em potencial. Poirier, Hooker, Chandler e também tem Holloway. Estou muito animado para ver o que acontece no ‘co-main event’”, concluiu.

    Conor McGregor, de 32 anos, é o principal nome do UFC e possui uma legião de fãs no esporte. O astro irlandês estrou na organização em 2013, se transformou em um fenômeno e conquistou o cinturão do peso-pena e do peso-leve. Suas vitórias mais marcantes foram diante de Chad Mendes, Donald Cerrone, Dustin Poirier, Eddie Alvarez, José Aldo, Max Holloway e Nate Diaz. Atualmente, o atleta ocupa a quarta posição no ranking dos leves.

  • Dan Hooker provoca Charles ‘Do Bronx’ por recusa de luta com Michael Chandler

    Dan Hooker provoca Charles ‘Do Bronx’ por recusa de luta com Michael Chandler

    Neste sábado (23), Dan Hooker vai ser o responsável por dar as boas-vindas a Michael Chandler no Ultimate, em duelo que será a co-luta principal do UFC 257, que será realizado em Abu Dhabi (EAU). Mas o neozelandês não era a primeira escolha da organização para encarar o ex-campeão do peso-leve (70 kg) do Bellator.

    Em recente declaração, Dana White, presidente do evento, afirmou que o UFC ofereceu a luta com Chandler para Charles ‘Do Bronx’. No entanto, o dirigente revelou que o brasileiro recusou o embate pelo curto período de preparação e, consequentemente, pela dificuldade que teria de cortar o peso novamente em tão pouco tempo – sua última luta foi em dezembro de 2020, quando venceu Tony Ferguson.

    Por isso, Hooker, em coletiva de imprensa do UFC 257, realizada nesta quinta-feira, não perdeu a chance de provocar o brasileiro ao questioná-lo se não bateria mesmo o peso. O neozelandês valorizou a sua postura de aceitar o combate em pouco tempo.

    “O velho Charlie ‘Olives’ disse que não conseguiria bater o peso. Dana, você acredita que Charlie ‘Olives’ não consegue chegar ao peso (na hora)? Estou aqui, estou assumindo o risco e isso significa que estou colhendo a recompensa. Tenho vassouras mais grossas do que aquele menino”, provocou o neozelandês, atual número seis do ranking.

    No UFC desde 2014, Dan Hooker, de 30 anos, disputou 15 lutas, venceu 10, sendo oito por nocaute/finalização, e perdeu outras cinco. Atualmente, o neozelandês se encontra na sexta posição no ranking do peso-leve. Sua última aparição aconteceu em junho, quando foi derrotado por Dustin Poirier em uma verdadeira batalha.

  • Poirier elege disputa de título contra Khabib como a mais importante de sua carreira

    Maior ativo comercial dentro do plantel de atletas do UFC, Conor McGregor desperta o interesse de muitos lutadores, que enxergam no duelo contra a estrela da companhia uma oportunidade de crescer esportivamente e, principalmente, no aspecto financeiro, tendo em vista os altos valores envolvidos em todas as lutas do irlandês. Porém, apesar da grandiosidade envolvendo a disputa do próximo sábado (23) contra o europeu, Dustin Poirier não a coloca no topo da prateleira de batalhas na sua carreira.

    Questionado sobre o duelo contra McGregor na luta principal do UFC 257, que acontece neste sábado, na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), Poirier exaltou a importância do combate, mas ressaltou que o principal compromisso de sua carreira foi a disputa pelo título peso-leve (70 kg) do Ultimate. Vale lembrar que o americano teve a oportunidade de lutar pelo cinturão da categoria em setembro de 2019, mas acabou derrotado pelo campeão Khabib Nurmagomedov.

    O confronto contra McGregor, no entanto, pode ajudá-lo a se aproximar de seu objetivo maior. Dustin – atual segundo colocado no ranking da divisão dos leves – destacou que uma vitória sobre o irlandês pode garantir a ele o próximo ‘title shot’.

    “Obviamente, essa é uma grande luta (contra McGregor), mas lutar pelo título mundial é a maior luta que você pode conseguir, pelo menos para mim. Porque essa é a razão pela qual eu luto. Eu quero ser o campeão mundial indiscutível. E eu ainda estou perseguindo esse objetivo. E eu sei que essa luta aqui me deixa um passo mais próximo disso”, ponderou Dustin.

    Penúltimo lutador a desafiar Khabib Nurmagomedov pelo título dos leves, Dustin Poirier se recuperou da derrota sofrida para o russo com um triunfo por pontos sobre Dan Hooker, em junho do ano passado. O americano vai em busca da segunda vitória consecutiva neste sábado, ao medir forças novamente com Conor McGregor, no main event do UFC 257, em uma revanche do combate disputado em 2014, vencido pelo irlandês.

  • Após reunião com Dana White, Khabib nega volta ao UFC: “Lutar não está nos planos”

    Após reunião com Dana White, Khabib nega volta ao UFC: “Lutar não está nos planos”

    A novela continua. Se no sábado (16) Dana White deu a entender que Khabib Nurmagomedov pode sair da aposentadoria e, consequentemente, retornar ao UFC, na quarta-feira (20), o campeão do peso-leve (70 kg) da organização frustrou os planos do cartola. O russo, que atuou como corner de seu primo Umar Nurmagomedov, no UFC Fight Island 8, evento realizado em Abu Dhabi (EAU), atualizou sua atual situação no esporte e, a princípio, a notícia é boa para seus fãs.

    Em entrevista ao canal do ‘YouTube’ ‘Sport24ru’, Khabib afirmou com todas as letras que lutar não faz parte de seus planos. O campeão do peso-leve do UFC explicou que os lutadores precisam estar dispostos no MMA e indicou que não possui mais motivação para tal. O russo lembrou que possui muitos feitos em sua carreira e mencionou ter vários projetos, até mesmo nos esportes de combate, mas negou que o retorno ao octógono seja um deles. Ao mesmo tempo, ‘The Eagle’, como o atleta é conhecido, adiantou que vai seguir treinando, já que ama o estilo de vida que pratica há anos.

    “Deve haver alguma motivação, alguma fome. Eu pratico esportes há tantos anos, tenho feito isso toda a minha vida. Já consegui quase tudo no MMA e não há ninguém com quem eu gostaria de lutar agora. Sei que há muitos lutadores que gostariam de ganhar dinheiro, que lutam por algo. O que devo fazer? Muitas pessoas não querem entender meu lado. Se falarmos sobre todos os meus projetos de negócios, tenho muito o que fazer e as lutas não estão nos planos. Treino para mim. O que mais me dá prazer é treinar. É o que fiz por toda vida e vou continuar treinando constantemente, mas se falarmos das lutas, elas não fazem parte dos meus planos”, declarou Khabib que explicou que não vai decepcionar sua mãe e ressaltou que teve que se sacrificar para alcançar seu atual nível.

    “As pessoas discutem constantemente se vou voltar ou não. Estamos em 2021 e muita coisa aconteceu em 2020. Não sabemos o que vai acontecer em 2022, 2023, então não vamos falar sobre isso. Ninguém sabe o que vai acontecer amanhã. Não tenho planos para o UFC em um futuro próximo. Não tenho qualquer ideia de como me preparar para a luta. Minha mãe é a coisa mais preciosa que me resta. Você não vai me pressionar para fazer algo que vai decepcionar minha mãe. Me deixe aproveitar o que tenho por hoje. Eu me sacrifiquei muito para chegar a este nível”, concluiu.

    Khabib Nurmagomedov, de 32 anos, é um dos lutadores mais dominantes da história do MMA. Os triunfos mais importantes do campeão do peso-leve do UFC foram diante de Conor McGregor, Justin Gaethje, Dustin Poirier, Rafael dos Anjos, Edson Barboza e Gleison ‘Tibau’. Atualmente, o russo se transformou em homem de negócios e virou presidente do EFC (Eagle Fighting Championship), sua própria organização de MMA.

  • McGregor ataca Khabib e sugere que campeão seja destituído de título pelo UFC

    De volta à ação neste sábado (23), diante de Dustin Poirier, na luta principal do UFC 257, em Abu Dhabi (EAU), Conor McGregor não esconde de ninguém que seu objetivo final é uma revanche contra Khabib Nurmagomedov, pelo cinturão dos leves (70 kg). Meta dificultada pela recente aposentadoria do russo e pelo constante desinteresse em um reencontro no octógono demonstrado pelo campeão em suas declarações. Mas, caso o desprezo do rival continue, o irlandês só enxerga uma solução.

    Durante a coletiva de imprensa do UFC 257, realizada nesta quinta-feira (21), Conor sugeriu que Khabib seja destituído do título da divisão dos leves pela organização caso se mantenha inativo. Apesar de reiterar seu desejo de vingar a derrota sofrida para o russo em 2018, McGregor destacou que não pretende perseguir uma revanche se o rival não faz questão de enfrentá-lo novamente.

    “O mundo sabe que essa luta não terminou. Essa guerra não terminou. O esporte precisa que isso aconteça, as pessoas precisam que isso aconteça. Eu não vou correr atrás disso se ele não quer. Eu vou mostrar ao mundo, com o tempo, o que é o que”, afirmou Conor, antes de sugerir que o campeão seja destituído de seu cinturão.

    “Se aquele homem continuar a fugir e se esquivar do compromisso de competir novamente, o título deveria ser retirado. Eu estou interessado em ouvir quais serão as desculpas depois da luta (do UFC 257). Mas eu prevejo um título retirado”, apostou.

    Conor McGregor e Khabib Nurmagomedov se enfrentaram em outubro de 2018, no UFC 229, em Las Vegas (EUA), em disputa que terminou com vitória do russo, por finalização. Desde então, o irlandês – ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve do Ultimate – tem buscado uma revanche contra o rival, mas ‘The Eagle’ nunca demonstrou interesse em dividir novamente o octógono com o astro da companhia.