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  • Ex-campeão do Bellator nocauteia em estreia no UFC e provoca Conor e Khabib

    Ex-campeão do Bellator nocauteia em estreia no UFC e provoca Conor e Khabib

    Ex-campeão peso-leve (70 kg) do Bellator, Michael Chandler finalmente estreou no octógono mais famoso do mundo neste sábado (23), quando encarou Dan Hooker no co-main event do UFC 257. E como esperado, o americano justificou a badalada transferência entre as organizações com uma vitória rápida.

    Agressivo, o wrestler dominou o centro do octógono logo no início e caminhou para frente a todo momento. Pressionando a todo momento e alternando golpes no corpo com cruzados no rosto, Chandler obrigou o atleta da Nova Zelândia a andar para trás, estratégia que não se mostrou efetiva.

    Focado na tentativa de um contra-ataque, Hooker foi pego de surpresa com um cruzado de esquerda no queixo que o levou a knockdown. Na sequência, mais alguns golpes decretaram o final da estreia de Chandler no UFC. Tudo isso em meros 2m30s.

    “Surpresa, surpresa! Conor McGregor, tem um novo rei por aqui. Dustin Poirier, estou aqui. Khabib, se um dia você quiser voltar, estarei aqui para você”, decretou após a vitória, deixando claro que chegou para abalar as estruturas da divisão dos pesos-leves (70 kg).

    Acompanhe os resultados do UFC 257:

    Michael Chandler nocauteou Dan Hooker no 1º round;
    Joanne Calderwood venceu Jessica Eye por decisão unânime;
    Makhmud Muradov nocauteou Andrew Sanchez no 3º round;
    Marina Rodriguez nocauteou Amanda Ribas no 2º round;
    Arman Tsarukyan venceu Matt Frevola por decisão unânime;
    Brad Tavares venceu Antônio ‘Cara de Sapato’ por decisão unânime;
    Julianna Peña finalizou Sara McMann no 3º round;
    Marcin Prachnio venceu Khalil Rountree Jr. por decisão unânime;
    Movsar Evloev venceu Nik Lentz por decisão dividida;
    Amir Albazi venceu Zhalgas Zhumagulov por decisão unânime.

  • Marina nocauteia Amanda Ribas ‘duas vezes’ e vence duelo brasileiro no UFC

    Marina nocauteia Amanda Ribas ‘duas vezes’ e vence duelo brasileiro no UFC

    Representantes brasileiras na divisão peso-palha (52 kg) do UFC, Amanda Ribas e Marina Rodriguez se enfrentaram neste sábado (23) em duelo que abriu o card principal do show realizado em Abu Dhabi (EAU). E a melhor ficou com a gaúcha, especialista em muay thai, que mostrou sua habilidade na luta em pé para nocautear a rival ‘duas vezes’.

    Número oito do ranking do UFC, Marina voltou a triunfar após perder sua invencibilidade em sua última apresentação, quando foi superada por Carla Esparza em julho do ano passado. Para conquistar esta vitória, no entanto, a atleta precisou se recuperar do primeiro assalto em que foi dominada no solo e soltar seu jogo em pé.

    No segundo assalto, depois de conectar um knockdown, a atleta pensou que o árbitro Herb Dean havia encerrado a luta e levantou para comemorar com sua equipe. Momentos depois, ao perceber que a disputa continuava, ela voltou a atacar Amanda até, de fato, nocautear sua rival.

    A luta

    Logo no início, Amanda dominou o centro do octógono e caminhou para cima, pressionando sua oponente. Cautelosa, Marina caminhou para trás e escolheu os momentos de atacar, até que, após um clinche, foi derrubada. Por baixo, a catarinense trabalhou com a guarda fechada e se defendeu bem das investidas da rival, inclusive de tentativas de finalizações na cervical. Vantagem para a atleta mais agressiva! Amanda 10 x 9 Marina.

    No segundo round, Marina aproveitou a disposição de Amanda para trocar em pé e com um forte direto de direita no queixo conectou um knockdown. A seguir, com seguidos golpes no ground and pound, a catarinense se convenceu de que tinha vencido a luta e levantou celebrando. Para sua surpresa, no entanto, o árbitro não interrompeu a disputa.

    Sem perder tempo, Marina voltou a encurtar a distância e, com dois fortes cruzados que balançaram a oponente, obrigou Herb Dean a decretar o final da disputa enquanto Amanda, cambaleando, tentava permanecer em pé.

    Acompanhe os resultados do UFC 257:

    Marina Rodriguez nocauteou Amanda Ribas no 2º round;
    Arman Tsarukyan venceu Matt Frevola por decisão unânime;
    Brad Tavares venceu Antônio ‘Cara de Sapato’ por decisão unânime;
    Julianna Peña finalizou Sara McMann no 3º round;
    Marcin Prachnio venceu Khalil Rountree Jr. por decisão unânime;
    Movsar Evloev venceu Nik Lentz por decisão dividida;
    Amir Albazi venceu Zhalgas Zhumagulov por decisão unânime.

  • Cara de Sapato perde a terceira seguida e corre risco de ser cortado do UFC

    Cara de Sapato perde a terceira seguida e corre risco de ser cortado do UFC

    Primeiro brasileiro em ação no card do UFC 257, evento realizado neste sábado (23), em Abu Dhabi (EAU), Antônio ‘Cara de Sapato’ retornou ao octógono após mais de um ano parado e, diante de Brad Tavares, conheceu sua terceira derrota seguida. Com o resultado, que carimba sua pior fase no MMA, o peso-médio (84 kg) corre risco de ser desligado da empresa.

    Pouco efetivo também em pé quando com suas tentativas de quedas, o brasileiro viu sua estratégia ser frustrada pelo oponente. Com seguidas defesas, Tavares se manteve em pé e conectou melhores golpes em pé para, assim, convencer os três jurados de sua superioridade.

    Contratado pelo UFC após sua vitória no ‘TUF Brasil 3’, em 2014, Sapato, membro da ‘American Top Team’, realizou sua 13º luta no octógono mais famoso do mundo. Depois de um começo promissor, o atleta caiu de rendimento e agora corre sério risco de ser cortado do plantel de lutadores da empresa.

    A luta

    Especialista em jiu-jitsu, Cara de Sapato encurtou a distância repetidas vezes no assalto inicial, mas esbarrou na boa defesa de quedas do americano. Apostando na troca de golpes da média distância, Tavares aproveitou os momentos em que se livrava do clinche do rival para investir em combinações, que equilibraram a etapa. No entanto, a postura ofensiva do brasileiro lhe garantiu vantagem na etapa. Cara de Sapato 10 x 9 Tavares.

    No segundo round, o americano apostou mais na contundência de seus ataques e, principalmente com ataques cruzados, acertou o rosto do atleta da American Top Team algumas vezes – chegando a balançá-lo nos segundos finais. Sem conseguir manter o oponente no chão novamente, o brasileiro passou boa parte dos cinco minutos caminhando para trás tentando trabalhar com jabs. Duelo empatado! Cara de Sapato 19 x 19 Tavares.

    Cansados, os atletas pouco fizeram na etapa final. Em uma repetição da dinâmica apresentada até então, Sapato tentou derrubar algumas vezes e teve seus melhores momentos ao pressionar o rival contra a grade e trabalhar com golpes curtos. Por sua vez, Tavares acertou mais golpes e se mostrou mais ativo no centro do octógono. Cara de Sapato 28 x 29 Tavares.

    Acompanhe os resultados do UFC 257:

    Brad Tavares venceu Antônio ‘Cara de Sapato’ por decisão unânime;
    Julianna Peña finalizou Sara McMann no 3º round;
    Marcin Prachnio venceu Khalil Rountree Jr. por decisão unânime;
    Movsar Evloev venceu Nik Lentz por decisão dividida;
    Amir Albazi venceu Zhalgas Zhumagulov por decisão unânime.

  • Covington debocha de Poirier e aposta em “choro e morte” do desafeto no UFC 257

    Covington debocha de Poirier e aposta em “choro e morte” do desafeto no UFC 257

    Ex-companheiro de equipe e desafeto declarado de Dustin Poirier, Colby Covington não perde a oportunidade de provocar o peso-leve (70 kg), que encara o irlandês Conor McGregor neste sábado (23), na luta principal do UFC 257, em Abu Dhabi (EAU). Em sua conta oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), o polêmico lutador debochou do antigo colega de time e apostou em sua “morte” dentro do octógono diante do ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve do Ultimate.

    Em um vídeo promocional para divulgar uma casa de apostas online, Covington lamentou, de forma sarcástica, não poder apostar na probabilidade de Poirier chorar e apontou a derrota do peso-leve americano como a melhor opção para os jogadores. Sobrou até mesmo para Jorge Masvidal, outro ex-companheiro de equipe e desafeto de ‘Chaos’, que teve sua lealdade questionada pelo falastrão.

    “Nesta noite, nós estamos de volta com o UFC 257. E na luta principal nós temos Conman (Conor) McGregor contra o macho beta, campeão do Ultimate Sentimentos, Dustin Sorrier (Poirier). Dustin, eu não sou como aquele Judas (Jorge Masvidal) que anda com você, que vai torcer contra você pelas suas costas, eu digo para você na sua cara, e nesse final de semana não é diferente. Você foi escolhido a dedo porque você não sabe lutar wrestling e é facil de ser acertado. E como não existe uma aposta em você chorando nesse final de semana, nós vamos pegar a melhor aposta que existe: você morrendo. Então façam suas apostas e invistam em ações de lenços de papel, porque depois que Dustin for atropelado, ele vai estar chorando na coletiva de imprensa”, provocou ‘Chaos’.

    A rivalidade entre Colby Covington e Dustin Poirier teve início quando ambos faziam parte da ‘American Top Team’, assim como Jorge Masvidal. A troca de provocações e ameaças entre eles obrigou o dono da equipe, Dan Lambert a intervir e decretar novas regras para os membros do time, sem sucesso, no entanto. Desgastado, ‘Chaos’ acabou deixando a academia na qual iniciou sua trajetória no MMA e agora faz parte da ‘MMA Masters’.

  • Dirigente do UFC revela que McGregor e Poirier atingiram marca de 50 testes antidoping limpos

    Dirigente do UFC revela que McGregor e Poirier atingiram marca de 50 testes antidoping limpos

    Rivais na luta principal do UFC 257, que acontece neste sábado (23), na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), Conor McGregor e Dustin Poirier fizeram história antes mesmo de pisar no octógono. Isso porque ambos entraram para o seleto grupo de atletas a passarem sem ressalvas por 50 testes antidoping.

    A informação foi divulgada por Jeff Novitzky, vice-presidente de saúde e desempenho dos atletas do UFC, através de sua conta oficial no ‘Twitter’ (veja abaixo ou clique aqui). Como prêmio por terem atingido a marca de 50 testes antidoping de forma limpa, os dois protagonistas do evento deste sábado devem receber, cada um, uma jaqueta personalizada para simbolizar o feito.

    “Outra pequena, mas significante, história para a luta da noite de amanhã (hoje). Ambos, Conor McGregor e Dustin Poirier, atingiram 50 testes (antidoping) perfeitos na história, neste mês. São 50 testes surpresas… nunca se sabe quando eles estão vindo. Você não consegue fazer isso a não ser que esteja limpo”, escreveu Jeff Novitzky.

    Agora, Conor McGregor e Dustin Poirier se juntam ao seleto grupo de atletas a atingirem esta marca, que conta com a presença de outros grandes nomes da história do UFC: Holly Holm, primeira a receber o prêmio, Daniel Cormier, Donald Cerrone, Rafael dos Anjos e José Aldo. O programa antidoping do Ultimate é administrado em parceria com a USADA (agência antidoping americana).

  • Conor mantém promessa e encaminha doação de R$ 2,7 milhões para Instituição de Poirier

    Lutador de MMA mais bem pago da história, Conor McGregor possui dinheiro suficiente para bancar sua vida de luxo e ajudar em causas sociais importantes. Durante o auge da pandemia do coronavírus na Irlanda, seu país natal, o ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do UFC comprou e distribuiu equipamentos de segurança para os profissionais de saúde da linha de frente do combate contra a COVID-19.

    E agora, o lutador prepara outra significativa doação, desta vez para a instituição de caridade de Dustin Poirier, seu rival no main event do UFC 257, que acontece neste sábado (23), em Abu Dhabi (EAU). De acordo com o site ‘MMA Junkie’, McGregor destinou 500 mil dólares (cerca de R$ 2,7 milhões), que estão no processo de transferência, para a ‘The Good Fight Foundation’, que é gerida por Poirier e sua esposa, Jolie.

    A generosa doação para a caridade foi uma promessa feita por McGregor ainda nos estágios iniciais das negociações pelo combate contra Poirier. O valor, de acordo com o site ‘MMA Junkie’, deve ser utilizado para a construção de uma academia que será utilizada para atender a jovens carentes, com o intuito de ajudá-los a conseguir um futuro melhor através do ensino da prática das artes marciais.

    Conor McGregor e Dustin Poirier medem forças neste sábado, pela luta principal do UFC 257, que acontece na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi. O confronto foi sugerido inicialmente pelo irlandês, em setembro do ano passado, e as primeiras conversas entre os atletas – via redes sociais – apontavam justamente para um evento beneficente, até então sem a presença do Ultimate, para angariar fundos para os mais necessitados.

  • Treinador de McGregor exalta potência nos golpes do pupilo: “Nível extraordinário”

    Treinador de McGregor exalta potência nos golpes do pupilo: “Nível extraordinário”

    Neste sábado (23), Conor McGregor e Dustin Poirier se enfrentam na luta principal do UFC 257, em Abu Dhabi (EAU), em duelo de extrema importância para o futuro da divisão dos leves (70 kg) da entidade. O confronto marca também a revanche do primeiro encontro entre os atletas dentro do octógono, vencido pelo irlandês por nocaute técnico, em 2014, quando ambos ainda competiam no peso-pena (66 kg).

    De lá para cá muita coisa aconteceu e ambos evoluíram como lutadores, tanto fisicamente como tecnicamente. E, de acordo com John Kavanagh, treinador de longa data de Conor McGregor, um aspecto específico o deixa empolgado para acompanhar a revanche entre seu pupilo e Dustin Poirier neste sábado. Em conversa com a imprensa na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi, o líder da equipe ‘SBG Ireland’ destacou a potência nos golpes do lutador europeu, que já estava presente no primeiro duelo contra o americano, mas que, de acordo com ele, atingiu um nível ainda maior nos últimos tempos.

    “Aquela potência está maior, assim como está para Dustin subindo uma classe de peso. Mas para Conor, ela realmente está em um nível extraordinário. Para ser honesto, eu estou realmente empolgado para vê-la quando eu não estou gritando com ele: ‘Vai com calma, pega leve’, e ele está usando luvas de 18 onças e as pessoas ainda estão voando pelo ringue. Poder ver essa potência com luvas de quatro onças e sem que eu tenha que me preocupar com os parceiros de sparring é empolgante”, contou John Kavanagh.

    Sem lutar desde janeiro do ano passado, Conor McGregor retorna aos octógonos neste sábado, diante de Dustin Poirier, em duelo válido pelo main event do UFC 257, que acontece na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi. Uma vitória sobre o americano deve levar o irlandês – ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve da organização – a uma nova disputa de título pela divisão até 70 kg do Ultimate.

  • Warlley Alves explica desafio a Nate Diaz e dispara contra ‘bad boy’: “Péssimo exemplo”

    Warlley Alves explica desafio a Nate Diaz e dispara contra ‘bad boy’: “Péssimo exemplo”

    Afastado dos octógonos durante todo o ano de 2020 por conta de uma lesão, Warlley Alves conquistou uma importante vitória no seu retorno, diante de Mounir Lazzez, na última quarta-feira (20), no co-main event do UFC Fight Island 8, em Abu Dhabi (EAU). Talvez até mais expressivo do que o triunfo foi o desafio feito pelo meio-médio (77 kg) brasileiro logo após o combate. Ainda dentro do cage, na entrevista pós-luta, o lutador mineiro pediu por um duelo contra o americano Nate Diaz.

    Conhecido por seu estilo ‘bad boy’, Diaz é um dos atletas mais populares entre os fãs, além de ser um declarado simpatizante da maconha, e de seu uso recreativo e medicinal. A ideologia seguida pelo veterano bate de frente com os conceitos de Warlley, o que, de acordo com o brasileiro, motivou o desafio feito. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, o mineiro explicou a razão de sua revolta com a postura do americano.

    Na visão de Warlley, um atleta da expressão de Nate Diaz, que possui uma enorme base de fãs espalhados pelo mundo, deveria ter mais cuidado ao apoiar causas como o uso da maconha, principalmente tendo em vista que o consumo da erva não é legalizado em diversas partes do globo, o que muitas vezes leva à criação de um mercado clandestino. O meio-médio ainda destacou que, através do projeto social da Usina de Campeões, equipe da qual faz parte, pôde ter contato com diversos jovens afetados direta, e indiretamente, pelos malefícios causados pelas drogas e, por isso, se sente capacitado para criticar o rival.

    “Eu faço parte hoje da Usina de Campeões, um dos maiores projetos de artes marciais da América Latina. A gente está baseado na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, perto de várias comunidades. A gente tem relatos de pessoas que treinam, que são resgatados das drogas, da criminalidade… Pessoas que tiveram exemplos errados e foram para o caminho errado. A gente conseguiu resgatar essas pessoas, graças a Deus e ao trabalho que o Ricardo Magro vem fazendo. Eu vejo constantemente na vida dessas crianças muitas dificuldades geradas pelo consumo de drogas, pelo tráfico de drogas, pelo financiamento do tráfico de drogas. A questão da maconha em relação ao Nate Diaz é que em 90% dos países do mundo, a maconha é proibida, ela não é permitida. E um atleta, que serve como exemplo para pessoas ao redor do mundo, tem que se preocupar com a visão e as ações dele”, afirmou Warlley, antes de continuar.

    “Porque as pessoas vão seguir o que ele fizer, as pessoas vão admirá-lo pelo que ele faz, as pessoas vão querer ser igual a ele. E em países onde a droga é proibida, o uso da maconha é proibido, você acaba levando esse jovem, que consome a maconha influenciado pelo ídolo, para lugares perigosos, como bocas de fumo, para poder comprar a maconha. Porque a maconha não é vendida na farmácia nesses lugares. Então, esse jovem vai ter contato com a criminalidade, isso fortalece a criminalidade. Tudo isso é gerado pelo fato do cara servir como exemplo para jovens e saber que tem países em que não é permitido. Isso tudo me deixou nervoso. E agora ele virou a capa dos sites especializados por causa da liberação da USADA em relação à maconha. Isso me deixou muito revoltado porque ele é um péssimo exemplo e as pessoas acabam aceitando isso. Eu não consigo aceitar isso. Eu vejo o quão prejudicial as drogas podem ser nas vidas das pessoas. Faz mal às pessoas das comunidades, faz mal às crianças, às pessoas que realmente deveriam ter mais oportunidades. E vidas acabam sendo ceifadas em trocas de tiros e coisas do tipo por causa do uso recreativo da maconha. Isso para mim é inaceitável. E um atleta, que deveria servir como exemplo, não pode propagar esse tipo de coisa”, concluiu.

    Vencedor do reality show ‘The Ultimate Fighter Brasil 3’, Warlley Alves compete pelo UFC desde 2014. Neste período, o meio-médio soma oito vitórias, uma delas sobre Colby Covington, e quatro derrotas pela organização. Ao todo, o mineiro possui 14 triunfos e quatro reveses na carreira.

  • Treinador aposta em trocação de Amanda Ribas e promete “surpresas” para Marina

    Treinador aposta em trocação de Amanda Ribas e promete “surpresas” para Marina

    Neste sábado (23), Amanda Ribas vai ter a chance de confirmar sua grande fase na categoria peso-palha (52 kg) do Ultimate ao ter seu principal teste de fogo, até o momento, na liga. A brasileira vai encarar a compatriota Marina Rodriguez, atual número oito do ranking, no UFC 257, que será realizado em Abu Dhabi (EAU). Antes do importante duelo, Marcos ‘Parrumpinha’, treinador principal da mineira na equipe ‘American Top Team’, prometeu novidades e apostou em mais uma grande atuação da pupila.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o brasileiro comentou a questão do choque de estilos das duas competidoras. Amanda é conhecida por ser uma especialista na luta agarrada, enquanto Marina tem como carro-chefe a trocação, com foco no muay thai. Porém, ‘Parrumpinha’ adiantou que a rival da mineira pode esperar algumas “surpresinhas” dentro do octógono e confirmou que Ribas não vai fugir da luta em pé.

    “A Amanda prefere a luta agarrada, mas ela é completa. Lógico que ela tem umas deficiências em algumas coisas e excelências em outras. Mas se a luta ficar em pé, vocês vão ter uma grata surpresa. Ela não vai ficar com medo e deixar de lutar em pé com a Marina porque ela prefere a luta agarrada. Preparamos algumas surpresinhas que o pessoal vai gostar. A Marina é uma especialista no muay thai, mas ela tem algumas brechas, inclusive no muay thai. Vamos tentar explorar isso”, revelou o treinador.

    Além de destacar as situações envolvendo a luta dentro do octógono, ‘Parrumpinha’ também citou o valor que o duelo vai ter para o andamento da carreira da Amanda no UFC. De acordo com o treinador, se a mineira somar a quinta vitória na franquia tem a possibilidade de entrar no top 5 da categoria e, caso esse fato se concretize, adiantou o plano da lutadora de se aproximar de uma chance de título até o fim deste ano.

    “Acho que se Amanda se apresentar de uma maneira excelente, vai conseguir pular gente até que está na frente da Marina (no ranking). A Amanda não só traz habilidade muito boa de luta, mas traz carisma, beleza, energia positiva, um produto que vende muito. Não só fora do octógono, como dentro ela vende, porque luta muito bem. Dependendo da atuação, ela pode, com certeza, ir para o top 5”, disse ‘Parrumpinha’, emendando.

    “Se a Amanda conseguir finalizar ou nocautear a Marina, coisa que ninguém até hoje fez no MMA, ela pode chegar e ser mais um nome novo para a divisão. Joanna (Jedrzejczyk) já lutou com a chinesa, a Rose (Namajunas) deve lutar agora. Ela está neste bolo. Chegando com uma vitória consistente, talvez mais uma ou duas (vitórias) no máximo chega a uma disputa de cinturão. Nosso plano é até o fim do ano estar próximo disso”, finalizou.

    Com quatro vitórias consecutivas no octógono mais famoso do mundo, Amanda Ribas se tornou uma das apostas de futura estrela da organização. A jovem promessa, natural da cidade de Varginha (MG), busca manter a ascensão na entidade e se aproximar do topo da categoria. Atualmente, a peso-palha ocupa a nona posição no ranking da divisão. A última vez que a atleta atuou foi em junho deste ano, quando finalizou Paige VanZant.

  • Jornalista irlandês revela que McGregor perdeu fãs com polêmicas fora do octógono

    Jornalista irlandês revela que McGregor perdeu fãs com polêmicas fora do octógono

    Desde 2015, quando explodiu no UFC, Conor McGregor viu sua carreira ser cercada por um turbilhão de emoções. O irlandês ganhou notoriedade na maior organização de MMA do mundo por belas apresentações dentro do octógono, mas também chamou a atenção por um ‘trash talk’ midiático, que atraiu os olhares dos principais lutadores da franquia e do público ao redor do mundo. Porém, nos últimos anos, o europeu se envolveu em uma série de confusões, como um caso de agressão a um idoso em um bar na Irlanda, além de uma acusação de abuso sexual, o que ‘arranhou’ a sua imagem.

    Com o retorno de Conor McGregor ao Ultimate neste sábado (23), na luta principal do UFC 257 diante de Dustin Poirier, a dúvida sobre os danos à sua popularidade volta à tona. E no que diz respeito as atenções voltadas para a Irlanda, a situação do lutador parece que não é a mesma de anos atrás. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, Peter Carroll, jornalista irlandês do site ‘MMA on Point’ e que acompanha a carreira de ‘Notorious’ desde o seu início, afirmou que o ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) perdeu fãs pelo seu mau comportamento longe da área de luta.

    “Há sentimentos contraditórios sobre McGregor na Irlanda. Desde seus primeiros dias no UFC, seu jeito fanfarrão e seu ‘trash talk’ deixavam muita gente inquieta, porque estrelas do esporte irlandês geralmente não agiam desta forma. Quando ele começou a se comportar mal fora do octógono, muitas pessoas o largaram. No passado, quando você dizia às pessoas que era irlandês, elas falavam: ‘Ah, eu amo o U2’ ou ‘Uau, você bebe Guinness?’. Tudo mudou quando Conor se tornou um campeão. Foi: ‘Oh, você é irlandês… Conor McGregor!’. Por ser o produto de exportação mais famoso do país, quando se comportava mal, as pessoas sentiam, e refletiu mal em todo o país”, explicou Carroll.

    No entanto, mesmo com sua imagem manchada com parte do povo irlandês, McGregor ainda é um super astro e conta com o apoio de muitos torcedores. Em 2020, embora só tenha entrado no octógono uma vez, quando derrotou Donald Cerrone em apenas 40 segundos, Conor ganhou pontos importantes no seu país natal. Desde o início da pandemia de COVID-19, o lutador tem sido ativo ao ajudar na guerra contra o vírus, inclusive fazendo doações para hospitais que precisavam de recursos. Por isso, sua volta ao Ultimate, depois dessas boas ações, deve ser acompanhada em peso na Irlanda.

    “Seu comportamento e desempenho em 2020 foram ótimos, aumentando sua imagem pública com grandes doações para hospitais no centro da luta COVID-19 da Irlanda. Então, é mais provável que a grande maioria dos irlandeses de 16 a 40 anos de idade esteja assistindo à luta no sábado à noite, pois ainda possui uma base de fãs leais”, afirmou o jornalista, antes de admitir que mesmo com a queda de popularidade na Irlanda, a fama do lutador não se abalou ao redor do mundo.

    “Conor está mais famoso mundialmente e é uma marca global maior do que nunca. O apoio dos irlandeses representa uma porcentagem muito pequena dos seus torcedores. Ele agora é uma mercadoria global, ao contrário de uma mercadoria irlandesa”, concluiu.

    Mesmo sem lutar há um ano, Conor McGregor aparece como grande favorito a vencer essa luta nas principais casas de apostas pelo mundo. Então, questionado sobre qual seria seu palpite sobre o duelo diante de Poirier, Carroll adiantou que pelo fato do compatriota já ter vencido o atual rival, em 2014, isso pode pesar a seu favor.

    “Não tenho tanta certeza de que McGregor vai ganhar uma luta desde que lutou com (Eddie) Alvarez. Ele tem trabalhado solidamente por um ano e notícias do seu camp sugerem que seu treinamento de boxe focado o tornou um striker melhor do que nunca. Adicione isso ao fato de que ele já nocauteou Poirier uma vez e eu acho que você tem que apostar que McGregor (vai vencer) por nocaute ou nocaute técnico”, apostou.

    Conor McGregor não luta desde janeiro de 2020, quando venceu, em apenas 40 segundos, Donald Cerrone, no UFC 246. Em 2015, o irlandês conquistou o cinturão peso-pena da franquia ao nocautear José Aldo com 13 segundos de luta. Em 2016, faturou outro cinturão, no peso-leve, em novo nocaute, dessa vez sobre Eddie Alvarez.