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  • Ex-Ultimate é preso em Las Vegas por urinar em cassino e agredir segurança

    Ex-Ultimate é preso em Las Vegas por urinar em cassino e agredir segurança

    A atual temporada não foi boa para a imagem dos lutadores fora de seus ofícios. Recentemente, Chuck Liddell, Dillon Danis, Jon Jones, Luís Peña, entre outros protagonizaram problemas com a lei e agora foi a vez de Anthony Rocco Martin integrar essa turma. No último sábado (20), o ex-atleta do UFC foi preso, em Las Vegas (EUA), acusado de praticar agressão e conduta obscena em local público. A informação foi divulgada pelo site ‘8 News Now Las Vegas’.

    De acordo com o relato da polícia, Martin teria recusado se identificar, feito ameaças e dado um soco na garganta de um segurança depois que foi confrontado por urinar em um corredor do ‘Caesars Palace’, tradicional hotel e cassino localizado em Las Vegas. Após o episódio que resultou em agressão, os profissionais imobilizaram o lutador e efetuaram sua prisão.

    Inclusive, um dos policiais detalhou que o americano parecia estar sob a influência de álcool ou de uma substância controlada, negou qualquer delito e chegou a declarar que foi preso injustamente. Apesar do ocorrido, Martin foi solto no final do mesmo dia e convocado a comparecer ao Tribunal de Justiça de Las Vegas, no dia 19 de janeiro, para uma verificação de bem-estar.

    Anthony Rocco Martin, de 31 anos, estreou no MMA em 2012, disputou 23 lutas na carreira, venceu 17 e perdeu seis vezes. Em 2014, o americano realizou seu primeiro combate no UFC, integrou a organização até 2020 e não atuou mais desde então. Seus principais triunfos foram sobre Jake Matthews, Ramazan Emeev, Ryan LaFlare e ‘Serginho’ Moraes.

  • Francis Ngannou justifica episódio que ignora Ciryl Gane nos bastidores do UFC 268

    Francis Ngannou justifica episódio que ignora Ciryl Gane nos bastidores do UFC 268

    Francis Ngannou e Ciryl Gane não se enfrentaram no UFC 268, realizado no dia 6 de novembro, porém protagonizaram uma cena que que chamou a atenção no mundo das lutas. Os dois se encontraram nos bastidores do show, que aconteceu em Nova York (EUA), mas não se cumprimentaram e o camaronês até lidou com algumas críticas ao seu comportamento. Por isso, o atleta fez questão de se justificar.

    Em entrevista ao canal oficial de Daniel Cormier no ‘YouTube’, Ngannou revelou que só não falou com o próximo adversário pelo fato dele estar acompanhado de Fernand Lopez, seu ex-treinador na ‘MMA Factory’, e com quem nutre uma inimizade até os dias atuais.

    “Se eu passasse por Gane e ele estivesse sozinho, eu falaria com ele. Eu quero ser legal, mas quando eu o vi naquela situação, pensei algumas coisas. Será que eu deveria dar um oi? Não sei. Eu poderia chegar mais perto, dizer oi e, de alguma forma, parecer eu disse algo que não é verdade. Chegar perto dele (Fernand Lopez) seria dar uma oportunidade. Além de eu ter certeza que ele não faz questão do meu cumprimento, eu estaria dando a chance de ele novamente colocar palavras na minha boca. Preferi ficar distante. Ele me ataca o tempo inteiro. Não consigo ignorar isso”, disse o campeão linear dos pesados.

    Quando o fato aconteceu, muito se especulou que Ngannou tentou apimentar uma certa ‘rivalidade’ com Gane, por eles se enfrentarem no dia 22 de janeiro, no UFC 270, pela unificação do cinturão do peso-pesado da companhia. No entanto, o africano rechaçou qualquer desavença com seu próximo oponente, nem com  Nassourdine Imavov, atleta do peso-médio (até 84 kg) do Ultimate, que também estava na cena.

    “Não tenho nenhum problema com Imavov, nem com Ciryl, mas conheço o cara perto deles e seria estranho. Se eu cumprimentasse eles sem cumprimentar Fernand, também daria problema. Foi uma situação muito confusa. O que eu poderia fazer?”, concluiu.

    No MMA profissional desde 2013, Francis Ngannou chegou ao topo da divisão em março deste ano, quando nocauteou o então campeão Stipe Miocic, no UFC 260, no segundo round. Este resultado coroou a fase do camaronês, que até superar o americano, havia vencido Curtis Blaydes, Cain Velásquez, Junior ‘Cigano’ e Jairzinho Rozenstruik.

  • Ex-UFC é preso pela terceira vez no ano por agressão e violência doméstica

    Ex-UFC é preso pela terceira vez no ano por agressão e violência doméstica

    A cada dia, Luís Peña mostra que se tornou um perigo para a sociedade ao complicar, constantemente, com a lei. Na última segunda-feira (22), na Flórida (EUA), o ex-lutador do UFC foi preso pelo Departamento de Polícia de Deerfield Beach, acusado de praticar agressão, violência doméstica, lesão corporal e ação criminosa. Essa foi a terceira vez que o americano foi preso em 2021. A informação foi divulgada pela emissora ‘TSN’.

    De acordo com o Gabinete do Xerife do Condado de Broward, a fiança de Pena foi fixada no valor de seis mil dólares (cerca de R$ 33 mil reais). Vale lembrar que o lutador protagoniza episódios lamentáveis desde junho. Na primeira vez que foi preso, o americano foi acusado de roubo, sequestro repentino, agressão e ação criminosa decorrente de uma briga com sua namorada, onde ele supostamente a socou e quebrou seu celular.

    Em outubro, Pena foi preso novamente pelos crimes de agressão e violência doméstica contra a mesma vítima, depois de ter sido acusado de bater nela várias vezes com o punho fechado e, em seguida, agredir outra mulher após esta testemunhar o incidente e tentar intervir. Dessa forma, o UFC decidiu cortar o lutador de seu plantel por conta se sua conduta em âmbito pessoal.

    Luis Peña, de 28 anos, ficou conhecido no esporte por conta de seu estilo de luta chamativo. O atleta iniciou sua carreira na modalidade em 2016 e estreou no UFC dois anos depois. Pela maior organização de MMA do mundo, ‘Violent Bob Ross’ disputou oito combates, venceu cinco e perdeu três vezes.

  • Kevin Holland anuncia que vai lutar nos meio-médios do UFC em 2022

    Kevin Holland anuncia que vai lutar nos meio-médios do UFC em 2022

    Depois de engatar uma sequência de cinco vitórias em 2020, Kevin Holland impressionou no peso-médio (84 kg) e, inclusive, integrou o ranking da divisão no Ultimate. No entanto, em 2021, o americano sofreu contra Derek Brunson e Marvin Vettori, adversários mais fortes do que ele e acabou derrotado no octógono. Por isso, para 2022, o lutador anunciou uma mudança para sua sequência no UFC.

    Através de suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo), o americano revelou que vai atuar na divisão dos meio-médios (77 kg) e não deu detalhes de quando irá estrear. Em declaração ao site ‘MMA Junkie’, o empresário de Holland, Oren Hodak, afirmou que o competidor passou pelo UFC Apex para curar algumas lesões e trabalhou com a equipe no local para traçar um plano para sua descida de categoria.

    “Em 2022 vou levar meu talento para a divisão dos meio-médios”, escreveu o atleta.

    No MMA profissional desde 2015, Kevin Holland soma 21 vitórias, sete derrotas em um ‘no contest’ (luta sem resultado) em seu cartel. Em sua mais recente apresentação, diante de Kyle Daukaus, o combate terminou, após uma cabeçada ilegal do mesmo. Os lutadores voltariam a se enfrentar em novembro deste ano, mas ‘Trailblazer’ não pôde se apresentar por conta de problemas físicos.

  • Usman desiste de perseguir luta com St-Pierre: “Que se aposente em paz”

    Usman desiste de perseguir luta com St-Pierre: “Que se aposente em paz”

    Número um do ranking peso-por-peso do MMA na atualidade, Kamaru Usman prova a cada atuação sua superioridade nos meio-médios (77 kg) do UFC. Em novembro, em Nova York (EUA), o campão da categoria defendeu seu título pela quinta vez ao vencer novamente Colby Covington e mostrou que destroná-lo será difícil. Ainda mais agora, que um possível rival à altura do nigeriano saiu da equação.

    Em um passado não tão distante, Usman fazia questão de, a cada vitória no octógono, desafiar, de forma respeitosa, o aposentado Georges St-Pierre. Como o canadense marcou época nos meio-médios do UFC, o nigeriano nunca escondeu sua vontade de enfrentá-lo para definir quem, de fato, é o melhor lutador da história da categoria.

    Contudo, o cenário mudou depois que a lenda do MMA recusou, mais de uma vez, encarar o nigeriano. Ao participar do podcast ‘Full Send’, ‘The Nigerian Nightmare’ sinalizou que se desfez do sonho de medir forças com ‘GSP’, atualmente com 40 anos. De acordo com Usman, o veterano jamais será esquecido por parte dos fãs por conta de seus feitos no esporte e alcançar tal posição lhe motiva a seguir em frente e é um de seus objetivos.

    “‘GSP’ é a sombra que assombra a divisão. Bem, não mais. Quando Woodley foi campeão, ele assombrou a divisão. Quando Lawler era campeão, ‘GSP’ assombrava a categoria, porque todos sabiam que o campeão nunca perdia o cinturão e ele estava meio que por perto, ainda treinando. Você poderia dizer que ele ainda estava malhando e estava por aí. Como Khabib agora. Ele assombra a divisão dos leves, porque todos o imaginam como campeão. Mas ‘GSP’ não quer lutar. Sei que ele não quer, então tudo bem. Deixei aquele navio navegar, porque ele está aposentado. Que ele se retire em paz, coma e beba, faça o que quiser”, declarou Usman.

    Atualmente, Kamaru Usman, de 34 anos, é um dos lutadores mais temidos não só do UFC, como também do MMA. O nigeriano estreou pela organização em 2015, disputou 15 lutas e venceu todas. Em 2019, o atleta conquistou o título dos meio-médios e, desde então, defendeu o cinturão em cinco oportunidades.

    A dominância de ‘The Nigerian Nightmare’ nos meio-médios do UFC é tanta, que parte dos fãs e da imprensa especializada o compara com Georges St-Pierre, antigo rei da categoria. Seus principais triunfos foram sobre Colby Covington (duas vezes), Demian Maia, Gilbert ‘Durinho’, Leon Edwards, Jorge Masvidal (duas vezes), Rafael dos Anjos, Sean Strickland, e Tyron Woodley.

  • Ex-UFCs estreiam em evento com regras de MMA e boxe adaptadas; entenda

    Ex-UFCs estreiam em evento com regras de MMA e boxe adaptadas; entenda

    Após realizar grandes eventos de boxe, a ‘Triller Fight Club’ vai promover uma nova modalidade no mundo das artes marciais. Neste sábado (27), a entidade realizará a primeira edição do ‘Triad Combat’, no Texas (EUA). O show vai colocar frente a frente nomes do MMA e boxe, em duelos com regras híbridas entre os esportes de combate.

    A grande estrela do evento, que vai estrear uma possível tendência em competições de artes marciais, é Frank Mir, ex-campeão peso-pesado do UFC. O americano vai fazer a luta principal diante do Kubrat ‘The Cobra’ Pulev. No co-main event da noite, Mike Perry, outro ex-integrante do Ultimate, encara Michael Seals. Além deles, Matt Mitrione, que fez as suas últimas atuações no Bellator, enfrenta Alexander Flores.

    As regras do Triad Combat são simples e de fácil entendimento para o público. Os lutadores vão atuar em um ringue triangular e rounds de dois minutos, com a permissão para os competidores usarem o clinch e o ‘dirty boxing’. Apenas os socos padrões em lutas de boxe são permitidos, como o jab, direto, cruzado e upper. O ‘superman punch’, golpe tradicional em apresentações de MMA, também é válido.

    Apesar de ser um evento em que os lutadores possam usar golpes de boxe e MMA juntos, não será permitido que os atletas usem chutes, joelhadas, cotoveladas e nem que possam levar a luta para o solo para tentar alguma finalização.

    Além dos combates dentro do ringue triangular, os fãs também vão poder desfrutar e um show de música de alta qualidade. Assim que o evento chegar ao fim, o Metallica, lendária banda de heavy metal, fará uma apresentação ao vivo para o público.

  • Treinador pede por luta entre parceiro de treino de McGregor e Chimaev no UFC

    Treinador pede por luta entre parceiro de treino de McGregor e Chimaev no UFC

    Sem lutar desde 2019, o futuro de Gunnar Nelson no UFC é um mistério. No entanto, o treinador John Kavanagh parece ter o adversário ideal para seu atleta voltar à ação. Como confia no talento do islandês, o profissional, simplesmente, pediu para que a maior organização de MMA do mundo escale Khamzat Chimaev como seu adversário.

    Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Kavanagh reconheceu que Chimaev é um lutador especial e que por isso merece ser testado contra atletas de alto nível. É aí que Nelson entra em cena. Quando estava em atividade, o islandês desempenhava um bom papel nos meio-médios (77 kg) do UFC e, constantemente, marcava presença no top-15 da categoria. Como ‘Gunni’ está longe do octógono há dois anos, o treinador deu a entender que o temido sueco é o oponente perfeito para recolocar o representante da ‘SBG Ireland’ no mapa.

    “Tem sido muito interessante observar a ascensão do muito talentoso e carismático Chimaev. O UFC está vindo para Londres em março. Como fã, eu adoraria vê-lo lutar com Nelson. Voo curto para Londres para os dois. O que vocês acham?”, escreveu o treinador em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    Parceiro de treino de Conor McGregor, Gunnar Nelson, de 33 anos, causou impacto no UFC, mas, aos poucos, perdeu espaço nos meio-médios pela pouca frequência no octógono. O atleta estreou na organização em 2012, venceu oito lutas e perdeu cinco vezes. Atualmente, ‘Gunni’ possui duas derrotas seguidas e não atua desde setembro de 2019. Seus triunfos de maior destaque foram sobre Alan Jouban, Albert Tumenov, Alex ‘Cowboy’ e Omari Akhmedov.

  • Cris ‘Cyborg’ aprova Zingano como próxima rival: “Ela ganhou da Amanda Nunes”

    Cris ‘Cyborg’ aprova Zingano como próxima rival: “Ela ganhou da Amanda Nunes”

    No último dia 12 de novembro, Cris ‘Cyborg’ manteve seu reinado no peso-pena (66 kg) do Bellator ao nocautear Sinead Kavanagh logo no primeiro round de disputa. Após mais um triunfo, surgiu a hipótese da curitibana enfrentar Cat Zingano na sequência na companhia. E, ao que tudo indica, essa possibilidade agrada a campeã.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui), ‘Cyborg’, apesar de pregar cautela sobre a realização do combate, aprovou o nome de Zingano como sua próxima adversária. A brasileira destacou o histórico da americana no MMA e seu bom momento no Bellator como uma motivação a mais para fazer esse duelo sair do papel.

    “Cat Zingano foi uma das atletas que ganhou da Amanda Nunes e agora ela está no Bellator. Ela vem invicta na categoria (com duas vitórias). Não escolho minhas adversárias e deixo com o Scott Coker (presidente do Bellator), mas com certeza ela seria uma opção”, disse a brasileira de 36 anos, antes de completar o raciocínio.

    “Fico feliz que no Bellator tem um ranking da categoria, então tem várias meninas para lutar, e ela é uma delas. Vamos ver o que vai acontecer. Ela é uma grande adversária, tem nome, vem lutando bem, é do grappling e seria uma grande luta”, finalizou.

    Em quase duas décadas no nas artes marciais mistas, Cris ‘Cyborg’ foi a primeira atleta a conquistar títulos em quatro grandes ligas de MMA (Bellator, UFC, Strikeforce e Invicta FC). A brasileira estreou no Bellator, em 2020, desbancando Julia Budd, até então campeã dos penas, e já possui três defesas bem sucedidas de cinturão da categoria.

  • Kamaru Usman revela que quebrou a mão antes da luta contra Covington

    Kamaru Usman revela que quebrou a mão antes da luta contra Covington

    Em sua mais recente aparição no UFC, Kamaru Usman prolongou seu reinado nos meio-médios (77 kg) e a vitória apresentou um sabor especial. Na edição de número 268, realizada em novembro, em Nova York (EUA), o campeão da categoria defendeu seu título pela quinta vez ao superar Colby Covington e, como se não bastasse vencer o grande rival pela segunda vez, o mesmo revelou que conseguiu o feito sem estar 100% fisicamente.

    Ao participar do podcast ‘Full Send’, Usman contou que quebrou a mão direita em seu ‘camp’ para a revanche contra Covington e que o responsável pelo contratempo foi Justin Gaethje. O campeão dos meio-médios do UFC e o número dois no ranking do peso-leve (70 kg) são amigos e parceiros de treino, mas não costumam aliviar nas sessões de ‘sparring’. Em uma das muitas trocas de golpes entre os lutadores, a lesão aconteceu.

    De qualquer forma, apesar da gravidade do problema, Usman ressaltou que jamais passou por sua cabeça sair da luta contra Covington e que por isso escondeu a lesão do UFC. No octógono, o campeão ignorou o contratempo e foi superior ao rival, justamente, na trocação. É bem verdade que, no primeiro embate, o nigeriano nocauteou e até chegou a declarar que sua intenção era fazer o mesmo na revanche e de forma mais rápida, mas comemorou e aprovou o novo triunfo sobre o desafeto.

    “Eu quebrei (a mão) antes da luta. A maioria das pessoas não sabia disso. Eu quebrei três semanas antes e não lancei nada até o dia da luta, não joguei até estar nos bastidores, quando você está se aquecendo, antes da luta. Não fiz nada com as mãos por três semanas, minha mão direita. Eu quebrei na cabeça de alguém, na cabeça de Gaethje”, revelou o campeão do UFC.

    Atualmente, Kamaru Usman, de 34 anos, é um dos lutadores mais temidos não só do UFC, como também do MMA. O nigeriano estreou pela organização em 2015, disputou 15 lutas e venceu todas. Em 2019, o atleta conquistou o título dos meio-médios e, desde então, defendeu o cinturão em cinco oportunidades.

    A dominância de ‘The Nigerian Nightmare’ nos meio-médios do UFC é tanta, que parte dos fãs e da imprensa especializada o compara com Georges St-Pierre, antigo rei da categoria. Seus principais triunfos foram sobre Colby Covington (duas vezes), Demian Maia, Gilbert ‘Durinho’, Leon Edwards, Jorge Masvidal (duas vezes), Rafael dos Anjos, Sean Strickland, e Tyron Woodley.

  • Poirier cogita trocar os leves pelos meio-médios após luta com ‘Do Bronx’ no UFC

    Não é segredo que Dustin Poirier é um dos melhores lutadores da história do peso-leve (70 kg), mas tudo indica que o mesmo pode estar com os dias contados na divisão. Atualmente, ‘The Diamond’ se prepara para disputar o título da categoria contra o campeão Charles Oliveira no UFC 269, evento que acontece no dia 11 de dezembro, em Las Vegas (EUA), porém já projeta uma possível subida para os meio-médios (77 kg) no futuro.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Poirier expressou o interesse de se aventurar em uma categoria acima da sua, movimento natural para lutadores veteranos, que não desejam sofrer com o corte de peso. A curiosidade é que, em seu início no UFC, ‘The Diamond’ atuou nos penas (61 kg) e também se destacou por lá. Em contrapartida, o fato do ex-campeão interino dos leves revelar que pode subir para os meio-médios não chega a surpreender parte da comunidade do esporte, uma vez que Colby Covington contou que o ex-amigo e atual desafeto é mais pesado do que ele em período sem luta.

    “Não, não vou me aposentar. Eu tenho 32 anos, cara. Eu me sinto bem e estou me divertindo. Se acontecer alguma coisa, vou subir. Provavelmente, irei para os meio-médios. Mas não, honestamente, meu objetivo não é ter o maior número de defesas de título. Eu não sei, veremos. Um dia de cada vez. Eu não posso olhar, nada disso é uma realidade até chegar 11 de dezembro e eu ter a mão levantada. Tenho que fazer isso antes mesmo de entrarmos nessas conversas, porque não sei o que vem a seguir. Vivo minha vida um dia de cada vez”, declarou ‘The Diamond’.

    Dustin Poirier, de 32 anos e ex-campeão interino do peso-leve do UFC, é um dos lutadores mais condecorados na história da categoria. No MMA desde 2009 e no Ultimate dois anos depois, ‘The Diamond’ superou nomes importantes como Anthony Pettis, Conor McGregor (duas vezes), Dan Hooker, Eddie Alvarez, Jim Miller, Justin Gaethje e Max Holloway (duas vezes). Atualmente, o atleta ocupa a primeira posição no ranking da divisão e possui um cartel composto por 28 vitórias, sendo 21 pela via rápida e seis derrotas.