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  • Johnny Walker aprova sparring com Strickland e cogita treinos com Ngannou

    Johnny Walker aprova sparring com Strickland e cogita treinos com Ngannou

    Desde que ganhou notoriedade no UFC, Johnny Walker passou a ser conhecido como um lutador ‘cigano’, pois gostava de treinar em diversas academias espalhadas pelo mundo para seguir com sua evolução. Apesar de ser atleta em tempo integral da SBG Ireland, em Dublin (IRL), o brasileiro ainda aprova fazer sparrings com representantes de outras equipes. Foi o que aconteceu no último mês, quando ele dividiu ok tatame com Sean Strickland, atual sétimo colocado do ranking do peso-médio (84 kg) do UFC.

    A atividade aconteceu na ‘Overcome Academy’, localizada em Las Vegas (EUA), após o americano, mesmo sendo mais leve do que o brasileiro, o convidar para treinar. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui), Johnny contou detalhes desta experiência e adiantou que tirou pontos positivos que aprendeu com Strickland.

    “Fizemos dois sparrings. Um tinha voltado de férias do Brasil, comendo doce, churrasco. Cheguei em Las Vegas, tomei a vacina de COVID-19 e marquei o sparring. No dia que fui fazer estava com febre, dor no corpo, todo zuado. A gente fez, mas não consegui fazer uma atuação boa porque estava cansado, mas mesmo assim bati de frente com ele. No último round ele ficou gritando ‘Come on let’s go’. Ai eu: ‘Let’s go’. Mas eu estava com sono, dor no corpo. Cara chato. Ele é bom de boxe, porque se colocar chute, cotovelo aí não dá para ele brincar”, afirmou o meio-pesado (93 kg), antes de completar.

    “Dois dias depois que passou o lance do COVID-19 falei para fazermos de novo e ele topou. Dessa vez foi diferente e eu que gritei com ele (risos). Ele gosta de gritar, bicho doido, mas ele é gente boa, peguei umas paradas com ele. Ele bloqueia o boxe com o cotovelo, impede os cruzados com a mão e machuca. Até machuquei meu bíceps. Peguei uma técnica no boxe dele. Acho que funciona para mim e foi bacana”, finalizou.

    Esta não foi a primeira e nem será a última troca de informações que Johnny irá fazer com um outro competidor de um time diferente do seu. Por ser um meio-pesado grande e ter ambição de subir de divisão em um futuro próximo, Walker admitiu que tem em mente treinar com Francis Ngannou, atual campeão linear dos pesados do UFC.

    “Aqui na Irlanda faço muito sparring com os pesos-pesados do boxe, porque é muito bom e eles são bastante técnicos. Quero fazer sparring com os pesos-pesados do UFC, porque é uma categoria que devo subir no futuro da minha carreira. Sparring com o Francis Ngannou. É algo a se pensar. Próxima vez que for lá (para Las Vegas) vou ver se acho o Francis para trocar um pouco de experiência. Eu sou mais alto que o Ngannou, mas ele é mais pesado e forte. Ele é um monstrão. Ia ser bacana (um treino com ele). Eu gosto dessas experiência e sempre buscar a melhor”, concluiu o lutador.

    No MMA profissional desde 2013, Johnny Walker, de 29 anos, iniciou sua trajetória no UFC cinco anos depois e chamou logo a atenção, com nocautes relâmpagos em suas três primeiras lutas. Entretanto, depois o lutador viveu um período de instabilidade, com derrotas para Corey Anderson e Nikita Krylov. O atleta voltou ao caminho das vitórias contra Ryan Spann, em 2020, mas, em sua recente aparição, parou em Thiago ‘Marreta’, por decisão dos jurados, em evento que aconteceu em outubro deste ano.

  • Nate Diaz provoca McGregor após declaração de guerra no UFC: “Já estava morto”

    Nate Diaz provoca McGregor após declaração de guerra no UFC: “Já estava morto”

    A última luta entre Conor McGregor e Nate Diaz aconteceu em 2016, porém a rivalidade dos atletas não morreu. Pelo contrário, o tempo ampliou a animosidade envolvendo os astros do UFC. Tanto que após o ex-campeão do peso-pena (66 kg) e do peso-leve (70 kg) da organização declarar guerra aos demais competidores, na última segunda-feira (22), o ‘bad boy’ americano não deixou barato.

    Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Nate não titubeou ao responder McGregor e fez pouco caso do mesmo. Disposto a encarar o rival em uma possível e valiosa trilogia no UFC, o irmão mais novo de Nick Diaz zombou do posicionamento de ‘Notorious’, que prometeu dar a volta por cima no MMA em 2022 e cravou que vai disputar o título do peso-leve contra o vencedor do duelo entre Charles ‘Do Bronx’ e Dustin Poirier, que acontece em dezembro. Ao tomar conhecimento de tal declaração, o americano minimizou o perigo que o desafeto representa, pois o classificou como um lutador acabado, que já viveu seu melhor momento no esporte.

    “A guerra foi declarada há muito tempo. Você já estava morto”, escreveu o ‘bad boy’ em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    Nate Diaz, de 36 anos, é um dos lutadores de maior popularidade no MMA atual, mas vive má fase. O atleta perdeu três das últimas quatro lutas que disputou, sendo a mais recente realizada em junho, contra Leon Edwards. Ao menos, o americano voltou a ficar ativo no UFC, já que não atuava desde 2019. Seus principais triunfos no esporte foram diante de Anthony Pettis, Conor McGregor, Donald Cerrone, Gray Maynard, Jim Miller, Melvin Guillard, Michael Johnson e Takanori Gomi.

  • Vicente Luque destaca evolução e afirma ter o jogo certo para derrotar Usman

    Vicente Luque destaca evolução e afirma ter o jogo certo para derrotar Usman

    Com dez vitórias em suas últimas 11 apresentações dentro do octógono mais famoso do mundo, Vicente Luque está no topo dos meio-médios (77 kg) do Ultimate e perto de uma oportunidade de disputar o cinturão da categoria. Portanto, o lutador não tira os seus olhos de Kamaru Usman, atual detentor do título. E, de acordo com o brasileiro, ele pode ser uma real ameaça ao reinado do nigeriano na organização.

    Desde que chegou ao UFC, em 2015, Vicente se destacou pelo seu estilo agressivo de atuar que, até o momento, já lhe deram 13 vitórias pela via rápida, seja nocaute ou finalização, na companhia. Por isso, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui), o atleta da equipe ‘Cerrado MMA’ reforçou a confiança no seu jogo e adiantou que possui o estilo perfeito para derrotar Kamaru Usman.

    “A trocação é um diferencial que tenho, junto com meu jogo de chão. O Kamaru é um cara muito inteligente. Com quem ele se sente ameaçado em pé, coloca para baixo. Se ameaça é no chão, ele se mantém em pé. Eu tenho a capacidade de ameaçar ele nos dois ambientes e tenho ferramentas para acabar com a luta. Então isso aí torna a luta interessante”, disse o meio-médio, antes de completar o raciocínio.

    “O jogo para vencê-lo tem que ser completo, com chão, trocação, muito gás porque ele luta em um ritmo alto. Eu venho trabalhando meu jogo para isso e evoluindo. No início era um trocador, depois fui fazendo lutas duras de três rounds cm muita ação, então mostrei que tenho gás e agora tenho mostrado meu chão de alto nível. Esse meu jogo completo está preparado para encarar o do Kamaru”, concluiu o atleta.

    Em suas últimas atuações, Usman tem mudado um pouco seu estilo e priorizado a luta em pé, com nocautes sobre Gilbert ‘Durinho’, Jorge Masvidal e um duelo todo nesta área na revanche diante de Colby Covington. Portanto, esta situação anima Vicente Luque, que é conhecido por ter uma maior potência nos golpes que os outros rivais do nigeriano.

    “A gente tem visto que o Kamaru tem gostado de trocar mais e pode ser uma brecha onde vou encontrar e conectar bons golpes. O Colby (Covington) conectou vários (golpes) no quarto e quinto rounds, mas ele não tem tanta potência. Eu bato mais pesado que o Colby e poderia ser uma chance. Se ele quiser se testar em pé, posso achar uma brecha para nocauteá-lo”, adiantou o atleta, também conhecido como ‘Assassino Silencioso’.

    No MMA profissional desde 2009, Vicente Luque soma 21 vitórias, sete derrotas e um empate na carreira na modalidade. Entre os triunfos, o brasileiro conquistou 19 deles pela via rápida, seja por nocaute ou finalização. Somente pelo Ultimate, o lutador tem 13 resultados positivos sem precisar do julgamento dos árbitros e está a um do recorde da categoria dos meio-médios, que pertence ao americano Matt Brown.

  • Nate Diaz e Jake Paul discutem e alimentam especulação sobre luta de boxe

    Nate Diaz e Jake Paul discutem e alimentam especulação sobre luta de boxe

    A possível luta de boxe entre Jake Paul e Nate Diaz ficou mais próxima de acontecer nesta terça-feira (23). O youtuber e o astro do UFC discutiram pelas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui, aqui, aqui e aqui) e o motivo foi uma opinião dada por Ben Askren sobre a habilidade do astro da internet. Dessa forma, o atrito protagonizado pelos rivais gerou mais expectativa em parte dos fãs em relação a um hipotético duelo no ringue.

    Tudo começou quando Askren admitiu que Jake, de fato, possui bom nível no boxe. O wrestler, ex-campeão do Bellator e do ONE Championship, aceitou se aventurar na nobre arte em abril e acabou nocauteado pela celebridade ainda no primeiro round. Ao tomar conhecimento de que o veterano elogiou o youtuber, o ‘bad boy’ zombou do mesmo, já que este nunca foi conhecido no MMA por sua qualidade em trocar golpes em pé, principalmente, com as mãos.

    “Vindo de um wrestler aposentado que não consegue lutar ou boxear”, escreveu Nate em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    Imediatamente, Jake, que não foge de uma boa discussão, respondeu. Ciente de que Nate vive má fase no UFC, o astro da internet se apegou aos números e questionou a qualidade do desafeto ao citar a quantidade de derrotas que o mesmo possui em seu cartel profissional.

    “Você tem seis vezes mais perdas que Ben Askren”, debochou Jake.

    Na sequência, Nate voltou a se pronunciar. O irmão mais novo de Nick Diaz ressaltou que Jake está invicto no boxe, porque realizou duelos acessíveis contra lutadores de MMA que não possuem habilidade com as mãos. Além de Askren, o astro da internet também passou por Tyron Woodley, ex-campeão do UFC. Disposto a tirar a invencibilidade do rival, o veterano garantiu que o este vai sofrer quando enfrentá-lo no ringue.

    “Ele é uma droga, Jake. Você seria surrado em uma luta real. Você realmente não pode lutar. Lutas de boxe apenas com wrestlers”, ameaçou o astro do UFC.

    Para finalizar a discussão, Jake foi curto e grosso. A celebridade decidiu mirar justamente o local que Nate trata com carinho, ou seja, sua cidade natal, na Califórnia (EUA). Vale lembrar que o astro da internet já expressou mais de uma vez o interesse em medir forças com o ‘bad boy’ do UFC e por isso o ataca com frequência.

    “Eu mando em toda a cidade de Stockton”, provocou o youtuber.

    Jake Paul, de 24 anos, está iniciando sua carreira no boxe e, até o momento, seus resultados nos ringues são satisfatórios. O youtuber realizou quatro lutas, venceu todas, sendo três por nocaute, e deixou para trás nomes como Ben Askren e Tyron Woodley. Em boa fase no esporte, a celebridade divulgou uma lista com o nome dos seus principais alvos, como Conor McGregor, Kamaru Usman, Nate e Nick Diaz, Saúl ‘Canelo’ Álvarez, entre outros.

    Nate Diaz, de 36 anos, é um dos lutadores de maior popularidade no MMA atual, mas vive má fase. O atleta perdeu três das últimas quatro lutas que disputou, sendo a mais recente realizada em junho, contra Leon Edwards. Ao menos, o americano voltou a ficar ativo no UFC, já que não atuava desde 2019. Seus principais triunfos no esporte foram diante de Anthony Pettis, Conor McGregor, Donald Cerrone, Gray Maynard, Jim Miller, Melvin Guillard, Michael Johnson e Takanori Gomi.

  • Colby Covington questiona derrota para Usman, projeta trilogia e ofende rival

    Colby Covington questiona derrota para Usman, projeta trilogia e ofende rival

    Colby Covington não se abalou com o resultado adverso em sua última aparição no UFC e mostrou que segue firme e forte em sua caminhada nos meio-médios (77 kg). Na edição de número 268, realizada em novembro, em Nova York (EUA), ‘Chaos’ disputou o título da categoria pela segunda vez contra o campeão Kamaru Usman, foi novamente derrotado, mas não desistiu do sonho de conquistar o cinturão.

    Pelo contrário, em entrevista ao canal do ‘YouTube’ ‘Submission Radio’, Covington explicou que o fato de ter disputado duas lutas acirradas com Usman lhe motiva para buscar uma nova oportunidade de medir forças com o desafeto. Inclusive, o ex-campeão interino dos meio-médios do UFC não aceitou o resultado da revanche. No evento, os três juízes laterais definiram que o nigeriano venceu por decisão unânime, sendo que dois profissionais marcaram 48-47 e um pontuou 49-46. No entanto, ‘Chaos’ discordou.

    O atleta se classificou como o verdadeiro vencedor da batalha de 25 minutos e se gabou pelo desempenho apresentado no octógono. Confiante em suas habilidades, o americano informou que a trilogia com Usman só não acontece, caso este se aposente. Vale destacar que Dana White, líder do UFC, declarou que Covington seria campeão dos meio-médios se o nigeriano não existisse e o lutador já deixou claro que vai em busca de tal posição com ou sem a presença do desafeto no MMA.

    “Eu claramente ganhei aquela luta por 3-2. O terceiro, quarto e quinto rounds foram meus e mesmo se você estivesse olhando de forma diferente, você poderia me ver vencendo o primeiro também. Foi muito próximo e competitivo. Depois de dez rounds, as pessoas viram o que aconteceu. Lutamos duas vezes e, na pior das hipóteses, estou ganhando seis rounds contra quatro”, analisou Covington, antes de completar.

    “Acho que precisa acontecer a trilogia se ele continuar. Depois de lutar comigo duas vezes acho que ele percebeu o quão sério eu sou e o quanto quero o cinturão. Não sei se ele está disposto a entrar no octógono como estou. Terei minha chance de volta, se ele não se aposentar primeiro. Ele pode se aposentar e se dirigir rumo ao pôr do sol. Se não, vou buscar a trilogia com ‘Marty’”, comentou ‘Chaos’.

    Após a revanche, Covington e Usman deixaram a rivalidade de lado por um momento e proporcionaram uma cena rara de ‘fairplay’ ainda no octógono. Os tops dos meio-médios do UFC se encararam, abraçaram e trocaram elogios. Entretanto, ‘Chaos’ voltou ao seu normal e não pensou duas vezes ao atacar o carrasco. Chateado com mais uma derrota no cartel, o americano frisou que o campeão da companhia é um lutador que se utiliza de artifícios proibidos para se beneficiar nos combates.

    Covington lembrou que o Usman segurou na grade para impedir a queda e apontou que o mesmo deveria ter sido punido pela atitude. Vale lembrar que, na primeira luta, realizada em 2019, ‘Chaos’ fez a mesma crítica. Na ocasião, o americano reclamou de golpes ilegais aplicados por ‘The Nigerian Nightmare’ e acusou o árbitro de estar sendo conivente com a postura do campeão. Não satisfeito, o ‘bad boy’ afirmou que o rival se dopa. Como condena este tipo de comportamento, o atleta deixou claro que jamais terá um bom relacionamento com o desafeto.

    “Eu não posso respeitar aquele cara. Como posso respeitar um trapaceiro? Ele me deu uma dedada nos olhos na luta. Fui claramente acertado novamente. Essa é a segunda vez que ele faz isso. Ele agarrou a grade quando eu estava quedando pela segunda vez. Isso é claramente trapaça. Ele trapaceou várias vezes na primeira luta. Quando eu trapaceei? Nenhuma vez fiz algo de errado nas lutas”, atacou o ‘bad boy’, antes de completar.

    “Lutei com tudo, nunca parei e não posso respeitá-lo. Ele é um trapaceiro. Está claro que ele usa esteróides. Esse é o melhor cara do mundo, o ‘CEO da EPO’. Ele é o suposto lutador químico peso-por-peso do ano. Ele tem um desequilíbrio químico, acne no rosto, nas costas. Ele perdeu cabelo. Eu fiz tanta piada, que ‘Marty Juiceman’ perdeu o cabelo, raspou. Ele está careca agora. Ele é um filho da p*** feio e está claro que é um trapaceiro. Eu não respeito um trapaceiro”, concluiu.

  • Luta de ‘Canelo’ Alvarez supera UFC 268 em vendas de pacotes de pay-per-view

    Luta de ‘Canelo’ Alvarez supera UFC 268 em vendas de pacotes de pay-per-view

    No último dia 6 de novembro, dois eventos agitaram o mundo das artes marciais. Em Las Vegas (EUA), ‘Canelo’ Alvarez nocauteou Caleb Plant para conquistar o cinturão da Federação Internacional de Boxe (IBF) na divisão dos super-pesos-médios (76 kg). Do outro lado do país, em Nova York (EUA), o Ultimate realizava um evento grandioso com duas disputas de cinturão. Passados os shows, a dúvida foi levantada: qual deles teria chamado mais a atenção do público?

    De acordo com o ‘Sports Business Journal’, o evento liderado pelo pugilista mexicano foi o grande destaque. Canelo, que neste show alcançou um feito histórico ao se tornar campeão mundial indiscutível das quatro maiores entidades do boxe – IBF, WBC (Conselho Mundial de Boxe), WBO (Organização Mundial de Boxe), WBA (Associação Mundial de Boxe) – vendeu cerca de 800 mil pacotes de pay-per-view.

    Por sua vez, o Ultimate contava com a rivalidade aflorada entre Kamaru Usman e Colby Covington, que encabeçaram a edição em disputa do cinturão dos meio-médios (77 kg) da liga, para bater de frente com o show da nobre arte. A publicação indicou que o UFC 268 teve cerca de 700 mil pacotes de pay-per-view vendidos. Neste evento, o nigeriano superou o rival por decisão dos jurados e manteve seu título, além de Rose Namajunas, também por pontos, ter mantido sua coroa no peso-palha (52 kg) ao vencer Zhang Weili.

  • Chael Sonnen indica dificulade do UFC em promover ‘McGregor e Poirier 4’

    Chael Sonnen indica dificulade do UFC em promover ‘McGregor e Poirier 4’

    Atualmente, Conor McGregor se recupera de lesão sofrida na perna, em julho, mas, sem perder a pose, garante que, quando voltar a atuar pelo UFC, vai lutar contra Dustin Poirier pela quarta vez. Apesar de ‘The Diamond’ ter concordado com a realização de um novo encontro com ‘Notorious’ no octógono, Chael Sonnen se posicionou de forma completamente contrária.

    Em seu canal oficial no ‘YouTube’, Sonnen indicou que é difícil vender um quarto duelo entre McGregor e Poirier, mesmo com o primeiro sendo uma máquina promocional que gera lucro para o UFC em boa ou má fase na carreira. Vale lembrar que, além de ‘The Diamond’ ser favorável a um novo e valioso combate contra ‘Notorious’, os lutadores possuem o aval de Dana White, líder da organização, que não gostou da forma como a trilogia protagonizada pela dupla terminou.

    Na ocasião, McGregor sofreu uma lesão na perna e não pôde continuar no confronto, sendo assim Poirier foi declarado vencedor pelo árbitro. Com isso, o astro irlandês, constantemente, ataca o desafeto, declarando que a história ainda não terminou. Contudo, o fato do americano liderar o placar da rivalidade é o bastante para Sonnen. O atual comentarista ressaltou que, por mais que exista uma grande animosidade entre os atletas, ‘The Diamond’ é tão superior como lutador, que isso torna praticamente inviável um triunfo de ‘Notorious’ e diminui o interesse de parte do público em assistir a uma possível quarta luta.

    “Lutar contra Poirier de novo, é difícil de vender. Você quer trazer a esposa de volta, você quer trazer o passado, você quer trazer a lesão, você vai mover a agulha com certeza, mas terá que trabalhar. É uma venda difícil. McGregor não conseguiu derrotar Poirier, quando estava treinando para valer. McGregor ficou motivado, revigorado, treinou novamente e não conseguiu vencer Poirier. Não sabemos o que ele estava fazendo para a preparação, mas sabemos que ele estava fazendo algo. Agora, sabemos que não. Isso é o que uma lesão representa. Ele não pode fazer nada por um período de tempo, então com certeza apenas usando a lógica, não há oportunidade de McGregor melhorar”, analisou Sonnen, antes de completar.

    “Não há oportunidade de acreditar que ele será mais afiado nesta do que na anterior. McGregor estava fazendo reabilitação, mas Poirier estava treinando para uma luta pelo título. Apenas a lógica básica nos diz que Poirier vai acabar com ele. Precisamos mesmo ver isso? McGregor precisa se colocar nessa posição? Por que ele não pode ser razoável? Por que McGregor não pode dizer que nada foi esquecido, mas que precisa de uma luta antes, porque vem de lesão. Por que ele não pode fazer isso? Isso faria sentido e seria fácil. Assim você não precisa de uma máquina de venda, teríamos algo para ficarmos ansiosos”, concluiu.

    Mesmo em má fase na carreira, Conor McGregor, de 33 anos, é o principal nome do UFC. Dois anos após sua estreia na organização, o irlandês se transformou em um fenômeno do MMA e conquistou o cinturão do peso-pena, em 2015, e do peso-leve, em 2016. Seus triunfos mais marcantes foram contra Chad Mendes, Donald Cerrone, Dustin Poirier, Eddie Alvarez, José Aldo, Max Holloway e Nate Diaz. Atualmente, o atleta ocupa a nona posição no ranking dos leves e possui um cartel composto por 22 vitórias, sendo 20 pela via rápida e 19 delas por nocaute, e seis derrotas.

    Dustin Poirier, de 31 anos e ex-campeão interino do peso-leve do UFC, é um dos lutadores mais condecorados na história da categoria. No MMA desde 2009 e no Ultimate dois anos depois, ‘The Diamond’ superou nomes importantes como Anthony Pettis, Conor McGregor (duas vezes), Dan Hooker, Eddie Alvarez, Jim Miller, Justin Gaethje e Max Holloway (duas vezes). Atualmente, o atleta ocupa a primeira posição no ranking da divisão e possui um cartel composto por 28 vitórias, sendo 21 pela via rápida, seis derrotas e um ‘no contest’.

  • Daniel Cormier questiona a importância de lutar pelo título ou pelo dinheiro no MMA

    Daniel Cormier questiona a importância de lutar pelo título ou pelo dinheiro no MMA

    O MMA é uma modalidade nova, se comparada aos demais esportes tradicionais, e, com isso, constantemente, se transforma. No passado, o objetivo de parte dos atletas era a conquista do cinturão de suas respectivas categorias, logo, a maior luta possível seria contra o campeão. Contudo, atualmente, uma parcela dos profissionais opta por protagonizar combates valiosos. Com este cenário, Daniel Cormier opinou a respeito.

    Em seu canal oficial no ‘YouTube’, Cormier questionou o que de fato vale mais para a carreira de um lutador entre conquistar o título UFC ou uma situação financeira confortável. De acordo com o veterano, ex-campeão dos meio-pesados (93 kg), do peso-pesado e atual comentarista, sua intenção quando estava em atividade era alcançar a glória máxima, ou seja, o cinturão.

    Contudo, ‘DC’ admite que houve uma mudança de valores no MMA e que isso só foi possível com a presença de atletas como Conor McGregor. Vale destacar que ‘Notorious’ deixou de ser lutador apenas e se transformou em um astro dos esportes de combate, que tem influência até mesmo no rumo da carreira de seus rivais.

    “O que aconteceu com o título sendo a coisa mais importante? O que aconteceu com a chance de se tornar campeão? Para um cara como eu, adorei ter aquele cinturão amarrado na minha cintura. Eu não poderia ter imaginado nada diferente. Eu amo o dinheiro que veio com ele, obviamente. Ganhei muito dinheiro fazendo isso, mas não tenho certeza se estou na posição de Poirier, na posição de Holloway, não sei qual seria minha decisão e tenho dificuldade em culpá-los, quando você olha para a diferença nos números que uma luta contra McGregor traz em oposição a uma luta com outras pessoas”, declarou Cormier, antes de completar.

    “Por muito tempo, todos os campeões eram as lutas pelo dinheiro, eles tinham os cinturões. Agora o cenário está mudando. O mundo dos esportes está mudando e acho que os lutadores estão começando a mudar com ele, mas acredito que tudo se resume ao campeonato. No final das contas, tudo leva a ter o cinturão e você tem que esperar que nessa luta pelo dinheiro, isso o eleve ao ponto de você se tornar o homem no topo, que move aquela agulha”, concluiu.

    Daniel Cormier citou os nomes de Dustin Poirier e Max Holloway, porque os atletas viveram situações semelhantes profissionalmente. Em grande fase no peso-leve (70 kg), ‘The Diamond’ poderia ter disputado o título vago da categoria, porém optou por realizar a trilogia com Conor McGregor e, consequentemente, enriquecer. Agora, ‘Blessed’, que está em posição confortável para enfrentar Alexander Volkanovski, campeão do peso-pena (66 kg), pela terceira vez, expressa o interesse na revanche contra o astro irlandês.

  • ‘Rampage’ admite falta de motivação para atuar no MMA e projeta lutas de boxe

    ‘Rampage’ admite falta de motivação para atuar no MMA e projeta lutas de boxe

    Parece que a carreira de Quinton ‘Rampage’ Jackson no MMA realmente chegou ao fim. Sem atuar na modalidade desde dezembro de 2019, quando foi nocauteado por Fedor Emelianenko, no Bellator, o ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC está de olho em novos desafios e o boxe surge como uma possibilidade real para sua sequência nas artes marciais.

    Durante a coletiva do ‘Triller Triad Combat’, realizada na última segunda-feira (22), o americano admitiu que não tem a empolgação de outrora para seguir no MMA e, por isso, decidiu abrir a cabeça para novas oportunidades para manter sua motivação em alta. Com um duelo na nobre arte em mente, ‘Rampage’, inclusive, até apontou contra quem gostaria de estrear na modalidade: Shannon Briggs, ex-campeão de boxe.

    “Isso é uma coisa que as pessoas não entendem sobre mim. Luto MMA há muito tempo e luto contra os melhores do esporte. Eu ganho um pouco e perco um pouco, mas aquela emoção não está mais lá no MMA como quando eu comecei”, disse o atleta, emendando.

    “Eu entrando em um ringue de boxe com alguém do calibre de Shannon, terei essa pressa. No camp vou ter essa pressa. Se eu não entender direito, posso ser nocauteado – e é disso que preciso. Foi isso que me deu tanto sucesso no MMA e perdi isso ao longo dos anos lutando com todo mundo”, completou Jackson.

    A ideia de Rampage é enfrentar Shannon em evento organizado pela Triller, seja em duelo com regras de boxe profissional ou no Triad Combat, novo estilo de luta que incorpora regras do boxe e do MMA lançado pela entidade.

    “Acho que Shannon seria uma luta de boxe muito difícil. Para ser honesto, não imaginei lutar com ele no Triad Combat, em algo assim. Eu imaginei minha primeira luta de boxe em um ringue de boxe com luvas de boxe. Mas estou preparado para qualquer desafio que surgir no meu caminho”, concluiu o americano.

    No MMA profissional desde 1999, ‘Rampage’ Jackson, de 43 anos, marcou época no esporte por conta de seu estilo de luta empolgante e personalidade forte. Neste período, o americano construiu um cartel composto por 38 vitórias, sendo 20 por nocaute, e 14 derrotas. O veterano se tornou campeão dos meio-pesados do UFC em 2007.

  • Miocic revela desejo em recepcionar Jones nos pesados e em trilogia com Ngannou

    Miocic revela desejo em recepcionar Jones nos pesados e em trilogia com Ngannou

    Sem atuar desde março, Stipe Miocic, ao que parece, deseja recuperar o ritmo de luta. Na ocasião, o veterano encarou Francis Ngannou, perdeu a revanche ao ser nocauteado no segundo round e, consequentemente, o título do peso-pesado do UFC. Como o desfecho do embate contra ‘The Predator’ foi impactante, o ex-campeão da categoria expressou o interesse em apagar a má impressão deixada no octógono e mencionou quais duelos gostaria de realizar na sequência de sua carreira.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Miocic informou que seus principais alvos no peso-pesado são, como não poderia ser diferente, Ngannou e Jon Jones, que ainda vai estrear na divisão, e que seu objetivo é conquistar o cinturão, que já foi seu um dia. O camaronês, campeão da categoria, se prepara para colocar o título em jogo pela primeira vez diante de Ciryl Gane, em janeiro, mas, de acordo com americano, o desafiante não deveria ser o francês e sim ele mesmo.

    Vale lembrar que, como campeão do peso-pesado, Miocic protagonizou uma trilogia com Daniel Cormier, que durou de 2018 até 2020, e travou a categoria, principalmente, a ascensão de Ngannou. Após encerrar a rivalidade com ‘DC’ em vantagem, o americano, finalmente, lidou com o camaronês, mas acabou nocauteado. Como o placar entre os atletas está empatado, o ex-número um da divisão destacou que o terceiro encontro seria justo e garantiu que vai perseguir o aguardado acerto de contas.

    Ao mesmo tempo, Miocic deu sinal positivo para um possível duelo contra Jones. Inclusive, no passado, o combate envolvendo os antigos reis dos meio-pesados (93 kg) e do peso-pesado do UFC quase aconteceu. Na época, os lutadores concordaram em se enfrentar, mas a organização não tirou o confronto do papel. De qualquer forma, o veterano deixou claro que segue interessado em encontrar ‘Bones’ no octógono.

    “Entendo o que o UFC está fazendo, é um negócio, mas, ao mesmo tempo, acho que eu merecia uma trilogia. Estou acostumado com isso. Estou dentro (sobre lutar com Jones). Não acho que Jones queria. Não sei a história toda, mas aceito. Ele quer uma chance pelo título e sei que se saiu bem, ele, provavelmente, é um dos melhores de todos os tempos, mas você ainda tem que esperar seu pedido”, declarou Miocic, antes de completar.

    “É como se eu fosse para os meio-pesados e quisesse uma chance. Vou lutar com qualquer um como sempre digo, mas realmente quero a trilogia. Esse título era meu e quero de volta. Com certeza, a trilogia vai acontecer em 2022. Quero ter a chance de disputar o título de novo, pegar meu cinturão de volta. Voltar ao normal”, concluiu.

    Stipe Miocic, de 39 anos, é um dos principais lutadores da história do peso-pesado no MMA e seus números no UFC impressionam. O ex-campeão é o atleta que mais vezes defendeu o título da categoria (três vezes) pela companhia e o que possui o maior número de bônus (nove ao todo) nela. O veterano também é o quinto com mais vitórias e nocautes na divisão. Seus principais triunfos no esporte foram diante de Alistair Overeem, Andrei Arlovski, Daniel Cormier (duas vezes), Fabrício Werdum, Francis Ngannou, Júnior ‘Cigano’, Mark Hunt, e Roy Nelson.