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  • Alex ‘Poatan’ decreta fim do reinado de Israel Adesanya no UFC: “Já foi”

    Alex ‘Poatan’ decreta fim do reinado de Israel Adesanya no UFC: “Já foi”

    Alex Pereira esbanja confiança para sua próxima luta no UFC, a mais importante de sua carreira no MMA. Neste sábado (12), em Nova York (EUA), ‘Poatan’ lidera a edição de número 281 da companhia junto de Israel Adesanya, rei do peso-médio (84 kg), tem a chance de destronar o rival, consequentemente, se tornar campeão da categoria e crava que é exatamente isto que vai acontecer. De acordo com o brasileiro, o desfecho do terceiro duelo com ‘The Last Stylebender’ nos esportes de combate será tão impactante quanto o do segundo confronto entre eles.

    Ao todo, ‘Poatan’ enfrentou Adesanya duas vezes no kickboxing e saiu dos embates vitorioso. Na primeira luta, realizada em 2016, o brasileiro superou Israel por decisão unânime. Em 2017, no Brasil, Alex nocauteou o nigeriano e o deixou tão mal no ringue, que ele precisou de um balão de oxigênio para se recompor. Em vantagem na rivalidade, o paulista se gaba dos seus triunfos sobre o desafeto fora do MMA e afirma que o nocaute aplicado vai abalar o campeão do peso-médio para o terceiro e decisivo duelo no UFC. Tanto que o poderoso striker já decretou o fim do reinado do inimigo na organização, que se iniciou em 2019, antes mesmo do aguardado confronto ocorrer.

    “Hoje, Adesanya faz todo esse sucesso, mas estou chegando. A vez dele, já foi. No Brasil, tem um ditado, ‘Quem apanha, nunca esquece’. Tenho certeza que ele não esqueceu. Eu acho que o fato de eu ter nocauteado o Adesanya vai ter um grande peso para ele nesta próxima luta. Adesanya sabe que isso é possível”, declarou o desafiante ao título do UFC, ao participar do ‘Countdown’, programa da própria organização para promover grandes lutas.

    Após se destacar no Glory, Alex Pereira, de 35 anos, pode ampliar seus feitos nos esportes de combate. Agora, o brasileiro, quarto colocado no ranking do peso-médio do UFC, tem a chance de ser campeão da categoria. Na companhia desde 2021, o atleta segue invicto nela, com três vitórias, sendo duas por nocaute. Seus principais triunfos foram sobre Andreas Michailidis, Bruno ‘Blindado’ e Sean Strickland.

  • Presidente do Bare Knuckle FC derruba lutador para apartar briga; veja

    Presidente do Bare Knuckle FC derruba lutador para apartar briga; veja

    Uma cena inusitada foi vista na mais recente edição do Bare Knuckle FC, realizada no sábado (5), em Orlando, na Flórida (EUA). Durante uma das lutas do evento, o presidente da organização de boxe sem luvas, David Feldman, precisou subir no ringue e atuar como uma espécie de segurança para apartar uma briga. As imagens viralizaram na internet e, até mesmo, a conta oficial da companhia no ‘Instagram’ brincou com a situação (veja abaixo ou clique aqui e aqui).

    A confusão começou após o lutador Jack Grady ser desclassificado da luta por ter aplicado, intencionalmente, duas cabeçadas no seu adversário, Ryan Reber. O vencedor do confronto, então, decidiu provocar o rival e ergueu seus dedos médios das mãos em frente ao oponente, que o empurrou, dando início à altercação.

    Rapidamente o ringue circular do Bare Knuckle FC foi invadido por seguranças e outros profissionais que trabalhavam no evento, mas uma figura chamou a atenção: David Feldman, dirigente máximo da liga. Sentado próximo ao local, o cartola também decidiu subir no palco do show e ajudou a conter a situação, afastando Jack Grady e, inclusive, derrubando o lutador, que acabou imobilizado no solo pelos seguranças.

  • Polyana Viana relata problemas antes de vitória: “Alguém tinha que pagar a conta”

    Polyana Viana relata problemas antes de vitória: “Alguém tinha que pagar a conta”

    Três das quatro atletas brasileiras escaladas para o card do UFC Vegas 64, realizado no último sábado (5), precisaram lidar com cancelamentos de voos que resultaram no atraso de suas respectivas chegadas a Las Vegas (EUA), sede do evento. O problema, causado pelas manifestações que tomaram ruas e estradas do país após o segundo turno das eleições presidenciais, não parece ter afetado o desempenho dentro do octógono das lutadoras tupiniquins, já que todas saíram vencedoras de seus confrontos, mas gerou uma série de incômodos nas vésperas do show.

    Pelo menos é o que relata Polyana Viana, uma das atingidas pelo problema, assim como as compatriotas Amanda Lemos e Tamires Vidal. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui), a peso-palha (52 kg) admitiu que o atraso na sua chegada a Las Vegas fez com que enfrentasse dificuldades com o corte de peso e, também, para se adaptar ao fuso horário da cidade norte-americana.

    A paraense, que desembarcou em Las Vegas apenas na quarta-feira, quando normalmente os lutadores brasileiros chegam em média cerca de dois dias antes, relatou que a retenção de líquidos – causada pelo voo – atrapalhou no seu processo de corte de peso. Além disso, Polyana admite que toda a situação mexeu com seu psicológico e afetou seu humor nas vésperas de sua luta.

    “Foi bem difícil. Eu fiquei bem chateada. Eu odeio política, odeio, e ainda acontecem essas coisas que não vão prejudicar os políticos, vai prejudicar a gente. Nosso voo foi remarcado, se não me engano, três vezes por causa dessa manifestação. Aí o pessoal falava: ‘Ah, mas vai dar certo’. Deu certo, só que eu sofri para c*** para tirar esse peso. E olha que eu estou sempre leve, sempre bato o peso super de boa, sorrindo. Só que dessa vez eu sofri muito, eu chorei tanto dentro daquela banheira, chorei igual uma criança, xinguei todo mundo”, contou Polyana, antes de continuar.

    “Eu estava muito estressada, e eu não me estresso normalmente. Só que dessa vez o estresse veio com tudo. Acho que juntou tudo. E ainda mais com o peso que não queria sair de jeito nenhum. Eu tive que tirar, se não me engano, 4,5 kg na desidratação, coisa que eu nunca fiz na minha vida. O máximo que eu já tirei foram 3 (kg), e bem hidratada. E eu não estava hidratada, estava retida. Então, foi demais. Os caras da minha equipe que me aguentaram. Gente, desculpa, agora está tudo bem, espero que vocês me perdoem com esse nocaute (risos)”, brincou.

    O nocaute ao qual a brasileira se refere foi o aplicado por ela diante da americana de ascendência coreana Jinh Yu Frey, na noite de sábado, pelo card preliminar do UFC Vegas 64. Apesar de todos os problemas enfrentados nos dias anteriores, Polyana subiu no octógono determinada a apagar da memória a atuação na sua última luta, quando foi derrotada por Tabatha Ricci, e cumpriu com seu objetivo, levando sua adversária à lona em apenas 47 segundos de combate.

    “Alguém tinha que pagar (a conta depois do estresse). Infelizmente, alguém tinha que pagar a conta e ela entrou no caminho da pessoa errada”, brincou Polyana.

    Além de Polyana Viana, as duas outras lutadoras brasileiras que foram afetadas pelos cancelamentos de voos e chegaram atrasadas a Las Vegas venceram seus combates. Estreante no Ultimate, Tamires Vidal nocauteou Ramona Pascual na abertura do card preliminar, enquanto Amanda Lemos superou Marina Rodriguez – curiosamente, a única atleta do Brasil a conseguir chegar com antecedência nos Estados Unidos – no ‘main event’ do UFC Vegas 64.

  • ‘Durinho’ responde desafio de Magny e diz que já tem adversário para o UFC Rio

    ‘Durinho’ responde desafio de Magny e diz que já tem adversário para o UFC Rio

    Não demorou muito para que Gilbert Burns respondesse ao desafio feito por Neil Magny após vencer a luta principal do UFC Vegas 64, no último sábado (5). Em sua conta oficial no ‘Twitter’ (veja abaixo ou clique aqui), ‘Durinho’ parabenizou o rival de divisão pelo mais recente triunfo e se mostrou aberto a aceitar enfrentá-lo dentro do octógono no futuro.

    O brasileiro fez apenas uma ressalva. De acordo com Durinho, o próprio UFC já teria um adversário definido para o seu próximo compromisso, que deve ser marcado para o card do UFC 263, programado para acontecer no dia 21 de janeiro, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), justamente o evento no qual Magny sugeriu que a luta entre eles fosse realizada.

    “Parabéns, Neil Magny. A última vez que tive notícias, o UFC disse que eu tenho um oponente para o Brasil (UFC Rio). Se ele não aparecer, nós podemos dançar. Eu estou dentro 100% para fazer essa luta acontecer. Por agora, grande finalização e parabéns pelo seu recorde”, respondeu Durinho.

    Vale lembrar que, nos últimos meses, Gilbert Durinho tem focado suas atenções em conseguir um combate contra Jorge Masvidal. O americano chegou a sinalizar positivamente para o convite feito pelo brasileiro, mas, ao que parece, não houve um acordo formal até o momento. Resta saber se o niteroiense estará realmente no card do UFC Rio, em janeiro, e diante de qual adversário.

  • Amanda Lemos se oferece para ser reserva de Esparza vs Zhang e pede ‘title shot’

    Amanda Lemos se oferece para ser reserva de Esparza vs Zhang e pede ‘title shot’

    A vitória sobre Marina Rodriguez, lutadora do top 3 da divisão peso-palha (52 kg) do Ultimate, deve aproximar Amanda Lemos – sétima colocada no ranking – ainda mais do topo da categoria e, até mesmo, permite que a brasileira sonhe com um ‘title shot’ já em seu próximo compromisso. Ciente da importância de seu triunfo na luta principal do UFC Vegas 64, no último sábado (5), a paraense já inicia sua campanha por uma oportunidade de disputar o cinturão até 52 kg da companhia.

    Ainda dentro do octógono, na entrevista pós-luta conduzida por Daniel Cormier, Amanda se colocou à disposição para servir de suplente na disputa de título entre a atual campeã Carla Esparza e a desafiante Zhang Weili, marcada para o próximo sábado, dia 12 de novembro, pelo card do UFC 281, em Nova York (EUA). Apesar de improvável, devido ao curto período de descanso, a paraense reiterou sua oferta para a reportagem da Ag Fight, em entrevista exclusiva após o evento (clique aqui).

    “Com certeza (sou a próxima da fila). Eu dei um nocaute muito importante, e estou aqui esperando o Dana me chamar para ficar de reserva na luta pelo cinturão sábado (dia 12). Eu estou pronta, estou inteira, é só me chamar”, afirmou Lemos, que aposta em uma vitória de Zhang sobre Esparza na disputa de título no UFC 281.

    Caso o convite para ser reserva da disputa de cinturão do UFC 281 não venha, a brasileira torce para que seu retrospecto positivo desde que migrou para o peso-palha – com sete vitórias e apenas uma derrota – e sua postura agressiva dentro do octógono façam a diferença na hora da entidade escolher a próxima desafiante ao título.

    “(Eu mereço ser a próxima a disputar o título) pelo diferencial que eu faço dentro do octógono. Eu dificilmente deixo nas mãos dos juízes, sempre finalizo ou nocauteio. Acredito que isso conta muito. E é o que eu vou continuar fazendo, sempre bater duro e finalizar a luta”, prometeu.

    Ex-campeã peso-galo (61 kg) do ‘Jungle Fight’, Amanda Lemos estreou pelo UFC em 2017, ainda competindo na divisão até 61 kg. Depois de cumprir suspensão por doping, a paraense retornou à ação já na categoria dos palhas e, desde então, venceu sete de seus oito compromissos, cinco deles pela via rápida, sendo derrotada apenas pela ex-campeã Jéssica ‘Bate-Estaca’.

  • Após bater recorde de St-Pierre, Magny desafia ‘Durinho’ para luta no UFC Rio

    Após bater recorde de St-Pierre, Magny desafia ‘Durinho’ para luta no UFC Rio

    Com o triunfo sobre Daniel Rodriguez, no co-main event do UFC Vegas 64, no último sábado (5), Neil Magny se tornou o recordista de vitórias na divisão dos meio-médios (77 kg) da organização, superando o ex-campeão – e, para muitos, maior lutador da categoria em todos os tempos – Georges St-Pierre, com quem estava empatado. O feito parece ter servido como uma espécie de injeção de ânimo no americano, que, ainda no octógono, já começou a projetar seu futuro.

    E, no que depender do meio-médio (77 kg), seu retorno ao cage deve ocorrer em breve. Na entrevista pós-luta, conduzida pelo ex-campeão do UFC Daniel Cormier, Magny aproveitou a oportunidade para desafiar o brasileiro Gilbert Burns para um duelo. O americano ainda sugeriu que o confronto contra ‘Durinho’ fizesse parte do card do UFC 283, que está programado para acontecer no dia 21 de janeiro, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).

    “Gilbert Burns, vamos fazer isso no Brasil. É no dia 21 de janeiro, já está chegando”, desafiou Magny.

    No UFC desde 2013, Neil Magny, de 35 anos, é agora o líder isolado das estatísticas de vitórias na divisão dos meio-médios da liga. Com 20 triunfos na categoria, o americano deixou para trás Georges St-Pierre, que possui 19 triunfos, na lista de maiores vencedores da categoria.

  • Marina Rodriguez reclama da atuação do árbitro no UFC Vegas 64: “Parou cedo demais”

    Marina Rodriguez reclama da atuação do árbitro no UFC Vegas 64: “Parou cedo demais”

    Derrotada por Amanda Lemos no ‘main event’ do UFC Vegas 64, no último sábado (5), Marina Rodriguez não ficou satisfeita com a atuação do árbitro Jason Herzog, responsável por mediar o confronto. Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), a peso-palha (52 kg) reclamou de um suposto erro do profissional na tomada de decisão que o levou a encerrar a disputa no terceiro round, dando a vitória à paraense.

    Para Marina, não havia motivos que justificassem a intervenção do árbitro central, de modo a finalizar o combate a favor de sua rival. De fato, no momento em que Herzog interrompe a luta, a gaúcha estava com os dois braços erguidos na altura do rosto, para se defender, e aparentemente consciente. Por outro lado, Rodriguez não esboçava outra reação aos potentes golpes que não se proteger, indicando que poderia estar sem condições de prosseguir.

    “Parou cedo demais! Como profissional da luta, estou ali para enfrentar muito mais, é para isso que estou nesse game! Faz parte do jogo, ganhar, perder, em diferentes situações. Continuamos nosso caminho. Obrigada a todos pelo apoio e torcida”, escreveu Marina.

    A derrota na luta principal do UFC Vegas 64 é um balde de água fria nas pretensões de Marina Rodriguez, que esperava garantir um ‘title shot’ com a vitória sobre a compatriota. Agora, a gaúcha, de 35 anos, terá que começar uma nova campanha rumo ao topo da divisão dos palhas.

    Por sua vez, Amanda Lemos deu um passo importante na carreira. Ocupando a sétima posição no ranking antes da luta começar, a paraense deve subir alguns degraus após bater a terceira colocada na lista e, com isso, se aproximar de uma oportunidade de lutar pelo título da categoria.

  • Irreconhecível! Conor McGregor aparece sem barba e com físico gigantesco; veja

    Mesmo sem previsão de retorno ao UFC, após sofrer uma grave lesão na perna em julho do ano passado, Conor McGregor segue sendo um dos assuntos mais discutidos dentro da comunidade das lutas, principalmente por suas aparições nas redes sociais. Além das constantes provocações e trocas de farpas com outros atletas nas quais se envolve, o irlandês também tem chamado a atenção de todos por sua nova aparência durante esse hiato das competições.

    Em uma recente publicação na sua conta oficial no ‘Instagram’ (clique aqui ou veja abaixo), o ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do UFC apareceu irreconhecível, sem a sua tradicional barba, uma marca registrada do lutador, e com um físico gigantesco. Com um visível aumento de massa muscular, McGregor fez com que os fãs levantassem suspeitas sobre o possível uso de esteroides anabolizantes pelo irlandês, e questionassem em qual categoria de peso ‘Notorious’ lutaria em caso de retorno ao octógono no futuro próximo.

    O irlandês, inclusive, respondeu a um dos fãs que se espantaram com o novo ‘shape’ do ex-campeão do UFC. Após o seguidor cogitar que o peso atual de ‘Notorious’ deve estar entre 90 e 100 quilos, McGregor, bem ao seu estilo, ironizou a afirmação, e insinuou, em tom de brincadeira, que estaria com 120 kg, limite da divisão dos pesos-pesados do Ultimate, para se ter um parâmetro de comparação (veja abaixo ou clique aqui).

    “120 (kg) no banco. #superpesado”, ironizou Conor.


    Sem lutar desde julho do ano passado, quando se lesionou e acabou derrotado por Dustin Poirier, Conor McGregor ainda não parece perto de retornar ao octógono do Ultimate. E pode ser que o retorno do ex-campeão demore ainda mais do que esperado.

    Recentemente, a rede de TV canadense ‘TSN’ divulgou que ‘Notorious’ não foi testado pela USADA (agência antidoping americana), parceira do UFC no programa antidoping da entidade. Com isso, para voltar a lutar, o astro da companhia precisaria completar, pelo menos, seis meses de retorno ao programa antidoping da organização.

  • Patricky ‘Pitbull’ revela ataques de fãs do primo de Khabib antes de luta no Bellator

    Patricky ‘Pitbull’ revela ataques de fãs do primo de Khabib antes de luta no Bellator

    Patricky Freire precisou atuar 11 anos no Bellator para se tornar campeão, mas, enfim, alcançou tal status. Agora, como detentor do título do peso-leve (70 kg) da companhia, ‘Pitbull’ não está disposto a perder tal posição e se prepara para realizar sua primeira defesa de cinturão. No dia 18 de novembro, em Chicago (EUA), o veterano encara Usman Nurmagomedov, primo de Khabib Nurmagomedov e, curiosamente, sofre ao lidar não com o oponente em si e sim com parte de seus fãs.

    Em entrevista ao site ‘SportsKeeda’, Patricky revelou que, após se tornar campeão do peso-leve do Bellator e Usman se firmar como desafiante ao título da categoria, passou a ser perseguido por uma parcela dos seus apoiadores. Dessa forma, o líder da divisão, que já estava animado com a oportunidade de defender seu cinturão pela primeira vez, frisou estar ainda mais empolgado, já que tem em mãos a chance de calar seus detratores. E não só isso, se superar a promessa do MMA, o brasileiro vai acabar com sua invencibilidade e mostrar que o clã Nurmagomedov não é tão intocável assim diante da ferocidade dos irmãos ‘Pitbull’ na organização.

    “Estou aqui para lutar, não me importo com isso. Esses caras gostam de falar m*** no meu Instagram. Eles vêm todos os dias para insultar minha história, falar m*** e me xingar. F***-se todo mundo, não me importo com eles. Eu vou destruir Usman. Todos os dias, olho meu Instagram, recebo um monte de mensagens de russos falando m*** de mim, mas não ligo. Treino duro todos os dias para vencer o meu adversário”, declarou o campeão do Bellator.

    Patricky Freire, de 36 anos, é, ao lado do seu irmão Patrício, um dos principais nomes da história do Bellator. ‘Pitbull’ integra a organização desde 2011 e agora possui o status de campeão do peso-leve. No MMA desde 2005, o brasileiro disputou 34 lutas, venceu 24 e perdeu dez vezes. Os principais triunfos do atleta foram sobre Ben Henderson, Josh Thomson, Peter Queally e Tatsuya Kawajiri.

  • Brasileiro pede revanche pelo cinturão do ONE contra Lineker: “Todos querem ver”

    Brasileiro pede revanche pelo cinturão do ONE contra Lineker: “Todos querem ver”

    No dia 21 de outubro, um desfecho nada agradável para os fãs de MMA colocou fim na disputa entre John Lineker e Fabricio Andrade. O ‘main event’ do card do ONE Championship, realizado na Malásia, foi interrompido após o ‘Mãos de Pedra’ receber um chute ilegal nos ‘países baixos’ e não possuir mais condições de prosseguir. Dado o anticlímax ao final do duelo, ‘Wonder Boy’ faz campanha por uma revanche imediata com o rival.

    Na ocasião, inclusive, apenas Fabricio poderia sair com o cinturão do confronto, já que Lineker, então campeão peso-galo (66 kg) da companhia, não bateu o peso na véspera da luta e teve seu reinado destituído. Sendo assim, o título da categoria segue vago desde que os dois mediram forças.

    “Todos querem ver a revanche. Chatri quer ver. O ONE Championship quer a revanche. Os fãs querem ver também. Acho que essa é a coisa mais provável a acontecer (em seguida). Para mim, não tem problema. Provavelmente teremos essa revanche”, declarou Fabricio, em entrevista ao canal ‘SCMP Martial Arts’.

    O ‘no contest’ (luta sem resultado) interrompeu uma sequência invicta de quatro vitórias de Lineker no ONE. Com apenas 25 anos, Fabricio também viveu situação parecida. Até medir forças com o ‘Mãos de Pedra’, o atleta somava cinco triunfos dentro da organização asiática.