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  • Larissa Pacheco e Kayla Harrison recebem gancho mínimo após trilogia no PFL

    Larissa Pacheco e Kayla Harrison recebem gancho mínimo após trilogia no PFL

    Na última sexta-feira (25), Larissa Pacheco e Kayla Harrison protagonizaram uma batalha de cinco rounds pelo título do ‘GP’ dos pesos-leves feminino (70 kg) do PFL. No entanto, apesar do intenso combate travado no ‘Madison Square Garden’, em Nova York (EUA), as lutadoras podem voltar à ação em breve, já que ambas receberam a suspensão médica mínima após o evento.

    Tanto a mais nova campeã brasileira quanto a consagrada judoca americana receberam um gancho de apenas sete dias de repouso obrigatório. Sendo assim, Larissa e Kayla, na teoria, já podem retomar sua rotina de atletas de MMA na próxima sexta-feira (2). As suspensões foram divulgadas pelo site ‘MMA Fighting’, em contato com a Comissão Atlética do Estado de Nova York, órgão responsável por regular os eventos da região.

    Outro brasileiro em posição de destaque no supercard do PFL não teve a mesma sorte. Ao disputar a final do ‘GP’ dos pesos-pesados, Matheus ‘Buffa’ foi nocauteado por Ante Delija no primeiro assalto e, além do resultado negativo, recebeu uma suspensão médica obrigatória de 45 dias, além de um gancho por tempo indeterminado até que obtenha uma liberação de um neurologista. Seu rival croata, por sua vez, recebeu apenas sete dias de repouso.

    No card preliminar do evento, também tivemos um combate 100% verde-amarelo. Sheymon Moraes, que nocauteou Marlon Moraes no terceiro round, recebeu 14 dias de repouso obrigatório. Já ‘Magic’, que acumulou sua quinta derrota por nocaute consecutiva, terá que ficar afastado obrigatoriamente por 30 dias, além de estar suspenso por tempo indefinido até que obtenha a liberação de um prestador de cuidados primários.

    Confira abaixo todas as suspensões do card do PFL:

    Larissa Pacheco: repouso obrigatório de sete dias.

    Kayla Harrison: descanso obrigatório de sete dias.

    Brendan Loughnane: descanso obrigatório de sete dias.

    Bubba Jenkins: suspenso obrigatoriamente por 45 dias, suspenso indefinidamente até a liberação do neurologista.

    Ante Delija: descanso obrigatório de sete dias.

    Matheus Scheffel: suspenso obrigatoriamente por 45 dias, suspenso indefinidamente até a liberação do neurologista.

    Aspen Ladd: descanso obrigatório de sete dias.

    Julia Budd: descanso obrigatório de sete dias.

    Olivier Aubin-Mercier: repouso obrigatório de sete dias.

    Stevie Ray: suspenso obrigatoriamente por 90 dias, suspenso indefinidamente até a liberação do neurologista.

    Sadibou Sy: suspenso obrigatoriamente por 30 dias, suspenso indefinidamente enquanto se aguarda a liberação do prestador de cuidados primários.

    Dilano Taylor: suspenso obrigatoriamente por 30 dias, suspenso por tempo indeterminado liberação ortopédica.

    Rob Wilkinson: descanso obrigatório de sete dias.

    Omari Akhmedov: suspenso obrigatoriamente por 90 dias, suspenso indefinidamente, pendente de neurologia e liberação do prestador de cuidados primários.

    Sheymon Moraes: descanso obrigatório de 14 dias.

    Marlon Moraes: suspenso obrigatoriamente por 30 dias, suspenso indefinidamente até a liberação do prestador de cuidados primários.

    Natan Schulte: repouso obrigatório de sete dias.

    Jeremy Stephens: suspenso obrigatoriamente por 30 dias, suspenso indefinidamente enquanto se aguarda a liberação do prestador de cuidados primários.

    Magomed Magomedkerimov: descanso obrigatório de sete dias.

    Gleison Tibau: suspenso obrigatoriamente por 30 dias, suspenso indefinidamente até a liberação do prestador de cuidados primários.

    Dakota Ditcheva: descanso obrigatório de sete dias.

    Katherine Corogenes: suspensa obrigatoriamente por 90 dias, suspensa por tempo indeterminado enquanto se aguarda a liberação do neurologista.

    Biaggio Ali Walsh: descanso obrigatório de sete dias.

    Tom Graesser: suspenso obrigatoriamente por 60 dias, suspenso indefinidamente enquanto se aguarda a liberação do prestador de cuidados primários.

  • Israel Adesanya revela sonho de levar o UFC para a África pela primeira vez na história

    Israel Adesanya revela sonho de levar o UFC para a África pela primeira vez na história

    Uma das estrelas do MMA na atualidade, Israel Adesanya possui uma carreira repleta de feitos, mas não se dá por satisfeito. Em sua recente luta, realizada em novembro, em Nova York (EUA), ‘The Last Stylebender’ foi nocauteado por Alex Pereira no quinto e último round e, consequentemente, destronado no peso-médio (84 kg) do UFC, mas não perdeu a confiança e destacou que é apenas uma questão de tempo para dar a volta por cima. Contudo, o nigeriano não busca apenas reconquistar o cinturão da categoria. De acordo com atleta, seu sonho vai além do título da divisão.

    Adesanya revelou que seu maior desejo sempre foi ser um dos responsáveis ou o principal motivo para fazer o UFC realizar um evento na África. Vale pontuar que a maior organização de MMA do mundo jamais visitou o continente africano, mas Dana White informou que o quadro pode mudar em breve. Sendo assim, como é um dos maiores nomes do MMA, o atleta defende a ideia de que a companhia tem muito a ganhar ao colocar a região em sua programação. Nem mesmo o fato dele e de Kamaru Usman, dois dos três ‘Reis Africanos’ da empresa, ao lado de Francis Ngannou, terem caído fez Israel perder a esperança na possibilidade de liderar shows na frente de seu povo.

    “Não está tarde para fazer isso. F***-se o cinturão. Somos nós. O que fizemos ainda está gravado na história para sempre. Não acabou. Há momentos na história que nunca mais serão repetidos. Isso nunca mais será replicado e tenho muito orgulho de dizer que fiz parte disso ou que faço parte disso, porque ainda estamos escrevendo o livro. Isso ainda não acabou. O jogo não acabou. Achei que era o fim do jogo, mas devemos jogar de novo. Podemos fazer isso. O dinheiro fala e o UFC tem muito dinheiro”, declarou o ex-campeão do UFC, em entrevista ao site ‘MMA Fighting’.

    Israel Adesanya, de 33 anos, é um dos maiores e melhores lutadores de MMA da atualidade. O ex-campeão do peso-médio do UFC estreou pela companhia em 2018 e defendeu o título da categoria cinco vezes. Seus principais triunfos foram sobre Anderson Silva, Brad Tavares, Derek Brunson, Jared Cannonier, Kelvin Gastelum, Marvin Vettori (duas vezes), Paulo ‘Borrachinha’, Robert Whittaker (duas vezes) e Yoel Romero.

  • ‘Poatan’ joga a responsabilidade de realização de revanche imediata para Adesanya

    ‘Poatan’ joga a responsabilidade de realização de revanche imediata para Adesanya

    Em sua recente luta no UFC, Alex Pereira conseguiu um feito. Em novembro, em Nova York (EUA), ‘Poatan’ se tornou o primeiro atleta a vencer Israel Adesanya no peso-médio (84 kg) do UFC ao nocauteá-lo, de virada, no quinto e último round. Agora, como campeão da categoria, o brasileiro pode ter o ícone do MMA novamente como adversário em uma possível revanche imediata e abre as portas para o quarto duelo deles nos esportes de combate.

    ‘Poatan’ informa que, se depender dele, a nova luta com Adesanya pode ser realizada na sequência dos eventos, mas não está convicto de que o rival deseja encará-lo novamente. Até o momento, Alex lidera o placar da rivalidade com o nigeriano, com três triunfos. O brasileiro superou o desafeto no kickboxing, em 2016 e 2017, e no MMA, em 2022. Sendo assim, o paulista indica que ‘The Last Stylebender’ pode estar traumatizado com os resultados, pois, mesmo lutando bem, não consegue vencê-lo. De qualquer forma, o campeão revela que ainda não cogita medir forças com outros nomes do peso-médio do UFC e explica que a revanche imediata só depende do ‘sim’ de Israel para acontecer.

    “Às vezes, acho que ele quer. Ele quer ganhar de mim, mas sabe que tudo tem um risco, então não sei. Como o Adesanya falou que quer essa revanche, eu faria essa revanche, o foco é esse. A partir do momento que ele falar assim, ‘Não quero’, aí vai mudar, vou ter uma resposta. Agora, se eu falar para você (outro nome), vou estar mentindo”, declarou o campeão do UFC, em entrevista ao site ‘MMA Fighting’.

    Após se destacar no Glory, Alex Pereira, de 35 anos, ampliou seus feitos nos esportes de combate. Agora, o brasileiro é campeão do peso-médio do UFC em sua quarta luta pela companhia. Na empresa desde 2021, o atleta segue invicto nela, com vitórias sobre Andreas Michailidis, Bruno ‘Blindado’, Sean Strickland e Israel Adesanya.

  • Chimaev responde ‘Poatan’ após acusação de recusar luta no UFC: “Falso lutador”

    Chimaev responde ‘Poatan’ após acusação de recusar luta no UFC: “Falso lutador”

    Como era de se esperar, Khamzat Chimaev não ficou quieto e já respondeu Alex Pereira, após seu posicionamento na última segunda-feira (28). Ao participar do programa ‘The MMA Hour’, ‘Poatan’ acusou o russo de recusar enfrentá-lo em janeiro, no Brasil, pelos meio-pesados (93 kg) do UFC. Imediatamente, ‘Borz’ não deixou barato e partiu com tudo para cima do campeão do peso-médio (84 kg) da companhia.

    Em sua resposta, Chimaev se mostrou surpreso com o posicionamento de ‘Poatan’ e garantiu que não recusou a luta nos termos propostos por ele. Pelo contrário, o russo sinalizou que o UFC sempre teve conhecimento de sua vontade de colocar as mãos no brasileiro, em qualquer categoria. Irritado, ‘Borz’ não só provocou o rival, como também seu staff e questionou sua legitimidade como campeão da empresa.

    Vale destacar que Chimaev, constantemente, desafia ‘Poatan’ e lhe propôs uma luta no peso-médio, em janeiro, e, não satisfeito, em dezembro. Contudo, Alex deixa claro que duvida que o desafeto tenha a real intenção de enfrentá-lo, uma vez que costuma oferecer propostas impossíveis em suas abordagens, e frisa que ele faz de tudo para se promover. Mas, ao que parece, Khamzat não vai desistir de atormentar o campeão do UFC.

    “O que é isso? Eu perguntei a eles sobre essa luta no Brasil. Cinturão falso, técnico falso, lutador falso”, respondeu o lutador através de sua conta oficial no ‘Instagram’, no perfil do site ‘MMA Fighting’.

    Invicto no MMA, Khamzat Chimaev, de 28 anos, disputou seis lutas no UFC e cresceu nos meio-médios (77 kg). O russo estreou pela organização em 2020 e suas vítimas nela foram John Phillips, Rhys McKee, Gerald Meerschaert, Li Jingliang, Gilbert ‘Durinho’ e Kevin Holland. Atualmente, ‘Borz’ é dono do terceiro lugar no ranking da categoria e lista Alex ‘Poatan’, Colby Covington, Israel Adesanya, Kamaru Usman e Leon Edwards como potenciais rivais.

    Reprodução/Instagram
  • Jiri Prochazka promete retorno triunfal e desafia futuro novo campeão do UFC

    Jiri Prochazka promete retorno triunfal e desafia futuro novo campeão do UFC

    Na última quarta-feira (23), Jiri Prochazka sofreu um duro golpe, mas provou ser um atleta diferenciado ao lidar com o problema. O tcheco estava programado para realizar sua primeira defesa de título dos meio-pesados (93 kg) do UFC, em dezembro, em Las Vegas (EUA), mas sofreu uma grave lesão no ombro e ficou impossibilitado de enfrentar Glover Teixeira na revanche. Podendo ficar afastado por seis meses ou até um ano, ‘Denisa’ decidiu abdicar do cinturão da categoria, em respeito aos demais integrantes dela, porém não perdeu o desejo de ser campeão.

    Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui, aqui e aqui), Prochazka mostra que sua confiança segue inabalável. Invicto no UFC, o tcheco não tem dúvida de que vai superar mais um obstáculo, dessa vez, fora do octógono. Tanto que o atleta promete realizar um retorno triunfal pós-lesão. Com o cinturão dos meio-pesados vago, a liga informa que o vencedor da luta Jan Blachowicz vs Magomed Ankalaev vai ser o campeão linear e Jiri está de olho na dupla.

    É bem verdade que o UFC não confirma se ‘Denisa’ vai lutar pelo cinturão dos meio-pesados em seu retorno à ação, uma vez que Glover Teixeira também segue no páreo. Contudo, o atleta, no momento, esquece o veterano e classifica o polonês ou o russo como oponentes ideais. De acordo com Prochazka, o justo seria o UFC programar o duelo dele, ex-campeão da categoria, com o novo detentor do título da divisão para definir o melhor lutador do peso. Fatalmente, o tcheco vai estar sem ritmo de luta em sua volta ao MMA, mas ignora tal problema e crava sua vitória.

    “Seu caminho é o título? Me tornei campeão do UFC há 5 meses e a situação atual não muda meu sentimento interior de ser campeão, esse é o sentimento e o motivo pelo qual comecei no MMA. Ser o campeão dos melhores, ser o melhor dos melhores. Esta é a minha infinita motivação, consciência e vontade de agir. Não consigo mover, mesmo que eu force. É como a gravidade, uma lei da física. Se alguém ganhar o título dos meio-pesados UFC e provar que é o melhor agora, enquanto descanso, ficarei honrado em ver esse desempenho e depois me preparar para mostrar quem é o campeão por direito dessa divisão e muito mais, número um peso-por-peso. Agradeço aos meus fãs pelo apoio e confiança. Este é o começo de algo maior. Eu te amo”, escreveu o atleta em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    Jiri Prochazka, de 30 anos, protagonizou uma ascensão meteórica no UFC. O tcheco estreou pela companhia em 2020, disputou três lutas e se tornou campeão dos meio-pesados em 2022. Pela organização, ‘Denisa’ nocauteou Volkan Oezdemir, Dominick Reyes e finalizou Glover Teixeira em sequência. No Rizin FF, o atleta nocauteou Bruno Cappelozza, CB Dollaway, Karl Albrektsson, Muhammed ‘King Mo’ Lawal e Vadim Nemkov.

  • Khabib descarta retorno ao MMA por conta de promessa à mãe: “Tudo para mim”

    Khabib descarta retorno ao MMA por conta de promessa à mãe: “Tudo para mim”

    Em outubro de 2020, Khabib Nurmagomedov pegou o mundo do MMA de surpresa ao anunciar sua aposentadoria após derrotar Justin Gaethje, no UFC 254. Na época, o então campeão peso-leve (70 kg) do Ultimate havia perdido seu pai e maior entusiasta no esporte, vítima de COVID-19, e prometido para sua mãe que penduraria as luvas. Dois anos após a decisão, o russo garante que não há possibilidade de voltar atrás em sua palavra por conta dos fortes vínculos familiares que possui.

    Durante uma palestra na ‘Class A Events/Penny Appeal Canada’, Khabib enfatizou a relação genuína que possui com sua mãe, que funciona como uma espécie de espelho em sua vida. Sendo assim, após o falecimento de seu pai, Abdulmanap, o russo resolveu atender o pedido de sua matriarca e se retirar do esporte, mesmo no auge de sua performance.

    “Terminei minha carreira porque prometi à minha mãe, é por isso que essa pergunta (sempre vem) e essa conversa entre mim e minha mãe se tornou muito famosa. Mas tínhamos (conversado) muitas coisas diferentes que as pessoas não sabiam sobre. Não só esta promessa. Eu sigo não apenas esta promessa para minha mãe, sigo tudo sobre a mãe. Você pode ter amigos ou filhos, tanto faz. Você pode ter o que quiser, mas nunca terá mais de uma mãe. Você tem apenas uma mãe. Para mim, é tudo”, destacou o russo, antes de falar sobre sua relação com sua matriarca.

    “Eu amo minha mãe por milhões e milhões de razões. Sei que muitas pessoas têm um relacionamento ruim com os pais. Eu realmente não entendo isso. Como as pessoas podem ter relacionamentos ruins com os pais? Sim. Mãe para mim é tudo. Mesmo agora, ela ainda está comigo, morando comigo na mesma casa. Eu a trato como uma rainha”, completou, de acordo com o site ‘MMA Junkie’.

    Com um cartel irretocável de 29 vitórias e nenhuma derrota como profissional, Khabib agora volta suas atenções para atuar como treinador, na antiga função do pai, e ajudar a lapidar talentos do seu clã. Em sua breve trajetória como mentor, o filho de Abdulmanap já ajudou Islam Makhachev e Usman Nurmagomedov a se tornarem campeões peso-leve do UFC e Bellator, respectivamente.

  • Milionário no PFL, Natan Schulte exalta importância de investimentos: “Carreira é curta”

    Milionário no PFL, Natan Schulte exalta importância de investimentos: “Carreira é curta”

    Nos últimos anos, o PFL tem ganho cada vez mais notoriedade por conta de seu formato de ‘Grand Prix’, que premia o campeão de cada categoria com o valor de 1 milhão de dólares (R$ 5,3 milhões). Vencedor do ‘GP’ dos pesos-leves (70 kg) por dois anos consecutivos, em 2018 e 2019, Natan Schulte exaltou a fórmula de disputa da empresa e destacou que seu retrospecto na liga o ajudou a juntar uma boa quantia e aplicá-la em investimentos.

    Em entrevista exclusiva à Ag Fight, o brasileiro destacou que, apesar de ter que se submeter a competir e perder peso por diversas vezes ao longo do ano, o formato de Grand Prix é proveitoso para o atleta que se prepara da melhor maneira possível. Na opinião de Natan, os ‘sacrifícios’, no fim, valem a pena por conta da quantia milionária oferecida ao campeão – pagamento raro até mesmo para as principais estrelas do MMA.

    “O formato do PFL, que você tem a chance de você ganhar 1 milhão de dólares. Isso é, para qualquer lutador, falando de MMA, é uma grana muito significativa. O cara consegue trabalhar ele, se for esperto, consegue fazer o dinheiro render.  É uma grana muito boa que você faz em um ano se você se preparar bem. São poucos atletas hoje que recebem um milhão, no UFC ou Bellator, é muito difícil. Então dar esse gás, se preparar, perder peso várias vezes vale a pena. Para quem é campeão vale muito”, opinou o catarinense.

    Com a ‘sorte’ e competência de ter alcançado tal façanha em duas oportunidades, Natan revela que conseguiu realizar o famoso ‘pé de meia’ com investimentos realizados com a quantia milionária em mãos. Na opinião do brasileiro, conquistar a tão sonhada independência financeira é crucial para lutadores de MMA, que detém um período curto de carreira, se comparada a outras profissões.

    “Graças a Deus (fiz meu dinheiro render). No começo, não tinha tanta ideia do que fazer (com o dinheiro), mas depois acabei investindo meu dinheiro bem. Isso é muito importante, porque a gente não pode se deslumbrar de: ‘Ah, recebi um dinheiro, vou comprar um carrão’. Tem que ter pé no chão. Carreira de atleta é curta, então é importante saber investir para você usufruir e não ter que lutar até quando não quiser mais. Quando quiser parar, quero parar mesmo e curtir a vida”, frisou o atleta da ‘American Top Team’.

    Os planos de acumular fortuna de Natan não parecem próximos do fim. Bicampeão do ‘GP’ em 2018 e 2019, o brasileiro destacou que seu foco em 2023 é total no formato, para, além de reaver seu reinado na divisão até 70 kg, também embolsar a quantia milionária pela terceira vez em sua trajetória no PFL.

  • Sheymon Moraes desafia Whindersson Nunes para luta de boxe no ‘Fight Music Show’

    Sheymon Moraes desafia Whindersson Nunes para luta de boxe no ‘Fight Music Show’

    Lutador profissional de MMA, mas atualizado nas mais recentes tendências dos esportes de combate, Sheymon Moraes não descarta uma aventura no boxe. O peso-pena (66 kg) do PFL deseja, inclusive, repetir uma fórmula que tem feito sucesso na modalidade: desafiar uma personalidade popular a subir e se testar no ringue. O principal alvo da vez é o comediante Whindersson Nunes.

    Em entrevista exclusiva à Ag Fight após sua vitória diante de Marlon Moraes, na última sexta-feira (25), em Nova York (EUA), Sheymon se mostrou aberto a se testar nos ringues da nobre arte e desafiou duas figuras públicas, uma nacional e outra internacional: Whindersson Nunes, que já encarou ‘Popó’ na modalidade e o astro americano do rap, Wiz Khalifa, um entusiasta das artes marciais.

    “Wiz Khalifa, vamos fazer essa luta de boxe, essa exibição de boxe, estou pronto cara. Sei que vai ser divertido, você vai gostar. Você se amarra em treinar, vai ser um bom entretenimento para todo mundo. E Jake Paul, manda o contrato que a gente luta na sua organização. Estamos aí, estou aberto para lutar boxe com as estrelas, até mesmo no Brasil. Whindersson, o comediante lá, faço uma lutinha com você. Fight Music Show, luto com o Whindersson aí”, declarou o atleta de São Gonçalo.

    Apesar do interesse em realizar confrontos diante de astros de outros ramos no boxe, Sheymon dificilmente terá seu desejo atendido, já que atualmente possui vínculo contratual com o PFL. Ao que tudo indica, inclusive, o brasileiro participará do tradicional ‘Grand Prix’ da companhia em 2023, que premia o vencedor com o valor de 1 milhão de dólares (R$ 5,3 milhões).

  • Alex Poatan acusa Chimaev de recusar luta até 93 kg no UFC Rio

    Alex Poatan acusa Chimaev de recusar luta até 93 kg no UFC Rio

    Nesta segunda-feira (28), a rivalidade entre Alex ‘Poatan’ e Khamzat Chimaev ganhou um novo capítulo. Após conquistar o título dos peso-médios (84 kg) do Ultimate e ser desafiado pelo ‘Lobo’ para um duelo no UFC Rio, o campeão brasileiro revelou que aceitou parcialmente a proposta do desafeto, mas com uma condição: um embate na divisão dos meio-pesados (93 kg).

    Durante participação no programa ‘The MMA Hour’, Poatan destacou que a contraproposta tem uma explicação simples: corte de peso severo. Na visão do brasileiro, atingir o limite dos pesos-médios novamente em janeiro de 2023, apenas dois meses após sua última luta, seria inviável. Portanto, o kickboxer ofereceu a Khamzat a possibilidade de enfrentá-lo na ‘Cidade Maravilhosa’ com 93 kg.

    “Fui até meu empresário e disse: ‘Olha, acabei de fazer um corte de peso duro, não consigo bater (84 kg) para esse (card) agora, mas diga ao UFC que eu o desafio a lutar comigo com 93 kg no Rio. O Chimaev não quis. Ele é um cara grande, (eu também) sou um cara grande, vamos fazer isso nos meio-pesados para não nos preocuparmos com corte de peso. Nós oferecemos (essa luta para ele) com 93 kg no Rio”, revelou Alex.

    Carente de duelos que despertem o olhar mais passional do público brasileiro, o UFC Rio cresceria de patamar com a adição de Poatan vs Chimaev. No entanto, a suposta recusa do wrestler russo freou essaa possibilidade. Sendo assim, ao que tudo indica, o retorno de Alex aos octógonos será diante de Israel Adesanya, seu rival de longa data, em uma eventual revanche na próxima temporada.

  • Sheymon Moraes revela que trabalhava como motorista dias antes de luta no PFL

    Sheymon Moraes revela que trabalhava como motorista dias antes de luta no PFL

    A vida dos lutadores de MMA, mesmo os que competem em alto nível, nem sempre é consolidada financeiramente. É comum se deparar com histórias de atletas que se desdobram em outra função para conseguir manter a carreira em atividade. Sheymon Moraes, ex-UFC e atualmente no PFL, vivia essa realidade dias atrás. Antes de receber o chamado da companhia para encarar Marlon Moraes de última hora, o brasileiro revelou, em entrevista exclusiva à Ag Fight, que vinha atuando como motorista de aplicativo da rede ‘Uber’.

    Após vencer Marlon por nocaute na última sexta-feira (25), em show realizado no ‘Madison Square Garden’, em Nova York (EUA), Sheymon admitiu que viveu uma temporada complicada do ponto de vista financeiro em 2022. Com a perspectiva de competir no ‘GP’ dos pesos-penas (66 kg) do PFL no ano seguinte, o brasileiro precisou conciliar os treinos com uma rotina pesada de trabalho diário como motorista a fim de levantar fundos para investir em sua carreira.

    “Como o imposto de renda veio pesado esse ano, tive que pagar umas contas também, então tive que começar a dirigir para poder mexer no dinheiro pro camp do ano que vem, do torneio. Então decidi dirigir esse finalzinho de ano para ajudar e pagar a viagem para o Brasil, dirigindo Uber. Passagem pro Brasil está 2 mil dólares por pessoa, e lá em casa são três, então 6 mil dólares, que é um dinheiro que aqui você demora uns 3 meses para gastar. Para ganhar, então, nem se fala (risos)”, revelou, em tom bem humorado.

    A possibilidade de ‘rodar’ como motorista da rede Uber foi levantada por amigos de Sheymon, que aconselharam o lutador a atuar na função, pois lhe renderia uma boa quantia. Sendo assim, o atleta de São Gonçalo se mudou temporariamente para Los Angeles para trabalhar na região, antes de ser convocado pelo PFL para substituir Shane Burgos, machucado, e medir forças com Marlon Moraes.

    “Aí pensei: ‘Vou para Los Angeles, dirigir lá’. Tenho amigos lá que falaram que estava bom, dando para fazer 3 a 4 mil por semana dirigindo 12h por dia no aplicativo. E foi isso que eu fiz (…) Tinha dias que dormia no carro. Levantei um dinheiro, quando voltei de lá, que ia ficar uma semana no Arizona com a família, eu recebi a ligação da luta. Caiu como uma luva e graças a Deus deu tudo certo”, celebrou o brasileiro.

    Esta foi a segunda vez que os caminhos de Sheymon e Marlon se cruzaram em um cage de MMA. Na primeira oportunidade, em 2015, no ‘WSOF’, ‘Magic’ levou a melhor por finalização no terceiro assalto. Com o mais recente resultado, desta vez no PFL, o retrospecto entre os dois agora está empatado.