Tag: UFC

  • Ngannou diz que luta com Tyson Fury vai acontecer nem que seja em uma “cabine telefônica”

    Ngannou diz que luta com Tyson Fury vai acontecer nem que seja em uma “cabine telefônica”

    Atual detentor do cinturão peso-pesado do UFC, Francis Ngannou já deixou claro que um de seus objetivos futuros é se testar no ringue de boxe, de preferência contra o campeão mundial Tyson Fury, que também compartilha do interesse na superluta contra o camaronês. E, ao que tudo parece, o lutador africano está otimista quanto à realização de seu desejo.

    Em vídeo publicado no seu canal do ‘Youtube’, Ngannou reforçou seu interesse em medir forças com o pugilista inglês e brincou ao garantir que o combate sairá do papel, independentemente do local onde ele aconteça. Vale lembrar que, além de se recuperar de uma cirurgia no joelho feita recentemente, o camaronês trava uma batalha com o UFC em meio às negociações pela sua renovação contratual, visando uma substancial valorização do seu salário, o que pode interferir na concretização do acordo pela peleja contra Tyson Fury.

    “Eu realmente não ligo sobre o que vai ser. Eu só acho que vai ser uma luta contra Tyson Fury. Pode ser em uma cabine telefônica ou algo assim, mas essa luta vai acontecer, ou até em um terraço – essa luta vai acontecer”, cravou o campeão peso-pesado do UFC.

    Francis Ngannou conquistou o título peso-pesado do UFC em março do ano passado, ao nocautear o então campeão Stipe Miocic. Em sua primeira defesa de cinturão, o camaronês superou o francês Ciryl Gane, por pontos, na edição 270 do Ultimate, realizada em janeiro deste ano. O combate marcou também o último compromisso previsto no contrato atual do africano com a organização presidida por Dana White.

  • Tom Aspinall descarta briga por cinturão interino e revela planos no UFC

    Tom Aspinall descarta briga por cinturão interino e revela planos no UFC

    Invicto no Ultimate após cinco apresentações, Tom Aspinall foi apontado como uma das promessas dos pesos-pesados da organização. O inglês, que ocupa o sexto posto do ranking da divisão, está com a moral elevada com Dana White, presidente da liga, e por isso pode alcançar desafios maiores em seus próximos compromissos.

    Mas no que depender de Aspinall, ele vai trilhar seu caminho até o topo da categoria com cautela. Em entrevista à ‘CBS Sports’, o britânico rechaçou a chance de entrar em uma possível disputa de cinturão interino dos pesados. O cenário do posto de campeão provisório ser criado acabou ventilado por Dana, uma vez que Francis Ngannou, campeão linear, passou por uma cirurgia e ainda não tem previsão de retorno ao octógono.

    “Não é uma coisa em que eu pense muito. Sinceramente, não tenho interesse nisso. Acho que existem outras pessoas que merecem mais (essa chance), como Stipe Miocic ou Jon Jones. Acabei de entrar no top 10. Não procuro fazer nada deste tipo”, ressaltou.

    Se uma luta pelo título interino ainda não interesse Aspinall, o competidor sabe bem qual é a sua meta na franquia. Com seu crescimento de popularidade no Reino Unido, o peso-pesado revelou seu desejo de se tornar o grande representante dos britânicos na organização e pretende se apresentar mais vezes em frente aos seus compatriotas.

    “Eu quero lutar no Reino Unido. Eu e Tai (Tuivasa) no Reino Unido seria inacreditável. Quero ser o cara do Reino Unido. Não quero lutar em um card onde eu seja só mais um, entende? Quer estar no Reino Unido. Quero ser esse cara”, finalizou.

    Tom Aspinall, de 28 anos, iniciou sua trajetória no Ultimate em 2020 e já impressionou. O inglês ainda segue invicto na organização após cinco compromissos, sendo que venceu três rivais por nocaute e dois por finalização. Na sua carreira na modalidade, que teve início em 2014, o britânico soma 12 triunfos e apenas dois reveses

  • Michael Chandler sai em defesa de Tony Ferguson e questiona suposto declínio do rival

    Michael Chandler sai em defesa de Tony Ferguson e questiona suposto declínio do rival

    Depois de ostentar uma longa invencibilidade no octógono do Ultimate, que contou com 12 triunfos consecutivos, Tony Ferguson viu sua sequência positiva ser interrompida em maio de 2020, ao ser nocauteado por Justin Gaethje, e desde então não voltou a sentir o sabor da vitória. O ex-campeão interino peso-leve (70 kg) agora soma três derrotas seguidas e muitos já cogitam que o veterano possa estar em declínio na carreira. Noção que é rebatida por um rival de divisão de ‘El Cucuy’.

    Ao site ‘MMA Fighting’, Michael Chandler defendeu o rival – que será seu próximo adversário – e colocou a ‘culpa’ dos resultados adversos recentes de Ferguson no alto nível apresentado por seus concorrentes no topo da divisão dos leves. O americano relembrou, inclusive, que ele próprio passa por um momento de instabilidade em relação aos resultados no UFC, vindo de duas derrotas seguidas, e tratou de normalizar a situação.

    “Eu diria que o histórico dele até aqui indicaria que talvez ele esteja em declínio, mas você não pode olhar para os registros e dizer que ele perdeu as últimas três lutas. Esses caras mencionados, Charles Oliveira, Justin Gaethje, Beneil Dariush, esses são os top do mundo. Quando nós lutamos contra o topo da divisão, contra os melhores do planeta até 70 kg, você vai vencer algumas, você vai perder outras e, de vez em quando, você vai perder duas em sequência, assim como aconteceu comigo”, comentou Chandler, antes de continuar.

    “Eu estou em declínio porque perdi duas seguidas? Perdi uma para Charles Oliveira e depois uma para Justin Gaethje? Eu não sei, ainda falta ver, mas eu vu dizer o seguinte, nós estamos lutando com os melhores do mundo. Eu acho que qualquer um de nós dentro do top 5, top 7 poderia lutar contra qualquer outro e se tornar campeão mundial. Mostra o quão próximos esses caras estão”, concluiu o ex-campeão peso-leve do Bellator.

    Michael Chandler e Tony Ferguson se enfrentam no próximo dia 7 de maio, pelo card do UFC 274, que será sediado na cidade de Phoenix, no Arizona (EUA). O vencedor do combate dará adeus à má fase e retomará o caminho das vitórias, visando se reaproximar de uma possível futura disputa pelo título dos leves, atualmente sob posse do brasileiro Charles ‘Do Bronx’.

  • Campeão de boxe indica que Usman possui chance de nocautear ‘Canelo’ Álvarez

    Campeão de boxe indica que Usman possui chance de nocautear ‘Canelo’ Álvarez

    Campeão dominante nos meio-médios (77 kg) do UFC, Kamaru Usman, constantemente, expressa o interesse em se aventurar no boxe e desafia Saúl Álvarez, lenda dos ringues, para uma luta. No entanto, Dana White e demais personalidades do MMA classificam tal ideia como absurda e minimizam as chances do nigeriano vencer ‘Canelo’ na nobre arte. Mas Errol Spence Jr aborda o hipotético duelo entre as estrelas de forma diferente.

    O campeão dos meio-médios da WBC (Conselho Mundial de Boxe) e IBF (Federação Internacional de Boxe) elogiou Usman e indicou que o mesmo não só possui chance de vencer ‘Canelo’ no boxe, como também de nocautear a lenda dos ringues, algo que nunca aconteceu no esporte. De acordo com Errol, o nigeriano evoluiu na trocação e deixou de ser apenas um wrestler. Inclusive, o próprio ícone do UFC avisa que vai chocar o mundo com uma vitória via nocaute, caso o duelo contra o mexicano seja realizado.

    “Usman é duro, ele é muito físico. Ele já treinou com meu treinador antes, então ele tem um pouco de jogo em pé. Eu o vi nocautear alguns caras com seu direto de direita. Não sei, conheço Usman mais do que conheço Canelo. Eu estaria na torcida por Usman nessa luta”, declarou o profissional, em entrevista ao canal do ‘YouTube’ ‘ The Schmo’.

    Kamaru Usman, de 34 anos, é um dos lutadores mais temidos do MMA. O nigeriano estreou pelo UFC em 2015, disputou 15 lutas e venceu todas. Em 2019, o atleta conquistou o título dos meio-médios e defendeu o cinturão em cinco oportunidades. A dominância de ‘The Nigerian Nightmare’ na divisão é tanta, que parte dos fãs e da imprensa especializada o compara com Georges St-Pierre, antigo rei dela. Seus principais triunfos foram sobre Colby Covington (duas vezes), Demian Maia, Gilbert ‘Durinho’, Leon Edwards, Jorge Masvidal (duas vezes), Rafael dos Anjos, Sean Strickland e Tyron Woodley.

  • ‘Borrachinha’ reforça interesse em luta contra Brunson e provoca: “Ele é uma p***”

    ‘Borrachinha’ reforça interesse em luta contra Brunson e provoca: “Ele é uma p***”

    Sem lutar desde outubro, Paulo Costa, ao que parece, definiu seu possível adversário no UFC. Recentemente, ‘Borrachinha’ expressou o interesse em enfrentar Sean Strickland, mas, como o atleta foi escalado pela companhia para encarar Alex ‘Poatan’, mudou de alvo. Agora, o brasileiro desafia Derek Brunson para um combate e segue no ataque.

    Após saber do interesse de ‘Borrachinha’, o americano recusou a luta e explicou que ela não faz sentido. Brunson lembrou que, no passado, desafiou o brasileiro, porém o mesmo não respondeu seu chamado e também destacou que Dana White forçou o rival a deixar o peso-médio (84 kg) do UFC, devido o problema do lutador com a balança no embate contra Marvin Vettori.

    Em sua conta oficial no ‘Twitter’, (veja abaixo ou clique aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui), ‘Borrachinha’ respondeu. O brasileiro, novamente, reforçou seu interesse em lutar com Brunson e partiu para as ofensas. Inclusive, o atleta informa que não luta desde outubro porque os demais integrantes do peso-médio do UFC estão com medo de enfrentá-lo por causa de sua força e tamanho. Chateado, o profissional afirma que o americano vai fazer de tudo para evitar o combate. Vale destacar que o wrestler já cogita a aposentadoria.

    “Acho que Brunson está evitando a ligação. Alguém me dê o número dele. Brunson está tremendo. Ele disse que eu sou peso-pesado, ‘Como posso lutar com um peso-pesado no peso-médio? É uma luta injusta. Esse cara é tão grande. Ele usa substancias proibidas, é um trapaceiro. Eu não quero lutar com Paulo’. Esses lutadores do peso-médio estão infelizes por eu lutar na categoria, porque não podem lutar tão grandes quanto eu. Tenho 15 lutas e só falhei no peso uma vez depois de uma lesão no camp. Muitos lutadores não bateram o peso algumas vezes e ficou tudo bem. É uma coisa ilógica, apenas parece que estão assustados. Esses caras são uma vergonha para a categoria. Lutadores bic*** do UFC. Brunson é uma p***”, escreveu o brasileiro em suas redes sociais.

    Paulo Costa, de 30 anos, é um dos lutadores brasileiros de maior popularidade no UFC. O atleta, dono de um estilo de luta empolgante, ficou conhecido no esporte por conta do poder de seus golpes e de seu porte físico enorme para atuar no peso-médio. ‘Borrachinha’ iniciou sua trajetória no MMA em 2012 e estreou no Ultimate em 2017. Pela companhia, o mineiro realizou sete combates, venceu cinco, disputou o título da categoria e perdeu duas vezes. Seus triunfos mais importantes foram sobre Johny Hendricks, Uriah Hall e Yoel Romero.

  • Sonnen questiona comparação entre Pimblett e McGregor e exalta o irlandês

    Sonnen questiona comparação entre Pimblett e McGregor e exalta o irlandês

    Desde que estreou no UFC, em 2021, Paddy Pimblett já chamou a atenção dos fãs e da organização pelo seu estilo de atuar e também pela maneira como se comporta fora do octógono. Por isso, quando algum novo competidor aparece assim na companhia, a comparação é logo com Conor McGregor, principal estrela do Ultimate e que mudou a forma dos lutadores agirem no MMA, aliando um ‘trash talk’ a atuações avassaladoras.

    No entanto, uma ex-estrela do Ultimate questionou o motivo do inglês ter seu nome comparado ao de McGregor. Chael Sonnen, que já disputou os cinturões do peso-médio (84 kg) e meio-pesado (93 kg) do UFC, não entendeu as razões de Pimblett já ser alçado como uma grande estrela e fez um paralelo do discurso dos dois para exaltar o irlandês.

    “De onde isso está vindo? Como isso começou? Parece que qualquer um que é interessante de ouvir e um pouco inteligente, que também traz um sotaque para a mesa, instantaneamente é comparado a Conor McGregor. Paddy não é o primeiro. Houve um bom punhado de pessoas desse lado do mundo que são boas com habilidades retóricas, que instantaneamente são comparadas que serão o próximo Conor McGregor”, disse o americano em seu canal do ‘Youtube’, antes de concluir.

    “Mas não vamos esquecer, a abordagem de marketing de Conor foi: ‘Qualquer um, em qualquer lugar, a qualquer hora.’ Conor foi então chamado para isso. Isso é uma atitude e é uma mentalidade. Não se engane, não há muitas pessoas assim, mas essa também é a mentalidade e a atitude opostas que Paddy tem”, completou o ex-lutador.

    Vale destacar que Pimblett, apesar de somar duas vitórias seguidas, recentemente afirmou que não gostaria de enfrentar ninguém do ranking do peso-leve (70 kg) da liga porque ainda não recebe uma remuneração a sua altura para esse tipo de desafio.

  • Hall da Fama do UFC perde sua casa em incêndio nos Estados Unidos

    Hall da Fama do UFC perde sua casa em incêndio nos Estados Unidos

    Aposentado do MMA profissional desde 2014, Stephan Bonnar voltou ao noticiário do mundo das lutas nesta semana. De acordo com o site ‘TMZ’, o ex-lutador, membro do Hall da Fama do UFC, teve sua casa completamente destruída por um incêndio na segunda-feira (28).

    Bonnar e sua família estavam presentes na residência, localizada na cidade de Henderson, em Nevada (EUA), mas conseguiram sair ilesos. De acordo com relatos, os bombeiros levaram mais de uma hora para conseguir extinguir as chamas no local.

    Uma ‘vaquinha’ virtual foi criada para angariar fundos a fim de ajudar o ex-lutador e sua família a passar por esse momento de dificuldade. O veterano Don Frye, também membro do Hall da Fama do UFC, foi um dos primeiros a ajudar na arrecadação.

    Stephan Bonnar ganhou fama ao participar da primeira edição do reality show ‘The Ultimate Fighter’, chegando à final da competição. Na decisão, o americano protagonizou uma batalha memorável contra Forrest Griffin, terminando derrotado pelo rival na decisão dos juízes. O combate, apesar do resultado negativo, serviu como cartão de apresentação para Bonnar que chegou inclusive ao Hall da Fama do UFC, mesmo sem ter conquistado nenhum título pela organização.

  • Mackenzie Dern elogia Namajunas e aposta em vitória da campeã sobre Esparza

    Mackenzie Dern elogia Namajunas e aposta em vitória da campeã sobre Esparza

    No próximo dia 7 de maio, na co-luta principal do UFC 274, Rose Namajunas e Carla Esparza disputam o cinturão dos pesos-palhas (52 kg) novamente. As duas, que se enfrentaram pelo título inaugural da categoria após o ‘TUF 20’, vivem fases distintas e, de acordo com Mackenzie Dern, a atual campeã vai se vingar da algoz.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, a brasileira destacou a evolução de Namajunas desde que ela encontrou Esparza pela primeira vez no octógono. Sendo assim, a peso-palha apostou que a americana vai manter o cinturão e devolver a derrota sofrida no final de 2014.

    “Acho que Rose vai vencer porque ela evoluiu muito em todas as diferentes áreas.  Seu chão, suas quedas. Na sua última luta contra a Zhang Weili elas estavam derrubando uma a outra. Então ver Rose conseguindo as quedas naquela luta foi muito divertido. Foi impressionante. Ela é precisa. Sua trocação está parecendo muito boa”, afirmou.

    Vale destacar que Mackenzie Dern retorna ao octógono no próximo dia 9 de abril. A atleta, que iniciou sua trajetória no UFC em 2018, vai medir forças diante de Tecia Torres, na edição número 273 do show. Pela companhia, a especialista da arte suave disputou oito lutas, venceu seis, sendo quatro por finalização, e perdeu duas vezes.

  • Ex-UFC sugere que Valentina Shevchenko adote postura de vilã para atrair fãs

    Ex-UFC sugere que Valentina Shevchenko adote postura de vilã para atrair fãs

    O longo domínio de um atleta sobre uma classe de peso pode repercutir de diferentes formas junto aos fãs, especialmente no que diz respeito ao interesse dos mesmos em acompanhar o que acontece com tal divisão e seus protagonistas. No caso de Valentina Shevchenko, que reina absoluta no peso-mosca (57 kg) do UFC desde 2018, a superioridade demonstrada pela campeã sobre suas concorrentes faz com que, muitas vezes, a categoria e a própria lutadora do Quirguistão não recebam a atenção que merecem. Mas, na visão de uma conhecida figura do mundo das lutas, há uma solução para este ‘problema’.

    Em recente episódio do podcast ‘Weighing In’, do qual é co-apresentador, Josh Thomson destacou a dominância de Valentina sobre suas rivais no peso-mosca e o favoritismo com o qual a campeã entra em todas as suas defesas de título, como deve ocorrer novamente contra a brasileira Taila Santos, que foi escalada como próxima desafiante ao cinturão da atleta do Quirguistão, em disputa marcada para o 11 de junho, no UFC 275.

    Na visão do ex-lutador – que em sua carreira colecionou passagens por grandes eventos como UFC, Bellator e Strikeforce, ainda que boa parte dos fãs sintonize para assistir Valentina por conta de seu talento, muitos podem perder o interesse em suas lutas pela diferença de nível entre a campeã e suas adversárias. Por isso, Thomson entende que uma possível mudança de comportamento fora do cage por parte de Shevchenko, que precisaria adotar uma postura menos respeitosa, possa ajudar a atrair a atenção do público, independentemente do desenrolar de seus combates.

    “Em termos de Shevchenko e (Taila) Santos, você e eu pensamos da mesma forma – me diga que estou errado. Eu estou ignorando Santos? Não. Ela (Valentina) apenas está em um nível diferente do que qualquer (lutadora da divisão até) 57 kg no mundo. Estou interessado em como serão as odds para essa luta. Eu diria – 900 e acima para Valentina Shevchenko”, analisou Josh Thomson, antes de sugerir uma mudança por parte da campeã.

    “Esses tipos de lutadores, eles precisam se tornar vilões, porque aí as pessoas querem vê-los perder e irão sintonizar todas as vezes para assisti-los perder. DJ (Demetrious Johnson) era da mesma forma. Mas ele não conseguiu se tornar um vilão. Ele era um cara muito legal”, concluiu o ex-lutador e atual analista esportivo.

    Valentina Shevchenko conquistou o cinturão peso-mosca do UFC em 2018, ao vencer a polonesa Joanna Jedrzejczyk. Desde então, a atleta do Quirguistão defendeu seu título em seis oportunidades, superando com certa tranquilidade alguns dos grandes nomes da categoria, o que a posicionou como uma das campeãs mais dominantes do Ultimate na atualidade.

  • Chael Sonnen sugere que ‘Borrachinha’ suba para os meio-pesados no UFC

    Antes visto como o futuro da divisão dos pesos-médios (84 kg) do UFC, Paulo ‘Borrachinha’ vive um momento confuso em sua carreira. Vindo de duas derrotas consecutivas, a última delas em outubro do ano passado, e com a relação com o UFC, aparentemente, estremecida após reclamar do salário pago pela entidade, o brasileiro segue sem previsão de retorno ao octógono e se vê em uma espécie de limbo, enquanto o restante da categoria continua em constante movimento. Por isso, muitos já sugerem uma mudança de ares para o lutador mineiro.

    Entre os que compartilham dessa ideia está Chael Sonnen, ex-lutador do UFC e que hoje em dia atua como comentarista do esporte. Em um vídeo publicado no seu canal no ‘Youtube’, o americano exaltou o potencial de ‘Borrachinha’, mas ressaltou que gostaria de vê-lo migrar definitivamente para a divisão dos meio-pesados (93 kg), onde o veterano acredita que o mineiro conseguiria se destacar e, até mesmo, pleitear uma disputa de título de forma bastante rápida.

    “Paulo Costa é incrível. Ele não é apenas bom, ele não é apenas um grande lutador, ele é mais do que isso. Ele é alguma coisa especial e eu quero vê-lo no meio-pesado. Eu estou sozinho. Não importa o quanto eu queira isso. Ele não vai subir para 93 kg, de acordo com ele. Como um fã, eu sinto que me devem uma explicação. Quando eu venho e argumento a favor para vocês sobre quão rápido pode ser, ao menos ficticiamente, colocado em prática e fabricado um esboço para conceder a ele, Paulo Costa, uma luta de título no 93 kg, é muito rápido. Isso é muito atrativo”, ponderou Chael Sonnen.

    Vale destacar que, além do retrospecto recente desfavorável e da rusga com o UFC pela questão salarial, outro motivo que justificaria uma mudança de categoria por parte de Paulo ‘Borrachinha’ é a questão do corte de peso. Ainda que o brasileiro não tenha efetivamente falhado na balança como peso-médio nenhuma vez em sua carreira, é inegável que o processo de desidratação é muito desgastante para o lutador mineiro, que possui uma estrutura corporal bastante pesada.

    Inclusive, em sua luta mais recente, ‘Borrachinha’ chegou muito acima do limite da divisão até 84 kg para a semana pré-evento e, para preservar sua saúde, o UFC se viu obrigado a mudar o combate entre o brasileiro e o italiano Marvin Vettori para a categoria dos meio-pesados.