Tag: UFC

  • Ex-desafiante ao título do UFC, Dominick Reyes passa por cirurgia no joelho

    Ex-desafiante ao título do UFC, Dominick Reyes passa por cirurgia no joelho

    Vindo de três derrotas consecutivas, Dominick Reyes terá que esperar mais um pouco para voltar ao octógono do Ultimate e tentar retomar o caminho das vitórias. Através dos ‘stories’ do seu ‘Instagram’, o ex-desafiante ao cinturão dos meio-pesados (93 kg) revelou que passou por uma cirurgia.

    O procedimento cirúrgico, realizado na quinta-feira (1), serviu para reparar danos no menisco do joelho esquerdo do lutador. A recuperação pode levar, em média, de um a dois meses.

    Depois de iniciar sua carreira de forma invicta, com 12 vitórias consecutivas, Reyes ganhou a oportunidade de lutar pelo cinturão até 93 kg do UFC, diante do então campeão Jon Jones. Em uma equilibrada peleja, o desafiante acabou derrotado na decisão unânime dos juízes, resultado bastante contestado à época.

    Desde então, o meio-pesado não se encontrou mais com a vitória, sendo nocauteado em sequência por Jan Blachowicz e Jiri Prochazka. Contra o primeiro, Reyes disputava o cinturão vago dos meio-pesados, após Jones abrir mão do título para subir para os pesos-pesados.

  • Bruce Buffer aponta melhores lutadores que já viu no UFC e elogia Amanda Nunes

    Bruce Buffer aponta melhores lutadores que já viu no UFC e elogia Amanda Nunes

    Com a experiência de 25 anos como announcer do Ultimate, Bruce Buffer já pôde ver de perto diversas estrelas da modalidade em ação. Por essa vivência na principal organização de MMA do mundo, o americano foi questionado sobre quem é o ‘GOAT’ (sigla em inglês para maior de todos os tempos) no UFC.

    Este é um tema bastante debatido pelos fãs e parte da imprensa especializada do esporte. Então, a opinião da ‘Voz do Octógono’ tem um peso a mais neste assunto. No entanto, em entrevista ao site ‘Maxim.com’, Buffer ficou em cima do muro elencou seus lutadores preferidos. E tem atleta brasileira na lista.

    “É uma longa lista. Jon Jones, sem dúvida, apesar de ainda não ter parado. Definitivamente Georges St-Pierre. Acho que você também pode colocar Chuck Liddell nessa lista, o que ele fez para solidificar o UFC. Randy Couture também. Israel Adesanya está nesse caminho e, sem dúvidas, Amanda Nunes provou ser a maior de todos os tempos no MMA feminino. Ela é incrível”, disse.

    Mas também com a bagagem de ter visto de perto o nascimento de muitas dessas estrelas que mencionou acima, Buffer também palpitou quem da nova geração de lutadores pode alcançar um novo patamar dentro do Ultimate. Brandon Moreno, algoz do brasileiro Deiveson Figueiredo e atual campeão do peso-mosca (57 kg) tem atraído uma atenção especial do announcer.

    “Acho que a próxima grande super estrela que vocês verão será Brandon Moreno. Ele vai conquistar os fãs e ter uma longa carreira de sucesso. Estou muito animado com ele e quero ver sua evolução. Isral Adesanya também, com certeza. E vamos ver como Francis Ngannou evolui. Todos amam os pesos-pesados”, completou.

  • Chiesa mostra respeito e elogia Vicente Luque: “Meu adversário mais perigoso”

    Chiesa mostra respeito e elogia Vicente Luque: “Meu adversário mais perigoso”

    O UFC 265 será realizado no dia 7 de agosto, em Houston (EUA), conta com duas disputas de título, mas um embate entre meio-médios também se destaca no card principal. Na atração, Michael Chiesa e Vicente Luque, integrantes do top-10 da categoria, vão medir forças e o vencedor ficará próximo da posição de desafiante da divisão. Apesar da importância do embate, o clima entre os lutadores é de respeito. Tanto que o americano enalteceu o adversário.

    Ao participar do podcast ‘Believe You Me’, de Michael Bisping, Chiesa, que além de atleta é analista de lutas, abriu o jogo e opinou sobre seu próximo combate. De acordo com ‘Maverick’, Vicente é o adversário mais difícil de sua carreira. Vale destacar que, ao longo de sua trajetória no MMA, o americano enfrentou nomes como Anthony Pettis, Beneil Dariush, Carlos Condit, Jorge Masvidal, Rafael dos Anjos, entre outros profissionais.

    Chiesa frisou que o que torna Vicente tão perigoso é sua capacidade de realizar o simples com eficiência. A curiosidade é que, assim como ‘Maverick’ elogiou o adversário, o próprio Vicente também fez questão de enaltecer as qualidades do americano em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight. Apesar de acompanhar de perto a carreira de ‘The Silent Assassin’, o vencedor do TUF 15 garantiu estar preparado para justificar sua posição entre os melhores meio-médios do UFC e adiantou que gosta de combates deste nível.

    “Acho que Vicente, sem exceção, é o adversário mais perigoso que já enfrentei. Ele ganhou nove das últimas dez lutas, oito pela via rápida. Ele pega um dos bônus de performance o tempo todo, é muito perigoso. Ele tem poder nas mãos, grande disciplina e não comete muitos erros. Ele é fundamentalmente sólido. Ele permanece dentro do básico e isso ganha lutas. Ele tem um poder devastador e finalizações no arsenal. É o cara mais perigoso que já enfrentei”, elogiou Chiesa, antes de completar.

    “Não posso cometer um único erro tático na luta se quiser vencer. Eu tenho que estar no ponto. Não posso errar. Quando cometem um erro com ele, isso muda a luta. Ele faz parte de um grande time. Ele é um cara duro, bom competidor, um homem de família e muito perigoso, mas estou animado com a oportunidade. Me sinto bem contra caras que representam esse tipo de ameaça. Isso traz à tona o melhor de mim, porque meus sentidos ficam muito mais aguçados”, concluiu.

    Atualmente, Michael Chiesa, de 32 anos, é o número seis no ranking dos meio-médios e vive seu melhor momento na carreira. Desde que trocou o peso-leve (70 kg) pela atual categoria, ‘Maverick’ disputou quatro combates e venceu todos. Seus principais triunfos no MMA foram diante de Al Iaquinta, Beneil Dariush, Carlos Condit, Francisco ‘Massaranduba’, Jim Miller, Neil Magny e Rafael dos Anjos.

  • ‘GSP’ fecha as portas para hipotética superluta com Khabib: “Nunca vamos ver isso”

    ‘GSP’ fecha as portas para hipotética superluta com Khabib: “Nunca vamos ver isso”

    Em sua história, o UFC teve diversos campeões, mas poucos atletas foram tão dominantes quanto Georges St-Pierre e Khabib Nurmagomedov. Tanto que parte da comunidade do MMA expressava o interesse em assistir a uma possível superluta entre os ex-campeões da organização, porém isso nunca aconteceu. Como os ícones do MMA se encontram aposentados, ‘GSP’ negou qualquer chance do encontro com ‘The Eagle’ virar realidade.

    Em entrevista ao site ‘Bleacher Report’, o ex-campeão dos meio-médios (77kg) do UFC lamentou o fato da superluta contra o antigo número um do peso-leve (70 kg) não sair do papel quando estavam em atividade. Apesar de rechaçar qualquer possibilidade de enfrentar ‘The Eagle’, ‘GSP’ analisou o que poderia ter acontecido entre eles no octógono.

    Vale destacar que Khabib revelou que a luta de seus sonhos seria contra Georges St-Pierre e que Abdulmanap Nurmagomedov, seu falecido pai, tinha o desejo que seu combate de despedida do MMA também fosse com a lenda canadense. Sendo assim, Dana White se mostrou interessado no duelo, entrou em cena e abordou ‘GSP’, que repensou sua aposentadoria, mas a negociação não avançou. De qualquer forma, ‘Rush’ apontou um ponto positivo com a não realização da superluta com o russo.

    “Eu acredito que se você fizer essa luta dez vezes, podem ser dez resultados diferentes, mas nunca vamos ver isso, infelizmente. O tempo foi um problema para o UFC. É lamentável, mas pode ser visto como positivo, já que ambos terminamos nossas carreiras com um grande legado e nada foi manchado por uma perda. Foi bom”, sentenciou a lenda canadense.

    Para parte dos fãs, Georges St-Pierre, de 40 anos, é o melhor lutador da história do MMA, já que é dono de uma das carreiras de maior sucesso no esporte. Em sua trajetória na modalidade, o canadense disputou 28 lutas, venceu 26, perdeu duas e conquistou o cinturão dos meio-médios do UFC e também do peso-médio (84 kg). A última aparição de ‘GSP’ no octógono aconteceu em 2017 e seus principais triunfos foram diante de BJ Penn (duas vezes), Carlos Condit, Jake Shields, Johny Hendricks, Jon Fitch, Josh Koscheck (duas vezes), Matt Hughes (duas vezes), Michael Bisping, Nick Diaz e Thiago ‘Pitbull’.

    Khabib Nurmagomedov, de 32 anos, se aposentou sendo considerado por parte dos fãs um dos lutadores mais dominantes da história do esporte. Em sua carreira, o russo disputou 29 lutas, venceu todas e defendeu o título do peso-leve do UFC em três oportunidades. Os triunfos de maior destaque do ex-campeão da companhia foram sobre Conor McGregor, Dustin Poirier, Edson Barboza, Justin Gaethje e Rafael dos Anjos. Mesmo afastado do octógono, ‘The Eagle’ informou que vai permanecer na modalidade, seja como treinador ou como homem de negócios, já que é presidente do EFC, sua própria organização de MMA.

  • Khabib Nurmagomedov critica a forma pela qual Sterling se tornou campeão do UFC

    Khabib Nurmagomedov critica a forma pela qual Sterling se tornou campeão do UFC

    Realizada em março, em Las Vegas (EUA), a luta entre Aljamain Sterling e Petr Yan ainda repercute na comunidade do MMA. Na ocasião, o americano superou o russo de forma polêmica, consequentemente, se tornou campeão do peso-galo (61 kg) do UFC, mas foi bastante criticado por parte dos fãs devido ao seu comportamento após a batalha. Tanto que Khabib Nurmagomedov também opinou a respeito do ocorrido.

    Em entrevista ao canal do ‘YouTube’ do UFC Rússia, o ex-campeão do peso-leve (70 kg) condenou a forma como Sterling conquistou o título do peso-galo e informou que não gostaria de chegar ao lugar mais alto da categoria de forma controversa.

    O momento decisivo da luta entre o americano e Yan aconteceu no quarto round. Nele, o russo aplicou uma joelhada ilegal no rival que, imediatamente, foi ao chão e não teve condição de permanecer no combate. Sendo assim, o europeu perdeu o confronto por desqualificação e também o título da divisão para Sterling.

    “Bem, eu não gostaria de me tornar campeão da maneira que Sterling conseguiu. Acho que ele e seu pessoal entendem, mas eles tentam apoiá-lo e eu os entendo. Não gostaria de ser o campeão que quase perdeu e conquistou o cinturão só porque o adversário quebrou as regras. Não quero julgar ninguém, mas não quero que as coisas sejam assim”, opinou Khabib.

    Após o ocorrido, Sterling e Yan ainda não possuem compromissos marcados no UFC. Inclusive, o campeão do peso-galo ficará afastado por tempo indeterminado por conta de uma lesão no pescoço. Caso a revanche entre os rivais seja oficializada pela companhia no futuro, Khabib apontou o russo como favorito para recuperar o título da divisão e aconselhou seu compatriota. Mas, apesar de Yan pedir um acerto de contas imediato com Sterling, Dana White está incerto quanto a realização do no novo encontro.

    “Falando em Yan, sim, ele cometeu um grande erro que lhe custou o cinturão. De qualquer forma, se Yan fizer o dever de casa corretamente, ele se beneficiará muito com isso. Em primeiro lugar, ele precisa continuar seu processo de treinamento, permanecer com fome e focado”, declarou Khabib, antes de completar.

    “Acho que ele vai ter uma luta este ano ou até uma revanche. Ele merece. De qualquer forma, acho que ele precisa e vai ajudá-lo muito. Espero que ele encontre uma maneira de usar isso em seu benefício. Veremos quando ele disputar a revanche e levar o cinturão. Acho que é assim que vai ser. Sempre há um final feliz”, concluiu.

  • Stephen Thompson questiona ‘title shot’ dado a Colby Covington no UFC

    Stephen Thompson questiona ‘title shot’ dado a Colby Covington no UFC

    Recentemente, diversos atletas do UFC reclamaram de forma pública seja porque não concordaram com os salários recebidos ou por conta de certos casamentos de luta. Um dos profissionais insatisfeitos com o atual cenário na organização é Stephen Thompson, que considerou injusta a escolha de Dana White por privilegiar Colby Covington em uma possível disputa de título dos meio-médios (77 kg) contra o campeão Kamaru Usman.

    Em seu próprio podcast ‘What’s Up Everybody?’, Thompson não titubeou e expôs sua visão sobre o presente momento dos meio-médios. De acordo com ‘Wonderboy’, outros tops da categoria são mais merecedores da oportunidade de disputar o título do que Covington. Vale destacar que a divisão vai abrigar duelos importantes e que, fatalmente, vão mexer com a parte de cima do ranking.

    No UFC 264, evento que acontece no dia 10 de julho, em Las Vegas (EUA), Thompson vai encarar Gilbert ‘Durinho’. Já no show de número 265, que será realizado no dia 7 de agosto, em Houston (EUA), Vicente Luque e Michael Chiesa medem forças. Além dos quatro tops em ação, a categoria possui Leon Edwards em grande fase e invicto desde 2016. O cenário já seria suficiente para justificar o posicionamento de ‘Wonderboy’ contra Covington, mas o veterano fez questão de lembrar que o rival foi derrotado de forma convincente por Usman.

    “Usman estava acabando com ele. Covington estava balançando e errando. Ele tinha muito volume, mas não acertava nada. Eu não acho que ele merece (disputar o título). Sua última luta foi contra Woodley. Não acho que ele merece, nem Edwards ou eu”, decretou o renomado striker.

    Apesar da clara preferência de Dana White por Colby Covington como próximo desafiante ao título de Kamaru Usman nos meio-médios, a revanche entre os rivais ainda não está oficializada. Sendo assim, quem vencer de forma mais convincente nos combates entre Gilbert ‘Durinho’ e Stephen Thompson e Michael Chiesa e Vicente Luque deverá ganhar pontos preciosos na corrida pelo cinturão da categoria.

    Stephen Thompson, de 37 anos, vive boa fase no UFC após vencer Geoff Neal e Vicente Luque, ocupa a quarta posição no ranking dos meio-médios e está motivado para buscar uma nova disputa pelo título da categoria. No MMA, o cartel do veterano é composto por 16 vitórias, quatro derrotas e um empate. Seus triunfos de maior destaque foram sobre Johny Hendricks, Jorge Masvidal, Robert Whittaker, Rory MacDonald e Vicente Luque.

  • Sonnen sai em defesa de Dana White após críticas sobre baixos salários no UFC

    Sonnen sai em defesa de Dana White após críticas sobre baixos salários no UFC

    A política salarial do UFC tem ganhado as manchetes nos últimos meses, sendo alvo de duras críticas por parte de atletas, da ativa ou do passado, jornalistas especializados e desafetos declarados. A queixa se baseia, primordialmente, no suposto baixo repasse dos lucros da organização para as principais estrelas do espetáculo: os lutadores. Mas, apesar do cenário majoritariamente contrário, o Ultimate ganhou um importante defensor nesta batalha de acusações.

    Em vídeo publicado no seu canal no ‘Youtube’, Chael Sonnen saiu em defesa do UFC, especialmente do dirigente máximo da entidade, Dana White, que, por sua posição de destaque dentro da companhia, tem sido uma espécie de para-raios no meio de todo o imbróglio. O ex-lutador classificou como injustas as críticas ao mandatário do Ultimate e justificou sua opinião comparando os salários atuais com os valores recebidos pelos atletas na época em que disputou sua primeira luta no octógono mais famoso do mundo.

    De acordo com o americano, o UFC paga seis vezes mais para seus atletas, baseando-se apenas no salário mínimo da entidade, do que há 15 anos. Utilizando estes números como defesa para sua tese, o ex-lutador ainda prometeu presentear – com dois ingressos para um evento do Ultimate – qualquer seguidor que comprove uma valorização salarial igual ou maior, no mesmo período de tempo, em outra empresa de qualquer ramo.

    “A pessoa que acredita que os lutadores eram explorados e que os lutadores não recebiam o suficiente é o Dana (White). E eles estão agora tentando usar o mesmo argumento que ele apresentou e agindo como se ele estivesse fazendo algo errado. Quando eu lutei pela primeira vez no UFC, o ano era 2005. Eu fui pago dois mil dólares para aparecer e dois mil dólares para vencer. Eu não podia acreditar em quanto dinheiro eu tinha no meu bolso quando peguei aquele cheque. Dois mil dólares em 2005”, defendeu Chael, antes de completar.

    “O pagamento mínimo agora é 12 mil dólares. O mínimo agora é seis vezes mais. Eu vou dar dois ingressos para qualquer um que me mostrar qualquer empresa no mundo que está pagando seis vezes (mais) agora do que pagava 15 anos atrás. Se você puder me provar que eles pagam um mínimo de seis vezes o que pagavam a meros 15 anos atrás, eu vou dar a você dois ingressos espetaculares para qualquer (evento do) UFC que você queira ir”, finalizou.

    Durante sua carreira, Chael Sonnen teve duas passagens pelo UFC. A mais longa delas entre 2009 e 2013. Apesar de, no total, ter vencido apenas seis lutas durante a segunda passagem, o americano – através, principalmente, de sua capacidade com o microfone nas mãos e da boa relação com a organização – conseguiu disputar um título do Ultimate em três ocasiões, sendo derrotado em todas elas: duas vezes na divisão dos médios (84 kg), contra Anderson Silva, e uma vez pelo cinturão dos meio-pesados (93 kg), diante do então campeão Jon Jones.

  • VanZant diz que faturamento mensal com fotos sensuais supera contrato para lutas

    VanZant diz que faturamento mensal com fotos sensuais supera contrato para lutas

    Apesar de não ter conquistado nenhum título de expressão em sua carreira no MMA, Paige VanZant sempre foi apontada como uma das atletas mais valorizadas no esporte, com milhões de seguidores em suas redes sociais. No entanto, a lutadora, que deixou o Ultimate em 2020, admitiu que atualmente sua maior fonte de renda não vem das artes marciais.

    Depois de sair do UFC e assinar com o ‘Bare Knuckle FC’, liga de boxe sem luvas, a americana também decidiu investir em uma plataforma própria de fotos sensuais que carrega seu nome. Neste portal, a atleta divulga imagens exclusivas, além de interagir com o público. E é justamente neste projeto que VanZant arrecada grande remuneração.

    “Quando assinei com o Bare Knuckle eu já estava ganhando mais do que ganhei na minha carreira toda no UFC. Agora estou ganhando mais do que meu contrato todo com o Bare Knuckle em um mês (com o Paigefanzant.com). É algo muito louco”, afirmou a Paige, em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, antes de destacar a experiência na plataforma digital.

    “Com o site de fãs, é um grupo menor, mas sou capaz de ter uma experiência real e envolvente com as pessoas, e é disso que eu realmente gosto. Estou conhecendo as pessoas, converso com elas e também me divirto. É muito fofo e sexy”, completou.

    Paige Vanzant começou sua carreira no MMA profissional em 2012 e dois anos depois já estreou pelo Ultimate. No UFC, a americana fez nove combates, com cinco triunfos e quatro reveses. Pelo Bare Knuckle, a atleta estreou em fevereiro deste ano, contra Britain Hart, e acabou derrotada pela adversária na decisão dos juízes. Sua segunda apresentação no boxe sem luvas está marcada para o dia 23 de julho, diante da também ex-lutadora do UFC Rachael Ostovich, a quem Paige derrotou no MMA em 2019.

  • Lara Procópio se despede do UFC após derrota e abre as portas para novos desafios

    Lara Procópio se despede do UFC após derrota e abre as portas para novos desafios

    A mais recente aparição de Lara Procópio no octógono, realizada em junho, em Las Vegas (EUA), foi também sua última pelo UFC. Nesta sexta-feira (2), a brasileira utilizou suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui) para informar que está fora da maior organização de MMA do mundo. Entretanto, a mineira não se mostrou abalada e já se colocou à disposição para assinar com uma nova companhia para tentar se reerguer no esporte.

    Em sua última luta, Lara enfrentou Casey O’Neill, promessa do UFC, e chegou a ter bons momentos no octógono. Inclusive, a brasileira venceu o primeiro round. Contudo, nos intervalos, a atleta reclamou de sofrer com cólicas, viu sua rival crescer no duelo, não resistiu e acabou finalizada no terceiro assalto. Apesar do desfecho impactante, a mineira garantiu que sua trajetória no MMA está no início e que tem muito a oferecer.

    “Quero informar a todos que me acompanham e que gostam do meu trabalho que temporariamente estou fora do UFC. Isso é apenas o fim de um ciclo. Não é um adeus, estou apenas começando! A minha jornada ainda é grande e vejo um futuro brilhante, mas, às vezes, temos que dar um passo atrás, parar, respirar e voltar com tudo! Obrigada a todos que me apoiam e que estão ao meu lado. Aguardem que novos projetos virão”, escreveu a lutadora em sua conta oficial no ‘Instagram’.

    Lara Procópio, de 25 anos, se despede do UFC com duas derrotas e um triunfo. A brasileira iniciou sua carreira no MMA em 2015 e, quatro anos depois, chegou na maior organização de MMA do mundo. Anteriormente, a mineira venceu as lutas que disputou no circuito nacional, porém perdeu a invencibilidade em sua estreia no Ultimate. Após trocar o peso-galo (61 kg) pelo peso-mosca (57 kg), a atleta se reencontrou com as vitórias, mas voltou a sucumbir quando almejava ocupar uma vaga no top-15 da categoria.

  • Treinador sugere Ngannou vs Jones como desfecho após criação de título interino

    Treinador sugere Ngannou vs Jones como desfecho após criação de título interino

    Na última segunda-feira (28), o UFC surpreendeu a comunidade do MMA ao anunciar a criação do cinturão interino do peso-pesado, que será disputado por Ciryl Gane e Derrick Lewis no dia 7 de agosto, pelo main event da edição número 265 da liga, em Houston (EUA). A decisão tomada pela entidade, como era de se esperar, não foi bem recebida por Francis Ngannou, atual campeão da categoria, mas seu treinador principal tratou de minimizar a frustração que tomou conta da equipe do camaronês.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Eric Nicksick admitiu que, assim como grande parte dos membros da comunidade das lutas, ficou chocado com o caminho seguido pelo UFC em relação ao topo da divisão dos pesados. Porém, o treinador da academia ‘Xtreme Couture’ – apesar de ponderar que seu pupilo estaria pronto para defender seu cinturão pela primeira vez em setembro – preferiu colocar panos quentes na discussão e enxergar o lado positivo da situação.

    Na visão de Nicksick, a controversa decisão do UFC pode acabar sendo favorável ao camaronês. O treinador citou, inclusive, a possibilidade das negociações pela disputa entre Ngannou e Jon Jones voltarem a ganhar força, tendo em vista que o ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) seria a escolha mais coerente para que o título linear da divisão dos pesados não fique tanto tempo inativo.

    “Eu acho que todos sabemos, e os fãs sabem por onde esse título passa e ele passa pelo meu amigo do Camarões. Na minha mente, é tipo, nós não lutaríamos em agosto de qualquer forma, (então) essa é só uma luta que vai acontecer em agosto. Tudo que nós sabemos agora é que provavelmente não lutaremos em setembro, então para onde isso nos empurra, quão distante, e quem, quando e para que precisamos nos preparar?”, ponderou o treinador, antes de completar.

    “Eu preciso olhar para isso das duas perspectivas e tenho que sair disso com um aspecto positivo porque, para mim sendo o treinador principal, se eu estiver chateado, se eu jogar gasolina no fogo, não vai ajudar a situação de forma alguma. (…) Então, no final, se isso significar que vamos lutar com Jon Jones em novembro ou dezembro, eu acho que existe um lado positivo por trás disso. (…) Se isso significar que nós vamos lutar com Jon Jones, e talvez em um card de novembro no Madison Square Garden (em Nova York) ou algo do tipo, ou até maior que isso, então tudo vai dar certo no final”, concluiu.

    Francis Ngannou conquistou o cinturão peso-pesado do UFC em março deste ano, ao nocautear o então campeão Stipe Miocic, na luta principal da edição 260 do Ultimate. Inicialmente, todos os sinais apontavam para que sua primeira defesa de título fosse diante do ex-soberano dos meio-pesados Jon Jones, que se prepara para migrar para a divisão mais pesada da liga.

    Porém, um impasse financeiro emperrou as negociações entre a organização e o americano, impedindo um acerto e colocando Derrick Lewis, número dois do ranking, como primeira opção do UFC. Sem o aval de Ngannou para marcar o confronto para agosto, a entidade tomou a discutível decisão de criar um cinturão interino e escalar Lewis e Gane para disputá-lo.