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  • Ex-campeão do UFC aposta que Jon Jones continuará legado como peso-pesado

    A curiosidade para ver como Jon Jones vai se sair entre os pesos-pesados do UFC cresce a cada dia. Como o americano ainda não tem data para pisar no octógono, por viver um dilema financeiro com a organização, só resta especular como será a trajetória do ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) na divisão. Para isso, nada melhor que um ex-rival e ex-companheiro de equipe de ‘Bones’ para analisar essa mudança.

    O atleta em questão é Rashad Evans, que durante anos treinou com Jones na equipe de Greg Jackson e, em 2012, enfrentou o ex-amigo pelo cinturão do Ultimate. Em entrevista ao site ‘TMZ Sports’, o também ex-campeão do UFC adiantou que vê sucesso do seu compatriota nesta nova etapa de carreira e justificou.

    “Jon Jones subindo de categoria vai ser apenas a continuação do seu legado. Ele é um atleta fenomenal. É um lutador incrível e seu QI dentro do octógono não pode ser superado por ninguém. Acredito que ele vai carregar isso para o peso-pesado. A única coisa que pode ser um problema para ele (nos pesados) é o fato de os rivais serem maiores e baterem mais forte. Mas Jon Jones pode se adaptar a qualquer situação”, disse.

    O impasse para a estreia de Jones nos pesos-pesados passa justamente pelo quanto o atleta deseja receber para atuar na categoria. Pela sua importância histórica no UFC, especula-se que o lutador já dispute o cinturão da divisão contra Francis Ngannou, atual campeão, por isso ele almeja uma bolsa maior do que recebia anteriormente. De acordo com Rashad, este possível duelo será interessante pelo estilo de jogo do camaronês.

    “A luta contra Francis seria muito interessante, porque ele estaria lutando contra um cara que anula vantagens que ele estava acostumado a ter por muito tempo. Ele sempre foi o cara com maior alcance, mais forte. Então será interessante de ver isso. Mas ao mesmo tempo é difícil dizer que ele não vai se adaptar, porque é o Jon Jones”, analisou.

    Após dominar durante anos a divisão dos meio-pesados, Jon Jones deixou seu trono em busca de um novo desafio: conquistar o cinturão dos pesos-pesados. No entanto, o americano segue sem data para estrear, pois enfrenta um imbróglio financeiro com o UFC para sua próxima luta. A expectativa é que ‘Bones’ já debute pelo cinturão da divisão.

  • Dustin Poirier explica recusa por ‘title shot’ do UFC e foco em trilogia com McGregor

    Dustin Poirier explica recusa por ‘title shot’ do UFC e foco em trilogia com McGregor

    Após a aposentadoria de Khabib Nurmagomedov, o título do peso-leve (70 kg) do UFC ficou vago e a categoria, que já era disputada, se apresentou ainda mais aberta. Desta forma, Dustin Poirier, um dos grandes nomes da divisão, foi apontado por parte da comunidade do MMA como principal candidato para ocupar o topo dela, mas optou por um caminho diferente. Agora, ‘The Diamond’ se prepara para a trilogia com Conor McGregor na edição de número 264, que acontece neste sábado (10), em Las Vegas (EUA).

    Como Poirier preferiu realizar o terceiro confronto contra McGregor, o UFC definiu que Charles Oliveira e Michael Chandler lutariam pelo título vago do peso-leve em maio, em Houston (EUA). Na ocasião, ‘Do Bronx’ nocauteou o americano no segundo round e se tornou campeão da categoria. Contudo, se engana quem pensa que ‘The Diamond’ lamentou por não disputar o cinturão novamente.

    Em entrevista à ‘ESPN’ americana, Poirier ressaltou que não se arrepende por ter privilegiado a trilogia com McGregor. Após vencer a revanche, realizada em janeiro, em Abu Dhabi (EAU), o ex-campeão interino do peso-leve do UFC contou que estava decidido a encontrar o astro irlandês no octógono para desempatar a rivalidade. Anteriormente, o ‘The Diamond’ revelou que seu sonho é conquistar o cinturão linear da categoria, mas explicou que, no atual cenário, o duelo com ‘Notorious’ é a maior, mais importante e vantajosa luta a se fazer.

    “Eu tomei essa decisão com bastante facilidade. Se eu for o melhor do mundo, vou vencer Conor e lutar pelo cinturão. Sou um jogador e acredito em minhas habilidades na luta. Lutando pelo cinturão, eu teria recebido um salário que, provavelmente, não será um terço do meu salário para esta luta. Simplesmente, não faz sentido. Vou ganhar seis, sete, dez vezes mais dinheiro para lutar contra Conor de novo. Como eu disse, sou pai, marido e tenho prioridades. Eu não teria recebido pontos de pay-per-view pela luta pelo título. Não há dúvida de que fiz a escolha certa”, explicou Poirier.

    Dustin Poirier, de 31 anos e ex-campeão interino do peso-leve do UFC, é um dos lutadores mais condecorados na história da categoria. No MMA desde 2009 e no Ultimate dois anos depois, ‘The Diamond’ superou nomes importantes como Anthony Pettis, Conor McGregor, Dan Hooker, Eddie Alvarez, Justin Gaethje e Max Holloway. Atualmente, o atleta ocupa a primeira posição no ranking da divisão e possui um cartel composto por 27 vitórias, sendo 20 pela via rápida, seis derrotas e um ‘no contest’.

  • Nada de ‘Spider’, nem Jon Jones! Bruce Buffer elege maior luta que já viu no UFC

    Nada de ‘Spider’, nem Jon Jones! Bruce Buffer elege maior luta que já viu no UFC

    Um dos principais nomes da história do Ultimate, Bruce Buffer é o responsável por anunciar os duelos da organização por mais de 20 anos. Desta maneira, o announcer mais famoso do MMA mundial já pôde ver de perto combates históricos do UFC. E ele próprio acabou com as dúvidas dos fãs ao apontar o confronto mais incrível que ele já viu no octógono.

    Em entrevista ao site ‘Maxim.com’, a ‘Voz do Octógono’ acabou com o suspense. Mas engana-se quem pensa que nomes como Anderson Silva, Jon Jones, Amanda Nunes ou Georges St-Pierre, apontados como os maiores nomes da história do Ultimate, ocupam este posto.

    “Faço isso por quase 25 anos, então provavelmente vi todas as lutas que aconteceram no octógono, por isso vou acabar esquecendo mais do que lembrando. É muito difícil, se não impossível dizer qual foi a melhor luta. Mas bom um exemplo é a final da primeira temporada do ‘The Ultimate Fighter’, quando Stephan Bonnar e Forrest Griffin lutaram. Até me empolguei e falei para o público que eles tinham acabado de ver a maior luta de todos os tempos. Esse não é meu papel, mas naquele momento não pude evitar”, contou.

    Após duas semanas de folga, Bruce Buffer voltará a estar em ação no próximo sábado (10). O announcer está confirmado no UFC 264, que acontece em Las Vegas (EUA) e terá como luta principal o duelo entre Dustin Poirier e Conor McGregor, pelo peso-leve (70 kg).

  • De olho em nova chance pelo título do UFC, Poirier destaca carreira de ‘Do Bronx’

    Neste sábado (10), Dustin Poirier vai ter uma chance de ouro de se recolocar na disputa pelo título do peso-leve (70 kg) do Ultimate. O americano enfrenta Conor McGregor, na luta principal do UFC 264, que vai ser realizado em Las Vegas (EUA) e a expectativa é de que o vencedor deste confronto enfrente Charles ‘Do Bronx’, atual campeão da divisão.

    Por isso, ‘The Diamond’, em entrevista à ‘ESPN’ americana, já de olho em um novo combate pelo título da categoria, não deixou de elogiar o atual detentor do cinturão. Poirier exaltou a trajetória de ‘Do Bronx’ no Ultimate até chegar ao posto mais alto do peso-leve e revelou sua admiração pelo brasileiro.

    “Charles merece o cinturão tanto quanto qualquer outro que já lutou no peso-leve. São dez anos no UFC, com vitórias e derrotas e ele construiu uma sequência. É impressionante o que ele fez. Ele é um lutador bastante perigoso, cresceu dentro do UFC. Eu o acompanho desde sempre”, elogiou o americano.

    Dustin Poirier vive grande fase no peso-leve do Ultimate. O atleta se tornou campeão interino da categoria ao vencer Max Holloway pela segunda vez e superou nomes importantes do esporte. Além de Conor McGregor e Holloway, ‘The Diamond’ venceu Anthony Pettis, Dan Hooker, Eddie Alvarez, Justin Gaethje, entre outros. Atualmente, o americano ocupa a primeira posição no ranking da divisão.

  • Thompson mostra confiança e afirma ser a pior luta para Kamaru Usman no UFC

    Thompson mostra confiança e afirma ser a pior luta para Kamaru Usman no UFC

    Atualmente, Kamaru Usman, campeão dos meio-médios (77 kg) do UFC, é um dos lutadores mais dominantes do MMA, porém, ao que parece, suas atuações não assustam Stephen Thompson. Pelo contrário, o americano, que vai enfrentar Gilbert ‘Durinho’ na edição de número 264, que acontece neste sábado (10), em Las Vegas (EUA), está confiante e disposto a medir forças com o nigeriano.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Thompson destacou que é um dos poucos tops dos meio-médios do UFC que ainda não teve a oportunidade de enfrentar Kamaru e afirmou que o duelo contra o campeão da categoria não aconteceu, porque é o pior oponente para o mesmo lidar no octógono em questão de estilo de luta. Apesar de mostrar interesse pelo combate, ‘Wonderboy’ questionou a vontade do nigeriano de medir forças com ele.

    O americano justificou sua posição ao lembrar que Usman desafiou Michael Chiesa antes de citar seu nome como possível adversário. Vale mencionar que Thompson é o quarto colocado no ranking dos meio-médios, enquanto o compatriota é o sexto. Empolgado com a possibilidade de disputar novamente o título da divisão, ‘Wonderboy’ cravou que, por mais que o nigeriano tente evitar a luta, ela vai acontecer, caso supere ‘Durinho’.

    “Eu sou o cara que ainda não enfrentou Usman. Parece que os top-5 já o enfrentaram em algum momento. Edwards, Gilbert, Covington lutaram com ele. Ele acabou de nocautear Masvidal. Com quem mais esse cara vai lutar? Não faz muito tempo e ele estava falando sobre lutar contra Chiesa, mas por que não comigo? Acho que sou uma péssima luta para ele e sinto que sou o último homem de pé. Uma boa vitória sobre Gilbert e ele terá que me enfrentar”, pontuou Thompson.

    Apesar de admitir a evolução de Usman no MMA, ‘Wonderboy’ se considera a pior luta para o mesmo, porque reúne atributos que representam ameaça para o reinado do nigeriano no UFC. De acordo com o veterano, por mais que Colby Covington, ‘Durinho’, Leon Edwards e Jorge Masvidal sejam tops dos meio-médios, o quarteto foi superado pelo campeão da categoria, porque não apresenta as características que possui.

    “Me acho uma péssima luta para ele, principalmente, se ele quiser manter a luta em pé, como fez contra Masvidal. Eu também tenho uma das melhores defesas de queda da categoria. Mal posso esperar para lutar com ele. Ele vai trocar golpes ou vai direto para o wrestling? Obviamente estarei preparado. Sou a pior partida para ele. Ele está melhorando a cada dia, nocauteando. Ele não tem só wrestling e força. Isso é o que torna a luta divertida para mim. Ele é o campeão e não vou parar até enfrentá-lo”, concluiu.

    Stephen Thompson, de 37 anos, vive boa fase no UFC após vencer duas lutas seguidas, ocupa a quarta posição no ranking dos meio-médios e está motivado para buscar uma nova disputa pelo título da categoria. No MMA, o cartel do veterano é composto por 16 vitórias, quatro derrotas e um empate. Seus triunfos de maior destaque foram sobre Johny Hendricks, Jorge Masvidal, Robert Whittaker, Rory MacDonald e Vicente Luque.

  • Whittaker ofende Adesanya e aquece clima para revanche no UFC: “Ele é um m****”

    Whittaker ofende Adesanya e aquece clima para revanche no UFC: “Ele é um m****”

    A relação entre Israel Adesanya e Robert Whittaker nunca foi amigável, mas, depois que os atletas se enfrentaram em 2019, ficou ainda pior. Como os tops do peso-médio (84 kg) do UFC vivem boa fase e se encontram acima dos demais concorrentes, a imprensa especializada especula que a aguardada revanche entre os rivais é uma das prioridades da organização. E, ao que parece, o carrasco não sai da cabeça do australiano.

    Em entrevista ao canal do ‘YouTube’ ‘The Howie Games’, Whittaker escancarou a rivalidade com Adesanya. O ex-campeão do peso-médio do UFC revelou que não gosta do atual número um da categoria e até o ofendeu. Além da derrota para o nigeriano, em 2019, em evento realizado na Austrália, uma das características do desafeto que irrita ‘The Reapper’ é seu ‘trash talk’ um tanto quanto agressivo.

    “Não vamos falar muito sobre Adesanya, porque acho que ele é um m****. Ele é apenas uma pessoa de m****, um idiota. Isso soa melhor. Ele é um idiota. Eu não gosto dele e ele não gosta de mim. Dois gatos de dois caminhos diferentes não se dão bem”, atacou Whittaker.

    De acordo com Whittaker, os ataques de Adesanya o abalaram e o impediram de atuar no octógono como deveria. Na ocasião, mesmo lutando em seu país de origem, o australiano foi nocauteado pelo rival no segundo round e, consequentemente, perdeu o título do peso-médio do UFC. Caso a revanche seja oficializada pela organização, o ex-campeão da categoria prometeu dar o troco no nigeriano.

    “Na última luta, eu estava muito emocionado. Estava em uma situação ruim para o esporte e para a minha carreira. Fiquei um pouco emocionado naquela luta, porque não gosto dele e por tudo que estava acontecendo. Perdi minha calma. Eu realmente não lutei como deveria, como normalmente luto. Parabéns para ele. Ele entrou na minha cabeça, mas acho que ele é um idiota”, concluiu.

    Robert Whittaker, de 29 anos, é ex-campeão do peso-médio e está próximo de lutar pelo título da divisão novamente. Após ser nocauteado por Israel Adesanya, o australiano atuou três vezes e se recuperou ao vencer Darren Till, Jared Cannonier e Kelvin Gastelum. Agora, ‘The Reaper’ ocupa o primeiro lugar na tabela de classificação, atrás apenas do nigeriano, dono do cinturão da categoria.

  • McGregor alerta Poirier antes do UFC 264: “Ele tem falado muito e vai pagar por isso”

    McGregor alerta Poirier antes do UFC 264: “Ele tem falado muito e vai pagar por isso”

    Neste sábado (10), uma das lutas mais esperadas da temporada finalmente vai acontecer. Conor McGregor  e Dustin Poirier medem forças pela terceira vez no octógono mais famoso do mundo, na luta principal do UFC 264, que acontece em Las Vegas (EUA). No entanto, se o clima do segundo embate entre eles foi ameno e até com troca de gentilezas, agora o cenário será outro.

    Em uma ‘live’ em suas redes sociais, McGregor tratou de mandar um recado para o rival. O ex-campeão do peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do Ultimate avisou que o americano vai se arrepender de tê-lo provocado. Recentemente, Poirier tem atacado o irlandês com algumas alfinetadas e o clima entre os dois está tenso.

    “Vou acertá-lo com um chute na cabeça. Há muitas armas que eu vou usar nesta noite, pode ter certeza. Ele quer um MMA? É o que ele vai ter. Tenho estado muito ocupado treinando. Foco total, totalmente imerso no MMA. Não tem nada além disso, então estou pronto para fazer um grande show. (…) Ele tem falado muito recentemente. Ele vai pagar por isso, com toda certeza. E isso não vai ser legal”, provocou McGregor.

    Dustin Poirier e Conor McGregor iniciaram sua história de rivalidade em 2014. Ainda quando ambos os lutadores atuavam pelo peso-pena (66 kg), o irlandês nocauteou o adversário no assalto inicial. Em janeiro de 2021, os lutadores voltaram a se enfrentar na luta principal do UFC 257 e o americano saiu vitorioso por nocaute no segundo round.

    Conor McGregor é o principal nome do UFC. Dois anos após sua estreia na organização, o irlandês se transformou em um fenômeno do MMA e conquistou o cinturão do peso-pena, em 2015, e do peso-leve, em 2016. Suas vitórias mais marcantes foram contra Chad Mendes, Donald Cerrone, Dustin Poirier, Eddie Alvarez, José Aldo, Max Holloway e Nate Diaz. Atualmente, o atleta ocupa a sexta posição no ranking dos leves.

  • Gane questiona irritação de Ngannou com título interino: “O campeão ainda é ele”

    Gane questiona irritação de Ngannou com título interino: “O campeão ainda é ele”

    Atual campeão peso-pesado do UFC, Francis Ngannou não escondeu de ninguém sua insatisfação com a criação repentina de um cinturão interino para sua divisão. Apesar de afirmar ter entendido a origem da irritação do camaronês, Ciryl Gane – um dos protagonistas da disputa que definirá o detentor do título provisório, ao lado de Derrick Lewis – não parece ter se compadecido pela reclamação do colega de categoria.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, o francês questionou a irritação de Ngannou, tendo em vista que, mesmo com a criação do título interino, o camaronês segue como campeão linear da categoria dos pesos-pesados do UFC. Na visão de Gane, o lutador africano não deveria se incomodar com a disputa entre ele e Derrick Lewis.

    “Eu posso entender (de onde vem a irritação de Francis), mas eu não me sinto mal por ele. É apenas um título interino, então o campeão ainda é Francis. Não estou me sentindo mal por Francis. Se eu fosse Francis, isso não seria nada para mim”, ponderou o peso-pesado francês.

    Invicto no MMA profissional após nove combates disputados, sendo seis deles pelo UFC, Ciryl Gane chega para a disputa pelo cinturão interino dos pesados embalado após vencer, com propriedade, Júnior ‘Cigano’, Jairzinho Rozenstruik e Alexander Volkov, em sequência. Por sua vez, Derrick Lewis vem de quatro triunfos consecutivos, os dois últimos por nocaute.

    O duelo entre Gane e Lewis acontece no próximo dia 7 de agosto, pelo main event do UFC 265, em Houston (EUA). O vencedor leva para casa o cinturão interino e se credencia para lutar pelo título linear da categoria contra o atual campeão, Francis Ngannou.

  • Edwards elogia melhora de Usman na trocação, mas faz alerta: “Essa vai ser sua ruína”

    Edwards elogia melhora de Usman na trocação, mas faz alerta: “Essa vai ser sua ruína”

    Kamaru Usman, praticamente, se tornou unanimidade na comunidade do MMA, mas nem sempre foi visto com bons olhos por parte dos fãs. No passado, o nigeriano recebeu críticas por conta de seu estilo de luta dominante, porém pouco empolgante, mas tudo mudou quando passou a treinar com Francis Ngannou e Trevor Wittman. Agora, o campeão dos meio-médios (77 kg) virou um dos atletas mais temidos do esporte, mas Leon Edwards fez uma observação.

    Em entrevista ao canal do ‘YouTube’ ‘BT Sports’, o inglês, terceiro colocado no ranking dos meio-médios, reconheceu e parabenizou a evolução de Usman como lutador de MMA. O nigeriano, invicto no UFC, apostava no wrestling e no fator físico para vencer seus combates, mas melhorou na trocação e nocauteou grandes nomes da divisão. Ao mesmo tempo que admitiu que o campeão está cada vez mais perigoso, ‘Rocky’ também sinalizou que tal conforto em pé deve encerrar o reinado do mesmo no futuro, caso enfrente strikers gabaritados.

    “Sim, com certeza ele evoluiu. A trocação dele está cada vez melhor. Acho que ele, provavelmente, se apaixonou pelas mãos agora. Como eu disse, lutar e nocautear Masvidal, Colby e Burns, ele, provavelmente, se apaixonou por suas mãos. Acho que essa será sua queda. Ele vai se apaixonar pela trocação, mas essa vai ser sua ruína no final”, profetizou o britânico.

    Após atuar no UFC 263, evento realizado em junho, no Arizona (EUA), Leon Edwards possui uma sequência de nove vitórias e um ‘no contest’, mas, constantemente, é ignorado por parte dos fãs como ameaça ao reinado do campeão Kamaru Usman nos meio-médios. A curiosidade é que os atletas se enfrentaram em 2015 e, na ocasião, o nigeriano levou a melhor por decisão unânime.

    Em grande fase na carreira, ‘Rocky’ busca a revanche com o algoz. Como o inglês ficou sem atuar por um longo período e recusava lutas com frequência, tais fatores impediram seu desenvolvimento na divisão. Agora, Edwards tem a missão de se manter ativo para recuperar o tempo perdido na categoria. Seus triunfos de maior destaque no MMA foram sobre Donald Cerrone, Gunnar Nelson, Nate Diaz, Rafael dos Anjos e Vicente Luque.

  • Pedro Munhoz prega respeito por Aldo e admite expectativa por duelo explosivo

    Pedro Munhoz prega respeito por Aldo e admite expectativa por duelo explosivo

    No próximo dia 7 de agosto, Pedro Munhoz vai ter mais um ex-campeão do Ultimate pela frente. O atleta que já encarou Cody Garbrandt e Frankie Edgar, desta vez vai medir forças diante de José Aldo no UFC 265, em duelo válido pelo peso-galo (61 kg). O brasileiro, que na sua última apresentação superou Jimmie Rivera e voltou a vencer pela franquia, destacou a empolgação de encarar o compatriota e valorizou o confronto.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o oitavo colocado do ranking dos galos exaltou a importância histórica o seu rival no Ultimate, que por anos reinou na divisão peso-pena (66 kg). Além disso, Munhoz admitiu que sempre se inspirou na maneira de atuar do oponente e, por isso, revelou que espera que a luta seja empolgante.

    “Vai ser uma honra compartilhar o octógono com o Aldo. Admiro muito o seu estilo, sempre assisti suas lutas e sei o quanto ele fez para a comunidade e sempre foi uma referência para mim no esporte. Então lutar com ele é uma gratidão muito grande”, afirmou Pedro, antes de revelar o que espera do confronto.

    “Nós dois temos estilos parecidos de lutar, vamos para frente, então acho que vai ser uma luta bem atrativa, explosiva. Com certeza vai ser uma luta de atletas de alto nível técnico. Todos sabem o que esperar de mim, sempre agressivo, tentando terminar o combate e vai agregar ao estilo do Aldo”, completou o lutador da ‘American Top Team’.

    A importância do adversário é algo que Pedro Munhoz admitiu que pretende capitalizar a seu favor. A ideia do paulista é e explorar o nome de José Aldo para subir colocações na classificação e se aproximar de uma chance pelo cinturão da divisão.

    “Acho que com uma vitória impressionante me coloque mais perto de uma disputa de cinturão. Rob Font e o (Cody) Garbrandt estão mais a frente no ranking, mas são dois caras que venci, então uma vitória me aproxima de uma disputa de título sim”, contou.

    Pedro Munhoz voltou a vencer pelo Ultimate em sua última apresentação. Após duas derrotas seguidas, para Aljamain Sterling e Frankie Edgar, o brasileiro superou Jimmie Rivera, em fevereiro deste ano, por decisão dos jurados. No MMA profissional desde 2009, o lutador soma 19 triunfos e cinco reveses em sua trajetória no esporte.