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  • PFL e Bellator? Larissa Pacheco aprova fusão e projeta luta com Cyborg: “Uma honra”

    PFL e Bellator? Larissa Pacheco aprova fusão e projeta luta com Cyborg: “Uma honra”

    Nas últimas semanas um rumor sobre uma possível fusão entre a PFL e o Bellator movimentou os bastidores do mundo do MMA. E, ao menos na opinião de Larissa Pacheco – campeã do torneio peso-leve (70 kg) da Professional Fighters League em 2022 e semifinalista do GP peso-pena (66 kg) da liga nesta temporada -, a possível união entre as duas organizações tem tudo para ser um sucesso e gerar oportunidades únicas.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui), Larissa se mostrou empolgada com a possibilidade de encarar novos desafios caso a Professional Fighters League chegue a um acordo para agregar os principais atletas do Bellator ao seu plantel, como dizem as especulações. Uma rival em potencial que poderia ao seu alcance chama a atenção da brasileira: a compatriota Cris ‘Cyborg’.

    Dona do cinturão até 66 kg do Bellator, Cyborg é vista pela grande maioria da comunidade do MMA como uma das maiores lutadoras de todos os tempos. Ciente da importância da curitibana para o esporte, Larissa Pacheco – que já constrói uma bela trajetória na modalidade – reconhece que um possível duelo contra a compatriota no futuro poderia mudar sua carreira de patamar, especialmente em caso de vitória.

    “A Cyborg é uma lenda. É uma das precursoras. Uma luta com ela, além de uma honra, seria maravilhosa para mim. Para a minha carreira, para o meu nome, para o status que hoje eu ocupo, seria maravilhoso. Duas campeãs de dois grandes eventos, fazendo essa fusão PFL e Bellator, seria sensacional. Só de lutar com ela, para mim, já estava bom (risos). Eu acho maravilhoso se rolar de fato isso, acho ótimo para a gente. Ela, a velha geração, eu, a nova geração. Seria um bom combate. No nosso estilo casado seria um ótimo combate para os fãs do MMA”, comentou Larissa.

    Rival no caminho?

    Ainda que a fusão entre PFL e Bellator realmente saia do papel, Larissa terá uma concorrente bastante conhecida por ela concorrendo pela vaga em um possível duelo contra Cris Cyborg. Grande estrela do plantel feminino e duas vezes vencedora do torneio até 70 kg da Professional Fighters League, a bicampeã olímpica de judô Kayla Harrison já expressou publicamente seu desejo de enfrentar a curitibana e ambas, inclusive, já trocaram algumas farpas públicas.

    A americana, por sinal, segue inativa desde a derrota para a própria Larissa na final do GP peso-leve da temporada 2022, no terceiro capítulo da trilogia entre as duas. Por sua vez, a brasileira tem em sua agenda o compromisso de disputar os playoffs do torneio até 66 kg deste ano. Apesar de evitar julgar a decisão da rival de longa data, a paraense não se esquivou da análise sobre o afastamento de Kayla Harrison, que abdicou de participar do torneio promovido pela PFL neste ano para focar em possíveis superlutas contra estrelas de outras entidades, como a própria Cris Cyborg e a agora aposentada Amanda Nunes, ex-bicampeã do UFC. 

    “Acho que ela botou muita expectativa em cima da superluta. Como ela botou muita expectativa na vitória sobre mim e isso acabou frustrando ela de alguma forma. Pode ter sido uma questão mais pessoal, pelo fato dela ter vindo todos esses anos embalada, lutando todo ano. Ela tem um porte muito grande, muito maior até do que o meu. Então, acredito que para ela cortar peso é ruim. Acho que foi uma série de fatores que tirou ela da temporada esse ano. Mas essa expectativa, também, de lutar com a Cyborg, com a Amanda e falar muito na internet, acabou criando uma ilusão na cabeça dela. Porque nenhuma das duas topou, são de organizações totalmente diferentes. Esqueceram que também tinha gente de peso na organização para lutar com ela – ela só não acreditou nisso”, cutucou Larissa.

    Enquanto o rumor sobre uma possível fusão entre PFL e Bellator não se concretiza, Larissa Pacheco tenta mais uma vez chegar ao topo do GP feminino da Professional Fighters League, desta vez no peso-pena, e embolsar o cheque de 1 milhão de dólares – prêmio dado aos campeões da temporada em cada categoria da liga. Para isso, a paraense terá que superar a ucraniana Olena Kolesnyk, em Nova York (EUA), pela semifinal do torneio até 66 kg da PFL.

  • Fã de MMA, Rafinha Bastos elege Charles Do Bronxs como seu lutador favorito

    Fã de MMA, Rafinha Bastos elege Charles Do Bronxs como seu lutador favorito

    Principal lutador brasileiro em atividade no MMA, Charles Do Bronxs coleciona seguidores e fãs ao redor do mundo com seu carisma, história de vida e estilo de luta. Um deles é Rafinha Bastos. Fã assíduo dos esportes de combate, o comediante brasileiro acompanhou de perto o UFC Vegas 78, no último sábado (12) e, em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, elegeu o ex-campeão peso-leve (70 kg) da companhia como seu atleta preferido.

    Para justificar sua opinião, o humorista destacou que tende a preferir os lutadores com uma bagagem maior, que estão na ativa há muitas temporadas. Só no UFC – onde compete desde 2010 -, Charles soma 32 lutas disputadas. E a trajetória repleta de altos e baixos dentro da principal liga de MMA do mundo encantou Rafinha, que passou a acompanhar de perto os passos do maior finalizador da história do Ultimate.

    “Rafael dos Anjos é, sem dúvida, um dos meus (favoritos). Gosto muito dos caras que estão há muito tempo, são os que já tiveram altos e baixos. Acho que o Charles (Do Bronxs) hoje é o meu preferido. Exatamente porque é o cara que teve a estrada mais longa até uma disputa de cinturão. Já teve, já perdeu o cinturão, agora recuperando. É um cara que reaprendeu dentro da arte dele, que antigamente era só jiu-jitsu, hoje está saindo na mão com todo mundo. Hoje o Charles para mim é uma das grandes revelações do MMA. A Amanda (Nunes), obviamente. Tem aqueles que são extremamente bem-sucedidos. O Charles hoje é um cara muito bem-sucedido, mas essa história dele… É um cara que vem lá de baixo, com uma história super humilde, agora dominando o mundo inteiro, é legal demais ver isso”, opinou Rafinha.

    Makhachev em Abu Dhabi

    Ex-campeão até 70 kg, Do Bronxs terá a chance de reconquistar seu cinturão contra um velho conhecido: Islam Makhachev, que lidera a categoria atualmente. No dia 21 de outubro, o brasileiro viaja até Abu Dhabi (EAU) para liderar o card do UFC 294 com o russo, pupilo de Khabib Nurmagomedov.

  • Visitante indigesto! Elon Musk planeja ida a casa de Zuckerberg para ‘acerto de contas’; entenda

    Visitante indigesto! Elon Musk planeja ida a casa de Zuckerberg para ‘acerto de contas’; entenda

    A novela sobre a eventual luta entre Mark Zuckerberg e Elon Musk parece estar longe do fim e, nesta segunda-feira (14), ganhou mais um capítulo. Depois de ver o proprietário do Facebook fechar as portas para o duelo, o bilionário sul-africano apimentou ainda mais a rivalidade ao compartilhar um plano ousado: visitar a casa de seu rival nesta noite para um ‘acerto de contas’ – com direito a transmissão ao vivo.

    Através de uma publicação (veja abaixo ou clique aqui) na rede social ‘X’ (antigo Twitter), Musk afirmou que pretende utilizar um carro elétrico da franquia ‘Tesla’ – empresa da qual é CEO – para se dirigir até a casa de Zuckerberg. Com o intuito de confrontar o proprietário do Facebook, o magnata sul-africano indicou que irá transmitir a ‘visita indigesta’ em tempo real através de uma live em sua rede social.

    Toc-toc. Desafio aceito. Abra a porta, Mark Zuckerberg. Para o teste drive do ‘Tesla FSD’ (modelo de carro) em Palo Alto nesta noite, pedirei ao carro para dirigir até a casa do Mark Zuckerberg. Também testarei a mais nova transmissão de vídeo ao vivo do ‘X’, para que vocês possam acompanhar nossa aventura em tempo real. Se tivermos sorte e o Zuck nos atender e for até a porta, a luta começa!”, planejou Elon.

    Chance remota

    O plano de Musk prendeu a atenção de milhões de seguidores, mas dificilmente será colocado em prática. Afinal de contas, mesmo que realmente se dirija até a casa de Zuckerberg, Elon dificilmente seria atendido pelo proprietário do Facebook, que já reiterou que deseja que o eventual combate seja realizado de forma profissional, e não em uma espécie de ‘acerto de contas’ na rua.

  • Depois de Faustão, Rafinha Bastos marca presença no UFC Vegas 78: “Sou fã”

    Depois de Faustão, Rafinha Bastos marca presença no UFC Vegas 78: “Sou fã”

    O UFC Apex tem virado um point para grandes celebridades brasileiras nos últimos tempos. Depois do apresentador Fausto Silva, o Faustão, agora quem esteve presente nas instalações do local foi o humorista Rafinha Bastos, que acompanhou de perto a edição ‘Vegas 78’, no último sábado (12).

    Comediante de sucesso, com carreira no Brasil e nos Estados Unidos, Rafinha é fã das antigas do MMA e chegou a cobrir o UFC Rio 1, em 2011, como repórter. Também bastante ligado ao basquete, esporte o qual praticou na juventude, o artista fez uma revelação surpreendente, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui), direto de Las Vegas (EUA).

    “Sou fã há muito tempo. Acompanho a carreira de muita gente. Tive a graça de conhecer muitos dos atletas que eu admiro, gente que é ímpar. É uma turma muito legal. É o meu esporte preferido. Eu assisto mais UFC do que basquete. Juro! E eu joguei basquete a vida inteira“, contou o gaúcho, um dos precursores do movimento da comédia ‘stand up’ no Brasil.

    MMA só do lado de fora do cage

    Apesar de acompanhar de perto e com frequência o mundo das lutas, Rafinha prefere fazer o papel apenas de fã. O humorista, que no passado chegou a treinar um pouco de jiu-jitsu, reconheceu que não tem a disposição necessária para se dedicar a uma arte marcial e, portanto, planeja continuar do lado de fora dos tatames e cages.

    “Eu cheguei a praticar um pouco do jiu-jitsu, mas não é o meu negócio. É muito difícil. Difícil aprender um esporte novo depois de… Eu sou preguiçoso, né? 40 anos, tentando, aí eu desisti rápido. Eu gosto de ver. Briga é bom assistir mais do que participar, né? Lembra da época do colégio que a galera se juntava para ver a briga de alguém? Sempre um cara ficava assistindo. Não queria estar ali no meio, entendeu?”, brincou Rafinha, antes de completar.

    “Lá no colégio que eu estudava sempre tinha no final: ‘Fulano vai brigar’. Aí a galera se juntava. Às vezes não brigava. Mas só a emoção, saber que tinha uma coisa legal para acontecer no final da aula. Então, o UFC para mim é isso (risos). O UFC são profissionais brigando no final da aula”, finalizou.

    Realizado no último sábado, o UFC Vegas 78, que teve Rafinha Bastos na seleta plateia do Apex, contou com a presença de seis brasileiros dentro do octógono. Dois deles duelaram na luta principal da noite: Vicente Luque e Rafael dos Anjos, em combate vencido pelo primeiro, nos pontos.

  • Privilégio? Cormier questiona possível isenção de McGregor com a USADA

    Privilégio? Cormier questiona possível isenção de McGregor com a USADA

    Muitas perguntas sobre o retorno de Conor McGregor ainda precisam ser respondidas. A principal delas, talvez, seja quando o astro irlandês de fato voltará a competir. Em recente declaração, o ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do UFC afirmou que sua volta estaria agendada para dezembro, em um duelo contra Michael Chandler. Mas caso este cenário se concretize, ‘Notorious’ precisaria de uma espécie de isenção da USADA (agência antidoping americana) – cenário que não parece agradar Daniel Cormier.

    Em seu canal do Youtube, o ex-lutador da liga e atual comentarista de MMA opinou que conceder uma exceção da regra para McGregor abriria um delicado precedente para atletas no futuro. Sem competir desde meados de 2021, quando se lesionou no duelo contra Dustin Poirier, Conor, na teoria, precisa se submeter a seis meses de testes realizados pela USADA. Ainda fora do sistema, o irlandês não conseguiria cumprir tal requisito a tempo de lutar em dezembro – a não ser que seja, de alguma forma, isento pelo órgão regulador.

    “Realmente não existe uma quantidade base de testes que você precisa fazer para se tornar elegível. Não é como se eles dissessem: ‘seis testes para você poder lutar’. Eles (USADA) podem testar o McGregor mais e talvez não por seis meses, talvez por três meses com ele fazendo o máximo de testes que precisar para se tornar apto a lutar. Mas é aí que o problema começa: Se você faz essa exceção, como você implementa essa regra depois para o resto das pessoas? Já vimos exceções antes, e geralmente são concedidas para os melhores lutadores e para os mais famosos do mundo – Conor McGregor se encaixa nessa categoria”, declarou ‘DC’.

    Lista de alvos

    Além de Chandler, seu adversário na atual temporada do reality show ‘The Ultimate Fighter’, McGregor mantém seu leque de possíveis rivais bem aberto. Recentemente, Conor desafiou publicamente Justin Gaethje pelo cinturão ‘BMF (lutador mais durão), trocou farpas nas redes sociais com Charles Do Bronxs e expressou seu interesse em realizar uma trilogia com o velho conhecido Nate Diaz.

  • Com Mike Tyson no camp de Ngannou, Fury terá ajuda de lutador do UFC

    Com Mike Tyson no camp de Ngannou, Fury terá ajuda de lutador do UFC

    Se Francis Ngannou terá a ajuda do lendário pugilista Mike Tyson para sua luta de boxe contra o campeão mundial dos pesados Tyson Fury, marcada para o dia 28 de outubro, na Arábia Saudita, ‘The Gypsy King’ não ficará para trás e também contará com um auxílio de peso para o seu camp de preparação. Em recente participação no podcast ‘Believe You Me’, o lutador do UFC Tom Aspinall revelou que estará ao lado do boxeador inglês durante os treinos.

    A relação entre Aspinall e Fury vem de longa data, já que o lutador do UFC costumava ser parceiro de sparring do ‘Gypsy King’. Além disso, até pouco tempo atrás, o peso-pesado inglês – atual 4º colocado no ranking – era concorrente direto de Ngannou no Ultimate, entidade na qual o camaronês foi campeão da categoria até encerrar seu contrato e ficar livre no mercado.

    “Na verdade, eu vou ajudar Tyson (Fury). Não tenho lealdade para com Francis Ngannou”, contou Aspinall.

    Chance quase nula para Ngannou

    Assim como grande parte da comunidade das lutas, Tom Aspinall compartilha da crença de que Tyson Fury é franco favorito para o duelo contra Francis Ngannou, especialmente por ser o boxeador mais experiente diante do camaronês, que fará sua estreia na nobre arte. Por outro lado, o inglês admite que o ex-campeão do UFC possui uma chance – ainda que pequena – de vitória sobre ‘The Gypsy King’, caso encaixe um potente e preciso golpe que leve o pugilista a nocaute.

    “Eu acho que Ngannou tem uma chance (improvável, mas possível), obviamente. Ele tem um dos socos mais fortes nos esportes de combate. Mas eu acho que isso é tudo que ele tem, para ser honesto. Não estou dizendo, bem se Francis Ngannou nocautear Tyson Fury, eu não ficaria surpreso. Não estou dizendo que isso não pode acontecer. Com certeza pode. Mas se estamos falando sobre habilidades, Tyson Fury está tipo universos na frente dele em termos de habilidades”, analisou o peso-pesado do UFC.

    Atual detentor do cinturão mundial dos pesos-pesados do Conselho Mundial de Boxe (WBC), Tyson Fury encara o ex-campeão do UFC Francis Ngannou em uma superluta, sem disputa de título, no próximo dia 28 de outubro, na Arábia Saudita. O duelo vinha se desenhando há algum tempo, mas sofria resistência por parte do Ultimate, companhia com a qual o camaronês possuía contrato. Depois de ser liberado e assinar com a PFL, ‘The Predator’ pôde enfim chegar a um acordo pelo aguardado confronto entre dois dos principais astros dos esportes de combate na atualidade.

  • Ex-campeão do UFC, Luke Rockhold encara astro do grappling em Israel

    Ex-campeão do UFC, Luke Rockhold encara astro do grappling em Israel

    Ex-campeão peso-médio (84 kg) do UFC, Luke Rockhold anunciou sua aposentadoria do MMA em agosto de 2022, mas deu indícios de que desistiria da mesma após deixar a organização presidida por Dana White. Agora, livre no mercado, o veterano de 38 anos mostra que ainda mantém o espírito competitivo e segue ativo nos esportes de combate.

    Em abril deste ano, por exemplo, o americano fez sua estreia no boxe sem luvas do Bare Knuckle FC e acabou derrotado pelo também ex-lutador do UFC Mike Perry, por nocaute técnico. Além do resultado negativo, a experiência não parece ter agradado a Rockhold, que agora deve voltar a se aventurar no grappling, uma modalidade na qual possui um histórico maior.

    No próximo dia 21 de setembro, Luke Rockhold medirá forças com o australiano Craig Jones, um dos maiores astros do grappling mundial na atualidade, em Jerusalém (ISR), no evento Israel Fight Night. O anúncio foi feito pela própria organização, através do ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), e confirmada pelo adversário do ex-campeão do UFC, também na mesma rede social.

    Luke Rockhold nos esportes de combate

    Apesar de ter grande parte de sua história nas artes marciais ligada ao MMA, onde atuou entre 2007 e 2022, sendo campeão do Strikeforce e do UFC, Luke Rockhold também competiu em outras modalidades. No jiu-jitsu e no grappling, por exemplo, o americano teve algum sucesso nas faixas coloridas em competições, como a medalha de ouro no mundial da IBJJF sem quimono de 2007, na faixa-roxa.

    Recentemente, o boxe sem luvas foi a mais nova aventura do veterano, mas, logo após seu primeiro combate, o ex-detentor do cinturão até 84 kg do Ultimate anunciou sua aposentadoria da modalidade. Resta saber se o espírito competitivo de Rockhold o levará também a um futuro retorno ao MMA.

  • Adesanya esbanja confiança para duelo contra Strickland: “Vou fazer parecer fácil”

    Adesanya esbanja confiança para duelo contra Strickland: “Vou fazer parecer fácil”

    Um dos campeões mais dominantes dos últimos tempos dentro do Ultimate, Israel Adesanya tem definida mais uma potencial defesa de cinturão pela frente. No dia 9 de setembro, em Sydney, na Austrália, o peso-médio (84 kg) nigeriano mede forças com o desafiante Sean Strickland em confronto que coloca em jogo o título mundial da categoria. Mas apesar da magnitude do embate, ‘Izzy’ não parece preocupado com o que encontrará do outro lado do octógono.

    Em seu canal do Youtube, Adesanya analisou seu próximo rival e esbanjou confiança para a luta – que lidera o card do UFC 293. Sincero, o campeão destacou as credenciais do desafiante americano mas, ao mesmo tempo, afirmou que pretende tornar o combate em uma aparente simples missão dentro do octógono para quem assistir de fora.

    “Nunca subestimo ninguém. Estava pensando no Bisping vs Rockhold 2, quando o Bisping finalmente o venceu. Pegou a luta com uma semana e meia, foi lá e chocou o mundo. É uma realidade possível. Meu trabalho é me certificar que não aconteça nessa realidade. Estou ciente dos perigos que ele traz e nas coisas que ele é bom. Não vou subestimar esse cara, mas ao mesmo tempo não vou superestimar ele. Quero fazer parecer fácil. Vou fazer parecer fácil pelo trabalho que estamos fazendo agora. Eu sei disso. Ele tem uma guarda boa, um jab bom e, sendo sincero, ele é maluco. Esse é o fator X. Mas eu também sou (risos)”, projetou Izzy.

    Plano B

    O confronto com Strickland foi um ‘plano B’ acionado pelo Ultimate. A ideia inicial da empresa era escalar Adesanya vs Dricus Du Plessis, contra quem o nigeraino construiu uma forte rivalidade nos últimos meses. No entanto, após derrotar Robert Whittaker em grande estilo, o prospecto sul-africano lesionou o pé e não estaria apto para competir a tempo do UFC 293, no início de setembro.

  • Vicente Luque elege vitória sobre Dos Anjos no UFC Vegas 78 como a maior da carreira

    Vicente Luque elege vitória sobre Dos Anjos no UFC Vegas 78 como a maior da carreira

    A vitória de Vicente Luque sobre o ex-campeão peso-leve (70 kg) Rafael dos Anjos, no último sábado (12), pelo ‘main event’ do UFC Vegas 78, teve uma importância que extrapolou apenas o âmbito esportivo. Vindo de duas derrotas e de um momento de incertezas sobre seu futuro, após ser diagnosticado com hemorragia cerebral, o meio-médio (77 kg) precisava, mais do que dar a volta por cima, de respostas – e as encontrou.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight (clique aqui), Vicente classificou o triunfo sobre o ‘RDA’ como o maior de sua carreira. No passado, Luque já havia superado outro renomado ex-campeão dentro do octógono mais famoso do mundo, quando finalizou Tyron Woodley, mas desta vez o sabor da vitória foi ainda mais especial.

    “Sem dúvida, eu acho que é a maior vitória (da minha carreira), por várias razões. Não só é um grande adversário – o Rafael é uma lenda, um ex-campeão -, eu acho que o momento que eu vivo, vindo de duas derrotas, tendo todos os problemas que eu tive lá atrás, consegui dar a volta por cima, fiz várias mudanças. Essa era a primeira luta depois de tomar várias decisões novas na minha carreira e era meio que aquela luta para dizer: você acertou ou você errou. Então, era muito importante para mim conseguir ir lá e, Graças a Deus, sair com a vitória, e ver que eu estou no caminho (certo)”, afirmou Luque.

    Mudança definitiva para os EUA

    Uma das decisões tomadas pelo lutador brasileiro nos últimos meses para tentar reverter o cenário negativo que vivia no seu histórico recente de lutas foi a mudança em definitivo para os Estados Unidos. Assim, Vicente passou a ser atleta em período integral com a equipe Kill Cliff FC, com a qual já possuía laços quando ainda dividia seu tempo entre Brasília (DF), onde treinava na Cerrado MMA, e a Flórida (EUA), local no qual normalmente finalizava seus camps de preparação.

    “Ainda vejo muita coisa para melhorar. Vi essa luta uma vez só e já vi várias coisas que eu preciso corrigir. Mas eu estou no caminho. Eu estou com uma equipe que realmente quer o meu melhor, quer desenvolver o máximo de mim, vê meus talentos que talvez ainda não foram explorados, e estão buscando trabalhar isso. Estou muito feliz”, concluiu o meio-médio.

    Com o triunfo de sábado, Vicente Luque não só interrompe a sequência negativa, sua primeira desde que estreou no UFC, como também defende seu posicionamento no ranking dos meio-médios da organização. Atualmente o ‘Silent Assassin’ fecha o top 10 da divisão até 77 kg do Ultimate e pode, inclusive, subir alguns degraus na próxima atualização semanal da lista.

  • Aperto financeiro! Lutador do UFC revela que mora em trailer: “Tentando sobreviver”

    Aperto financeiro! Lutador do UFC revela que mora em trailer: “Tentando sobreviver”

    No último sábado (12), Isaac Dulgarian fez sua estreia no UFC. Mas apesar de fazer parte do plantel de atletas da maior organização de MMA do mundo, o peso-pena (66 kg) passa por diversos desafios financeiros para se manter. Após vencer Francis Marshall em seu debute no Ultimate, o lutador americano revelou, durante coletiva de imprensa após o show, que atualmente sequer conta com moradia fixa e vive em um trailer.

    Isaac venceu sua luta por nocaute técnico ainda no primeiro round. Desta forma, fez campanha para ser agraciado com um dos bônus de 50 mil dólares (R$ 245 mil) pela ‘Performance da Noite’ do evento. No entanto, apesar do pedido, o atleta americano não recebeu o pagamento extra – que provavelmente significaria um alívio e tanto em suas contas pessoais.

    “Atualmente eu vivo em um trailer, moro do lado de fora da (academia) ‘Factory X’, em Denver (EUA), vivo lá. Quero ter uma família, sempre quis ser pai, é algo importante para mim. Recebi todo (dinheiro) do meu acordo quando assinei (com o UFC). Ainda não acabou. Tenho ficado por aí, tentando sobreviver enquanto treino em tempo integral. Então esses 50 mil dólares mudariam minha vida e a transformaria drasticamente para melhor”, revelou Dulgarian.

    Invicto no MMA

    Aos 27 anos de idade e com uma breve carreira no MMA, Isaac Dulgarian segue invicto como profissional. Depois de estrear na modalidade em março de 2021, ‘The MidWest Choppa’, como é conhecido, soma seis vitórias e nenhuma derrota até então.