Viviane Sucuri deu fim a uma sequência de três derrotas consecutivas – Dave Mandel/Invicta FC
O jejum de dois anos sem ter o braço erguido finalmente se encerrou para Viviane ‘Sucuri’. Na última sexta-feira (7), a brasileira superou Alesha Zappitella por decisão unânime no card de número 35 no Invicta FC e fez as pazes com a vitória. O triunfo marcou a estreia na categoria peso-átomo (48 kg) da ex-atleta do Ultimate.
Se dentro dos octógonos deu tudo certo para a brasileira, fora dele as coisas não correram como o esperado. Afinal de contas, Sucuri excedeu o limite da nova categoria de peso na quinta e foi multada em 25% de sua bolsa para o combate dessa sexta. Nada que tenha abalado a atleta da ‘Dragon Kombat’, que usou o jogo de clinch e aplicou quedas para dominar sua adversária completamente durante o confronto.
Já na luta principal da noite, o equilíbrio foi muito maior. Karina Rodriguez e DeAnna Bennett mediram forças na final do torneio dos pesos-moscas (57 kg) do Invicta FC. Melhor para a lutadora do México, que superou sua rival em uma decisão apertada e garantiu uma vaga para disputar o cinturão da liga contra a atual campeã da divisão Vanessa Porto – confronto ainda sem data definida.
“Será uma honra lutar com uma veterana dessas, essa lutadora incrível que é a Vanessa Porto. Estou muito grata por essa oportunidade, trarei uma verdadeira guerra para todos os fãs”, declarou Karina após sua vitória no card com sede em Kansas (EUA).
Após vencer em fevereiro deste ano, Diego entra em ação no UFC 242 – Fábio Oberlaender
Aos poucos, o card do UFC 242, agendado para o dia 7 de setembro, em Abu Dhabi, vai ganhando forma. Após anunciar a luta principal do show, entre Khabib Nurmagomedov e Dustin Poirier, o Ultimate também confirmou através de suas redes sociais mais dois combates que envolvem brasileiros na categoria dos pesos-leves (70 kg). Davi Ramos encara Islam Makhachev e Diego Ferreira mede forças com Mairbek Taisumov (veja abaixo ou clique aqui).
Os quatro atletas vivem grande fase, embalados por sequências de vitórias na divisão dos pesos-leves. No entanto, curiosamente, apenas um deles figura hoje no ranking oficial da categoria, Islam Makhachev, 14º colocado – o que torna o combate de Davi Ramos ainda mais interessante, com a possibilidade de o brasileiro adentrar a lista dos top 15, em caso de vitória.
Diego Ferreira, por sua vez, apesar de não enfrentar um adversário ranqueado, não terá vida fácil em Abu Dhabi. Afinal de contas, o brasileiro encara um rival russo embalado por seis vitórias consecutivas – a maior sequência dentre os quatro atletas recém-escalados para o card.
Os pesos-leves estarão em evidência em um show numerado em que o confronto principal envolve justamente o cinturão até 70 kg. Portanto, uma vitória convincente no dia 7 de setembro pode ser crucial para Davi, Islam, Diego e Mairbek encurtarem seus respectivos caminhos até o título mundial do Ultimate.
McGregor quer a revanche contra Khabib, mas pode ter de fazer outra luta antes – Diego Ribas
O UFC ainda não anunciou o futuro de Conor McGregor, mas de uma coisa já se sabe: ‘The Notorious’ volta ao octógono ainda este ano. Pelo menos este foi o posicionamento de Dana White, presidente da organização, em entrevista ao site ‘TMZ Sports’. O dirigente, que antes previu para depois de setembro uma definição sobre o próximo adversário do peso-leve (70 kg), desta vez apontou que o UFC 238, a ser realizado neste fim de semana, pode encaminhar o oponente do irlandês.
Isso quer dizer que, segundo o cartola do Ultimate, Donald Cerrone e Tony Ferguson, que se encaram na antepenúltima luta do card de Chicago (EUA), estariam em uma possível ‘final’ para definir o próximo adversário de McGregor. Nas entrelinhas, Dana afirmou que a falta de timing entre o confronto deste sábado (8) e a disputa do cinturão, que será realizada em setembro entre o campeão linear, Khabib Nurmagomedov, e o interino, Dustin Poirier, pode fazer com que Conor precise de uma vitória antes da tão sonhada revanche contra o russo.
“Conor é um cara competitivo. Ele ama lutar. É a paixão da vida dele. As lutas estão acontecendo agora, então, depois deste fim de semana, podemos ter algumas respostas sobre quem será o próximo adversário de Conor. Você sabe quem ele quer. Ele quer Khabib. Essa é a luta que ele quer. Mas Poirier está na fila para esta luta. Poirier venceu Holloway, ele é o próximo”, declarou White.
“Vamos ver como tudo acontece. Em primeiro lugar, a luta acontece neste fim de semana. E a luta de Khabib só vai acontecer em setembro, então, para mim, dizer neste momento quem vai lutar depois de setembro é impossível”, falou, antes de confirmar sucintamente, com um “sim”, que Conor voltará ainda em 2019.
Tanto Ferguson como Cerrone chegaram a ser apontados como possíveis adversários de McGregor nos últimos meses. O irlandês, porém, tem insistido que deseja reencontrar Khabib, único a derrotá-lo em uma disputa de título no UFC. No confronto entre os dois, em outubro de 2018, Nurmagomedov finalizou Conor no quarto round e deu origem a uma briga generalizada que terminou com os dois suspensos pela Comissão Atlética do Estado de Nevada (NSAC).
Marlon Moraes vem de quatro vitórias consecutivas na carreira – Leandro Bernardes/Ag Fight
Anderson Silva, Jose Aldo, Lyoto Machida, Maurício ‘Shogun’, Júnior ‘Cigano’, dentre tantos outros. O MMA nacional masculino sempre foi uma potência mundial que acumulou diversos cinturões no Ultimate, mas atualmente o cenário é diferente. Hoje, sem nenhum título em posse dos brasileiros, o país enxerga em Marlon Moraes a possibilidade de retomar à tradição costumeira de glórias. O peso-galo (61 kg) encara Henry Cejudo neste sábado (8), no UFC 238, em Chicago (EUA).
No entanto, a missão de ‘Magic’, como é conhecido, não será nada fácil. Afinal de contas, o brasileiro irá medir forças com o único atleta da história a conquistar uma medalha de ouro em uma edição dos Jogos Olímpicos e também se sagrar campeão do UFC.
Especialista em wrestling, Cejudo, atual detentor do cinturão dos pesos-moscas (57 kg), tentará aumentar mais ainda seu legado no mundo dos esportes de combate ao tentar se tornar ‘champ champ’ da companhia. Caso efetue com sucesso a sua missão e consiga se livrar dos chutes altos de Marlon, o americano caminhará a passos largos para se imortalizar no octógono mais famoso do mundo.
O ‘co-main event’ do card, apesar de também envolver uma disputa de cinturão, possui bem menos apelo que o confronto entre Cejudo e Marlon. Isso pode ser explicado porque a categoria peso-mosca feminina ainda está em processo de estruturação e não possui grandes estrelas do MMA. A única atleta mais consagrada da divisão é justamente a campeã Valentina Shevchenko, que defende seu reinado contra a desafiante Jessica Eye.
Na teoria, Cejudo vs Marlon e Valentina vs Jessica lideram o card com sede em Chicago, mas na prática a história é diferente. Se não fosse pelo protocolo do Ultimate que indica que uma disputa de cinturão deve estar em posição de destaque no show, a luta principal do UFC 238 provavelmente seria entre os pesos-leves (70 kg) Tony Ferguson e Donald Cerrone.
Consideravelmente mais populares, os atletas farão uma espécie de ‘main event do povo’, pois realizarão o combate mais aguardado do show. Com seus estilos dinâmicos, ‘Cowboy’ e ‘El Cucuy’ prometem levar os fãs ao redor do mundo à loucura. E, além de envolver dois lutadores de elite, o confronto também pode definir o próximo desafiante ao cinturão da categoria até 70 kg.
Outro duelo que possivelmente credenciará o vencedor ao ‘title shot’ é a disputa entre Pedro Munhoz e Aljamain Sterling. Vindo de um nocaute fulminante contra Cody Garbrandt, o peso-galo (61 kg) brasileiro está a um passo de alcançar a tão sonhada chance de disputar o título da principal liga de MMA do planeta.
Confira abaixo o card completo do UFC 238:
Card Principal: Peso-galo: Henry Cejudo x Marlon Moraes
Peso-mosca: Valentina Shevchenko x Jessica Eye
Peso-leve: Tony Ferguson x Donald Cerrone
Peso-galo: Jimmie Rivera x Petr Yan
Peso-pesado: Tai Tuivasa x Blagoy Ivanov
Card Preliminar: Peso-palha: Tatiana Suarez x Nina Ansaroff
Peso-galo: Aljamain Sterling x Pedro Munhoz
Peso-palha: Karolina Kowalkiewicz x Alexa Grasso
Peso-pena: Ricardo Lamas x Calvin Kattar
Peso-palha: Yan Xiaonan x Angela Hill
Peso-médio: Bevon Lewis x Darren Stewart
Peso-galo: Eddie Wineland x Grigory Popov
Peso-mosca: Katlyn Chookagian x Joanne Calderwood
A tradicional pesagem cerimonial do UFC 238 foi morna como um todo, repleta de respeito entre os atletas escalados para o show deste sábado (8), em Chicago (EUA). No entanto, como já era de se esperar, Henry Cejudo e Marlon Moraes deixaram o clima de ‘paz e o amor’ de lado e protagonizaram uma encarada tensa (veja abaixo ou clique aqui).
Como forma de se gabar de seu currículo, Cejudo compareceu à cerimônia com sua medalha de ouro na luta olímpica – conquistada em Pequim, 2008 – no peito. Mas a provocação não pareceu incomodar Marlon, que se manteve calmo e bem confiante durante a pesagem. Já na hora da aguardada encarada, o campeão peso-mosca (57 kg) do Ultimate, com um semblante de poucos amigos, chegou a tremer de nervosismo diante do peso-galo (61 kg) de Nova Friburgo.
“Estou muito feliz de estar aqui representando no Brasil, Henry é um ótimo lutador, mas agora acabou a brincadeira, vou pegar meu cinturão”, declarou Marlon após a encarada, antes de ver seu adversário mirar um objetivo maior. “Isso é sobre o meu legado, meu sonho (se tornar bicampeão). Ninguém nunca me colocou nessa briga, mas eu serei o melhor peso-por-peso do mundo”, projetou o americano especialista em wrestling.
Todas as lutas programadas para o UFC Chicago foram confirmadas, já que na pesagem oficial, nessa sexta-feira de manhã, todos os 26 lutadores cumpriram seu compromisso com a balança. A única atleta com maiores problemas foi a desafiante ao cinturão peso-mosca Jessica Eye, que precisou tirar a roupa para alcançar o limite da categoria – que hoje tem Valentina Shevchenko como grande campeã.
Confira a encarada entre Marlon e Cejudo a partir de 31 minutos e 30 segundos:
Depois de oito meses parado, ele está de volta. Gennadiy Gennadyevich Golovkin retorna aos ringues neste sábado (8), no Madison Square Garden, em Nova York (EUA), pela primeira vez após sua derrota para ‘Canelo’ Alvarez. O adversário da vez é Steve Rolls, e ambos confirmaram o combate ao vencerem a balança nessa sexta-feira durante a pesagem oficial do evento.
O limite da categoria dos pesos-médios no boxe é estabelecido em 73 kg, mas para esse confronto em específico, foi acordado que a marca que Golovkin e Rolls precisariam bater seria de 74,3 kg. Sendo assim, ‘GGG’, como é conhecido, cravou 74 kg, enquanto seu rival canadense pesou 74,2 kg – oficializando o combate.
Uma verdadeira lenda viva do esporte, o pugilista do Cazaquistão visa se recuperar de sua primeira derrota da carreira em setembro de 2018. Junto com o revés, GGG também perdeu os cinturões da Associação Mundial de Boxe (WBA), Confederação Mundial de Boxe (WBC) e Organização Internacional de Boxe (IBO) para Canelo.
Dono de um cartel de 38 vitórias, um empate e uma derrota – ambas pelejas justamente contra o rival mexicano -, GGG busca retornar à coluna das vitórias para vislumbrar uma trilogia diante de Canelo e reestabelecer seu reinado entre os pesos-médios. Na primeira vez que se enfrentaram, em setembro de 2017, Canelo e GGG empataram. Na revanche, após 12 rounds equilibrados, Alvarez foi declarado vencedor por decisão majoritária.
No entanto, para voltar ao topo, o atleta do Cazaquistão terá que superar um rival invicto no pugilismo. Steve Rolls teve seu braço erguido em todos os 19 combates de boxe profissional que realizou. Portanto, o confronto deste sábado em Nova York promete ser bem emocionante para as fãs do esporte.
Veículos foram baleados pelos assaltantes – Reprodução/Instagram
Para quem mora fora e vem visitar o Brasil, às vezes a realidade do país se impõe de maneira chocante. Foi o que aconteceu com Antônio ‘Cara de Sapato’, nesta sexta-feira (7), em São Paulo. Por intermédio de seu perfil no Instagram, o peso-médio (84 kg) do UFC contou que foi assaltado à mão armada e o carro em que estava chegou a ser baleado.
‘Cara de Sapato’ é paraibano, mas mora nos Estados Unidos, onde treina na academia American Top Team. Ele contou que, ao ser abordado pelos bandidos, ficou sem o relógio – uma perda relevante, mas menor quando se leva em conta o risco pelo qual passou. Ele agradeceu aos policiais militares que o ajudaram após o assalto.
“Cheguei aqui no Brasil para resolver algumas coisas e acabei de levar um susto. Deram um tiro no carro da gente. Acabei de ser assaltado, graças a Deus levaram só meu relógio, não levaram mais nada. Obrigado, inclusive, à PM que ajudou a gente, porque, se não fosse por eles, teriam levado tudo. Deram até um tiro, resvalou no carro da gente, no carro do lado, mas graças a Deus não aconteceu nada com o rapaz que estava nesse carro. Eu ainda estou meio em choque, mas fica o alerta pra todo mundo… Para tomar cuidado”, falou, antes de pedir mais segurança no estado de São Paulo.
“Agradecer a Deus, porque hoje poderia ter sido um momento trágico, mas graças a Deus estou bem, todo mundo está bem. Um alerta à galera do governo, para cuidar dessa parte da segurança pública. Mas graças a Deus estava a galera da PM e não aconteceu nada”, completou o lutador.
Antônio teve um recente revés também no octógono. O brasileiro foi derrotado por Ian Heinisch no UFC Rochester, no mês passado. A derrota encerrou uma sequência de cinco vitórias dentro do UFC.
Viviane ‘Sucuri’ tenta se firmar no Invicta FC e afastar a má fase – Dave Mandel/Invicta FC
A fase ruim de Viviante ‘Sucuri’ Pereira parece não ter fim. Depois de ter sido dispensada do UFC após acumular duas derrotas seguidas, a brasileira migrou para o Invicta FC. No entanto, os ‘novos ares’ não ajudaram tanto a atleta da ‘Dragon Kombat’, que perdeu em sua estreia na liga exclusiva de mulheres. E agora, às vésperas de seu segundo compromisso na organização, a cearense não conseguiu cumprir seu compromisso com a balança e atingir o limite de peso estabelecido.
O combate desta sexta-feira (7) contra Alesha Zapittella não foi cancelado, mas Viviane perdeu 25% de sua bolsa prevista. A lutadora brasileira cravou 48,4 kg na balança em uma disputa prevista para a categoria átomo – na qual o limite de peso é de 48 kg. Portanto, ‘Sucuri’ já entra no octógono do Invicta 35, em Kansas (EUA), no prejuízo.
E para piorar o cenário da ex-UFC, sua adversária, Alesha, nunca foi derrotada em sua carreira como profissional – são cinco triunfos da americana até então. Portanto, promessa de mais uma luta complicada para Viviane que, caso perca, amargará uma sequência de quatro reveses.
Além de Sucuri, outras duas atletas também não bateram o peso para o Invicta 35: Kelly D’Angelo e Faith McMah. DeAnna Bennett e Karina Rodriguez, que se enfrentam na luta principal da noite, não tiveram problemas com a balança e confirmaram a disputa que credenciará a vencedora à um ‘title shot’ contra a atual campeã da categoria peso-mosca (57 kg), Vanessa Porto.
Kevin Lee segue sua campanha pela criação de uma nova categoria no UFC – Diego Ribas
Kevin Lee é um dos lutadores mais ativos no que tange a assuntos que desagradam o UFC. Principal militante da criação de uma categoria para os superleves (74,8 kg), ‘The Motown Phenom’ frequentemente fala sobre a necessidade de um sindicato de lutadores, a exemplo do que acontece nas principais ligas esportivas dos Estados Unidos. Em entrevista ao podcast de Joe Rogan, comentarista do Ultimate, o meio-médio (77 kg) afirmou que tal representação é “inevitável”.
As ligas de futebol americano, basquete, beisebol e hóquei nos Estados Unidos têm, cada uma, um sindicato de atletas. As entidades são responsáveis por, entre outras funções, negociar coletivamente tetos e pisos salariais e condições de trabalho para os esportistas. No UFC, porém, apesar de algumas tentativas incipientes, pouco se conseguiu no sentido de unificar os atletas.
A mais recente investida foi o Project Spearhead, capitaneado pela peso-galo (61 kg) Leslie Smith e que tinha como diretores o meio-médio Al Iaquinta e o peso-leve (70 kg) Kajan Johnson. Mas, com a demissão de Smith e de Johnson do UFC, a ideia esfriou — não só pela perda de representantes dos atletas na empresa, como também pelo impacto simbólico que o desligamento de insurgentes provoca nos demais lutadores do Ultimate.
Para Lee, entretanto, mais cedo ou mais tarde os lutadores perceberão que precisam se unir para defender suas causas. Apesar disso, ‘The Motown Phenom’ entende que a força do UFC no MMA mundial ainda dificulta este movimento por parte dos atletas.
“Acho que é inevitável. Eventualmente, vai acontecer. Acho que o UFC vai mudar um pouco, acho. É como vejo a maneira como o Facebook está fazendo as coisas e todas essas outras empresas, essas grandes empresas privadas, mas elas são muito grandes”, falou.
Embora considere que existam aspectos que precisam melhorar na relação do Ultimate com os atletas, Lee reconheceu que, de maneira geral, tem mais a agradecer do que a reclamar. Segundo ele, a mudança que os contratos com o UFC realizaram em sua vida é tão grande que chega a compensar os problemas.
“Eu assino o contrato, sei o que estou assinando. Sempre que eu faço e digo que vou fazer algo, eu sempre me certifico de que vou cumprir. O UFC me proporcionou tanto, que onde minha vida está é muito diferente do que achei que seria. Eu pensei, de verdade, que tudo seria diferente. Proporcionou uma vida melhor para a minha família. Me proporcionou tanto que qualquer ponto negativo nisso, eu não posso… É quase como uma mera queixa”, finalizou.
Kevin atravessa um momento delicado da carreira dentro do UFC. Depois de perder para Al Iaquinta em dezembro de 2018, Lee decretou o fim de sua passagem pelos pesos-leves, categoria na qual já havia falhado na balança quatro vezes na carreira. O americano, então, subiu para os meio-médios, mas estreou com derrota para Rafael dos Anjos em maio último.
Com duas disputas de cinturão programadas para este sábado (8) no UFC Chicago, a expectativa para a pesagem oficial do show, realizada na manhã desta sexta-feira, era para a confirmação dos principais combates para que o status de card galático permanecesse intacto. E conforme manda o figurino, todos os 26 competidores cumpriram com suas missões diante da balança do evento.
Atração principal da noite, Henry Cejudo e Marlon Moraes cravaram os mesmos 60,7 kg, confirmando a disputa do título vago dos pesos-galos. Na sequência, Valentina Shevchenko e Jessica Eye, com 56,2 kg e 56,7 kg, respectivamente, avançaram para o duelo pelo título dos moscas. Destaque para a americana, última a subir na balança, que precisou se pesar sem roupa para confirmar sua participação no card.
Por fim, os pesos-leves Donald Cerrone e Tony Ferguson deixaram as dúvidas de lado e confirmaram o combate, possivelmente o mais esperado da noite. Enquanto o veterano ‘Cowboy’ provou que ainda consegue bater o peso, Ferguson avançou para a luta meses depois de ser acusado pela esposa de sofrer distúrbios mentais. Respectivamente, eles bateram 70.5 kg e 70.3 kg,
Confira os pesos dos atletas do card do UFC Chicago:
Henry Cejudo: 60.7 kg Marlon Moraes: 60.7 kg
Valentina Shevchenko: 56.2 kg
Jessica Eye: 56.7 kg
Donald Cerrone: 70.5 kg
Tony Ferguson.70.3 kg
Jimmie Rivera: 61.6 kg
Petr Yan: 61.6 kg
Blagoy Ivanov: 113.8 kg
Tai Tuivasa: 117.4 kg
Nina Ansaroff: 52.1 kg
Tatiana Suarez: 51.7 kg Pedro Munhoz: 61.4 kg
Aljamain Sterling: 60.7 kg
Alexa Grasso: 52.1 kg
Karolina Kowalkiewicz: 52.6 kg
Calvin Kattar: 66.2 kg
Ricardo Lamas: 65.7 kg
Angela Hill: 52.6 kg
Yan Xiaonan: 52.6 kg
Bevon Lewis: 84.3 kg
Darren Stewart: 84.1 kg
Grigorii Popov: 61.6 kg
Eddie Wineland: 61.6 kg
Joanne Calderwood: 56.6 kg
Katlyn Chookagian: 57.1 kg