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  • Por McGregor, Dana White evita garantir ‘title shot’ a vencedor de Cerrone vs Ferguson

    Por McGregor, Dana White evita garantir ‘title shot’ a vencedor de Cerrone vs Ferguson

    Dana White colocou as cartas na mesa sobre o futuro dos pesos-leves – Diego Ribas

    Donald Cerrone e Tony Ferguson se enfrentam neste sábado (8) em Chicago (EUA), em um duelo que certamente definiria um desafiante ao título peso-leve (70 kg) se não fosse a existência de Conor McGregor. Isso porque o irlandês, primeiro campeão simultâneo de duas categorias e maior vendedor de pay-per-views da história do UFC, está interessado em uma revanche contra Khabib Nurmagomedov. O russo, por sua vez, vai tentar evitar que Dustin Poirier unifique os cinturões interino e linear da categoria em setembro. E todo esse jogo de xadrez faz com que o presidente do UFC, Dana White, admita: não pode garantir um ‘title shot’ ao vencedor do confronto deste fim de semana.

    O motivo é simples: não se pode ignorar o peso de McGregor na balança. Embora ‘The Notorious’ já esteja liberado para voltar a lutar depois da suspensão pela briga generalizada no UFC 229, é preciso encaixá-lo no atual momento da categoria. Por isso, White foi bem claro ao não prometer nada a Ferguson e ‘Cowboy’.

    “Não posso dizer que vai acontecer. Tudo é possível. Não sei quem vai sair dessa luta acabado, o que vai acontecer com eles e tudo mais. Então, vamos ver”, declarou, em entrevista à emissora americana ‘ESPN’.

    Como McGregor voltou aos holofotes comentando lutas no Twitter e concedendo entrevistas que apontam sua vontade de retornar ao octógono, muito se especula sobre um anúncio iminente de sua volta. Dana, no entanto, preferiu não ser tão otimista. Segundo o dirigente, as condições financeiras de Conor permitem a ele uma margem muito grande de negociação.

    “O que eu disse antes da luta entre Mayweather e McGregor? (Que talvez Conor não voltasse a lutar) Eu não disse isso? E quantas vezes ele lutou desde então? Uma. Conor está em uma posição única como lutador. Ele tem muito dinheiro. Seu negócio com o uísque é fora da curva. Conor agora tem a habilidade de ser muito calculista, sentar e esperar e jogar o jogo que ele quer. Há muito mais sobre isso que as pessoas especulam”, disse, antes de assegurar que a mudança no sistema de pagamento do Ultimate não atrapalha a negociação com o irlandês. “Quanto aos pay-per-views para os lutadores? Não é uma questão. Todos os caras vão ganhar seu dinheiro. Acredite em mim. Somos mais espertos do que isso”, acrescentou.

    A resposta de White diz respeito a uma recente especulação de que McGregor e o UFC estão em um impasse no ajuste financeiro para uma futura luta. Com a mudança dos pay-per-views para a plataforma de streaming da ESPN, existe o rumor de que os números de vendas de pacotes vão diminuir, o que também reduziria o faturamento dos atletas. Assim, alguns deles estariam em busca de renegociações de contratos, visando a um pagamento fixo maior. Dana negou que isso esteja acontecendo e deixou no ar a possibilidade de Conor enfrentar Khabib novamente depois do confronto entre o russo e Poirier.

    “Conor acredita 100% que ele pode vencer Khabib. Ele quer a revanche, sente que merece a revanche, antes de qualquer pessoa. Então, vamos ver como essas lutas acontecem. Neste fim de semana, há uma luta muito grande e importante para toda a divisão. Vamos ver o que acontece. Em setembro, há a luta de Khabib em Abu Dhabi. Então, vamos ver o que vem depois”, analisou o presidente da organização.

    McGregor tem 21 vitórias e quatro derrotas em sua carreira profissional. Ele chegou a deter os cinturões dos penas (66 kg) e dos leves (70 kg) ao mesmo tempo. Um de seus maiores feitos como atleta, porém, foi ter conseguido enfrentar Floyd Mayweather, maior pugilista de sua geração, sem nunca antes ter feito um combate de boxe profissional. Ele perdeu o duelo, mas ganhou uma bolsa muito acima de suas lutas no Ultimate.

  • Vinny Magalhães é nocauteado no PFL; Ronny Markes vence, mas não leva pontos

    Vinny Magalhães é nocauteado no PFL; Ronny Markes vence, mas não leva pontos

    A primeira rodada da temporada dos meio-pesados (93 kg) e pesados do PFL foi agridoce para os brasileiros. Na luta principal, Vinny Magalhães não conseguiu fazer valer o favoritismo e foi nocauteado por Emiliano Sordi, enquanto dois outros lutadores nacionais venceram, mas só um levou pontos para o torneio.

    Vinny, meio-pesado especialista em jiu-jitsu, teve muita dificuldade com a trocação de Sordi, argentino que fez grande parte da carreira no Brasil. Emiliano conseguiu um knockdown ainda no primeiro round e foi também minando o ‘gás’ do brasileiro. No segundo assalto, tamanha era a superioridade que o árbitro Dan Miragliotta encerrou o confronto em pé (veja abaixo ou clique aqui).

    Na mesma categoria, Ronny Markes nocauteou Sigi Pesaleli no segundo round. Contra o mais jovem atleta da divisão, o ex-UFC chegou a ser abalado por uma combinação e, pouco depois, ser derrubado pelo adversário. Usando de sua maior bagagem no jiu-jitsu, porém, o potiguar conseguiu a montada, pegou as costas de Sigi e bateu até que o árbitro encerrasse o duelo (veja abaixo ou clique aqui). Apesar da vitória, Markes não ganhou nenhum ponto para o campeonato. Isso porque, no dia anterior, o brasileiro estourou em 3 kg o limite da categoria dos meio-pesados — uma situação que é recorrente em sua carreira.

    No card preliminar, Francimar ‘Bodão’ derrotou Alex Nicholson por decisão dividida, garantindo três pontos na primeira fase da temporada dos pesados. Ainda na categoria, chamou a atenção o nocaute do russo Denis Goltsov sobre o ex-UFC Jared Rosholt (veja abaixo ou clique aqui).

  • Dana White garante que só liberou Ferguson para o UFC 238 após laudo médico

    Dana White garante que só liberou Ferguson para o UFC 238 após laudo médico

    O americano não perde uma luta profissional desde maio de 2012 – Diego Ribas

    Tony Ferguson retorna aos octógonos neste sábado (8) no UFC 238 e uma pergunta não abandona o peso-leve (70 kg) ao longo desta semana. Ele realmente está bem? De acordo com Dana White, sim. O presidente do Ultimate garantiu que só aprovou que o ex-campeão interino da companhia voltasse a competir depois que o lutador fosse liberado por diversos médicos especialistas.

    ‘El Cucuy’, como é conhecido, passou por problemas pessoais e chegou a ter surtos psicológicos de fuga de realidade que o afastaram do esporte por oito meses. Aparentemente recuperado, Tony retoma sua busca incessante pelo cinturão linear da categoria até 70 kg do UFC – que hoje pertence a Khabib Nurmagomedov.

    “Obviamente ele foi a vários médicos, fez todas as coisas necessárias para que nós nos sentíssemos confortáveis de que ele está pronto para lutar. Nós sentamos e conversamos muito em Las Vegas (EUA), estou bem tranquilo com essa luta do Tony Ferguson. É o que eu digo, se a sua vida pessoal não está em ordem, é impossível que sua vida profissional esteja. Ele superou essa situação e está tudo bem. Primeiro os médicos disseram que ele estava ok, depois sentei e conversei com ele. Para mim pareceu que está tudo bem com ele também”, revelou Dana, em entrevista ao ‘TMZ Sports’.

    Para selar seu retorno ao MMA de forma positiva, Ferguson terá de superar um duro adversário, Donald Cerrone. Embalado por três vitórias consecutivas, o ‘Cowboy’ de 36 anos vai em busca de uma última chance de disputar o título do Ultimate. E, caso o veterano vença neste sábado, esse objetivo se aproximará ainda mais.

  • Pedro Munhoz sonha alto e prevê ‘final’ brasileira pelo cinturão do UFC

    Pedro Munhoz sonha alto e prevê ‘final’ brasileira pelo cinturão do UFC

    Pedro Munhoz projeta disputar o título dos galos contra Marlon Moraes – Gaspar Bruno

    Pedro Munhoz volta ao octógono no próximo sábado (8), em duelo contra Aljamain Sterling, em Chicago (EUA). Caso conquiste a vitória, o atleta paulistano deverá ser o próximo desafiante ao cinturão dos pesos-galos (61 kg) da organização. E, confiante no triunfo, em entrevista exclusiva à Ag. Fight, ele já definiu até mesmo o que pretende fazer a seguir: enfrentar Marlon Moraes no show previsto para novembro em São Paulo — isso, claro, se ‘Magic’ derrotar Henry Cejudo e conquistar o título no UFC 238.

    Apesar de o Ultimate ainda não ter oficializado um evento para este ano em São Paulo, a organização deve promover um show na capital paulista no dia 16 de novembro. Ciente disso, Munhoz sonha derrotar Sterling no próximo fim de semana e depois disputar o cinturão em casa contra o compatriota Marlon, que também estará em ação em Chicago. Escalado para enfrentar Henry Cejudo, Moraes lutará pelo cinturão vago dos pesos-galos.

    “Eu acho que um plano ótimo seria eu trazer essa vitória sábado, o Marlon (Moraes) ganhar do (Henry) Cejudo e uma disputa de cinturão no Brasil em novembro, já que o UFC já anunciou que vai ter evento em São Paulo em novembro. Então, seria um objetivo bem legal, um feito bem marcante, porque seria histórico dois brasileiros disputando o cinturão no Brasil”, projetou Munhoz.

    Antes nas mãos de TJ Dillashaw, o cinturão dos galos ficou vago em março, quando o americano abdicou do posto de campeão depois de ser flagrado em exame antidoping. Com isso, Marlon – que atualmente ocupa o primeiro lugar do ranking da categoria – e Cejudo – que é o atual campeão dos moscas (57 kg) – foram escalados para a disputa. E tal sucessão de fatos pode ter encurtado o caminho de Munhoz rumo ao título, a depender do seu desempenho no próximo sábado.

    Aos 32 anos, Pedro Munhoz soma 18 triunfos, três derrotas e um embate sem resultado em seu retrospecto como lutador profissional de MMA. Já Sterling, três anos mais jovem, contabiliza 17 vitórias nas 20 lutas que possui como atleta de artes marciais mistas.

  • Bibiano Fernandes recebe homenagem da Assembleia Legislativa do Amazonas

    Bibiano Fernandes recebe homenagem da Assembleia Legislativa do Amazonas

    Bibiano é o atual campeão peso-galo do ONE – Mauro Smith/Divulgação

    Bibiano Fernandes recebeu, na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, uma homenagem por levar o nome da unidade da Federação ao mundo. O campeão peso-galo (66 kg) do ONE Championship foi presenteado com uma placa que festeja a sua vitoriosa carreira como lutador de MMA.

    O manauara fez quase toda a sua carreira na Ásia, onde se sagrou campeão primeiro do extinto evento DREAM e depois do ONE. Ele é também o atleta que mais teve defesas de cinturão na organização que hoje tem entre suas estrelas os ex-UFC Eddie Alvarez e Demetrious Johnson.

    “Certamente, vivi um dos dias mais especiais em minha trajetória. Estou na luta há muitos anos, e a luta é diária. Ela não é fácil, é sempre difícil de ser vencida. Mas o que a luta não sabe é que nós, o povo manauara, somos ainda mais fortes que ela. É difícil cairmos, e quando isso acontece, logo nos levantamos. Tenho orgulho de quem sou, do meu povo e do meu chão”, disse Bibiano, emocionado, de acordo com nota enviada por sua assessoria de comunicação.

    O discurso do campeão do ONE destacou a satisfação de ser exemplo para jovens do Amazonas. Segundo Bibiano, a sua história deve servir como referência para os amazonenses que têm grandes sonhos.

    “Só pude estar aqui porque decidi vencer, porque decidir trilhar os melhores caminhos da vida: o caminho do esporte e dos estudos. Quero ser espelho para quem quer ser um campeão, seja dentro do cage ou em qualquer outra profissão. Quero que as pessoas me olhem e acreditem que elas também são capazes, porque eu fui capaz, e não sou melhor do que ninguém. Quero que as crianças e jovens do Amazonas acreditem nelas próprias. Elas são o nosso futuro, e só através delas construiremos um lugar melhor para se viver”, falou.

    Aos 39 anos, Bibiano ainda não tem luta marcada. Em março, ele reconquistou o título peso-galo ao derrotar Kevin Belingon. O filipino o havia vencido em novembro do ano passado.

  • Marlon Moraes analisa possível ‘efeito Holloway’ para Cejudo; entenda

    Marlon Moraes analisa possível ‘efeito Holloway’ para Cejudo; entenda

    Marlon vem de vitória por finalização sobre Raphael Assunção – Leandro Bernardes/Ag Fight

    Atual campeão peso-mosca (57 kg) do UFC, Henry Cejudo vai disputar, contra Marlon Moraes, o título vago dos pesos-galos (61 kg) neste sábado (8). Mas, conforme afirmou o brasileiro à Ag. Fight, o recente caso de um campeão que subiu de categoria e fracassou na tentativa de ganhar um segundo cinturão pode ser um fantasma para o americano.

    Em abril deste ano, Max Holloway, campeão peso-pena (66 kg), tentou conquistar o cinturão interino dos leves (70 kg), em combate contra Dustin Poirier. Apesar de ter atingido o adversário mais vezes, ‘Blessed’ sentiu muito a diferença de potência entre as duas categorias. Sem conseguir machucar ou abalar ‘Diamond’, Max esteve por várias vezes próximo de sofrer o nocaute. Embora Cejudo já tenha atuado na categoria galo, ele nunca enfrentou nenhum atleta de alto nível, o que, segundo Marlon, tende a ser uma desvantagem importante.

    “(Perder potência) É uma grande possibilidade. Eu não estou subindo de categoria, conquistei minha chance de lutar aqui na minha categoria, a galo, e estou esperando ele. Vamos ver o que ele pode fazer. Eu sei o que eu posso fazer, já provei, e ele vai ter a oportunidade dele”, declarou ‘Magic’ em entrevista exclusiva à Ag. Fight. “Realmente, eu respeito ele por estar subindo de peso. Mas é aquela história: eu estou esperando pra mandar ele de volta para a categoria dele e mostrar quem é o melhor aqui em cima”, acrescentou.

    Ciente da mudança de geração no MMA brasileiro, que atualmente tem três títulos — todos femininos — no UFC, Marlon compreende que existe uma cobrança pela construção de outros ídolos no esporte, mas garante que esta não é a sua prioridade. ‘Magic’, que vem de três vitórias pela via rápida consecutivas — duas por nocaute e uma por finalização — afirmou que deseja ser um espelho para as crianças do Brasil.

    “Meu principal objetivo desde que eu comecei neste esporte é ser o melhor, e independente de ser ídolo ou não, eu quero ser um exemplo. Eu entrei neste esporte com o objetivo de manter o que eu sempre fui, não vou mudar meu caráter para ganhar dinheiro ou qualquer coisa que seja. O meu objetivo é ser campeão. O meu objetivo tem mais valor do que qualquer dinheiro envolvido nesta luta. Então, é isso aí. É esse legado que eu quero deixar pras crianças: o legado da vitória, de vencer. Eu quero muito ser um exemplo para as crianças, mostrar que com trabalho duro, garra e humildade você pode chegar onde você quiser”, declarou.

    Moraes perdeu apenas uma das últimas 18 lutas que fez. Mesmo assim, foi uma decisão dividida bastante controversa, contra Raphael Assunção, em junho de 2017. Em fevereiro deste ano, Marlon vingou a derrota finalizando o pernambucano com uma guilhotina no UFC Fortaleza e se credenciou para disputar o cinturão.

  • Discussão brasileira rouba a cena em ‘media day’ do UFC 238; entenda

    Discussão brasileira rouba a cena em ‘media day’ do UFC 238; entenda

    Nesta quinta-feira (6) foram realizadas as tradicionais encaradas do ‘media day’ do UFC 238. E em uma cerimônia em que o respeito prevaleceu, um atleta que nem faz parte do card foi quem roubou a cena. Bruno ‘Bulldoguinho’ Gustavo, companheiro de equipe de Henry Cejudo, provocou Marlon Moraes enquanto o brasileiro posava para as fotos da imprensa. Mas, ao contrário do que se esperava, o peso-galo (61 kg) de Nova Friburgo ‘caiu na pilha’ e respondeu à altura (veja abaixo ou clique aqui).

    Enquanto seu parceiro de ‘Fight Ready’ e Marlon se encaravam, Bulldoguinho provocou o brasileiro ao dizer: “Vai tomar pressão de peso-mosca”, em uma clara referência a Cejudo, atual campeão da categoria até 57 kg. Logo em seguida, ‘Magic’, como é conhecido, retrucou a alfinetada e disparou: ‘Quem é você? Vem aqui para ajudar ele (Henry)’.

    Para esclarecer de forma mais clara o ocorrido, a equipe de reportagem da Ag Fight entrou em contato com Bruno Gustavo. O brasileiro recém-contratado pelo Ultimate detalhou a troca de farpas com Marlon e projetou, de forma irônica, um possível combate contra o desafiante ao cinturão peso-galo neste sábado.

    “Estava tendo a pesagem lá e eles se encarando. Ele (Marlon) já veio falando que os pesos-moscas (57 kg) são muito pequenos para a categoria (61 kg). Então eu falei para ele que ele vai tomar pressão de um (atleta) 57 kg, de uma pessoa de uma categoria menor que a dele, para ele ficar preparado. Ela caiu muito na pilha, ficou ‘boladão’. Perguntou quem que eu era e falou que me mete a p*** naquela hora. Falei: ‘Vamo’. Acabei de assinar meu contrato (com UFC), fazer minha próxima luta com o Marlon, estou pronto (risos)”, relatou ‘Bulldog’, antes de garantir que a ação não foi premeditada.

    “Não era estratégia não (provocar), foi meio que na hora ali mesmo, aconteceu. Deu vontade de falar e eu falei, aconteceu. Eu já moro com o Cejudo desde 2015, já faz quatro anos já que estou com o Cejudo. Esse cara é meu irmão, ele me ajuda em tudo que pode”, completou o mais novo contratado do Ultimate.

    Outra encarada que destoou das demais e deixou o respeito de lado envolveu justamente o outro brasileiro presente no card com sede em Chicago (EUA). Pedro Munhoz e Aljamain Sterling colaram rosto com rosto enquanto trocavam farpas com intermédio de Dana White. Após o momento de tensão, o americano chegou a esboçar uma tentativa de partir para cima de seu rival e assustou o presidente do evento – que sorriu ao perceber que a provocação não se transformou em uma briga generalizada.

    Confira o momento exato momento da discussão a partir da marca de 59 segundos:

     

  • Respeito! Tatiana Suarez aponta que prioridade contra ‘Bate-Estaca’ é de Namajunas

    Respeito! Tatiana Suarez aponta que prioridade contra ‘Bate-Estaca’ é de Namajunas

    Tatiana Suarez foi campeã da versão americana do TUF 23 – Leandro Bernardes

    Atual segunda colocada na divisão dos pesos-palhas (52 kg) do UFC, Tatiana Suarez estará mais cotada do que nunca para disputar o título caso conquiste a vitória no próximo sábado (8), em duelo contra Nina Ansaroff. Apesar disso, a americana de ascendência mexicana aponta que a prioridade na corrida pelo cinturão ainda é da ex-campeã da categoria, Rose Namajunas.

    Em entrevista nessa quarta-feira ao site ‘MMA Junkie’, Tatiana demonstrou admiração pela ex-campeã dos palhas, que foi destronada por Jéssica ‘Bate-Estaca’ na primeira quinzena de maio, no Rio de Janeiro. Deste modo, Suarez ressaltou que, caso Namajunas não pendure as luvas – como disse, após sucumbir diante da brasileira, que possivelmente faria -, ela merece a revanche contra a paranaense.

    “Se ela (Rose Namajunas) quiser a revanche (contra Jéssica Bate-Estaca), acho que merece. Vou esperar, não me importo. Luto contra qualquer uma. Nunca recusei nenhuma luta. (…) Eu amo assistir Rose lutar. Ela é uma ótima lutadora de artes marciais, e eu espero que ela fique, porque eu realmente acho que ela é uma lutadora incrível”, elogiou Tatiana.

    Invicta como atleta profissional de MMA, Tatiana contabiliza, até o momento, um cartel com sete vitórias – quatro delas no UFC. Hoje com 28 anos, a americana foi campeã da 23ª edição da versão americana do reality show The Ultimate Fighter (TUF), realizada em 2016. Na ocasião, ela finalizou Amanda Cooper no primeiro round da luta final do programa.

  • Wilder provoca Joshua após perda de invencibilidade: “Mentalmente esgotado”

    Wilder provoca Joshua após perda de invencibilidade: “Mentalmente esgotado”

    Deontay Wilder se mantém invicto no boxe após 42 combates realizados – Divulgação

    A inesperada derrota de Anthony Joshua para Andy Ruiz no último sábado (1º) ainda repercute e muito no mundo do boxe. O peso-pesado inglês perdeu seus quatro cinturões – Federação Internacional de Boxe (IBF), Organização Mundial de Boxe (WBO), Associação Mundial de Boxe (WBA) e Organização Internacional de Boxe (IBO) – ao ser nocauteado pelo rival de origem mexicana. O feito foi tão impressionante que fez Deontay Wilder, campeão do Conselho Mundial de Boxe (WBC) da categoria, se pronunciar sobre o duelo.

    Em entrevista ao site ‘TMZ Sports’, Wilder afirmou que, caso uma revanche entre Joshua e Ruiz saia do papel, o pugilista britânico seria superado novamente nos ringues. Isso porque, na visão de Deontay, a derrota para o ‘gordinho’ em Nova York (EUA) abalou o lado psicológico de Anthony.

    “Acho que Andy venceria uma revanche. Joshua agora está quebrado, mentalmente ele está esgotado. Quando você luta dessa forma sendo um campeão, e desiste? Ele desistiu. Normalmente você não vê um campeão desistindo de um desafio, e sim um desafio sendo superado por um campeão. E quando você faz isso, está tudo acabado, esse cara desistiu no ringue. Acho que ele está feliz porque perdeu, porque não tem mais pressão nele. Uma derrota não significa que ele vai se aposentar, mas acho que ele não vai aceitar essa revanche, pode ser que ele prove o contrário…”, opinou Wilder.

    Também em entrevista ao ‘TMZ Sports’, o mais novo detentor de quatro cinturões mundiais revelou que gostaria de encarar Deontay a fim de unificar o posto de campeão peso-pesado das cinco principais organizações de boxe do planeta. No entanto, Andy afirmou que, primeiramente, seu plano é disputar uma revanche com Joshua.

  • Campeã no boxe sem luvas, Bec Rawlings assina com o Bellator

    Campeã no boxe sem luvas, Bec Rawlings assina com o Bellator

    Depois de uma bem-sucedida passagem pelo boxe sem luvas, Bec Rawlings está de volta ao esporte que a fez famosa. A Suckerpunch Entertainment, agência que cuida da carreira da atleta anunciou, na última quarta-feira (5), que a australiana assinou contrato com o Bellator.

    Rawlings é a atual campeã do Bare Knuckle FC, principal organização de boxe sem luvas no mundo. Mas, antes de migrar para o novo e polêmico esporte, a atleta de 30 anos passou três anos e meio no UFC, liga na qual não teve muito sucesso. Lutando pelo peso-palha (52 kg), Bec venceu duas e perdeu uma das suas primeiras três lutas, mas depois amargou quatro derrotas consecutivas e foi demitida.

    No boxe sem luvas, porém, ela está invicta. Rawlings fez três combates no Bare Knuckle FC, conquistando o título da categoria e, em seu último compromisso com a empresa, em fevereiro, ela derrotou Cecilia Flores por decisão unânime dos jurados.

    A ida para o Bellator é, também, uma tentativa de deixar positivo o seu cartel. Como profissional de MMA, Bec tem sete vitórias e oito derrotas. Como a organização não tem mais peso-palha, espera-se que Bec atue no peso-mosca (57 kg), categoria na qual fez seus últimos confrontos no UFC e que, na liga do cage circular, tem como campeã a americana Ilima-Lei MacFarlane.