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  • Cormier compara Max Holloway a Muhammad Ali após grande atuação no UFC

    Cormier compara Max Holloway a Muhammad Ali após grande atuação no UFC

    O show de Max Holloway na luta principal do UFC Fight Island 7 diante de Calvin Kattar ainda permanece no imaginário dos fãs, demais atletas e membros da imprensa especializada. No evento realizado no sábado (16), em Abu Dhabi (EAU), o ex-campeão do peso-pena (66 kg) da organização massacrou o adversário, quebrou recordes individuais da companhia e viu seu nome ganhar força para disputar, novamente, o cinturão da categoria. Se Dana White adiantou que a trilogia entre o havaiano e Alexander Volkanovski, número um da divisão, faz parte dos planos de sua empresa, Daniel Cormier foi além.

    Aposentado, o ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) e do peso-pesado do UFC atuou como comentarista na edição ‘Fight Island 7’ e elogiou Holloway. Ao participar da transmissão da ‘ESPN’ americana (veja abaixo ou clique aqui), ‘DC’ se mostrou bastante impressionado com o que viu no octógono e, simplesmente, comparou o o peso-pena a Muhammad Ali. Inclusive, o americano cravou que ‘Blessed’ é o melhor atleta da divisão da história e utilizou uma frase da lenda do boxe para ilustrar a atuação do compatriota.

    “Esse cara é o maior peso-pena de todos os tempos! E, honestamente, ele parecia Muhammad Ali hoje à noite. Max Holloway estava flutuando e ferroando”, declarou Cormier.

    Max Holloway se tornou campeão do peso-pena em 2017, quando nocauteou José Aldo, em pleno Brasil, e defendeu o cinturão ao vencer o mesmo Aldo na revanche, Brian Ortega e Frankie Edgar. O havaiano só perdeu o título em 2019, quando encontrou Alexander Volkanovski. Na ocasião, foi derrotado por decisão unânime e, no segundo embate com o rival, levou a pior por decisão dividida.

  • Ponzinibbio lamenta derrota em retorno ao UFC e promete: “Voltarei mais forte”

    Ponzinibbio lamenta derrota em retorno ao UFC e promete: “Voltarei mais forte”

    Após passar mais de dois anos afastado dos octógonos, devido a sérios problemas de saúde, Santiago Ponzinibbio fez seu retorno no último sábado (16), pelo card do UFC Fight Island 7, em Abu Dhabi (EAU). No entanto, a felicidade pela volta à ação contrastou com a tristeza pela derrota sofrida por nocaute para o chinês Li Jingliang, ainda no primeiro round do confronto.

    O revés ainda interrompeu a sequência positiva que o argentino vivia antes do longo período longe das lutas, quando chegou a acumular sete vitórias consecutivas. Através de sua conta oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), Ponzinibbio lamentou não ter conseguido retribuir o apoio dos fãs com um triunfo, mas prometeu retornar em sua melhor versão nos próximos compromissos.

    “Não tenho palavras para descrever a tristeza que sinto. Eu queria retornar dando uma vitória, vocês mereciam isso por tanto apoio. Eu trabalhei muito duro para esse evento, um ano inteiro de preparação, mas esse esporte é assim, existe uma parte fora de controle, um golpe que entra e está tudo acabado. Eu quero agradecer a todas as mensagens e ao amor de sempre! Toda minha eu a forjei sobre adversidades, esta vez não será diferente. Eu vou voltar mais forte do que nunca”, prometeu.

    Com o resultado do último sábado, Santiago Ponzinibbio soma agora 27 vitórias e quatro derrotas em seu cartel no MMA profissional. O argentino compete pelo UFC desde 2013, após se destacar na segunda temporada da versão brasileira do reality show ‘The Ultimate Fighter’, e possui nove triunfos e três reveses dentro do octógono mais famoso do mundo.

  • Matt Brown critica pontuação dos juízes em derrota para Carlos Condit no UFC: “É ridículo”

    Matt Brown critica pontuação dos juízes em derrota para Carlos Condit no UFC: “É ridículo”

    Como não poderia ser diferente, o ‘co-main event’ do UFC Fight Island 7, protagonizado pelos veteranos dos meio-médios (77 kg) Carlos Condit e Matt Brown foi bastante movimentado e fez jus à fama de ambos no MMA. Na atração que aconteceu no sábado (16), em Abu Dhabi (EAU), o primeiro levou a melhor por decisão unânime após 15 minutos e o resultado gerou polêmica. Derrotado pela segunda vez seguida, o ‘Imortal’, como o atleta é conhecido, não concordou com a pontuação dos juízes laterais e se posicionou bastante contrariado.

    Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui, aqui e aqui), Brown reclamou da decisão dos profissionais, que favoreceu Condit nos três rounds da disputa. O americano analisou o que aconteceu no encontro e indicou que, até o último assalto, a luta estava, claramente, empatada. O ‘Imortal’ explicou que aceitou a derrota para o ex-campeão interino dos meio-médios, mas frisou que o combate foi equilibrado. Além disso, o atleta, de 40 anos, ofendeu os juízes, agradeceu o apoio dos fãs e deu a entender que não vai se aposentar.

    “30-27 é ridículo. Ganhei 100% do primeiro round ele ganhou o segundo com certeza e o terceiro foi muito disputado, mas acabei por cima. Deveria ter tomado a decisão imediatamente, mas se ele a tivesse baseado apenas no terceiro round, eu não ficaria bravo. Juízes de m****. Obrigado por todo o amor e apoio (e o ódio ocasional). Ainda estou ficando melhor e mais forte a cada dia e vou aprender e crescer com isso! Espero que todos tenham gostado do show! Gostaria de deixar claro que sei que perdi. 29-28 é adequado e o terceiro round não seria um roubo se dessem para mim, mas não vou discutir por darem para Condit. Último post sobre isso. Amo todos vocês e espero que tenham gostado do show! Para frente e para cima!”, Brown escreveu no Twitter.

    Matt Brown, de 40 anos, é um dos lutadores mais agressivos do MMA. O americano possui um cartel irregular no esporte de 40 lutas, 22 vitórias, sendo 20 pela via rápida (14 nocautes e seis finalizações), apenas duas por decisão e 18 derrotas, mas sempre protagonizando batalhas. A melhor fase do ‘Imortal’ na carreira aconteceu no período entre 2012-2014, quando emplacou uma sequência de sete vitórias e mudou de status nos meio-médios do UFC.

  • Condit deixa futuro no UFC em aberto após vencer Brown em última luta de contrato

    Condit deixa futuro no UFC em aberto após vencer Brown em última luta de contrato

    Depois de cerca de nove anos, Carlos Condit conseguiu somar dois resultados positivos consecutivos pelo Ultimate. O americano superou Matt Brown, por decisão dos jurados, no UFC Fight Island 7, que aconteceu no último sábado (16). Mas a volta à boa fase também pode marcar a despedida do ex-campeão interino dos meio-médios (77 kg) da organização.

    A luta contra Brown marcou o último compromisso do contrato de Condit com o UFC. Agora livre no mercado, o atleta deixou em aberto seu futuro e não adiantou se pretende renovar com a franquia ou se testar no mercado e ouvir propostas de outras ligas.

    “Honestamente, não sei. Eu tenho algumas coisas (que eu) preciso cuidar, então não sei. Acho que há muitas variáveis ​​à respeito de tudo isso. Eu amo o UFC. Eu tive uma trajetória incrível. Eu cresci na Zuffa, WEC, UFC, mas vamos ver”, explicou.

    Sobre o confronto diante do compatriota, que já era para ter acontecido em 2013 e 2018, mas foi cancelado por problemas físicos do ‘The Immortal’ que não tinha condições de atuar, Condit admitiu que ficou satisfeito com sua apresentação. O americano comemorou ter conseguido colocar em prática situações que havia treinado.

    “Estou feliz do jeito que acabou. Consegui boas quedas, uma variedade delas, uma raspagem legal que venho trabalhando. Fico muito feliz quando consigo fazer coisas legais no octógono depois que venho treinando em vários camps seguidos”, concluiu.

    Carlos Condit disputou 45 lutas em sua carreira, venceu 32, sendo 15 por nocaute e 13 por finalização, perdeu outras 13. Em 2012, o americano se tornou campeão interino dos meio-médios do UFC, ao vencer Nick Diaz. O americano ainda disputou o cinturão linear da categoria duas vezes, sendo derrotado por Georges St-Pierre e Robbie Lawler.

  • McGregor diz que sabe como vencer Khabib e provoca: “Ele está com medo de mim”

    McGregor diz que sabe como vencer Khabib e provoca: “Ele está com medo de mim”

    O aguardado anúncio do resultado da reunião entre Dana White e Khabib Nurmagomedov, a respeito da decisão final do campeão peso-leve (70 kg) do UFC sobre sua aposentadoria, respondeu apenas parcialmente as dúvidas da comunidade das lutas. O possível retorno do russo, de acordo com o presidente do Ultimate, está condicionado às ações de seus principais rivais de categoria, entre eles Conor McGregor, que encara Dustin Poirier no próximo sábado (23), na edição de número 257, na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU).

    Em entrevista à ‘ESPN’ americana, McGregor acusou o rival de ter medo de enfrentá-lo novamente na tão especulada revanche entre eles. O irlandês – ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve do Ultimate – indicou que Khabib tem consciência de que enfrentou sua pior versão dentro do octógono no UFC 229, em outubro de 2018, e que o mesmo não aconteceria em uma nova disputa, o que explicaria o desinteresse do russo.

    “Eu acho que ele está com medo de mim, isso é com certeza. Eu não o culpo. Eu sei exatamente o que encarar. Eu lutei com o melhor dele naquela noite e ele lutou com o pior de mim naquela noite. Ele sabe disso, eu sei disso, o time dele sabe disso”, disparou Conor, antes de completar.

    “Eu tenho a resposta para destruir aquele homem. Ele pode jogar areia nos olhos das pessoas apenas por algum tempo, mas as coisas são como são. Eu sei que tem coisas ao redor (da aposentadoria) em relação à família. Se ele está aposentado, então é isso, eu desejo boa sorte a ele. Mas eu sou quem eu sou e eu estou no topo e o tempo vai mostrar”, concluiu.

    Atual campeão peso-leve do Ultimate, Khabib Nurmagomedov anunciou sua aposentadoria do MMA logo após finalizar Justin Gaethje, na luta principal do UFC 254, em outubro do ano passado, em sua última defesa de cinturão. O russo, invicto em sua carreira, alegou ter feito uma promessa à sua mãe de se afastar do esporte, especialmente motivado pela recente morte de seu pai e mentor, Abdulmanap Nurmagomedov.

    Por sua vez, Conor McGregor parece novamente focado em sua carreira. Após um período de pouca atividade dentro do octógono e muitas polêmicas fora dele, o ex-campeão parece disposto a batalhar por conquistar novamente um cinturão do Ultimate. No próximo sábado, o irlandês mede forças com Dustin Poirier, pela luta principal do UFC 257, em Abu Dhabi, no que pode definir o próximo desafiante ao título dos leves.

  • Carlos ‘Boi’ admite surpresa com resistência de rival e celebra: “Amo essas batalhas”

    Carlos ‘Boi’ admite surpresa com resistência de rival e celebra: “Amo essas batalhas”

    No último sábado (16), Carlos ‘Boi’ engatou sua segunda vitória pelo UFC, quando superou Justin Tafa, pela decisão dos juízes na sétima edição de evento da organização na ‘Ilha da Luta’. Com o sentimento de dever cumprido pelo resultado positivo, o brasileiro fez questão de valorizar o nível do combate e seu adversário.

    Em coletiva de imprensa após o evento, o baiano admitiu que não esperava que seu rival fosse levar o duelo para o terceiro round, por confiar que terminaria a luta antes. Entretanto, apesar de ainda não ter cumprido seu objetivo de conseguir vencer por nocaute na franquia, ‘Boi’ destacou um lado positivo de ter feito mais três assaltos.

    “Não esperava uma batalha dessas e que a luta fosse para o terceiro round. Eu não esperava que ele acompanhasse meu ritmo, mas ele acompanhou. Ele me surpreendeu no primeiro round. Ele não veio da maneira que esperávamos, mas é o que eu sempre digo: ‘Temos que estar preparados para tudo’. Ele venceu o primeiro assalto, mas conseguimos nos recuperar. Amo essas batalhas, me sinto ótimo. Para mim, foi melhor do que vencer por nocaute, porque adoro essa atmosfera de guerra”, disse o lutador.

    Ao contrário da suas duas últimas apresentações, Carlos dessa vez teve a experiência de lutar em frente ao público, que ocupou uma pequena parte da arena em Abu Dhabi (EAU). O brasileiro aprovou poder ter torcida, mesmo que ela tivesse contra ele.

    “Prefiro lutar na frente do público. Eu me alimento de sua energia. Mesmo que os fãs estejam torcendo contra mim, eu gosto, e na verdade ainda melhor. No primeiro round, senti que gostavam mais dele, estavam torcendo mais por ele e acho que isso me ajudou porque gosto da adversidade”, afirmou o brasileiro, antes de dizer que gostaria de encarar um velho desafeto na sequência da sua trajetória no Ultimate.

    “Quero lutar contra o Raphael Pessoa. Em todas as lutas que já fiz, falei a mesma coisa e vou repetir: Raphael Pessoa, vamos lá! Do que você tem medo?”, finalizou.

    Carlos ‘Boi’, de 25 anos, que estreou pelo UFC em julho de 2020, quando foi derrotado por Sergey Spivak, se recuperou ao superar Yorgan De Castro e emplacou a segunda vitória na organização diante de Justin Tafa. Em sua carreira, o baiano disputou 11 combates, venceu dez, sendo seis por nocaute, e perdeu apenas uma vez.

  • Com “fome de luta”, Holloway provoca Volkanovski e desafia Khabib

    Se existia alguma dúvida em relação ao futuro de Max Holloway no MMA, o UFC Fight Island 7, evento que aconteceu no sábado (16), em Abu Dhabi (EAU), as solucionou. O ex-campeão do peso-pena da organização (66 kg) se recuperou das duas derrotas sofridas para Alexander Volkanovski ao massacrar Calvin Kattar na luta principal da atração. O havaiano dominou o adversário, quebrou recordes individuais da companhia, e o mais importante, recuperou a confiança para disputar grandes combates.

    Na coletiva de imprensa realizada após o show, Holloway, ainda empolgado com a atuação que lhe rendeu o bônus de ‘luta da noite’, se colocou à disposição para substituir Conor McGregor ou Dustin Poirier, no ‘main event’ do UFC 257, caso algo aconteça. O ex-campeão do peso-pena listou possíveis adversários para sua carreira e surpreendeu ao citar Khabib Nurmagomedov como um de seus alvos. Vale lembrar que o duelo entre os dois quase aconteceu em 2018, mas, na ocasião, o havaiano aceitou o combate em cima da hora e sofreu complicações na pesagem.

    Além do campeão do peso-leve (70 kg), ‘Blessed’, como o atleta é conhecido, não esqueceu Volkanovski e provocou o rival. O ex-número um da categoria indicou que o australiano pediu um confronto diferente, porque sabe qual é o mais difícil e adiantou que não vai forçá-lo a aceitar a trilogia. No UFC desde 2012, o profissional revelou que seu planejamento é realizar superlutas no futuro e entrar para a história do esporte.

    “Veremos o que acontece. Khabib disse que quer algo muito interessante. Talvez, eu tenha impressionado um pouco. Fizemos uma das melhores coletivas de imprensa, mas não lutamos. Podemos lutar se ele quiser. Volkanovski disse, são palavras dele, não minhas, que quer uma luta diferente. Ele não quer a luta mais dura. Ele sabe quem é o desafio mais difícil, sabe que sou eu, mas não vou forçar alguém a lutar comigo. Como eu disse, fico aqui até a semana que vem. Se algo acontecer neste esporte louco e selvagem, não se surpreenda. Quero lutas de legado, enormes, históricas! Com ou sem cinturão, não importa, quero lutar”, declarou Holloway que voltou a expressar o interesse em enfrentar os grandes nomes do MMA e deixou a modéstia de lado ao afirmar que é o melhor peso-pena.

    “Se vocês acham que alguém é o melhor lutador do mundo, me avisem, que assino o contrato. Como eu disse, o campeão não quer uma luta dura. Eu quero lutas duras. Para conseguir meu primeiro cinturão, tive que vencer dez lutas e uma pelo título interino. Trabalho duro. Não tenho medo de trabalhar duro. Para ser o melhor, você tem que vencer o melhor. E o melhor sou eu”, concluiu.

    Max Holloway se tornou campeão do peso-pena em 2017, quando nocauteou José Aldo, em pleno Brasil, e defendeu o cinturão ao vencer o mesmo Aldo na revanche, Brian Ortega e Frankie Edgar. O havaiano só perdeu o título em 2019, quando encontrou Alexander Volkanovski. Na ocasião, foi derrotado por decisão unânime e, no segundo embate com o rival, levou a pior por decisão dividida.

  • Volkanovski minimiza atuação de Holloway: “Não consegue repetir comigo”

    A atuação de Max Holloway diante de Calvin Kattar no ‘main event’ do UFC Fight Island 7, atração que aconteceu no sábado (16), em Abu Dhabi (EAU), chocou a comunidade do MMA, mas, ao que parece, não impressionou Alexander Volkanovski. O ex-campeão do peso-pena (66 kg) da organização puniu o adversário durante 25 minutos, quebrou inúmeros recordes individuais da companhia, porém o atual número um da categoria minimizou o que aconteceu no octógono. Vale lembrar que a dupla se enfrentou duas vezes e o australiano se encontra em vantagem no placar.

    Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui e aqui), Volkanovski, em um primeiro momento, indicou que aprovou a atuação de Holloway. Contudo, o campeão do peso-pena do UFC lembrou da rivalidade e, em seguida, provocou o havaiano. O australiano fez questão de destacar as batalhas que travaram e ressaltou que o ex-número um não consegue quebrar recordes, quando lhe tem como adversário.

    “Nossa! Boa luta, Holloway, mas você não consegue esses números quando estou na sua frente!”, escreveu Volkanovski em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    Alexander Volkanovski, de 32 anos, teve uma ascensão meteórica no UFC. O australiano estreou na organização em 2016 e se tornou campeão do peso-pena em 2019. O número um da categoria disputou nove lutas pela companhia, venceu todas e seus triunfos mais marcantes no esporte foram sobre Max Holloway, duas vezes, José Aldo, em pleno Brasil, e Chad Mendes.

  • Charles ‘Do Bronx’ agradece elogio de Khabib e lança desafio: “Te vejo em breve”

    Charles ‘Do Bronx’ agradece elogio de Khabib e lança desafio: “Te vejo em breve”

    Se antes Charles Oliveira sofreu para, enfim, ser reconhecido pelo UFC, fãs e demais lutadores, a vitória dominante do brasileiro sobre Tony Ferguson, em dezembro de 2020, mudou seu patamar no MMA. A atuação de ‘Do Bronx’ foi elogiada por Dustin Poirier e, recentemente, o paulista ganhou mais um grande incentivo. No sábado (16), Dana White revelou que Khabib Nurmagomedov confidenciou que o especialista em jiu-jitsu é um dos atletas que lhe agrada para um possível retorno ao MMA e se mostrou impressionado com suas atuações. Ao tomar conhecimento da declaração do campeão do peso-leve (70 kg) da organização, o faixa-preta logo respondeu.

    Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), ‘Do Bronx’ agradeceu por Khabib mencionar seu nome como um dos favoritos para recepcioná-lo em seu retorno ao UFC. Confiante, Charles pediu para lutar pelo cinturão do peso-leve, lembrou que venceu oito combates seguidos, sendo sete deles pela via rápida (cinco finalizações e dois nocautes), e desafiou o campeão da categoria forma respeitosa. Sobre o aguardado duelo entre os craques do grappling, o brasileiro garantiu estar preparado para se encontrar com o número um da divisão.

    “Obrigado, Khabib. Com todo respeito, eu entreguei (bons desempenhos) e me sinto pronto para desafiá-lo pelo cinturão. Vamos lá! Espero vê-lo em breve”, escreveu Charles em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    Atualmente, Charles ‘Do Bronx’, de 31 anos, vive a melhor fase em sua carreira. A vitória do brasileiro sobre Tony Ferguson, em dezembro, mudou o patamar do lutador no UFC, já que dominou o ex-campeão interino do peso-leve e chegou a aplicar 10×8 em um dos rounds. O paulista ampliou sua sequência de triunfos para oito e passou a ocupar a terceira posição no ranking da categoria.

  • Lutador do UFC se revolta e deixa a coletiva de imprensa após nocautear adversário

    Lutador do UFC se revolta e deixa a coletiva de imprensa após nocautear adversário

    Tradicionalmente, depois da realização das lutas, os vencedores são entrevistados seja em cima do ‘cage’ ou nas coletivas de imprensa. No entanto, se depender de Alessio Di Chirico o ritual será alterado. O italiano encerrou a sequência de três derrotas ao nocautear Joaquin Buckley, sensação do UFC, no primeiro round, na edição ‘Fight Island 7’, atração que aconteceu no sábado (16), em Abu Dhabi (EAU), e criticou a organização e a imprensa por darem espaço apenas para um lado da história.

    Em conversa com os jornalistas pós-evento, Di Chirico lamentou o fato de apenas o vencedor das lutas ter destaque. Bastante sério, o italiano ilustrou seu posicionamento ao citar que é necessário dois atletas para a execução dos combates, sendo assim, não faz sentido ignorar o derrotado. Apesar da importante vitória que conquistou, ‘Manzo’, como o profissional é conhecido, surpreendeu ao se retirar da coletiva em forma de protesto.

    “Foi uma boa luta. Pessoal, me desculpa, mas prometi a mim mesmo que não daria essa entrevista. Não gosto que entrevistem apenas o vencedor neste jogo. O esporte é feito por duas pessoas sempre, o vencedor e o perdedor. Então, não gosto disso. Me desculpem, eu respeito o trabalho de vocês, mas quero mandar essa mensagem. Obrigado”, declarou Di Chirico.

    A vitória de Alessio Di Chirico, de 31 anos, no UFC Fight Island 7 lhe rendeu um dos bônus de ‘performance da noite’ e correspondeu a um sopro de esperança em sua trajetória na organização. Anteriormente, o lutador foi derrotado por Kevin Holland, Makhmud Muradov, Zak Cummings e um novo revés poderia ter como consequência um possível corte da companhia. O surpreendente triunfo do peso-médio (84 kg) sobre Joaquin Buckley foi o mais importante de sua carreira.