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  • Rival de divisão elogia ‘Durinho’ e o elege como “luta mais difícil” para Usman

    Rival de divisão elogia ‘Durinho’ e o elege como “luta mais difícil” para Usman

    Atual campeão peso-meio-médio (77 kg) do Ultimate, Kamaru Usman colocará novamente seu título em jogo no próximo dia 13 de fevereiro, diante do brasileiro Gilbert ‘Durinho’ Burns, na luta principal do UFC 258, em Las Vegas (EUA). O confronto marcará a terceira defesa de cinturão do nigeriano, e também o desafio de maior dificuldade encarado pelo lutador africano até o momento, pelo menos na visão de um dos principais concorrentes da categoria.

    Em participação no podcast ‘Weighing In’, Stephen ‘Wonderboy’ Thompson rasgou elogios a ‘Durinho’ e destacou, especialmente, o fato do brasileiro possuir habilidades de alto nível em todas as áreas do MMA, o que, de acordo com ele, torna o faixa-preta o rival mais completo a desafiar Usman até o momento. Ainda assim, o americano – atual quinto colocado no ranking dos meio-médios – enxerga um caminho para que o campeão saia vitorioso: o wrestling.

    “Eu acho que essa vai ser a luta mais difícil do Kamaru Usman, com certeza. Quer dizer, (Durinho) tem o chão, ele é um praticante de jiu-jitsu de alto nível, ele tem uma boa trocação, ele tem nocauteado os caras. Então, eu acho que ele é o lutador mais completo que ele já encarou, até mais do que Colby Covington. Mas Usman, além disso, ele é um lutador inteligente. Ele tem a pressão e o preparo físico para dias. Ele tem um tanque de gasolina como nenhum outro, mas eu acredito que ele pode dominar Burns no wrestling”, analisou Thompson, antes de completar.

    “Eu acho que ele poderia usar o wrestling e neutralizar o jiu-jitsu dele. O jogo por cima dele é muito, muito bom, especialmente contra a grade. Se ele conseguir prendê-lo contra a grade, onde ele é capaz de controlar o quadril do oponente, eu acho que ele vence. Mas a questão é chegar lá. A trocação do Burns é rápida. Esse cara é explosivo. Ele talvez não tenha o alcance que Kamaru tem, mas ele é explosivo e você viu isso contra Tyron Woodley. Ele o levou a knockdown, algo que eu não fui capaz de fazer”, concluiu o ‘Wonderboy’.

    Vencedor da 21ª edição do reality show ‘The Ultimate Fighter’, Kamaru Usman venceu todos os 12 combates disputados dentro do octógono mais famoso do mundo. O nigeriano conquistou o cinturão dos meio-médios em março de 2019, ao superar o então campeão Tyron Woodley, por pontos, no UFC 235, em Las Vegas. Desde então, Usman fez duas defesas de título bem-sucedidas, diante de Colby Covington e Jorge Masvidal, respectivamente.

    Por sua vez, Gilbert Durinho garantiu sua oportunidade de lutar pelo cinturão da categoria após vencer quatro combates consecutivos desde que subiu para os meio-médios. O atleta natural de Niterói (RJ) engatou uma sequência de triunfos ao superar Alexey Kunchenko, Gunnar Nelson, Demian Maia e Tyron Woodley, respectivamente.

  • Khamzat Chimaev promete massacrar Leon Edwards em retorno ao octógono do UFC

    Khamzat Chimaev promete massacrar Leon Edwards em retorno ao octógono do UFC

    Sensação da temporada 2020 no UFC, Khamzat Chimaev voltará ao octógono no dia 13 de março contra Leon Edwards e o duelo é aguardado com expectativa pelos fãs, já que promete alterar a parte de cima do ranking dos meio-médios (77 kg). Após vencer três lutas na organização liderada Dana White, o sueco escalou a categoria e esbanjou confiança ao ser questionado sobre o atual adversário. Vale lembrar que, atualmente, a promessa do MMA se encontra na 15ª posição na tabela, enquanto o inglês ocupa o terceiro lugar da categoria.

    A história envolvendo Chimaev e Edwards é antiga. A dupla estava escalada para se enfrentar em duas ocasiões como ‘main event’ do UFC. A primeira aconteceria no dia 19 de dezembro, porém o inglês foi retirado da ação após testar positivo para COVID-19. Na ocasião, Stephen Thompson aproveitou a oportunidade e dominou Geoff Neal. A segunda foi marcada para o dia 20 de janeiro, na passagem da companhia pela ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), mas dessa vez foi o sueco que saiu de cena pelo mesmo motivo. Sendo assim, Michael Chiesa também tirou proveito da situação e controlou Neil Magny. Agora, Chimaev e Edwards buscam recuperar o tempo perdido pelo afastamento.

    “Nunca vi Edwards lutar, só vi destaques do Usman o vencendo. Melhores momentos no ‘YouTube’, algo assim. Se Usman ganhou assim, vou demolir. Ele não tem poder de nocaute e nada de especial. Vou dominar ele e Usman. Quero esmagá-lo, quero destruí-lo. Eu quero tirar sua cabeça e coletar cada cabeça. Tenho nove agora, mas logo terei 10. Depois, continuaremos coletando mais”, disse Chimaev ao site ‘Frontkick Online’.

    Khamzat Chimaev, de 26 anos, iniciou sua trajetória no MMA em 2018, disputou nove lutas e venceu todas pela via rápida, sendo seis por nocaute e três por finalização. O sueco estreou pelo UFC em julho, impressionou por atuar três vezes em um período de três meses e por dominar seus adversários. Agora, a promessa tem a chance de se consagrar, já que o encontro com Leon Edwards é apontado como um divisor de águas em sua carreira pelo fato do oponente ser um atleta ranqueado.

  • Matt Brown descarta aposentadoria após nova revés e mantém otimismo sobre carreira

    Matt Brown descarta aposentadoria após nova revés e mantém otimismo sobre carreira

    Depois de ser derrotado por Miguel Baeza em maio de 2020, Matt Brown teve a oportunidade de se recuperar no octógono diante de Carlos Condit. No entanto, no último dia 16 de janeiro, ‘The Immortal’ foi superado por decisão dos jurados, em evento realizado em Abu Dhabi (EAU) e, apesar de ter ficado inconformado com o resultado do combate, o veterano descartou se aposentar novamente do MMA.

    Em 2017, após derrotar Diego Sanchez, Brown anunciou que sua carreia no esporte tinha chegado ao fim. No entanto, a decisão não se manteve por muito tempo e dois anos depois o atleta já estava de volta ao octógono. Por isso, em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, o experiente lutador negou que pudesse pensar em deixar novamente o MMA, apesar de acumular duas derrotas seguidas.

    “Eu me aposentei há alguns anos, e então, quando voltei, o principal motivo era apenas ser um lutador premiado e ganhar mais dinheiro. Mas desde que voltei, realmente amei todo o processo novamente. (Eu) realmente me apaixonei e vi o quão bom eu posso ser e as habilidades que tenho. Acho que ainda posso fazer grandes coisas do que jamais fiz antes”, ponderou o lutador de 40 anos, antes de fazer uma autocrítica sobre sua última luta.

    “Sei especificamente quais os erros cometi e o que posso fazer para consertá-los. Mas eu não sou aquele cara que imploro por revanche”, concluiu o competidor.

    Matt Brown possui um cartel de 40 lutas, com 22 vitórias, sendo 20 pela via rápida (14 nocautes e seis finalizações), apenas duas por decisão e 18 derrotas. A melhor fase do ‘Immortal’ na carreira aconteceu no período entre 2012-2014, quando emplacou uma sequência de sete vitórias e mudou de status nos meio-médios do UFC.

  • Estrela da NFL desafia Deontay Wilder para luta de boxe: “Vou superá-lo”

    Estrela da NFL desafia Deontay Wilder para luta de boxe: “Vou superá-lo”

    Não é raro assistir atletas de outras modalidades se aventurando nos esportes de combate e, ao que parece, o boxe é o principal destino para este tipo de projeto. Em novembro de 2020, o youtuber Jake Paul nocauteou Nate Robinson, ex-jogador da NBA, fato que pareceu empolgar Brandon Marshall, ex-profissional da NFL. Sem receio, ele expressou o interesse em se testar no ringue e surpreendeu ao mirar um dos grandes nomes da atualidade.

    Marshall desafiou Deontay Wilder, ex-campeão mundial conhecido por seu jeito extravagante e pelo poder de nocaute. E tal confiança pode ser justificada por dois motivos. Primeiro, porque o americano treina regularmente com o veterano Evander Holyfield. Depois, porque o atleta de 36 anos garante que pratica boxe desde a infância, apesar de nunca ter lutado em um ringue.

    “Você não pode me comparar a Deontay Wilder. Não sou Deontay Wilder. Nós o conhecemos por seu poder. Ele é um atleta anormal. Mas eu desafiaria Deontay Wilder a mergulhar um pouco mais fundo no esporte e é aí que acho que me separo de muitos desses pesados. Você não me viu no pay-per-view, não tenho uma vitória no meu currículo, derrota ou nocaute, mas, no final do dia, sei como lutar e sei boxear. Deontay Wilder, vou superá-lo, se algum dia tiver essa oportunidade”, disse Marshall ao site ‘TMZ Sports’.

    Como o desafio é recente, Deontay Wilder ainda não se pronunciou a respeito. Vale lembrar que o encontro entre ‘The Bronze Bomber’ e Tyson Fury, realizado em fevereiro de 2020, foi uma das lutas mais comentadas da temporada. Na ocasião, Wilder perdeu a invencibilidade no boxe ao ser nocauteado no sétimo round. Na nobre arte, o americano disputou 44 combates, venceu 42, sendo 41 por nocaute, perdeu um e empatou outro.

  • Markus ‘Maluko’ analisa má fase no UFC e admite que merece ser demitido

    Markus ‘Maluko’ analisa má fase no UFC e admite que merece ser demitido

    Sem vencer uma luta no octógono há exatos dois anos, Markus ‘Maluko’ não repetiu as boas apresentações que chamaram a atenção da franquia antes de sua contratação e já amarga sequência negativa de três derrotas. Por isso, o lutador adiantou que sabe que sua continuidade no UFC está por um fio. Mas enquanto alguns atletas se agarram com a chance de permanecer a qualquer custo na liga, o brasileiro revelou pensar de maneira diferente.

    De forma franca, o paulista abriu seu coração para falar sobre seu atual momento na organização. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o peso-médio (84 kg) fez uma autocrítica sobre suas recentes apresentações e afirmou que o justo, neste momento, seria ser demitido do maior evento de MMA do mundo, palco em que atua desde dezembro de 2017.

    “Minha situação é delicada, mas não tenho medo. Até acho que o UFC deve me demitir. Não acharia certo um cara com duas vitórias e cinco derrotas e estar ali dentro tirando a chance de quem está lutando bem. Não mereço estar no UFC agora. Não fiz por merecer. O UFC deve me mandar embora. Tenho que sair, resolver meus problemas, imprimir novas vitórias para voltar. Aí sim eu posso falar que vou começar minha vida aqui dentro. Não falaram nada comigo, mas tenho certeza (que vou ser demitido). Não mostrei quem eu sou”, afirmou o atleta de 30 anos que representa a equipe ‘American Top Team’.

    Quem acompanha a carreira de Markus ‘Maluko’ sabe que o atleta, diferente da maioria, não usa de desculpas para amenizar seus erros, assim como não economiza no discurso. No entanto, o peso-médio fez uma retrospectiva das suas últimas atuações e justificou a queda de rendimento.

    “O sentimento é de frustração, independentemente de tudo, eu luto mais que isso. Foram três lutas que não era para ter perdido. Em São Paulo a mãe do meu filho me disse que estava grávida de uma maneira rude e nem entrei com cabeça. A minha outra eu cortei meu dedo uma semana antes e eu fui lutar com 16 pontos no dedo. Lutei até com esparadrapo para ninguém do UFC ver. A última luta eu fiquei quatro dias de cama com dor de garganta. Fiquei mal, nem consegui treinar. Me prejudicou no gás. Poderia ter ganho? Claro, mas porque acontece isso? Foram coisas inexplicáveis. Realmente algo divino para me dar algo maior lá na frente”, completou o lutador.

    Markus ‘Maluko’ iniciou sua caminhada no MMA em 2013 e de forma avassaladora. O brasileiro venceu as dez primeiras lutas que disputou, conquistou o cinturão do peso-médio do LFA em 2017 e chamou a atenção do UFC. No Ultimate, entretanto, o paulista não repetiu as grandes apresentações, com duas vitórias e cinco derrotas.

  • UFC oferece Chandler vs ‘Do Bronx’ e time do brasileiro exige cinturão

    UFC oferece Chandler vs ‘Do Bronx’ e time do brasileiro exige cinturão

    Com oito vitórias seguidas e atualmente ocupando a terceira posição no ranking dos pesos-leves (70 kg) do UFC, Charles ‘Do Bronx’ está entre os principais candidatos a uma vaga na próxima disputa de título da categoria. Porém, ao que parece, a organização planeja que o brasileiro faça mais um combate antes de se credenciar para o ‘title shot’.

    De acordo com informações obtidas pela reportagem da Ag Fight com fontes próximas à entidade, o UFC ofereceu a ‘Do Bronx’ um duelo contra o recém-chegado Michael Chandler, ex-campeão peso-leve do Bellator, que aconteceria no dia 13 de fevereiro, na edição 258 do evento. No entanto, o confronto não deve acontecer.

    Ainda de acordo com fontes ligadas ao UFC, a equipe do brasileiro descartou qualquer interesse no duelo contra o americano, a não ser que o mesmo fosse válido pelo cinturão dos leves da organização. Irredutível, ‘Do Bronx’ segue focado em conseguir o tão sonhado ‘title shot’ já em seu próximo compromisso.

    Recordista de vitórias por finalização na história do Ultimate, Charles Do Bronx vive sua melhor fase na entidade, com oito triunfos seguidos, o mais recente deles sobre o ex-campeão interino Tony Ferguson, em dezembro do ano passado. O brasileiro é o número três no ranking dos leves atualmente.

    Por sua vez, Michael Chandler chegou ao UFC com status de estrela, após longa, e vitoriosa, passagem pelo Bellator. Em sua primeira aparição no octógono mais famoso do mundo, no último dia 23 de janeiro, o americano nocauteou Dan Hooker no primeiro round do co-main event da edição 257, realizada em Abu Dhabi (EAU). Com o resultado, Chandler foi alçado à quarta colocação no ranking da categoria e, assim como Do Bronx, já pleiteia uma disputa de título.

  • Ex-UFC revela que recebeu aval de Dana White para enfrentar youtuber no boxe

    Ex-UFC revela que recebeu aval de Dana White para enfrentar youtuber no boxe

    Ben Askren está aposentado do MMA, mas isso não significa que o americano se afastou dos esportes de combate. E a próxima aparição do veterano já tem data e adversário definidos. ‘Funky’, como o atleta é conhecido, vai enfrentar o youtuber Jake Paul em um duelo de boxe promovido pela empresa ‘Triller’ no dia 17 de abril. De acordo com o wrestler, a realização do confronto não seria possível sem a permissão de Dana White, presidente do UFC.

    A última aparição de Askren no UFC foi em 2019. Após ser finalizado por Demian Maia, o americano optou por se retirar do MMA devido a uma cirurgia de substituição de parte de seu quadril. Contudo, ‘Funky’ ainda estava preso ao seu contrato com a organização e, depois de se tornar alvo do ‘trash talk’ de Jake, precisou do aval de Dana White para poder aceitar o confronto – essa será a primeira experiência do wrestler no ringue.

    A curiosidade é que, no passado, o cartola e o ex-campeão dos meio-médios (77 kg) do Bellator e do ONE Championship protagonizaram uma guerra verbal pelas redes sociais, mas o atrito não se tornou um empecilho. Outro ponto que causou surpresa nos fãs e membros da imprensa foi o fato do americano, conhecido pelo alto nível no grappling e pela pouca desenvoltura na trocação, se testar justamente no boxe.

    “Dana não parece gostar muito de Jake. Isso parece ser totalmente verdade. Tivemos uma boa conversa, provavelmente, foi a conversa mais cordial entre eu e Dana. Foi relativamente fácil, não houve reclamações. O UFC concordou com praticamente tudo. Houve um certo incômodo com a Triller, porque ofereceu datas diferentes. Isso foi um pouco difícil, mas tudo correu bem”, revelou Askren ao site ‘MMA Junkie’.

    Antes de chegar ao UFC, Ben Askren era apontado como um dos melhores lutadores fora da organização. Não à toa, o americano se tornou campeão dos meio-médios do Bellator e ONE Championship de forma invicta. Pela companhia de Dana White, ‘Funky’ disputou três lutas, superou Robbie Lawler de forma polêmica e, na sequência, perdeu para Jorge Masvidal e Demian Maia. Além de Lawler, os triunfos mais importantes do veterano no MMA foram sobre Andrey Koreshkov, Douglas Lima e Shinya Aoki.

  • Ngannou adota treinamento inusitado para disputa de título do UFC; veja

    Escalado para lutar pelo cinturão dos pesos-pesados contra o campeão Stipe Miocic no UFC 260, que acontece no dia 27 de março, Francis Ngannou parece ter decidido se preparar para o duelo de uma forma, no mínimo, inusitada. Em sua conta oficial no ‘Twitter’ (veja abaixo ou clique aqui), o camaronês publicou um vídeo onde o peso-pena (66 kg) do Ultimate Dan ‘Dynamite’ Ige, seu companheiro de equipe na ‘Xtreme Couture’, desfere uma sequência de violentos socos no seu corpo.

    O inusitado treinamento do peso-pesado pode ser visto como uma tentativa de fortalecer sua resistência a golpes na altura do abdômen para a disputa contra Miocic. Mas, independentemente de sua eficácia, o que não se pode negar é que poucas pessoas seriam capazes de absorver com tamanha tranquilidade os socos, sem defesa, de um lutador profissional, ainda mais um dos 15 melhores pesos-penas do UFC.

    “Meu irmão, Dan Ige, trabalhando em seus golpes no corpo. Eu acredito em você”, brincou o camaronês.

    Atual primeiro colocado no ranking dos pesos-pesados, Francis Ngannou garantiu seu posto de próximo desafiante ao título ao engatar quatro vitórias consecutivas, todas por nocaute no primeiro round. Esta será a segunda vez que o camaronês disputará o cinturão da categoria. Em janeiro de 2018, o lutador africano acabou derrotado por Stipe Miocic, o mesmo rival que terá pela frente no dia 27 de março, na decisão unânime dos juízes, após ser dominado pelo americano em grande parte dos 25 minutos de peleja.

  • Aos 40 anos, Overeem anuncia ‘última corrida’ para tentar conquistar cinturão do UFC

    Aos 40 anos, Overeem anuncia ‘última corrida’ para tentar conquistar cinturão do UFC

    O próximo compromisso de Alistair Overeem será diante de Alexander Volkov, no ‘main event’ do UFC Vegas 18, atração que acontece neste sábado (6) em Las Vegas (EUA) – e o embate é crucial para a carreira do peso-pesado. Em boa fase após vencer quatro das últimas cinco lutas, o veterano de 40 anos não esconde que seu maior objetivo ainda é ser campeão da organização, tanto que planeja sua última tentativa de alcançar o topo do evento.

    Competindo profissionalmente no MMA desde 1999, o holandês disputou 66 lutas e venceu 47 delas. Inclusive, ‘The Demolition Man’, como o lutador é conhecido, foi campeão do Strikeforce, Dream e também do K-1, organização de kickboxing. Com o extenso currículo nas artes marciais, Overeem, atualmente na quinta posição do ranking, intensificou a busca pelo cinturão do UFC após a chance perdida em 2016, quando foi nocauteado por Stipe Miocic.

    “Tenho que manter essa trajetória e outra chance de disputar o cinturão chegará. Essa será a minha última corrida, porque meu tempo está acabando. Tive uma ótima carreira. Não vou continuar lutando até os 45 anos. É a corrida final. Eu me iria me aposentar imediatamente depois de conquistar o cinturão. Não tenho mais nada a provar”, declarou o veterano de 40 anos ao site ‘MMA Junkie’.

    Enquanto o holandês somou duas vitórias por nocaute na temporada 2020, seu rival, sexto do ranking da categoria, voltou a oscilar entre tropeços e triunfos. Sem vencer duas disputas seguidas desde 2017, o especialista em karatê, que tem pouco mais de dois metros de altura, ao menos mostrou evolução em seu jogo ao bater com facilidade no americano Walt Harris, em outubro passado.

    “Volkov cresceu como lutador, mas eu também melhorei”, comparou Overeem. “Acho que sou o mais perigoso de enfrentar agora. Estou no pico de desempenho e muito animado. O tempo é perfeito. Volkov é bom em todos os lugares, tem alcance e o acho perigoso. Será uma batalha interessante, mas me sinto muito pronto. O ‘camp’ foi bom. Será uma boa luta. Minhas lutas são boas e emocionantes”.

    Alistair Overeem estreou no MMA em 1999 e integrou diversas organizações conhecidas do esporte como o PRIDE FC, Strikeforce, UFC, entre outras. Suas vitórias mais importantes na modalidade foram diante de Brock Lesnar, Fabrício Werdum (duas vezes), Frank Mir, Júnior ‘Cigano’, Vitor Belfort (duas vezes) e Sergei Kharitonov.

  • Usman aponta escassez de candidatos a rival após ‘Durinho’: “Ninguém se destaca”

    Usman aponta escassez de candidatos a rival após ‘Durinho’: “Ninguém se destaca”

    No próximo dia 13 de fevereiro, Kamaru Usman coloca o cinturão peso-meio-médio (77 kg) em jogo novamente, desta vez contra Gilbert ‘Durinho’, na luta principal do UFC 258, que terá como sede a cidade de Las Vegas (EUA). Caso seja bem-sucedido na defesa de seu título, o nigeriano passará a ter em seu cartel vitórias sobre os quatro primeiros colocados no ranking da categoria, consolidando seu reinado como um dos mais dominantes entre os campeões do Ultimate na atualidade.

    Baseado neste cenário, Usman – em entrevista ao site ‘MMA Junkie’ – destacou a escassez de um claro candidato para desafiá-lo na sequência, caso mantenha seu título contra ‘Durinho’. Com isso, mesmo já tendo vitórias sobre Colby Covington, Jorge Masvidal e Leon Edwards – números um, três e quatro do ranking meio-médio, respectivamente -, admitiu que um deles pode garantir o primeiro lugar da fila se conseguirem ter um desempenho expressivo em seus próximos combates. Outro nome citado pelo campeão foi o do sueco Khamzat Chimaev, que conta com enorme ‘hype’, apesar da pouca experiência no octógono do Ultimate.

    “Nenhum deles realmente estourou tipo: ‘Esse cara é o próximo para mim’. Então, eles estão meio que naquela gordura e naquele cenário onde eles estão basicamente tentando se tornar o próximo cara na fila. Neste momento, meu foco está no Gilbert Burns. Ele falou que essa é a luta que ele quer. Ele acredita que é esse cara, então todo o meu foco está nele. Neste momento, eu não vejo nada após fazer o meu trabalho contra ele. Mas depois disso, não tem ninguém que realmente se destaca”, analisou Kamaru, antes de continuar.

    “Eu sei que (Colby) Covington e (Jorge) Masvidal estão meio que competindo juntos onde alguém vai lá e faz algo espetacular, o cara poderia ser o próximo. Ou (Leon) Edwards e (Khamzat) Chimaev – alguém faça algo espetacular lá, ele pode ser o próximo cara. Claro, eu estou prestando atenção, mas ninguém realmente se destacou como o próximo cara”, concluiu.

    Campeão dos meio-médios do UFC desde março de 2019, Kamaru Usman já fez duas defesas de título bem-sucedidas até o momento. A primeira, sobre Colby Covington, nove meses após conquistar o cinturão da categoria. E a mais recente diante de Jorge Masvidal, em julho do ano passado, com um triunfo na decisão unânime dos juízes.