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  • Ex-campeã do UFC minimiza chance de Esparza lutar pelo título e lista possíveis rivais

    Ex-campeã do UFC minimiza chance de Esparza lutar pelo título e lista possíveis rivais

    Sem lutar desde março de 2020, Joanna Jedrzejczyk parece estar disposta para voltar à ação. Mesmo afastada do octógono, a ex-campeã do peso-palha (52 kg) do UFC permaneceu em destaque na categoria e, como não se distanciou do esporte, analisou o futuro da divisão. Inclusive, a polonesa minimizou o bom momento vivido por Carla Esparza.

    A americana venceu cinco combates seguidos, passou a ocupar a terceira posição no ranking do peso-palha e, consequentemente, se aproximou de lutar pelo título da categoria, mas, ao que parece, não convenceu Joanna. De acordo com a polonesa, o UFC deve escalar a própria ou Zhang Weili como próxima adversária da campeã Rose Namajunas.

    Curiosamente, a polonesa e a chinesa já ostentaram o cinturão do peso-palha do UFC e foram derrotadas por Namajunas. Joanna perdeu duas vezes para a americana, enquanto Zhang foi nocauteada por ‘Thug’ em abril. Caso não seja a desafiante, a atleta também mostrou interesse em medir forças, novamente, contra a asiática. Na primeira vez, a dupla protagonizou uma verdadeira batalha, considerada por parte dos fãs e da imprensa especializada como a melhor luta da história do MMA feminino.

    “Isso é o que Esparza pensa. Ela tem algumas vitórias consecutivas, mas acho que a próxima desafiante deve ser eu ou Zhang. Isso é o que eu concordei apenas. As duas lutas (contra Namajunas e Zhang) são possíveis e muito interessantes não só para mim, mas também para as outras meninas, para o UFC e para os fãs. Veremos o que acontece”, declarou a ex-campeã do UFC, em entrevista ao canal do ‘YouTube’ ‘The Schmo’.

    Apesar da derrota para Zhang Weili em sua última aparição no UFC, Joana Jedrzejczyk, de 32 anos, deixou uma boa impressão no octógono. A polonesa é uma das atletas mais condecoradas na história do MMA feminino e seu cartel no esporte é composto por 20 lutas, 16 vitórias e quatro derrotas.

    Joanna também ganhou o apelido de ‘Rainha da Violência’, justamente, no período que foi campeã do peso-palha, entre 2015 e 2017, e defendeu o cinturão em cinco oportunidades. Seus triunfos de maior destaque foram diante de Carla Esparza, Cláudia Gadelha, Jéssica Andrade, Michelle Waterson e Tecia Torres.

  • Treinadores do TUF 29 respondem Covington após críticas sobre a escolha do UFC

    Treinadores do TUF 29 respondem Covington após críticas sobre a escolha do UFC

    A 29ª temporada do reality ‘The Ultimate Fighter’ será exibida nesta terça-feira (1º) e já dá o que falar. Contudo, o motivo não foi por conta dos treinadores ou dos participantes e sim devido as críticas feitas por Colby Covington. Recentemente, o bad boy dos meio-médios (77 kg) do UFC criticou a organização por escalar Alexander Volkanovski e Brian Ortega como protagonistas do show e, na sequência, foi respondido pela dupla.

    Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Volkanovski questionou o motivo de Covington estar chateado com escolha do UFC, sendo que o TUF 29 ainda nem estreou. Em seu posicionamento, ‘Chaos’ ressaltou que o programa será um fracasso de audiência, por conta da dupla ser discreta. Incomodado com a declaração do americano, o campeão do peso-pena (66 kg) condenou a forma como o mesmo aparece na mídia.

    “Covington, por que você está irritado? Basta lutar logo, sua v****. Você, literalmente, interpreta um personagem para se manter relevante”, escreveu Volkanovski em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    Ortega também não deixou barato (veja abaixo ou clique aqui). O desafiante do peso-pena revelou que liderar uma edição do TUF não constava em seu planejamento de carreira. De qualquer forma, o americano informou que comemorou o fato de impedir Covington de ser um dos treinadores do programa. Vale lembrar que ‘Chaos’ se mostrou interessado em ser um dos protagonistas do show junto com Jorge Masvidal ou Kamaru Usman.

    “Eu não sei o motivo para Covington odiar o TUF. Eu nem queria isso. Masvidal saiu para lutar e você ficou cagado. Minha luta caiu e recebemos a ligação para atendê-la. Eu não liguei para ninguém sobre o show, eles que me procuraram. Agora, estou feliz que você ficou de fora, v****”, respondeu Ortega na mesma plataforma.

    A 29ª edição do TUF tem como objetivo revelar lutadores para o peso-galo (61 kg) e para o peso-médio (84 kg) do UFC. A atual temporada da atração também marca o retorno do reality. A última edição do programa foi realizada em 2018 e apresentou Kelvin Gastelum e Robert Whittaker como treinadores.

  • Khabib elogia ‘Do Bronx’, mas aponta Poirier como futuro campeão dos leves do UFC

    Khabib elogia ‘Do Bronx’, mas aponta Poirier como futuro campeão dos leves do UFC

    No último dia 15, Charles ‘Do Bronx’ conquistou o cinturão do peso-leve (70 kg) do UFC ao nocautear Michael Chandler. Com isso, o brasileiro ocupou o posto que estava vago desde a confirmação da aposentadoria de Khabib Nurmagomedov. Apesar de ter se desligado do UFC e não querer mais atuar, o russo segue atento aos próximos passos da divisão que já reinou.

    Em entrevista ao ‘Sport 24’, o russo não deixou de elogiar a evolução de ‘Do Bronx’ no UFC e o parabenizou pela conquista. No entanto, Khabib adiantou que não acredita que o brasileiro vai ter um reinado longo na categoria.

    Ao comentar sobre as chances de Islam Makhachev, seu parceiro de treinos e atualmente no top 10 do ranking em ser campeão do UFC, Nurmagomedov citou quem na sua visão estará como campeão quando seu amigo brigar pelo título.

    “(‘Do Bronx’) parece ter oito vitórias consecutivas. Muitas por via rápida. Pelo que me lembro, apenas contra Tony Ferguson ele fez uma luta completa. Acho que o Oliveira é um campeão muito digno. Muitas finalizações, muitos recordes no UFC. Seria uma pena se Michael Chandler ganhasse. Duas lutas no UFC e já campeão? Isso seria de alguma forma errado. E Charles Oliveira progrediu muito. Este é um campeão digno. Estou feliz por ele”, disse, antes de complementar

    “Mas quando Islam Makhachev subir no ranking, Oliveira não será mais campeão. O principal é que Oliveira entenda bem as minhas palavras. Eu o respeito, ele é um campeão digno. Mas quando o Islam subir, haverá outro campeão dentro do ano. Aos meus olhos, será Dustin Poirier”, finalizou.

    Vale destacar que Dustin Poirier vai ter uma chance de se colocar como desafiante na divisão em breve. No dia 10 de julho, o americano faz a trilogia com Conor McGregor e o vencedor deve encarar ‘Do Bronx’.

    Aos 32 anos, Khabib se aposentou sendo considerado por parte da comunidade do MMA um dos lutadores mais dominantes da história do esporte. Em sua carreira, o russo disputou 29 lutas e venceu todas. Os triunfos de maior destaque do ex-campeão do peso-leve do UFC foram diante de Conor McGregor, Justin Gaethje, Dustin Poirier e sobre os brasileiros Rafael dos Anjos, Edson Barboza e Gleison ‘Tibau’.

  • Volkanovski revela data planejada pelo UFC para seu duelo contra Brian Ortega

    Inicialmente programado para o dia 27 de março, no UFC 260, o duelo entre Alexander Volkanovski e Brian Ortega, pelo cinturão do peso-pena (66 kg) foi adiado. O australiano contraiu COVID-19 e não teria condições de atuar. Entretanto, apesar de ainda não ter um anúncio oficial, o confronto já tem data e local definido para ser realizado.

    Em entrevista ao podcast ‘Joe Rogan Experience’, Volkanovski adiantou que já sabe quando vai encarar desafiante ao título. Vale destacar que tanto o campeão da divisão, quanto o americano foram os treinadores da 29ª edição do reality ‘The Ultimate Fighter’.

    Caso o evento mencionado por Alexander Volkanovski seja o UFC 266, que acontece no dia 4 de setembro, ele também terá o embate entre Jan Blachowicz e o brasileiro Glover Teixeira pelo cinturão dos meio-pesados (93 kg) da liga.

    “Pelo que me disseram e, não sei se vou ter problemas por dizer isso, mas acredito que será no início do mês de setembro. Provavelmente nos Estados Unidos”, revelou.

    Alexander Volkanovski protagonizou uma trajetória impressionante para se tornar campeão do peso-pena do UFC. ‘The Great’ estreou pela organização em 2016, disputou nove lutas e venceu todas. Em 2019, o australiano destronou Max Holloway e, em julho de 2020, defendeu o cinturão da categoria na revanche. Apesar do reinado do atleta na divisão ser recente, ele possui o havaiano e José Aldo em seu cartel e é um dos nomes que disputa o status de melhor pena da história do MMA.

  • Ponzinibbio recorda drama que o afastou do UFC: “Falaram poderia não voltar”

    Ponzinibbio recorda drama que o afastou do UFC: “Falaram poderia não voltar”

    Em novembro de 2018, Santiago Ponzinibbio alcançou seu melhor momento no UFC, quando engatou a sua sétima vitória seguida na organização, ao nocautear Neil Magny, e se colocou entre os dez melhores do mundo nos meio-médios (77 kg). No entanto, o que poderia ser o início da caminhada até o cinturão da divisão se tornou um pesadelo para o lutador. Após esta apresentação que aconteceu no seu país natal, o ‘Argentino Gente Boa’ ficou mais de dois anos afastado do Ultimate travando uma batalha por sua saúde.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui ou veja acima), o ex-integrante do TUF Brasil 2 revelou que chegou a conviver com um laudo médico que, mesmo com 34 anos, poderia nunca mais lutar em sua vida. A explicação por essa declaração foi pelo longo período que o sul-americano lutou para descobrir um problema de saúde que estava lhe afetando e o deixou durante tratamento por cerca de um ano.

    “Chegaram a falar que poderia nunca mais lutar na minha vida. Foi muito difícil. Eu tive uma infecção em maio, operei, colocaram um cateter no braço, passei por medicação, enfermeiros na minha casa e em seis semanas de tratamento quando estava para acabar, comecei com febre. Me internaram de novo, trocaram a medicação. A medicação que deram mataram todos os glóbulos brancos no corpo, fiquei sem defesa. Fiquei três meses tomando antibiótico constantemente. Foi bem complicado. Quando me liberaram, fui para Las Vegas (EUA) terminar a minha reabilitação e depois de sete semanas não melhorava. Fizemos uma ressonância e o médico disse que tinha infecção no osso e que poderia não voltar a lutar. Foi um balde de água fria”, disse, emendando.

    “Por um lado eu pensava que não poderia ser certo, porque ainda vou ser campeão do mundo e tenho muita coisa a fazer, mas por outro, bateu um medo. Passei todo 2019 tentando saber problema. E 2020 foi um ano que batalhei com minha saúde para voltar a treinar. Depois veio a pandemia, peguei COVID-19, fraturei o dedo do pé. Foram pequenas coisas que atrasaram tudo. Volto em janeiro e perco por nocaute, pior derrota da minha vida. Nunca tinha perdido assim. Foi mais uma vez enfrentar as adversidades e falar: ‘Vamos fazer o que com isso? Vamos lamentar e desistir ou usar como combustível para seguir trabalhando?’. Peguei como combustível, como fiz em toda minha vida, para trabalhar e mostrar para o mundo que ainda vou ser campeão”, concluiu.

    Neste sábado (5), Santiago Ponzinibbio sobe ao octógono para encarar Miguel Baeza, no UFC Las Vegas 28. No MMA profissional, o sul-americano soma 27 vitórias e quatro derrotas em seu cartel. O argentino compete pelo Ultimate desde 2013, após se destacar na segunda temporada da versão brasileira do reality show ‘The Ultimate Fighter’, e possui nove triunfos e três reveses pela maior liga de MMA do mundo.

  • Vicente Luque destaca maturidade para explicar seu melhor momento no UFC

    Vicente Luque destaca maturidade para explicar seu melhor momento no UFC

    No UFC desde 2015, Vicente Luque sempre impressionou os fãs e a liga pela agressividade pelo qual atua dentro do octógono mais famoso do mundo. No entanto, mesmo com boas sequências de vitórias, o brasileiro esbarrava quando tinha um teste de fogo pela frente para se colocar entre os melhores do mundo dos meio-médios (77 kg). Mas em 2021, o lutador quebrou essa barreira e agora é top 5 de sua divisão.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui), o brasileiro destacou que finalmente alcançou a maturidade que estava buscando em sua carreira para brigar de igual para igual com grandes estrelas da categoria. O grande tira-teima do atleta aconteceu em março deste ano, quando impôs a primeira finalização na carreira de Tyron Woodley, ex-campeão dos meio-médios do Ultimate, na edição número 260 do show.

    “Sou muito novo, vou fazer 30 anos. Eu estava evoluindo, melhorando como lutador e tinha que ganhar essa experiência. Nesses momentos que enfrentava caras com mais experiência, eu ainda não tinha essa experiência para conseguir a vitória, mesmo com qualidade técnica e física para isso. A experiência e o mental ainda precisavam amadurecer. Agora que conquistei essa vitória foi o momento que adquiri mais experiência no UFC, fiquei mais confortável com meu estilo, sabendo a melhor forma de impor meu jogo. Era questão de tempo mesmo. Agora conseguimos entrar nesse nível de encarar rivais de grandes nomes e carreiras”, afirmou o atleta, antes de completar.

    “Quando entrei no UFC eu tive bons resultados desde o começo, mas precisava me consolidar como lutador. A derrota traz lições e tive derrotas que foram importantes. Nesse momento eu e minha equipe tivemos a mentalidade de aprender e continuar crescendo, sem desanimar. Sempre via uma chance de melhorar até ficar mais completo. A cada luta que perdi voltei uma versão melhor. Agora tirei uma lição de até nas vitórias enxergar os erros e ter esses aprendizados sem precisar perder”, concluiu.

    No UFC desde 2015, Vicente Luque já ocupa a segunda posição na lista de maior número de vitórias pela via rápida, seja por nocaute ou finalização, na categoria dos meio-médios na história da organização. Atualmente com 12 triunfos do tipo, o ‘Silent Assassin’ está atrás apenas do americano Matt Brown, que possui um a mais. Na carreira na modalidade, o lutador possui 20 resultados positivos, sete reveses e um empate.

  • Deiveson promete vitória rápida sobre Brandon Moreno no UFC: “Vou nocautear”

    Deiveson promete vitória rápida sobre Brandon Moreno no UFC: “Vou nocautear”

    A temporada 2020 foi especial para Deiveson Figueiredo. Nela, o brasileiro disputou quatro combates, todos como ‘main event’, conquistou o cinturão do peso-mosca (57 kg) do UFC e faturou dois bônus nas atrações. Agora, o paraense visa dar continuidade ao bom momento na edição de número 263. No show que acontece no dia 12 de junho, no Arizona (EUA), o campeão vai colocar o título em jogo contra Brandon Moreno e o clima para a revanche é hostil.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui), Deiveson mostrou confiança de que vai colocar um ponto final na rivalidade com Moreno. No primeiro encontro, realizado em dezembro, a luta terminou empatada e foi considerada por parte dos fãs de MMA uma das melhores da história do peso-mosca.

    Irritado com o ‘trash talk’ feito pelo desafiante, o campeão da categoria prometeu que a revanche será decidida de forma rápida e cravou que vai nocautear o desafeto. Vale lembrar que Deiveson costuma acertar os prognósticos para suas lutas. Anteriormente, o brasileiro avisou que venceria Joseph Benavidez e Alex Perez por finalização e, de fato, superou os oponentes dessa forma.

    “Estou treinando para fazer uma luta rápida. Vou nocautear esse cara no primeiro ou no segundo round. Eu não estava 100% na primeira luta. Ele vem falando que não tenho potencial, que não tenho mão pesada. Vou mostrar que ele está enganado sobre o que ele pensa a meu respeito. Eu sou um cara que o adversário consegue despertar uma ira em mim, quando começa a falar abobrinhas. Chamei minha equipe, fizemos uma reunião e estamos criando algo inevitável. Quero mostrar que sou o verdadeiro dono do cinturão”, declarou Deiveson.

    Na primeira luta contra Moreno, o campeão do peso-mosca aceitou voltar ao octógono 21 dias depois que defendeu o cinturão pela primeira vez. Apesar de ter protagonizado uma verdadeira batalha contra o mexicano, Deiveson admitiu que tal decisão foi arriscada, porque não se apresentou na melhor condição. Como teve tempo para realizar um camp completo, o paraense garantiu que o rival vai sucumbir ao seu poder na revanche.

    “Tive três meses para me preparar para a luta contra o Moreno, algo que não tive na primeira. Foram apenas 20 dias. Podem ter certeza que vou lutar 100% e esse cara dura menos de dois rounds comigo. Estou bem confiante, confio no trabalho da minha equipe e estou preparado para lutar com o mesmo. Ele tem um boxe afiado, mexicano gosta de boxe. Eu sou bom no jiu-jitsu, sou um faixa-preta. Também sou striker, então tenho mais jogo do que ele. Em qualquer área, pode ter certeza que estarei preparado na segunda luta”, concluiu.

    Deiveson Figueiredo vive excelente fase no MMA. O brasileiro impressionou no UFC e, de certa forma, impediu a organização de excluir o peso-mosca. Em fevereiro de 2020, ‘Deus da Guerra’ nocauteou Joseph Benavidez no segundo round, mas, como apresentou problemas na balança, não conquistou o título da divisão.

    Na revanche, realizada em julho, Deiveson finalizou o veterano no primeiro assalto e se tornou campeão da categoria. Em novembro, o brasileiro defendeu o cinturão ao finalizar Alex Perez, em menos de dois minutos. No mês seguinte, o paraense empatou com Brandon Moreno e faturou o bônus de ‘luta da noite’.

  • Ex-campeão do UFC provoca Jake Paul e dispara: “Ele não é bom para lutar comigo”

    Ex-campeão do UFC provoca Jake Paul e dispara: “Ele não é bom para lutar comigo”

    O sucesso e a mídia que Jake Paul tem atraído para suas apresentações no boxe chamou a atenção de Chuck Liddell e o veterano do MMA pode deixar a aposentadoria de lado em busca desse confronto. Incomodado com a postura que o compatriota tem lidado antes de suas apresentações, o ‘Iceman’ mandou um recado em tom provocativo.

    Em entrevista ao site ‘TMZ Sports’, o ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC reforçou o desejo de encarar o youtuber em um ringue. No entanto, o americano acusou Jake Paul de ter medo de se machucar neste confronto e, por isso, não aceitaria o desafio.

    “Ele não é bom o suficiente para lutar comigo. Simplesmente não faz sentido para ele. Nada disso faz sentido para esse cara. Ele vai correr o risco de se machucar assim? Vamos ver se algo acontece, você nunca sabe. Se eles oferecem dinheiro suficiente ou algo assim, estou sempre pronto para lutar”, disparou o americano.

    Liddell afastou dos octógonos após cinco derrotas em seis lutas, de 2007 a 2010, sendo nocauteado em quatro delas. Ironicamente, ele é um dos maiores nocauteadores da história do UFC. Nesse período aposentado, o meio-pesado (93 kg) ocupou o cargo de vice-presidente executivo de desenvolvimento empresarial da organização. Porém, na sua única luta após retorno no MMA, em 2018, ele foi nocauteado justamente por Tito Ortiz, seu maior rival na carreira e adversário a quem tinha vencido duas vezes.

  • Covington diz que venceria St-Pierre e provoca: “Luta extremamente fácil para mim”

    Covington diz que venceria St-Pierre e provoca: “Luta extremamente fácil para mim”

    Colby Covington não costuma ter papas na língua quando é questionado sobre qualquer assunto. Dessa vez o ex-campeão interino dos meio-médios (77 kg) do Ultimate comentou sobre um hipotético duelo contra Georges St-Pierre, que reinou na divisão até 77 kg por longos anos na liga e encerrou sua carreira com o título do peso-médio (84 kg).

    Em entrevista ao ‘MMA Roasted Podcast’, o atleta da ‘MMA Masters’ adiantou que não teria dificuldades em derrotar o canadense se eles tivessem a chance de se enfrentar pelo Ultimate. Para comprovar a sua tese, o americano citou o casamento de estilos para desmerecer as qualidades técnicas de ‘GSP’ e exaltar as suas.

    “Eu venceria St-Pierre. Ele derrubou vários caras e os manteve no chão para golpeá-los. Ele não iria me derrubar. Meu cardio é completamente diferente. Nunca fui derrubado no octógono do UFC, então ele não seria o primeiro”, disse o americano, emendando.

    “A trocação do Georges St-Pierre era muito básica, muito jardim de infância. Ele não tinha muitos truques. Ele só tinha aquele jab realmente bom, mas é muito fácil contra-atacar se você estiver movendo a cabeça e usando os pés. Acho que Georges St-Pierre teria sido uma luta extremamente fácil para mim”, completou o ex-campeão do UFC.

    Colby Covington perdeu apenas um combate em suas nove últimas apresentações, justamente na disputa de título contra Kamaru Usman. O americano chegou a conquistar o cinturão interino dos meio-médios em 2018, mas foi destituído de seu título antes mesmo de tentar unificá-lo diante do até então campeão Tyron Woodley.

  • Embalado no UFC, Rob Font abre portas para encarar vencedor de Aldo vs Munhoz

    Embalado no UFC, Rob Font abre portas para encarar vencedor de Aldo vs Munhoz

    Após superar Cody Garbrandt, Rob Font adiantou qual será a seu planejamento de luta para manter seu bom momento na organização e se aproximar e uma chance de disputar o cinturão do peso-galo (61 kg). O americano revelou que aceitaria enfrentar o vencedor do combate entre José Aldo e Pedro Munhoz, que no dia 7 de agosto, no UFC 265.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Rob Font justificou o motivo de olhar com carinho para o combate envolvendo os atletas brasileiros. Questionado se enfrentaria Dominick Cruz na sequência, já que o ex-campeão dos galos está sem luta marcada após vencer Casey Kenney, o americano desmereceu a fase do compatriota e preferiu citar os benefícios que lhe traria encarar Aldo ou Munhoz.

    “Talvez a luta do Aldo (me interessa). Dominick Cruz, nem tanto. Ele não está nem perto daquele cinturão (enquanto) José está um pouco mais perto. (Dominick) tem o nome, mas ninguém está morrendo de vontade de assistir a luta de Dominick Cruz. Lutaria com Sean O’Malley antes de lutar com Dominick Cruz”, disse o americano, antes de concluir.

    “Não quero lutar para trás. No final das contas, estou supondo que a luta entre José Aldo e Pedro Punhoz vai ser boa. Se Munhoz vencer, posso vingar essa derrota (foi finalizado pelo brasileiro em luta realizada em 2017). Se José Aldo ganhar, esse é um nome muito grande para encarar”, completou o atual número três do ranking da divisão.

    No UFC desde 2014, Rob Font, de 33 anos, vive sua melhor fase na organização. A vitória sobre Cody Garbrandt correspondeu a quarta seguida do norte-americano. Antes do americano, Marlon Moraes, Sergio Pettis e Ricky Simon ficaram pelo caminho. Atualmente, o atleta ocupa a terceira posição no ranking do peso-galo.