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  • Em grande fase no UFC, Vicente Luque recebe a faixa-preta de jiu-jitsu

    Em grande fase no UFC, Vicente Luque recebe a faixa-preta de jiu-jitsu

    Vicente Luque vive um momento mágico profissionalmente. Após emplacar a quarta vitória seguida no UFC e se consolidar no topo dos meio-médios (77 kg), ‘The Silent Assassin’ mudou de patamar na organização e também no jiu-jitsu. Agora, o atleta, conhecido pelo alto nível na trocação e no grappling, pode se orgulhar de dizer que é um faixa-preta da arte suave, já que recebeu tal honraria na última quinta-feira (2), em Brasília.

    Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Vicente divulgou os registros da cerimônia realizada na academia ‘Cerrado MMA’ e agradeceu a equipe e seus mestres por todo suporte. A conquista da faixa-preta de jiu-jitsu serve como uma espécie de presente para ‘The Silent Assassin’ pelos resultados obtidos em suas recentes aparições no octógono. Vale ressaltar que o atleta finalizou Tyron Woodley e Michael Chiesa, em sequência, ao aplicar o ‘D’Arce Choke’ (uma variação do triangulo de mão) em ambos, no primeiro round.

    “Hoje, tive essa grande surpresa, recebi a faixa-preta de jiu jitsu e também de luta livre! São muitos anos de treinos e lutas. Fico muito feliz com mais essa conquista! Obrigado aos meus mestres”

    Conhecido por ser um lutador empolgante, Vicente Luque, de 28 anos, vive seu melhor momento no MMA. Atualmente, o atleta possui quatro vitórias seguidas e se encontra no quarto lugar no ranking dos meio-médios do UFC. No esporte desde 2009, ‘The Silent Assassin’ ostenta um cartel composto por 21 triunfos, sendo 19 pela via rápida, sete derrotas e um empate. Seus principais sucessos na modalidade foram diante de Belal Muhammad, Michael Chiesa, Thiago ‘Marreta’ e Tyron Woodley.

  • Daniel Cormier sugere que UFC realize a trilogia entre Conor McGregor e Nate Diaz

    Ao que parece, a aguardada trilogia entre Conor McGregor e Nate Diaz voltou a ser discutida na comunidade do MMA. Tudo porque, recentemente, os desafetos se estranharam nas redes sociais e protagonizaram uma guerra verbal com direito a ofensas. Sendo assim, Daniel Cormier, ex-campeão do UFC e atual comentarista, opinou a respeito da rivalidade que envolve os astros da organização.

    Em seu programa ‘DC & RC’, na ‘ESPN’ americana, Cormier se posicionou a favor da realização da trilogia entre Diaz e McGregor para a sequência. De acordo com o veterano, como ‘Notorious’ e o ‘bad boy’ são estrelas do UFC e desafetos de longa data, o decisivo embate se faz necessário. Vale lembrar que a rivalidade envolvendo os atletas está empatada e atrai o público. Tanto que os dois encontros possuem um lugar de destaque nos eventos que mais venderam ‘pay-per-view’ na história da companhia.

    No primeiro combate, realizado em março de 2016, Diaz assumiu a luta em cima da hora, ignorou o favoritismo do irlandês e o finalizou no segundo round. Na revanche, disputada em agosto do mesmo ano, McGregor deu o troco e venceu o americano por decisão majoritária dos juízes. Outro ponto que torna a trilogia entre os rivais viável é o momento delicado que ‘Notorious’ e o irmão mais novo de Nick Diaz vivem no peso-leve (70 kg) e nos meio-médios (77 kg) do UFC, respectivamente, já que cada um perdeu dois duelos seguidos.

    “Eles são dois dos melhores faladores, têm uma grande história e são rivais. Eles precisam lutar. É hora de McGregor e Nate Diaz voltarem ao octógono para lutar pela terceira vez”, decretou Cormier.

    Mesmo em má fase, Conor McGregor, de 32 anos, é o principal nome do UFC. Dois anos após sua estreia na organização, o irlandês se transformou em um fenômeno do MMA e conquistou o cinturão do peso-pena (66 kg), em 2015, e do peso-leve (70 kg), em 2016. Seus triunfos mais marcantes foram contra Chad Mendes, Donald Cerrone, Dustin Poirier, Eddie Alvarez, José Aldo, Max Holloway e Nate Diaz. Atualmente, o atleta ocupa a nona posição no ranking dos leves e possui um cartel composto por 22 vitórias, sendo 20 pela via rápida e 19 delas por nocaute, e seis derrotas.

    Nate Diaz, de 36 anos, é um dos lutadores de maior popularidade no MMA atual, mas vive má fase. O atleta perdeu três das últimas quatro lutas que disputou, sendo a mais recente realizada em junho, contra Leon Edwards. Ao menos, o americano voltou a ficar ativo no UFC, já que não atuava desde 2019. Seus principais triunfos no esporte foram diante de Anthony Pettis, Conor McGregor, Donald Cerrone, Gray Maynard, Jim Miller, Melvin Guillard, Michael Johnson e Takanori Gomi.

  • Deiveson Figueiredo revela plano de treinar com Michel Pereira em Las Vegas

    Deiveson Figueiredo revela plano de treinar com Michel Pereira em Las Vegas

    Deiveson Figueiredo é um homem em uma missão. No UFC 263, evento realizado em junho, no Arizona (EUA), o brasileiro foi surpreendido e perdeu o cinturão do peso-mosca (57 kg) ao ser finalizado por Brandon Moreno no terceiro round. Desde então, o ex-campeão da categoria, constantemente, pede por uma nova oportunidade de medir forças com o carrasco, mas seu futuro é incerto. De qualquer forma, ‘Daico’ garantiu que sua preparação para a possível trilogia será diferente.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui), Deiveson revelou que deve voltar a lutar em dezembro e que seu adversário pode ser Moreno. No entanto, vale destacar que o ex-campeão do peso-mosca do UFC tem a concorrência de Alexandre Pantoja. Inclusive, o mexicano, número um da categoria, já sinalizou que prefere encarar o atleta natural de Arraial do Cabo do que o paraense.

    Disposto a se vingar de Moreno, Deiveson contou que identificou o problema que o impediu de performar no melhor nível em sua última aparição no octógono. Curiosamente, o brasileiro não culpou o corte de peso severo que realizou para permanecer no limite dos moscas. De acordo com o atleta, as obrigações como dono de academia tiraram seu foco da importante luta.

    “Estamos em negociação. Tudo indica que vou lutar no ultimo evento do ano, em dezembro. Pedi por isso e espero ser atendido. Espero que me coloquem logo de cara com o Moreno, porque ele tem que me dar a trilogia. Chega do cinturão ficar com ele. É um cara que sempre que vejo me dá raiva. Na hora que eu encontrar ele, até nos bastidores, a gente vai sair na porrada. Só quero treinar e mostrar para ele que aconteceu um problema na minha academia. Quis pagar de empresário muito cedo para um atleta e tenho que focar mais no meu trabalho, na luta, nos treinos. Isso não e para mim ainda. É complicado você ter uma empresa e ter que resolver tudo que acontece de errado. Isso aconteceu no período do camp da luta com ele”, declarou o ex-campeão.

    Ainda chateado com a dura derrota para Moreno, Deiveson assegurou seus fãs que já realizou mudanças em sua preparação para a possível trilogia contra o rival. Focado apenas na luta em si, o ex-campeão do peso-mosca frisou que vai treinar em Las Vegas (EUA), justamente, para se afastar de qualquer distração que apareça e contou com o apoio de um amigo. Michel Pereira, que mora nos Estados Unidos, abriu as portas da academia ‘Ocercome Academy’ para recepcionar ‘Daico’ em sua busca por reconquistar o título da categoria.

    Antes de aceitar a ajuda do ‘Paraense Voador’, Deiveson informou que visitar a ‘Team Alpha Male’, academia que treinou no passado, estava em seus planos. Entretanto, a boa relação que o mesmo tinha com a equipe ficou abalada, já que os líderes do time recusaram recebê-lo, porque não concordaram em ajudar um lutador que pode enfrentar Cody Garbrandt no futuro. O ex-campeão do peso-galo (61 kg) anunciou a descida para o peso-mosca e já discutiu com o próprio ‘Daico’ e até mesmo com Wallid Ismail.

    “Vou corrigir para que não aconteça mais. A gente aprende errando, apanhando. O Wallid falou que não estava na hora de abrir uma empresa e achei que não, que tinha que abrir uma academia. Coloquei um gerente que possa assumir tudo lá. No momento de camp para a luta, não quero saber de nada dentro dali. A prioridade é focar só no treino e depois descansar”, detalhou Deiveson, antes de completar.

    “Vou iniciar o camp em Belém do Pará, mas quero ir para Las Vegas para ficar mais focado. Em Las Vegas, temos vários locais. Tem o P.I. (Institudo de Performance do UFC), mas também tem a academia do Michel Pereira, que é boa. Eu até queria ir para a ‘Team Alpha Male’, mas teve a questão do Garbrandt, que quer lutar comigo. Eles não deixaram eu colar lá, ate porque a porrada poderia acontecer na academia”, concluiu.

    Deiveson Figueiredo, de 32 anos, vive momento de retomada no UFC. Após emplacar cinco vitorias seguidas e se tornar campeão do peso-mosca, o brasileiro, que sofre para alcançar os 57 kg, possui um empate e uma derrota em suas recentes aparições no octógono, sendo ambas contra Brandon Moreno, seu maior rival.

    Atualmente, ‘Deus da Guerra’ se encontra em primeiro lugar no ranking da categoria, abaixo apenas do campeão mexicano. Seu cartel no MMA é composto por 20 triunfos, sendo 17 pela via rápida, duas derrotas, um empate e suas maiores vitórias foram diante de Alexandre Pantoja e Joseph Benavidez (duas vezes).

  • Sonnen surpreende ao listar melhores lutadores do peso-médio de todos os tempos

    Sonnen surpreende ao listar melhores lutadores do peso-médio de todos os tempos

    Ao longo da história, o peso-médio (84 kg) do UFC se tornou uma das categorias de maior popularidade entre os fãs de MMA e os brindou com a presença de atletas que marcaram época no esporte. Chael Sonnen foi um desses profissionais renomados. Inclusive, o comentarista não ficou em cima do muro, quando questionado sobre os melhores lutadores da divisão de todos os tempos.

    Em seu programa ‘The Chael Sonnen Show’, na ‘ESPN’ americana, o veterano surpreendeu ao escolher seu top-5 da história do peso-médio e até retirou seu nome da lista. Vale destacar que o americano disputou o título da categoria duas vezes e foi derrotado por Anderson Silva, por finalização, em 2010, e por nocaute, em 2012.

    Dessa forma, o ex-lutador classificou ‘Spider’ como o melhor peso-médio que o MMA já viu. A lenda brasileira conquistou o cinturão da categoria em 2006 e reinou absoluto nela até julho de 2013, ou seja, como campeão, defendeu o título dez vezes, contra nomes como Chael Sonnen (duas vezes), Dan Henderson, Demian Maia, Nate Marquardt, Rich Franklin, Vitor Belfort, Yushin Okami, entre outros.

    Na sequência, o americano inovou e colocou Georges St-Pierre em segundo lugar na história do peso-médio. É bem verdade que o canadense se tornou campeão da categoria, em 2017, porém só atuou uma vez por ela e se aposentou em seguida. Na terceira posição, Sonnen mencionou Israel Adesanya. O nigeriano é o atual número um da divisão, conquistou o título, em 2019, e já defendeu o cinturão em três oportunidades. Como vem sendo dominante, parte dos fãs classifica ‘The Last Stylebender’ como uma espécie de novo Anderson Silva.

    Para o quarto lugar no ranking de todos os tempos do peso-médio, Sonnen nomeou Robert Whittaker. De fato, o australiano se transformou após trocar os meio-médios (77 kg) pela categoria de cima e se tornou campeão dela, em 2017. Agora, a imprensa especializada especula que ‘The Reaper’ seja o próximo a disputar o título da divisão contra Israel Adesanya.

    Fechando o top-5 de Sonnen se encontra Michael Bisping. Em sua carreira no UFC, o inglês sempre integrou o topo do peso-médio, mas parte da comunidade do MMA não acreditava que o lutador pudesse alcançar o lugar mais alto. No entanto, ‘The Count’ se aproveitou das lesões de Chris Weidman e Ronaldo ‘Jacaré’, aceitou enfrentar Luke Rockhold em cima da hora e protagonizou uma da maiores zebras do esporte ao nocautear o rival, em 2016. Como campeão, o profissional defendeu o título uma vez.

  • Oscar de La Hoya afirma que foi estuprado por uma mulher aos 13 anos

    Oscar de La Hoya afirma que foi estuprado por uma mulher aos 13 anos

    Multicampeão mundial de boxe, Oscar de La Hoya prepara seu retorno aos ringues para o próximo dia 11 de setembro, quando encara Vitor Belfort na cidade de Los Angeles (EUA). No entanto, seu nome se tornou notícia por um assunto fora do âmbito esportivo.

    Em recente entrevista ao site do jornal ‘Los Angeles Times’, De La Hoya, de 48 anos, revelou que sofreu um estupro quando ainda era uma criança. O segredo, por sinal, foi mantido por mais de 30 anos pelo atleta que fez fama e fortuna do final dos anos 90 ao início dos anos 2000.

    “Fui estuprado aos 13 anos, por uma mulher, uma mulher mais velha. Tinha 13 anos, perdi minha virgindade, basicamente sendo estuprado”, afirmou. “Eu estava no Havaí, acho que em algum torneio. Ela tinha mais de 35 anos”.

    De acordo com a reportagem do jornal, o desconforto do veterano ao relatar o fato foi evidente e o clima só voltou a melhorar quando ele retomou o duelo como assunto. De olho na disputa contra o brasileiro, ex-campeão do UFC, De La Hoya, que não compete desde 2008, garantiu que o lado financeiro não é sua principal motivação. “Faço isso apenas por mim”, finalizou.

    Medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Barcelona de 1992, De La Hoya acumulou 39 vitórias como profissional, em cartel que ainda conta com seis derrotas. Por sua vez, Vitor Belfort, quatro anos mais novo, soma 26 triunfos e 14 derrotas no MMA. Já no pugilismo profissional, o carioca venceu por nocaute a única apresentação que fez.

  • Justin Gaethje se conforma por perder a chance de encarar McGregor no UFC

    Sem atuar desde outubro de 2020, Justin Gaethje, enfim, voltará ao octógono. ‘The Highlight’ se prepara para enfrentar Michael Chandler, no UFC 268, evento que acontece em novembro, em Nova York (EUA). Contudo, apesar da importância da luta para o peso-leve (70 kg), já que o vencedor ficará próximo de disputar o título da divisão novamente, o atleta lamenta a oportunidade desperdiçada em relação a um grande nome da categoria.

    Em entrevista à ‘ESPN’ americana, Gaethje sinalizou que é inviável medir forças com Conor McGregor no UFC. E isso se explica por conta do momento que os profissionais atravessam no esporte. Enquanto o ex-campeão interino do peso-leve se encontra em segundo lugar no ranking e perto de disputar o título da categoria, o ex-número um do peso-pena (66 kg) e do peso-leve vive período delicado na carreira, com três derrotas nas últimas quatro lutas e é o nono colocado na tabela de classificação.

    De acordo com Gaethje, o duelo contra McGregor esteve perto de ser realizado, porém o UFC tinha outros planos para a dupla. Vale lembrar que o americano, constantemente, expressava o interesse em enfrentar ‘Notorious’. Como o astro irlandês informou que possui mais duas lutas em seu contrato com a companhia, ‘The Highlight’ apostou que o mesmo vai optar por encarar adversários acessíveis na tentativa de encerrar a má fase.

    “Tenho certeza de que isso vai ficar para a história, porque tive a oportunidade de lutar com ele entre Ferguson e Khabib, mas nunca recebi uma oferta oficial. Em minha mente, o objetivo final era vencer Khabib, depois McGregor e valeria a pena o risco. Foi isso que eu escolhi. Isso poderia ter sido uma possibilidade, mas eu diria que as chances de lutar contra McGregor agora são de 0%, porque não acho que ele lutará uma ou duas vezes e não contra caras como eu. Serão caras como Nate Diaz, Masvidal, combates favoráveis”, avaliou ‘The Highlight’.

    Justin Gaethje, de 31 anos, é considerado por parte da comunidade do MMA um dos atletas mais empolgantes do esporte por conta de seu estilo de luta violento. O americano chegou ao UFC em 2017, disputou oito combates, venceu cinco, sendo todos por nocaute, conquistando os bônus, e perdeu três vezes. Atualmente, o ex-campeão interino do peso-leve ocupa a segunda posição no ranking da categoria e possui triunfos marcantes sobre Donald Cerrone, Edson Barboza e Tony Ferguson.

  • Woodley comemora sucesso da luta com Jake Paul e avisa: “Parte dois será mais louca”

    Woodley comemora sucesso da luta com Jake Paul e avisa: “Parte dois será mais louca”

    A luta de boxe entre Jake Paul e Tyron Woodley ainda repercute na comunidade dos esportes de combate. No último domingo (29), em Cleveland (EUA), o youtuber surpreendeu e superou o ex-campeão dos meio-médios (77 kg) do UFC na decisão dividida dos juízes. Como o evento realizado pela ‘Showtime’ foi um sucesso antes, durante e depois do confronto e rendeu milhões de dólares aos protagonistas, o wrestler busca a revanche.

    Ao realizar uma ‘live’ em sua conta oficial no ‘Instagram’, Woodley agradeceu a ‘Showtime’ por acreditar no potencial da luta contra Jake e alfinetou o UFC em relação a questão financeira. Tanto o youtuber, quanto o wrestler faturaram dois milhões de dólares (cerca de R$ 10,3 milhões) somente para subir no ringue, ou seja, mesmo derrotado, ‘The Chosen One’ levou para a casa a quantia completa, valor que, dificilmente, a maior organização de MMA do mundo oferece aos seus atletas.

    Entretanto, o vantajoso salário não acalma os ânimos de Woodley em relação a dura derrota contra o youtuber. Tanto que o ex-campeão do UFC já projeta a revanche contra Jake. Ciente de que o ‘trash talk’ que fizeram e a confusão generalizada na encarada gerou mais interesse em parte da comunidade dos esportes de combate para acompanhar a luta, o veterano prometeu que o possível segundo duelo entre eles também dará o que falar.

    “Muitos riram de mim, então quero agradecer a todos por terem comprado o ‘pay-per-view’, quero agradecer a promoção por realizar a luta. Estou animado, porque a parte dois será mais louca. Estou feliz por ter perdido a luta? Não, de forma alguma. Os juízes disseram que eu perdi a luta, mas não é como o MMA, onde lutamos com nossos corações e não há bônus de vitória, a menos que alguém vença”, declarou Woodley, antes de completar.

    “Os lutadores treinam, lutam e voltam para a casa com apenas metade do dinheiro. Sou abençoado, porque não importa o que os juízes disseram, meu cheque é o mesmo. Estou animado com o futuro, estou animado com o boxe. ‘Showtime’, obrigado. Tivemos uma conversa legal. Eu queria ganhar meu sustento e farei melhor na próxima vez. Eu fui muito bem e mostrei que estou falando sério. Da próxima vez, meu volume aumentará na trocação. Foi apenas meu primeiro camp de treinamento no boxe”, concluiu

    Tyron Woodley, de 39 anos, viveu altos e baixos no MMA. O americano se tornou campeão dos meio-médios do UFC ao nocautear Robbie Lawler, em 2016, e defendeu o cinturão em quatro oportunidades. No entanto, o atleta entrou em má fase ao perder o título da categoria para Kamaru Usman, em 2019. Na sequência, o veterano sucumbiu contra Gilbert ‘Durinho’, Colby Covington, Vicente Luque e foi liberado pela organização. No boxe, ‘The Chosen One’ teve a chance de revitalizar sua carreira, mas foi derrotado por Jake Paul.

  • Treinador estipula prazo para Ngannou retornar ao octógono e revela luta ideal

    Treinador estipula prazo para Ngannou retornar ao octógono e revela luta ideal

    Apesar de viver excelente fase na carreira, a relação de Francis Ngannou com o UFC é conturbada. Sem lutar desde março, quando conquistou o título do peso-pesado, em Las Vegas (EUA), o campeão da categoria expôs toda sua insatisfação com a criação do cinturão interino. Como Ciryl Gane nocauteou Derrick Lewis, em agosto, a imprensa especializada especula que o francês seja o próximo adversário de ‘The Predator’, mas, se depender de Eric Nicksick, o oponente do temido lutador será outro atleta e estipulou a data para o retorno do mesmo.

    Em entrevista ao programa ‘The MMA Hour’, o treinador de Ngannou revelou que seu lutador deve voltar a lutar apenas no início da temporada 2022. Vale lembrar que, além de criticar o UFC pela criação do cinturão interino no peso-pesado, o campeão da categoria também se mostrou insatisfeito com sua remuneração e chegou a discutir com Dana White. Desde então, ‘The Predator’ não atuou mais, passou a participar de eventos e até realizou aparições em filmes, como ‘Velozes e Furiosos 9’.

    Apesar do duelo entre Gane e Ngannou estar encaminhado, já que os lutadores são donos do cinturão interino e linear, respectivamente, Nicksick destacou que a luta dos sonhos para seu atleta protagonizar é contra Jon Jones. Inclusive, o hipotético encontro dos rivais segue no imaginário dos fãs. O UFC chegou a programar o aguardado combate para a temporada 2021, porém ‘Bones’ não concordou com o valor oferecido e se afastou do octógono. No entanto, o treinador do campeão continua na torcida para a realização do confronto.

    “Eu estou esperando e é isso que estamos discutindo. Ouvimos falar de janeiro, mas nunca se sabe. Sempre acho que há uma chance e essa é a luta a ser travada. Eu odiaria perder a oportunidade de ver Ngannou contra Jones. Espero que essa luta aconteça, porque Jones é o maior lutador peso-por-peso. Como treinador e como competidor, quero lutar contra os melhores. Tenho o maior respeito por Jones, mas é isso que queremos fazer. Vamos competir contra os melhores disponíveis. Gane colocou seu nome na disputa, mas Jones é a luta que eu, os fãs e a imprensa querem assistir”, declarou o treinador do campeão do UFC.

    Francis Ngannou, de 33 anos, estreou pelo UFC em 2015 e venceu grandes nomes do MMA. ‘The Predator’ nocauteou Alistair Overeem, Andrei Arlovski, Cain Velasquez, Curtis Blaydes (duas vezes), Jairzinho Rozenstruik, Júnior ‘Cigano’ e Stipe Miocic. Inclusive, o campeão do peso-pesado já é apontado por parte dos fãs e da imprensa especializada como um dos principais atletas da história da categoria por conta de seu porte físico e poder de ataque.

  • Dos Anjos admite ‘último tiro’ pelo título e se coloca como maior ameaça a ‘Do Bronx’

    Dos Anjos admite ‘último tiro’ pelo título e se coloca como maior ameaça a ‘Do Bronx’

    Depois de atuar por cerca de três anos se apresentando nos meio-médios (77 kg), Rafael dos Anjos retornou ao peso-leve (70 kg), categoria na qual foi campeão do UFC, com um objetivo traçado: recuperar seu cinturão. O primeiro passo para essa meta já foi cumprido, quando venceu Paul Felder, em sua mais recente apresentação. Porém, agora o lutador tem uma teste de fogo para se colocar na rota do título.

    No próximo dia 30 de outubro, o atleta natural de Niterói (RJ) enfrenta Islam Makhachev, sensação do Ultimate, no UFC 268, que será realizado em Abu Dhabi (EAU). Apesar de ainda novo, com 36 anos, e adiantar sua ideia de lutar por mais tempo, Rafael trata esse momento como o decisivo para voltar ao lugar mais alto da divisão.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui ou veja acima), Dos Anjos destacou as recentes mudanças que fez, com sua vinda para o Rio de Janeiro, para ficar mais perto dos treinos na equipe ‘Nova União’. Embora garanta ter recuperado sua melhor forma física, o peso-leve foi consciente sobre seus próximos passos na liga.

    “É meu último tiro. Tenho que ser realista. Não é que estou perto de me aposentar, eu estou bem, treino bem e não tenho lesões articulares. Tenho 43 lutas e perdi uma por nocaute, não tomo nocaute em treino, me defendo bem, o queixo está bom. Tenho muito tempo de carreira ainda, mas eu sei que essa mudança para cá vai ser mais um tiro pelo cinturão. Estou apostando minhas fichas que vai dar certo, e vai. O foco é ser campeão. Essa luta com o Makhachev, pelo ‘hype’ dele, por ser ex-campeão, vindo de vitória no retorno e tem tudo para ser eliminatória pelo cinturão”, disse, antes de analisar seus concorrentes pelo posto de desafiante ao cinturão para reforçar sua tese.

    “(Justin) Gaethje e (Michael) Chandler veem de derrotas para os campeões. Não faz sentido um ganhar uma luta e já lutar pelo cinturão. Eles acabaram de lutar. Esses vão ter que fazer mais lutas. Tem o ‘Beni’ (Beneil Dariush), mas não acredito que o UFC vai colocá-lo pelo cinturão. Até acredito que ele é o que mais mereça, já falei isso com ele. Vai sobrar para o Charles eu ou Makhachev mesmo”, completou.

    Atualmente, Charles ‘Do Bronx’ é o campeão dos leves do UFC e deve defender seu título no dia 11 de dezembro, diante de Dustin Poirier. Caso o paulista mantenha o cinturão e Dos Anjos passe por Makhachev, existe a possibilidade de um choque de brasileiros pela coroa da categoria. Questionado sobre essa chance, Rafael elogiou o compatriota, mas se colocou como o atleta com o jogo perfeito para vencer o rival.

    “Ele está em um momento muito bom da carreira dele. O legal da carreira é que teve altos e baixos e isso que forja um campeão. Agora chegou, é campeão, mas olhando para o ranking o cara que poderia mais complicar ele seria eu mesmo, pelo meu nível em pé, no chão, pelo meu ritmo de luta. O foco é no Makhachev, ganhando bem, como eu sei que vou ganhar porque essa luta não vai até o final, estou pronto para ver quem é o melhor brasileiro do peso-leve de todos os tempos”, afirmou o lutador.

    Com 13 anos de UFC, Rafael dos Anjos já vivenciou muitos momentos na franquia. Em 2015, o brasileiro conquistou o cinturão do peso-leve da liga, ao superar Anthony Pettis. O lutador o defendeu uma vez sua coroa, com nocaute sobre Donald Cerrone, até perdê-la para Eddie Alvarez, em 2016. Depois, o competidor se aventurou na divisão dos meio-médios (77 kg) e chegou a disputar o título interino, sendo derrotado por Colby Covington.

  • Campeão do UFC, Moreno refuta acusação de Pantoja: “Não tenho medo dele”

    Campeão do UFC, Moreno refuta acusação de Pantoja: “Não tenho medo dele”

    A vida de Brandon Moreno não está fácil, já que é alvo de diversos lutadores, mas se engana quem pensa que o campeão do peso-mosca (57 kg) do UFC teme os próximos desafios. Pelo contrário, vivendo excelente fase na carreira, coroada em junho, no Arizona (EUA), o mexicano parece estar mais do que disposto a encarar novos adversários. Tanto que o número um da divisão já revelou que prefere enfrentar Alexandre Pantoja do que  Deiveson Figueiredo.

    Inclusive, Moreno admitiu que uma declaração de Pantoja o incomoda. Após finalizar Brandon Royval, em agosto, o brasileiro desafiou o campeão do peso-mosca do UFC de forma respeitosa. Presente ao evento como comentarista, o mexicano parabenizou o top da categoria e abriu as portas para a realização da possível luta. Contudo, nas entrevistas posteriores, o atleta natural de Arraial do Cabo duvidou que ‘The Assassin Baby’ aceitará o combate, porque levou a pior no passado.

    Ao tomar conhecimento da declaração de Pantoja, Moreno, em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, negou temer o possível adversário por conta do retrospecto desfavorável na rivalidade. Vale lembrar que os atletas se enfrentaram duas vezes e o brasileiro venceu por finalização e por decisão unânime, com direito a 10 x 8 em um dos rounds. Contudo, o fato de estar atrás no placar não desanima o campeão. Confiante em suas habilidades, o mexicano garantiu que a hora de dar o troco no carrasco chegou.

    “Acho que esse garoto está cometendo um grande erro ao dizer que tenho medo dele. Eu nunca tive medo. Não sei se sou muito corajoso ou muito estúpido, mas nunca tive medo, muito menos agora, que vivo o melhor momento da minha vida. Tenho 27 anos e nunca me senti tão bem como agora. Não posso negar, ele me bateu duas vezes e não vou conseguir me livrar disso. Isso está no registro, na história da minha vida e carreira”, explicou o campeão do peso-mosca do UFC, antes de completar.

    “A única coisa que posso controlar é o presente e continuar avançando, evoluindo como fiz até agora. Não recebi uma oferta oficial, mas se for Pantoja, ele está cometendo um grande erro ao dizer que estou com medo dele, porque isso é uma mentira. Ele não está despertando nada em mim, estou bem. Estou sempre focado, muito feliz, bem, relaxado. Sim, eu gostaria de uma revanche, mas não de uma forma que eu esteja com raiva ou por causa do meu ego, querendo vencer porque ele me derrotou. Eu gostaria dessa luta para ver o quanto eu evoluí e provar para todos o quão longe eu cheguei neste esporte”, concluiu.

    Apesar da pouca idade, Brandon Moreno já é um veterano do MMA. O mexicano iniciou sua trajetória no esporte em 2011 e, antes de se tornar campeão do peso-mosca do UFC, conquistou o título da categoria no LFA. O cartel profissional de ‘The Assassin Baby’ na modalidade é composto por 19 vitórias, cinco derrotas, dois empates e seus triunfos de maior destaque foram diante de Brandon Royval, Deiveson Figueiredo, Dustin Ortiz e Jussier ‘Formiga’.