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  • McGregor revela sonho de se tornar campeão de três categorias do UFC

    McGregor revela sonho de se tornar campeão de três categorias do UFC

    Mesmo em má fase no UFC, Conor McGregor não perdeu a confiança ou deixou de acreditar em suas habilidades como lutador. Em sua última aparição no octógono, realizada em julho, em Las Vegas (EUA), o astro irlandês foi nocauteado por Dustin Poirier na trilogia, lesionou a perna, passou por uma cirurgia, mas garantiu que está motivado para alcançar a redenção. Tanto que ‘Notorious’ segue sonhando alto no esporte.

    Ao participar de uma sessão de perguntas e respostas com os fãs em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), que aconteceu na última terça-feira (31), McGregor não ficou em cima do muro. Questionado por um seguidor se a conquista do terceiro título do UFC ainda consta em seu planejamento, ‘Notorious’ foi curto e grosso.

    Vale lembrar que, ao longo de sua trajetória no UFC, o astro irlandês se tornou campeão do peso-pena (66 kg), em 2015, e do peso-leve (70 kg), em 2016. Contudo, a ambição de McGregor vai além. Tanto que ‘Notorious’ já expressou o interesse em conquistar o cinturão dos meio-médios (77 kg), disputou lutas na categoria e até discutiu com Kamaru Usman, rei da divisão. Sendo assim, uma nova tentativa do atleta pode acontecer.

    “Sim’, respondeu o ex-campeão do UFC em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    Conor McGregor, de 32 anos, atravessa momento delicado na carreira, mas ainda é o principal nome do UFC. Dois anos após sua estreia na organização, o irlandês se transformou em um fenômeno do MMA e conquistou o cinturão do peso-pena (66 kg) e do peso-leve (70 kg). Seus triunfos mais marcantes foram contra Chad Mendes, Donald Cerrone, Dustin Poirier, Eddie Alvarez, José Aldo, Max Holloway e Nate Diaz. Atualmente, o atleta ocupa a nona posição no ranking dos leves e possui um cartel composto por 22 vitórias, sendo 20 pela via rápida e 19 delas por nocaute, e seis derrotas.

  • Ronaldo ‘Jacaré’ relembra transição do jiu-jitsu para o MMA e elege lutas históricas

    Ronaldo ‘Jacaré’ relembra transição do jiu-jitsu para o MMA e elege lutas históricas

    Em 2003, Ronaldo ‘Jacaré’ deu seu pontapé inicial no MMA após construir uma carreira recheada de conquistas no jiu-jitsu. E apesar do sucesso na arte suave, existia na época a expectativa de como o lutador se sairia diante dos testes reais dentro do octógono. Agora, após anunciar sua aposentadoria das artes marciais mistas, o atleta recordou alguns dos principais momentos de sua passagem na modalidade.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui ou veja acima), ‘Jacaré’ relembrou seu processo de transição da arte suave para o MMA. O peso-médio (84 kg) explicou porque sempre acreditou que podia repetir os resultados que conseguiu nos tatames dentro dos cages.

    “Sempre soube que ia fazer sucesso no MMA. Eu treinava bem, tinha uma boa pujança física. Sabia do potencial que tinha. Sabia que as coisas iam acontecer. (…) Toda vez que aço algo, faço acreditando em mim, no meu potencial, o que posso e devo fazer. Ter essa satisfação (de migrar com sucesso do jiu-jitsu para o MMA) é muito legal”, disse.

    Depois de ter colocado um ponto final na sua carreira no MMA, ‘Jacaré’ elencou os principais momentos que viveu no esporte. O competidor citou três situações em que lhe marcou: uma revanche, uma derrota polêmica e uma conquista de cinturão.

    “Mousasi, ele era duríssimo e eu tive uma oportunidade de ter revanche. Foi o único cara que tive a chance de fazer revanche. O duelo com o (Luke) Rockhold também foi legal, foi uma luta dura e sempre eu lembro quando ganhei o cinturão do Strikeforce contra o Tim Kennedy, que foi legal demais”, recordou o atleta de 41 anos.

    Ronaldo ‘Jacaré’ se aposentou do MMA com 26 vitórias, 14 delas por finalização, dez derrotas e um ‘no contest’ (luta sem resultado) em seu cartel. O peso-médio foi campeão da categoria pelo extinto evento ‘Strikeforce’ e pelo UFC esteve durante anos entre os principais nomes da divisão, mas – por diferentes motivos – nunca teve a oportunidade de disputar o cinturão da maior liga de MMA do planeta.

  • Dustin Poirier provoca Charles ‘Do Bronx’ ao se intitular campeão do UFC

    Ao que parece, Dustin Poirier decidiu seu futuro no UFC. Após vencer a trilogia contra Conor McGregor, realizada em julho, em Las Vegas (EUA), ‘The Diamond’ se aproximou de disputar o título do peso-leve (70 kg), porém colocou a oportunidade em ‘stand-by’, uma vez que deu preferência aos combates mais valiosos possíveis. Contudo, nesta terça-feira (31), o americano informou que está de olho no cinturão da categoria.

    Atualmente, o número um do peso-leve do UFC é Charles Oliveira, mas para Poirier, isso pouco importa. Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), o americano já se proclamou campeão da categoria, mesmo sem lutar. No entanto, a organização ainda não oficializou o aguardado embate entre os tops da divisão. Essa foi uma das poucas vezes que ‘The Diamond’ mencionou ‘Do Bronx’, mesmo que de forma indireta.

    Anteriormente, Poirier ignorou o brasileiro e mostrou interesse em realizar a quarta luta contra McGregor, quando este se recuperar da lesão sofrida na perna na trilogia entre eles, no duelo contra Nate Diaz e até mesmo em enfrentar Kamaru Usman, rei dos meio-médios (77 kg). Vale lembrar que o campeão do peso-leve já aceitou o combate contra o americano e informou que gostaria de atuar em dezembro.

    “Campeão mundial indiscutível”, escreveu ‘The Diamond’ em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    Dustin Poirier, de 31 anos e ex-campeão interino do peso-leve do UFC, é um dos lutadores mais condecorados na história da categoria. No MMA desde 2009 e no Ultimate dois anos depois, ‘The Diamond’ superou nomes importantes como Anthony Pettis, Conor McGregor (duas vezes), Dan Hooker, Eddie Alvarez, Jim Miller, Justin Gaethje e Max Holloway (duas vezes). Atualmente, o atleta ocupa a primeira posição no ranking da divisão e possui um cartel composto por 28 vitórias, sendo 21 pela via rápida e seis derrotas.

  • Belfort critica Jake Paul, Woodley e enaltece De La Hoya por aceitar luta competitiva

    Belfort critica Jake Paul, Woodley e enaltece De La Hoya por aceitar luta competitiva

    Sem atuar desde 2018, quando saiu do UFC, Vitor Belfort está com fome de luta. A lenda do MMA, definitivamente, se afastou do esporte que o consagrou e deu ênfase a sua jornada no boxe. Tanto que o veterano assinou com a ‘Triller Fight Club’. Agora, o próximo compromisso do brasileiro será contra Oscar De La Hoya, ícone da nobre arte, no dia 11 de setembro, em Los Angeles (EUA), e o mesmo utiliza o encontro para criticar Jake Paul e Tyron Woodley.

    Realizado no último domingo (29), em Cleveland (EUA), o duelo de boxe entre Jake e Woodley, vencido pelo primeiro na decisão dividida dos juízes, foi um sucesso de audiência e mexeu com a comunidade dos esportes de combate. No entanto, o confronto não agradou Belfort. Ao participar do programa ‘The MMA Hour’, ‘The Phenom’ ressaltou que sua luta contra De La Hoya, no ringue, é que deveria receber tal destaque, uma vez que reúne um ícone da nobre arte e uma lenda das artes marciais mistas, com diversos títulos em seus currículos. Apesar da idade avançada da dupla, o brasileiro cravou que o embate com ‘The Golden Boy’ será de alto nível.

    “Eu disse que Woodley teria problemas para vencer o garoto, porque ele está, literalmente, se tornando um lutador. Mas o nível dele é muito baixo em comparação com um cara como eu e De La Hoya. Estamos no próximo nível. Eu respeito os dois, eles se saíram bem, ganharam muito dinheiro, mas eu e De La Hoya faremos uma luta lendária, uma luta de legado, uma luta de gerações. São os caras que estão literalmente construindo o esporte. Eu com De La Hoya é uma luta lendária. Não posso respeitar um youtuber”, declarou Belfort.

    Irritado com o nível do duelo entre Jake e Woodley, Belfort criticou a dupla. Sobrou até para Floyd Mayweatler, um dos maiores boxeadores de todos os tempos, porque aceitou enfrentar o também youtuber Logan Paul, em junho, na Flórida (EUA). Sendo assim, a lenda do MMA parabenizou De La Hoya, seu atual adversário, por adotar uma postura diferenciada.

    De acordo com Belfort, ‘The Golden Boy’ nadou contra a maré, ao aceitar encarar um desafio de verdade e não uma luta fácil contra oponentes acessíveis. Como ‘The Phenom’ está empolgado quanto ao seu futuro nos ringues, já se colocou à disposição para dar uma lição nos irmãos Paul na sequência, mas, ao mesmo tempo, afirmou que os youtubers vão continuar fugindo, pois têm medo do seu poder de nocaute.

    “Ele é o típico cara do canal da Disney e o outro cara não tem mãos, não sabe boxear. Ele tem a habilidade de lutar contra um wrestler, não contra um boxeador. Ele não pode sobreviver contra um striker de verdade. Ele está melhorando e o respeito pelo que tem feito, mas é como se ele fosse um produto feito pela Disney. Ele não quis lutar comigo, porque estava assustado. Eu entendo, mas respeito De La Hoya”, comparou ‘The Phenom’, antes de completar.

    “Ele é homem o suficiente para não lutar contra um youtuber. Ele está lutando contra um verdadeiro lutador como eu. Meu respeito não vem se você for vencedor ou perdedor, é contra quem você está competindo. Ele não está enfrentando um youtuber como Mayweather. Esses caras não sabem boxear. Se você colocar esses dois irmãos juntos, lutarei com eles na mesma noite e vou nocautear”, concluiu.

    Se depender de Vitor Belfort, de 44 anos, sua permanência nos esportes de combate, principalmente no boxe, vai durar por muito tempo, já que possui alvos relevantes. Além da luta contra Oscar De La Hoya e do desafio feito aos irmãos Paul, a lenda do MMA expressou o interesse em enfrentar Evander Holyfield, outro ícone da nobre arte. Além disso, a imprensa especializada especula que ‘The Phenom’ pode reencontrar Anderson Silva, dessa vez no ringue, em breve.

  • Anderson Silva recorda importância do UFC Rio 1 e revela desejo de lutar no Brasil

    Anderson Silva recorda importância do UFC Rio 1 e revela desejo de lutar no Brasil

    De 2006 a 2013, Anderson Silva reinou absoluto na categoria do peso-médio (84 kg) do Ultimate ao defender seu cinturão dez vezes seguidas. Nesta época de auge, ‘Spider’ teve a oportunidade de liderar um card histórico para a organização e para o MMA brasileiro. Coube ao brasileiro fazer a luta principal do UFC Rio 1, que completou dez anos de sua realização na última sexta-feira (27), quando o atleta encarou Yushin Okami.

    Para relembrar este evento histórico, a reportagem da Ag. Fight (clique aqui ou veja acima) conversou de maneira exclusiva com o brasileiro. Anderson Silva explicou a importância que o show teve para a sua carreira, ainda mais por se tratar de uma revanche contra um de seus algozes. ‘Spider’ destacou sua fase na época e se mostrou feliz em poder fechar aquele evento com chave de ouro com um nocaute.

    “Foi muito marcante para mim porque eu já tinha lutado com o Okami no Havaí e acabei sendo desclassificado porque dei um golpe ilegal nele. Eu estava por baixo, fazendo guarda e fui atacar para tentar um triângulo e joguei muito forte a perna, pegando um chute no rosto e ele caiu. Ele podia ter voltado, mas usou a regra. Eu também faria a mesma coisa”, afirmou o ex-campeão do peso-médio do UFC, emendando.

    “Tivemos a oportunidade de lutarmos de novo, no Brasil, no UFC e eu estava numa fase boa, treinando muito. Estava fazendo mil chutes cada perna, todo dia, estava voando. Foi uma luta boa e foi bacana ver todo aquele ‘crowd’ do Brasil, todos os fãs brasileiros torcendo por mim e poder levar aquela alegria para todos”, completou.

    Assim como seus companheiros que estiveram presentes na edição, ‘Spider’ exaltou o poder da torcida brasileira. Naquela edição, o público ‘estreou’ o famoso cântico de ‘Uh, vai morrer’, que seguiu como tradição em todos os eventos no Brasil, além de um apoio incondicional a todos os lutadores locais. Ao lembrar disso, Anderson, inclusive, revelou o desejo de atuar novamente em seu país natal, agora em um evento de boxe.

    “A torcida brasileira não existe igual. É a melhor do planeta. Lutar no Brasil é sempre bom. Estou tentando convencer os promotores aqui da Triller (liga que promove lutas de boxe) fazer um evento no Brasil, com Rogério (‘Minotouro’), eu, (Junior) ‘Cigano’, todo mundo para lutar no Brasil. Ia ser muito legal”, contou o lutador, que no próximo dia 11 de setembro encara Tito Ortiz, em luta de boxe que vai acontecer em Los Angeles (EUA).

    Anderson Silva possui um cartel de 34 vitórias, 11 derrotas e um ‘no contest’ (luta sem resultado) em mais de 23 anos de carreira no MMA profissional. De 2006 a 2013 o brasileiro foi soberano no peso-médio do UFC, com dez defesas de cinturão seguidas, um recorde na divisão, até o momento. Em sua última apresentação, ‘Spider’ foi superado por Uriah Hall, em outubro de 2020, em duelo que marcou a sua despedida do octógono.

  • Joanderson ‘Tubarão’ vence luta que não acabou e assina contrato com o UFC

    Joanderson ‘Tubarão’ vence luta que não acabou e assina contrato com o UFC

    Realizado nesta terça-feira (31) nas dependências do UFC Apex, em Las Vegas (EUA), o primeiro episódio da quinta temporada do ‘Contender Series’ contou com belas apresentações em um card que contou com a presença de três brasileiros. No entanto, apenas um deles foi contratado esta noite – e após muita confusão.

    Na terceira luta do show, o duelo entre os brasileiros Diego Lopes e Joanderson ‘Tubarão’ foi movimentado desde o início. Clássico embate entre um grappler e um striker, o confronto não chegou ao final dos três assaltos porque um golpe ilegal aplicado pelo atleta da Chute Boxe impediu que seu rival continuasse na disputa.

    Porém, as regras definiram que a pontuação dos jurados definiria o vencedor, e ‘Tubarão’ não apenas venceu, como convenceu Dana White de que ele merecia o contrato com a maior organização de MMA do mundo. Para completar a lista dos novos atletas do UFCm outros quatro nomes.

    Azamat Murzakanov, que nocauteou o brasileiro Matheus Scheffel no 1º round, AJ Fletcher, que nocauteou Leonardo Damiani no 1º round, e Victor Altamirano e Carlos Candelario também foram contratados. A curiosidade fica pelo fato de que Carlos foi derrotado por Victor por decisão dividida. Como a luta agradou o presidente do show, ambos assinaram o contrato – fato inédito no programa.

    A luta que ‘não acabou’

    Tubarão surpreendeu e arriscou uma joelhada voadora nos segundos iniciais. Na sequência, uma queda garantiu a emoção que tomou conta dos primeiros cinco minutos. Agressivo, o atleta da Chute Boxe investiu em pesado ground and pound que machucou o rival, mas que abriu brecha para uma justa chave de braço que quase abreviou a disputa. Tubarão 10 x 9 Lopes.

    Com o ritmo mais cadenciado entre os pesos-penas (66 kg), os lutadores trocaram golpes em pé e o especialista em jiu-jitsu mostrou desenvoltura ao variar cruzados no corpo com diretos no rosto. Talvez por isso, Joanderson voltou a derrubar e castigar por cima, embora também tenha gastado energia para se livrar de uma guilhotina e de uma chave de joelho. Tubarão 20 x 18 Lopez.

    No início do terceiro assalto, a disputa foi abreviada em meros 12 segundos. Uma dedada no olho aplicada por Joanderson deixou Diego sem condições de luta. Desta forma, como a disputa já tinha passado da metade, os árbitros tiveram que decidir o resultado pela pontuação das papeletas. E foi aí que a matemática entrou em ação.

    Como o último assalto praticamente não existiu, um 10-10 seria aplicado. No entanto, Tubarão foi penalizado em um ponto, garantindo automaticamente a vitória parcial para Lopes, o que não impediu o resultado a favor do lutador da Chute Boxe. Tubarão 29 x 28 Lopez.

    Acompanhe os resultados do Contender Series:

    Azamat Murzakanov nocauteou Matheus Scheffel no 1º round;
    Joanderson ‘Tubarão’ venceu Diego Lopes por decisão unânime;
    Victor Altamirano venceu Carlos Candelario por decisão dividida;
    AJ Fletcher nocautoeu Leonardo Damiani no 1º round.

  • Edson Barboza perde posição no ranking dos penas após derrota no UFC Vegas 35

    Edson Barboza perde posição no ranking dos penas após derrota no UFC Vegas 35

    O UFC Vegas 35 não foi bom para Edson Barboza. No evento realizado no ultimo sábado (28), em Las Vegas (EUA), o brasileiro foi nocauteado por Giga Chikadze, no terceiro round, e, consequentemente, sua ascensão no peso-pena (66 kg) ficou impossibilitada. A dura derrota também prejudicou o veterano no ranking da categoria.

    Antes da luta contra Chikadze, Edson se encontrava em nono no ranking do peso-pena e, em caso de vitória, poderia subir na tabela de classificação e se aproximar de disputar o título da categoria. Como foi derrotado no octógono, o brasileiro caiu para a décima colocação. Por outro lado, Chikadze, vencedor do embate, ganhou duas posições, ou seja, saiu do décimo para o oitavo lugar.

    Como Demian Maia e Jimmie Rivera não integram mais o UFC, o top-15 dos meio-médios (77kg) e do peso-galo (61 kg) também sofreram alterações, respectivamente. Na categoria dominada por Kamaru Usman, Li Jingliang, Santiago Ponzinibbio, Sean Brady, Muslim Salikhov ganharam uma posição. Já Daniel Rodriguez, que venceu Kevin Lee no UFC Vegas 35, entrou no ranking pela primeira vez e passou a ocupar o 15º lugar. Na divisão liderada por Aljamain Sterling, Marlon Vera e Cody Stamann subiram um degrau e Song Yadong voltou a figurar entre os melhores lutadores. Para o asiático subir na classificação, Raulian Paiva desceu e foi retirado dela sem atuar.

    Para finalizar, no peso-leve (70 kg), a mudança de Kevin Lee para os meio-médios mexeu com o ranking. Sem ‘The Motown Phenom’, Carlos Diego Ferreira passou a ocupar o 11º lugar na divisão. Além do brasileiro, Brad Riddell, Rafael Fiziev, Arman Tsarukyan também ganharam uma posição na categoria. Com uma vaga disponível para completar o top-15, Thiago Moisés voltou a figurar na elite.

  • Lutadora oferece vibrador para provocar rival e briga rouba a cena em encarada; veja

    Lutadora oferece vibrador para provocar rival e briga rouba a cena em encarada; veja

    O último fim de semana foi marcado de confusões em pesagens de eventos nas artes marciais. Após uma confusão em show realizado na Bielorrússia, quando um atleta desferiu uma joelhada voadora no rival na hora da encarada, a pesagem do ‘High League’, competição de MMA na Polônia, também contou com uma polêmica.

    Quando as pesos-penas (66 kg) Ewa Brodnicka e Aniela “Lil Masti” Bogusz ficaram frente a frente, a expectativa era para um clima hostil entre as duas – mas Brodnicka se superou. A lutadora, aproveitando que Bogusz tem um canal de conselhos sexuais no ‘Youtube’, ofereceu um vibrador para a rival (clique aqui ou veja abaixo). Essa atitude foi o pontapé inicial para uma confusão.

    Inconformada com a atitude da oponente, Aniela Bogusz partiu para cima de Brodnicka e as duas começaram a trocar chutes e tapas, instaurando uma confusão generalizada e obrigando os seguranças a entrarem em ação para apartar a briga.

    No dia seguinte à briga, no último sábado (28), as duas competidoras tiveram a oportunidade de resolver suas desavenças dentro do cage. No confronto, Aniela Bogusz venceu Ewa Brodnicka por nocaute técnico no terceiro round, na co-luta principal do evento, e manteve sua invencibilidade na modalidade após três atuações.

  • Luto no MMA! Lutador morre aos 30 anos nos Estados Unidos

    Luto no MMA! Lutador morre aos 30 anos nos Estados Unidos

    Na última segunda-feira (30), a comunidade do MMA se despediu de mais um atleta. Nascido em Guam, Kyle Reyes, lutador profissional e membro da academia ‘Xtreme Couture’, morreu aos 30 anos, nos Estados Unidos. A informação foi divulgada pela própria família e amigos do mesmo através das redes sociais.

    De acordo com a informação do site ‘GoFundMe’, Reyes passou por uma cirurgia para reparar um rompimento do bíceps esquerdo, na última sexta-feira (27). Contudo, o lutador sofreu uma piora significativa em seu estado de saúde nas 24 horas seguintes e se iniciou um quadro de infecção, que se espalhou para outros órgãos e causou o colapso de um de seus pulmões.

    De acordo com Trevin Jones, profissional do UFC e que se posicionou por meio de sua conta oficial no ‘Instagram’, a partida do amigo foi chocante, porque foi rápida, uma vez que conversou com o mesmo dias antes do triste episódio. Dan Ige, outro atleta do Ultimate, também utilizou sua plataforma para lamentar a morte de Reyes e o agradecer por tornar as pessoas ao seu redor melhores.

    Kyle Reyes foi um lutador de MMA que atuou em organizações menores e se destacou no ‘Tachi Palace Fights’. Em sua carreira, o atleta disputou 22 combates, venceu 15, sendo 12 pela via rápida, e perdeu sete vezes. Curiosamente, um de seus adversários foi Alexander Volkanovski, campeão do peso-pena (66 kg) do UFC.

  • Anderson descarta revanche com Belfort e cita condição inusitada para mudar de ideia

    Anderson descarta revanche com Belfort e cita condição inusitada para mudar de ideia

    No próximo dia 11 de setembro, Anderson Silva e Vitor Belfort estarão em ação novamente. Os brasileiros se apresentam em um evento de boxe diante de Tito Ortiz e Oscar De La Hoya, respectivamente. Por integrarem o mesmo show, automaticamente surgiu a expectativa de que, caso ambos vençam seus duelos, uma revanche entre eles seja possível. No entanto, tal possibilidade não parece próxima de ser negociada.

    Embora Belfort tenha admitido o desejo de reencontrar o seu algoz da época de UFC, Anderson Silva não parece nutrir do mesmo sentimento. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui ou veja acima), o ex-campeão do peso-médio (84 kg) do Ultimate rechaçou qualquer hipótese dessa luta acontecer. A principal justificativa do atleta foi relembrar o desfecho do duelo entre eles, em fevereiro de 2011, no UFC 126, quando ele acertou um chute frontal e nocauteou o compatriota ainda no primeiro round.

    “O que seria mais bonito do que aquilo lá que aconteceu? Nada. Não tem. Só se a gente entrar no ringue, eu der um soco no Vitor e ele cair. Não tem o que fazer. Já foi, acabou. Esquece”, disse o brasileiro, que naquela ocasião defendeu pela oitava vez o título dos médios do UFC, em nocaute que foi eleito o melhor daquele ano pela mídia especializada.

    Embora rechace prontamente uma possível segunda luta com Belfort, ‘Spider’ brincou com uma possibilidade de mudar de ideia e aceitar essa revanche. O ex-lutador do UFC usou como exemplo a recente aposta entre Jake Paul e Tyron Woodley como uma possível condição para reencontrar o carioca, agora dentro de um ringue.

    “Ou então eu vou ter que fazer que nem o Jake Paul e pedir para ele tatuar meu nome no peito ‘I Love Anderson’. Ou então tatua a logo da ‘Spider Kick’ com dizendo ‘I Love Spider Kick’. Quem sabe?”, concluiu o recordista de defesas de título dos médios do UFC.

    Anderson Silva se despediu do MMA em outubro de 2020 e, em junho deste ano, atuou em um duelo de boxe, quando derrotou Julio Cesar Chavez Jr. por decisão dividida dos jurados. Nas artes marciais mistas, ‘Spider’ possui um cartel de 34 vitórias, 11 derrotas e um ‘no contest’ (luta sem resultado) em mais de 23 anos de carreira na modalidade.