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  • Marlon Moraes exalta subida para os pesos-penas: “Mais saudável”

    Marlon Moraes exalta subida para os pesos-penas: “Mais saudável”

    No início da temporada, Marlon Moraes anunciou sua aposentadoria do MMA profissional. Meses depois, o brasileiro voltou atrás com sua decisão, mas não sem uma mudança significativa na carreira: subir de divisão de peso. Peso-galo (61 kg) de origem, o atleta de Nova Friburgo decidiu se testar entre os pesos-penas (66 kg) e, mesmo antes de sua primeira luta na nova categoria, ‘Magic’ já sente os pontos positivos da escolha.

    Em participação no programa ‘The MMA Hour’, Marlon explicou que, para competir em alto nível com 61 kg, submetia seu corpo a uma rotina desgastante. E, de acordo com o próprio, o duro corte de peso afetou também em seu desempenho dentro do octógono e o ajudou a tomar a decisão de se aventurar nos pesos-penas.

    “Não, não estou (preocupado) com saúde. Sinto que com 66 kg sou mais saudável. Não preciso me matar para bater o peso, estava sendo sugado demais. Me submeti a coisas que nem me dava conta, como sauna todos os dias, me forçando a cortar peso e sempre precisava descer mais. É difícil administrar quantos quilos é saudável cortar”, admitiu, antes de falar sobre a realidade atual.

    “(Nos pesos-penas) é só treino e pensar na luta, ser inteligente e com o meu cérebro. Duas semanas antes (das lutas como peso-galo) eu não conseguia pensar, nem me defender, porque os reflexos estavam mais lentos. Agora, me sinto eu mesmo”, completou.

    O primeiro compromisso de Marlon entre os pesos-penas, que também marca sua volta ao esporte, é nesta sexta-feira (25), no ‘Madison Square Garden’, em Nova York (EUA). O brasileiro entra em ação no ‘supercard’ do PFL, diante do compatriota e também ex-UFC Sheymon Moraes.

  • Astro de Hollywood, Frank Grillo elege brasileiro como lutador de MMA favorito

    Astro de Hollywood, Frank Grillo elege brasileiro como lutador de MMA favorito

    Tom Hardy não é o único astro de Hollywood que pratica artes marciais e declara seu amor pelos esportes de combate. Recentemente, Frank Grillo, um dos principais atores de filmes de ação da indústria cinematográfica, revelou ser um profundo conhecedor de MMA e, ao participar do podcast ‘Chattin Pony’, de Paddy Pimblett, abriu o jogo e expressou sua admiração pelos veteranos que marcaram época na modalidade.

    Na conversa com o lutador do UFC, Grillo elegeu Royce Gracie como seu lutador preferido. O astro de Hollywood destacou que o fato do brasileiro se sobressair em combate contra adversários maiores lhe arrebatou e foi crucial para consolidar a arte suave no cenário. E, como não poderia ser diferente, o ator americano também informou que os compatriotas Chuck Liddell, Matt Hughes e Randy Couture possuem espaço em seu coração, pois competiam com paixão e, não à toa, se consolidaram como ícones do MMA e se tornaram inspiração para a nova geração de atletas.

    “Eu amo Royce. Royce meio que superou as probabilidades, você sabe. Ele não era o maior, não era o mais forte, não era o mais talentoso, mas provou que o jiu-jitsu era uma arte marcial superior. Tive muitos favoritos. Um dos meus favoritos, só porque era tão forte e dominador, era Matt Hughes. Eu trouxe Matt Hughes para a minha série Kingdom, porque, na série, eu tinha uma luta. Tive que lutar com ele e senti sua força. Amo os caras mais velhos. Sou amigo de Randy Couture, amo Chuck Liddell, amo todos esses caras originais”, contou o ator.

    Além de ser fã confesso de artes marciais, Frank Grillo, de 57 anos, praticou boxe e wrestling em sua juventude, mas declarou que se encantou mesmo pelo jiu-jitsu. Em sua carreira como ator, o profissional atuou em franquias de sucesso de Hollywood como ‘Capitão América’, ‘Um Dia de Crime’ e foi um dos protagonistas da série ‘Kingdom’, sobre MMA, entre outros trabalhos.

  • Empresário afirma que Henry Cejudo voltará ao UFC em luta de título contra Sterling

    Empresário afirma que Henry Cejudo voltará ao UFC em luta de título contra Sterling

    De olho em um retorno ao octógono já em disputa de título, Henry Cejudo pode ter seu desejo atendido pelo UFC. Pelo menos é o que prevê seu empresário. Em entrevista ao ‘The Underground’, Ali Abdelaziz afirmou que seu cliente deve, realmente, encarar o atual campeão peso-galo (61 kg) Aljamain Sterling em um futuro próximo.

    De acordo com o empresário, a decisão já foi tomada pelo Ultimate, apesar da resistência inicial de Sterling à ideia. E, para Abdelaziz, o cenário faz total sentido, já que ‘Triple C’ não chegou a ser derrotado quando deixou de ser o campeão dos galos. Vale lembrar que Cejudo deixou o cinturão até 61 kg do UFC vago em maio de 2020, após anunciar sua aposentadoria.

    “Aljo vai lutar com Henry Cejudo, está feito. Está feito, o UFC disse que está decidido. Ele sabe que está decidido, e eu entendo que ele quer uma luta diferente. Mas o homem (Cejudo) nunca perdeu o cinturão dele. Ele é um bicampeão, defendeu ambos cinturões, e saiu por conta própria. Ele não saiu porque perdeu ou porque estava machucado, ele só precisava de um tempo fora”, afirmou Ali Abdelaziz, antes de continuar.

    “Adivinha só. É campeão vs campeão, ele nunca perdeu seu cinturão. Eu discordo de Aljamain. Acho que é uma grande luta. É uma luta mais dura, ele sabe disso, e eu sei disso. Eu não acho que Aljamain vai fugir de um oponente. Acredito que ele tentou fazer Henry se preocupar, mas ele vai lutar com Henry”, concluiu.

    Apesar da aposentadoria em 2020, Henry Cejudo se manteve próximo ao esporte, atuando como treinador em sua equipe, a ‘Fight Ready’, e analisando combates e notícias através de vídeos publicados na internet. Recentemente, o americano confirmou sua intenção de voltar às competições e seu retorno deve ser concretizado em 2023. Resta saber se ‘Triple C’ realmente terá a disputa de título contra Aljamain Sterling na sua volta ao cage do UFC.

  • Khabib aponta Brasil como favorito para vencer Copa do Mundo ao lado de duas seleções

    Khabib aponta Brasil como favorito para vencer Copa do Mundo ao lado de duas seleções

    Khabib Nurmagomedov é um dos melhores lutadores de todos os tempos do MMA, mas deixa claro que não é um entusiasta apenas dos esportes de combate. Tanto que o russo sempre faz questão de escancarar seu amor pelo futebol. Com o início da Copa do Mundo no Catar, o ex-campeão do UFC e integrante do ‘Hall da Fama’ da organização opinou a respeito da competição e revelou seus favoritos para vencer o concorrido torneio.

    Em recente coletiva de imprensa realizada em sua visita ao Canadá, em novembro, Khabib, ao ser questionado por um fã sobre quem venceria a principal competição de futebol entre seleções, respondeu listando três países. Contrariando as expectativas sobre a Copa do Mundo, o russo deixou de lado as fortes equipes de Espanha e França, atual campeã do torneio, e, além de apostar na sexta conquista do Brasil, surpreendeu ao eleger outras dois times, não tão unânimes, com grandes chances de levantar o caneco.

    “Nesta Copa do Mundo, vou escolher três seleções. Acho que a Inglaterra vai se sair muito bem. Acho que o Brasil, o Brasil é muito bom. E acho que a Holanda. Eu sei, Argentina, França, Espanha, há várias seleções boas. Croácia, Bélgica e Dinamarca, são seleções muito difíceis, mas apenas escolho três seleções e veremos o que acontece”, analisou o ícone do MMA.

    Khabib Nurmagomedov, de 34 anos, se aposentou sendo considerado por parte da comunidade do MMA um dos melhores e mais dominantes lutadores da história do esporte. Em sua carreira, o russo disputou 29 lutas, venceu todas e defendeu o título do peso-leve do UFC em três oportunidades. Os triunfos de maior destaque do ex-campeão da companhia foram sobre Al Iaquinta, Conor McGregor, Dustin Poirier, Edson Barboza, Gleison ‘Tibau’, Justin Gaethje, Michael Johnson e Rafael dos Anjos.

  • ‘Moicano’ desafia McGregor e o classifica como ‘acabado’: “Daria uma surra”

    ‘Moicano’ desafia McGregor e o classifica como ‘acabado’: “Daria uma surra”

    Recentemente, Renato Carneiro adotou o lema ‘Moicano quer dinheiro’ e, motivado a enriquecer, revelou seu adversário ideal para a sequência dos eventos no UFC. Após finalizar Brad Riddell com facilidade no primeiro round, em novembro, em Nova York (EUA), o brasileiro passou a integrar o top-15 do peso-leve (70 kg) e, com o novo status e disposto a ter lutas cada vez maiores, manifestou o desejo em enfrentar, simplesmente, Conor McGregor.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, ‘Moicano’, confiante em seu nível de habilidade, desafiou ‘Notorious’ e afirmou que venceria o possível duelo com facilidade. Inclusive, o interesse do brasileiro em enfrentar McGregor é antigo, pois essa não foi a primeira vez que o mencionou como oponente ideal. Além disso, o atleta, anteriormente, também citou Dan Hooker e Tony Ferguson como opções viáveis como adversários. Empolgado com a chance de crescer no peso-leve e encarar profissionais renomados, Renato defende a ideia de que o hipotético confronto com Conor faz sentido, pois é o 13º colocado no ranking da divisão e o alvo é o número 14 na tabela de classificação dela.

    “F***-se McGregor! É a minha vez. McGregor fez muito pelo esporte, mas agora está acabado. Se ele quiser essa fumaça, terá problemas, porque vou vencer. Darei uma surra nele, pode ter certeza. F***-se McGregor! É claro que quero lutar com ele. Acho que ele não aceitaria a luta comigo, porque acho que ele vai para os meio-médios. Ele parece grande, mas, se me perguntassem contra quem eu gostaria de lutar, seria McGregor ou Makhachev, porque quero ser campeão. Quero ser milionário, então que melhor maneira do que vencer um milionário? A p*** do McGregor tem o dinheiro e Moicano quer dinheiro. Por que não fazer essa luta? Vou me esforçar para derrotar esse cara. Esta é a hora. Esta é a melhor versão do Moicano”, declarou o lutador.

    Renato ‘Moicano’, de 33 anos, é um dos principais lutadores brasileiros no peso-leve. Atualmente, o atleta ocupa a 13ª posição no ranking da categoria. No MMA desde 2010, o profissional possui um cartel composto por 17 vitórias, sendo dez por finalização, cinco derrotas e um empate. Seus principais triunfos foram sobre Alexander Hernandez, Brad Riddell, Calvin Kattar, Cub Swanson e Jeremy Stephens.

  • Volkanovski busca ajuda de astro do grappling antes de encarar Makhachev no UFC 284

    Volkanovski busca ajuda de astro do grappling antes de encarar Makhachev no UFC 284

    Campeão peso-pena (66 kg) do UFC, Alexander Volkanovski terá a oportunidade de conquistar seu segundo título da organização no próximo dia 12 de fevereiro, quando lutará pelo cinturão peso-leve (70 kg) contra Islam Makhachev, na edição de número 284, que será realizada na Austrália. E, ao que parece, o australiano não deixará “nenhuma pedra por virar” durante sua preparação para a disputa contra o perigoso grappler russo.

    Prova disso é que o australiano buscou a ajuda de um dos maiores especialistas em grappling no mundo. Em seu perfil oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), Volkanovski compartilhou imagens de um treino com seu compatriota Craig Jones, faixa-preta de jiu-jitsu e um dos maiores nomes da arte suave na atualidade em competições sem quimono.

    A busca por aperfeiçoar sua luta de solo com um dos principais especialistas do mundo, aliada à legenda da publicação, deixa um recado claro para fãs, mídia e, especialmente, para seu próximo adversário: Volkanovski não subestimará o grappling do russo e, mesmo que não seja sua intenção, estará preparado para competir de igual para igual mesmo se o combate for para o chão.

    “Nenhuma pedra por virar”, escreveu ‘The Great’, como o campeão peso-pena do UFC é apelidado.

    Alexander Volkanovski conquistou o cinturão dos penas em 2019, com uma vitória sobre o então campeão Max Holloway. Desde então, o australiano defendeu com sucesso seu título em quatro oportunidades. O domínio de ‘The Great’ em sua divisão fez o baixinho buscar novos desafios e pleitear uma disputa pela cinta da categoria de cima, que atualmente pertence ao russo Islam Makhachev, que chegou ao topo após finalizar o brasileiro Charles ‘Do Bronx’, em outubro deste ano.

  • Jake Paul impõe condição para encarar Tommy Fury e provoca: “Não teria que treinar”

    Jake Paul impõe condição para encarar Tommy Fury e provoca: “Não teria que treinar”

    Ao que tudo indica, Jake Paul e Tommy Fury podem tentar tirar do papel o duelo de boxe entre eles mais uma vez. Mas, após dois cancelamentos prévios, ambos em virtude de problemas relacionados ao britânico, o youtuber americano não está disposto a arcar com os gastos da promoção do evento sozinho. Sob as condições que considera certas, no entanto, o algoz de Anderson Silva admite ter interesse no embate e vê um caminho tranquilo para a sua vitória.

    Em entrevista ao ‘The MMA Hour’, Jake Paul indicou que aceitará o combate contra Fury caso os representantes do rival assumam o risco financeiro do show. O youtuber, invicto em sua ainda curta carreira no boxe, também fez questão de provocar o desafeto e afirmar que o britânico seria um adversário que lhe traria muito menos dificuldade do que o brasileiro Anderson Silva, ex-campeão do UFC, seu último oponente no ringue.

    Para o americano, a discrepância entre o nível dele e de Fury como pugilistas o permitiria, inclusive, ‘pegar leve’ na preparação para o combate. Apesar disso, Jake garante que este não será o caso se o compromisso for, de fato, agendado, já que considera que esta não é postura de um lutador profissional.

    “Sim, definitivamente existe o interesse (de fazer essa luta com Fury). Eu acho que se o time dele assumir os riscos financeiros e organizar o evento, então tudo bem por mim. Eu só não quero assumir o risco mais, porque eu acho que ele vai desistir, de novo, muito provavelmente. Mas é uma luta fácil para mim. Muito mais fácil do que Anderson (Silva)”, provocou Jake, antes de completar.

    “Esse garoto é um iniciante, ele nunca lutou contra alguém bom. Ele nunca sequer fez uma luta de oito rounds. Ele simplesmente não tem a experiência que eu tenho, o que é maluco dizer porque ele tem feito isso a vida toda dele. Mas as pessoas o chamam de boxeador profissional e o respeitam como um pugilista profissional. Então, eu adoraria tirar esse título dele. Eu não teria sequer que treinar para essa luta. Eu ainda treinaria porque eu sou um profissional, mas eu não teria que treinar para enfrentá-lo”, finalizou.

    Invictos no boxe profissional, Tommy Fury (8-0) e Jake Paul (6-0) estiveram escalados para se enfrentarem em duas oportunidades, mas em ambas ocasiões o combate precisou ser cancelado. Na primeira tentativa, os rivais deveriam ter se enfrentado em dezembro de 2021, mas o inglês desistiu do duelo por razões médicas. Já neste ano, uma nova luta esteve próxima de se concretizar em agosto, mas Fury novamente teve problemas, dessa vez com seu visto de entrada nos Estados Unidos, e o confronto caiu mais uma vez.

  • Cartola afirma que campeões do ONE Championship ‘destruiriam’ os do Bellator

    Cartola afirma que campeões do ONE Championship ‘destruiriam’ os do Bellator

    Tudo indica que o Bellator tem novo rival no MMA. A companhia de Scott Coker é classificada como a segunda maior do esporte na opinião de parte dos fãs e da imprensa especializada, atrás apenas do UFC, mas, de acordo com Chatri Sityodtong, o ONE Championship já está apto para tomar esta posição na escala. O cartola confia tanto no prestígio e crescimento de sua empresa, que a trata como a número dois da modalidade e faz uma afirmação ousada.

    O líder da organização com sede em Cingapura cravou que se ONE e Bellator realizassem um hipotético evento em parceria, com lutas entre os campeões de cada liga, a superioridade dos atletas de sua empresa seria evidente. Vale lembrar que a companhia americana faz shows em co-promoção com o RIZIN, inclusive, com o próximo programado para o dia 31 de dezembro, no Japão. Como a entidade é uma potência asiática, Chatri se gaba do domínio que ela possui no continente e desdenha do impacto que a instituição de Coker exerce no MMA.

    “Olhe para os números de visualizações, olhe para as métricas de mídia social, olhe para visualizações orgânicas dos vídeos, qualquer coisa. O Bellator é 5% do ONE, ok? Mesmo em termos de competição, nossos campeões esmagariam os caras do Bellator. A única co-promoção que me interessa é o UFC, campeão contra campeão”, declarou o cartola, em entrevista ao canal do ‘YouTube’ ‘South China Morning Post’.

    Caso os campeões das organizações se enfrentassem, as lutas Bellator vs ONE Championship, respeitando o limite de peso de cada categoria, seriam essas: Raufeon Stots (interino) ou Sergio Pettis (linear) vs Demetrious Johnson até 61 kg, Patrício ‘Pitbull’ vs John Lineker ou Fabrício Andrade até 66 kg, Usman Nurmagomedov vs Tang Kai até 70 kg, Logan Storley (interino) ou Yaroslav Amosov (linear) vs Christian Lee até 77 kg, Johnny Eblen vs Christian Lee até 84 kg, Vadim Nemkov vs Reinier de Ridder até 93 kg e Ryan Bader vs Anatoliy Malykhin (interino) ou Arjan Bhullar (linear) até 120 kg.

  • Kayla Harrison destaca crescimento de Larissa Pacheco, mas avisa: “Evoluí mais”

    Kayla Harrison destaca crescimento de Larissa Pacheco, mas avisa: “Evoluí mais”

    Nesta sexta-feira (25), Kayla Harrison tentará conquistar mais um título do torneio peso-leve (70 kg) promovido anualmente pelo PFL. Do outro lado do cage, a americana terá pela frente uma velha conhecida, a brasileira Larissa Pacheco, rival a qual já venceu em duas oportunidades, ambas em 2019. Passados três anos desde o último embate entre elas, a atleta da equipe ‘American Top Team’ reconhece que muita coisa mudou, mas acredita que ainda possui vantagem sobre a paraense.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui), Kayla Harrison exaltou o crescimento mostrado por sua adversária desde os dois primeiros confrontos disputados entre elas e deixou claro que espera enfrentar a “melhor versão” de Larissa Pacheco no duelo desta sexta-feira. Vale destacar que, após a última derrota para a americana, a paraense engatou uma sequência de cinco vitórias, todas por nocaute.

    Em contrapartida, a ex-judoca confia que sua evolução no esporte foi ainda maior do que a da brasileira. Oriunda da arte marcial japonesa, onde se destacou com medalhas em Campeonatos Mundiais e Olimpíadas, Kayla ressaltou sua excelência no jogo de quedas e seu desenvolvimento como lutadora na trocação como seus grandes trunfos para repetir o resultado das duas primeiras lutas contra Larissa.

    “Eu acho que vai ser diferente (das duas primeiras lutas) porque nós duas evoluímos muito. Ela está vindo de cinco nocautes seguidos, ela tem muita confiança, ela cresceu como lutadora. Então, eu estou esperando a melhor versão dela. Mas eu acho que eu evoluí um pouco mais. Eu acho que minha trocação evoluiu, acho que minhas quedas são as melhores do mundo… Eu acho que a luta vai correr da mesma forma, mas com um nível ainda mais alto de nossa parte. Vai ser uma versão melhorada de cada uma”, apostou Harrison.

    Além da evolução física e no poder de nocaute apresentado por Larissa nos últimos combates, Kayla entende que a experiência e o ótimo retrospecto recente fizeram muito bem para a confiança da brasileira. A pressão de lutar pelo prêmio de um milhão de dólares (cerca de R$ 5,4 milhões), entregue aos vencedores de cada categoria do torneio anual do PFL, também é vista pela americana como um fator que pode influenciar de forma diferente a atuação da rival.

    “Ela ficou muito mais forte. Ela parece estar muito maior, mais física, a potência dela. Como eu disse, cinco nocautes seguidos, você não ouve muito sobre mulheres nocauteando outras mulheres dessa forma nesse esporte. Então, você sabe que ela é perigosa, você sabe que as mãos dela têm potência. E eu acho que a confiança dela. Eu acho que ela tem muita confiança em si mesma, ao passo que talvez antes ela era mais jovem, ainda estava tentando se acostumar na divisão e com o peso. É um jogo diferente quando você está lutando por um milhão de dólares, certo? Então, provavelmente a pressão era diferente para ela. Mas eu acho que ela tem muita confiança vindo para essa luta”, afirmou.

    Nas duas primeiras lutas entre elas, Kayla Harrison venceu Larissa Pacheco na decisão unânime dos juízes. O triunfo no segundo embate, inclusive, deu à americana o seu primeiro título no PFL e no MMA. Se a brasileira chega embalada por cinco vitórias seguidas por nocaute, a ex-judoca – bicampeã olímpica da modalidade – subirá no cage para defender sua invencibilidade na carreira como profissional (15 – 0).

  • Bebê à vista! Casal de lutadoras do UFC anuncia gravidez de seu primeiro filho

    Bebê à vista! Casal de lutadoras do UFC anuncia gravidez de seu primeiro filho

    Lutadoras do UFC, Tecia Torres e Raquel Pennington estão à espera de seu primeiro filho. O casal utilizou o dia de ‘Ação de Graças’ nos Estados Unidos, tradicional feriado norte-americano, para compartilhar através das redes sociais a notícia da gravidez e celebrar o momento com seus fãs e seguidores (veja abaixo ou clique aqui).

    De acordo com a publicação feita pelas atletas nas redes sociais, o bebê tem previsão de nascimento para junho do ano que vem. Ao site ‘MMA Junkie’, Tecia – a escolhida para gerar o primeiro filho do casal – adiantou que sua carreira ficará apenas pausada durante a gravidez e que pretende retomá-la em 2024.

    “Nós temos um pouco mais para dar graças neste ano. Feliz dia de Ação de Graças da nossa família que está crescendo para a sua. O bebê Pennington está vindo em junho de 2023. Nós estamos mais do que animadas e nos sentimos incrivelmente abençoadas. As mamães amam muito você, querido bebê, e nós mal podemos esperar para essa vida com você”, escreveu o casal no anúncio ao público.

    Tecia Torres, de 33 anos, compete na divisão dos palhas (52 kg) do UFC e ocupava a oitava posição no ranking da divisão antes de engravidar. A americana, dona de um cartel de 13 vitórias e seis derrotas, teve sua sequência de três triunfos interrompida por Mackenzie Dern na última luta, em abril. Por sua vez, Raquel Pennington atua nos pesos-galos (61 kg) e está embalada por quatro resultados positivos consecutivos, o que a levou ao top 5 da categoria.