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  • Próximo da fila, Sean O’Malley lamenta demora de luta por cinturão do UFC

    Próximo da fila, Sean O’Malley lamenta demora de luta por cinturão do UFC

    Em outubro deste ano, Sean O’Malley conquistou a principal vitória de sua carreira ao derrotar, por decisão dividida, o ex-campeão Petr Yan. O resultado também catapultou a sensação dos pesos-galos (61 kg) até a liderança do ranking da categoria. Mas, apesar de estar bem posicionado para uma disputa de título, ‘Sugar’ terá de esperar o duelo entre Aljamain Sterling e Henry Cejudo. Ansioso para competir pelo cinturão, o americano não esconde sua impaciência com a demora do Ultimate em oficializar o confronto entre ‘Triple C’ e ‘The FunkMaster’.

    Através de seu canal oficial no Youtube, O’Malley questionou o motivo da companhia ainda não ter marcado o duelo entre Cejudo e Sterling. Ao que tudo indica, o confronto deve ocorrer no primeiro trimestre de 2023, conforme revelou Sterling, atual campeão. Mas a demora no anúncio por parte do UFC incomoda ‘Sugar’, que mira encarar o vencedor do combate.

    “Me deixa maluco. Por que não está acontecendo? Não acho que seja por conta de dinheiro, não mesmo. O UFC teria dito: ‘Ok, próximo’. O problema não é dinheiro, na minha opinião. Henry literalmente se aposentou porque não estava sendo pago o suficiente e agora está falido e quer voltar, para ganhar a mesma coisa. Aljo não será melhor pago, ele não é uma atração. São apenas fatos. Não estou querendo alfinetar nem nada. Aljo diria a mesma coisa, ele diria: ‘É, não sou chamativo, não tenho os fãs’. Ele e todos sabem. Será que é uma questão de peso? Uma lesão persistente? O que é? Tenho que ir a fundo nisso, vou contratar um investigador particular para seguir esses dois por aí”, desabafou Sean.

    Aos 28 anos, O’Malley desponta como um dos lutadores mais populares do cartel do Ultimate. Atual número 1 do ranking, ‘Sugar’ detém um cartel como profissional de MMA com 16 vitórias, uma derrota e um ‘no contest’ (luta sem resultado).

  • Campeão olímpico de boxe, Anthony Joshua descarta chances no UFC: “Levaria surra”

    Campeão olímpico de boxe, Anthony Joshua descarta chances no UFC: “Levaria surra”

    Um dos principais lutadores de boxe da atualidade, Anthony Joshua não foca apenas na nobre arte em suas horas vagas. Derrotado por Oleksandr Usyk, em agosto, na Arábia Saudita, o britânico aguarda um novo oponente para voltar aos ringues e, enquanto isso, interage com os fãs. Recentemente, ‘AJ’ foi questionado por um seguidor sobre como se sairia em hipotéticas lutas de MMA contra as estrelas do peso-pesado do UFC e abriu o jogo.

    Se Tyson Fury, astro do boxe, revelou que gostaria de se testar no MMA diante dos principais nomes do peso-pesado do UFC, Joshua confessou não ter o mesmo desejo. Sendo a elite da categoria composta por Francis Ngannou, Ciryl Gane, Stipe Miocic, entre outros e, quem sabe, Jon Jones, o britânico, sincero, admitiu que não teria chance alguma contra tais lutadores, caso decidisse migrar do ringue para o octógono.

    Curiosamente, ‘AJ’ ignora o fato de ser um boxeador profissional e ex-campeão mundial do esporte para justificar qualquer possibilidade de vitória sobre os atletas citados em embates no UFC. No entanto, Joshua foi claro ao afirmar que os tops do peso-pesado da companhia seriam nocauteados por ele ao trocarem o MMA por uma aventura no boxe. Vale pontuar que tal desejo vem sendo comum nos lutadores do Ultimate e o próprio camaronês, campeão da companhia, flerta com a possibilidade de atuar no ringue contra Fury.

    “Eu levaria uma surra. Todo o crédito para eles, mas não é a minha profissão e vou respeitar os caras que passaram anos dedicando tempo, treinando grappling, wrestling, trocação, quedas, finalizações. É como eles vindo para o boxe, eu sei que os fumaria também. É como eles vindo para o boxe, eu sei que acabaria com eles também”, declarou o lutador, em entrevista ao canal do ‘YouTube’ ‘British GQ’.

    Anthony Joshua, de 33 anos, é uma estrela do boxe. Em sua carreira, o britânico conquistou a medalha de ouro nas Olímpiadas de Londres (ING), em 2012, e foi campeão da WBA (Associação Mundial de Boxe), WBC (Conselho Mundial de Boxe), WBO (Organização Mundial de Boxe), IBF (Federação Internacional de Boxe) e IBO (Organização Internacional de Boxe). Ao todo, ‘AJ’ possui 24 vitórias, sendo 22 por nocaute, e três derrotas.

  • Rival histórico, Cormier projeta subida de Jones aos pesados: “Fará a divisão crescer”

    Rival histórico, Cormier projeta subida de Jones aos pesados: “Fará a divisão crescer”

    Ao que tudo indica, 2023 será a temporada em que Jon Jones, enfim, estreará no peso-pesado do Ultimate. A subida de divisão não é aguardada somente pelos fãs do atleta e pela imprensa especializada, mas também por Daniel Cormier. Principal rival da carreira de ‘Bones’, o ex-lutador e agora comentarista projetou uma aventura bem-sucedida do ex-campeão meio-pesado (93 kg).

    Em participação no podcast ‘MMA on SiriusXm’, o ex-duplo campeão do UFC exaltou as credenciais de seu desafeto de longa data, mas também fez ressalvas. Na opinião de Cormier, Jones pode sofrer para se adaptar à competição diante de atletas de maior porte, apesar de ter potencial para alavancar ainda mais a divisão mais pesada do MMA.

    “Acho que ele ficará bem. O cara é um grande lutador. Muito talentoso. Acho que ele sairá bem nos pesos-pesados. Mas é uma questão de ele dar o salto, né? Parece que estamos esperando para sempre para que ele lute nessa categoria. No momento em que ele de fato migrar, pular para a divisão dos pesados, tornará a categoria muito mais divertida, fará a divisão crescer, sendo que já está muito divertida como não víamos há tempos. Tem algumas lutas perigosas para ele lá, especialmente quando você olha para a trajetória dele nos meio-pesados, e vê como ele teve dificuldades com caras maiores”, analisou ‘DC’.

    Cormier e Jones mediram forças em duas oportunidades dentro do UFC. Em 2015, Jon derrotou o wrestler por decisão unânime dos juízes. Dois anos depois, em 2017, ‘Bones’ venceu Daniel novamente, desta vez por nocaute técnico – mas viu o resultado ser revertido para um ‘no contest’ (luta sem resultado), após ser flagrado no doping no período do combate.

  • Esquiva Falcão é homenageado na Calçada da Fama do esporte no Espírito Santo

    Esquiva Falcão é homenageado na Calçada da Fama do esporte no Espírito Santo

    Medalhista de prata na Olimpíada de Londres, em 2012, e um dos principais nomes do Brasil no boxe internacional na atualidade, Esquiva Falcão recebeu uma justa homenagem em sua terra natal nesta quarta-feira (21). Ao lado de outros atletas capixaba icônicos, o pugilista teve inaugurada a sua estrela na Calçada da Fama do esporte do Espírito Santo, que foi construída no entorno do Ginásio Paulo Pimenta, localizado nas dependências da Sesport (Secretaria Estadual de Esportes e Lazer), em Vitória, capital do estado.

    Primeiro boxeador a ser agraciado com tal honraria, Esquiva Falcão se junta a grandes representantes do estado que também fazem parte da Calçada da Fama do esporte do Espírito Santo, como o jogador da seleção de futebol Richarlison, a campeã mundial de handebol Alexandra Nascimento, o ex-jogador da NBA Anderson Varejão, o medalhista de ouro olímpico Alison Cerutti, entre outros. Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui e aqui), o pugilista celebrou a homenagem recebida.

    “Hoje fui homenageado pelo estado e fiquei muito feliz por esse reconhecimento. Primeiro atleta do boxe a entrar na calçada da fama. Minha família acompanhou esse momento especial”, exaltou Esquiva.

    Como amador, Esquiva Falcão conquistou, além da medalha de prata olímpica, o bronze no Mundial de 2011, em Baku, no Azerbaijão, e nos Jogos Sul-Americanos de Medellin (COL), em 2010. O capixaba se profissionalizou em 2014 e, até o momento, segue invicto, com 30 vitórias e nenhuma derrota.

    Em outubro, o pugilista foi confirmado como próximo desafiante ao título mundial dos pesos-médios (73 kg) da Federação Internacional de Boxe (IBF) e Associação Mundial de Boxe (WBA), contra Gennadiy Gennadyevich Golovkin, o ‘GGG’, atual campeão das entidades na categoria. O duelo ainda não tem data ou local anunciados oficialmente.

  • Borrachinha explica batalha por salário no UFC e cogita descaso com brasileiros

    Borrachinha explica batalha por salário no UFC e cogita descaso com brasileiros

    Depois da confirmação de que a sua especulada luta contra Robert Whittaker no UFC 284, em março, não aconteceria, Paulo ‘Borrachinha’ decidiu abrir o jogo sobre o que deu errado nas tratativas com a organização presidida por Dana White. Em entrevista ao ‘The MMA Hour’, o peso-médio (84 kg) criticou a estratégia de negociação do Ultimate e acusou a entidade de ser tendenciosa nas ofertas de salários para lutadores brasileiros.

    O lutador mineiro, que já expressa publicamente há algum tempo seu descontentamento quanto a defasagem de seu contrato com o UFC, voltou a criticar o valor pago por luta pela organização a ele. De acordo com Borrachinha, que possui mais um combate previsto em seu vínculo atual com o Ultimate, esta divergência foi o principal motivo pelo qual o duelo contra Whittaker não saiu do papel.

    Borrachinha, que diz receber 70 mil dólares por luta (com a possibilidade de bônus de mais 70 mil dólares em caso de vitória) desde 2017, quando assinou seu contrato atual com a liga, ainda auxiliado por seu antigo empresário Wallid Ismail, deixou claro que não pretende mais subir no octógono para se apresentar pelo valor que considera defasado em relação à sua projeção como lutador.

    “Mick Maynard me perguntou se eu gostaria de enfrentá-lo (Whittaker). Eu disse: ‘Claro’. Ele é um ótimo lutador, essa seria uma grande luta, uma luta que você se sente empolgado para fazer, e acho que as pessoas querem assistir essa luta também. Então, eu disse: ‘Claro, posso lutar com ele. Mas agora vamos falar sobre os termos (da negociação)’. E só aconteceu isso, nós não avançamos depois disso. Eles não me mandaram um contrato. Eles só falaram: ‘Se você quer enfrentar o Whittaker, vamos fazer essa luta’. Mas eu não posso fazer essa luta contra o número um ou número dois (da divisão), um cara de alto nível, pelo mesmo dinheiro que eu tenho recebido desde 2017. Não faz sentido”, explicou Paulo Costa.

    O mineiro ainda lembrou que seu descontentamento com o salário pago pelo UFC em suas lutas mais recentes é antigo, mas topou seguir atuando mesmo incomodado. Além de tentar encerrar seu vínculo o quanto antes, de acordo com ele, essa decisão se deu também pelo espírito competitivo dos brasileiros, que, na sua visão, tende a atrapalhar os atletas tupiniquins na hora de gerirem suas carreiras no aspecto financeiro.

    “Essa luta pode mexer com muita gente, trazer muita atenção, e eu não vou lutar com ele pela mesma quantia de cinco anos atrás. Eu recebi 35 mil dólares para enfrentar Marvin Vettori, ele era o número um naquela época. Isso é palhaçada. Eu fiz muito isso para o UFC. Eu lutei com Yoel Romero nos mesmos termos. Eu lutei com Adesanya, Marvin e Luke Rockhold nos mesmos termos. Só pra acabar com esse contrato infernal, porque eu quero ficar livre desse erro que eu cometi com meu antigo empresário cinco anos atrás. Mas os números são tão defasados. Eu não posso continuar fazendo isso porque isso não ajuda os lutadores, não ajuda nossa classe. Eu deveria ter dito ‘chega, eu não vou fazer isso’ há muito tempo. Mas eu não fiz. Porque nós brasileiros, nós só queremos lutar. Nós não nos importamos muito. Eles dizem: ‘Você vai lutar com aquele cara’. E nós dizemos: ‘Ok, vamos lá’. Nós estamos fazendo isso por muito tempo. Mas isso não é bom para o negócio, para nós como atletas. Isso é horrível para o negócio na parte dos lutadores. Dizem que se você é bom em alguma coisa, não faça de graça ou por dinheiro de m***. E se você quiser vender algo, você tem que colocar um preço. Eu fiz muito isso no passado (dizer sim ao UFC), mas já chega”, afirmou.

    Na opinião de Borrachinha, o UFC aproveita essa postura destemida dos atletas brasileiros para oferecer contratos com valores mais baixos do que deveria. O peso-médio chegou, inclusive, a cogitar uma espécie de descaso por parte da organização americana com os lutadores tupiniquins, em função de percepções erradas a respeito do nosso país. Para Paulo, esse comportamento tem que mudar e ele acredita que está dando o primeiro passo para talvez servir como espelho aos compatriotas.

    “Eu não sei, irmão. Eu acho que eles só oferecem contratos com números muito baixos para os brasileiros. Eu não sei o que eles pensam. Talvez eles pensem: ‘Ah, esses filhos da p*** vivem no Brasil, na selva, eles não precisam de dinheiro de verdade, porque a moeda vale cinco vezes menos que o dólar. Vamos pagar migalhas para eles’. E foi o que eu disse antes. A mentalidade dos brasileiros é: ‘Ok, eu concordo. Vamos fazer isso’. Eu fiz isso e eu sei que os brasileiros fazem muito isso. ‘Eu não ligo contra quem eu vou lutar, em que posição meu oponente está no ranking’. Mas isso é péssimo para os negócios”, concluiu.

    Um dos principais expoentes do MMA nacional na atualidade, Paulo Borrachinha tem colecionado mais polêmicas fora do cage do que lutas nos últimos anos. Além do imbróglio contratual com o UFC, o mineiro conviveu com algumas lesões que o afastaram por longos períodos da ação e competiu apenas cinco vezes desde 2018, depois de iniciar sua trajetória no Ultimate com três lutas na mesma temporada, um ano antes.

  • Gordon Ryan minimiza chance de lutar MMA: “Ganho mais que campeões do UFC”

    Gordon Ryan minimiza chance de lutar MMA: “Ganho mais que campeões do UFC”

    A dominância de Gordon Ryan no mundo do grappling na atualidade é tão grande que os fãs dos esportes de combate mais fanáticos se perguntam como seria uma eventual migração do astro do jiu-jitsu para o MMA. A aventura, porém, não parece ser uma realidade válida neste momento para o multicampeão da luta agarrada. ‘The King’, como é conhecido, minimizou as chances de trocar os tatames pelos octógonos por já ser bem-sucedido financeiramente.

    Em recente participação no programa ‘The MMA Hour’, o atleta americano foi além e destacou, inclusive, que recebe melhores pagamentos competindo grappling do que grande parte dos atuais campeões do Ultimate – liga mais famosa de MMA do planeta. Com o conselho de um de seus principais treinadores em mente, Gordon pretende seguir carregando a bandeira do jiu-jitsu nos próximos anos.

    “Nosso treinador nunca esteve errado sobre nada. Sim, John Danaher. Ele já me disse coisas que, seja três, cinco ou sete anos depois, sempre acabavam acontecendo, lhe dando razão. E ele é tipo: ‘Absolutamente não, não vá para o MMA, você já faz muito dinheiro fazendo isso, já é considerado o ‘GOAT’. Jiu-jitsu está prestes a se tornar popular, e todos vão ser melhor pagos. Jiu-jitsu se tornará um esporte de verdade, e você será a cara deste processo. Se migrar para o MMA agora, isso pode ser perdido’. (…) Sempre quis lutar MMA, mas estou numa posição tão boa agora que sinto que é meu papel empurrar o jiu-jitsu para cima. Estou em uma fase que não preciso sair, faço mais dinheiro que a maioria dos campeões do UFC. Então não há razão para que eu seja socado na cabeça todos os dias”, opinou Ryan.

    Em setembro deste ano, Gordon Ryan fez história e quebrou recordes na edição de 2022 do ADCC – torneio mais tradicional de ‘submission’ do planeta. Recentemente, na última semana, o americano voltou a entrar em ação, desta vez no ‘UFC Fight Pass Invitational’, onde enfrentou e venceu o ex-companheiro de treinos, Nick Rodriguez, em duelo acirrado.

  • Presidente do Bare Knuckle FC admite chance de Paige VanZant não lutar mais

    Presidente do Bare Knuckle FC admite chance de Paige VanZant não lutar mais

    Contratada pelo Bare Knuckle FC com a perspectiva de ser a grande estrela da companhia, logo após deixar o UFC, Paige VanZant não correspondeu às expectativas dentro do ringue. Com duas derrotas em seus únicos compromissos pela entidade, ambas em 2021, a americana não tem previsão de retorno aos ringues e, de acordo com o presidente da liga de boxe sem luvas, David Feldman, pode, de fato, nunca mais atuar sob a bandeira do ‘BKFC’.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, David Feldman afirmou que ainda gostaria de contar com os serviços da atleta americana para uma possível luta no futuro, mas reconheceu que o sucesso de VanZant em outras empreitadas profissionais paralelas à carreira de lutadora podem influenciar na decisão de ’12 Gauge’ sobre retornar às competições.

    Vale lembrar que, quando ainda estava no UFC, a própria atleta revelou que sua principal fonte de renda vinha das publicidades feitas por ela em suas redes sociais, onde coleciona milhões de seguidores. Recentemente, VanZant também passou a faturar cifras polpudas com a venda de conteúdo sensual exclusivo pela plataforma ‘OnlyFans’, para a qual tem se dedicado nos últimos meses.

    “Nós estávamos conversando sobre colocá-la no KnuckleMania (em fevereiro), e nós vamos conversar novamente com o empresário dela novamente na próxima semana. Vamos ver o que acontece. Adoraria tê-la de volta se ela quiser retornar e lutar e se testar mais uma vez. Ela está fazendo outras coisas e está indo muito bem nelas, ganhando muito dinheiro. Então, eu não sei. Se ela quiser voltar, ela é bem-vinda, mas nós não sabemos com certeza se ela vai voltar. Ela tem um lugar para ela aqui. Veremos em breve”, comentou Feldman.

    Apesar de admitir que existe a possibilidade de ‘PVZ’ nunca mais pisar no ringue do Bare Knuckle, o presidente da liga mantém uma ponta de esperança e pondera que, pelo espírito competidor da lutadora, é difícil imaginar que a ex-atleta do UFC deixe a companhia sem buscar ao menos vencer sua primeira luta no boxe sem luvas.

    “Certamente existe uma chance (de VanZant nunca lutar pelo BKFC novamente). Ela está indo muito bem, ela tem sido muito bem-sucedida no outro caminho que ela seguiu. Financeiramente, ela está muito bem. Então, existe uma chance? Sim, existe uma chance (dela nunca mais lutar). (Mas) Eu não acho que Paige, com sua natureza competitiva, quer ir embora assim, então eu espero vê-la de volta. Mas você nunca sabe”, concluiu o dirigente.

    Competindo profissionalmente nos esportes de combate desde 2012, Paige VanZant ganhou fama no mundo das lutas através de sua passagem pelo UFC, onde construiu boa parte de sua carreira. Na entidade, a americana venceu cinco lutas e perdeu quatro, a última delas para a brasileira Amanda Ribas, em julho de 2020, sua despedida da organização presidida por Dana White.

    Depois de sair do Ultimate, ‘PVZ’ assinou com o Bare Knuckle FC, visando se aventurar no boxe sem luvas. Na liga, VanZant foi superada por Britain Hart e Rachael Ostovich, ambas derrotas por pontos, em 2021. A lutadora chegou a ter um novo compromisso marcado pela entidade presidida por David Feldman para agosto deste ano, mas o duelo contra Charisa Sigala foi adiado para outubro e posteriormente cancelado.

  • McGregor elege nocaute de Edwards sobre Usman como principal momento de 2022

    McGregor elege nocaute de Edwards sobre Usman como principal momento de 2022

    Sem lutar desde 2021, Conor McGregor segue presente no MMA e não apenas protagoniza polêmicas e ataca seus desafetos. O astro do esporte também é capaz de reconhecer os méritos de parte dos lutadores e, sendo assim, elogia Leon Edwards por sua surpreendente vitória sobre Kamaru Usman no UFC, em revanche realizada em agosto, em Utah (EUA). De acordo com ‘Notorious’, o feito do britânico foi tão especial, que jamais deve ser esquecido.

    Na ocasião, Edwards disputou o cinturão dos meio-médios (77 kg) contra Usman e, além de buscar ser campeão da categoria, também desejava vingança pela derrota ocorrida em 2015. Na luta, o britânico sofreu com o ícone do MMA e chegou em clara desvantagem ao quinto e último round. Quando tudo parecia definido, faltando um minuto para o término do duelo, ‘Rocky’ não desistiu e chocou o mundo ao acertar Kamaru com um chute alto que o apagou. Com o impactante desfecho, Leon empatou a rivalidade com o nigeriano e conquistou o título da divisão.

    Se após a histórica luta o astro irlandês enalteceu e parabenizou Edwards, agora, voltou a exaltar o mesmo depois de ver uma publicação do perfil oficial do UFC Europa no ‘Twitter’ elegendo a vitória de ‘Rocky’ como ‘Virada do Ano’. Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), McGregor definiu o triunfo do britânico sobre Usman sendo muito mais do que apenas uma reviravolta em combate e o classificou como o momento emblemático do MMA em 2022. Vale pontuar que o apoio de ‘Notorious’ para Leon se explica, porque fazem parte da mesma empresa de gerenciamento de careira, a ‘Paradigm Sports’.

    “Pare com essa coisa sem sentido de ‘Virada do Ano’. Isso é TUDO do ano! O momento do comentário, o momento da luta, o golpe em si, o nocaute, as ramificações, o discurso pós-vitória. Foi o o melhor chute na cabeça peso-por-peso. Morto! Isto vive! Time Paradigm Sports”, escreveu o astro do MMA em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    Conor McGregor, de 34 anos, vive má fase no MMA, mas segue como principal nome do UFC. Dois anos após sua estreia na organização, o astro irlandês se transformou em um fenômeno do esporte e conquistou o cinturão do peso-pena (66 kg) e do peso-leve (70 kg). Mesmo com duas derrotas seguidas, ‘Notorious’ está confiante de que vai dar a volta por cima na modalidade. Seus triunfos mais marcantes foram contra Chad Mendes, Donald Cerrone, Dustin Poirier, Eddie Alvarez, José Aldo, Max Holloway e Nate Diaz. O atleta possui um cartel composto por 22 vitórias, sendo 20 pela via rápida e 19 delas por nocaute, e seis derrotas.

  • UFC Rio! Gregory Robocop compartilha sessão de treinos com Durinho; veja

    UFC Rio! Gregory Robocop compartilha sessão de treinos com Durinho; veja

    Em um mês, o Ultimate desembarca novamente no Rio de Janeiro para promover o UFC 283, com sede na ‘Jeunesse Arena’. Às vésperas do show, os lutadores afiam ao máximo suas habilidades para chegar na ‘ponta dos cascos’ no dia do combate. Escalados para o card na ‘Cidade Maravilhosa’, Gregory ‘Robocop’ e Gilbert ‘Durinho’ mostram que ferro afia ferro.

    Companheiros de equipe na ‘Kill Cliff FC’, os brasileiros se ajudam entre si nos treinos. Nesta terça-feira (20), Robocop compartilhou uma sessão de sparring entre os dois (veja abaixo ou clique aqui). Na filmagem, é possível ver os atletas trabalhando tanto a trocação quanto o grappling.

    “Quem está pronto para ver eu e Gilbert Burns indo para a guerra no Rio?”, escreveu o peso-médio (84 kg).

    Em boa fase na companhia, com quatro triunfos em cinco confrontos, Gregory mede forças com Brad Tavares, na expectativa de entrar no ranking até 84 kg com um resultado positivo. Já Durinho tenta se reabilitar do revés sofrido contra Khamzat Chimaev para voltar à coluna das vitórias e se reaproximar de um eventual ‘title shot’ em 2023.

  • Treinador promete melhor versão de Brandon Moreno contra Deiveson Figueiredo no UFC Rio

    Treinador promete melhor versão de Brandon Moreno contra Deiveson Figueiredo no UFC Rio

    No próximo dia 21 de janeiro, Brandon Moreno subirá no octógono do UFC 283, no Rio de Janeiro (RJ), para encarar o brasileiro Deiveson Figueiredo pela quarta vez, novamente com o cinturão peso-mosca (57 kg) em jogo. Há pouco tempo, o mexicano sofreu uma perda considerável, quando seu treinador, o americano James Krause foi banido do UFC por envolvimento em apostas esportivas suspeitas. Mas o imprevisto não deve atrapalhar o desempenho do ex-campeão do Ultimate no seu compromisso diante do ‘Deus da Guerra’.

    Pelo menos é o que garante Hector Vasquez, responsável por afiar o jogo de chão de Moreno. Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, o faixa-preta de jiu-jitsu minimizou a influência da perda do treinador para o mexicano. De acordo com o profissional, apesar de visitar com certa frequência a academia ‘Glory MMA’, liderada por James Krause, no estado norte-americano do Missouri, o ‘Assassin Baby’ já estava acostumado a fazer grande parte de seu camp em Las Vegas (EUA), sob o comando de outros mestres, como o próprio Vasquez, além de Jorge Capetillo e Pedro Lopez Joya, que trabalham a trocação do lutador latino.

    “Isso não nos afetou de forma alguma. As coisas são como são. Brandon não se envolve nessas coisas. Nós tentamos mantê-lo fora disso. Ele é muito forte de espírito. É isso que as pessoas não percebem. Esse garoto, não há nada que vá entrar em seu caminho. Ele vai lutar e fazer o que tem que fazer, e dar um jeito. Mesmo com tudo que tem acontecido, ele está com a cara séria, de volta ao trabalho na segunda-feira e tipo: ‘Vamos lá’. Como eu disse, vocês vão ver o melhor Brandon Moreno da vida”, prometeu Vasquez.

    Brandon Moreno e Deiveson Figueiredo já se enfrentaram em três oportunidades no octógono mais famoso do mundo. No primeiro duelo, os juízes apontaram um empate majoritário nas papeletas, o que fez com que o brasileiro seguisse como campeão dos moscas do UFC. Na revanche, o mexicano levou a melhor na disputa e, com uma vitória por finalização, conquistou o cinturão da categoria.

    Já no terceiro capítulo da trilogia, Deiveson conquistou sua primeira vitória sobre o rival, levando a melhor na pontuação dos juízes após cinco rounds e voltando a reinar na divisão dos moscas do Ultimate. Agora, o ‘Deus da Guerra’ e Moreno voltarão a medir forças, desta vez em território brasileiro, na edição de número 283 do UFC, no dia 21 de janeiro, em confronto que marcará a primeira vez na história da organização que dois atletas se enfrentam em quatro lutas.