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  • Promessa do UFC mostra confiança para luta contra Taila Santos: “Não é perigosa”

    Promessa do UFC mostra confiança para luta contra Taila Santos: “Não é perigosa”

    Invicta no UFC, Erin Blanchfield tem pela frente uma luta para mudar de status no esporte. Atualmente, a americana é vista por parte da comunidade do MMA como uma das maiores promessas do peso-mosca (57 kg), mas, se vencer Taila Santos em importante combate programado para o dia 18 de fevereiro, em Las Vegas (EUA), vai passar a ser uma força na categoria. Vivendo o melhor momento na carreira, a atleta se mostra ansiosa para seu grande teste como profissional.

    De contrato renovado com o UFC, Blanchfield comemorou a valorização de seu trabalho e esbanjou confiança para a maior luta de sua carreira. Em sua análise do confronto, que deve colocar a vencedora perto de disputar o cinturão do peso-mosca da companhia, a americana elogiou Taila, mas, ao mesmo tempo, não se mostrou impressionada com a reputação dela. Vale destacar que a brasileira foi a única atleta da categoria que, de fato, ameaçou o reinado de Valentina Shevchenko e esteve perto de destroná-la no octógono. Apesar do feito da adversária, ‘Cold Blooded’ minimizou o risco que ela representa no duelo e garante ter o que é preciso para triunfar e seguir invicta na liga.

    “Já assinei alguns contratos. Não me disseram que não posso anunciar, então, assinei um novo contrato de quatro lutas. Gosto de ter o camp completo para estar preparada para qualquer uma. Se eu tiver isso, sei que posso vencer qualquer uma no mundo. Estou empolgada. Ela é um pouco mais alta que eu, é striker, mas tem bom wrestling, gosta de quedas, seu jiu-jitsu é decente. Ela é completa, mas não acho que seja necessariamente perigosa”, declarou a lutadora, em entrevista ao programa ‘Morning Kombat’.

    Erin Blanchfield, de 23 anos, é uma das grandes promessas do MMA. A americana iniciou sua trajetória no esporte em 2018, estreou no UFC em 2021, disputou quatro lutas pela organização e venceu todas. Atualmente, a atleta se encontra na décima posição no ranking do peso-mosca da companhia. Seus triunfos mais expressivos foram diante de Miranda Maverick e Molly McCann.

  • Sonnen classifica Whittaker como favorito em possível luta pelo cinturão contra Poatan

    Sonnen classifica Whittaker como favorito em possível luta pelo cinturão contra Poatan

    Se depender de Chael Sonnen, Robert Whittaker não deve lamentar o fato de se ausentar do UFC 284, evento programado para fevereiro, na Austrália, ou seja, sua casa. Para atuar no show, o australiano viu seu nome ser ligado ao de Paulo Costa, mas, como este não entrou em acordo com a companhia quanto a questão contratual, a negociação não avançou e a luta não saiu do papel. Contudo, de acordo com o veterano, ‘The Reaper’ pode disputar um embate ainda mais importante no peso-médio (84 kg).

    Sonnen se mostra a favor da ideia de Whittaker, atualmente sem adversário, encarar Alex Pereira, campeão do peso-médio do UFC, na sequência. É bem verdade que Dana White já expressou o interesse na realização da revanche imediata entre ‘Poatan’ e Israel Adesanya pelo título da categoria e os próprios atletas concordaram em se enfrentar de novo, porém a companhia ainda não oficializou o confronto.

    Sendo assim, o ex-lutador e atual comentarista sinalizou que o australiano pode ser premiado com uma nova disputa pelo cinturão do peso-médio, já que não teve culpa no cancelamento do duelo com ‘Borrachinha’. Além disso, Whittaker, após o revés para Adesanya quando este era o detentor do título da divisão, se recuperou ao dominar Marvin Vettori, em setembro. Dessa forma, caso o UFC mude seu plano original, ou seja, dê um tempo a mais de descanso ao nigeriano e escale ‘The Reaper’ para uma possível luta com ‘Poatan’, Sonnen o classifica como favorito.

    “Whittaker estava disposto a fazer isso e não conseguiu. Acredito que Whittaker acabou de ganhar. Acho que agora temos nossa luta, é Pereira vs Whittaker. Isso é o que acredito. É assim que vejo. Whittaker não vai aproveitar a oportunidade, acredite em mim. Whittaker não vai fazer nada com esta oportunidade, mas, se alguém fizer isso por ele, ele estaria disposto a entrar lá e lutar contra Pereira. E Whittaker seria o favorito. Essa é uma luta realmente interessante”, declarou o veterano, em seu canal oficial no ‘YouTube’.

    Robert Whittaker, de 32 anos, mudou de patamar no MMA ao trocar os meio-médios (77 kg) do UFC pelos médios e se tornou um dos melhores lutadores da história da divisão. Não à toa, o australiano foi campeão da categoria em 2017. Atualmente, ‘The Reaper’ é o segundo colocado no ranking do peso. Seus principais triunfos no esporte foram sobre Brad Tavares, Darren Till, Derek Brunson, Jared Cannonier, Kelvin Gastelum, Marvin Vettori, Ronaldo ‘Jacaré’, Uriah Hall e Yoel Romero (duas vezes).

  • Conor McGregor parabeniza lutador sem pernas por vitória em estreia no MMA: “Fascinante”

    Conor McGregor parabeniza lutador sem pernas por vitória em estreia no MMA: “Fascinante”

    No último sábado (17), a estreia vitoriosa de Zion Clark no MMA ganhou força no mundo dos esportes de combate. Nascido sem as duas pernas, devido a uma rara doença chamada Síndrome de Regressão Caudal, que impede o desenvolvimento de parte da coluna vertebral, o lutador se superou dentro do cage e derrotou Eugene Murray por decisão unânime dos juízes. O debute positivo não passou despercebido por um dos maiores astros da história da modalidade, Conor McGregor.

    Através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), ‘Notorious’ parabenizou Zion pela façanha. Empolgado, o ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do Ultimate também elogiou a forma de competir do lutador americano.

    “Absolutamente fascinante ouvir sobre a estreia desse homem e agora poder vê-la. Bela entrada no single leg. Uau! Você não deve se conectar com ele de nenhuma forma. Apenas brechas, brechas para atacar. Fascinante! Parabéns e muito respeito para esse cara, Zion Clark! MMA é o melhor esporte!”, destacou Conor.

    Não demorou muito para que Zion respondesse ao comentário de McGregor. Em tom otimista, o atleta agradeceu aos elogios e projetou que irá provar, novamente, que consegue atuar em alto nível – desta vez no MMA. Vale ressaltar que Clark possui um histórico de renome no wrestling – modalidade da qual, inclusive, se baseia seu estilo de luta também nas artes marciais mistas.

    “Agradeço o amor e o respeito, Conor McGregor. Isso é apenas o início para mim, estou ansioso para ver o quão longe posso levar meu estilo de luta. Já calei os que duvidaram no wrestling, me tornando um wrestler ‘all american’ da primeira divisão. Muito respeito”, respondeu o lutador de 25 anos.

    Com um cartel recém inaugurado com uma vitória no MMA profissional, resta saber quais serão os próximos passos de Zion. Recentemente, o lutador revelou ter o sonho de chegar ao UFC, principal evento de MMA do mundo, no futuro. Outro objetivo do atleta é competir nas Olimpíadas de Paris, em 2024, representando o time norte-americano no wrestling, além de participar das Paraolimpíadas do mesmo ano na corrida de cadeira de rodas.

  • Lutador do UFC desafia Edson Barboza e expressa admiração: “Lenda do esporte”

    Lutador do UFC desafia Edson Barboza e expressa admiração: “Lenda do esporte”

    Embalado pela vitória de virada em dezembro, em Las Vegas (EUA), Billy Quarantillo já definiu seu alvo para a sequência da carreira. Após nocautear Alexander Hernandez e assim, voltar a vencer na organização, o americano, sem perder tempo, manifestou o interesse em medir forças com Edson Barboza.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Quarantillo lançou um desafio respeitoso ao brasileiro. Ao mesmo tempo que deseja se testar contra um veterano do esporte, o americano expressa sua admiração por Edson e reconhece que o mesmo segue sendo competitivo aos 36 anos. Como busca mudar de patamar na carreira, Billy menciona o lutador como oponente ideal, pois é um nome respeitado por parte da comunidade das artes marciais mistas.

    Inclusive, caso vença Edson em um hipotético embate, Quarantillo pode figurar no top-15 do peso-pena (66 kg) do UFC. Dono de um estilo de luta empolgante, com 13 de suas 17 vitórias sendo pela via rápida, o americano indica que sua postura agressiva no octógono casa com o jogo de trocação do veterano. Tanto que o atleta afirma que, se o duelo com o brasileiro se materializar, vai ser um dos mais esperados por parte dos fãs por sua natureza violenta.

    “Minha situação ideal seria, imagine isso, Edson Barboza em abril. Quem diz não a isso? Alerta de lutão! Isso é o que eu gostaria. Eu nem estava pensando em Edson. Na verdade, eu queria desafiá-lo depois da luta contra Burgos, mas meio que esqueci. Landwehr estava me desafiando e disse, ‘Quarantillo vem de duas derrotas consecutivas’. Nunca perdi duas lutas seguidas em toda a minha carreira e estava pronto para pegar essa luta. Acho que teríamos uma luta emocionante, mas ele não é um nome tão grande quanto Edson, que acredito que ainda esteja ranqueado. Ele tem muito tempo no MMA, é uma lenda do esporte, cresci vendo ele, aquele chute giratório. Acho que seria fogos de artifício. Essa seria minha primeira opção”, declarou o lutador.

    Billy Quarantillo, de 34 anos, foi revelado pelo reality show ‘Contender Series’, em 2019, e, contratado pelo UFC, estreou na organização no mesmo ano. Pela companhia, o americano disputou sete lutas, venceu cinco e perdeu duas vezes. Seus principais triunfos foram sobre Alexander Hernandez, Gabriel Benítez e Spike Carlyle.

  • Tony Ferguson é retirado do ranking peso-leve do UFC após sete anos presente

    Tony Ferguson é retirado do ranking peso-leve do UFC após sete anos presente

    Durante muito tempo, Tony Ferguson figurou entre os principais lutadores do peso-leve (70 kg) do UFC, mas agora, na pior fase de sua carreira, o americano deixa de fazer parte da elite da categoria. Pela primeira vez em mais de sete anos, ‘El Cucuy’ ficou de fora do ranking do top 15 da divisão até 70 kg do Ultimate, como confirmou a mais recente atualização semanal da lista.

    Ex-campeão interino da categoria, o lutador de 38 anos perdeu os últimos cinco confrontos disputados dentro do octógono do Ultimate. Mais do que os resultados negativos, Ferguson mostrou nestas lutas claros sinais de declínio físico e técnico. Curiosamente, a retirada do veterano do ranking peso-leve chega uma semana após a saída de outro grande nome da categoria da lista, o ex-campeão Conor McGregor.

    A vaga deixada por ‘El Cucuy’ no ranking dos leves foi ocupada por Drew Dober, que se destacou no UFC Vegas 66, realizado no último sábado (17), conquistando uma expressiva vitória sobre Bobby Green. O triunfo foi o terceiro consecutivo do lutador nesta temporada, todos eles através de nocaute.

    Vencedor da 13ª temporada do reality show ‘The Ultimate Fighter’, Ferguson entrou no ranking peso-leve do UFC em 2015, após uma vitória por finalização sobre o brasileiro Gleison Tibau, em meio a uma sequência positiva que chegou a 12 triunfos, mas nunca foi coroada com uma disputa pelo título linear da categoria, por diversas razões.

    Visto por muitos, à época do seu auge, como a principal ameaça ao reinado do russo Khabib Nurmagomedov na divisão até 70 kg do Ultimate, Ferguson nunca teve a oportunidade de medir forças dentro do cage com o ex-campeão. O aguardado duelo entre eles chegou a ser marcado pelo UFC cinco vezes, mas foi cancelado em todas as ocasiões por diferentes motivos.

    A longa sequência de vitórias do americano foi interrompida em maio de 2020, em sua segunda disputa pelo cinturão interino da divisão até 70 kg do UFC, quando foi nocauteado por Justin Gaethje. Desde então, Ferguson acumulou mais quatro derrotas, para Charles ‘Do Bronx’, Beneil Dariush, Michael Chandler e Nate Diaz.

    Sua vitória mais recente veio em 2019, contra o agora aposentado Donald Cerrone, no UFC 238. Mesmo diante da pior fase de sua carreira, Tony Ferguson já negou publicamente que pense em pendurar as luvas neste momento. Resta saber até quando o veterano manterá sua convicção.

  • Prochazka critica Blachowicz e Ankalaev por empate no UFC: “Deveriam lutar pela vida”

    Prochazka critica Blachowicz e Ankalaev por empate no UFC: “Deveriam lutar pela vida”

    Fora de combate após sofrer uma grave lesão no ombro, Jiri Prochazka está no início do processo de recuperação, mas não se afasta do MMA. Em dezembro, em Las Vegas (EUA), o tcheco colocaria o cinturão dos meio-pesados (93 kg) do UFC em jogo pela primeira vez contra Glover Teixeira, na revanche imediata, porém se machucou e saiu de cena. Com o cinturão vago, a liga definiu que Jan Blachowicz e Magomed Ankalaev lutariam pelo status de campeão da categoria, contudo, o duelo terminou empatado. Atento ao que acontece na divisão, ‘Denisa’ criticou os lutadores.

    No confronto, Blachowicz iniciou em vantagem, maltratando o oponente com seus chutes. No entanto, no quarto e quinto rounds, Ankalaev, mesmo com dificuldade para se manter em pé e se movimentar, conseguiu quedar adversário e o castigou no solo. Com o empate entre os lutadores, a divisão até 93 kg do UFC seguiu sem um líder e o resultado não agradou Prochazka.

    Sem se impressionar com a atuação do polonês e do russo, o ex-campeão da categoria defendeu a ideia de que os atletas deveriam ter feito mais para a luta ter um vencedor. Vale pontuar que o duelo em questão demorou para engrenar e Dana White escancarou sua irritação com a cautela excessiva de Blachowicz e Ankalaev no octógono. Decepcionado com a falta de atitude da dupla, Prochazka a classificou como um exemplo do que não fazer em ação.

    “Ankalaev e Blachowicz não deram 200% para conseguir o título. Porque, para mim, é simples. Se você está no UFC e se está disputando o título ou qualquer luta, não importa, você tem que lutar pela vida”, declarou o ex-campeão do UFC, em entrevista ao site ‘MMA Fighting’.

    Jiri Prochazka, de 30 anos, protagonizou uma ascensão meteórica no UFC. O tcheco estreou pela companhia em 2020, disputou três lutas e se tornou campeão dos meio-pesados em 2022. Pela organização, ‘Denisa’ nocauteou Volkan Oezdemir, Dominick Reyes e finalizou Glover Teixeira em sequência. No Rizin FF, o atleta nocauteou Bruno Cappelozza, CB Dollaway, Karl Albrektsson, Muhammed ‘King Mo’ Lawal e Vadim Nemkov.

  • McKee sugere realização de disputas de cinturão para elevar show Bellator vs Rizin

    McKee sugere realização de disputas de cinturão para elevar show Bellator vs Rizin

    A temporada 2022 ainda não acabou para AJ McKee. No dia 31 de dezembro, no Japão, ‘Mercenary’ lidera o evento especial de fim de ano Bellator vs Rizin FF e enfrenta Roberto de Souza, campeão do peso-leve (70 kg) da organização asiática. Empolgado com o importante compromisso na tradicional Saitama Super Arena, o ex-detentor do título do peso-pena (66 kg) da companhia americana indicou que ele poderia ser ainda mais valioso.

    O evento em si coloca frente a frente os principais nomes das empresas, mas, mesmo com a participação de campeões, as lutas não valem cinturão. No entanto, McKee esbanjou confiança e sugeriu que o embate contra ‘Satoshi’ fosse válido pelos títulos das organizações.

    Apesar de não ser campeão do Bellator, AJ possui um cinturão em casa, já que foi vencedor do GP dos penas, em 2021, e se mostrou disposto a colocar o valioso objeto na mesa, se o brasileiro aceitar fazer o mesmo com sua cinta dos leves do Rizin. Segundo o americano, os atletas da empresa de Scott Coker provaram ter coragem para assumir riscos ao aceitarem lutar em território hostil, com regras diferentes e, disposto a dar mais peso ao aguardado show, provocou, insinuando que os representantes asiáticos também deveriam fazer algo para elevar o nível da disputa.

    “Não está em jogo, mas eu gostaria que estivesse. Para mim, é tudo sobre cinturões, principalmente nós sendo a luta principal. Eu estava ansioso para colocar aquele cinturão em jogo, colocar o meu cinturão em jogo. Talvez eu envie uma mensagem para ele, ‘Vou levar o meu cinturão, você leva o seu cinturão e o vencedor fica com tudo’. Sou um tomador de risco, vou colocar tudo em jogo sempre. Uma luta é uma luta e estilos fazem lutas. Não tenho nada contra esses caras, mas vamos lutar na casa deles, no ringue deles, com as regras deles. Para nós, somos os tomadores de risco, mas, para mim, não há problema. Mais risco, mais recompensa para mim”, declarou o lutador, em entrevista ao site ‘MMA Junkie’.

    AJ McKee, de 27 anos, é um dos símbolos do Bellator e um dos grandes nomes do MMA atual. No esporte desde 2015, o ex-campeão do peso-pena da companhia possui um cartel composto por 19 vitórias e uma derrota. Curiosamente, todas as lutas de ‘Mercenary’ foram realizadas na organização de Scott Coker. Seus principais triunfos foram sobre Darrion Caldwell, Pat Curran e Patrício ‘Pitbull’.

  • Marlon Moraes pede por trilogia contra Sheymon Moraes no PFL

    Marlon Moraes pede por trilogia contra Sheymon Moraes no PFL

    Em novembro passado, após deixar a aposentadoria de lado, Marlon Moraes estreou no PFL. O debute, porém, não foi como o brasileiro esperava, com uma derrota por nocaute técnico para o compatriota Sheymon Moraes. Disposto a passar a limpo o mais recente resultado negativo, ‘Magic’, como é conhecido, desafiou seu último algoz para um novo combate – que seria o terceiro entre os dois dentro do MMA profissional.

    Através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), o atleta de Nova Friburgo usou o histórico entre os dois para promover uma trilogia em 2023. Além do recente duelo entre os dois no PFL, Marlon e Sheymon já mediram forças competindo pelo ‘WSOF’, em 2015. Na ocasião, Magic levou a melhor com um triunfo via mata-leão.

    “Sem conversa mole, foi feliz. Parabéns pela vitória, Sheymon Moraes! 2023 chegando, vamos resolver esse confronto. (Está) 1 a 1. Moraes vs Moraes 3 em abril?”, escreveu Marlon.

    Caso o PFL não case o confronto diretamente para desempatar a disputa entre os brasileiros, ainda há a possibilidade dos caminhos de Sheymon e Marlon se cruzarem em 2023. Caso participem do já tradicional ‘Grand Prix’ dos pesos-penas (66 kg) da companhia, os lutadores do Rio de Janeiro podem, inclusive, protagonizar uma trilogia milionária, dependendo do chaveamento e desempenho de ambos no ‘GP’.

  • Durinho minimiza importância de Masvidal e revela plano para disputar título do UFC

    Durinho minimiza importância de Masvidal e revela plano para disputar título do UFC

    Um dos tops dos meio-médios (77 kg) do UFC, Gilbert Burns admite que ainda sofre com a derrota sofrida para Kamaru Usman, em 2021, na disputa pelo cinturão, mas não desiste de alcançar o status de campeão da categoria. Em busca do lugar mais alto da divisão, ‘Durinho’ encara Neil Magny, em janeiro, no Brasil, para voltar ao caminho das vitórias e se aproximar de uma nova luta pelo título. Inclusive, o niteroiense já elaborou o planejamento ideal para receber tal oportunidade da companhia.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui), ‘Durinho’ revelou que, para disputar o cinturão dos meio-médios do UFC pela segunda vez, deve precisar fazer mais três lutas, incluindo a próxima com Magny, e não só vencer, como também impressionar no octógono. Caso confirme o favoritismo sobre o veterano, o brasileiro, de 36 anos, que só fez um combate em 2022 e perdeu para Khamzat Chimaev, em abril, já se colocou à disposição para atuar com frequência em 2023 e minimizou a importância de Jorge Masvidal.

    Antes de assinar o contrato para a luta contra Magny, o foco do niteroiense era ter o ‘bad boy’ como oponente, mas a negociação se arrastou por meses e demorou tanto a ser concluída, que as partes não chegaram a um acordo e o confronto ficou apenas no campo da imaginação. Como perdeu tempo ao esperar pelo ‘sim’ de ‘Gamebred’, ‘Durinho’, irritado, o acusou de recusar o duelo por estar com medo. Agora, o atleta assegura que não vai correr atrás de Masvidal e já abre as portas para novos embates com integrantes da elite dos meio-médios do UFC.

    “A minha meta é o cinturão sempre. Acho que uma vitória contra o Masvidal, nessas três que preciso, contaria, porque ele tem um nome muito grande, mas se o UFC quiser e ele quiser também. Não vou ficar procurando muito não. Meu objetivo é claro: três vitórias dominantes, disputar o cinturão e ganhar dessa vez. É uma luta que seria boa para a popularidade, para os fãs. Não é nem por causa do Masvidal, agora é o Durinho. Contra quem for, não importa se é o Masvidal, quem for. Agora, é o Magny. O foco é ganhar essa luta, acabar com ele. Se eu for bem, sair sem lesão, vamos para a próxima e rápido”, declarou o lutador.

    Gilbert Burns, de 36 anos, é um dos principais lutadores brasileiros em atividade no MMA. ‘Durinho’ iniciou sua caminhada no esporte em 2012 e estreou no UFC em 2014. Pela empresa, o niteroiense disputou 18 lutas, venceu 13 e perdeu cinco vezes. Número cinco no ranking dos meio-médios, o atleta chegou a disputar o cinturão da categoria em 2021. Seus principais triunfos foram sobre Demian Maia, Gunnar Nelson, Stephen Thompson e Tyron Woodley.

  • Jiri Prochazka revela que USADA reduziu testes após ele abrir mão do título do UFC

    Em outubro deste ano, Jiri Prochazka despontou como o principal alvo das visitas da USADA dentro do Ultimate em 2022. Em 10 meses, o lutador tcheco recebeu a visita da agência antidoping americana em 51 oportunidades. Mas, de acordo com o próprio, a reta final de temporada tem sido mais tranquila para o meio-pesado (93 kg) – período em que justamente abriu mão do cinturão por conta de uma grave lesão sofrida no ombro.

    Em participação no programa ‘The MMA Hour’, ‘Denisa’, como é conhecido, revelou que, desde que abdicou do título do UFC, a frequência das visitas da USADA diminuiu consideravelmente. Em tom bem humorado, o lutador brincou e pediu para que os profissionais da agência reguladora mantenham o recente comportamento no futuro.

    “É verdade. Desde que eu vaguei o título, (as visitas) da USADA diminuíram. Sou grato por isso. Se eles estiverem ouvindo isso: ‘Obrigado, por favor, mantenham assim’ (risos). Algumas vezes cometi alguns erros com isso (informar minha localização), houve alguns maus entendidos, mas agora está tudo certo. Eles sempre vêm entre 5 e 6 da manhã, para extrair meu sangue duas vezes, da mão e do ombro, coletam minha urina. Foi bem engraçado esse período”, destacou Jiri.

    Depois de se lesionar às vésperas do que seria sua primeira tentativa de defesa de título, em revanche imediata com Glover Teixeira, Prochazka segue em tratamento. Devido à gravidade da lesão sofrida, a expectativa é de que o meio-pesado retorne aos octógonos apenas no segundo semestre de 2023.