Tag: UFC

  • Ariane Lipski recorda drama em corte de peso e promete “show” contra ‘Pedrita’

    Ariane Lipski recorda drama em corte de peso e promete “show” contra ‘Pedrita’

    Após ter problema com o corte de peso e não conseguir se apresentar na última semana, Ariane Lipski está pronta para subir no octógono mais famoso do mundo neste sábado (13), quando encara a compatriota Priscila ‘Pedrita’ no UFC San Diego. Mas a brasileira não deixou de narrar todo drama sofrido na sexta-feira (5), quando precisou de ajuda do médico do Ultimate e foi vetada de atuar na edição número 59 em Las Vegas (EUA).

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui), a lutadora, que nunca havia falhado em seus compromissos com a balança da organização, explicou que passou por um processo de grande desidratação após a pesagem do UFC Vegas 59 e não conseguia se alimentar corretamente. Lipski, inclusive, revelou que precisou ficar no soro por algumas horas até poder comer novamente e celebrou poder estar 100% de saúde para lutar.

    “Faltaram dois pounds e meio (1,1 kg) para eu fazer o peso da categoria e na perda de peso meu corpo estava forçando e ele parou de suar para eu bater. Minha adversária aceitou a luta, mas quando sai da pesagem senti que não estava bem. Quando cheguei em casa e tomei o suplemento que o PI me deu, eu vi que estava passando muito mal e meu corpo começou a rejeitar tudo que colocava para dentro. Comia ou tomava algo, já tinha que ir para o banheiro. Eu estava muito desidratada. Logo pedimos um médico para o UFC e ele disse que estava muito desidratada, me deu um soro… A pesagem foi nove horas da manhã e só consegui comer nove horas da noite. Fiquei muito tempo. O soro me ajudou a recuperar, mas perguntamos para o UFC para marcar a luta o quanto antes e numa categoria de cima para não ter que desidratar novamente. Surgiu a chance de lutar nessa semana, a rival aceitou e foi tudo certo”, explicou.

    Ariane também adiantou um dos motivos pela qual ela acredita que não bateu o peso. A peso-mosca (57 kg) contou que contraiu COVID-19 no início de sua preparação para a luta e sugeriu que isso pode ter influenciado para a sua primeira falha em pesagem. Além disso, apesar do erro no corte de peso, Lipski, por ora, descartou a possibilidade de subir de divisão

    “Peguei COVID no início do camp e tomei muitos medicamentos para melhorar a recuperar dos sintomas. Pode ter sido uma das causas. Acredito que não tem motivo para subir de categoria, pois agora estou em um shape bom para a categoria. Foi tudo muito novo, pois foi a primeira vez que aconteceu”, afirmou.

    Sobre o confronto diante de ‘Pedrita’, Ariane comemorou poder encarar uma oponente que também tenha o mesmo estilo que a dela e destacou a confiança nas suas habilidades para sair com mais um triunfo do cage.

    “Podem esperar uma luta que vai ter muita trocação, a Pedrita é uma atleta agressiva, gosta da trocação, de ficar na curta distância e acredito que esse tipo de luta que o fã, eu e ela gostamos. Estamos preparados para dar um show. Eu tenho vantagem na parte técnica e vou me destacar nisso. Confio muito no meu estilo e aí que vou me sobressair”, completou.

    Ex-campeã do evento polonês ‘KSW’, Ariane Lipski estreou no UFC em janeiro de 2019 e iniciou sua trajetória na organização com duas derrotas seguidas, para Joanne Calderwood e Molly McCann, ambas por decisão dos juízes. Na sequência, com a ‘corda no pescoço’, a ‘Rainha da Violência’ se recuperou ao vencer as compatriotas Isabela de Pádua e Luana ‘Dread’ de forma consecutiva.

  • Top 15 do peso-médio do UFC, Uriah Hall anuncia aposentadoria do MMA

    Top 15 do peso-médio do UFC, Uriah Hall anuncia aposentadoria do MMA

    Integrante do top 15 do peso-médio (84 kg) e considerado um dos grandes nomes da atualidade do UFC, Uriah Hall surpreendeu os fãs da modalidade nesta quarta-feira (10). O americano decidiu, aos 38 anos, se aposentar oficialmente do MMA.

    A decisão do finalista do ‘The Ultimate Fighter 17’ veio em um longo texto compartilhado através de suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo). Hall não deu motivos para a atitude de se afastar do esporte, mas fez questão de agradecer ao UFC por contratá-lo e exaltou os anos vividos na companhia. Além disso, o americano mandou um recado aos fãs e aos novos atletas da liga.

    “É com muita tristeza que estarei me afastando do maior esporte do mundo. Vou sentir falta da incrível equipe do UFC que se tornou uma família e dos mentores que conheci ao longo do caminho. O UFC me deu a melhor oportunidade de sair completamente da minha zona de conforto. Ao longo dos anos, enfrentei alguns dos melhores do mundo ao mais alto nível. Apesar de não ter alcançado o posto de campeão mundial, adquiri algumas das minhas maiores conquistas no MMA e isso foi enfrentar meus medos e ser campeão na vida. Quero agradecer aos fãs incríveis, vocês fizeram do esporte o que é hoje. É importante ter as pessoas certas ao seu redor que cuidam de você e o encorajam a se tornar uma versão melhor de si mesmo. Quero agradecer a minha equipe meus treinadores meus amigos e minha família sempre ao meu lado. Todos vocês foram a força motriz que me incentivou diariamente. Por fim, quero agradecer especificamente a Dana White por me dar a oportunidade de colidir com os gladiadores modernos. Obrigado por sempre me apoiar no bem e no mal… Para a próxima geração, você é o 1% dos maiores atletas do planeta. Será um prazer ver de onde vocês levam esse esporte daqui. Estarei assistindo! Vá em frente”, escreveu.

    Uriah Hall integrava o UFC desde 2013 e ficou boa parte de sua trajetória na companhia no no top-15 do peso-médio. Pela maior organização de MMA do mundo, o veterano disputou 19 lutas, venceu dez e perdeu nove vezes. Seus triunfos mais importantes foram sobre Anderson Silva, Chris Weidman, Gegard Mousasi e Thiago ‘Marreta’.

  • Makhachev insinua que ‘Do Bronx’ só aceitou enfrentá-lo após ameaça do UFC

    Ainda faltam dois meses para Islam Makhachev e Charles ‘Do Bronx’ duelarem dentro do octógono do UFC 280, em disputa válida pelo cinturão do peso-leve (70 kg), mas o clima para a disputa já começa a esquentar, especialmente pelo lado do lutador russo. Em recente participação no programa ‘DC & RC’, o pupilo de Khabib Nurmagomedov insinuou que o brasileiro tentou, de várias maneiras, fugir de um confronto contra ele e que só teria mudado de ideia ao ser colocado contra a parede pelo Ultimate.

    Quarto colocado no ranking dos leves e dono da segunda maior sequência de vitórias ativa na categoria (10), atrás somente do próprio Charles (11), Makhachev criticou a postura do brasileiro, que antes de aceitar enfrentá-lo chegou a cogitar uma luta contra o veterano Nate Diaz, além de deixar claro que sua prioridade seria medir forças com Conor McGregor, visando uma maior remuneração financeira, baseado na fama e prestígio dos dois veteranos. O companheiro de equipe do ex-campeão Khabib Nurmagomedov ainda indicou que foi preciso que o UFC fizesse uma espécie de ameaça para que ‘Do Bronx’ entrasse em um acordo pela luta do dia 22 de outubro.

    “Para mim, isso é vergonhoso quando um campeão peso-leve do UFC pede por alguém como Nate Diaz ou Conor McGregor. Conor McGregor, que venceu cinco anos atrás, ninguém se lembra quando esses caras venceram alguma luta. Ele tentou ir no Diaz ou McGregor, mas esqueceu meu nome. E quando eles perguntavam sobre mim, ele dizia que precisava de (mais) dinheiro ou algo assim, mas quando ele lutou com Dustin (Poirier) ou Justin Gaethje, ele não pensou no dinheiro. Ele disse: ‘Islam tem que lutar mais uma vez’, ou algo assim. Mas o UFC disse a ele: ‘Hey, se você não aceitar essa luta, nós vamos dar uma chance para o Michael Chandler’. É por isso que ele aceitou essa luta”, disparou Islam.

    Companheiro de treinos de Khabib Nurmagomedov, Islam Makhachev venceu seus dez últimos confrontos no octógono mais famoso do mundo, credenciando-se, assim, para a disputa de título contra Charles ‘Do Bronx’. Por sua vez, o brasileiro não perde há 11 lutas e, neste período, foi coroado como campeão dos leves do UFC, título que perdeu após uma polêmica falha na balança na sua mais recente defesa de cinturão, em maio deste ano.

  • Kamaru Usman descarta chance de Conor McGregor voltar a ser campeão do UFC

    Kamaru Usman descarta chance de Conor McGregor voltar a ser campeão do UFC

    Em recuperação de uma grave lesão sofrida no ano passado, Conor McGregor já deixou claro que pretende retornar ao octógono do UFC em uma disputa de título, seja no peso-leve (70 kg) ou no meio-médio (77 kg). Apesar de não viver boa fase na carreira, o irlandês – principal astro da companhia – segue prestigiado e, por isso, não chegará a ser uma surpresa caso o lutador tenha seu pedido atendido pelo Ultimate. Mas, para um importante nome do esporte, o europeu não terá sucesso caso receba uma nova chance de conquistar um cinturão da liga.

    Em entrevista ao podcast ‘I Am Athlete’, Kamaru Usman, campeão peso-meio-médio do UFC, cravou que o irlandês não voltará a conquistar um título da organização. Para o nigeriano, McGregor já não possui a mesma motivação do início da carreira, muito em função do sucesso financeiro obtido pelo lutador europeu desde que se transformou na principal estrela do MMA mundial, e, por isso, chegar ao topo novamente está fora de cogitação.

    “Ele não está necessariamente acabado, mas ele está acabado como um campeão. Esse é o meu ponto de vista, porque quando eu luto com os caras, eu estudo os corações deles. Quando eu assisto lutas, eu vejo o coração deles e, para mim, ele já era. Ele está acabado, porque eu não sei se o objetivo era ganhar dinheiro. Eu não sei se era isso, porque tem uma história sobre ele: ele estava sem dinheiro. Para mim, parece que foi sobre não estar quebrado (financeiramente), sobre ganhar dinheiro. Eu entendo isso. Agora ele não está quebrado. Mas como você vai ser campeão, porque foi isso que te impulsionou a se tornar um campeão, porque você não queria mais ser pobre? Agora você não está sem dinheiro”, comentou Kamaru Usman.

    Ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve do UFC, Conor McGregor atingiu um patamar nunca antes alcançado por outro lutador de MMA. Com sua personalidade única, o irlandês rompeu as barreiras da modalidade e se tornou uma figura conhecida ao redor do globo, o que fez com que seu patrimônio crescesse exponencialmente. Coincidentemente, paralelo ao sucesso financeiro, o europeu passou a ser visto com menos frequência dentro do octógono e seus resultados esportivos sofreram uma queda, acumulando o mesmo número de derrotas em suas últimas quatro lutas que o que possuía anteriormente em sua carreira.

  • Sonnen afirma que vitória de Poatan sobre Adesanya seria um “desastre” para o UFC

    Sonnen afirma que vitória de Poatan sobre Adesanya seria um “desastre” para o UFC

    No próximo dia 12 de novembro, Alex ‘Poatan’ Pereira terá a oportunidade de conquistar o cinturão peso-médio (84 kg) do UFC ao desafiar o atual campeão Israel Adesanya, na luta principal da edição de número 281, programada para acontecer em Nova York (EUA). Mas há quem tema as consequências que um possível triunfo do paulista possa trazer para a organização.

    Em vídeo publicado recentemente no seu canal do ‘Youtube’, Chael Sonnen criticou o fato de ‘Poatan’ não ajudar na promoção da luta e classificou uma possível vitória do brasileiro como um “desastre” para o futuro UFC. O ex-lutador, que durante sua carreira se notabilizou por explorar ao máximo a questão comercial, baseou sua tese no aspecto promocional do MMA como única fonte de entretenimento para o público e deixando completamente de lado o fator esportivo, no qual o ex-kickboxer já demonstrou ter capacidade de sobra para agradar os fãs.

    De acordo com Sonnen, o trabalho feito pelo atual campeão do peso-médio fora do cage, seja interagindo nas redes sociais ou explorando sua boa oratória quando possui o microfone nas mãos não pode ser substituído à altura pelo lutador brasileiro, de personalidade mais introvertida. Por isso, o americano entende que uma vitória de ‘Poatan’ sobre Adesanya seria prejudicial para o UFC em termos comerciais.

    “Então, (Alex) Pereira tem feito um grande trabalho. Mas ele está traindo seus parceiros. Ele tem um trabalho a fazer de vender essa luta. E se ele ganhar essa luta, ele vai ter que levar essa divisão nos ombros. Se ele vai tomar o reinado de Adesanya, você tem que olhar para tudo que Adesanya está fazendo. Você tem que ser capaz de substituir isso e mais. (…) Seria um desastre se Pereira vencesse essa luta, junte a isso as ferramentas de promoção. Você tem um dos grandes marqueteiros do esporte, que se importa com a audiência, ele se importa o suficiente para trazer a vocês o entretenimento. Contra um cara (Poatan) que não liga para isso. Um cara que eu não tenho certeza se saberia soletrar ‘entreter’ – um cara que não entende esse lado do negócio”, analisou Sonnen.

    Alex Poatan e Israel Adesanya possuem uma rivalidade antiga, que nasceu quando ambos ainda competiam exclusivamente no kickboxing. Na modalidade, os atletas se enfrentaram em duas oportunidades, ambas vencidas pelo brasileiro, sendo uma por pontos e a outra por nocaute. Depois do sucesso obtido pelo nigeriano no MMA, onde se consolidou como o principal peso-médio do mundo, o paulista decidiu migrar definitivamente para a modalidade e, com uma ascensão meteórica, conseguiu garantir uma disputa de título no UFC contra seu antigo rival.

  • Técnico se mostra descrente por Deiveson x Moreno 4 e cita plano B para o mexicano

    Técnico se mostra descrente por Deiveson x Moreno 4 e cita plano B para o mexicano

    Com a recente conquista do título interino do peso-mosca (57 kg) por Brandon Moreno, a quarta luta entre o mexicano e Deiveson Figueiredo, pelo cinturão linear da divisão seria uma questão de tempo para acontecer. No entanto, tem gente do time do mexicano que acredita que esse duelo não vai sair do papel, e por culpa do brasileiro.

    Pelo menos esse é o pensamento de James Krause, um dos treinadores de Brandon Moreno. Em entrevista ao site ‘BJPenn.com’, o profissional criticou as recentes decisões de Deiveson sobre sua carreira, principalmente ao deixar a ‘Fight Ready’, equipe onde treinou para seu última atuação, e se mostrou descrente que o brasileiro vá alcançar o limite de peso dos moscas novamente.

    “Acho que ‘Figgy’ deixar a ‘Fight Ready’ é um erro. Esses caras fizeram um excelente trabalho o preparando para a terceira luta. Sinto que isso é um erro da parte dele, mas não cabe a mim tomar essa decisão. Mas, vou ser honesto, ficarei surpreso se essa luta acontecer. Ele é enorme, não sei se ele pode voltar para o peso-mosca, se o fizer, estou muito animado com isso”, afirmou.

    Com a possibilidade de Deiveson não conseguir baixar para o peso-mosca novamente, uma vaga para ser o próximo adversário de Moreno poderia se abrir. Dessa maneira, Krause elegeu Alexandre Pantoja como o oponente ideal do mexicano pelo cinturão linear do Ultimate.

    “Pantoja tem que ser o próximo na fila, Pantoja vs Brandon pelo título linear peso-mosca é o que eu apostaria. Não sei quem mais você pode colocar lá”, completou.

    Vale mencionar que Deiveson Figueiredo e Brandon Moreno já se enfrentaram três vezes pelo título dos moscas, com uma vitória para cada e um empate. A última vez que os dois estiveram frente a frente aconteceu em janeiro deste ano, quando o brasileiro venceu o rival por pontos e recuperou o cinturão da categoria.

  • Blachowicz faz promessa a Dana e lista motivos para disputar título contra Prochazka

    Blachowicz faz promessa a Dana e lista motivos para disputar título contra Prochazka

    Ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC e atual número dois no ranking da categoria, Jan Blachowicz ainda sonha com uma nova oportunidade de lutar pelo cinturão até 93 kg da organização. Apesar de todos os sinais indicarem que a próxima disputa de título na divisão terá mais uma vez Jiri Prochazka e Glover Teixeira como protagonistas, em uma revanche do duelo realizado em junho, o polonês faz seu papel e tenta de todas as formas convencer o Ultimate a escalá-lo como desafiante, na vaga que parece destinada ao brasileiro.

    Depois de alguns pedidos públicos, Blachowicz decidiu intensificar sua campanha por um novo ‘title shot’ e utilizou sua conta oficial no ‘Twitter’ para tentar alcançar diretamente Dana White, presidente do UFC, com sua mensagem (veja abaixo ou clique aqui e aqui). Nela, o polonês enumera os motivos pelos quais deveria ser escalado para enfrentar o atual campeão, Jiri Prochazka, na primeira defesa de título do lutador tcheco pelo Ultimate, e aproveita para cutucar o rival, além de fazer uma promessa ao dirigente máximo da organização.

    “Fatos:

    – Como o primeiro lutador masculino da Polônia a me tornar campeão do UFC.

    – Por causa do meu trabalho, meu nome acumula respeito.

    – Nunca fugi de nenhum desafio.

    – Eu fui para o UFC para criar grandes momentos para os fãs.

    – Eu não estou acabado ainda.”, listou Jan.

    “Dana White, sem papo furado, nem política, sem bobagens. Me dê Prochazka e eu te darei a maior luta de MMA na história da Europa. Ao contrário dele, eu sempre cumpro a minha promessa”, disparou o polonês.

    Depois de perder o cinturão dos meio-pesados para o brasileiro Glover Teixeira, em outubro do ano passado, Jan Blachowicz voltou ao octógono em maio e, em virtude de uma lesão sofrida por Aleksandar Rakic, saiu vencedor do confronto, se recolocando na corrida por uma disputa de título. Após o triunfo, o polonês foi apontado por Glover e por Prochazka, que viriam a disputar a cinta até 93 kg em junho, como o primeiro da fila pelo ‘title shot’.

    Porém, com a vitória de Prochazka sobre Glover nos segundos finais de uma intensa batalha de cinco rounds, na qual o brasileiro levava a melhor na pontuação dos juízes até o desfecho do combate, o UFC, assim como os dois lutadores, passou a considerar uma revanche imediata entre eles, deixando Blachowicz em compasso de espera. Agora, ainda sem a oficialização do segundo duelo entre Jiri e Teixeira, o polonês tenta de todas as formas ‘furar a fila’ e garantir uma nova oportunidade de disputar o cinturão dos meio-pesados do Ultimate.

  • Namajunas sugere possível mudança de divisão e especula luta com Valentina

    Namajunas sugere possível mudança de divisão e especula luta com Valentina

    Sem previsão de voltar a atuar pelo Ultimate após perder o cinturão do peso-palha (52 kg) para Carla Esparza, Rose Namajunas pode ter um novo plano para a sua sequência de carreira na organização. De acordo com a própria lutadora, existe uma possibilidade até de se aventurar em uma nova categoria na companhia.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Namajunas revelou sua ideia de se aprimorar em outras áreas das artes marciais em busca de mais evolução. Além disso, a americana admitiu ter um plano para ganhar mais massa muscular nos próximos meses, o que gera uma expectativa de uma mudança de divisão.

    “Ainda não sei ao certo quando eu poderia lutar de novo, mas eu sei que quero fazer algum tipo de luta de grappling. Eu quero realmente acumular alguma experiência nessa área. Além disso, uma vez que eu tenha minhas outras coisas em ordem, minhas coisas da vida, eu vou levantar mais peso e talvez ganhar um pouco mais de músculo, e ver o que acontece a partir daí”, afirmou.

    Ao deixar seu futuro em aberto com uma possível subida de peso, Namajunas foi logo questionada sobre um hipotético embate diante de Valentina Shevchenko, atual campeã do peso-mosca (57 kg) do UFC. A americana tratou de exaltar a atleta do Quirguistão e sugeriu uma condição para fazer esse duelo acontecer.

    “Eu amo Valentina. Na minha opinião, e sempre esqueço que Amanda Nunes é a GOAT feminina do MMA. Mas Valentina, se ela continuar fazendo o que está fazendo, você poderia fazer esse caso (para ela) também. Eu me considero amiga de Valentina, então para que eu faça isso, teria que ser por uma razão muito boa. (…) Obviamente, como uma lutadora, isso seria muito interessante. Mas, ainda não sei. Teria que ser (muito lucrativo)”, completou.

    Rose Namajunas atua no MMA profissional desde 2013 e conquistou o título da divisão pela primeira vez em 2017, quando superou Joanna Jedrzejczyk e, na sequência, manteve sua coroa em revanche com a polonesa, dessa vez em combate que aconteceu em 2018. No entanto, em 2019, a ‘Thug’ foi superada pela brasileira Jéssica ‘Bate-Estaca’ e perdeu o cinturão, o recuperando somente em abril de 2021, quando superou Zhang. Agora, após perder a cinta, a lutadora vai precisar fazer uma nova caminhada até o topo.

  • UFC anuncia acordo com a Band e confirma evento no Rio de Janeiro em 2023

    UFC anuncia acordo com a Band e confirma evento no Rio de Janeiro em 2023

    O UFC estará de cara nova no Brasil em 2023. A organização anunciou um contrato com a TV Bandeirantes para substituir a Globo a partir do ano que vem, o que marca o retorno de eventos da companhia na TV aberta no país, com um acordo de transmitir 12 edições por ano. Além disso, o Ultimate confirmou a volta de um show no Rio de Janeiro, no dia 21 de janeiro, na Jeunesse Arena.

    A edição na ‘Cidade Maravilhosa’ será a de número 283 e ainda não tem nenhuma luta anunciada em seu card. Este evento será o retorno do Ultimate ao Brasil após quase cerca de três anos de ausência. A última vez que a franquia esteve em solo nacional aconteceu em março de 2020, em Brasília (DF), em show que foi realizado sem público por causa da pandemia de COVID-19.

    Junto com o acordo com a Band, o UFC também comunicou o lançamento da sua plataforma de streaming ‘UFC Fight Pass’ no Brasil, também em janeiro, que vai entrar no lugar do ‘Combate’ na transmissão de todos os eventos da companhia. No local, o público, além de encontrar todas as edições ao vivo, com conteúdo em português, terá acesso ao maior acervo de lutas históricas da companhia e programas especiais. O serviço terá o custo de R$ 24,90 por mês.

  • Sonnen relativiza domínio de Amanda e sugere que Peña pode dar o troco na trilogia

    Sonnen relativiza domínio de Amanda e sugere que Peña pode dar o troco na trilogia

    O domínio demonstrado por Amanda Nunes na revanche contra Julianna Peña, disputada no último dia 30 de julho, no UFC 277, fez com que poucas pessoas, além da americana, pedissem pela promoção de uma terceira luta entre elas. Um nome que pode ser acrescentado a essa modesta lista é o do ex-lutador Chael Sonnen.

    Em um vídeo publicado recentemente em seu canal do ‘Youtube’, Sonnen se mostrou favorável à realização do terceiro capítulo da trilogia entre Amanda e Julianna. Na visão do ex-lutador, a superioridade demonstrada pela ‘Leoa’ durante os cinco rounds do segundo confronto ocorreu em razão de uma estratégia muito bem aplicada pela brasileira, mas, ao mesmo tempo, bastante simples.

    Por isso, Sonnen pondera que Julianna Peña, com tempo suficiente de preparação e já atenta ao que foi feito pela rival dentro do octógono do UFC 277, teria total capacidade de fazer os ajustes necessários para combater as técnicas empregadas pela brasileira em uma possível terceira luta. Baseado nesse pensamento, o americano sugere que seja completada a trilogia entre as rivais.

    “Se você conseguir acertar um na cabeça e dois no corpo em uma luta, volte para o um na cabeça e dois no corpo. Apenas continue fazendo isso repetidamente até que alguém toque a buzina e te tire de cima deles. E eu sugiro a vocês que isso foi grande parte do que Amanda fez. O que vocês viram como dominante, que vocês viram como desigual, galera, isso foi repetição contínua e Amanda fez um grande trabalho nisso. Mas era a mesma coisa. Eu estou compartilhando com vocês razões pelas quais ter uma terceira luta poderia ser muito razoável e, historicamente falando, você poderia ter um resultado muito diferente”, ponderou Chael Sonnen.

    Amanda Nunes e Julianna Peña se enfrentaram pela primeira vez em dezembro do ano passado. A americana, que entrou como zebra para a disputa, finalizou a brasileira, chocou a comunidade das lutas e conquistou o cinturão peso-galo (61 kg) do Ultimate, que pertencia à baiana. Sete meses depois, na revanche, a ‘Leoa’ deu o troco e, com uma atuação dominante durante os cinco rounds da batalha, superou a rival na decisão unânime dos juízes, recuperando o título até 61 kg do UFC.