Tag: UFC

  • Philipe Lins mostra empolgação para luta após primeiro triunfo no UFC

    Philipe Lins mostra empolgação para luta após primeiro triunfo no UFC

    Após vencer sua última luta, realizada em abril, em Las Vegas (EUA), Philipe Lins encerrou a má fase no MMA e afastou qualquer possibilidade de ser cortado do UFC. Agora, aliviado com o primeiro triunfo na maior organização do esporte justamente em sua estreia nos meio-pesados (93 kg) dela, o brasileiro está motivado na busca pelo novo resultado positivo neste sábado (1º), diante de Maxim Grishin.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui), Philipe comemorou o importante triunfo sobre Marcin Prachnio e avisou que o gosto da vitória o motivou a passar por Grishin para, quem sabe, figurar no top-15 dos meio-pesados do UFC. Antes de integrar a organização, o brasileiro atuou no PFL e foi campeão do peso-pesado, mas revelou que, agora, encontrou sua melhor versão no MMA ao mudar de categoria. Empolgado por estar mais leve e saudável, visto que conviveu com lesão e problemas de saúde, o atleta mostrou ter conhecimento sobre o atual oponente, que, assim como ele, venceu o último combate que realizou. Portanto, ‘Monstro’ indica que, para evitar o perigo que o russo representa em pé, deve explorar o grappling.

    “A vitória deu uma folga para mim, eu estava com a corda no pescoço. Vamos seguir em frente, acredito que estou no caminho certo. Nunca fui um pesado grande e vinha com duas derrotas seguidas, então a decisão foi minha, junto com meus treinadores e empresário. Acredito que estou na categoria certa. Estou me sentindo bem melhor, mais saudável. É uma luta boa, ele é um cara experiente, mas estou pronto para a guerra, montei uma ótima estratégia, fiz um ótimo camp. Acredito que será um grande combate e eu estou pronto. Acho que ele é mais perigoso no kickboxing e eu levo vantagem na velocidade e no jiu-itsu. Acredito que uma vitória pode me colocar no top-15“, declarou o lutador.

    Philipe Lins, de 37 anos, encontrou problemas no início de sua trajetória no UFC, mas se recuperou na atual temporada. No peso-pesado, ‘Monstro’ perdeu para Andrei Arlovski e Tanner Boser e, em seguida, decidiu tentar a sorte nos meio-pesados. Na atual categoria, o brasileiro superou Marcin Prachnio. Agora, o atleta encara Maxim Grishin, neste sábado, para tentar igualar seu registro na companhia.

  • Parceiro de time de Charles provoca Islam e Khabib: “Vão morrer pela boca”

    Parceiro de time de Charles provoca Islam e Khabib: “Vão morrer pela boca”

    Charles ‘Do Bronx’ vive a fase mais iluminada de sua carreira e, no UFC 280, diante de Islam Makhachev, terá a chance de reconquistar o cinturão peso-leve (70 kg) da companhia. Companheiro de equipe do brasileiro na ‘Chute Boxe’, Daniel Santos garante que o especialista de jiu-jitsu está na ‘ponta dos cascos’. Com a experiência de quem o acompanha de perto e sabe do perigo que o maior finalizador da história do Ultimate oferece, ‘Willycat‘, como é conhecido, aproveitou para provocar a dupla russa: Khabib Nurmagomedov e seu pupilo.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight (clique aqui), o peso-galo criticou a postura adotada pelos russos antes do confronto com Charles. Já aposentado, Khabib veio a público inúmeras vezes reforçar sobre a qualidade de Islam e chegou a afirmar até mesmo que o brasileiro não viajaria até Abu Dhabi, no dia 22 de outubro, para enfrentar seu pupilo.

    “Charles está voando baixo, cara. Não queria falar nada não, mas o Islam e o Khabib vão morrer pela boca, igual peixe. Estão falando e vão cair. Os dois vão cair juntos. Nocaute (palpite para a luta)”, alfinetou Daniel.

    Em busca de sua primeira vitória no Ultimate, Daniel quer deixar uma boa impressão neste sábado (1º), durante o UFC Vegas 61. Após tropeçar em sua estreia na liga diante de Julio Arce, o brasileiro busca uma performance marcante contra John Castaneda a fim de pensar alto na divisão até 61 kg no futuro.

    “Estou 100% fisicamente, não estou com nenhuma lesão. Treinei muito grappling, venho para deixar tudo que tenho lá dentro e sair com a vitória. Acredito que em pé ele é um cara bom, a mão direita dele é a única coisa que vejo de perigo em pé”, analisou, antes de projetar seu futuro na categoria.

    “Uma vitória no sábado mostra para a categoria e para os matchmakers o quão duro eu sou. O John é um cara bom, tem bastante luta, vem de duas vitórias boas, em cima de dois nomes bons. E uma vitória sobre ele mostra que posso desafiar, quem sabe, um top-15, já tenho até um nome na cabeça. Sábado à noite eu falo para vocês (risos)“, completou Willycat.

    Aos 27 anos, o atleta mineiro soma oito triunfos e dois reveses como profissional de MMA. Já Castaneda, seu próximo rival, detém um cartel de 19 vitórias e cinco derrotas.

  • Eddie Alvarez explica saída do ONE e abre portas para volta ao UFC

    Eddie Alvarez explica saída do ONE e abre portas para volta ao UFC

    Na última semana, Eddie Alvarez anunciou sua saída do One Fighting Championship após mais de três anos de vínculo. Sem nenhum tipo de polêmica na rescisão, o lutador revelou, nesta quinta-feira (29), o motivo do término com a liga asiática: a intenção de voltar a competir em seu país: os Estados Unidos.

    Durante sua passagem pelo ONE, o atleta de 38 anos disputou quatro lutas em três sedes distintas: Japão, Filipinas e Cingapura. Próximo do fim da carreira, Alvarez quer voltar a atuar próximo da família e amigos. Em entrevista ao programa ‘The MMA Hour’, o peso-leve (70 kg) abriu as portas, inclusive, para um eventual retorno ao Ultimate ou Bellator – companhias em que se sagrou campeão mundial.

    “O contrato estava acabando, falei com meu empresário e disse a ele: ‘Gostaria de terminar minha carreira nos Estados Unidos’. Quando sentamos e negociamos inicialmente com o ONE, a ideia era que (eles) iriam migrar progressivamente para os EUA. O plano era ter lutas na Ásia, iniciar por lá e no fim do contrato nos aproximaríamos dos EUA, para eventualmente lutar aqui. Infelizmente a pandemia acabou com todos esses planos e retardou tudo. Vou assinar, muito provavelmente, meu último contrato, e só quero lutar aqui nos Estados Unidos. Realmente quero e preciso lutar nos EUA para finalizar minha carreira aqui”, revelou, antes de falar sobre as negociações para voltar à ativa.

    “Tenho reuniões marcadas para o início de outubro. Não sei se posso falar com quem. Mas os maiores nomes (de companhias) já fizeram contato e marcamos reuniões com todas. Vou ouvir todas (as propostas) mas, acima de tudo, vou ouvir os fãs, porque já estou no final da carreira. Sim (voltaria ao UFC). Sim (voltaria ao Bellator). Contanto que haja grandes nomes envolvidos na companhia, provavelmente direi sim e deixarei minhas opções em aberto”, completou o norte-americano.

    Veterano e na ativa desde 2003, Eddie Alvarez possui um extenso currículo no MMA, com direito a conquista de títulos no UFC e Bellator. Próximo do fim da carreira, o peso-leve soma 30 vitórias, oito derrotas e dois ‘no contest’ (lutas sem resultado) em sua trajetória como profissional.

  • Mackenzie garante melhora na trocação, mas promete finalizar rival no UFC

    Mackenzie garante melhora na trocação, mas promete finalizar rival no UFC

    Especialista em jiu-jitsu, Mackenzie Dern é uma lutadora temida no MMA por sua qualidade diferenciada no chão. No entanto, a atleta garante que possui mais armas em seu jogo. Tanto que a profissional encara o importante encontro com Yan Xiaonan, na luta principal do UFC Vegas 61, que acontece neste sábado (1º), como oportunidade ideal para mostrar sua evolução no esporte.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui), Mackenzie não escondeu sua empolgação com o duelo, que possui extrema importância para o peso-palha (52 kg). Atualmente, Dern é a quinta colocada no ranking da categoria, enquanto a chinesa vem logo abaixo, na sexta posição, ou seja, a vencedora da luta deve se aproximar da disputa pelo título da divisão. Ciente do que está em jogo, a atleta garante estar preparada para o desafio e, apesar de reconhecer a qualidade da adversária na trocaçao, deixa claro que não a teme, porque confia em sua melhora no setor. Mas mesmo com a evolução em pé, a estrela do jiu-jitsu avisa que jamais vai ignorar seu ponto forte. Inclusive, a lutadora aposta que sua segunda vitória seguida vai acontecer via finalização.

    “Tenho menos problema de ficar em pé trocando com ela, do que ela tem, ficando no chão comigo. Acho que esse fato de eu querer levar para o chão, estou de boa se ficar em pé, dá uma bagunçada na estratégia dela. Depois que ela receber uns socos bem dados, ela vai pensar, ‘Caramba, tenho que pensar na trocação’. Estou melhorando minha trocação para isso, para fazer a adversária entrar na luta comigo. Também estou amadurecendo como atleta. Hoje, sou mais calculista, não fico apavorada. Vou botar pressão e estou preparada para ser a melhor do mundo. Do mesmo jeito que ela está treinando a defesa de queda, como levantar, estou focada na trocação. Minha trocação vai melhorar alguma hora. Estou evoluindo muito. O wrestling está mais fácil para mim. Vou misturar tudo. No sábado, vai rolar finalização”, declarou a atleta.

    Com uma carreira de conquistas no jiu-jitsu, Mackenzie Dern, de 29 anos, iniciou sua trajetória no MMA em 2016 e estreou no UFC em 2018. Pela organização, a atleta disputou nove lutas, venceu sete e perdeu duas vezes. Atualmente, a lutadora é a quinta colocada no ranking do peso-palha da empresa. Seus principais triunfos foram sobre Nina Nunes, Randa Markos, Tecia Torres e Virna Jandiroba.

  • ‘Massaranduba’ promete impressionar em última luta no contrato com o UFC

    ‘Massaranduba’ promete impressionar em última luta no contrato com o UFC

    Em boa fase no MMA, Francisco Trinaldo tem compromisso de extrema importância pelo UFC neste sábado (1º). Na edição Vegas 61, ‘Massaranduba’ enfrenta Randy Brown, que também vive bom momento no esporte, pelos meio-médios (77 kg), e busca não só convencer no octógono para mostrar sua força na categoria, como também comprovar seu valor no Ultimate, já que esta é a última luta em seu contrato com a organização.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui), ‘Massaranduba’ revelou a informação, porém, ao contrário do que parte dos fãs pode imaginar, não se mostrou preocupado em relação ao seu futuro, seja no próprio UFC ou no MMA. Calmo, o veterano, de 44 anos e que integra o Ultimate desde 2012, já se mostra preparado para receber uma boa ou má notícia vinda da empresa, mas frisa que, caso não renove seu contrato, nada está perdido, porque Bellator, One Championship, PFL, entre outras ligas são boas opções para qualquer atleta. E, mesmo com a idade avançada para atuar nos esportes de combate, o brasileiro garante que não pensa em se aposentar, pois prova que ainda é capaz de competir em alto nível e contra adversários bem mais jovens.

    “Essa é minha última luta do contrato. Tenho que conversar com meus empresários. Sou só um funcionário. Não ofereceram a renovação, mas é porque acho que estão me segurando. Não sei, até agora não falaram nada de contrato. Veremos, mas é bom que agora tem muito mercado, há eventos bons e estamos aí para outros eventos também. Sou um garotão, como vou me aposentar com 34 anos? Estou sempre na ativa, nada de aposentadoria”, declarou o veterano.

    No show, ‘Massaranduba’ vai para sua quarta participação nos meio-médios e seu retrospecto na divisão é positivo. Nos três duelos realizados nela, o brasileiro perdeu a estreia e venceu os outros dois. Mas, assim como o veterano, Brown também chega embalado para a disputa, com três triunfos seguidos. Além disso, o americano possui clara vantagem física por ser bem maior e 12 anos mais jovem. Contudo, tal fator não assusta Francisco, que lembra que tamanho só impressiona antes da luta, mas não a define no octógono. Animado por estar em seu primeiro ‘co-main event‘ na liga, o atleta promete ampliar seu bom momento e encerrar a grande fase do oponente de forma violenta.

    “No sábado, será o mesmo Massaranduba, só que mais inteligente. Fazer o MMA completo, o que treinei, botar muita pressão no meu oponente. Ele não se dá bem com isso. Já lutei com caras como ele. É jogar na curta. Sei que vou levar alguns golpes, mas vou dar uma sequência boa, uma pressão nele. Vou botar minha mão nele. Se ele não treinou bastante para me enfrentar, não fez o serviço bem feito, porque o cara para lutar comigo vai ter que treinar bem. Só sei que vou sair de lá como vencedor. Quero machucar ele bastante. Nessa luta vou usar muito o muay thai, muito chute”, concluiu.

    Francisco Trinaldo, de 44 anos, é um veterano do MMA e um dos lutadores mais queridos pelos fãs brasileiros por conta de sua simplicidade. No esporte desde 2006, ‘Massaranduba’ possui um cartel composto por 28 vitórias e oito derrotas. Seus principais triunfos foram sobre Adriano Martins, Bobby Green, Evan Dunham, Jim Miller, Norman Parke, Paul Felder e Ross Pearson.

  • Duelo de gerações! Tabatha Ricci elogia rival veterana antes do UFC Vegas

    Duelo de gerações! Tabatha Ricci elogia rival veterana antes do UFC Vegas

    No meio do MMA, sobretudo no Ultimate, é comum assistirmos o casamento de lutas entre atletas mais jovens contra oponentes mais experientes. Neste sábado (1º), no UFC Vegas 61, em Las Vegas (EUA), não será diferente. Aos 27 anos de idade, Tabatha Ricci enfrenta a veterana Jessica Penne, de 39. Às vésperas do card, a peso-palha (52 kg) brasileira prestou respeito e elogiou a trajetória de sua adversária na modalidade.

    Em entrevista exclusiva à Ag Fight (clique aqui), ‘Baby Shark’, como é conhecida, avaliou as credenciais de sua adversária, que tem mais que o dobro de sua experiência – tanto no MMA quanto no UFC. Até por conta da bagagem que a rival norte-americana traz para o jogo, Tabatha destaca que precisa, mais do que nunca, ficar atenta a possíveis armadilhas durante o combate.

    “A Jessica vem no UFC há oito anos, já lutou pelo cinturão contra a Joanna, lutou contra Jéssica ‘Bate-Estaca’, várias lutas duras contra meninas de alto nível, então ela tem uma bagagem bem grande. Para mim é uma honra compartilhar o cage com ela, uma atleta tão experiente”, afirmou Ricci, antes de avaliar como o confronto deve se desenrolar no sábado.

    “Eu e a Jessica temos o mesmo estilo de luta. Ela é uma pessoa que treina jiu-jitsu há muitos anos, é faixa-preta. Treina judô com um sensei que respeito muito. Ela tem um striking muito bom, ela luta por muitos anos, então tem um clinch muito bom. Então tenho que trabalhar e atentar para não cair nessa parte forte dela. Eu sou menor, então me ajuda um pouco se ele tentar me quedar na parte de wrestling. Fica um pouco mais difícil para ela. Se eu continuar com a minha pressão, com um ritmo mais rápido, talvez eu possa cansar ela, esse é um ponto forte meu”, completou a peso-palha.

    Com uma vitória no UFC Vegas 61, Tabatha almeja conquistar seu espaço no ranking da divisão mais competitiva do MMA feminino dentro do Ultimate. Em conversa com a Ag Fight, a atleta também deixou clara sua intenção de competir no próximo evento da organização no Brasil, agendado para o dia 21 de janeiro, na ‘Cidade Maravilhosa.’

    “A Jessica é top-15 do ranking, então vencendo essa luta é praticamente (certo) que eu entre no ranking. Espero fazer mais uma luta esse ano ainda. Se não, queria muito poder estar lutando no Brasil, em janeiro. Perto da minha família e amigos, de todo mundo que me ajudou a chegar aqui. Seria muito especial para mim conseguir essa luta no Rio de Janeiro”, admitiu a jovem lutadora.

    Embalada por duas vitórias no Ultimate, Tabatha é apenas uma das lutadoras a representarem o Brasil no UFC Vegas 61. Além dela, Mackenzie Dern, Raoni Barcelos, Philipe Lins, Neto ‘BJJ‘, Francisco ‘Massaranduba’ e Daniel ‘Willycat‘ Santos completam o esquadrão brasileiro em ação neste sábado.

  • Raoni Barcelos exalta legado de José Aldo no MMA: “Minha maior inspiração”

    Raoni Barcelos exalta legado de José Aldo no MMA: “Minha maior inspiração”

    Visto por boa parte da comunidade das lutas como o ‘GOAT’ (maior de todos os tempos) do peso-pena (66 kg), José Aldo anunciou recentemente sua aposentadoria do MMA. Além dos feitos e conquistas dentro do cage, o manauara deixa para trás também um legado que serviu de inspiração para outros lutadores, como Raoni Barcelos, ex-parceiro de treinos e admirador declarado do ‘Campeão do Povo’.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui), Raoni – que encara Trevin Jones neste sábado (1), pelo card do UFC Vegas 61 – exaltou o legado deixado pelo ‘Campeão do Povo’ e fez questão de agradecer o aprendizado que teve no período em que pôde compartilhar os treinos com o manauara no passado. O carioca também destacou a postura respeitadora adotada por Aldo durante a carreira como um diferencial do ex-soberano dos penas (66 kg) no Ultimate sobre os demais.

    “O José Aldo sempre foi a minha maior inspiração no mundo da luta. A gente chegou a treinar junto, me ajudou para caramba, aprendi para caramba. E (ele) deixou um legado muito bonito dentro do esporte. Não só para mim, mas acho que para todos os atletas, acho que ele inspira para caramba. Só agradecer, por tudo que ele fez no esporte. Sempre respeitando seus adversários, sempre íntegro, sem falar besteira de ninguém. Foi lá, ganhou, bateu em todo mundo, ficou vários anos sendo campeão. Fez a história dele muito linda. Então, é só agradecer por tudo que ele fez dentro do esporte”, declarou Raoni.

    Aos 36 anos, José Aldo anunciou sua aposentadoria do MMA no último domingo (18), após quase duas décadas de carreira como profissional. O manauara deixa o esporte com títulos do WEC e do UFC, além de ser considerado por muitos como o maior peso-pena da história.

    Por sua vez, Raoni Barcelos ainda busca alcançar o mesmo sucesso de seu compatriota. O carioca, de 35 anos, iniciou sua trajetória no UFC de forma bastante promissora, com cinco vitórias consecutivas. Porém, em suas duas apresentações mais recentes, o peso-galo foi derrotado de forma seguida, o que interrompeu sua ascensão na organização. Agora, neste sábado, o grappler terá a oportunidade de se recuperar, ao encarar Trevin Jones, no UFC Vegas 61.

  • Treinador de Islam Makhachev elege russo como melhor peso-leve da história

    Atual número quatro no ranking dos pesos-leves (70 kg) do Ultimate, Islam Makhachev é um dos atletas mais temidos da atualidade. Mas, apesar do ‘hype‘ adquirido, seu treinador destaca que o russo está em um patamar ainda maior dentro do esporte. Na opinião de Javier Mendez, o amigo e parceiro de treino de Khabib Nurmagomedov é o melhor lutador da categoria até 70 kg de todos os tempos.

    A declaração impressiona, uma vez que Javier também treinou Khabib, ex-campeão da divisão e invicto no MMA, em seu auge no UFC, na ‘American Kickboxing Academy’. No entanto, de acordo com o treinador, Islam detém o diferencial de ser completo em todas as áreas do jogo.

    “Você não sabe com o que está lidando até que você esteja lidando com ele. Isso é o que todo mundo que encarou o Islam (diz), eles pensam que podem se sair melhor, até que entram lá e descobrem que não. Ele é tão completo. Falarei em público que, como peso-leve, ele é, sem sombra de dúvida, o número um de todos os tempos, o melhor em todas as áreas”, opinou Javier, antes de falar das principais virtudes de seu atleta.

    “Número 1 da história, Islam Makhachev. Melhor defesa, melhor trocação, melhor em qualquer lugar. O atleta mais completo. Há muito, muito tempo eu achava que era o Frank Shamrock o mais completo, e ele competia em várias divisões. Mas entre os pesos-leves, para mim, a pessoa que é mais habilidosa em cada uma das áreas é o Islam Makhachev“, completou, em entrevista ao canal ‘Submission Radio‘.

    Para Islam se tornar, indiscutivelmente, o melhor peso-leve da história, ainda há um longo caminho pela frente. No entanto, o russo pode garantir o posto de melhor lutador da categoria na atualidade, ao enfrentar Charles ‘Do Bronx’ pelo cinturão até 70 kg. O aguardado confronto entre os dois será o ‘main event‘ do UFC 280, agendado para o dia 22 de outubro, em Abu Dhabi.

  • Voltou atrás? Chimaev desafia Covington no UFC após polêmica sobre peso

    Voltou atrás? Chimaev desafia Covington no UFC após polêmica sobre peso

    Depois de protagonizar polêmicas no UFC 279, Khamzat Chimaev segue com futuro incerto no UFC e o próprio lutador parece estar indeciso sobre sua carreira. Além de discutir e brigar com Kevin Holland e Nate Diaz no pré-luta do evento realizado em setembro, em Las Vegas (EUA), o russo não bateu o peso dos meio-médios (77 kg) e, assim, obrigou a companhia a alterar o card do show. Contudo, mesmo com a falha na balança, ‘Borz’, que abriu as portas para voltar a atuar no peso-médio (84 kg), também não descartou seguir na atual categoria e até possui um alvo.

    Após vencer Holland com facilidade no UFC 279, Chimaev passou a conviver com críticas e dúvidas em relação ao seu corte de peso. Sendo assim, o próprio Dana White, líder da empresa, aconselhou o russo a trocar os meio-médios pelo peso-médio para permanecer saudável e apto para lutar sem limitações. Inclusive, Khamzat, recentemente, até sinalizou que aceitou a ideia de mudar de categoria e sugeriu seu próxima duelo acontecer nela. Entretanto, nesta quarta-feira (28), ‘Borz’ surpreendeu ao utilizar suas redes sociais e mirar em Colby Covington (veja abaixo ou clique aqui), ex-desafiante ao título até 77 kg, com quem já discutiu.

    “Covington próximo”, escreveu o lutador em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    Invicto no MMA, Khamzat Chimaev, de 28 anos, disputou seis lutas no UFC e cresceu nos meio-médios. O russo estreou pela organização em 2020 e suas vítimas nela foram John Phillips, Rhys McKee, Gerald Meerschaert, Li Jingliang, Gilbert ‘Durinho’ e Kevin Holland em sequência. Atualmente, ‘Borz’ é dono do terceiro lugar no ranking da categoria e lista Alex ‘Poatan’, Colby Covington, Israel Adesanya, Kamaru Usman e Leon Edwards como potenciais rivais.

  • Recém-contratado, Mateus ‘Bocão’ mira cinturão do UFC: “O problema chegou”

    Recém-contratado, Mateus ‘Bocão’ mira cinturão do UFC: “O problema chegou”

    ‘Tempo ruim o tempo todo’. ‘O problema da divisão chegou’. Os fãs mais assíduos de MMA relacionam automaticamente as frases anteriores aos já tradicionais bordões embalados por Charles ‘Do Bronx’ em suas entrevistas. Mas agora o maior finalizador do UFC ganhou um companheiro – não só de dialeto, mas também de organização: Mateus ‘Bocão’. Recém-contratado via Contender Series, o peso-galo (61 kg) revelou, em entrevista exclusiva à Ag Fight, que pretende fazer barulho na liga mais famosa do mundo (clique aqui).

    Parceiro de treinos de Charles na academia ‘Chute Boxe’, Mateus garantiu uma vaga no Ultimate na última terça-feira (27), no último episódio da sexta temporada do Contender Series. Na ocasião, o brasileiro precisou apenas de 48 segundos para nocautear Ashiek Ajim e impressionar Dana White, a ponto de garantir seu contrato com a empresa.

    “Como o Charles ‘do Bronx’ fala, aqui é tempo ruim o tempo todo. Meu objetivo é (focar) mais no cinturão. Porque a qualquer momento pode vir outro campeão. Estou indo nesse rumo, no rumo do cinturão. O problema deles chegou, o problema da categoria chegou, só isso que eu aviso”, afirmou Mateus.

    Além de Charles do Bronx, Mateus também treina diariamente com nomes como Deiveson Figueiredo, Allan ‘Puro Osso’ e Polyana Viana. Com atletas desse calibre ao lado, o peso-galo admite que se sente mais confiante para entrar com o pé direito no Ultimate. Entusiasmado, o jovem de 23 anos pediu por uma vaga no card do Rio de Janeiro, no início de 2023.

    “Me deixa mais confiante (treinar com parceiros que integram o UFC), porque treino junto com o Charles, juntos com os caras que são os melhores do mundo. A Chute Boxe é a melhor do mundo. Por que vou tremer para outro cara? Sou ser humano, quando fecha a porta é só eu e ele ali para trocar porrada e um dos dois têm que cair. Só um sai com o braço levantado. Penso em mudar minha vida e a da minha família, isso que importa para mim. Quem bater de frente comigo vai cair ou ser finalizado”, bradou o peso-galo.

    Mateus ‘Bocão’ chega invicto ao Ultimate. Em sua breve trajetória como profissional de MMA, o jovem paraense soma dez vitórias – sete delas via nocaute ou finalização.