Blog

  • Augusto ‘Sparta’ bate Carlos Eduardo, mas fica sem título do Shooto por falha em pesagem

    Augusto ‘Sparta’ bate Carlos Eduardo, mas fica sem título do Shooto por falha em pesagem

    No último sábado (21) foi realizada a última edição do Shooto Brasil em 2019. O evento número 99 teve o triunfo de  Augusto ‘Sparta’ sobre Carlos Eduardo ‘Let’s Go’ por decisão unânime dos jurados na luta principal. Porém, o vencedor não levou o título do peso-galo (até 61,2kg) para casa por não ter batido o peso na pesagem oficial do show.

    O combate principal foi marcado por muito equilíbrio. ‘Sparta’ começou melhor, buscando mais a peleja. Porém, no segundo round, Carlos equilibrou o duelo, deixando a decisão para o assalto final. Nos últimos minutos Augusto foi superior e acabou vencendo a luta. Por não ter alcançado o limite da divisão, o título da categoria ainda está vago.

    Dois duelos levantaram o público presente. O primeiro deles foi entre Ary Santos e Taffarel Brasil. Com um estilo agressivo de luta, ‘Aryzinho’ não deu chances ao rival e o nocauteou com menos de três minutos de peleja. Outra destaque foi Daniel Hortegas, que não teve dificuldade para finalizar Formigão Alves no primeiro round.

    Confira os resultados completos:

    Augusto ‘Sparta’ venceu Carlos Eduardo ‘Let’s Go’ por decisão unânime;
    Marcos Silva venceu Júnior Negão por decisão dividida;
    Rono Júnior venceu Marcão Silva por decisão unânime;
    Ary Santos venceu Taffarel Brasil por nocaute técnico aos 3min e 13seg do primeiro round;
    Cleuber Cabral finalizou Ricardo Sattelmayer aos 3min e 52seg do primeiro round;
    Daniel Hortegas finalizou Formigão Alves com uma chave de braço aos 3min e 10seg do primeiro round;
    Frank Jagunço venceu Michel Costa por decisão unânime;
    José Delano finalizou Lucas Chocolate com um mata-leão aos 4min 55seg do segundo round;
    Vanilton Antunes venceu Vitor Showman por nocaute técnico (interrupção médica) aos 5min do segundo round.

  • Juliana Velasquez mantém invencibilidade e se aproxima de disputa de cinturão no Bellator

    Juliana Velasquez mantém invencibilidade e se aproxima de disputa de cinturão no Bellator

    Juliana Velasquez manteve sua invencibilidade na carreira e se colocou de vez entre as postulantes pela disputa do cinturão peso-mosca (57 kg) do Bellator. No último sábado (21), a brasileira superou Bruna Ellen, por decisão unânime dos jurados, na edição número 236 do show, que aconteceu no Havaí (EUA).

    A brasileira teve mais uma atuação soberana na franquia. Logo no início da peleja, Velasquez acertou uma bomba e levou sua rival ao solo, dando indícios que não ia deixar a vitória escapar. No segundo e terceiro assaltos, a atleta tupiniquim manteve o ritmo forte e não deu chances a Ellen, para ser declarada vencedora por decisão unânime.

    Com esse triunfo, a brasileira segue invicta na carreira agora após dez lutas, sendo cinco delas no Bellator. Dessa maneira, Juliana deve ser a próxima desafiante ao título da divisão, que atualmente pertence a Ilima-Lei Macfarlane.

    A atual campeã peso-mosca do Bellator esteve na luta principal do show no Havaí e mais uma vez não teve problemas em manter seu reinado na categoria, em duelo contra Kate Jackson. Macfarlane dominou amplamente a adversária por cinco rounds e teve sua quarta defesa de título consecutiva bem-sucedida.

  • Alex ‘Poatan’ defende cinturão do Glory com nocaute avassalador; veja

    No último sábado (21), Alex ‘Poatan’ fechou 2019 com chave de ouro e de maneira impressionante. Em combate que liderou a segunda parte do show, denominada de Glory 74, o brasileiro encaixou um lindo nocaute sobre o turco Erturgrul Bayrak, ainda no primeiro round e manteve pela quinta vez o cinturão dos pesos-médios (até 85 kg).

    O brasileiro, que não sabe o que é derrota desde 2017, somou seu terceiro triunfo neste ano, sendo todos por nocaute no assalto inicial. Antes deste compromisso, ‘Poatan’ derrotou Jason Wilnis e Donegi Abena.

    “Fechei o ano com três nocautes em três lutas e dois cinturões em divisões diferentes. Em 2020 vou continuar fazendo história nesse esporte. É a minha meta de vida”, afirmou o brasileiro, não escondendo a empolgação para o próximo ano.

    Já o grande duelo do show ‘Collision 2’ colocou novamente frente a frente Rico Verhoven e Badr Hari, que já tinham se enfrentado em 2016, em luta pelos pesos-pesados. E o confronto acabou da mesma maneira do primeiro, quando no terceiro round Hari sofreu uma lesão no tornozelo ao tentar um chute alto.

    “Não estou satisfeito nem um pouco com minha performance e como venci esse combate. Vamos nos enfrentar de novo em breve. Precisamos resolver isso de vez. Os fãs merecem”, disse o vencedor.

  • Hermansson planeja luta contra Darren Till em Londres: “Deixaria os fãs empolgados”

    Hermansson planeja luta contra Darren Till em Londres: “Deixaria os fãs empolgados”

    Após ser nocauteado por Jared Cannonier, em setembro deste ano, Jack Hermansson já está de olho no próximo adversário que terá pela frente no Ultimate, em busca de uma recuperação. E o sueco mira um rival que chegou fazendo sucesso na categoria peso-médio (84 kg): Darren Till.

    Em entrevista ao podcast ‘Eurobash’ do site ‘MMA Fighting’, o atual número seis do ranking da divisão planeja um confronto diante do inglês para o card que está programado para acontecer dia 21 de março, em Londres (ING). Ao contrário de Hermansson, Till vem de triunfo, após vencer Kelvin Gastelum, em novembro deste ano.

    “Acho que é uma luta que deixaria muitos fãs empolgados e que pertence ao card de Londres. Darren é novo na divisão, ele teve uma grande luta contra Kelvin Gastelum e acho que seria um bom próximo teste para ele. Eu adoraria essa luta”, disse.

    Hermansson justificou o motivo de escolher um duelo contra Till. Segundo o lutador, esse confronto poderia definir quem é o melhor europeu da categoria, já que ambos os atletas estão no top 10 dos médios. Além disso, o atleta vê uma superioridade sobre o inglês no estilo de combate e que isso poderia lhe beneficiar.

    “Acho que é um choque emocionante de estilos, além de eu ser um pouco mais lutador e pesado. Mas algo que aprendi da minha última luta com Cannonier foi que não vou me prender muito à luta livre ou ao chão porque isso acaba com a minha atuação. A luta com o ‘Jacaré’, era uma luta em que eu pensava: ‘Não preciso levar essa luta para o chão, porque (Jacaré) é o melhor em campo’, certo? Isso me fez lutar melhor. Eu sinto que em uma luta com Till, eu realmente levaria meu tempo e não apressaria o jogo de chão. Adoraria fazer isso acontecer”

    Antes de ser derrotado por Cannonier, Hermansson vinha de quatro vitórias seguidas na franquia, sendo a última delas sobre Ronaldo ‘Jacaré’, em abril. Já Darren Till abandonou a divisão dos meio-médios (77 kg) e decidiu migrar para os médios, já vencendo Kelvin Gastelum em seu debute.

  • Alistair Overeem proclama vitória contra Jairzinho e brinca sobre cirurgia no lábio

    Overeem estava com duas vitórias seguidas até ser superado por Jairzinho – Rigel Salazar

    No início de dezembro, Alistair Overeem foi nocauteado por Jairzinho Rozenstruik, na luta principal do UFC Washington – porém, o holandês não aceitou o resultado desta peleja. De acordo com o peso-pesado, o verdadeiro vitorioso desse confronto foi ele, o que lhe motivou a disparar contra a atitude do árbitro.

    Em encontro com a mídia em Busan, na Coreia do Sul, local do próximo evento da organização, neste sábado (21), Overeem, em trecho reproduzido pelo site ‘MMA Fighting’, destacou que não estava nocauteado quando o juiz interrompeu o combate. Pelo atleta, no somatório geral, ele deveria ser declarado vencedor por pontos.

    “Para mim, foi uma vitória, porque venci todos os rounds. O árbitro não deveria ter entrado. Não fui nocauteado. Eu me levanto, faltam poucos segundos. E sempre luto por mim mesmo. Claro, você tem fãs, é ótimo, é claro que o dinheiro é ótimo, mas luto por mim e vejo isso como uma vitória. Eu o venci com muita facilidade. Ok, fui atingido nos últimos cinco segundos. Meu lábio está danificado. Quem se importa?”, disse.

    Apesar de afirmar que não estava nocauteado, Overeem sofreu duras consequências dos socos de Jairzinho. O holandês sofreu um profundo corte nos lábios e precisou passar por cirurgia plástica no local. Com a operação de restauração já realizada com sucesso, o atleta brincou com este episódio.

    “Estou quase bonito de novo. Na verdade, eu sou bonito novamente em comparação com semana passada. Porque aconteceu há dez dias? Então acho que está ótimo”, afirmou o peso-pesado.

    Antes de ser superado por Jairzinho, Overeem vivia um bom momento no Ultimate, com duas vitórias seguidas, sobre Sergei Pavlovich e Alexey Oleynik. Atualmente o holandês é o oitavo colocado no ranking.

     

    Ver essa foto no Instagram

     

    Tossing out interviews here – like nothing ever happened 💪🏽 @UFC #UFCKorea

    Uma publicação compartilhada por Alistair Overeem (@alistairovereem) em

  • Anthony Smith detalha planos para 2020 e mira Jones: “Quero corrigir o que fiz errado”

    Anthony Smith detalha planos para 2020 e mira Jones: “Quero corrigir o que fiz errado”

    Anthony Smith foi superado por Jon Jones no card do UFC 235 – Diego Ribas

    Após finalizar Alexander Gustafsson, em junho deste ano, Anthony Smith parece que não planeja ficar muito tempo longe das competições, tanto que já mira aproveitar novamente sua boa fase. Atento a todos os passos da categoria dos meio-pesados (93 kg), o americano já sabe com quem gostaria de enfrentar, sem tirar, é claro, o campeão Jon Jones do radar.

    Em 2019, Anthony Smith teve a oportunidade de ser campeão do UFC, mas acabou derrotado por Jon Jones em março, por decisão unânime. E esse revés não sai da cabeça do lutador que, em entrevista ao ‘MMA Junkie Radio’, afirmou que em 2020 sua meta é voltar a encarar ‘Bones’ e ter uma apresentação melhor.

    “Se eu tivesse uma preferência, quero que seja Jon Jones. Quero corrigir o que fiz errado, e realmente acredito que não fui eu mesmo naquela luta, mas não vou dar desculpas. Mas não fui eu lá, e quero minha chance. Se eu for lá e der tudo o que tenho e sentir que isso é o melhor que tive, e ele me derrotar, isso é apenas vida. Às vezes você tem aquele cara que não consegue vencer, mas não acho que seja o Jon Jones”, completou.

    Mas com o sonho de encarar Jones novamente ainda distante, o ‘Lionheart’ ratificou o desejo de poder duelar contra Glover Teixeira, com quem dividiu a semana que antecedeu o UFC 245, pois ambos estavam escalados para atuar no ‘Quintet Ultra’. Entretanto, o americano manteve os pés no chão sobre essa possível luta e também deixou em aberta outras opções, inclusive para ser um potencial reserva para combates já marcados para o início de 2020.

    “Março ou abril é para onde estamos olhando. Obviamente Glover (Teixeira) e eu estivemos aqui a semana toda. Ele quer essa luta. Eu também. É apenas um caso do UFC querer. Tem o Corey Anderson (que vai enfrentar Jan Blachowicz, em fevereiro). Não sei se eles querem que eu lute nessa época, caso algo aconteça com essa luta (Anderson x Blachowicz) ou a luta pelo título também. Então haverá muitas datas e locais”, disse.

    Apesar do desejo de enfrentar Jon Jones, o americano ainda vai ter que esperar a luta do campeão contra Dominick Reyes, que está marcada para o dia 8 de fevereiro, em Houston (EUA).

  • Ronny Markes admite frustração por não encarar Barnett e mira lutar em card de ‘Cyborg’

    Ronny Markes admite frustração por não encarar Barnett e mira lutar em card de ‘Cyborg’

    A notícia do cancelamento do duelo entre Josh Barnett e Ronny Markes, pelo Bellator 235, pegou muita gente de surpresa. O americano amanheceu doente e não foi liberado para atuar. Após tomar conhecimento do caso, o brasileiro não escondeu a tristeza por não poder encarar o americano, em luta que seria sua estreia na organização.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Ronny Markes revelou que teve uma conversa com Barnett após o anúncio oficial da franquia de que a luta não seria realizada e comprovou que seu rival não tinha condições de atuar. Apesar da decepção, o atleta tupiniquim espera que o Bellator remarque o mais rápido possível esse confronto entre os dois.

    “Estou tão triste. Treinei dois meses e meio para essa luta e queria que essa luta acontecesse hoje (ontem), mas espero que o Bellator (reserve) eu e Josh para que lutemos em breve. Conversei com ele e vi que ele não se sentia bem. Ele realmente estava doente. Eu já fiquei na mesma situação que ele em fevereiro no Brasil. No dia da minha luta, estava com febre, com muito frio, o mesmo que ele agora. Eu disse para ele ficar saudável”, disse.

    No dia 25 de janeiro, o Bellator vai realizar um evento na Califórnia, em edição que marcará a estreia de Cris ‘Cyborg’ na franquia. E é justamente essa data que Ronny espera poder reencontrar Barnett, só que dessa vez dentro do cage.

    “Gostaria de lutar em janeiro com o mesmo card que (Cris) ‘Cyborg’ em Los Angeles. Espero que o Bellator coloque essa luta lá. O (Barnett) disse que gostaria muito de lutar na Califórnia porque mora lá”, completou o brasileiro.

    Natural de Natal, Rio Grande do Norte, Ronny Markes tem 19 vitórias e sete derrotas na carreira. Em sua última apresentação, em junho deste ano, nocauteou Sigi Pesaleli, pelo PFL.

  • Ex-campeão do UFC elogia talento de Serena Williams no boxe após treino com Mike Tyson

    Ex-campeão do UFC elogia talento de Serena Williams no boxe após treino com Mike Tyson

    Na última quinta-feira (19), Serena Williams divulgou um vídeo socando um saco de boxe sob a instrução de ninguém mais ninguém menos do que Mike Tyson. E esse vídeo deu o que falar no mundo das artes marciais. E quem gostou do que viu foi o ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC Chuck Liddell.

    Em entrevista ao ‘TMZ Sports’, o ex-lutador afirmou que se impressionou com a potência dos golpes da tenista. Tanto que Liddell garantiu que, caso ela quisesse seguir a carreira no boxe, poderia fazer sucesso com Mike Tyson como treinador.

    “Mike (Tyson) é um homem mau. Confie em mim. Se ela quiser lutar e Mike a continuar ensinando, ela será uma mulher má. Ela parece uma garota que acabou de aprender a socar, mas se alguém tem a capacidade de treinar rápido, é ela”, afirmou o ex-lutador, que completou 50 anos na última terça-feira.

    Recentemente, Mike Tyson, apesar de ressaltar que não pretende ser um treinador fixo de ninguém, admitiu que está ajudando alguns lutadores do Ultimate. Um deles é Francis Ngannou, número dois do ranking dos pesos-pesados.

     

    Ver essa foto no Instagram

     

    Preseason just got really real @miketyson #mouratogloupreseason

    Uma publicação compartilhada por Serena Williams (@serenawilliams) em

  • Rafael Dos Anjos detalha processo de negociação e justifica luta com Michael Chiesa

    Rafael Dos Anjos tenta se recuperar do revés sofrido para Leon Edwards em julho – Diego Ribas

    Do ponto de vista do ranking, o casamento da luta entre Rafael Dos Anjos e Michael Chiesa surpreendeu. Afinal de contas, enquanto o brasileiro ocupa a quinta posição entre os meio-médios (77 kg), o americano não figura nem na listagem dos 15 melhores da categoria. No entanto, em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, o atleta fluminense detalhou o processo de negociação para o combate, agendado para o dia 25 de janeiro, e justificou a escolha de seu próximo adversário na companhia.

    Ex-campeão peso-leve (70 kg) do Ultimate, o lutador destacou que avaliou diversos nomes na divisão, mas quase todos estavam com duelos agendados. Sendo assim, Dana White teria contatado Rafael para que o brasileiro escolhesse seu próximo rival. Após a conversa com o presidente do UFC, Dos Anjos elencou quatro possíveis rivais que gostaria de enfrentar em seguida, e Chiesa acabou sendo o ‘sortudo’ em meio a estrelas do esporte como Conor McGregor e Nick Diaz.

    “A gente tentou, viu nome por nome. E acima de mim no ranking estavam o Edwards, que acabou de me vencer, o Colby, que ia lutar com o Usman, o próprio Usman. Tyron Woodley, que falaram ser muito difícil de voltar a lutar, estava difícil de casar ele com alguém. E também o Masvidal, que fez uma luta com o Nate Diaz e está visando outras lutas e não lutaria comigo, porque vem de vitória e não faria sentido. Atrás de mim o Ponzinibbio ia lutar com o Lawler, machucou e saiu da luta. O único que sobrou tinha sido o Stephen Thompson, que tinha ganhado do (Vicente) Luque” relembrou Rafael, antes de falar sobre a conversa com Dana White.

    “Mas depois da luta do Leon Edwards, o Dana White falou comigo e deixou em aberto com quem eu queria lutar que ele faria acontecer, então dei uns nomes para ele. Dei Nick Diaz, o vencedor do Pettis e Nate Diaz, o Conor ou o Michael Chiesa – que além de ser um cara duro, vem embalado por duas vitórias. E o jogo dele encaixa bem com o meu, mais comprido, canhoto, gosta de fazer chão, então poderia ser um casamento bom. Acabou que os três primeiros nomes não rolaram, e ele me ofereceu o Chiesa, então essa luta aconteceu”, completou o brasileiro, que encara Chiesa no UFC Raleigh.

    Outro fator determinante durante a negociação foi o fato do confronto ter apenas três rounds de duração. Em seus últimos cinco compromissos no Ultimate, Dos Anjos enfrentou os melhores atletas da divisão em lutas de cinco rounds – em quatro delas, inclusive, Rafael competiu os 25 minutos previstos para o duelo. Sendo assim, um combate de menos apelo contra Michael Chiesa significa um descanso mais do que bem-vindo ao corpo do atleta de 35 anos.

    “Com certeza (alivia muito). Esse foi um dos motivos (de ter aceitado essa luta), estava querendo fazer uma luta de três rounds. Robbie Lawler, Covington, Usman, todos de cinco rounds. Aí depois teve um Kevin Lee que também foram quatro rounds. E o Leon (Edwards) cinco rounds. São quase duas horas lutando somando aí as últimas lutas. Aí pensei: ‘Cara, quero fazer uma luta de três rounds, que com certeza é mais tranquila para o corpo’. Em tudo né, não só na luta, mas também no camp é mais tranquilo, não luto três rounds tem um tempo. Então foi esse um dos motivos”, admitiu Dos Anjos.

    Chiesa e Rafael medem forças no dia 25 de janeiro, no UFC Raleigh – evento cuja luta principal também envolve brasileiro. De volta aos octógonos, o ex-campeão peso-pesado Júnior ‘Cigano’ encara Curtis Blaydes no ‘main event’ da noite.

     

  • UFC anuncia oficialmente a luta entre Benavidez e Deiveson pelo título peso-mosca

    Deiveson Figueiredo vai lutar pelo cinturão dos moscas do Ultimate – Ag Fight

    Agora é oficial! Joseph Benavidez e Deiveson Figueiredo vão disputar o cinturão peso-mosca (57 kg) do Ultimate, no UFC Norfolk, que acontece no dia 29 de fevereiro. Após a renúncia de título do até então campeão, Henry Cejudo, a organização agiu rápido e já anunciou, através das suas redes sociais na última sexta-feira (20), o duelo que vai definir quem é o novo rei da categoria mais leve entre os homens.

    No Ultimate desde 2011, Joseph Benavidez já teve a oportunidade de lutar pelo título em 2013. Porém, acabou derrotado por Demetrious Johnson, por nocaute. O americano tem um cartel de de 28 vitórias e apenas cinco derrotas na carreira, o americano vem de nove vitórias nas suas últimas dez lutas. O único revés aconteceu diante de Sergio Pettis, em junho de 2018. Na sua última apresentação, superou Jussier ‘Formiga’.

    Já Deiveson Figueiredo, também conhecido como ‘Deus da Guerra’, tem menos tempo de Ultimate, mas, assim como seu próximo adversário, tem grande destaque. Na franquia desde 2017, o brasileiro soma seis triunfos e apenas um revés, que aconteceu para Jussier ‘Formiga. O brasileiro vem de duas vitórias seguidas, contra Alexandre Pantoja e Tim Elliott, essa última por finalização, em embate que aconteceu em outubro deste ano.