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  • Cynthia Calvillo projeta disputa de cinturão do UFC caso derrote Katlyn Chookagian

    Cynthia Calvillo projeta disputa de cinturão do UFC caso derrote Katlyn Chookagian

    No próximo sábado (21), o UFC 255 vai ter duas disputas de cinturão em seu card. No duelo principal da noite, o brasileiro Deiveson Figueiredo tenta defender seu título da categoria peso-mosca (57 kg) diante de Alex Perez. Na co-luta principal, pela mesma classe de peso, só que feminina, Valentina Shevchenko busca a manutenção de sua coroa diante de Jennifer Maia e, quem sair vencedora do confronto pode se preparar para enfrentar Cynthia Calvillo. Pelo menos é o que afirma a atleta, que também se apresenta no evento e mira um ‘title shot’ caso consiga a vitória diante de Katlyn Chookagian.

    Calvillo fez boa parte de sua carreira no peso-palha (52 kg) do Ultimate, porém, devido a recentes problemas no corte de peso, a lutadora decidiu subir de divisão em junho deste ano. A sua primeira apresentação no peso-mosca foi em triunfo diante de Jessica Eye, até então número um do ranking da categoria. Em entrevista ao podcast ‘Hablemos MMA’, a americana afirmou que caso consiga a vitória no sábado, confirmará o grande momento vivido e poderá se credenciar para a disputa de cinturão.

    “Se não for Jessica Andrade, acho que serei eu. Lauren Murphy teve aquela última luta contra alguém novo que não estava no ranking, porque ela não queria me esperar, então não acho que ela mereça uma luta pelo título. Acho que ela precisa de mais uma (luta). Então eu, tendo vencido a número um e se vencer a número dois (Chookagian), deveria conseguir a próxima chance. Obviamente, Jessica Andrade teve sua estreia onde parecia incrível e ela conseguiu um nocaute no primeiro round sobre Katlyn Chookagian, que era a número um na época. Entenderia se eles derem a ela uma chance. Mas se não for ela, acho que eles deveriam me dar a chance”, destacou Cynthia.

    Quem pode atrapalhar os planos de Calvillo é Jéssica ‘Bate-Estaca’. A brasileira também saiu do peso-palha – categoria onde foi campeã em 2019 – para o peso-mosca e, em sua estreia na nova divisão, venceu Chookagian e ‘roubou’ a primeira posição da americana no ranking. Caso o UFC dê a oportunidade do ‘title shot’ para a paranaense, Calvillo afirmou que não vai esperar a sua vez de disputar o cinturão, pois planeja se manter mais ativa. Esta será a segunda apresentação da lutadora na temporada de 2020, que também fez apenas duas no ano passado. Já em 2018, a americana subiu no octógono somente uma vez.

    “Nos últimos dois ou três anos, não tenho estado tão ativa. Se eles me derem a chance de lutar pelo título, vou aproveitar, mas se eles me disserem para esperar, não vou esperar. Eu quero continuar lutando e lutando e vencendo. Quero ser mais ativa”, finalizou.

    No MMA profissional desde 2016, Cynthia Calvillo soma nove vitórias, uma derrota e um empate em seu cartel. O único resultado negativo da atleta de 33 anos foi em dezembro de 2017, quando perdeu para Carla Esparza por decisão unânime dos jurados. 

    Por sua vez, Katlyn Chookagian acumula duas derrotas em suas últimas três apresentações. Em fevereiro deste ano, a americana foi derrotada por Valentina Shevchenko, em disputa pelo título da divisão. Logo após, ela se recuperou ao triunfar sobre a irmã da dono do cinturão, Antonina Shevchenko, em maio. Porém, em sua última apresentação, ela foi nocauteada por Jéssica ‘Bate-Estaca’, em outubro deste ano. No total, a atleta de 31 anos soma 14 triunfos e quatro reveses em sua carreira.

  • Único a derrotar Deiveson Figueiredo, Jussier ‘Formiga’ é dispensado pelo UFC, diz site

    Único a derrotar Deiveson Figueiredo, Jussier ‘Formiga’ é dispensado pelo UFC, diz site

    Único atleta a superar Deiveson Figueiredo, atual campeão peso-mosca (57 kg), Jussier ‘Formiga’ não faz mais parte do plantel de lutadores do UFC. A informação foi divulgada em primeira mão pelo site ‘MMA Fighting’, na segunda-feira (16).

    Considerado durante anos como um dos melhores lutadores peso-mosca do mundo, ‘Formiga’ esteve próximo de disputar o cinturão da categoria em algumas oportunidades, mas acabou derrotado em pontuais lutas eliminatórias pelo ‘title shot’, nunca concretizando o objetivo de lutar pelo título do UFC. Atualmente, o brasileiro acumula três reveses consecutivos, sua pior sequência da carreira.

    No MMA profissional desde 2005, Jussier ‘Formiga’ soma 23 vitórias, sendo dez por finalização, e oito derrotas em sua carreira. Pelo UFC, onde estreou em 2012, o peso-mosca acumulou nove triunfos, incluindo a decisão sobre o compatriota Deiveson Figueiredo, e sete reveses.

  • Cormier critica postura de Jon Jones após aposentadoria de Khabib: “Deixe o ego de lado”

    Cormier critica postura de Jon Jones após aposentadoria de Khabib: “Deixe o ego de lado”

    As críticas de Daniel Cormier a Jon Jones não param. Depois de descartar ‘Bones’ da discussão sobre quem é o ‘GOAT’ (sigla em inglês para ‘melhor de todos os tempos’) do MMA, agora o ex-campeão de duas categorias do UFC criticou o comportamento do antigo rival após o anúncio da aposentadoria de Khabib Nurmagomedov. De acordo com ‘DC’, Jones não respeitou o momento do russo de estar sob holofotes.

    Após vencer Justin Gaethje no UFC 254, Khabib anunciou sua despedida do MMA, em confronto que marcou a 29ª luta invicta em sua carreira. Tal feito levou uma parcela dos fãs de MMA a declarar o russo como o ‘GOAT’, o que deixou Jon Jones irritado. O americano rapidamente utilizou suas redes sociais para contestar o debate, utilizando a quantidade de disputas de cinturão bem-sucedidas como argumento – 15 dele contra quatro do russo. E quem parece não ter gostado da atitude de ‘Bones’ foi Daniel Cormier.

    Em entrevista ao ‘MMA Junkie Radio’, o ex-campeão das categorias meio-pesado (93 kg) e peso-pesado do Ultimate reconheceu que é comum os atletas possuírem grandes egos. No entanto, Cormier destacou que há situações nas quais é necessário deixar outros lutadores brilharem – como o excelente desempenho de Khabib na luta, mesmo após a morte de seu pai –, e Jon Jones não fez isso.

    “Nós, como atletas, todos nós temos egos enormes. E competidores ativos não gostam que os holofotes se afastem muito deles. As vezes precisamos realmente dar um passo para o lado e entender que uma noite pode ser sobre o outro cara. Não precisa ser sobre ele o tempo todo, mas dê a ele seu tempo, deixe os caras terem seu momento. Especialmente quando eles fazem apresentações como esta. Acho que o maior caso disso recentemente foi quando Khabib era o cara e então Jones meio que perdeu a cabeça. Não era sobre ele, então ele perdeu a cabeça. Esse cara teve um ótimo desempenho sob as circunstâncias – perdeu seu pai – e agora todo mundo está tipo, ‘Esse cara é o melhor’”, destacou o atual comentarista do UFC, antes de criticar a postura adotada por Jon Jones nas redes sociais.

    “Ok, há anos as pessoas falam que (Jones) é o melhor, então isso não deveria ofendê-lo a ponto de você sentir que tem que ir nessa tangente e responder a quase todos os tuítes. Como você responde a cada tweet enviado para você quando você tem tantos seguidores? Eu só acho que às vezes você tem que deixar seu ego de lado, cair na real, escolher seu tempo e fazer essas coisas nos momentos que são necessários”, finalizou.

    No último mês de agosto, Daniel Cormier disputou o último capítulo da trilogia pelo título dos pesados contra Stipe Miocic e acabou derrotado novamente, perdendo a chance de deixar o esporte como campeão da divisão. No MMA desde 2009, ‘DC’ somou 22 vitórias, três derrotas e um ‘no contest’ (luta sem resultado) em sua carreira.

    Por sua vez, Jon Jones possui um cartel invejável, com 26 vitórias, um ‘no contest’ (luta sem resultado) e apenas uma derrota, para Matt Hamill, em 2009, por desqualificação, após aplicar um golpe ilegal. Ainda na ativa, ao contrário de Cormier, o americano poderá ampliar suas conquistas nos próximos anos, agora na categoria dos pesos-pesados, para a qual se prepara para migrar após abdicar do cinturão meio-pesado há alguns meses.

  • De volta! Dhiego Lima enfrenta Belal Muhammad no dia 19 de dezembro

    De volta! Dhiego Lima enfrenta Belal Muhammad no dia 19 de dezembro

    Afastado dos octógonos desde outubro do ano passado, Dhiego Lima já tem data e oponente para seu próximo compromisso. Em sua conta oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), o meio-médio (77 kg) brasileiro anunciou seu retorno para o dia 19 de dezembro, diante do americano Belal Muhammad, em evento do UFC que deve acontecer em Las Vegas (EUA).

    Vindo de três vitórias seguidas, sua melhor marca pelo UFC, Dhiego estava escalado para enfrentar Alex Morono em fevereiro deste ano, mas foi obrigado a desistir do combate poucos dias antes do evento, em razão de uma lesão no pescoço sofrida. A contusão o levou à mesa de cirurgia, o que ampliou o seu tempo de recuperação e o deixou de fora dos octógonos nos últimos meses.

    Por sua vez, Belal Muhammad deveria enfrentar Sean Brady no dia 19 de dezembro, mas uma lesão do rival fez com que o UFC escalasse Lima como substituto. Com sete vitórias em suas últimas oito lutas, o meio-médio vive excelente fase e pode garantir uma vaga no ranking da divisão com um triunfo sobre o brasileiro.

    “Vamos lá, estamos de volta! Vou lutar contra o Belal Muhammad, dia 19 de dezembro. Deus no comando, vamos com tudo”, escreveu Dhiego, irmão mais novo do campeão meio-médio do Bellator, Douglas Lima.

  • Ex-campeão do UFC cita longevidade para apontar Jon Jones como ‘GOAT’ do MMA

    Após o anúncio da aposentadoria de Khabib Nurmagomedov, em outubro deste ano, o tema sobre quem era o ‘GOAT’ (sigla em inglês para o melhor de todos os tempos) do MMA gerou grande debate na comunidade do esporte. Assim que o russo assumiu a liderança do ranking peso-por-peso do UFC, Jon Jones questionou o feito, citou seus recordes e pediu para ser mais valorizado.

    Agora, o ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC ganhou um defensor de peso na discussão sobre quem é o melhor da história. Demetrious Johnson, recordista em defesas seguidas de cinturão do Ultimate, está ao seu lado. O ex-detentor do título do peso-mosca (57 kg) da franquia valorizou o número de vezes que ‘Bones’ lutou pelo cinturão e o tempo que ele esteve no topo para justificar sua opinião.

    “Gosto de ver domínio. A longevidade é uma grande coisa. Quando você olha para Jon Jones, acho que ele tem 15 lutas pelo título mundial. É muito trabalho ficar motivado, ficar no topo para continuar ganhando. Acho que Adesanya está a caminho. Se ele subir para meio-pesado e vencer o campeão, e depois subir para lutar contra Jon Jones, ele está no caminho certo. Se Khabib continuasse lutando e fizesse cinco, seis, sete ou oito lutas a mais, com certeza entraria (na discussão)”, disse Johnson, ao site ‘MMA Junkie’.

    De 2011 a 2015, Jon Jones dominou a categoria dos meio-pesados (93 kg), perdendo o cinturão apenas por motivos ‘extra-octógono’. Em 2016, o americano conquistou o título interino da divisão, mas o perdeu após uma falha no teste antidoping. Na sequência, em 2017, ‘Bones’ nocauteou Daniel Cormier e faturou o título. Porém, também o perdeu por nova falha em um exame antidoping. Após um período de suspensão, o lutador retornou em dezembro de 2018 e nocauteou Alexander Gustafsson, retomando seu posto de rei da categoria. Desde então derrotou Anthony Smith, Thiago ‘Marreta’ e Dominick Reyes.

    Aos 34 anos, Demetrious Johnson soma 30 vitórias, três derrotas e um empate na carreira. Antes de se transferir para o ONE Championship, onde venceu seus três compromissos até o momento, todos válidos pelo GP peso-mosca vencido por ele em 2019, o americano reinou soberano na divisão até 57 kg do UFC entre setembro de 2012 e agosto de 2018, com 11 defesas de cinturão seguidas, um recorde na organização.

  • Donald Cerrone destaca motivação para 2021 e adianta volta ao peso-leve do UFC

    Donald Cerrone destaca motivação para 2021 e adianta volta ao peso-leve do UFC

    Em má fase no UFC e sem saber o que é vitória desde maio de 2019, quando superou Al Iaquinta, Donald Cerrone prometeu dar a volta por cima na organização. Para retomar o caminho dos triunfos, o ‘Cowboy’ adiantou que vai retornar ao peso-leve (70 kg), onde já teve a chance de disputar o cinturão, sendo derrotado por Rafael Dos Anjos, em 2015. Nas três últimas apresentações do americano, ele atuou como meio-médio (77 kg).

    Através de suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo), Cerrone afirmou que está motivado para começar o ano de 2021 com o pé direito e adiantou que tem como meta ampliar seus recordes na liga. Atualmente, o americano possui 23 vitórias no Ultimate, maior marca da história da organização. Além disso, o lutador também é o número um em triunfos finalizados, seja por nocaute ou finalização, com 16.

    “Vou chegar com tudo em 2021. Voltarei para os leves e tenho uma missão! Vou quebrar recordes”, escreveu o veterano que atua pelo Ultimate desde fevereiro de 2011.

    Aos 37 anos, Donald Cerrone soma 36 vitórias, 15 derrotas, um empate e um ‘No Contest’ (luta sem resultado) em sua carreira no MMA profissional. Atualmente, o veterano não atravessa um bom momento na liga. Nas suas últimas cinco apresentações, o lutador foi derrotado em quatro e teve um empate. A última vez que o atleta pisou no octógono foi em setembro deste ano, em empate com Niko Price.

  • De olho no UFC 255, ‘Bate-Estaca’ aprova chance de revanche contra Jennifer Maia

    De olho no UFC 255, ‘Bate-Estaca’ aprova chance de revanche contra Jennifer Maia

    Jéssica Bate-Estaca tem muitos motivos para ficar atenta ao UFC 255, que acontece neste sábado (21), em Las Vegas (EUA). Primeira colocada no ranking do peso-mosca (57 kg), a brasileira pode ser apontada como a próxima desafiante ao título, dependendo do resultado do duelo entre a campeã Valentina Shevchenko e Jennifer Maia, na co-luta principal do show.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, a ex-campeã do peso-palha (52 kg) do UFC analisou o confronto pelo cinturão e as possibilidades que pode ter pela frente. A brasileira mencionou o cenário de vitória para cada uma das atletas, mas destacou uma situação particular caso tivesse um duelo brasileiro pelo título a seguir. Afinal, em 2012, Jéssica foi derrotada por Jennifer por decisão unânime.

    “A gente não gosta de lutar contra outros brasileiros, mas se for por uma disputa de cinturão é muito legal. Sou muito amiga da Poliana Botelho, da Virna (Jandiroba), a Amanda Ribas também. É o que sempre falo para elas: ‘Se for para a gente lutar, que seja por uma disputa de cinturão. Não quero lutar com vocês em uma luta normal’. Acredito que o UFC tenha muitas armas para usar se a Jennifer vencer, posso ter a chance de uma revanche. Se a Valentina vencer eu posso ter a oportunidade que não tive antes de entrar no UFC, que era de lutar com ela. Tenho oportunidade de muita coisa. Essa categoria vai ser uma coisa muito legal na minha carreira”, explicou a atleta.

    Caso Jennifer Maia conquiste o título e ‘Bate-Estaca’ seja confirmada como a próxima desafiante, a atleta da ‘PRVT’ adiantou o que mudou do primeiro confronto diante da compatriota para os dias atuais. De acordo com Jéssica, sua experiência e o fato de ter crescido em aspectos técnicos podem fazer a diferença a seu favor.

    “Muita coisa que mudou, né?! Tanto no meu estilo, quanto no dela. Não tinha muita experiência quando lutei com ela. Não tinha evolução nenhuma. A Jennifer tinha cinco ou seis anos que já treinava e lutava. Estava em grandes eventos e eu estava começando. A minha agressividade melhorou, a questão de acertar mais golpes no momento certo. Deles estarem mais alinhados. A parte de chão e quedas melhoraram muito, além da minha resistência e absorção de golpes. Esse seria o caminho. Continuar agressiva e usar a arte de grade e chão para cansar a Jennifer. Seria bem interessante”, afirmou, antes de destacar o clima amigável que possui com a compatriota e que até fez até treinos com ela em preparação para o segundo duelo contra Rose Namajunas, que aconteceu em julho deste ano, pelo UFC 251, que foi realizado em Abu Dhabi (EAU).

    “A gente treinou juntos antes de eu lutar com a Rose pela segunda vez. A gente foi em Curitiba e fizemos um treino lá. Foi muito legal, a gente se ajudou muito. Sempre fomos bem recebidos por ela. Consegui ver que melhorei bastante da última vez que lutamos. Vi que tenho condição de vencer se tiver uma chance de revanche. Se ela conseguir vencer, vou tirar uma estratégia dessa última apresentação dela”, concluiu.

    Ex-campeã peso-palha do Ultimate, Jéssica Bate-Estaca estreou com vitória no peso-mosca ao nocautear Katlyn Chookagian, em outubro deste ano, ainda no primeiro round de disputa. Com esse resultado, a brasileira assumiu a primeira colocação do ranking da categoria e pode ter a chance de lutar pelo cinturão em sua próxima apresentação.

  • Próximo de cinturão mundial, Esquiva Falcão mira lutas contra ‘Triple G’ e ‘Canelo’

    Próximo de cinturão mundial, Esquiva Falcão mira lutas contra ‘Triple G’ e ‘Canelo’

    No próximo dia 12 de dezembro, o pugilista brasileiro Esquiva Falcão retornará aos ringues norte-americanos após passar a temporada de 2020 se apresentando apenas no Brasil. Apesar de faltar menos de um mês para o confronto, o adversário ainda não foi definido pela ‘Top Rank’, empresa promotora do capixaba, mas a disputa pode ser eliminatória para um título mundial. Por estar bem ranqueado em três das quatro principais entidades que regem o boxe, além de possuir carreira invicta na modalidade, o brasileiro já mira confrontos contra grandes nomes da categoria peso-médio (73 kg) como ‘Canelo’ Alvarez e Gennady Gennadyevich Golovkin, mais conhecido como ‘Triple G’.

    Atual quinto colocado no ranking da Federação Internacional de Boxe (IBF), sexto na Organização Mundial de Boxe (WBO) e sétimo no Conselho Mundial de Boxe (WBC), Esquiva Falcão está próximo de completar 31 anos – seu aniversário vai cair justamente na data do confronto. De acordo com o medalhista olímpico, durante a entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o planejamento de sua carreira é buscar o título contra atletas renomados – e não há mais tempo a perder.

    “Eu tenho vontade sim de lutar com o Canelo, com o Triple G, os campeões. Testar meu boxe um pouco, ver se dá certo. Essa é a vontade de qualquer atleta da categoria, porque eles são uns dos maiores boxeadores médios hoje. Acredito que vai me ajudar muito no aprendizado, sinto que tenho grandes chances de vencer. Não posso falar se vou vencer ou não, mas eu sinto que seria uma boa luta. E também me ajudaria muito financeiramente”, revelou Esquiva, antes de analisar as chances de enfrentar cada um dos possíveis oponentes.

    “Com o Canelo seria mais difícil porque ele já é um nível diferente dos outros atletas. Está muito alto o nível dele, então para ele ter um oponente para fazer um super evento, acredito que ele tenha que mudar de categoria. Igual ele vem mudando aí, subindo para categorias mais pesadas, para pegar adversários mais renomados. O ‘Triple G’ já é um atleta que faz super evento mas luta com atletas ranqueados no mesmo peso. Ele nunca subiu de categoria para enfrentar adversários novos”, finalizou.

    ‘Triple G’ é o atual campeão da Federação Internacional de Boxe, justamente a entidade na qual o brasileiro afirmou que tem as melhores chances de conseguir o cinturão pois está melhor ranqueado. De acordo com Esquiva, a Top Rank está negociando com o atleta do Cazaquistão para o confronto do dia 12 de dezembro e, caso o atleta aceite a proposta, a disputa seria válida pelo cinturão dos médios da IBF.

    “Se for pelo cinturão, o adversário vai ser ele, o Triple G. Ele também está há um tempo sem lutar, já faz um ano. Então tudo vai depender da negociação que a Top Rank está fazendo. Eu estou aguardando aqui ansioso e treinando. (Se não for pelo cinturão), a Top Rank tem alguns atletas bons da minha categoria e no ranking também tem atletas bons que pretendem lutar. O número um, número dois estão ali brigando. Nome certinho ainda não tenho, mas eu acredito que deve ser um nome bom que os fãs da modalidade vão gostar muito”, concluiu.

    Medalhista de prata nas Olimpíada de Londres, em 2012, Esquiva Falcão compete no boxe profissional desde 2014 e ostenta um cartel sem derrotas de 27 vitórias, sendo 19 por nocaute. O capixaba se apresentou apenas duas vezes neste ano, ambas em São Paulo, em eventos da ‘Boxing for You’. A primeira foi em fevereiro diante do argentino Jorge Daniel Miranda e a segunda foi em agosto, quando venceu o paraense Morrama Dheisw de Araujo Santos.

  • Empolgado após atuação contra Dos Anjos, Felder descarta se aposentar do MMA

    Empolgado após atuação contra Dos Anjos, Felder descarta se aposentar do MMA

    Embora tenha saído com a derrota no último sábado (14), na luta principal do UFC Las Vegas 14, Paul Felder ficou empolgado com sua performance diante de Rafael Dos Anjos. O lutador, que aceitou o duelo principal faltando apenas cinco dias para o evento ao substituir Islam Makhachev, valorizou ter feito cinco rounds em alto nível diante do ex-campeão do peso-leve (70 kg) e só ser superado por decisão dividida dos jurados.

    Em entrevista para Michael Bisping, atual comentarista do Ultimate, logo após o combate, Felder adiantou que sua apresentação o fez mudar de ideia e que não pretende se aposentar tão cedo do MMA. Anteriormente, o atleta, que também trabalha analisando os duelos nas transmissões oficiais do UFC, havia flertado com essa possibilidade.

    “Posso dizer a vocês com certeza: não vou a lugar nenhum agora. Ainda não terminei. Posso cair um pouco no ranking, mas o que importa é mostrar quem você é por dentro e a determinação que você tem”, afirmou o americano, antes de exaltar sua felicidade pela atuação que teve contra um rival renomado e que já reinou na categoria de 2015 a 2016.

    “Isso é exatamente o que eu queria. Esse esporte quebra você, cara. É duro. Eu precisava de algo para me motivar novamente. Ter uma decisão dividida (com) esse cara, e temos ‘Luta da Noite’. Só espero que o UFC esteja orgulhoso de mim e feliz, além de todos em casa – eu amo vocês. Isso era para minha família. Isso foi para vocês”, completou o atleta.

    No MMA profissional desde 2011, Paul Felder soma 17 vitórias e seis derrotas em sua carreira. Nas suas últimas duas apresentações dentro do octógono, o ‘Irish Dragon’ foi derrotado por decisão dividida dos jurados, para Dan Hooker e Rafael Dos Anjos.

  • Celebridade do Youtube afirma que “chutaria o traseiro” de Floyd Mayweather

    Celebridade do Youtube afirma que “chutaria o traseiro” de Floyd Mayweather

    Com um cartel invicto de 50 vitórias e 15 títulos mundiais conquistados nas principais entidades do boxe profissional em diferentes divisões de peso, Floyd Mayweather é considerado por muitos como o maior boxeador de todos os tempos. Porém, o extenso currículo do americano, que conta ainda com uma medalha de bronze na Olimpíada de Atlanta, em 1996, não parece assustar o astro do ‘Youtube’ Logan Paul.

    Abordado pela imprensa na saída de uma churrascaria em Los Angeles, a personalidade do Youtube foi questionado sobre um possível duelo contra Mayweather em uma luta de exibição – rumor que circula há algum tempo – e, confiante, afirmou que levaria vantagem sobre ‘Money’ em um confronto na rua ou, até mesmo, no MMA. Dentro de um ringue de boxe, Paul admitiu que o ex-campeão mundial estaria mais confortável, mas também demonstrou confiança em sua superioridade sobre a lenda da nobre arte.

    “Deixe-me dizer isso, se eu pegar Floyd em uma luta de verdade, em uma luta de rua, eu chutaria o traseiro dele! Sem dúvidas. MMA? Octógono? Chutaria o traseiro dele. O único lugar onde eu acho que Floyd está seguro, obviamente, é dentro de um ringue de boxe. Mas, para ser honesto, eu não ligo. Eu não ligo a mínima! Eu lutaria com Floyd a qualquer momento, em qualquer lugar. Não importa p*** nenhuma para mim. Se eu acertar Floyd com um soco – um soco – eu quebraria esse m*** no meio”, afirmou Logan, de acordo com a transcrição do site ‘TMZ Sports’, antes de completar.

    “Eu sou 20 centímetros mais alto, sou 18 kg mais pesado, tenho metade da idade dele, eu estou duas vezes com mais vontade e sou dez vezes mais esperto. Estou acostumado a bater em pessoas mais fracas e menores do que ele. Eu cresci com Jake”, provocou Logan, citando seu irmão mais novo, Jake Paul, que deve enfrentar o ex-jogador da NBA (liga americana de basquete) Nate Robinson no mesmo card onde as lendas Mike Tyson e Roy Jones Jr farão uma luta exibição.

    Aos 43 anos, Floyd Mayweather não compete profissionalmente no boxe desde 2017, quando superou o irlandês Conor McGregor, ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do UFC. No final do ano passado, ‘Money’ sinalizou com um possível retorno aos ringues, mas, com a pandemia do novo coronavírus, os rumores sobre sua volta esfriaram.

    Por sua vez, Logan Paul possui apenas uma luta de boxe profissional em seu cartel. O americano foi derrotado pelo britânico ‘KSI’, também famoso por seu trabalho no ‘Youtube’. Recentemente, Paul esteve em negociações para enfrentar o polêmico jogador da NFL (liga de futebol americano) Antonio Brown, mas o combate acabou não se concretizando.