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  • Volkov se anima com boa atuação em vitória sobre Overeem e mira disputa de título

    Volkov se anima com boa atuação em vitória sobre Overeem e mira disputa de título

    No último sábado (6), Alexander Volkov deu uma prova que pode estar de volta aos seus melhores momentos no Ultimate. O russo, que não engatava duas vitórias seguidas na franquia há praticamente três anos, voltou a somar resultados positivos em sequência ao nocautear Alistair Overeem no segundo round da luta principal do UFC Vegas 18.

    Antes de superar o holandês, Volkov já havia vencido Walt Harris e tinha consciência que um triunfo sobre Overeem poderia deixá-lo em uma outra situação dentro do peso-pesado. Por isso, após a vitória, o russo, em coletiva após o show, comemorou sua atuação e já comentou sobre uma possível disputa de cinturão da categoria.

    “Quero lutar pelo cinturão, com certeza. Mas veremos. Teremos algumas lutas boas no peso-pesado daqui em frente, então veremos como termina e qual será o meu lugar. Mas com certeza, gostaria de tentar o título. Estou muito animado e me sentindo ótimo. Chegou a minha hora e vou buscar o cinturão”, avisou o atleta.

    Além da importante vitória, que pode colocá-lo perto do top 5 do ranking da divisão, Volkov teve outro motivo para festejar. O russo afirmou que essa sua apresentação mostrou que seu novo método de treinos tem feito efeito para a sua evolução.

    “Eu trabalho muito. Sinto que estou muito bem agora, mas com certeza no futuro estarei me sentindo cada vez melhor. Portanto, este não é o limite da minha forma física. Vou melhorar e estou tentando fazer camps difíceis, trabalhando em todas as minhas habilidades que eu não fazia antes, e me tornei melhor”, explicou o europeu.

    No UFC desde 2016, Alexander Volkov tem sete vitórias e duas derrotas na organização. Antes de superar Overeem, o russo viveu um momento de instabilidade, não conseguindo manter resultados positivos seguidos. No entanto, agora o lutador soma dois triunfos seguidos e volta a se colocar entre os principais nomes da divisão.

  • Após lançar marca de molho, Dustin Poirier participa de desafio ‘picante’

    Após lançar marca de molho, Dustin Poirier participa de desafio ‘picante’

    No UFC 257, evento realizado em janeiro, em Abu Dhabi (EAU), Dustin Poirier nocauteou Conor McGregor no segundo round, empatou a rivalidade com o irlandês, se aproximou de lutar pelo cinturão do peso-leve (70 kg) e o triunfo fortaleceu o lutador para mais um compromisso em sua carreira. Na sequência, o ex-campeão interino da categoria participou do desafio ‘Wings of Death’ (comer asas de frango picantes) no programa ‘Hot Ones’, no canal do ‘YouTube’ ‘First We Feast’.

    O convite para Poirier participar do quadro aconteceu em boa hora, já que o americano, nativo de Lafayette, recentemente, lançou sua própria marca de molho apimentado batizada como ‘Poirier’s Louisiana Style Hot Sauce’. O desafio já é algo tradicional e a missão de cada entrevistado é responder as perguntas comendo asas de frango com um nível crescente de tempero picante.

    No decorrer da atração, o ex-campeão interino do peso-leve colocou seu paladar à prova, passou pelo teste, relembrou da luta contra McGregor, o início de sua carreira e até revelou que planeja ter um programa de culinária no futuro. Vale lembrar que ‘The Diamond’ não foi o primeiro lutador a se testar. Anteriormente, Ronda Rousey também topou a brincadeira.

    Além da marca de molho picante, Dustin Poirier também possui uma instituição de caridade chamada de ‘Good Fight Foundation’. Inclusive, Conor McGregor doou parte de sua bolsa para ajudar a fundação do americano. O atleta, de 31 anos, é um dos lutadores mais condecorados no peso-leve do UFC. O americano se tornou campeão interino da categoria ao vencer Max Holloway pela segunda vez e superou nomes importantes da divisão.

  • Algoz de Diego Ferreira volta atrás e pede desculpas após criticar ‘matchmaker’ do UFC

    Embalado por cinco vitórias consecutivas, Beneil Dariush entrou no octógono do UFC Vegas 18, no último sábado (6), visando manter a boa fase e seguir sua ascensão na divisão dos leves (70 kg) da entidade. Porém, apesar da vitória sobre o brasileiro Diego Ferreira, que estendeu sua sequência positiva para seis triunfos, o iraniano não saiu completamente satisfeito do cage e fez questão de expressar seu descontentamento na entrevista pós-luta, logo depois do anúncio do resultado final do combate.

    Visivelmente irritado, Dariush disparou contra o Ultimate pela falta de confrontos diante de adversários do topo da categoria, e incluiu o próprio Diego Ferreira, que também vinha de longa sequência invicta, na lista de atletas que, assim como ele, deveriam ter melhores oportunidades na organização. Porém, a postura agressiva diante dos microfones do peso-leve durou pouco.

    Logo depois, já na entrevista coletiva pós-evento, Dariush tratou de colocar panos quentes sobre o assunto e alegou ter se expressado de forma confusa. De acordo com o lutador, suas críticas foram direcionadas aos concorrentes de divisão e não ao dirigente responsável pelo casamento das lutas, Sean Shelby.

    “Eu não elaborei corretamente (minha declaração). Meu problema é com esses caras olhando para mim como alto risco e baixa recompensa. Esses caras do top 10 olham para mim como se eu fosse um risco alto, com baixa recompensa, e eles não querem nada comigo. Isso é apenas um pouco frustrante”, explicou Dariush, antes de se retratar com o matchmaker do UFC.

    “Eu aprecio Sean Shelby. Ele me ligou todas as vezes e conversou comigo, e me explicou essa situação. Eu estava um pouco fora sobre isso, então eu tenho que pedir desculpas para Sean. Me desculpe, Sean”, desculpou-se.

    Agora com seis vitórias seguidas na liga e provavelmente com uma vaga no top 10 do ranking peso-leve assegurada, o iraniano terá ainda mais armas para pleitear um duelo contra um rival da parte de cima da lista. Mas, ainda que esteja convicto de que merece esta oportunidade, Dariush admitiu que não é favorável a imposição de lutas por parte do UFC aos atletas.

    “Eu venho de um país totalitário e eu gosto do capitalismo. Eu gosto de onde você pode tomar decisões e eu consigo tomar decisões. Então, eu vou responder não nessa (questão). Eu acho que todo mundo merece ter uma voz sobre o assunto”, concluiu.

    Atual 13º colocado no ranking peso-leve do Ultimate, Beneil Dariush deve subir alguns degraus após superar Diego Ferreira, número 10 na lista top 15, no último sábado, em Las Vegas (EUA). O iraniano chegou à sua 20ª vitória na carreira, que conta ainda com quatro reveses e um empate.

  • Karol Rosa narra sensação inédita de lidar com ferimento durante luta no UFC

    Karol Rosa narra sensação inédita de lidar com ferimento durante luta no UFC

    No último sábado (6), Karol Rosa viveu algumas experiências novas até então em sua trajetória no MMA profissional. Além de fazer seu debute em Las Vegas (EUA) e encarar uma adversária estrangeira pela primeira vez, a peso-galo (61 kg) precisou conviver com um intenso sangramento durante a luta, fato inédito em sua carreira, mas que não a impediu de dominar as ações e superar a panamenha Joselyne Edwards, na decisão unânime dos juízes, pelo card preliminar do UFC Vegas 18.

    Em conversa com a imprensa durante a coletiva pós-show (veja acima ou clique aqui), Karol analisou a experiência inédita na carreira e destacou que o sangramento abundante serviu como motivação extra para seu desempenho. Apesar disso, a capixaba admitiu que parte de sua performance acabou afetada pela presença excessiva de sangue, tanto no seu corpo como no da sua oponente, o que teria dificultado algumas de suas ações, especialmente na luta de solo.

    “Eu também nem percebi quando cortou, nem vi qual golpe que foi (o causador do corte). Mas quando eu vi o sangue – foi a primeira vez, em todas as minhas lutas, que eu sangrei desse jeito – eu fiquei até empolgada: ‘Caraca, é isso mesmo. Está saindo sangue, vamos que vamos’. Quando eu vi o sangue, me empolgou ainda mais porque eu percebi que realmente amo o que eu faço. Eu poderia sangrar até morrer, mas eu ficaria ali”, brincou Karol, antes de admitir que o sangramento atrapalhou seu desenvolvimento na luta de chão.

    “Eu estava buscando algumas finalizações, mas tinha muito sangue. Eu até tentei pegar uma americana, mas estava escorregando, não tinha firmeza. Eu tinha treinado um golpe com meu mestre, de ir para o leg lock, mas eu acabei não indo também justamente por causa do sangue. Estava escorregando muito, eu acabei ficando com medo de tentar pegar e escorregar. O sangue me atrapalhou um pouco, sim. Ficou bem escorregadio”, concluiu.

    Com o resultado no UFC Vegas 18, Karol Rosa agora soma três vitórias consecutivas desde que estreou na principal organização de MMA do mundo. Ao todo na carreira, a atleta da equipe ‘PRVT’ acumula 14 triunfos e três reveses, todos antes de entrar para o Ultimate.

  • Overeem revela ter quebrado o nariz no primeiro round da luta contra Volkov

    Overeem revela ter quebrado o nariz no primeiro round da luta contra Volkov

    Embalado com duas vitórias seguidas, ambas por nocaute, Alistair Overeem vinha motivado para encarar Alexander Volkov e confirmar seu bom momento. Além disso, mirava se aproximar de uma nova chance pelo cinturão do peso-pesado do Ultimate. No entanto, no último sábado (6), o holandês viu seus planos irem por água abaixo, ao ser nocauteado pelo adversário no segundo round do duelo principal do UFC Vegas 18.

    Depois de uma atuação abaixo das expectativas, o holandês se justificou. Através de suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo), o lutador explicou que teve uma lesão logo no início da luta, que atrapalhou seu rendimento, mas não deixou de elogiar Volkov.

    “Você é um verdadeiro guerreiro (Alexander Volkov) Parabéns pela vitória! Ontem não foi minha noite. Não consegui me recuperar daquele soco no primeiro round depois que quebrei meu nariz. Minha maior prioridade agora é me curar e passar algum tempo bem merecido com a família. Estarei de volta à academia em breve. Obrigado a todos pelo apoio! Eu leio todos os comentários. Vocês são os melhores”, escreveu o lutador.

    Alistair Overeem acumula 47 vitórias e 19 derrotas no MMA. O holandês é atualmente o quinto colocado do ranking. Com esse novo revés, o holandês se distancia de uma nova disputa de cinturão do UFC e tem interrompida sua série de dois triunfos seguidos.

  • Lara Procópio comemora vitória em estreia no peso-mosca e revela bronca de Dedé

    Lara Procópio comemora vitória em estreia no peso-mosca e revela bronca de Dedé

    A estreia de Lara Procópio no peso-mosca (57 kg) foi concluída com sucesso. No UFC Vegas 18, evento realizado no último sábado (6), nos Estados Unidos, a brasileira superou Molly McCann na decisão unânime dos juízes e conquistou a primeira vitória na organização. Apesar da importância do resultado, a mineira passou por uma situação delicada no octógono.

    Na coletiva de imprensa pós-UFC Vegas 18, Lara relembrou o único momento de perigo que viveu durante o combate e da “chamada” que recebeu de Dedé Pederneiras. Na maior parte da luta contra McCann, a brasileira controlou as ações, mas, no segundo round, mesmo estando por cima da adversária, quase deu os três tapinhas de desistência depois que a inglesa aplicou uma chave-de-braço justa. Isso só não aconteceu pelo conhecimento que a mineira possui no grappling. No assalto seguinte, a atleta admitiu que não seguiu a estratégia traçada pela equipe e, sendo assim, conheceu o lado mais sério do treinador. Como o que importa é a vitória, Lara tirou a pressão das costas após perder a estreia para Karol Rosa no peso-galo (61 kg).

    “Foi perigoso, mas mantive a calma e saí com facilidade. Só pensei em não bater, em não perder, aqui é sangue brasileiro. Consegui sair e me livrei. Venci uma atleta dura. Para essa luta, treinei muito wrestling, grappling. Tinha que agarrar bastante, porque sabia que o boxe dela era afiado. Confio na minha trocação, mas o caminho mais fácil seria o chão. A chave-de-calcanhar é um golpe que treino há muito tempo. Gosto de aplicar e falei que ia arriscar, mas meus professores me disseram para não tentar na hora errada. No terceiro round, estava equilibrado, achei que estava no final, me perdi no timing, arrisquei e vi o Dedé gritando. Consegui terminar por cima. Levei um esporrinho, mas deu tudo certo”, declarou Lara.

    A temporada 2020 foi um período complicado para diversos lutadores, mas para Lara foi ainda pior, já que não atuou no UFC. Além da pandemia de COVID-19, que afetou todas as esferas, em setembro, a brasileira descobriu que caiu no doping pelo uso de uma substância ilegal (Ostarina) em teste realizado em fevereiro. No entanto, a mineira provou sua inocência, já que o suplemento utilizado estava contaminado. Depois da batalha contra a acusação, mudar de categoria e conquistar a primeira vitória na companhia, Lara planeja dar continuidade ao bom momento que vive e já tem uma adversária em mente para recuperar o tempo perdido.

    “Entrei muito animada em 2020 e, quando ia iniciar meu camp, começou a pandemia e a academia fechou. No mesmo dia que a academia fechou, recebi a notificação do doping. Foram seis meses muito difíceis. No fim, deu tudo certo, consegui provar minha inocência, foi um suplemento manipulado. Depois, tentamos uma luta para o final do ano, mas como o ‘card’ estava cheio, me jogaram para fevereiro, que foi uma data boa. Quero a Cortney Casey. Iria lutar com ela em maio, no inicio da pandemia. Acredito que seja o próximo nome. É uma luta boa, porque era para ter acontecido. Um ano depois, pode ser um ótimo nome”, concluiu.

    Lara Procópio, de 25 anos, iniciou sua carreira no MMA em 2015 e, quatro anos depois, chegou ao UFC. No circuito nacional, a mineira venceu as cinco lutas que disputou, porém perdeu a invencibilidade em sua estreia na maior organização do esporte. Após trocar o peso-galo pelo peso-mosca, a atleta da Nova União se reencontrou com as vitórias e já passa a mirar uma vaga no top-15 da categoria.

  • Pantoja se irrita com acusação de O’Malley e lança desafio: “Luto com ele até nos galos”

    Pantoja se irrita com acusação de O’Malley e lança desafio: “Luto com ele até nos galos”

    Ao que parece, a agenda de Alexandre Pantoja para a temporada 2021 está cheia. Após vencer o estreante Manel Kape no UFC Vegas 18, evento realizado no último sábado (6), nos Estados Unidos, o brasileiro tratou de desafiar Deiveson Figueiredo para a revanche. Contudo, caso o novo encontro entre os compatriotas não aconteça, o carioca já possui outro alvo.

    Na coletiva de imprensa pós-UFC Vegas 18, Pantoja soltou o verbo e não só criticou Sean O’Malley, como também o desafiou. É bem verdade que os atletas integram categorias diferentes, porém, após a revelação feita pelo americano, o clima entre os envolvidos é pesado. Um dia antes do show acontecer, o peso-galo (61 kg) informou, em seu canal no ‘YouTube’, que nocauteou o peso-mosca (57 kg) quando ainda não tinha experiência no MMA. Ao tomar conhecimento da declaração da promessa do esporte, Pantoja subiu o tom e deu a sua versão sobre o ocorrido.

    “Aprendi desde cedo que treino não se comenta. Se ele quer falar alguma coisa, manda ele mostrar o vídeo. Quando fui na Lab, depois de viajar 15 horas de avião, no dia seguinte, fiz sparring na academia dele. Com 61 kg, cheguei lá para treinar e saí na porrada com todos da academia do cara. Vê se ele tem culhão de ir no Brasil enfrentar qualquer um? Vê se ele tem culhão para chegar na ATT, depois de viajar 15 horas e treinar com qualquer um? Eu tenho muito! Fui lá e treinei com ele. Fala para ele o que aconteceu no último round, montei nele. Vou falar para o Thomas, ‘Joga esse cara no chão, que ele não tem nada no chão para você’. Se alguma hora ele quiser lutar comigo, luto com ele nos galos mesmo”, declarou Pantoja.

    Quem pode se beneficiar com a polêmica entre Alexandre Pantoja e Sean O’Malley é Thomas Almeida. O brasileiro está sendo especulado pela imprensa especializada como potencial adversário do americano no UFC 260, evento que acontece no dia 27 de março, ainda sem local definido. Se depender do carioca, o paulista ganhou um reforço e tanto na preparação para o duelo.

  • Após vencer a segunda luta no UFC, Danilo Marques revela inspiração em lendas do MMA

    Após vencer a segunda luta no UFC, Danilo Marques revela inspiração em lendas do MMA

    Apesar de não integrar o top-15 dos meio-pesados, Danilo Marques está impressionando em suas aparições no octógono. No UFC Vegas 18, evento realizado neste sábado (6), nos Estados Unidos, o brasileiro finalizou Mike Rodriguez no segundo round, venceu a segunda luta seguida pela organização e a superioridade que apresentou no grappling não aconteceu por acaso.

    Na coletiva de imprensa pós-UFC Vegas 18, Danilo informou que algumas lendas do MMA servem de inspiração quando sobe ao octógono, cada uma com a própria característica. Durante muito tempo, o atleta treinou com Demian Maia no Brasil e tal convívio e aprendizado com o especialista em jiu-jitsu reflete na seriedade com que trata a própria carreira. Atualmente, o paulista vai se concentrar, definitivamente, na Kings MMA, academia liderada por Rafael Cordeiro, e o fato de ter Fabrício Werdum e Maurício ‘Shogun’ como amigos e parceiros de treino também força seu desenvolvimento como lutador.

    “O Demian influencia meu jogo. Não tem como falar que não, porque treinei com ele durante muito tempo. Sempre procurei fazer esse tipo de jogo, essa mistura. Aprendi muito com o ‘Shogun’, com o Werdum. Vou colocando um pouco de cada um. Werdum me ensinou muita coisa, é o mais recente, ‘Shogun’, nem se fala, é como um irmão mais velho, me ensinou muita coisa no MMA em geral. O Demian me ensinou o refino do grappling. Fazer o adversário te dar as posições, simular uma finalização para pegar outra. Ele tem muita influência, sem dúvida”, declarou Danilo.

    Ao aplicar o tradicional estrangulamento, Danilo apagou Rodriguez, mas segurou um pouco a finalização. Contudo, antes das críticas por parte dos fãs começarem a surgir, o brasileiro tratou de se defender. De acordo com o profissional, a responsabilidade por encerrar o combate e afastar os lutadores não é sua e sim do árbitro que, na ocasião, não encerrou o duelo. Vale lembrar que o próprio adversário do paulista foi surpreendido por Ed Herman em sua última aparição, justamente, porque perdeu o foco após ser superior no ‘cage’.

    “Tive tempo para trabalhar, treinei para fazer isso e ajustei as coisas para dar certo. Cheguei a perceber que ele tinha desmaiado, mas não soltei, porque o árbitro não tinha checado o braço dele. Quando p árbitro faz isso, solto. Ele voltou rápido e não apagou por muito tempo. Se demorasse mais, soltaria. Dei uma olhada no árbitro, e ele já veio. Eu tenho que esperar por ele, porque em uma dessa o cara acorda, vira de frente, a luta continua e aí ferrou”, concluiu.

    Mesmo sendo novato no UFC, já que disputou apenas duas lutas pela companhia, Danilo Marques já mirou o top-15 dos meio-pesados e indicou que o grappling é um diferencial que possui para integrar a elite da categoria. Além de Demian Maia, Fabrício Werdum e Maurício ‘Shogun’, o brasileiro, de 35 anos, também tem ao seu dispor nomes importantes como Kelvin Gastelum, Marvin Vettori, Neiman Gracie, entre outros como parceiros de treino na Kings MMA. No esporte, o paulista possui um cartel de 11 vitórias e duas derrotas.

  • Comunidade do MMA lamenta nocaute sofrido por Frankie Edgar no UFC Vegas 18

    Comunidade do MMA lamenta nocaute sofrido por Frankie Edgar no UFC Vegas 18

    Por conta de sua qualidade e garra no octógono, Frankie Edgar se tornou um dos lutadores de MMA mais queridos entre os amantes do esporte. Contudo, o veterano, por mais que tenha a capacidade de suportar e até mesmo reverter castigos, não é invencível. No UFC Vegas 18, evento que aconteceu no último sábado (6), nos Estados Unidos, o ex-campeão do peso-leve (70 kg) da organização enfrentou Cory Sandhagen, promessa do peso-galo (61 kg) e acabou nocauteado em apenas 28 segundos. Após o resultado, fãs e atletas lamentaram o que ocorreu com Edgar.

    O desfecho impactante foi importante para o peso-galo do UFC, que ganhou um virtual desafiante ao título. No entanto, a bela vitória de Sandhagen acabou ofuscada pela preocupação da comunidade do MMA com o estado de saúde do veterano. Na ocasião, após receber a joelhada voadora de ‘The Sandman’, Edgar, imediatamente, caiu apagado no octógono. A vitória rendeu um dos bônus de ‘performance da noite’ para a promessa, que, ao mesmo tempo que comemorou, mostrou respeito pelo ídolo.

    “Estou feliz que tenha sido ele e não eu. Isto não é um jogo. Não é bom ver alguém rastejar e ficar tonto, especialmente quando é Edgar, que todos amam, inclusive eu. Não quero ver isso acontecer com ele”, declarou Sandhagen na coletiva de imprensa pós-UFC Vegas 18.

    Petr Yan, campeão do peso-galo, e Aljamain Sterling, desafiante da categoria, também utilizaram suas redes sociais para comentar o resultado (veja abaixo ou clique aqui e aqui). Vale lembrar que a dupla vai se enfrentar no UFC 259, evento que acontece no dia 6 de março, nos Estados Unidos e, ao que tudo indica, o vencedor do encontro vai medir forças com Sandhagen na sequência.

    “Edgar é uma lenda, é hora de seguir em frente. Boa vitória para Cory, mas é difícil esquecer o que meu próximo oponente fez com ele. Veremos o que acontece a seguir”, escreveu Yan em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    “Ainda bem que Frankie está de pé e ok. Aquilo foi um tiro certeiro”, comentou um aliviado Sterling.

    Através da mesma ferramenta, os meio-médios (77 kg) Gilbert ‘Durinho’ e Belal Muhammad preferiram destacar a importância de Edgar para o esporte e enalteceram a carreira do americano (veja abaixo ou clique aqui, aqui, aqui). O brasileiro chamou o ex-campeão do UFC de lenda, enquanto o segundo revelou que torcia para o veterano contra Sandhagen. Já o peso-médio (84 kg) Kelvin Gastelum não escondeu a tristeza com a derrota de ‘The Answer’ (veja abaixo ou clique aqui).

    Frankie Edgar pode se orgulhar de dizer que enfrentou os melhores lutadores de sua época no esporte. O veterano atuou pelo peso-leve, peso-pena (66 kg) e peso-galo e sempre ocupou um lugar de destaque nos rankings. O americano se tornou campeão dos leves e chegou a lutar duas vezes pelo cinturão linear dos penas. Os maiores triunfos de ‘The Answer’ no MMA foram diante de BJ Penn (três vezes), Chad Mendes, Charles ‘Do Bronx’, Gray Maynard, Urijah Faber, entre outros.

  • Felipe ‘Preguiça’ confirma favoritismo e conquista GP peso-pesado do ‘BJJ Stars’

    Felipe ‘Preguiça’ confirma favoritismo e conquista GP peso-pesado do ‘BJJ Stars’

    A quinta edição do BJJ Stars aconteceu no último sábado (6), em São Paulo, e a atração principal foi o GP dos pesos-pesados (97kg). Apontado como um dos principais candidatos ao título, Felipe ‘Preguiça’ confirmou o favoritismo e se tornou campeão ao superar Gutemberg Pereira na final. Sendo assim, o faixa-preta de jiu-jitsu levou para a casa o cinturão e a premiação de R$ 100 mil.

    O caminho de ‘Preguiça’ até o título não foi fácil, porém o profissional mostrou toda sua experiência e repertório na modalidade. Para conseguir o título, o atleta passou por Luiz Panza, Erich Munis e Gutemberg Pereira. No evento, a única vitória por finalização do campeão aconteceu sobre o primeiro. Após a conquista, ‘Preguiça’ se pronunciou através das redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), relatou as dificuldades que enfrentou e agradeceu o apoio que recebeu.

    “‘Quem quer dá um jeito, quem não quer dá desculpa!’. Para mim, essa é a lição desse evento. Fiquei 15 dias sem treinar por conta de uma bursite infecciosa no joelho e tinha todas as desculpas possíveis para não lutar. Fiz de tudo para melhorar e eu não conseguia treinar. Isso durou até essa segunda. Meus alunos, família, amigos e os organizadores do evento acompanharam tudo e sabiam que, provavelmente, não conseguiria lutar, mas tentei até o ultimo minuto e todo esforço valeu muito a pena”, escreveu ‘Preguiça’ em sua conta oficial no ‘Instagram’.

    “Confesso que me senti azarado por isso acontecer, mas tudo tem um motivo, simplesmente, tudo. Deus sabe o que faz e acredito que foi um teste para ver se realmente eu queria essa conquista. Agradecer muito a todos os envolvidos que me ajudaram e ao melhor corner, que fez toda diferença. Obrigado também aos meus patrocinadores e a todos que estavam torcendo e mandando energias positivas. CONSEGUIMOS”, concluiu.

    Os outros destaques do show ficaram por conta de Leandro Lo, Gabriel Rollo e Bia Mesquita. A lenda do jiu-jitsu, vencedor do GP do peso-médio da quarta edição, finalizou Alex Munis. Vale lembrar que o adversário original de Leandro seria Gustavo Batista, mas este sofreu uma lesão de última hora e acabou substituído. Por sua vez, Rollo finalizou Miltinho Vieira, ex-UFC. Já Bia, novamente, levou a melhor sobre Thamara Ferreira, no duelo que foi eleito o melhor da atração anterior.

    Resultados do ‘BJJ Stars’ 5:

    GP peso-pesado (até 97kg)

    Felipe ‘Preguiça’ finalizou Luiz Panza com um estrangulamento
    Erich Munis derrotou Erberth Santos por 4 a 2 nos pontos
    Gutemberg Pereira derrotou Nicholas Meregali por 5 a 0 nas vantagens
    Lucas ‘Hulk’ derrotou Yuri Simões por 7 a 0 nos pontos

    Semifinais

    Felipe ‘Preguiça’ derrotou Erich Munis por 3 a 1 nas vantagens (2×2 pontos)
    Gutemberg Pereira derrotou Lucas ‘Hulk’ por decisão dos árbitros (0x0 pontos)

    Final

    Felipe ‘Preguiça’ derrotou Gutemberg Pereira por 2 a 0 nos pontos

    Lutas casadas No Gi:

    Vitor Terra derrotou Percio Broca por 5 a 0 nos pontos
    Gabriel Rollo finalizou Miltinho Vieira com uma chave de braço
    Bia Mesquita derrotou Thamara Ferreira por 2 a 0 nos pontos
    Isaque Bahiense derrotou Roberto Jimenez por 4 a 0 nos pontos

    Superlutas de quimono:

    Mário Reis derrotou Leon Amâncio por 3 a 0 nos pontos
    Leandro Lo finalizou Alex Munis com um estrangulamento