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  • McGregor paga despesas de equipe da Irlanda em mundial amador de MMA

    Principal astro do esporte irlandês na atualidade, Conor McGregor parece disposto a investir dinheiro de seu próprio bolso para que as futuras gerações continuem colocando seu país natal em destaque nas competições, especialmente na sua modalidade de origem. O ex-campeão do UFC financiou a participação da equipe nacional da Irlanda no campeonato mundial de MMA amador, promovido pela IMMAF (Federação Internacional de MMA).

    Ao todo, 27 lutadores – de 12 a 18 anos – e 20 treinadores, representando as mais variadas academias de luta da Irlanda marcarão presença no torneio com todas as despesas pagas por McGregor. O lutador ficará responsável por bancar as taxas de inscrição, assim como os gastos com passagens aéreas e acomodação dos atletas e treinadores da equipe irlandesa, que competirá entre os dias 29 de julho e 1º de agosto, na Bulgária.

    “Desejando ao time irlandês a melhor das sortes em sua jornada no campeonato mundial nesse ano! Desde os lutadores aos treinadores, eu sei que o futuro da nossa nação de lutas está em excelentes mãos. Lutem com o orgulho da Esmerald Isle, time! Nós estamos todos com vocês. Boa sorte”, disse Conor McGregor, em comunicado enviado à IMMAF.

    Ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do Ultimate, Conor McGregor voltará ao octógono no próximo dia 10 de julho, pelo main event do UFC 264, em Las Vegas (EUA), onde medirá forças novamente contra o americano Dustin Poirier, no terceiro capítulo da trilogia entre eles. Além de desempatar o placar do confronto, o vencedor do duelo deve garantir a oportunidade de ser o próximo a lutar pelo cinturão até 70 kg da organização, atualmente sob posse do brasileiro Charles ‘Do Bronx’.

  • Raush revela preferência por rival no PFL: “Vou terminar o ano milionário”

    Raush revela preferência por rival no PFL: “Vou terminar o ano milionário”

    Raush Manfio ganhou confiança extra para a fase final do GP do peso-leve (70 kg) do PFL. O brasileiro avisou que venceria Anthony Pettis na edição de número seis da organização, realizada na última sexta-feira (25), em New Jersey (EUA), e superou o ex-campeão do UFC por decisão dividida. Após conquistar a maior vitória de sua carreira, o atleta se classificou para a semifinal do torneio e analisou suas chances na competição.

    Como terminou a fase de classificação em terceiro lugar, Raush vai enfrentar Clay Collard, segundo colocado na tabela. A curiosidade é que, assim como o brasileiro, o atual oponente também passou por Pettis na abertura do GP. Apesar da empolgação quanto a sua trajetória no PFL, o atleta revelou em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight que, se pudesse escolher, seu adversário não seria o americano e sim Loik Radzhabov.

    O representante do Tajiquistão avançou para a semifinal do GP do peso-leve do PFL em primeiro lugar, com seis pontos. No entanto, o atleta só conseguiu a vaga, porque nocauteou Akhmed Aliev no primeiro round, uma vez que foi derrotado por Alexander Martinez na luta anterior. Collard e Raush conquistaram os mesmos seis pontos de Radzhabov no torneio, mas ficaram atrás, porque venceram seus dois combates na decisão dos juízes.

    “A luta menos dura é o Loik. Ele teve uma performance surpreendente na última luta, ganhou muito rápido, mas na primeira luta teve uma performance aquém. Acho que ele ganhou, mas deram para o Martinez. Mas se ele lutasse assim comigo, estaria lascado. Se eu pudesse escolher, gostaria de lutar com ele”, sentenciou Raush, antes de completar.

    “É uma luta boa, apesar de ter sido devastador na última. Ele tem um primeiro round muito forte. O Collard mostrou contra o Pettis que é completo, bom de boxe. Seria uma luta mais longa. Contra o Loik, seria bomba de lá, de cá e alguém vai cair. Ele pega duro, eu pego duro também, mas ele tem mais falhas para explorar do que o Collard”, explicou.

    Quando o GP do peso-leve e os candidatos foram anunciados pelo PFL, parte da imprensa especializada indicou Pettis, ex-campeão do UFC, Nathan Schulte, vencedor dos últimos dois torneios da companhia, Marcin Held e Olivier Aubin-Mercier, ambos ex-UFC, como favoritos para avançar de fase, mas os quatro atletas ficaram pelo caminho. Agora, há um equilíbrio entre Collard, Martinez, Radzhabov e Raush, mas o brasileiro está animado com o triunfo diante de ‘Showtime’ e confiante de que vai levar a melhor sobre a competição.

    “100% vou terminar o ano milionário. Pode anotar, já pode arcar a entrevista. Esse ano é meu. Ninguém me segura. Pode apostar. Quer ganhar dinheiro? Bota o dinheiro em mim. Estou muito feliz e confiante. No final do ano, vamos arcar essa entrevista de novo, aí pode começar me chamando de Raush, o milionário. Passei por momentos difíceis, mas com uma boa mentalidade e estou preparado”, concluiu.

    Raush Manfio, de 29 anos, estreou no PFL na temporada 2021 e venceu as duas lutas que fez pela organização. Em sua estreia, o brasileiro passou por Joilton ‘Peregrino’ e na segunda aparição conquistou o maior triunfo de sua carreira ao superar Anthony Pettis. No MMA desde 2011, ‘Cavalo De Guerra’ disputou 16 combates, venceu 13, sendo sete por nocaute, e perdeu três vezes.

  • Moreno minimiza interesse em trilogia com Deiveson e cita Pantoja como possível rival

    Moreno minimiza interesse em trilogia com Deiveson e cita Pantoja como possível rival

    Brandon Moreno fez história no UFC 263. No evento que aconteceu em junho, no Arizona (EUA), ‘The Assassin Baby’ finalizou Deiveson Figueiredo e se tornou o primeiro lutador mexicano a se tornar campeão da companhia. Como seu reinado no peso-mosca (57 kg) está apenas no começo, o atleta possui conhecimento de que ameaças não lhe faltam e, ao que parece, está mais do que disposto para superar os novos obstáculos.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (veja acima ou clique aqui), Moreno analisou o futuro do peso-mosca e opinou a respeito do primeiro desafiante ao seu título. Após ser derrotado pelo mexicano, ‘Daico’, imediatamente, pediu ao UFC uma nova oportunidade de enfrentar o rival. O campeão da categoria não descartou a realização da trilogia entre ele e o brasileiro, mas sinalizou que outros nomes lideram a corrida pelo posto de desafiante número um da divisão.

    De acordo com Moreno, Deiveson está longe da trilogia, porque apresenta recorrentes problemas para bater o peso dos moscas e pela derrota dominante sofrida no octógono. Por outro lado, o campeão citou Alexandre Pantoja como um dos principais candidatos da categoria. Vale lembrar que, no passado, o brasileiro superou ‘The Assassin Baby’ em duas oportunidades. Outras opções também aparecem no radar do mexicano.

    “Talvez, Deiveson precise lutar com outro cara e aí podemos lutar de novo. Tenho muitas possibilidades. O vencedor de Askarov e Perez, Garbrandt está por aí, perdeu a última luta, mas é um ex-campeão e tem grande nome. A trilogia está lá também. Pantoja é outra possibilidade. Ele me venceu duas vezes antes, mas não tenho nada pessoal contra ele ou qualquer pessoa. Estou pronto. Agora, sou um cara diferente, me sinto como um super-herói. Sei que serei campeão por muito tempo”, listou o campeão do peso-mosca do UFC.

    Antes de conquistar o título do peso-mosca do UFC, Moreno viveu momentos delicados em sua trajetória no esporte. O atleta foi uma das zebras no TUF 24 e, em 2018, chegou a ser cortado da organização ao perder duas lutas seguidas.

    Ao retornar para a companhia, um ano depois, o mexicano se transformou e reconstruiu sua imagem, tanto que venceu quatro e empatou duas lutas. Depois de muito sofrer no MMA, Moreno revelou que ficou surpreso com o nível de sua atuação contra Deiveson, mas garantiu estar motivado para continuar impressionando.

    “Ter o cinturão era meu objetivo final. Estou buscando novos objetivos, me manter disciplinado. É um sonho que se tornou realidade. Na maior parte do tempo, você tenta fazer uma estratégia para a luta, mas você precisa mudar durante os rounds, porque algo diferente acontece. Nessa luta, tudo foi tão perfeito. Tinha que ter a distância certa, manter a pressão, ser agressivo a todo momento, tentar derrubar Deiveson. Tudo funcionou. Eu estava pronto para morrer naquela luta. Isso não aconteceu e fico feliz, porque estou com o cinturão”, concluiu.

    Brandon Moreno, de apenas 26 anos, já é um veterano do MMA. O mexicano iniciou sua trajetória no esporte em 2011 e, antes de se tornar campeão do peso-mosca do UFC, conquistou o título da categoria no LFA. O cartel profissional de ‘The Assassin Baby’ na modalidade é de 19 vitórias, cinco derrotas, dois empates e seus triunfos de maior destaque foram diante de Deiveson Figueiredo e Jussier ‘Formiga’.

  • ‘Cyborg’ critica trato de Dana White com atletas e diz: “Melhor coisa foi sair do UFC”

    ‘Cyborg’ critica trato de Dana White com atletas e diz: “Melhor coisa foi sair do UFC”

    Uma das principais estrelas do MMA mundial, Cris ‘Cyborg’ batalhou por anos para ter a chance de atuar no UFC. Apesar da desconfiança de Dana White, presidente da organização, a brasileira atuou pela franquia de 2016 a 2019 e sagrou-se campeã do peso-pena (66 kg). Porém, após diversas rusgas com o mandatário do Ultimate, a brasileira acertou sua ida para o Bellator. Já com três atuações pela franquia e também com o título da divisão até 66 kg, a atleta comparou o tratamento das duas companhias.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, ‘Cyborg’ não poupou críticas a forma de atuar de Dana e o comparou com Scott Coker, presidente do Bellator. A brasileira citou o imbróglio em que Jon Jones atravessa com o UFC para apontar que o cartola do Ultimate apenas ‘explora’ os lutadores e não os valoriza da forma que deveria.

    “Nós (eu e Scott Coker) somos parceiros de trabalho. Nós dois queremos crescer juntos. Assim que funciona. O relacionamento que eu tinha com o Dana White e, que muitos atletas têm, você vê o Jon Jones, não é uma parceria. As pessoas querem tirar vantagens de outros atletas. Sem os atletas o evento não acontece”, disparou a lutadora de 35 anos.

    Apesar do Ultimate ser apontado como a principal organização de MMA do mundo, ‘Cyborg’ tem um outro pensamento. A brasileira admitiu que não se arrepende de ter optado por deixar o UFC, principalmente por ficar contrariada pela forma como era tratada, e seguiu sua metralhadora de críticas ao cartola da organização.

    “Melhor coisa para a minha carreira foi ter saído do UFC. Tenho um outro pensamento e direcionamento para meu futuro. Tudo que for vinculado comigo o Dana White vai encrencar, porque ele não gosta das pessoas que batem de frente com ele. Ele gostas das pessoas que dizem amém para ele e eu não sou assim. Tenho meus princípios e sigo eles. É difícil trabalhar com pessoas assim. Não precisa aceitar, mas respeitar”, concluiu.

    Em quase duas décadas no MMA, ‘Cyborg’ foi a primeira atleta a conquistar títulos em quatro grandes organizações de MMA (Bellator, UFC, Strikeforce e Invicta FC). Pelo Bellator, a atleta já estreou conquistando o cinturão dos penas, ao nocautear a então campeã Julia Budd, em janeiro de 2020. Nove meses depois, a veterana defendeu seu título pela primeira vez, ao finalizar Arlene Blencowe, e na última sexta-feira, saiu novamente do cage com a cinta até 66 kg sob sua posse após superar Leslie Smith.

  • E o Ngannou? Gane e Lewis lutam pelo título interino dos pesados no UFC 265

    E o Ngannou? Gane e Lewis lutam pelo título interino dos pesados no UFC 265

    O peso-pesado passa por um momento conturbado. Além do imbróglio que envolve a estreia de Jon Jones, nesta segunda-feira (28), uma notícia surpreendente abalou a categoria e envolve Francis Ngannou. À ‘ESPN’ americana, Dana White, presidente do UFC, informou que Ciryl Gane e Derrick Lewis vão disputar o título interino da divisão na edição de número 265, que acontece no dia 7 de agosto, em Houston (EUA).

    De acordo com Dana, a organização tentou realizar a revanche entre Lewis e Ngannou, porém o campeão do peso-pesado e sua equipe informaram que não estariam prontos para realizar a primeira defesa de título na data proposta. Sendo assim, o UFC optou por elevar os nomes de ‘The Black Beast’ e Gane, que ocupam as posições de número dois e três, respectivamente.

    No MMA profissional desde 2010, Derrick Lewis possui 25 vitórias, sete derrotas e um ‘no contest’ (luta sem resultado) em seu cartel. Atualmente, o americano está em uma sequência de quatro vitórias, sendo as duas mais recentes por nocaute. O atleta já disputou o título do peso-pesado em 2018 e seus triunfos de maior destaque na modalidade foram diante de Alexander Volkov, Curtis Blaydes e Francis Ngannou.

    Ex-kickboxer, Ciryl Gane migrou para o MMA profissional em 2018 e desde então disputou nove combates, vencendo todos, sendo seis deles como atleta do UFC. O lutador possui vitórias marcantes pelo Ultimate em cima de Alexander Volkov, Jairzinho Rozenstruik e Junior ‘Cigano’.

  • Raulian Paiva estreia no peso-galo do UFC contra Kyler Phillips em julho

    Raulian Paiva estreia no peso-galo do UFC contra Kyler Phillips em julho

    Depois de passar mal durante corte de peso há praticamente um mês, e não ter condições de atuar, Raulian Paiva vai retornar ao Ultimate em uma nova categoria. O brasileiro assumiu a vaga de Raphael Assunção, lesionado,para encarar Kyler Phillips, em duelo válido pelo peso-galo (61 kg) no dia 24 de julho, em evento a ser realizado em Las Vegas (EUA). A informação foi confirmada pela Ag. Fight após relato inicial do ‘Combate.com’.

    Raulian Paiva vivia seu melhor momento no peso-mosca (57 kg). O competidor estava entre os 15 primeiros do ranking da divisão, com duas vitórias seguidas. No entanto, com seu último problema de saúde, o brasileiro foi ‘obrigado’ a subir de categoria para preservar seu físico. A última luta do atleta foi em triunfo diante de Zhalgas Zhumagulov, em julho de 2020. Após essa atuação, o lutador passou por cirurgia no joelho que o deixo afastado das competições desde então.

    Por outro lado, Kyler Phillps é um dos tops da divisão dos galos, atualmente na 14ª colocação. O americano ainda está invicto no Ultimate após três apresentações. A mais recente vez que o ‘The Matrix’ se apresentou foi em março deste ano, qusndo derrotou Song Yadong , por decisão unânime dos jurados.

  • Lutador de MMA nocauteia homem em bar e alega legítima defesa; veja

    Lutador de MMA nocauteia homem em bar e alega legítima defesa; veja

    Se Michael Bisping conseguiu ter autocontrole e maturidade para não revidar uma agressão de um estranho nas ruas de Nova Orleans (EUA), no último final de semana, o mesmo não pode ser dito do também lutador Joe Schilling. O experiente kickboxer – que também possui experiência no MMA e no boxe – se envolveu em uma confusão em um bar e acabou nocauteando um homem.

    O imbróglio foi gravado por uma terceira pessoa presente no local e compartilhado na internet (veja abaixo ou clique aqui). Não há informações até o momento sobre a data ou o local em que o violento incidente aconteceu, tampouco se a polícia foi chamada para intermediar a situação ou se o homem agredido por Schilling sofreu alguma lesão significativa.

    O que se sabe, de fato, é que Schilling realmente era o homem do vídeo. Através de sua conta oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), o lutador assumiu a autoria da agressão, mas alegou ter agido em legítima defesa, afirmando que a situação colocava sua vida sob risco.

    “Auto defesa aparentemente não é mais o que esse país prega. Não esquenta, eu tenho o vídeo. Amo vocês. Obrigado pela preocupação e pelo apoio durante a minha experiência de ameaça à minha vida. Grande salve para The Yard Muay Thai por me preparar para essa situação de risco de vida”, escreveu Schilling.

    A filmagem do incidente, no entanto, mostra uma situação bastante diferente da descrita pelo lutador. Nas imagens é possível ver que um homem, de roupa social e gravata, bloqueia a passagem de Schilling no corredor do bar. O atleta, então, o empurra pelas costas para abrir passagem e seguir seu caminho.

    Neste momento, o homem parece proferir algumas palavras ao lutador, que dá meia volta e, em questão de segundos, lança uma combinação de socos direcionados ao rosto do indivíduo que cai nocauteado no chão, sendo posteriormente amparado por outros populares presentes no estabelecimento.

    Aos 37 anos, Joe Schilling possui no kickboxing, assim como no MMA profissional. Sua última atuação nos esportes de combate aconteceu justamente na modalidade de artes marciais mistas, em outubro de 2019, quando foi derrotado por Tony Johnson, no Bellator 229. Ao todo, o veterano soma quatro vitórias e seis derrotas no MMA. Já no kickboxing, Schilling possui um cartel de 23 triunfos e nove reveses.

  • Estreia de Anderson Silva no UFC completa 15 anos; relembre

    Estreia de Anderson Silva no UFC completa 15 anos; relembre

    Quem é apaixonado e acompanha MMA sabe da importância de Anderson Silva para a modalidade. E foi justamente em um dia 28 de junho que sua história de maior sucesso começou a ser escrita. Nesta data, há exatamente 15 anos, ‘Spider’ fazia sua estreia no UFC, liga onde reinou no peso-médio (84 kg) de 2006 a 2013 e é o recordista de defesas de título da categoria.

    O adversário da ocasião foi o americano Chris Leben, que foi nocauteado em menos de um minuto. E para comemorar esse dia especial, as redes sociais do UFC (clique aqui ou veja abaixo) relembraram o duelo. No combate, Anderson Silva deu a prova de todo seu talento na parte em pé ao nocautear o rival, ainda no primeiro round, após uma sequência impressionante de golpes.

    Anderson Silva possui um cartel de 34 vitórias, 11 derrotas e um ‘no contest’ (luta sem resultado) em mais de 23 anos de carreira no MMA profissional. De 2006 a 2013 o brasileiro foi soberano no peso-médio do UFC, com dez defesas de cinturão seguidas, um recorde na divisão, até o momento. Em sua última apresentação, ‘Spider’ foi superado por Uriah Hall, em outubro de 2020, em duelo que marcou a sua despedida do octógono.

  • Bisping alega ter sido atacado por estranho, mas debocha da falta de ‘punch’ do agressor

    Bisping alega ter sido atacado por estranho, mas debocha da falta de ‘punch’ do agressor

    O ex-campeão do UFC Michael Bisping passou por um teste de autocontrole no último final de semana. De folga de sua atual ocupação, como comentarista do Ultimate, o inglês esteve com a família na cidade de Nova Orleans (EUA), onde o mesmo alega que teria sido agredido por um estranho na rua. Apesar do entrevero, o lutador aposentado manteve a calma e não revidou o ataque, optando por apenas debochar do agressor.

    Em sua conta oficial no ‘Twitter’ (veja abaixo ou clique aqui), o ex-lutador deu a sua versão sobre o que teria ocorrido e se mostrou orgulhoso por ter atingido um nível de maturidade que o permitiu ter calma e não utilizar suas habilidades de artista marcial para revidar a agressão sofrida. Vale destacar que o próprio Bisping já admitiu ter se envolvido em algumas brigas de rua na juventude, tendo inclusive cumprido um mês de detenção em uma prisão britânica.

    “Acabei de ser agredido (risos). Um cara se meteu comigo por filmar em uma rua pública. Eu disse a ele para ir embora e ele me deu um soco (risos). Foi literalmente tão fraco que eu ri dele. Tão engraçado que alguém que age como se fosse tão durão bate como uma cadela. Eu ri e fui embora. Cara, eu estou maduro hoje em dia (risos)”, relatou Bisping, que expôs o rosto do agressor em uma outra publicação (veja abaixo ou clique aqui).

    “Esse é o cara”, apontou o inglês, ao publicar uma foto do agressor com a legenda: “Se você conhece esse cara em Nova Orleans, diga a ele que ele bate como uma vadia”.

    Aos 42 anos, Michael Bisping está aposentado oficialmente desde maio de 2018. Durante sua carreira, que perdurou de 2004 a 2017, o inglês teve como principais destaques a conquista da terceira edição do reality show ‘The Ultimate Fighter’ e do cinturão peso-médio (84 kg) do UFC.

  • ‘Durinho’ abre o jogo sobre derrota para Usman e promete versão madura em retorno

    No próximo dia 10 de julho, Gilbert ‘Durinho’ volta a pisar no octógono mais famoso do mundo. Sem atuar desde fevereiro deste ano, quando lutou pelo cinturão dos meio-médios (77 kg) e acabou superado por Kamaru Usman, o brasileiro mede forças contra Stephen Thompson, outra estrela da categoria, no UFC 264. Após alguns meses em silêncio, o faixa-preta de jiu-jitsu e adotou nova postura para abrir seu coração sobre sua última apresentação.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui ou veja acima), o atleta natural de Niterói (RJ) fez uma autocrítica da sua mais recente performance. No entanto, engana-se quem pensa que o lutador absorveu o revés de forma negativa. ‘Durinho’ admitiu que o embate contra Usman lhe mostrou alguns pontos que foram trabalhados no último camp, e adiantou que pretende mostrar sua evolução já contra o rival americano.

    “Cometi alguns erros, mas é muito do meu estilo, entro para acabar com a luta. É matar ou morrer, mas muita gente não faz e eu tento. Aprendi bastante coisa, o aprendizado foi gigantesco. Deu para aprender muita coisa sobre mim, como eu lido com a pressão, alguns erros técnicos, erro na estratégia também. Acho que foi um aprendizado grande, continuo evoluindo bastante e vai dar para mostrar muita coisa contra o ‘Wonderboy’. A galera já vai dar para notar uma evolução sim. (…) Podem esperar um ‘Durinho agressivo’, mas mais maduro, um pouco mais estratégico”, contou o lutador, emendando.

    “Muita gente que não tem uma pancada tão forte, não vai ter isso, o cara vai lutar calmo. Mas a gente quando consegue derrubar os caras com o soco, me deu um afobação, de ver que eu bati e ele caiu. É algo que tenho trabalho de lutar mais calmo, seguir a estratégia, tem horas que temos que ajustar. Estou trabalhando isso, de me ajustar de um round para o outro, ouvir bem o córner e colocar em ação nos rounds. É mais um autocontrole. Se machuquei o cara, fiz algo bom, então é seguir a linha”, completou.

    Para este combate, ‘Durinho’ também vai lidar com um fator marcante: o duelo de estilos. Apesar de ter mostrado sua evolução na parte em pé, o brasileiro é conhecido por um jogo de chão de excelência, enquanto Thompson tem a trocação como principal arma. O competidor citou essa questão, mas citou que pode vir alguma surpresa para o rival.

    “Temos um estilo bem diferente. Muito tempo que ele não luta com ninguém parecido comigo assim, os caras que podem ter o estilo parecido, mas não é tanto, foi o Anthony Pettis, mas ele chuta muito mais do que eu, mas não tem wrestling como eu. O mas parecido é o (Tyron) Woodley, com queda, boa, mão pesada. Por lutar muito tempo no peso-leve levo acho que vantagem contra esses caras na velocidade. Nunca lutei com striker que se movimenta como ele. Ele é perigoso para mim, mas eu sou para ele também. Estou afiando tudo, então eu venho trabalhando para ficar com várias armas. Vem coisa boa aí”, adiantou o atleta de 34 anos da equipe ‘Sandford MMA’.

    No Ultimate desde 2014, Gilbert ‘Durinho’ atravessou seu melhor momento na organização de 2018 a 2020, quando engatou uma sequência de seis vitórias seguidas, incluindo sobre nomes como Tyron Woodley, ex-campeão da categoria, e Demian Maia.