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  • Fabrício Werdum aposta em vitória de Gane sobre Ngannou no UFC 270

    Fabrício Werdum aposta em vitória de Gane sobre Ngannou no UFC 270

    No dia 22 de janeiro, o Ultimate vai coroar seu campeão unificado da categoria peso-pesado. Francis Ngannou, dono do título linear, mede forças contra Ciryl Gane, detentor do cinturão interino, na luta principal do UFC 270, que acontece na Califórnia (EUA). Quem já viveu cenário similar na organização foi Fabricio Werdum e, por isso, o brasileiro não se esquivou de dar sua opinião sobre o que esperar deste confronto.

    Em 2014, Werdum conquistou o título interino ao nocautear o neozelandês Mark Hunt e, no ano seguinte, unificou os cinturões ao finalizar o americano Cain Velásquez, até então campeão linear da categoria. Dessa maneira, em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, o brasileiro, experiente neste assunto, apostou em triunfo de Gane.

    “É uma luta muito boa porque os dois treinavam juntos antes. Teve aquele vídeo que saiu do sparring deles, e o francês parecia melhor. O campeão Francis Ngannou é muito bom, obviamente. Ele é muito forte e impressionante. Não acho ele um lutador muito completo, mas ele é o campeão, então fica difícil criticá-lo”, analisou.

    “Acho que o Gane pode surpreender o Ngannou porque é muito consciente, luta bem e tranquilo. Ngannou está calmo, mas pode ser um pouco emotivo. Ele vai ter que tomar cuidado. Vai ser uma luta muito boa, mas aposto no francês. Ele é inteligente, calmo, controla a luta, administra bem a distância. Eu não acho que ele vai nocautear Ngannou, mas eu o vejo ganhando por pontos”, completou o ‘Vai Cavalo’.

    Fabrício Werdum possui feitos importantes no MMA e é considerado por parte dos fãs como um dos melhores pesos-pesados de todos os tempos. ‘Vai Cavalo’ foi o único atleta a finalizar Cain Velasquez, Fedor Emelianenko e Rodrigo ‘Minotauro’. O brasileiro, que iniciou sua trajetória no esporte em 2002 e integrou organizações importantes da modalidade como Pride FC, Strikeforce e UFC, disputou 34 lutas, venceu 24, sendo 12 por finalização, perdeu nove, empatou uma vez e tem um ‘No Contest’.

  • Campeão do Jungle Fight defende cinturão dos leves ao finalizar rival no 1º round

    Campeão do Jungle Fight defende cinturão dos leves ao finalizar rival no 1º round

    Realizada no último domingo (28), em São Paulo, a edição de número 103 do Jungle Fight consolidou Lucas Almeida como um dos principais nomes do MMA nacional. No ‘main event’ do show, o paulista, campeão do peso-leve (70 kg) da companhia, enfrentou Ítalo Trindade e defendeu o cinturão da categoria pela primeira vez ao finalizar o adversário no primeiro round.

    A curiosidade é que, antes de colocar o título do peso-leve do Jungle Fight em jogo, o brasileiro participou do reality show ‘Contender Series’, em setembro, porém desperdiçou a chance de entrar no UFC ao ser derrotado por Daniel Zellhuber. Após perder a invencibilidade no MMA, o lutador não desanimou e retornou à organização motivado. Sendo assim, o atleta voltou ao caminho das vitórias da forma que mais sabe, pela via rápida.

    O paulista precisou de apenas um round para finalizar Ítalo com uma guilhotina. Agora, o lutador possui um cartel composto por 13 triunfos, sendo oito por nocaute e cinco por finalização, e apenas um revés. Revigorado com a conquista de mais um resultado expressivo em sua carreira, Lucas garantiu que é apenas uma questão de tempo para integrar o UFC e ressaltou que a vitória no Jungle Fight é a prova de que está no caminho certo.

    “Minha luta no Contender foi muito boa, me preparei muito, mas minha mente não estava pronta ainda. Voltei ao Brasil, resgatei as pessoas que fazem parte da minha base, que é o que eu preciso, de pessoas com energia boa, que querem ver a minha vitória. Minha cabeça não estava pronta para o UFC. Agora, com esta vitória, eu tenho certeza que o próximo passo é o UFC”, declarou o campeão.

    O Jungle Fight 103 foi um evento do jeito que os fãs de MMA gostam, ou seja, repleto de combates decididos pela via rápida. Das 13 lutas disputadas, nove terminaram por finalização ou nocaute. Contudo, nem todo atleta vitorioso na atração conseguiu comemorar o resultado positivo. Como não bateu o peso dos moscas (57 kg), ficando 500 gramas acima do limite da divisão, Felipe Pereira, que levou a melhor diante Rafael Montouro na decisão dividida dos juízes, não se tornou campeão da categoria pelo deslize na balança.

    Confira abaixo os resultados do Jungle Fight 103:

    Lucas Almeida finalizou Ítalo Trindade no 1º round;

    Felipe Pereira venceu Rafael Montouro por decisão dividida;

    José Suavecito Diaz finalizou Lucas Campos no 1º round;

    Tiago Pereira de Souza venceu Manoel Maranhão por decisão dividida;

    Adriano Deziderio finalizou Francisco Diniz no 1º round;

    Jefferson Costa finalizou Alef Aparecido no 2º round;

    Wagner Reis nocauteou Yan Ferraz no 1º round;

    Igor Severino finalizou Wellington Rocha no 1º round;

    Matheus Severino finalizou Juliano Lubke no 1º round;

    Lucas Danilo Sá e Alexsandro ‘Pretinho’ empataram;

    Lucas Rafael Ferraz venceu Romario Amorim por decisão unânime;

    Michael Góes nocauteou Antônio Marco no 2º round;

    Fábio Antônio finalizou Gabriel Gaspar no 2º round.

  • Ex-campeão do UFC questiona atletas que se aposentam de forma invicta do MMA

    Ex-campeão do UFC questiona atletas que se aposentam de forma invicta do MMA

    Veterano do MMA, Dominick Cruz já viveu de tudo um pouco no esporte. O americano conheceu a glória de ser campeão do peso-galo (61 kg) durante anos, mas conviveu com constantes lesões por um longo período. Agora, o ex-campeão da categoria do UFC, que atua como lutador e comentarista, opinou sobre os atletas que só conhecem o lado bom da história e decidem se aposentar da modalidade sem passar por qualquer tipo de sofrimento.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Cruz relembrou dos momentos de angústia que atravessou em sua trajetória, porém garantiu que passar por essa experiência o fortaleceu em âmbito pessoal e profissional. Vale lembrar que, em duas oportunidades, o americano sofreu graves lesões nos joelhos, que o fizeram perder anos de carreira. Na primeira delas, ‘The Dominator’ ficou afastado no período entre 2011 e 2014 e, na segunda, de 2016 até 2020. Mesmo aos 36 anos, idade avançada para praticar esportes de combate, o veterano segue ativo.

    É bem verdade que Cruz não apresenta o desempenho e resultados de outrora no octógono, porém, ao menos, é competitivo. De qualquer forma, o veterano garantiu que não se arrepende das decisões que tomou em sua carreira. Pelo contrário, ‘The Dominator’ contou que ficaria arrependido em se aposentar na primeira grave lesão que teve. Sendo assim, o ex-campeão do UFC não perdoou os atletas que saem de cena invictos, como Khabib Nurmagomedov. O motivo é simples, pois, de acordo com o americano, a derrota é necessária para o processo de amadurecimento e evolução de qualquer lutador profissional.

    “Todos me abandonaram, nada dava certo, eu estava deprimido. Tive que encontrar uma maneira de fazer a diferença para sair do meu próprio caminho. Vejo este esporte de um estado de espírito completamente diferente hoje em dia, porque tive que reescrever minhas crenças conforme ganhei e perdi. Essa é uma das razões pelas quais estou aqui. Nunca senti tanta perda em dois anos da minha vida. Para voltar e vencer novamente depois de sentir aquela derrota, não há compreensão de si mesmo assim. Qualquer atleta que deixou o esporte invicto, eu questiono. Você está realmente invicto ou não se desafiou o máximo que poderia? E se você fez isso, como seria do outro lado?”, declarou o ex-campeão do UFC, antes de completar.

    “Eu entendo, você está invicto, mas está invicto ou poderia apenas ter pressionado um pouco mais para chegar ao próximo nível e obter aquela perda? Então volte, se recupere da perda com uma vitória e veja qual é o seu próximo nível, sua próxima evolução na vida. Não se trata apenas de ganhar, perder e ser perfeito. Nada na vida é isso. Você não pode evitar a derrota, você não pode evitar a dor, você não pode se esquivar de nada disso. Então, qual é o ponto? Você pode muito bem ir direto ao ponto. A questão é: quando acontecer, o que você vai fazer? Você vai simplesmente desistir, dizer que está aposentado e desistir ou vai voltar a montar o cavalo e ver o que mais você pode fazer? Tive a sorte de ter essa experiência e ainda estou nessa jornada. Veremos o que vem a seguir”, concluiu.

    Dominick Cruz, de 36 anos, estreou no esporte em 2005, disputou 26 lutas, venceu 23 e perdeu três vezes. Apesar do impressionante registro, o veterano ficou afastado durante boa parte de sua carreira por conta das constantes lesões. Mesmo assim, o ex-campeão do peso-galo do UFC é apontado por parte da comunidade do MMA como o melhor lutador da história da categoria. Atualmente, ‘The Dominator’ se encontra em décimo lugar no ranking da divisão e possui vitórias marcantes sobre Brian Bowles, Casey Kenney, Demetrious Johnson, Ian McCall, Joseph Benavidez (duas vezes), TJ Dillashaw e Urijah Faber (duas vezes).

  • Glover aposta em sucesso de ‘Poatan’ no UFC e estipula prazo para luta com Adesanya

    Glover aposta em sucesso de ‘Poatan’ no UFC e estipula prazo para luta com Adesanya

    Realizada em novembro, em Nova York (EUA), a estreia de Alex Pereira no UFC ainda dá o que falar na comunidade do MMA. Na edição de número 268, ‘Poatan’ impressionou no octógono ao mostrar calma quando estava em posição de desvantagem e confirmou sua trocação diferenciada, ao nocautear Andreas Michailidis com uma joelhada voadora, justamente, na primeira oportunidade clara que teve no duelo. Dessa forma, o ‘hype’ em torno do brasileiro ficou ainda mais alto e Glover Teixeira tratou de avisar que o atleta já é realidade.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, o campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC elogiou o comportamento da lenda do kickboxing em sua estreia na organização e destacou que o talento do lutador é especial e único. Glover tem propriedade para comentar sobre ‘Poatan’, já que é seu amigo e parceiro de treino. Tanto que o veterano informou que não ficou surpreso com a grande atuação de seu atleta octógono.

    Confiante na rápida evolução de ‘Poatan’ no MMA, um empolgado Glover, assim como parte dos fãs brasileiros, já projeta um futuro encontro do striker contra Israel Adesanya, campeão do peso-médio (84 kg) do UFC e seu rival desde os tempos de kickboxing. Vale destacar que Alex enfrentou ‘The Last Stylebender’ duas vezes e venceu os duelos, sendo o primeiro por decisão unânime e o segundo por nocaute. Como a dupla possui história nos esportes de combate, o veterano indicou que a companhia deve explorar tal fator e estipulou quantas lutas o renomado atleta deve fazer para encarar o nigeriano novamente, dessa vez, no octógono.

    “Eu disse ao Alex que quando ele assinou com o UFC, eles vão estar falando sobre ele em cerca de um ano, três lutas. A maneira como ele lutou não poderia ser melhor. Eu não poderia estar mais feliz como treinador ou como parceiro de treino, que anda dizendo às pessoas que esse cara não é brincadeira. Ele tem muito que aprender, mas está aprendendo muito rápido. Ele fará as coisas rapidamente. Um cara normal vai aprender em seis meses, mas Alex vai aprender em uma semana”, declarou o campeão do UFC, antes de completar.

    “Você mostra a ele um movimento e ele simplesmente faz. Alex é meio como eu no treinamento e não poderia ter se saído melhor no UFC. Ele defendeu quedas, foi derrubado e se levantou. O adversário saiu do clinch com o rosto confuso e estava morto de cansaço. Depois, ele deu uma joelhada voadora e estava calmo e relaxado. Bastam mais três lutas, no máximo. Ele quer lutar rápido, já em fevereiro. Ele quer lutar rápido, provavelmente, fazer uma luta atrás da outra. Sem ferimentos, sem nada. No ano que vem, o UFC estará falando sobre Alex contra Adesanya”, concluiu.

    Alex Pereira, de 34 anos, visa repetir no MMA o sucesso conquistado no kickboxing. No esporte que o consagrou, ‘Poatan’ disputou 40 lutas, venceu 33, sendo 21 por nocaute, e perdeu sete vezes. Já nas artes marciais mistas, o brasileiro participou de cinco combates, nocauteou quatro vezes e perdeu um. Após triunfar diante de Andreas Michailidis em sua estreia no UFC, o atleta visa dar continuidade ao grande momento diante de um adversário mais renomado para, quem sabe, integrar o top-15 do peso-médio da organização.

    Glover Teixeira finalmente transformou seu sonho de se tonar campeão dos meio-pesados do UFC em realidade em 2021. O brasileiro estreou no MMA em 2002 e só chegou ao Ultimate dez anos depois. Pela companhia, o mineiro disputou o título da divisão pela primeira vez, em 2014, contra Jon Jones, foi derrotado, mas não desperdiçou a chance na segunda tentativa. Em seu cartel, o veterano apresenta 33 vitórias, sendo 28 pela via rápida, sete derrotas e triunfos marcantes sobre Anthony Smith, Jan Błachowicz, Jared Cannonier, Ovince Saint Preux, Quinton ‘Rampage’ Jackson, Rashad Evans, Ryan Bader e Thiago ‘Marreta’.

  • Kamaru Usman recorda única derrota na carreira e admite: “Me senti tão inútil”

    Kamaru Usman recorda única derrota na carreira e admite: “Me senti tão inútil”

    Atualmente, Kamaru Usman é apontado por parte da comunidade do MMA como o melhor lutador do UFC. A justificativa para essa afirmação é a dominância do competidor nos meio-médios (77 kg), categoria onde é campeão e não possui derrotas pela liga. Entretanto, o nigeriano explicou o que o motivou para chegar neste patamar no esporte.

    A virada de chave de Usman começou em 2013, quando foi finalizado por José Caceres com um mata-leão no primeiro round, no CFA 11. Este, inclusive, é o seu único revés no MMA profissional, em 21 apresentações. Ao participar do podcast ‘Full Send’, o campeão dos meio-médios do UFC relembrou a decepção com sua performance neste combate e afirmou que usou tal frustração para evoluir ainda mais como lutador.

    “Assim que eu bati, eu me senti tão inútil. Pensei: ‘Oh, não só desisti, como desisti de mim mesmo, desisti do meu sonho, desisti de tudo’. Depois disso, eu falei: ‘Nunca mais vou me sentir assim de novo’”, afirmou o competidor, antes de concluir.

    “No meu retorno, eu só pensava: ‘Preciso aprender tudo sobre este esporte se eu quiser ser campeão’. Eu tirei uma semana de folga, voltei na semana seguinte, comprei um quimono, e treinava jiu-jitsu toda segunda, quarta e sexta”, completou Usman, que depois deste revés, mostrou um jogo de solo bastante afiado e engatou uma série de 19 vitórias.

    Kamaru Usman, de 34 anos, atravessa seu melhor momento na carreira e lidera o ranking peso-por-peso do UFC. O nigeriano estreou pela maior organização de MMA em 2015, disputou 15 lutas e venceu todas. Em 2019, o competidor conquistou o título dos meio-médios e, desde então, defendeu sua coroa em cinco oportunidades.

  • ‘Durinho’ exalta Usman e aposta no nigeriano em possível luta contra St-Pierre

    ‘Durinho’ exalta Usman e aposta no nigeriano em possível luta contra St-Pierre

    No passado, a divisão dos meio-médios (77 kg) do UFC foi dominada por Georges St-Pierre e, atualmente, passou a ter como rei Kamaru Usman. Sendo assim, é natural que parte da comunidade do MMA imagine o que aconteceria, caso os dois grandes campeões da categoria se enfrentassem no octógono. Como além de atleta Gilbert Burns também é fã de lutas, projetou um duelo entre o canadense e o nigeriano e até palpitou.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, ‘Durinho’, que conhece Usman como poucos, o elogiou por suas conquistas no esporte e destacou sua transformação nele. No passado, o brasileiro e o nigeriano eram amigos, treinaram juntos por um longo período, e, mesmo sendo adversários no octógono, permaneceram com carinho um pelo outro. De acordo com o faixa-preta de jiu-jitsu, o atual campeão dos meio-médios do UFC está em um nível diferente não só dos demais competidores, como também de ‘GSP’, antigo rei da categoria.

    A imprensa especializada constantemente especula a realização de uma possível superluta entre ‘GSP’ e Usman e o nigeriano não esconde que o canadense é o adversário dos deus sonhos por conta da história e do respeito que possui por ele. No entanto, ‘Rush’, de 40 anos, nega seu interesse no duelo e admite que medir forças com ‘The Nigerian Nightmare’ nos dias de hoje não seria algo agradável. Segundo ‘Durinho’, dá para entender a posição do veterano, pois o atual campeão do UFC não é apenas um wrestler e sim um dos lutadores mais completos, inteligentes e temidos do MMA. Não à toa, o atleta está invicto na organização.

    “A maneira como ele está dominando é muito mais atrativa do que a maneira de ‘GSP’. St-Pierre derrubava e fazia ground and pound, não eram vitórias tão convincentes às vezes, mas Usman está ganhando de forma convincente. Ele já é o melhor na minha opinião, mas acho que ainda está faltando mais defesas de título para encerrar a conversa. Eu tentei derrubá-lo e não consegui, Covington tentou derrubá-lo e não conseguiu, muitos outros tentaram, mas é realmente difícil”, declarou ‘Durinho’, antes de completar.

    “Me lembro de acertar alguns golpes fortes nele, mas ele continuou. Acho que a trocação dele é superior a de ‘GSP’. Usman também está em outro nível no wrestling. Acho que, ambos no auge, apostaria em Usman. Ele não gostava de trocação, mas acho que houve uma mudança mudou depois do TUF. Ele já era um bom wrestler, um cara durão que treinava muito. Você podia ver que ele queria muito, mas ele se tornou diferente depois do TUF. Ele passou a treinar melhor, mais focado e estava muito mais confiante”, concluiu.

    Atualmente, Kamaru Usman, de 34 anos, é um dos lutadores mais temidos não só do UFC, como também do MMA. O nigeriano estreou pela organização em 2015, disputou 15 lutas e venceu todas. Em 2019, o atleta conquistou o título dos meio-médios e, desde então, defendeu o cinturão em cinco oportunidades.

    A dominância de ‘The Nigerian Nightmare’ nos meio-médios do UFC é tanta, que parte dos fãs e da imprensa especializada o compara com Georges St-Pierre, antigo rei da categoria. Seus principais triunfos foram sobre Colby Covington (duas vezes), Demian Maia, Gilbert ‘Durinho’, Leon Edwards, Jorge Masvidal (duas vezes), Rafael dos Anjos, Sean Strickland, e Tyron Woodley.

  • Miesha Tate retira pontos do rosto após derrota para Ketlen Vieira; veja

    Miesha Tate retira pontos do rosto após derrota para Ketlen Vieira; veja

    Depois de mais de uma semana da sua recente apresentação no Ultimate, Miesha Tate quis mostrar provas de que está se recuperando bem da derrota para Ketlen Vieira, na luta principal do UFC Vegas 43, pois saiu com o rosto bem machucado do confronto.

    Dessa maneira, a atleta divulgou um vídeo impressionante através do seu canal oficial no ‘Youtube’ (clique aqui ou veja abaixo) em que retira pontos do rosto, em decorrência dos ferimentos que sofreu. A americana, inclusive, usou um cortador de unha na sua ação.

    “Sinto que estou me recuperando muito bem, considerando todas as coisas. Na verdade, eu já tirei um (ponto) e pensei que talvez vocês gostariam de ver isso”, afirmou.

    Miesha Tate, de 35 anos e oitava no ranking do peso-galo do UFC, é um dos pilares da consolidação do MMA feminino e um dos nomes mais populares do esporte. Além dos feitos que conquistou em sua carreira, a americana também ficou conhecida por sua rivalidade com Ronda Rousey desde os tempos do extinto Strikeforce até o Ultimate. Em 2016, a atleta viveu seu auge ao conquistar o título do peso-galo da organização.

  • Agente revela que Cejudo pode voltar ao UFC em 2022 e já especula luta por título

    Agente revela que Cejudo pode voltar ao UFC em 2022 e já especula luta por título

    Em maio de 2020, Henry Cejudo anunciou sua aposentadoria do MMA, após defender o cinturão do peso-galo (61 kg), em triunfo sobre Dominick Cruz. No entanto, desde então, o americano sempre flerta com a possibilidade de retorno com o título do peso-pena (66 kg) como principal alvo. Mas será que essa volta será possível?

    De acordo com Ali Abdelaziz, empresário do lutador, essa possibilidade é real em 2022. Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, o agente afirmou que já trabalha com o retorno do ‘Triple C’ e adiantou sua confiança que Dana White, presidente da companhia, mude de ideia e ceda para receber o americano de volta à organização.

    Um dos motivos da desconfiança de Dana sobre Cejudo é pelo fato do competidor não repetir o que fez em sua última atuação. Caso o lutador volte e conquiste o cinturão, o receio do mandatário da liga é que o americano anuncie uma nova aposentadoria.

    “Dana White é um dos maiores promotores de todos os tempos. Talvez ele seja o maior e entende de grandes lutas de resultados. Se Henry quer fazer isso e está me dizendo que quer, e ele está disposto a defender o título depois de vencer Alexander, Dana White vai fazer isso acontecer”, afirmou o empresário do ex-campeão olímpico.

    Se os planos de Cejudo e Ali deem certo e o competidor assine seu retorno ao Ultimate, a ideia é que ele já lute pelo cinturão dos penas. Recentemente, o lutador e Alexander Volkanovski, atual campeão da categoria, vivem trocando provocações. De acordo com Abdelaziz, o ‘Triple C’ tem uma vantagem para passar a frente de Max Holloway, competidor que está na frente pela corrida por uma disputa da coroa.

    “É claro que Max (Holloway) merece (a chance pelo título) também, mas acho que o momento será ótimo porque Henry pode lutar em fevereiro e Max pode lutar contra o vencedor. Você tem Alexander, Max e uma lacuna enorme e depois você tem alguém como Giga (Chikadze), que tem uma sequência de sete vitórias. Acho que é a hora perfeita para Henry entrar e ver o que ele pode fazer na categoria. Se ele vencer, ele pode lutar contra Max e depois disso ele pode lutar contra Giga. É uma luta muito grande”, concluiu.

    Henry Cejudo, de 34 anos, marcou época no UFC. O wrestler americano foi um dos poucos lutadores que conseguiu alcançar o status de campeão duplo da maior organização de MMA do mundo. ‘Triple C’ estreou no esporte em 2013 e saiu dele em 2020. Seu cartel profissional é composto por 16 vitórias e duas derrotas.

  • Conor McGregor prega cautela, mas estipula prazo para retorno ao UFC

    Conor McGregor prega cautela, mas estipula prazo para retorno ao UFC

    Para quem está ansioso para ver Conor McGregor em ação novamente, o lutador já deixou seus fãs ligados ao dar um panorama de quando pode pisar no octógono mais famoso do mundo. Através de suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo), o irlandês respondeu um fã sobre a previsão de estar 100% recuperado para lutar no UFC.

    Sem atuar desde julho de 2021, o ex-campeão do peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do Ultimate se recupera de uma cirurgia no tornozelo, fraturado em combate diante de Dustin Poirier, no UFC 264. Recentemente, John Kavanagh, treinador do europeu, já havia adiantado que seu pupilo já estaria de volta as atividades em poucas semanas.

    “Eu estarei treinando artes marciais mistas em abril. Facilmente! Nesse momento, um retorno será iminente. Mas devo ser paciente. Eu vou vencer isso!”, adiantou.

    No Ultimate desde 2013, Conor McGregor alcançou seu auge na organização dois anos depois. Em 2015, o irlandês desbancou o brasileiro José Aldo, faturando o título do peso-pena do Ultimate e, no seguinte, sagrou-se campeão do peso-leve, ao nocautear Eddie Alvarez. Na sua carreira na modalidade, o atleta tem 22 vitórias e apenas seis derrotas.

  • Anderson Silva surpreende ao eleger luta mais importante da carreira no MMA

    Anderson Silva surpreende ao eleger luta mais importante da carreira no MMA

    Com mais de 20 anos nas artes marciais mistas, Anderson Silva passou por grandes batalhas e conquistou títulos importantes para a sua carreira na modalidade. Por isso, o brasileiro guarda com carinho uma série de duelos, mas teve a dura missão de apontar o mais importante da sua história no esporte. E ‘Spider’ surpreendeu na escolha.

    Quando o público pensa em grandes apresentações de Anderson Silva, já lhe remete a época em que o lutador reinou no peso-médio (84 kg) do Ultimate, com triunfos marcantes dentro do octógono mais famoso do mundo. Entretanto, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, ‘Spider’ recordou o início de sua trajetória no MMA e elegeu um outro confronto, realizado em 2001, como o mais especial.

    “A luta mais importante na minha carreira foi meu primeiro título mundial no Japão, com o Hayato Sakurai, quando eu venci o Shooto. Acho que é essa a luta mais importante na minha carreira, porque sem ela eu não teria a oportunidade de ter lutado no Pride, ter lutado na Inglaterra e ter ido para o UFC. Então eu a considero mais importante”, disse.

    Anderson Silva, de 46 anos, é apontado como um dos maiores nomes da história das artes marciais mistas. Em seu auge no MMA, o brasileiro marcou época no UFC. ‘Spider’ conquistou o título do peso-médio logo após sua estreia na companhia, em 2096, e o defendeu dez vezes, um recorde na divisão até os dias atuais. A sua despedida do Ultimate aconteceu em outubro de 2020, quando o atleta foi superado por Uriah Hall.