Blog

  • Conor McGregor atualiza situação de contrato e deixa futuro em aberto no UFC

    Conor McGregor atualiza situação de contrato e deixa futuro em aberto no UFC

    Ainda em recuperação da cirurgia no tornozelo, fraturado em julho deste ano, Conor McGregor fez uma espécie de sessão de perguntas e respostas nas suas redes sociais no último sábado (27). Um dos assuntos mencionados pelo irlandês foi sobre a sua permanência no Ultimate, já que seu contrato com a companhia está perto do fim.

    Questionado sobre seu futuro na organização, McGregor abriu o jogo (clique aqui ou veja abaixo). Embora destaque seu desejo de seguir na maior liga de MMA do mundo, o ex-campeão do peso-leve (70 kg) e peso-pena (66 kg) deixou seu futuro em aberto.

    “Eu tenho duas lutas restantes no meu contrato. Adoraria ficar no UFC pelo resto da minha vida. Eu sou o UFC! Veremos”, afirmou o irlandês.

    No MMA profissional desde 2008, Conor McGregor, de 33 anos, possui um cartel de 22 vitórias, sendo 19 por nocaute, e seis derrotas e é o principal nome do UFC. O irlandês começou a alavancar seu nome a outro patamar na franquia em 2015, quando ele desbancou o brasileiro José Aldo e faturou o título do peso-pena do Ultimate. No seguinte, o lutador sagrou-se campeão do peso-leve, ao nocautear Eddie Alvarez.

  • Jungle Fight volta a São Paulo com lutas por cinturão e chances a atletas iniciantes

    Jungle Fight volta a São Paulo com lutas por cinturão e chances a atletas iniciantes

    Neste domingo (28), o Jungle Fight estará de volta a São Paulo depois de mais de cinco anos de ausência. Para valorizar ainda mais este retorno à capital paulista, a 103ª edição do evento vai ter duas disputas de cinturão e vai contar com uma novidade importante para ajudar no crescimento do MMA no Brasil. A edição vai dar oportunidade para lutadores estreantes na modalidade, com seis vagas.

    Com essa iniciativa, o Jungle segue sua história de buscar revelar novos talentos para o mundo das artes marciais mistas, o que é um fato marcante em sua história. Wallid Ismail, presidente da companhia, exaltou essa situação.

    “Pela energia que esses novatos demonstraram na pesagem, eu tenho certeza que podemos assistir em ação amanhã possíveis futuros campeões do UFC. Podem ser novos Ronaldos ‘Jacarés’, Bibianos Fernandes, lutadores consagrados que iniciaram no Jungle”, afirmou o mandatário.

    A última vez que o Jungle realizou um evento em São Paulo, aconteceu no dia 3 de março de 2016 e cinco atletas que integraram aquele card chegaram ao UFC, como o peso-mosca Deiveson Figueiredo, que em janeiro tenta retomar o cinturão peso-galo (61 kg) do Ultimate; Paulo ‘Borrachinha’, um dos principais nomes do MMA na atualidade; Viviane Araújo e Norma Dumont. Todos esses atletas venceram suas apresentações.

    A luta principal será válida pela disputa do cinturão dos leves entre o campeão Lucas Almeida, dono de um cartel de 12 vitórias e apenas um revés em sua trajetória no esporte diante de Ítalo Trindade, que possui nove triunfos em 13 lutas no MMA profissional.

    Já na co-luta principal do show, Rafael Montouro encara Felipe ‘Takanori Gomi’ pelo cinturão do peso-mosca da organização. Entretanto, como ficou 500 gramas acima do peso da categoria, Felipe não levará o título em caso de vitória.

    Jungle Fight 103

    Lucas Almeida x Ítalo Trindade
    Rafael Montouro Ribeiro x Felipe Pereira
    José Suavecito Diaz x Lucas Campos
    Manoel Maranhão x Tiago Pereira de Souza
    Francisco Diniz Carvalho Jr. x Adriano dos Santos Deziderio
    Jefferson Costa da Silva x Alef Aparecido Prudente
    Wagner Reis x Yan Ferraz
    Wellington Rocha x Igor da Silva Severino
    Juliano Lubke de Proença x Matheus da Silva Severino
    Lucas Danilo Sá Bessa x Alexsandro “Pretinho” Cangaty
    Lucas Rafael Ferraz dos Santos x Romario Amorim
    Antônio Marco x Michael de Goes do Espírito Santo
    Fábio Antônio x Gabriel Gaspar

  • Frank Mir é nocauteado em estreia de evento que mistura regras do MMA e boxe

    Frank Mir é nocauteado em estreia de evento que mistura regras do MMA e boxe

    No último sábado (27), aconteceu um evento que pode ditar uma nova tendência nas artes marciais mistas: o Triad Combat. No show que é permitido uma combinação de golpes de boxe e MMA, o grande destaque da noite foi o triunfo de Kubrat Pulev sobre Frank Mir, por nocaute técnico ainda no primeiro round de disputa.

    Com as mãos pesadas de um pugilista profissional, Pulev não perdeu tempo para iniciar seus ataques ao ex-campeão dos pesados do UFC. Enquanto Kubrat engatava uma sequência de golpes, Mir buscava o clinch para sobreviver. No entanto, Pulev acertou uma combinação limpa que colocou Mir cambaleando em pé (clique aqui ou veja abaixo). Nesse momento, o pugilista parou os ataques e só esperou a interrupção do árbitro.

    Na co-luta da noite, Matt Mitrione, ex-lutador do UFC e do Bellator, também saiu com o sabor amargo da derrota em combate diante de Alexander Flores, por pontos.

    Os dois lutadores começaram o confronto em um ritmo alto na trocação franca. No segundo round, Mitrione acertou uma bomba e levou Flores ao chão. Porem a partir dai em diante, Alexander começou a melhorar no combate e no sétimo assalto, devolveu o potente golpe no rival, que sentiu bastante e fez a diferença para sua vitória.

    Outro combate que também agitou a noite foi de Mike Perry fez sua estreia na organização, mas ao contrário do seu ex-colega de UFC, saiu com a vitória. O americano superou Michael Seals por decisão dividida dos jurados.

    Apesar de Perry ter sofrido knockdowns nos primeiros assaltos do confronto, o americano mostrou a sua agressividade de costume durante todo o embate. O ‘Platinium’ cresceu durante a luta e mostrou que ainda está com as mãos afiadas e a resistência de costume que o público acompanhava no UFC, para convencer os juízes do seu triunfo.

  • Marcus ‘Buchecha’ destaca desafio em começo no MMA e diz: “Quero me testar”

    Marcus ‘Buchecha’ destaca desafio em começo no MMA e diz: “Quero me testar”

    Após uma carreira de sucesso e conquistas no jiu-jitsu, Marcus ‘Buchecha’ agora pretende repetir a dose no MMA. Logo na sua primeira apresentação na modalidade, em setembro deste ano, o brasileiro deu seu cartão de visitas e finalizou Anderson ‘Braddock’, ainda no round inicial, em evento do ONE Championship.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, o faixa-preta da arte suave destacou a sua motivação com seu começo promissor nas artes marciais mistas. ‘Buchecha’ comparou esta sua nova fase da carreira com seu início de trajetória no jiu-jitsu e, por isso, adiantou sua empolgação para seguir se desafiando contra os melhores da modalidade.

    “Sempre tive na cabeça que um lutador de verdade sempre se testa, e eu quero me testar. É disso que se trata a luta. Eu me testei de quimono, e consegui uns 13 títulos mundiais na faixa-preta e depois me testei sem quimono, e ganhei dois títulos do ADCC, que é uma espécie de olimpíada de grappling”, disse, antes de completar.

    “Já me provei, então é hora de um novo desafio e de seguir em frente. É um novo capítulo da minha vida. Estou muito animado com isso e parece um novo começo. É a mesma sensação quando ganhei a faixa-preta em 2010. Queria me provar e me testar contra os melhores. É uma sensação semelhante que estou tendo agora no MMA”, concluiu

    Multicampeão mundial de jiu-jitsu, decidiu migrar para o MMA e assinou contrato com o ONE Championship em julho de 2020. Após alguns imprevistos, com trocas de adversários, e uma longa espera, o faixa-preta finalmente estreou na modalidade em setembro deste ano, ao finalizar o também brasileiro Anderson ‘Braddock’.

  • Treinador minimiza chance de Amanda Nunes encarar Kayla e pede foco em Peña

    Treinador minimiza chance de Amanda Nunes encarar Kayla e pede foco em Peña

    A cada luta no UFC, Amanda Nunes impressiona no octógono e mostra que é quase impossível ser destronada no peso-galo (61 kg) e no peso-pena (66 kg). Dessa forma, parte da comunidade do MMA aponta Kayla Harrison, estrela do PFL, como uma das poucas atletas capazes de competir de igual para a igual com a ‘Leoa’. Entretanto, o treinador Mike Brown já tratou de frustrar o sonho de uma parcela dos fãs.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, o profissional, que é um dos principais treinadores da ‘American Top Team’, concordou que um choque envolvendo Amanda e Kayla é a luta a ser feita no MMA. Contudo, como as atletas representam com louvor a academia em questão, Brown minimizou qualquer possibilidade do duelo entre as estrelas do esporte virar realidade. Vale destacar que a campeã do UFC e a soberana do PFL não são estranhas uma da outra e, às vezes, até treinam juntas. Dessa forma, o combate valioso mais viável para a americana realizar é Cris ‘Cyborg’, no Bellator.

    “Essa é a luta dos sonhos que as pessoas querem ver, mas este é o mesmo time, a mesma academia, não vai acontecer, não imagino. Organizações diferentes, trajetórias diferentes e há muito o que fazer por aí”, analisou o renomado treinador.

    Apesar de ser apontada pelas casas de apostas como favorita nos confrontos que protagoniza, Amanda e seu staff mostram ter conhecimento de que os números não são importantes no octógono e sim o trabalho. Exatamente por isso, Brown pregou cautela e ressaltou que o próximo embate da ‘Leoa’ não é nada fácil como parte da comunidade do MMA prega.

    A campeã do peso-galo do UFC vai colocar seu título em jogo pela sexta vez contra Julianna Peña, na edição de número 269, que acontece no dia 11 em dezembro, em Las Vegas (EUA), e, por mais desacreditada que a desafiante ao cinturão da categoria seja por parte dos fãs, a mesma está confiante e promete chocar o mundo na atração. Como já foi lutador profissional, o treinador lembrou que tudo pode acontecer no octógono, já que estilos fazem lutas, e reconheceu o valor da americana, mas garantiu que sua atleta não vai subestimar a rival.

    “Toda luta é perigosa. É difícil quando você está em uma situação como a de Amanda, onde todos esperam que ela ganhe por causa de seu histórico. É difícil porque, se você não dominar completamente, as pessoas menosprezam isso, mas Pena é muito legítima. É uma luta muito dura e ela tem um estilo um pouco diferente. Ela é uma grappler muito forte, uma oponente muito perigosa e alguém que nem sempre é fácil de enfrentar”, concluiu.

  • Wanderlei Silva exalta sucesso de biografia e classifica sua história como inspiradora

    Wanderlei Silva exalta sucesso de biografia e classifica sua história como inspiradora

    Há mais de um ano, Wanderlei Silva teve mais um episódio para se orgulhar na sua carreira. Mas dessa vez, o fato aconteceu fora dos cages. Foi lançada a biografia do lutador, chamada ‘Wanderlei Silva – Sem Coleira’, onde detalha histórias marcantes do ‘Cachorro Louco’ e sua trajetória até chegar ao topo do MMA. Atualmente, o livro é um dos mais vendidos na plataformas digital da ‘Amazon’, o que comprova o sucesso que o brasileiro ainda atinge com o público, mesmo sem atuar desde 2018.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, Wanderlei Silva comemorou a repercussão positiva do seu livro, que teve Thiago Parijiani e Luis Henrique Gurian como autores, e citou o diferencial que sua biografia pode ter para as demais de outros atletas. O brasileiro revelou que o povo pode se identificar com sua história e se inspirar para alcançar seus sonhos, pois também veio de uma origem humilde e, através de muita batalha, conseguiu chegar à elite da modalidade e ser o melhor do planeta.

    “Todas as histórias são minhas mesmo, tem a minha visão do mundo. O que eu queria passar nesse livro é que qualquer um pode fazer a sua história. Não tinha nada para dar certo, não tinha esportista na família, sem incentivo, não tinha habilidade. Eu demorei muito para aprender arte marcial, porque a metodologia da arte marcial na academia não era muito agradável. Por muito tempo ia na academia para ficar apanhando. Uma ou outra eu batia, mas apanhava bastante. O que não é fácil. Foram anos de anos lutando, sem apoio, sem perspectiva. Isso que é a fé, acreditar sem ver”, explicou, emendando.

    “Esse livro foi escrito de uma maneira muito pessoal. Isso mostra a dificuldade que foi. Quando vê uma história de superação, alguém comum, que não tinha nada demais, dar certo, desperta a atenção. A gente faz o extraordinário. O que é a superação? É uma super ação. Então ela é feita de esforço, foco, trabalho e muita fé e querer”, concluiu.

    Com mais de 20 anos de carreira no MMA, Wanderlei Silva acumulou um cartel de 35 vitórias, sendo 27 por nocaute, 14 derrotas, um empate e um ‘no contest’ (luta sem resultado). Além da trajetória vitoriosa no extinto Pride, onde foi campeão peso-médio, em 2001, e venceu o torneio da categoria, em 2003, o ‘Cachorro Louco’ também teve passagens marcantes pelo UFC, ainda que sem o mesmo destaque conquistado quando atuava pela organização japonesa, onde foi a principal estrela por anos.

  • UFC planeja Beneil Dariush vs Islam Makhachev para o dia 26 de fevereiro

    UFC planeja Beneil Dariush vs Islam Makhachev para o dia 26 de fevereiro

    O UFC planeja um grande duelo no peso-leve (70 kg) que pode deixar o vencedor bem perto de uma disputa de cinturão. De acordo com informações da ‘ESPN’, Beneil Darisuh e Islam Makhachev, dois integrantes do top 5 da divisão, vão encabeçar um evento da companhia marcado para o dia 26 de fevereiro, sem local confirmado.

    No UFC desde 2014, Beneil Dariush vive sua melhor fase na organização, tendo vencido seus últimos sete compromissos no octógono mais famoso do mundo. A sequência positiva levou o peso-leve à terceira posição no ranking da categoria e o colocou no caminho para sonhar com uma disputa de cinturão em breve. A última apresentação do competidor aconteceu em maio deste ano, quando superou Tony Ferguson por pontos.

    Islam Makhachev, número quatro no ranking do peso-leve, disputou 22 lutas em sua carreira, iniciada em 2010, saindo vencedor em 21 oportunidades, sendo derrotado apenas pelo brasileiro Adriano Martins, por nocaute, em 2015, em sua segunda apresentação no UFC, onde atualmente acumula nove triunfos seguidos. A sua mais recente aparição na liga foi em outubro de 2021, quando finalizou Dan Hooker.

  • Peso-pesado Raphael Zumbano é internado em hospital de Las Vegas; entenda

    Peso-pesado Raphael Zumbano é internado em hospital de Las Vegas; entenda

    Raphael Zumbano, pugilista brasileiro, está lidando com mais uma dura batalha, mas dessa vez não é dentro de um ringue, como se acostumou em anos na modalidade. O lutador está internado há cerca de uma semana, em um hospital em Las Vegas (EUA) e ainda não tem previsão de alta. A informação foi confirmada neste sábado (27) pela reportagem da Ag. Fight com a esposa do atleta, Marlei Zumbano.

    De acordo com Marlei, Raphael começou a passar mal no início desta semana, com muita dor de cabeça, febre e pressão baixa. Assim que o brasileiro foi internado, ele passou por três exames para COVID-19 e todos deram negativo, assim como um de meningite.

    Entretanto, apesar de ainda não ter um diagnóstico preciso do motivo desses sintomas que o levou ao hospital, Zumbano já apresenta melhoras e voltou a se alimentar. O lutador também está no quarto e só mostra sinais de sonolência, devido as medicações.

    Raphael Zumbano, primo do lendário pugilista Éder Jofre, tem um cartel de 39 vitórias, sendo 31 por nocaute, 17 derrotas e um empate em seu cartel no boxe profissional. O brasileiro mora nos Estados Unidos e, recentemente, fez trabalho de sparring com Deontay Wilder, um dos maiores nomes do peso-pesado da nobre arte da atualidade.

  • Patrício ‘Pitbull’ deixa em aberto a chance de sair do Bellator e testar o mercado

    Patrício ‘Pitbull’ deixa em aberto a chance de sair do Bellator e testar o mercado

    Durante anos, Patrício ‘Pitbull’ reinou na divisão peso-pena (66 kg) do Bellator e era apontado como a principal estrela da organização. Há mais de dez anos atuando sob a bandeira da companhia, o brasileiro sempre destacou a boa relação que teve e nunca cogitou deixar a liga. No entanto, esse pensamento pode mudar.

    Em entrevista ao podcast ‘Trocação Franca’, o potiguar, pela primeira vez, deixou em aberto a possibilidade de testar o mercado. Depois de perder o título dos pensas, a questão contratual do lutador fica mais flexível, o que dá margem para uma saída. Além disso, essa hipótese de deixar a franquia está ligada a como será o tratamento dado ao lutador em relação a uma possível revanche diante de AJ McKee.

    “Existe essa possibilidade (de testar o mercado e) experimentar uma nova companhia. Mas quando eu paro para analisar o momento e vejo que os lutadores do UFC estão reclamando, o campeão está reclamando de dinheiro, Corey Anderson foi ao Bellator porque ele não era bem pago, muitos outros estão vindo aqui e indo para outras organizações reclamando disso”, afirmou o brasileiro, emendando.

    “Mas o futuro pertence a Deus. Não digo não, gosto de desafios. Eu realmente gostaria de ver lutas de promoção cruzada, mas sei que não será possível tão cedo. Estamos felizes onde estamos. Se um dia eu perceber que não sou mais bem-vindo ao Bellator, vou embora imediatamente. Acredito que a amizade que tenho com eles, mesmo sob contrato, se eu pedir, eles me deixam ir”, completou o competidor.

    No MMA profissional desde 2004, Patrício ‘Pitbull’ soma 32 vitórias e apenas cinco derrotas em seu cartel. O brasileiro é o atual campeão do peso-leve do Bellator e por anos também deteve o cinturão do peso-pena, até ser derrotado por AJ McKee.

  • Renato ‘Moicano’ planeja encarar um rival ranqueado em caso de novo triunfo no UFC

    Depois de voltar a vencer pelo Ultimate e conseguir sua segunda vitória na categoria do peso-leve (70 kg), Renato ‘Moicano’ já pensa em planos maiores para a sua sequência na categoria. O brasileiro, que no dia 12 de fevereiro, mede forças diante de Alexander Hernandez, em evento que ainda não tem local confirmado, adiantou sua meta de manter seu bom momento para pleitear novos desafios na organização.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, ‘Moicano’ pregou respeito pelo adversário e revelou sua expectativa para uma grande apresentação, principalmente pelo estilo de ambos atletas. Entretanto, o brasileiro destacou sua confiança em garantir mais um triunfo para, em seguida, receber uma oportunidade de encarar alguém do ranking da divisão.

    “Acho que vai ser uma luta boa para a torcida, e espero que depois da luta eu consiga um adversário ranqueado porque quando passei para o peso-leve, estava entre os dez primeiros (dos penas), e não lutei contra um top ainda nos leves. Sei que sou um dos melhores do mundo, então quero minha chance depois da luta”, afirmou.

    Antes de integrar o peso-leve, ‘Moicano’ atingiu bons momentos no peso-pena (66 kg) e, inclusive, era apontado como um dos postulantes a ter uma chance pelo título. Porém, o brasileiro acabou derrotado por José Aldo e Chan Sung Jung, perdendo sua série embalada. Por isso, o atleta decidiu mudar de ares e aprovou a escolha.

    “Acho que foi uma jogada inteligente para mim. Vou ser mais resistente, e vou ter mais anos no jogo de luta, e me sinto muito bem. Treino com muitos caras bons como Dustin (Poirier) e Mateusz (Gamrot) e Thiago (Moisés) e muitos atletas do peso-leve e meio-médios da academia, e me sinto forte”, completou.

    Após construir toda sua carreira no peso-pena, chegando a ocupar posição de destaque no ranking do UFC, Renato ‘Moicano’ optou por subir de peso e estreou com uma vitória relâmpago na divisão dos leves, sobre Damir Hadzovic, em março do ano passado. No seu segundo compromisso pela nova categoria, no entanto, o brasileiro acabou nocauteado por Rafael Fiziev, no último mês de dezembro. Mas na sua última apresentação, em junho deste ano, o lutador se recuperou ao nocautear Jai Herbert.