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  • Jake Paul descarta remarcar luta contra Fury e revela desejo de duelo com Chavez Jr

    Jake Paul descarta remarcar luta contra Fury e revela desejo de duelo com Chavez Jr

    Anteriormente escalado para enfrentar Tommy Fury no último dia 18 de dezembro, Jake Paul viu o rival se retirar do combate, alegando uma lesão, e acabou confrontando novamente o ex-UFC Tyron Woodley, em luta novamente ganha pelo youtuber. A saída de última hora e o pouco empenho do pugilista inglês em promover o duelo não foram bem digeridos pelo astro da internet e, ao que tudo indica, uma remarcação do compromisso parece improvável.

    Em recente participação no podcast ‘Boxing with Chris Mannix’, Jake expressou seu descontentamento com o irmão mais novo do campeão mundial peso-pesado Tyson Fury e negou ter interesse em reagendar a disputa contra o rival. Por outro lado, o youtuber admitiu enxergar com bons olhos o possível confronto contra o mexicano Julio Cesar Chavez Jr, filho do lendário Julio Cesar Chavez e ex-campeão mundial de boxe.

    “Ele quer o pagamento. Mas eu disse antes, eu não quero lutar com ele. Ele não merece. Eu prefiro enfrentar Tyson (Fury). Eu iria querer que Tyson baixe para o peso-cruzador e essa seria uma luta maior. Eu prefiro lutar com Tyson ou o pai dele. O pai dele, John, fez um trabalho melhor em promover a luta do que Tommy. Então, eu prefiro lutar com o irmão ou o pai antes de lutar com Tommy”, declarou Jake, antes de demonstrar interesse em encarar Chavez Jr.

    “É interessante. Eu gosto muito dessa luta (contra Chavez Jr), porque ela silencia os críticos. Ele é um ex-campeão mundial, e eu sei que posso vencê-lo. E você olha para o cartel dele, é tipo 50 vitórias ou algo assim, e eu nem sei as derrotas, mas é um bom cartel. Então, esse desafio me empolga e eu estou dentro”, cravou o youtuber que virou lutador.

    Conhecido por seu trabalho na internet, Jake Paul decidiu se aventurar no boxe profissional e iniciou sua trajetória em janeiro de 2020, com uma vitória sobre o também youtuber AnEsonGib. Desde então, o americano conquistou mais quatro vitórias, superando, respectivamente, o ex-jogador da NBA Nate Robinson, o ex-lutador do UFC Ben Askren e o ex-campeão meio-médio (77 kg) do Ultimate Tyron Woodley, o último em duas ocasiões.

  • Dana classifica McGregor como um dos lutadores mais leais com quem trabalhou

    Apesar de atravessar fase delicada na carreira, a importância de Conor McGregor para o MMA e, principalmente, para o UFC é evidente. Tanto que Dana White, líder da empresa, costuma tomar decisões favoráveis ao astro irlandês por conta de sua popularidade e do retorno financeiro que oferece. É bem verdade que ‘Notorious’ não é um lutador frequente no octógono, mas o cartola o classifica como um dos mais leais.

    Após longos anos de serviços prestados nos esportes de combate, Dana trabalhou e teve que lidar com uma variedade de atletas e, nem sempre, as negociações tinham um final feliz e sua relação com os profissionais eram boas. Ao participar do podcast ‘The Fight’, o líder do UFC listou os lutadores que apresentaram uma postura exemplar e, praticamente, não lhe davam problemas. McGregor se faz presente no seleto grupo mencionado pelo promotor. E o carinho do cartola pelo ex-campeão do peso-pena (66 kg) e do peso-leve (70 kg) da companhia é reciproco, já que ‘Notorious’ se refere ao veterano como seu ‘irmão para a vida’.

    “Muitos lutadores têm sido incrivelmente leais a mim e eu tenho sido incrivelmente leal a eles. McGregor é um deles. Quando você olha para a forma como os lutadores são construídos, eles são diferentes de todos neste planeta. Ronda, Liddell, Hughes, McGregor, não quero deixar de mencionar as pessoas, mas houve muitos lutadores nos últimos 20 anos que foram muito leais a mim e ao UFC”, declarou o cartola.

    Mesmo em má fase na carreira, Conor McGregor, de 33 anos, é o principal nome do UFC. Dois anos após sua estreia na organização, o irlandês se transformou em um fenômeno do MMA e conquistou o cinturão do peso-pena, em 2015, e do peso-leve, em 2016. Seus triunfos mais marcantes foram contra Chad Mendes, Donald Cerrone, Dustin Poirier, Eddie Alvarez, José Aldo, Max Holloway e Nate Diaz. Atualmente, o atleta ocupa a nona posição no ranking dos leves e possui um cartel composto por 22 vitórias, sendo 20 pela via rápida e 19 delas por nocaute, e seis derrotas.

  • ‘Zumbi Coreano’ está pronto para lutar com Volkanovski pelo título, revela agente

    ‘Zumbi Coreano’ está pronto para lutar com Volkanovski pelo título, revela agente

    Após a saída de Max Holloway da disputa de cinturão do peso-pena (66 kg) pelo agravamento de uma antiga lesão, Alexander Volkanovski, atual campeão da categoria, não perdeu tempo e já elegeu o seu favorito para assumir a vaga do americano na luta pelo título. Trata-se de Chan Sung Jung, mais conhecido como ‘Zumbi Coreano’.

    Nas suas redes sociais, o australiano chamou o sul-coreano para o confronto e, ao que tudo indica, só depende do UFC para realizar o duelo. Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Jason House, empresário do ‘Zumbi Coreano’, o lutador está disposto a atuar no próximo dia 5 de março, data agendada do UFC 272, que terá a luta valendo o cinturão dos penas.

    “O ‘Zumbi Coreano’ está mais do que disposto a entrar em cena e lutar pelo título no UFC 272. Olhando para o ranking, ele é o próximo lutador mais bem colocado saindo de uma vitória e essa é uma luta que muitos falam há um bom tempo. Se tiver a oportunidade, ele vai mostrar que é o melhor do mundo”, afirmou o profissional.

    Chan Sung Jung estreou pelo UFC em 2011, disputou dez combates, venceu sete, sendo seis pela via rápida, e perdeu três vezes. O atleta já disputou o título do peso-pena e seus triunfos de maior destaque no esporte foram diante de Dan Ige, Dustin Poirier, Frankie Edgar e Renato ‘Moicano’. A última apresentação do asiático aconteceu em junho de 2021, quando superou Dan Ige por decisão unânime dos jurados.

  • Sonnen indica que Jones deve recuperar motivação com grandes lutas nos pesados do UFC

    Sonnen indica que Jones deve recuperar motivação com grandes lutas nos pesados do UFC

    Sem lutar desde fevereiro de 2020, o futuro de Jon Jones no MMA é incerto, principalmente, após entrar em rota de colisão com o UFC. Tanto que parte dos fãs até questiona se o ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) da companhia vai, de fato, estrear no peso-pesado ou anunciar sua aposentadoria do esporte. Como é ex-lutador, atual comentarista e um dos desafetos de ‘Bones’, Chael Sonnen analisou o atual momento vivido pela lenda da modalidade e opinou a respeito.

    Mesmo sendo um dos atletas mais dominantes da história do esporte, Jon Jones começou a ter problemas em suas aparições mais recentes no octógono. De acordo com parte da comunidade do MMA, o desânimo de ‘Bones’ com a falta de adversários nos meio-pesados era tanta, que isso o prejudicou contra Thiago ‘Marreta’ e Dominick Reyes. Apesar de ter vencido a dupla por decisão dividida e unânime dos juízes, respectivamente, uma parcela dos fãs e dos demais lutadores contestou o resultado, já que julgou os atletas sendo superiores.

    Em seu canal oficial no ‘YouTube’, Sonnen concordou com a tese de que Jones perdeu o brilho e a vontade de lutar por conta dos anos de clara superioridade nos meio-pesados do UFC. Contudo, o veterano frisou que a lenda do MMA deve mudar de postura em breve, com a proximidade de sua estreia no peso-pesado. Como ‘Bones’ revelou que seu sonho sempre foi se tornar campeão do peso-pesado, o comentarista destacou que o desafio de estrear na divisão mais perigosa do esporte, contra lutadores atléticos, maiores e poderosos deve despertar o melhor do americano nas artes marciais mistas.

    “Quando você via uma luta de Jones, tinha pessoas que se vestiam de cadeiras vazias. Cada vez menos pessoas se interessavam, era assim que a história seria contada, mas não sei se concordo. Não sei se as pessoas perderam o interesse em Jones. Acho que Jones perdeu o interesse nos meio-pesados. Essa divisão deixou de ser interessante para ele. Talvez, Jones tenha olhado para alguns daqueles oponentes como se eles não fossem dignos. Jones precisa recuperar o interesse”, declarou o veterano, antes de completar.

    “Acho que é isso que os pesados representam. Jones não vai ver as pessoas fantasiadas de assentos vazios por um período significativo de tempo. São três mega, não apenas grandes, enormes lutas esperando por ele agora. Ngannou, Gane e Miocic. Do jeito que você quiser e em qualquer ordem que você quiser. Essas serão combinações fascinantes”, concluiu.

    A fase de Jon Jones, de 34 anos, no UFC não é boa. Após anunciar que subiria para o peso-pesado, ‘Bones’ focou em sua preparação e, visivelmente, seu corpo sofreu mudanças. Dessa forma, o retorno do lutador aos meio-pesados, categoria que dominou, é inviável. Logo, para permanecer na atual divisão e enfrentar Francis Ngannou ou Ciryl Gane pelo título, o americano terá que aceitar o valor que Dana White está disposto a pagar ou convencer o cartola a valorizar seu passe, algo que parece improvável.

  • Khamzat Chimaev protagoniza confusão em evento de MMA na Suécia; veja

    Khamzat Chimaev protagoniza confusão em evento de MMA na Suécia; veja

    Khamzat Chimaev é um atleta de MMA que gosta tanto de sua profissão, que pede para lutar no UFC com frequência e, quando não atua, se diverte assistindo combates. Recentemente, ‘Borz’, promessa do esporte, marcou presença nos bastidores de um evento da modalidade, realizado na Suécia, e protagonizou um episódio polêmico (veja abaixo ou clique aqui), que poderia ter acabado mal.

    Em um vídeo gravado por um fã presente na atração e disponibilizado na internet, Chimaev, que estava do lado de fora do cage, reprovou a interferência do árbitro no confronto e mostrou toda sua insatisfação. Ainda não se sabe ‘Borz’ é amigo ou parceiro de treino do lutador derrotado. Após o fim do duelo, o atleta do UFC pisou de forma violenta no chão, pulou a barreira de segurança e tentou invadir o cage. Contudo, a equipe de proteção conseguiu conter a irritação do profissional, que foi retirado do local.

    Invicto no MMA, Khamzat Chimaev, de 27 anos, possui quatro lutas no UFC e se encontra em 11º lugar no ranking dos meio-médios. O sueco estreou pela organização em 2020 e, até o momento, suas vítimas nela foram sobre John Phillips, Rhys McKee, Gerald Meerschaert e Li Jingliang em sequência. A curiosidade é que ‘Borz’ venceu os dez combates que disputou na carreira pela via rápida (seis por nocaute e quatro por finalização), estatística que prova sua dominância quando atua.

  • Promotor de ‘Popó’ vs Whindersson confirma ‘Tirulipa’ e Wesley Safadão como atrações no evento

    Promotor de ‘Popó’ vs Whindersson confirma ‘Tirulipa’ e Wesley Safadão como atrações no evento

    Ao que parece, o ‘Fight Music Show’ promete abalar a estrutura dos esportes de combate. A exemplo da ‘Triller Fight Club’, nos Estados Unidos, a organização brasileira também vai apostar na mistura de entretenimento com lutas de boxe. Tanto que a primeira atração da companhia será liderada pelo aguardado duelo entre Acelino ‘Popó’ Freitas e Whindersson Nunes, vai acontecer no dia 30 de janeiro, em Balneário Camboriú, e terá a presença de figuras conhecidas do grande público.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui), ‘Mamá’ Brito, líder do ‘Fight Music Show’, deu mais detalhes sobre o evento inaugural da companhia. Além da luta entre ‘Popó’, lenda do boxe, e Whindersson Nunes, estrela do ‘YouTube’, o promotor anunciou que o veterano ex-UFC Antônio Rogério Nogueira, mais conhecido como ‘Minotouro’, enfrenta Leonardo Guimaraes, e Esquiva Falcão, um dos principais praticantes da nobre arte no país, mede forças com Yuri Fernandes, ex-participante dos programas ‘Big Brother Brasil’ e ‘A Fazenda’.

    E não para por aí, já que o cartola confirmou a participação do comediante Everson de Brito Silva, o ‘Tirulipa’, como announcer do evento, e do cantor Wesley Safadão, como atração musical entre os confrontos. A única dúvida de ‘Mamá’ é se os combates ‘Popó’ vs Whindersson e Esquiva vs Yuri serão de exibição ou para valer.

    “Quis fazer um evento com a nossa cara e o que é a nossa cara? É o announcer ser o ‘Tirulipa’, é algo que ninguém fez no Brasil. A ideia é fazer um evento de entretenimento, não é só para lutador ou quem gosta de luta. É para você se divertir. Também teremos o Wesley Safadão, que é um dos maiores do Brasil. Tem uma caixinha de surpresas que faremos lá dentro. Vai fazer sentido, te garanto. Quase todos os atletas estão com contrato assinado”, declarou ‘Mamá’, antes de completar.

    “É uma honra ter o Esquiva, dono da primeira medalha de prata do Brasil no boxe, que é uma pessoa incrível. Ele vai lutar no nosso evento junto com o Yuri, que tem uma história antiga nas artes marciais, não está começando agora. Apesar de ter feito três reality shows, ele sempre foi das artes marciais. A luta do ‘Popó’ e do Whindersson foi a que deu mais trabalho para fechar. Tem o ‘Minotouro’, que muitos fãs gostariam que ele continuasse na luta, então será uma honra ter ele no nosso card em uma luta de boxe. Ele vai enfrentar o ‘Leleco’, que lutou no UFC”, concluiu.

    Empolgado com o primeiro ‘Fight Music Show’, ‘Mamá’ informa que o evento será aberto ao público, que a expectativa é receber cerca de três mil pessoas e que os fãs vão precisar apresentar a carteira de vacinação para assistir os combates. Além disso, o homem de negócios sinaliza que a organização deve realizar três atrações por ano e projeta que a próximo edição possa acontecer em abril.

  • Campeão do Bellator recruta Daniel Sarafian para treinos antes de luta contra pupilo de Fedor

    Campeão do Bellator recruta Daniel Sarafian para treinos antes de luta contra pupilo de Fedor

    Ryan Bader não tem vida fácil no Bellator. Após perder o título dos meio-pesados (93 kg), em 2020, e ser eliminado do torneio da divisão, em outubro, o americano aposta todas as suas fichas no peso-pesado. O campeão da categoria medirá forças com Valentin Moldavsky, dono do cinturão interino, na edição de número 273, que acontece no dia 29 de janeiro, no Arizona (EUA), e conta com a ajuda de um profissional brasileiro em sua preparação para conter o pupilo do lendário Fedor Emelianenko.

    No último sábado (8), Bader postou o registro do treino que fez com Daniel Sarafian em  suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui). Na publicação, o campeão do peso-pesado do Bellator destacou a qualidade do brasileiro, enalteceu seu profissionalismo e não só o agradeceu, como também aprovou a parceria. Já o paulista retribuiu os elogios do americano e garantiu que o mesmo está preparado para defender o título da categoria, consequentemente, voltar ao caminho das vitórias e impor a primeira derrota de Moldavsky na companhia.

    “Trouxe o poderoso brasileiro Daniel Sarafian para este camp de treinamento. Cada sessão de sparring é como uma luta real. Obrigado meu amigo, adorei”, escreveu o campeão do Bellator em sua conta oficial no ‘Instagram’

    A luta entre Ryan Bader e Valentin Moldavsky coloca frente a frente o campeão linear do peso-pesado do Bellator contra o dono do cinturão interino da categoria e é um duelo de gerações, já que o primeiro está com 38 anos e o segundo tem 29. E o confronto atual não traz boa recordação para ‘Darth’. Na última vez que lidou com um atleta russo, o veterano foi nocauteado e perdeu o título dos meio-pesados. Inclusive, quem derrotou o americano foi Vadim Nemkov, pupilo de Fedor Emelianenko e parceiro de treino de seu atual oponente.

  • Whittaker elogia Adesanya, mas cogita copiar estratégia de Blachowicz para vencer revanche

    Whittaker elogia Adesanya, mas cogita copiar estratégia de Blachowicz para vencer revanche

    A revanche entre Israel Adesanya e Robert Whittaker é uma das lutas mais aguardadas da temporada 2022 por parte dos fãs devido a rivalidade que os atletas possuem e pelo status de ambos no peso-médio (84 kg). Os líderes da categoria vão protagonizar o UFC 271, evento que acontece no dia 12 de fevereiro, em Houston (EUA), o duelo será novamente válido pelo título e, dessa vez, o australiano garante estar pronto para dar o troco no carrasco.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Whittaker ignorou o ‘trash talk’ e reconheceu que Adesanya é merecedor de ostentar o cinturão do peso-médio do UFC. Inclusive, o nigeriano conquistou tal objeto, justamente, após derrotá-lo, em 2019, por nocaute e diante de seus próprios fãs, uma vez que o duelo foi realizado na Austrália. Dessa forma, ‘The Reaper’ confessou que o resultado adverso o motivou a buscar um novo encontro com o algoz e o fez acompanhar sua carreira mais de perto.

    Depois que nocauteou o australiano e se tornou campeão do peso-médio do UFC, Adesanya defendeu o título diante de Yoel Romero, Paulo ‘Borrachinha’ e Marvin Vettori, mas, quando recebeu a oportunidade de disputar o cinturão dos meio-pesados (93 kg), contra Jan Blachowicz, conheceu sua primeira derrota no MMA. É bem verdade que o polonês utilizou sua experiência na modalidade, maior porte físico e qualidade no jiu-jitsu para desbancar o favorito das casas de apostas. Por mais que Whittaker seja um profissional completamente diferente do europeu, admite que pode basear sua estratégia para encarar o nigeriano na tática adotada pelo veterano. Vale destacar que, na luta com Kelvin Gastelum, o atleta aprimorou seu repertório com quedas.

    “Adesanya teve boas atuações. Ele tem estado seguro em todas elas. Ninguém chegou perto de vencê-lo para ser honesto. Ele é um lutador fenomenal. É uma luta difícil de prever. É difícil fazer uma previsão apenas com base no fato de que já lutamos e ele me venceu. Tudo que posso dizer com precisão é que estou treinando muito para essa luta para tentar executar o melhor plano de jogo e fazer o trabalho. Olhei suas lutas anteriores, a perda para Blachowicz e acho que desenvolvi um plano que pode derrotá-lo, que pode destroná-lo”, declarou o ex-campeão do UFC, antes de completar.

    “É isso que estou trabalhando para aperfeiçoar antes do confronto. Blachowicz estabeleceu um plano de como vencer Adesanya, mas, novamente, não tenho o mesmo conjunto de habilidades e ferramentas que Blachowicz tem. Não tenho o poder polonês, nem aquela cabeça polonesa. Ele é um cara durão. Tenho que usar o que tenho. Definitivamente, vimos que Adesanya é muito menos perigoso no chão. Ele é perigoso, mas menos perigoso. Se eu fosse um estrategista, estaria escrevendo todos os pontos que Blachowicz utilizou para obter aquela vitória e, em seguida, colocaria na minha própria maneira”, concluiu.

    Robert Whittaker, de 31 anos, mudou de patamar no MMA ao trocar os meio-médios (77 kg) do UFC pelo peso-médio. Não à toa, o australiano se tornou campeão da categoria e ganhou uma nova oportunidade de disputar o título dela ao passar por Darren Till, Jared Cannonier e Kelvin Gastelum em sequência. Agora, ‘The Reaper’ ocupa o primeiro lugar na tabela de classificação, atrás apenas de Israel Adesanya, detentor do cinturão e seu carrasco. Além do trio mencionado, seus principais triunfos no esporte foram sobre Brad Tavares, Derek Brunson, Ronaldo ‘Jacaré’, Uriah Hall e Yoel Romero (duas vezes).

  • Cejudo volta a pedir luta contra Volkanovski, implora para Dana White e faz promessa

    Cejudo volta a pedir luta contra Volkanovski, implora para Dana White e faz promessa

    Tudo indica Henry Cejudo não vai desistir de buscar uma possível luta contra Alexander Volkanovski. Após tomar conhecimento da lesão de Max Holloway, o ex-campeão do UFC, aposentado do MMA, imediatamente, se colocou à disposição da companhia para substituir o havaiano diante do rei do peso-pena (66 kg) no show de número 272, que acontece no dia 5 de março em Las Vegas (EUA). Como o australiano ignorou a ideia, ‘Triple C’ se viu obrigado a apelar para Dana White, líder da organização.

    O interesse de Cejudo em enfrentar Volkanovski é antigo. Não é segredo que o americano se gaba pela conquista da medalha de ouro no wrestling, nas Olimpíadas de 2008, na China, do cinturão do peso-mosca (57 kg) e do peso-galo (61 kg) do UFC e, por isso, deixa claro que visa ampliar seus feitos nos esportes de combate. Tanto que ‘Triple C’, sempre que pode, explica que a luta contra o australiano é a única que o faria sair da aposentadoria, já que pode se tornar campeão de três categorias diferentes na empresa.

    Disposto a medir forças com Volkanovski, Cejudo utilizou suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui, aqui, aqui, aqui e aqui) para, novamente, pedir seu tão sonhado combate para Dana. Como o campeão do peso-pena citou o ‘Zumbi Coreano’ como seu potencial adversário no UFC 272, o americano implorou para o cartola lhe premiar com a oportunidade de destronar o atleta e até fez promessas. Vale lembrar que ‘The Great’ e ‘Triple C’ discutem com frequência. Após o ex-lutador apelidar o rival de Alexander, o mediano, e o chamar de anão, o rei da categoria respondeu e fez pouco caso do desafeto. O australiano afirmou que venceria o opositor de forma fácil e que a surra não acrescentaria nada em seu legado no MMA.

    “Dana, pare de me negar a fazer mais história! Vou colocar seu filho no chão. Me mande a localização. Dana, me pague para lutar contra Volkanovski, que vou bater em Jake Paul de graça. Dana, precisamos de um campeão americano no UFC! Eu sou sua melhor chance. Vou colocar Volkanovski para dormir mais rápido do que Joe Biden. Dana, me dê uma chance contra Volkanovski. Eu nunca cancelaria. Sou mexicano e não acreditamos em sair de luta ou qualquer coisa. A história será feita. ‘C4’. Você acha que um jogador de Rugby me assusta? Vou botar ele para baixo com meus punhos e quedas”, escreveu o ex-campeão do UFC em suas contas oficiais no ‘Instagram’ e ‘Twitter’.

    Henry Cejudo, de 34 anos, marcou época no UFC. O americano foi um dos poucos lutadores que conseguiu alcançar o status de campeão duplo da maior organização de MMA do mundo. ‘Triple C’ estreou no esporte em 2013 e saiu dele em 2020. Seu cartel profissional é composto por 16 vitórias, sendo oito por nocaute, e duas derrotas. Além disso, o ex-número um da companhia possui triunfos marcantes sobre Demetrious Johnson, Dominick Cruz, Jussier ‘Formiga’, Marlon Moraes, Sergio Pettis, TJ Dillashaw e Wilson Reis.

  • Campeão dos leves do UFC, ‘Do Bronx’ mira conquistar título dos penas e meio-médios

    Campeão dos leves do UFC, ‘Do Bronx’ mira conquistar título dos penas e meio-médios

    Charles Oliveira conquistou o título do peso-leve (70 kg) do UFC, em maio, em Houston (EUA), defendeu o cinturão da categoria pela primeira vez, em dezembro, em Las Vegas, e, empolgado com sua grande fase na carreira, já adiantou que projeta mais conquistas na companhia. Motivado pelo sucesso na atual divisão, ‘Do Bronx’ surpreendeu e revelou que pode atuar tanto no peso-pena (66 kg), quanto nos meio-médios (77 kg).

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, o brasileiro, que atingiu um patamar diferenciado na modalidade ao dominar Tony Ferguson, nocautear Michael Chandler e finalizar Dustin Poirier, em sequência, indicou que pode continuar chocando parte da comunidade dos esportes de combate. Dono do cinturão do peso-leve do UFC, Charles mostrou interesse em também ser campeão do peso-pena e dos meio-médios.

    Na categoria, dominada por Alexander Volkanovski, ‘Do Bronx’ atuou durante o período de 2012 até 2016 e sofreu nela. Ao todo, o paulista disputou 12 lutas, venceu sete, perdeu cinco vezes, apresentou problemas com a balança em quatro oportunidades e, com isso, o UFC o forçou a subir de peso. Na divisão cujo rei é Kamaru Usman, o especialista em jiu-jitsu possui aparições em seu início de carreira e soma três triunfos. Como ostenta o cinturão do peso-leve, Charles sinaliza que pode furar a fila do peso-pena e dos meio-médios para desafiar os campeões, algo bastante comum na companhia.

    “Achei mesmo que não podia mais bater o peso dos penas, mas, nesse último corte de peso, estava bem perto de 70 kg antes da luta com esse trabalho que estamos fazendo, com muita água no corpo. Acredito que posso facilmente lutar nos penas. Se eu tivesse a oportunidade de ir direto para o cinturão, desceria para lutar. Além disso, se eu tivesse a oportunidade de ir direto para o cinturão dos meio-médios, também subiria para lutar, mas acredito que é mais viável descer para os penas, em vez de subir para os meio-médios neste momento. Um brasileiro ser campeão de duas categorias seria incrível”, declarou o campeão do UFC.

    Charles Oliveira, de 32 anos, vive sua melhor fase no MMA. Conhecido no esporte pelo jiu-jitsu de alto nível, o brasileiro mostrou que sua trocação também representa uma ameaça aos oponentes. Atualmente, ‘Do Bronx’ é o campeão do peso-leve do UFC, é o dono da quinta posição no ranking peso-por-peso da companhia e possui dez triunfos seguidos, sendo seis por finalização e três por nocaute. Além disso, o paulista é o recordista de finalizações na história da empresa (15 vezes), é o maior colecionador de bônus (18) e o lutador que mais venceu pela via rápida (18). Seu cartel profissional é composto por 32 vitórias, sendo 29 pela via rápida, oito derrotas e um ‘no contest’ (luta sem resultado).