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  • Bisping destaca que Taila Santos ‘humanizou’ Valentina e sugere revanche no UFC

    Bisping destaca que Taila Santos ‘humanizou’ Valentina e sugere revanche no UFC

    Taila Santos impressionou parte da comunidade do MMA no UFC 275. No show realizado no último sábado (11), em Cingapura, a brasileira enfrentou Valentina Shevchenko e perdeu, porém surpreendeu ao dar uma verdadeira luta para a campeã do peso-mosca (57 kg). Tanto que a atleta sucumbiu por decisão dividida. Mas, mesmo derrotada, a catarinense saiu do octógono em alta e Michael Bisping a elevou e destacou seu potencial.

    Em seu canal oficial no ‘YouTube’, o ex-lutador e atual comentarista frisou que Taila conseguiu a façanha de ‘humanizar’ Valentina, uma vez que, até então, a campeã do UFC parecia ser intocável no peso-mosca. Vale pontuar que a brasileira exigiu muito da rainha da categoria no octógono, alcançou boas posições na luta e venceu rounds, ou seja, levou a oponente ao limite. De acordo com Bisping, a catarinense está de parabéns pela estratégia montada para o combate e por não se desesperar ao se deparar com uma estrela do MMA. O duelo entre as atletas foi tão disputado, que ‘The Count’ confessou ter dúvida em apontar quem, de fato, foi melhor.

    “Nós a vimos parecer humana. Agora, claro, como sabemos, Amanda venceu Valentina em duas ocasiões, mas esta noite, ela quase perdeu nos moscas. Amanda é maior, mais forte, é a campeã dos penas e ex-campeã dos galos. Valentina foi nos moscas, onde governa, é a número um, a melhor, simples assim, e ninguém esteve perto de vencê-la. Valentina quase se tornou sua própria kryptonita, porque ela destrói todas com facilidade, mas naquela noite. Ela teve que lutar contra uma adversidade real. Eu não tinha certeza de qual caminho iria seguir. Tudo se resumiu ao terceiro round. Os rounds um e dois, claramente, para Taila. Os rounds quatro e cinco, acho justo dizer que Valentina os roubou. O terceiro é que para mim está aberto para debate. Começou forte para Valentina, mas Taila a derrubou, ficou por cima, ameaçou com um estrangulamento, causou um pouco de dano no ground and pound, então como você pontua isso?”, declarou o ex-campeão do UFC.

    Antes da luta acontecer, parte da comunidade do MMA definiu Valentina como grande favorita e por isso tratou o combate como mera obrigação da parte da campeã do UFC, ou seja, menosprezou Taila e ignorou qualquer chance da mesma surpreender. Contudo, no octógono, a brasileira esteve perto de chocar o mundo e, para uma parcela dos fãs e especialistas do esporte, foi melhor e venceu o duelo. Como o resultado a favor de ‘Bullet’ gerou dúvida, Bisping declarou seu apoio a realização de uma revanche imediata, já que a catarinense foi a única atleta do peso-mosca que encarou a rainha da categoria de igual para igual.

    “Se eu fosse o matchmaker, diria que vamos fazer isso de novo. Seria muito interessante. Quem vai mudar? Quem vai alterar o jogo? Quem vai ajustar? Valentina poderia trabalhar na defesa de quedas; poderia trabalhar no grappling. Taila poderia trabalhar em sua trocação. De qualquer forma, foi uma luta incrível, lá e cá. As duas estão de parabéns”, concluiu.

    Com a vitória no UFC 275, Valentina Shevchenko defendeu o cinturão do peso-mosca pela sétima vez e permaneceu invicta na categoria. Por outro lado, Taila Santos conheceu sua segunda derrota na organização e assim viu chegar ao fim sua sequência de quatro vitórias na divisão.

  • Mesmo com derrota, Taila Santos sobe posições em ranking do peso-mosca do UFC

    Mesmo com derrota, Taila Santos sobe posições em ranking do peso-mosca do UFC

    Após o UFC 275, realizado no último sábado (11), o Ultimate atualizou o ranking oficial e promoveu mudanças importantes em algumas divisões. Além de colocar Jiri Prochazka como o novo campeão dos meio-pesados (93 kg) da companhia, Taila Santos, apesar de ter sido derrotada no evento, ganhou posições de destaque no peso-mosca (57 kg).

    A brasileira, que fez a co-luta principal do evento realizado em Cingapura, deu bastante trabalho para a campeã Valentina Shevchenko em disputa de título e, até sob olhares de alguns profissionais do MMA, venceu o combate no qual acabou superada por decisão dividida. Por isso, agora a atleta subiu dois postos e é a número dois da classificação.

    Na classificação peso-por-peso, Jiri Prochazka apareceu pela primeira vez. Agora o campeão dos meio-pesados está na 11ª colocação. Glover Teixeira, apesar do revés para o tcheco, não saiu do ranking, mas teve uma queda de posição, agora no 15º posto.

  • Ultimate planeja realizar José Aldo vs Merab Dvalishvili no UFC 278 em agosto

    Ultimate planeja realizar José Aldo vs Merab Dvalishvili no UFC 278 em agosto

    Após fazer uma campanha para ser o novo desafiante ao cinturão do peso-galo (61 kg) do Ultimate, José Aldo parece que vai ter que esperar mais um pouco por essa oportunidade ao título. De acordo informações do site ‘MMA Fighting’, o brasileiro vai medir forças diante de Merab Dvalishvili, no UFC 278, que está programado para acontecer no dia 20 de agosto em Salt Lake City, capital do estado de Utah (EUA).

    José Aldo estreou pelo UFC em 2011, onde fez 19 lutas, venceu 13 e perdeu seis vezes. Desde a sua primeira apresentação na franquia até 2015, o brasileiro reinou absoluto no peso-pena (66 kg), até ser superado por Conor McGregor. Atualmente, o atleta se encontra em terceiro lugar no ranking do peso-galo e, na sua última apresentação, no dia 4 de dezembro, superou Rob Font, por decisão unânime dos jurados.

    Por outro lado, Merab Dvalishvili chegou ao UFC em 2017 e, depois de duas derrotas em suas primeiras apresentações na organização, engatou uma sequência de sete triunfos, que lhe colocaram na sexta colocação do ranking da divisão. A última vez que o competidor atuou foi em setembro de 2021, quando nocauteou Marlon Moraes.

  • Brasileiros brilham e aumentam invencibilidade do país na 4ª temporada do Karate Combat

    Brasileiros brilham e aumentam invencibilidade do país na 4ª temporada do Karate Combat

    Se no último sábado (11), os brasileiros sofreram no UFC 275, em Cingapura, no mesmo dia, dois lutadores brilharam no Karate Combat. Bruno de Assis e Gabriel Stankunas venceram suas lutas no terceiro episódio da quarta temporada do programa e ampliaram a invencibilidade dos atletas do país na atual edição.

    Agora, os representantes do Brasil somam quatro vitórias em suas aparições na quarta temporada do Karate Combat. No terceiro episódio da atual edição do programa, Bruno enfrentou Vitalie Certan e impressionou. O atleta apostou no contra-ataque para levar a melhor sobre o adversário de bom nível e a tática deu certo. No final, o profissional venceu o duelo por decisão unânime e, como não poderia ser diferente, comemorou o importante resultado, que aconteceu ao misturar técnica com garra.

    “Fizemos uma grande luta. Conhecemos muito o jogo um do outro. Então, foi um desafio pensado e difícil, no qual é preciso se adaptar o tempo todo. No terceiro round, eu já não tinha mais tantas forças, mas dei o melhor e consegui a vitória”, declarou Bruno.

    Gabriel também causou boa impressão no Karate Combat. Em sua estreia pela companhia, o brasileiro ignorou o nervosismo e a pressão e atacou Damian Villa com tudo. Com o ritmo intenso no duelo, o atleta abriu uma vantagem considerável contra o adversário e também levou a melhor por decisão unânime. Na entrevista, o profissional destacou seu Q.I. de luta como ponto chave para o triunfo.

    “Sabia que ele ia buscar a distância mais longa para chutar. Minha tática de abafar cansou bastante. Mas essa era a chance que eu tinha no Karate Combat. Então tirei ‘gás’ de onde não tinha para vencer. Agora quero mais. Vou fazer história”, disse Gabriel.

    O episódio final da quarta temporada do Karate Combat vai acontecer no dia 25 de junho, no Universal Studios, na Flórida (EUA). A atual edição da companhia conta com a presença ilustre de Georges St-Pierre, ex-campeão do UFC, e Stephen Thompson, ex-desafiante ao título do UFC, que participam como professores e analistas das lutas.

  • Valentina defende vitória justa contra Taila Santos no UFC e revela diferencial

    Valentina defende vitória justa contra Taila Santos no UFC e revela diferencial

    No último sábado (11), em Cingapura, Valentina Shevchenko defendeu o título do peso-mosca (57 kg) do UFC pela sétima vez, mas, ao contrário das outras vezes, encontrou dificuldade no octógono. Tanto que a campeã da categoria passou por Taila Santos somente na decisão dividida dos juízes, algo inédito em seu reinado e o resultado gerou discussão na comunidade do MMA. Mas, de acordo com ‘Bullet’, a justiça foi feita.

    Na coletiva de imprensa pós-show, Valentina comemorou o fato de, finalmente, ter disputado uma luta de verdade no peso-mosca do UFC. Campeã dominante da categoria, a quirguistanesa costumava passar pelas adversárias sem ter muito trabalho no octógono e essa era a expectativa de parte dos fãs para o embate contra Taila, porém o que se viu no último sábado foi algo diferente. ‘Bullet’ teve que se superar para vencer a brasileira. No entanto, a atleta não perdeu a pose e ignorou os sustos que levou no decorrer do combate, ao declarar que estava no controle da situação, mesmo com a oponente em posição de vantagem em certas ocasiões.

    “Fiz tudo o que tinha que fazer. Tive uma luta desafiadora. Fiz cinco rounds e era exatamente isso que eu queria, uma adversária que não desiste no primeiro segundo e vai até o final. Nesse tipo de luta você pode mostrar do que é feito. Seu caráter, sua mentalidade. Não importa o quão duro, não importa o quão difícil. É como mostrar quem você é. Estou feliz. Trabalhei até o último segundo da luta para conseguir a vitória. Nada me surpreendeu. Mesmo quando ela estava nas minhas costas, não me sentia em apuros. Ela estava meio inativa e eu, mesmo naquela posição, estava batendo, sentindo a força dos golpes e senti como ela reagiu, porque estava machucando ela. Isso é o que mais conta no MMA, o dano. Eu podia até sentir na luta round a round, você podia ver mais danos aparecendo no rosto dela cada vez mais, declarou a campeã do UFC.

    No final dos 25 minutos de luta, Valentina levou a melhor contra Taila por decisão dividida, mas uma parcela dos fãs apontou a brasileira como vencedora do encontro. Ciente da discussão sobre o resultado do duelo, a campeã do peso-mosca do UFC afirmou que foi superior no octógono e que não tinha dúvida de que teria o braço levantado pelo árbitro. A atleta frisou que não conquistou o triunfo por conta de seu histórico e de sua reputação no MMA e sim por seu mérito no confronto. Segundo Shevchenko, sua experiência nas artes marciais é o diferencial em suas vitórias, uma vez que consegue se adaptar aos diferentes estilos de adversárias e também durante os combates.

    “Quanto aos juízes, você nunca sabe, mas, se você trabalhar tudo o que tem e deixar seu coração e alma na luta, você ficará orgulhoso de si mesmo, não importa o que. Talvez elas possam pensar que podem me vencer, mas não podem. Mesmo nas posições difíceis, tenho mentalidade de campeã. Toda vez eu estarei no topo. Isto é o que tenho. Estar nas artes marciais por 30 anos me tornou uma adversária difícil, muito difícil. Mesmo que elas pensem que podem me vencer, elas não podem”, concluiu.

    Valentina Shevchenko, de 34 anos, realizou a sétima defesa de cinturão no peso-mosca do UFC, mas, apesar da vitória na edição de número 275, saiu do octógono questionada. Por outro lado, Taila Santos surpreendeu e, mesmo derrotada, se destacou no evento, porque conseguiu ‘humanizar’ uma campeã tão dominante. Vale pontuar que ‘Bullet’ levou a melhor sobre a brasileira por decisão dividida, algo que nunca tinha acontecido em seu reinado, e, para uma parcela dos fãs, levou a pior na luta.

  • Prochazka elege Blachowicz como oponente ideal para primeira defesa de cinturão

    Prochazka elege Blachowicz como oponente ideal para primeira defesa de cinturão

    Jiri Prochazka atuou no último sábado (11) e, com fome de luta, já revelou quem gostaria de enfrentar no UFC. Em Cingapura, o tcheco se tornou campeão dos meio-pesados da companhia ao finalizar Glover Teixeira no quinto e último round e, mesmo ferido, elegeu outro veterano e ex-detentor do título da categoria como seu primeiro desafiante ao cinturão.

    Prochazka não ficou em cima do muro e citou Jan Blachowicz como adversário ideal para a sequência dos eventos. Vale pontuar que o polonês marcou presença no show e desafiou ‘Denisa’, de forma respeitosa, antes e depois da luta contra Glover. De acordo com o veterano, um choque entre eles pode ser histórico para o continente europeu e o tcheco concordou com tal afirmação. Apesar do clima amigável envolvendo os profissionais, o campeão dos meio-pesados do UFC mostra confiança para o possível embate e garante ter o que é preciso para passar pelo atleta e, consequentemente, realizar sua primeira defesa de cinturão.

    “Agora é Blachowicz. Acho que ele será o próximo desafiante e eu gostaria de lutar com ele. Acho que tenho as ferramentas para vencê-lo, então vamos fazer isso. Pode ser em qualquer lugar. Acho que a Europa seria o melhor lugar, entre a Polônia e a República Tcheca. Ainda está cedo para falar sobre a próxima luta, mas sei que a próxima luta será com Blachowicz e estarei preparado para isso”, declarou o campeão do UFC, em entrevista ao próprio canal do UFC (veja abaixo ou clique aqui).

    Apesar da vontade de Jiri Prochazka em enfrentar Jan Blachowicz, o UFC ainda não definiu o próximo adversário do campeão dos meio-pesados. Além do polonês, Glover Teixeira e o vencedor da luta entre Anthony Smith e Magomed Ankalaev seguem no páreo, de olho na disputa pelo título da categoria.

  • Único algoz de Makhachev aposta que ‘Do Bronx’ finaliza russo em possível luta

    Único algoz de Makhachev aposta que ‘Do Bronx’ finaliza russo em possível luta

    Após Charles ‘Do Bronx’ finalizar Justin Gaethje, em maio deste ano, o mundo do MMA especula quem será o próximo adversário do brasileiro em disputa do cinturão do peso-leve (70 kg) do UFC. Um nome sempre mencionado é do russo Islam Makhachev, que tem a seu favor campanhas feitas por Khabib Nurmagomedov e Daniel Cormier, dois ex-campeões da companhia e parceiros de treino do europeu na equipe ‘AKA’.

    Sendo assim, a reportagem da Ag. Fight entrou em contato com o único algoz da carreira de Makhachev no MMA. Trata-se de Adriano Martins, que em 2015, nocauteou o russo em duelo válido no Ultimate. Em entrevista exclusiva, o manauara analisou o possível confronto entre ‘Do Bronx’ e Islam pelo título da categoria.

    Apesar de elogiar as habilidades de Makhachev, que acumula dez triunfos seguidos no UFC, Adriano destacou o grau de dificuldade que o russo teve pela frente em relação a adversários, já que em suas recentes aparições, não teve resistência dos rivais para impor sua luta agarrada. Por isso, o brasileiro demonstrou total confiança que ‘Do Bronx’, faixa-preta de jiu-jitsu, possa finalizar o rival, pois já superou maiores adversidades.

    “O Makhachev é um cara perigoso, nunca se deve subestimá-lo, pois ele é bem consciente na hora de derrubar e no chão. Mas o Charles é o campeão da categoria, vive uma grande fase e acredito muito nele. Toda vez que eu  analiso alguma luta, vejo quem foram as pessoas com quem o lutador encarou e seu histórico. O Makhachev ainda tem que lutar com tops da categoria, uns caras bons de chão, que são finalizadores, ficar por baixo, pegar pressão e isso nunca aconteceu. Com o Charles sim, já superou pressão, sofreu knockdown, deu volta por cima e fez sua história. Então com certeza dá para o Charles finalizar (o Makhachev), ele pode finalizar qualquer um. Já provou isso”, analisou.

    Com a experiência de já ter vencido Makhachev, Adriano apontou o melhor caminho para ‘Do Bronx’ poder repetir seu feito contra o russo. De acordo com o ex-campeão do Jungle Fight, o segredo para superar atletas como Islam é atacar sua especialidade.

    “Com esses caras do sambô, tem que bater de frente na parte de queda, pressão, de botar para baixo. Então acho que uma chave para vencer seria colocar pressão, do cara saber que não vai derrubar toda hora e fazer esse mesmo jogo com eles”, completou.

    Atualmente, Charles ‘Do Bronx’ soma 11 triunfos seguidos, sendo sete por finalização e três por nocaute. O brasileiro detém um recorde no UFC de 16 vitórias por finalização na companhia também é o lutador que mais venceu pela via rápida (19). No MMA, o paulista soma 33 vitórias, oito derrotas e um ‘no contest’ (luta sem resultado).

  • Ronda Rousey nomeia Gina Carano como única rival para fazê-la voltar a lutar MMA

    Ronda Rousey nomeia Gina Carano como única rival para fazê-la voltar a lutar MMA

    Ícone do MMA, Ronda Rousey, atualmente, faz parte do pro-wrestling e é um dos grandes nomes da WWE. No entanto, a americana, apesar do sucesso na modalidade, não esquece dos seus tempos de ouro no UFC. Tanto que a ex-campeã do peso-galo (61 kg) da companhia revelou qual profissional a faria voltar a atuar em uma ocasião especial nas artes marciais mistas.

    E o nome em questão não é o de Amanda Nunes, Cris ‘Cyborg’, Holly Holm, Miesha Tate ou até de Kayla Harrison. Em entrevista ao programa ‘The Kurt Angle Show’, Ronda revelou que Gina Carano sempre foi a luta dos seus sonhos. Contudo, a americana deixou claro que não possui qualquer intenção de retornar ao UFC.

    Vale pontuar que ‘Rowdy’ lutou MMA pela última vez em 2016, enquanto seu alvo se despediu do esporte em 2009. Curiosamente, um possível combate entre as antigas rainhas da modalidade chegou a ser discutido pelas partes, mas a Gina revelou que uma mensagem um tanto quanto pesada de Dana White impediu o duelo de sair do papel. Mesmo assim, Rousey deixa o convite em aberto e enaltece a veterana, que é uma de suas inspirações.

    “Há apenas uma pessoa pela qual eu voltaria. Já disse isso um milhão de vezes, não é como se fosse algo novo, mas é Gina, Gina Carano. Ela é a razão pela qual eu comecei a lutar, ela é a razão pela qual eu sabia que era uma possibilidade. Sempre serei eternamente grata. Se ela alguma vez dissesse, ‘Ronda, quero lutar com você amanhã, 93 kg’, o que diabos ela quiser. Não estou dizendo que ela pesa 93 kg, tenho certeza que ela é muito esbelta, mas se ela quisesse entrar no meu quintal e fazer a coisa do Rocky ou ‘ding ding’, nós apenas fazemos isso no quintal, não me importo. Vou lutar com Gina onde ela quiser. Mesmo que ela não queira para sempre, deixe essa oferta lá. É uma coisa de respeito, não é como um, ‘Vá se f****. Vou atrás de você’. É como, ‘Ei, se você quiser pegar essa carta, está lá’. Eu a amo. Obrigado Gina por tudo que você fez”, declarou Ronda.

    Ronda Rousey, de 35 anos, conquistou a medalha de bronze no judô nas Olímpiadas de Beijing, em 2008, se tornou um dos grandes nomes da história do MMA ao dominar o peso-galo do UFC e passou a integrar o ‘Hall da Fama’ da organização. Hoje, ‘Rowdy’ se encontra em ação na WWE. Já Gina Carano, de 30 anos, também se destacou nas artes marciais mistas e só perdeu para Cris ‘Cyborg’, em sua última luta no esporte. A profissional atua como atriz em Hollywood.

  • Ex-desafiante ao título do UFC critica atuações de Glover e Prochazka: “Terríveis”

    Ex-desafiante ao título do UFC critica atuações de Glover e Prochazka: “Terríveis”

    No último sábado (11), Glover Teixeira e Jiri Prochazka protagonizaram uma verdadeira batalha de cinco rounds pelo cinturão dos meio-pesados (93 kg) do Ultimate, que acabou vencida pelo tcheco, por finalização, no assalto decisivo. Assim que o duelo terminou, a comunidade do MMA exaltou os dois lutadores, mas esse sentimento não foi compartilhado por um ex-desafiante ao título da divisão da companhia.

    Anthony Smith, que disputou o cinturão da categoria em 2019 e foi derrotado por Jon Jones criticou a performance de Glover e Prochazka no embate do UFC 275, em Cingapura. Em declaração ao programa ‘MMA Hour’, o americano desaprovou a maneira que os profissionais desenvolveram a luta e até insinuou sobre a idade do brasileiro.

    “Para ser honesto, acho que esses dois caras tiveram as piores performances de suas vidas ao mesmo tempo. Pela primeira vez, Glover parecia um pouco velho, porque esse não é o Glover que eu conheço. Eu não sei quem era esse cara, mas felizmente para ele, acho que Prochazka também teve uma das piores performances dele. Eles tomaram decisões terríveis. Como o QI de luta, ambos não lutaram de forma inteligente”, disparou.

    Vale destacar que Anthony Smith já enfrentou e foi derrotado por Glover Teixeira, em maio de 2020. Na ocasião, o lutador até perdeu um dente durante o duelo. Agora com três vitórias seguidas, o americano tem confronto marcado para o dia 30 de julho, no UFC 277, que será realizado em Dallas (EUA) quando encara Magomed Ankalaev.

  • Prochazka admite exagero em brincadeira na luta contra Glover e promete mudanças

    Prochazka admite exagero em brincadeira na luta contra Glover e promete mudanças

    No último sábado (11), em Cingapura, Jiri Prochazka conquistou a maior vitória de sua carreira, mas, mesmo com o feito, não ficou nada satisfeito com o desempenho apresentado no octógono. No UFC 275, o tcheco finalizou Glover Teixeira no quinto round e se tornou campeão dos meio-pesados (93 kg), porém admitiu que pecou pelo excesso de preciosismo no combate.

    Na coletiva de imprensa pós-show, Prochazka reconheceu que não encarou a luta contra Glover com a seriedade necessária que ela exigia e que suas brincadeiras no octógono quase lhe custaram o combate. O duelo entre os atletas cumpriu a expectativa de parte dos fãs, já que foi intenso e violento, porém os profissionais desperdiçaram posições e, consequentemente, oportunidades de definir a batalha. Chateado por triunfar sem convencer, em seu entendimento, o tcheco identificou os pontos que deixou a desejar em sua atuação e prometeu corrigir os erros para se tornar um lutador melhor e, quem sabe, um campeão dominante no UFC.

    “Muito bom, muito bom, mas nada. Queria mostrar a ele que o ground and pound dele não tinha poder para acabar comigo lá. Mas ele teve poder suficiente para me cortar e isso foi muito ruim, foi logo depois de sorrir para ele. Eu disse a mim mesmo, ‘OK, não é mais hora para diversão’. Ele não me surpreendeu com nada. Sabíamos de todas essas coisas, o que ele tinha que fazer e ele foi bem sucedido. Eu estava com um pouco de preguiça de montar algumas situações e preparar o nocaute. Para ver os momentos, o lugar certo e pegá-lo. Essa foi a minha preguiça na luta. Tenho que trabalhar nisso, não apenas trabalhar no treinamento, mas trabalhar em mim mesmo para parar de fazer coisas que não são boas em uma luta. Basta fazer as coisas que são eficazes para derrotar o oponente. Acho que esse foi o grande erro. Sei onde estão os erros na minha preparação, na minha vida e o que tenho que mudar para a luta”, declarou o campeão do UFC.

    Jiri Prochazka, de 29 anos, protagonizou uma ascensão meteórica no UFC. O tcheco estreou pela companhia em 2020, disputou três lutas e se tornou campeão dos meio-pesados em 2022. Pela organização, ‘Denisa’ nocauteou Volkan Oezdemir, Dominick Reyes e finalizou Glover Teixeira em sequência.