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  • Ricardo ‘Carcacinha’ promete show para se recuperar no UFC e projeta finalizar rival

    Ricardo ‘Carcacinha’ promete show para se recuperar no UFC e projeta finalizar rival

    Neste sábado (18), Ricardo ‘Carcacinha’ tem uma oportunidade de se recuperar no Ultimate. O brasileiro, que vem de revés em sua última apresentação na companhia, encara Danny Chavez, no UFC Vegas 57. Por ainda não ter atuado no ano, o brasileiro está empolgado em começar 2022 com um resultado positivo em grande estilo.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, ‘Carcacinha’ analisou seu adversário, que ainda não tem nenhuma finalização em sua carreira, ou seja, possui o jogo contrário do seu por evitar ao máximo posições no solo. Sendo assim, o paulista, que tem carro-chefe o jiu-jitsu, admitiu que não vai ter afobação para colocar em prática sua especialidade, mas confessou que planeja encerrar o duelo com o que faz de melhor.

    “O meu MMA será o diferencial nessa luta, principalmente o foco de terminar a luta antes do tempo final. Mas uma finalização seria ótimo. Só posso dizer que o show é garantido e vou buscar acabar a luta o mais rápido para já marcar a próxima”, afirmou.

    Danny Chavez estreou no UFC em 2020, quando venceu TJ Brown. No entanto, desde então, o competidor não conseguiu mais um resultado positivo, com uma derrota e um empate. Dessa maneira, ‘Carcacinha’ poderia aproveitar um certo desespero do rival para somar um triunfo e, assim, lhe dar brechas. Ciente desse cenário, adotou a cautela sobre essa situação e afirmou que seu foco é somente na sua atuação.

    “Não conto com isso (pressão no adversário), mas sim com o meu foco em vencer. Isso pode ser tanto uma pressão para ele, quanto uma motivação e isso eu não posso controlar. O que posso controlar são minhas ações e ir pra ganhar essa luta e dar o meu melhor cada segundo desse combate”, completou o lutador de 26 anos.

    No MMA profissional desde 2012, Ricardo ‘Carcacinha’ possui 15 vitórias e quatro derrotas em seu cartel na modalidade. O brasileiro chegou ao UFC em 2017 e, pela organização, tem seis triunfos e três reveses. A última apresentação do paulista aconteceu em outubro de 2021, quando foi superado por Zubaira Tukhugov.

  • Chimaev reforça interesse em luta com Nate Diaz e ameaça: “Não será mais o mesmo”

    Khamzat Chimaev atuou apenas uma vez na atual temporada e já expressou o interesse em retornar ao octógono para manter o ritmo de luta e consolidar sua posição como desafiante ao título dos meio-médios (77 kg) do UFC. Após vencer Gilbert Burns, em abril, na Flórida (EUA), em um dos melhores duelos de 2022, o russo cita Nate Diaz como potencial adversário e, disposto a entrar em ação, revela até seu plano ‘B’.

    E não é só Chimaev que tem interesse na luta contra Nate. O próprio Dana White, líder do UFC, informou que o possível combate consta no planejamento da organização. Sendo assim, ‘Borz’, ao participar do podcast ‘Blockparty’, reforçou o interesse em encarar o ‘bad boy’ e adiantou que, se o confronto sair do papel, vai aplicar uma surra no mesmo nunca antes vista no octógono.

    Contudo, o russo duvidou do interesse do rival em transformar o duelo em realidade, já que seria envergonhado nele. Sem perder tempo, Khamzat se coloca à disposição para medir forças com Belal Muhammad, quinto colocado no ranking dos meio-médios, em busca de disputar o título da categoria na sequência.

    “Nunca esteve perto de um acordo. O magricela, quando falei vamos lutar, eu com um peso bom, em boa forma. Agora, estou malhando e ganhei uns três quilos. Agora, ele diz, ‘Vamos lutar’. Ele estava pensando que agosto seria cedo demais para cortar peso? Não me importo, vou cortar peso e lutar com ele, se ele estiver pronto. Vou esmagar esse menino. Ele não será mais o mesmo Diaz. A luta com ele é boa para mim, mas o magrelo está com medo e não respondeu. Veremos. Belal disse que sim. Não me importo. Vou lutar com todos. Deixe Edwards lutar com Usman, quem vencer, vou pegar a cabeça. Vou pegar a cabeça do vencedor e o dinheiro. Posso lutar com o irmão também, Nick. Vou pegar a p*** do irmão dele e posso esmagá-lo também”, declarou ‘Borz’.

    Invicto no MMA, Khamzat Chimaev, de 28 anos, disputou cinco lutas no UFC e cresceu nos meio-médios. O sueco estreou pela organização em 2020 e suas vítimas nela foram John Phillips, Rhys McKee, Gerald Meerschaert, Li Jingliang e Gilbert ‘Durinho’ em sequência. Após superar o brasileiro, ‘Borz’ passou a ocupar o terceiro lugar no ranking da categoria.

  • ‘Robocop’ se vê mais técnico que oponente e planeja dedicar vitória para filha

    ‘Robocop’ se vê mais técnico que oponente e planeja dedicar vitória para filha

    Após duas vitórias em suas primeiras apresentações no Ultimate, Gregory ‘Robocop’ foi derrotado em sua última apresentação na organização, mas nada que abalasse a sua confiança. Por isso, neste sábado (18), o brasileiro tem uma oportunidade de se recuperar na liga, quando encara Julian Marquez, em luta no peso-médio (84 kg), no UFC Vegas 57.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, ‘Robocop’ destrinchou o jogo do seu oponente e celebrou o casamento de estilos entre os dois. Embora frise que ambos possuem a mesma maneira de se apresentar, o brasileiro destacou que tem mais recursos que o rival e prometeu ao público um espetáculo em todas as áreas.

    “Julian é experiente, duro. Acho o estilo dele parecido com o meu. Ele gosta de grappling, tem a mão dura, anda pra frente mas eu não consigo ver a luta terminando a favor dele! Me considero bem mais técnico e sei que vai ser questão de tempo para ele sentir a pressão. Estou preparado tanto para o chão quanto para trocar em cima. Ele gosta de ficar em pé e eu também, então podem esperar grandes bombas em cima. E no chão tenho certeza que será bonito de ser ver, pois são dois caras que sabem jiu-jítsu”, disse.

    Para este combate, além da motivação de se recuperar no UFC, ‘Robocop’ tem mais uma razão para entrar determinado em sair com o braço levantado ao fim da luta. O lutador revelou que vai ser pai em outubro e planeja dedicar esse triunfo para ela.

    “Quando fechar aquele cage, estarei preparado para matar! Podem esperar um ‘Robocop’ pronto para dar o melhor, ainda mais agora que tem uma bebezinha a caminho! Serena, minha filha que nasce em outubro, é mais um combustível na minha vida”, concluiu.

    No MMA profissional desde 2014, Gregory ‘Robocop’ soma 11 triunfos e quatro reveses em sua carreira na modalidade. Após a frustrada tentativa de vaga no UFC através do Contender Series, em 2020, o brasileiro só chegou na franquia cerca de um ano depois, vencendo Dusko Todorovic e Parque Jun Yong. No entanto, em sua recente aparição, foi superado por Armen Petrosyan, por decisão dividida, em fevereiro deste ano.

  • Lutador acusado de falsificar cartel profissional no MMA é cortado do UFC

    Lutador acusado de falsificar cartel profissional no MMA é cortado do UFC

    A aventura de Askar Mozharov no UFC não durou muito. Após ser contratado pela organização e ter sua estreia marcada para junho, uma investigação aprofundada sobre a carreira do lutador revelou que o mesmo competiu anteriormente no MMA com os nomes de Artur Sadkov, Artur Shadkov e Arthur Shadakov e alterou resultados em seu cartel profissional. Ao descobrir a fraude, a companhia decidiu cortar o ucraniano de seu plantel.

    De acordo com as informações divulgadas pela equipe ‘Fight Finder’, do site ‘Sherdog.com’, especializada em investigar tais polêmicas, o atleta iniciou sua trajetória no MMA com três derrotas consecutivas por finalização no primeiro round. Com o início ruim, o ucraniano, antes conhecido como ‘Arthur Shadakov’, passou a escolher lutas acessíveis e conseguiu uma sequência de sete vitórias no circuito local. Contudo, tais oponentes jamais tinham vencido um confronto profissionalmente. Em seguida, o indivíduo perdeu cinco dos sete combates que disputou, todos no primeiro round, e decidiu mudar seu nome para ‘Askar Mozharov’, seu atual.

    Vale destacar que existem lutadores que trocam de nome por motivo familiar. No entanto,  a equipe ‘Fight Finder’ apontou que o caso Mozharov foi uma clara tentativa de limpar sua carreira, ou seja, apagar os resultados adversos para que eles não lhe prejudicassem. O ucraniano alegou que era outra pessoa, com outro nome, sofrendo os reveses e, dessa forma, tentou manipular seu cartel profissional para ter qualquer tipo de vantagem. Em um episódio, o time de Mozharov alegou que o atleta não competiu, portanto não poderia ter perdido a luta. Sendo assim, a equipe ‘Fight Finder’ afirmou que o indivíduo e seu time cometeram fraudes em várias ocasiões, enviando conscientemente informações falsas, bem como algumas de suas vitórias.

    Mesmo com o histórico profissional conturbado, Mozharov, aos trancos e barrancos, conseguiu estrear no UFC. Contudo, o resultado não lhe foi nada favorável. Em junho, o atleta encarou Alonzo Menifield e foi nocauteado brutalmente no primeiro round. Ciente da polêmica protagonizada pelo rival, o americano comemorou ainda mais o triunfo e o chamou de trapaceiro. Dias depois, o ucraniano foi cortado pela maior organização de MMA do mundo.

  • ‘Bate-Estaca’ substitui Chookagian e encara Manon Fiorot no UFC Paris em setembro

    ‘Bate-Estaca’ substitui Chookagian e encara Manon Fiorot no UFC Paris em setembro

    Depois de retornar ao peso-palha (52 kg) em sua última luta, Jéssica Andrade voltará novamente à divisão dos moscas (57 kg) no seu próximo compromisso pelo Ultimate. Entrando na vaga da americana Katlyn Chookagian, ‘Bate-Estaca’ medirá forças com a dona da casa Manon Fiorot no card do UFC Paris, no dia 3 de setembro, que marcará a estreia da entidade em território francês. A informação foi divulgada inicialmente pelo ‘RMC Sport’ e confirmada posteriormente pela reportagem da Ag Fight com fontes próximas à organização.

    Ex-campeã peso-palha do UFC, Jéssica ‘Bate-Estaca’ vem de duas vitórias consecutivas, sobre Cynthia Calvillo e Amanda Lemos, a última no seu retorno à divisão até 52 kg após passagem pelo peso-mosca. A paranaense, que parece disposta a seguir atuando nas duas categorias, continua ranqueada em ambas e, com isso, mantém a possibilidade de buscar um novo ‘title shot’ nas duas classes de peso.

    Atualmente, Jéssica ocupa a quarta posição no ranking peso-mosca e a sexta colocação na lista dos palhas. Vale lembrar que, além disso, ‘Bate-Estaca’ também já atuou na divisão dos galos (61 kg), onde iniciou sua trajetória no UFC, e detém a marca de primeira lutadora a vencer uma luta em três categorias diferentes na organização.

    Por sua vez, Manon Fiorot ainda busca alcançar grandes marcas como a brasileira dentro do UFC. A francesa vem em franca ascensão desde que estreou na liga presidida por Dana White, em janeiro do ano passado. No octógono mais famoso do mundo, a lutadora europeia venceu suas quatro adversárias até o momento, as três últimas, coincidentemente, nascidas no Brasil, como Andrade.

    Na estreia, Fiorot passou pela americana Victoria Leonardo, por nocaute técnico, mostrando força na trocação, sua especialidade. Na sequência, a francesa superou a brasileira Tabatha Ricci, que estreava na organização em uma categoria acima da sua de origem, e, logo depois, foi a vez de Mayra ‘Sheetara’ Bueno ser derrotada pela europeia. Já na sua mais recente apresentação, em março deste ano, ‘The Beast’ venceu a curitibana Jennifer Maia, ex-desafiante ao cinturão, consolidando seu nome na corrida por um ‘title shot’ no peso-mosca.

  • ‘Durinho’ oferece luta só de trocação para Masvidal e aposta em vitória por nocaute

    ‘Durinho’ oferece luta só de trocação para Masvidal e aposta em vitória por nocaute

    Derrotado em sua última luta no UFC, em abril, na Flórida (EUA), Gilbert Burns deseja se reencontrar com as vitórias. Para isso acontecer, ‘Durinho’, que segue em alta nos meio-médios (77 kg) por conta da batalha contra Khamzat Chimaev, elege Jorge Masvidal como adversário ideal. E, ao contrário de parte dos lutadores que provoca o veterano em busca de um confronto, o brasileiro o enaltece e prega respeito.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, ‘Durinho’ ignorou a má fase de Masvidal no UFC, já que perdeu três lutas seguidas, e destacou seus feitos no esporte, principalmente em 2019, quando se tornou uma estrela da modalidade ao nocautear Darren Till, Ben Askren e Nate Diaz em sequência. De acordo com o brasileiro, ‘Gamebred’ não está acabado e segue sendo uma ameaça no octógono, ainda mais quando é subestimado por parte dos fãs e lutadores. Animado com a possibilidade de encarar o ‘bad boy’, o niteroiense crava que este é um duelo que não tem como dar errado e decepcionar, pois ambos possuem natureza ofensiva e visam se aproximar de uma nova disputa pelo título dos meio-médios.

    “Para mim, o que faria sentido é Masvidal. Como eu disse várias vezes, o cara tem mais de 50 lutas, nocautes loucos. Lembre-se de Askren, Till. O cara venceu Nate Diaz. Essa é a luta que quero. Ele vem de duas derrotas, mas para Usman, campeão peso-por-peso, e Covington, número um nos meio-médios. Essa é a luta que quero, é a luta que faz sentido. É isso que vai me motivar e ainda acredito que posso vencer esse cara. Ele já mostrou muito interesse também e acho que o UFC mostrou interesse. Só temos que ver quando e vamos fazer um grande show para todos. Vou tentar bater nele, ele vai tentar fazer o mesmo, vai ser uma loucura. Não estou tirando nada das derrotas para Usman e Covington. Esses dois são os caras no topo da divisão. Ainda tenho muito respeito. Ele é perigoso e eu também. Tenho más intenções para essa luta contra Masvidal e ele também. Sei que ele virá para um final. Por que não?”, declarou o ex-desafiante ao título do UFC.

    Ciente da importância que uma luta contra Masvidal teria, ‘Durinho’ inovou em seu desafio. Como ‘Gamebred’ se destaca no MMA por ser dono de uma trocação de alto nível e reclama que seus adversários costumam apelar para o wrestling para anulá-lo no octógono, o brasileiro propõe ao seu alvo que o possível embate entre eles ocorra somente em pé. Vale pontuar que Gilbert é especialista em jiu-jitsu, mas está disposto a ignorar seu ponto forte para convencer o americano a aceitar o duelo, até porque mostra evolução na troca de golpes. Tanto que o niteroiense ressalta que tem qualidade para causar estrago no ‘bad boy’ até no setor que este domina.

    “Cinturão BMF em jogo aqui na Flórida? Acho que muitas pessoas vão sintonizar para assistir a essa luta. Tem que ser cinco rounds. Vai ser uma loucura. Posso assinar o contrato, sem quedas. Vamos apenas fazer isso. Estou ansioso para dar um show. Mais uma luta insana e outra finalização incrível. Acredito que posso trocar golpes com Masvidal. Mais uma vez, tenho muito respeito pelo cara. Acho ele muito duro, um dos mais durões, mais de 50 lutas, mas ainda acredito que posso nocauteá-lo”, concluiu.

    Para a sorte de Gilbert Burns, o próprio Jorge Masvidal, seu principal alvo, também expressa o interesse em realizar a luta no UFC. Atualmente, ‘Durinho’ se encontra em quarto lugar no ranking dos meio-médios do UFC, enquanto ‘Gamebred’ é o oitavo colocado na tabela de classificação da categoria.

  • Esparza recusa sugestão de Zhang e destaca status de campeã para definir data de luta

    Esparza recusa sugestão de Zhang e destaca status de campeã para definir data de luta

    Com a vitória por nocaute sobre Joanna Jedrzejczyk no último sábado (11), pelo UFC 275, Zhang Weili praticamente sacramentou a posição de próxima desafiante ao cinturão peso-palha (52 kg) da organização. A chinesa, inclusive, já se adiantou e sugeriu uma possível data para a disputa contra Carla Esparza, atual campeã da categoria. A americana, entretanto, não parece inclinada a aceitar a proposta da rival.

    Ciente da sugestão da provável adversária de se enfrentarem no UFC em outubro, em Abu Dhabi (EAU), a campeã Carla Esparza descartou deixar nas mãos da chinesa a decisão de escolher a data para o confronto entre elas. De acordo com a americana, este benefício tem que ficar a cargo da detentora do cinturão, no caso ela.

    “Eu, definitivamente, não sinto que estou em uma posição onde eu deveria apressar as coisas apenas porque Weili quer uma certa data. Eu não estou tentando entrar no cronograma dela. Eu sou a campeã e sinto que ela deve entrar na minha linha do tempo”, afirmou Esparza, em entrevista ao ‘New York Post’.

    Primeira campeã da história da divisão peso-palha no UFC, Carla Esparza voltou a conquistar o cinturão da categoria sete anos após perdê-lo, ao derrotar Rose Namajunas no último dia 7 de maio, em decisão dividida dos juízes. Por sua vez, Zhang Weili busca reconquistar o título até 52 kg do Ultimate após ter seu reinado encerrado por Namajunas, em 2021. A chinesa voltou ao caminho das vitórias no sábado, ao nocautear Joanna Jedrzejzcyk, e, de acordo com o presidente do UFC, Dana White, deve ser a próxima desafiante ao título.

  • ‘Do Bronx’ cita dinheiro e legado como razões para almejar luta com McGregor

    ‘Do Bronx’ cita dinheiro e legado como razões para almejar luta com McGregor

    Com o status de lutador a ser batido no peso-leve (70 kg) do UFC, Charles ‘Do Bronx’ sabe que agora é o momento de aproveitar e buscar lutas cada vez mais lucrativas. E, atualmente, não há confronto que dê mais dinheiro a um atleta do que encarar Conor McGregor. Por isso, o brasileiro reforçou sua campanha por esse duelo.

    Em entrevista à ‘ESPN Brasil’, o número um dos leves da organização, que em sua última atuação finalizou o americano Justin Gaethje, em maio deste ano, justificou que, além do a questão financeira, tem outro motivo para almejar um embate diante do o ex-campeão dos penas (66 kg) e dos leves do Ultimate.

    “Uma luta com o Conor McGregor seria muito boa para mim, pois colocaria muito dinheiro no meu bolso e (neste momento) isso é o mais importante. Mas também seria muito bom para meu legado, para eu ter na minha história. Tenho uma filha para criar. Todo mundo quer lutar com Conor. Todo mundo sabe que lutar com Conor é muito lucrativo. Estou falando de dinheiro. E Conor sabe que todo mundo quer lutar com ele”, disse.

    Charles ‘Do Bronx’ soma 11 triunfos seguidos, sendo sete por finalização e três por nocaute. O brasileiro detém um recorde no UFC de 16 vitórias por finalização na companhia e é o lutador que mais venceu pela via rápida (19). Seu cartel no MMA é composto por 33 vitórias, oito derrotas e um ‘no contest’ (luta sem resultado).

  • Cormier contesta vitória de Valentina sobre Taila e culpa cabeçada por mudar rumo da luta

    Cormier contesta vitória de Valentina sobre Taila e culpa cabeçada por mudar rumo da luta

    A batalha entre Valentina Shevchenko e Taila Santos foi um dos destaques do UFC 275 e continua a gerar discussão na comunidade do MMA. No último sábado (11), em Cingapura, a campeã do peso-mosca (57 kg) confirmou o favoritismo no octógono, mas encontrou dificuldade pela primeira vez na categoria. Tanto que o triunfo de ‘Bullet’ foi por decisão dividida. Assim como parte dos fãs, Daniel Cormier contestou o resultado.

    Em seu canal oficial no ‘YouTube’, o comentarista não titubeou e deu a vitória para a desafiante ao título do UFC. De acordo com Cormier, a superioridade de Taila contra Valentina foi surpreendente, mas clara e até fácil de ser analisada. Visivelmente contrariado com o resultado do encontro entre as lutadoras, ‘DC’ questionou o sistema de pontuação no MMA. Segundo o veterano, a brasileira foi prejudicada, já que seu domínio no grappling não foi julgado da forma que deveria ser pelos profissionais responsáveis.

    “Eu pensei que Taila venceu a luta. Valentina perdeu a luta, pelo menos na minha opinião. Taila fez de tudo que deveria fazer para se tornar campeã do UFC. Ela pontuou com queda, controlou. Só não entendo por que não há valor nessas tentativas de finalização. Ela pegou as costas no primeiro, segundo e terceiro rounds. E nos rounds um e três ela teve tentativas de finalização com o mata-leão. Se uma luta quase termina em pé, você quase julga isso para a pessoa imediatamente. Mas, em vez disso, por que não, quando a luta quase termina no chão, você não as julga da mesma maneira? Acho que há valor nessas tentativas de finalização. Entendo que Valentina não estava se contorcendo e lutando por sua vida, mas, toda vez que Taila se colocou em posição de perseguir essas finalizações, deve haver algum valor nisso”, declarou o ex-campeão do UFC.

    Cormier foi além e explicou que o fator decisivo para a vitória de Valentina sobre Taila não foi a habilidade ou a técnica da campeã do peso-mosca do UFC e sim a cabeçada involuntária dela na desafiante ao título da categoria. Vale destacar que, após o choque, o rumo do combate, de fato, mudou. Como a brasileira ficou com um dos olhos praticamente fechados, não conseguiu manter o ritmo e repetir a estratégia que estava dando certo. Sendo assim, ‘Bullet’ aproveitou o ocorrido, cresceu no octógono e foi superior nos rounds quatro e cinco.

    “Foi um choque acidental de cabeças que, no final das contas, para mim, realmente determinou como essa luta seria. Não há razão para eu acreditar que alguma coisa seria diferente, porque a cada round Taila conseguiu fazer a mesma coisa, derrubar. Mas, nos rounds quatro e cinco, Valentina mostrou sua coragem de campeã. Ela mostrou esse desejo de manter o cinturão, porque foi para a frente, jogou a cautela ao vento e realmente atacou Taila”, concluiu.

    Com a vitória no UFC 275, Valentina Shevchenko defendeu o cinturão do peso-mosca pela sétima vez e permaneceu invicta na categoria. Por outro lado, Taila Santos conheceu sua segunda derrota na organização e assim viu chegar ao fim sua sequência de quatro vitórias na divisão.

  • Dana White questiona motivação de Amanda Nunes: “Não tem mais a mesma fome”

    Dana White questiona motivação de Amanda Nunes: “Não tem mais a mesma fome”

    Depois de ser surpreendida por Julianna Peña em dezembro do ano passado, quando teve seu reinado na divisão dos galos (61 kg) do Ultimate encerrado, Amanda Nunes terá a oportunidade de se vingar de sua algoz no próximo dia 30 de julho, na revanche marcada para o card do UFC 277, que acontece em Dallas (EUA). Mas uma questão envolvendo a brasileira ainda permanece sem resposta, pelo menos na cabeça de Dana White.

    À ‘ESPN’ americana, o presidente do UFC questionou a motivação da ex-campeã peso-galo e afirmou que a brasileira não possui a mesma “fome” de antigamente. Na visão do dirigente, isso costuma acontecer com os principais astros da companhia conforme o sucesso esportivo passa a refletir também nas suas contas bancárias.

    “A questão é, para Amanda – e isso é o que acontece com todos os lutadores – você conhece a grande narrativa que nós não pagamos ninguém? Amanda está rica. Amanda é uma multimilionária que está agora em um status financeiro completamente diferente. Ela tem um bebê agora. A vida dela – ela não é mais aquela selvagem faminta que ela era quando começou essa corrida para se tornar um campeã mundial. Muito disso são fatores que contam”, afirmou Dana.

    Para o dirigente, Amanda tentará buscar essa motivação para a revanche através da rusga pessoal que possui com a rival. Vale lembrar que, mesmo antes da primeira luta entre elas, o clima não era dos mais amigáveis, com a brasileira se mostrando visivelmente irritada com as provocações da americana durante as entrevistas pré-show.

    “Ela acha que Julianna fala muito e todas essas coisas. Para ela, isso teria que ser a sua motivação para vencer Julianna, porque ela não gosta dela. Porque, por todas as outras razões, Amanda não precisa vencer essa luta”, analisou Dana White.

    Considerada por muitos como a maior lutadora da história do MMA feminino, Amanda Nunes perdeu o cinturão peso-galo, o qual ostentava desde 2016, após ser finalizada por Julianna Peña em dezembro do ano passado, no UFC 269. O revés significou também o fim da invencibilidade da brasileira, que já durava mais de sete anos. A baiana segue como campeã do peso-pena (66 kg), mas promete se vingar de Peña e recuperar o título até 61 kg do Ultimate.