Tag: UFC

  • Após ficar sem rival, Sean O’Malley encara estreante Kris Moutinho no UFC 264

    Após ficar sem rival, Sean O’Malley encara estreante Kris Moutinho no UFC 264

    Depois de ficar sem oponente para o UFC 264 e ver nomes importantes do plantel se colocarem à disposição para enfrentá-lo, Sean O’Malley deve, ao que parece, ter um estreante como novo adversário para o evento do dia 10 de julho. Durante uma transmissão ao vivo na plataforma de streaming ‘Twitch’, nesta quarta-feira (30), o peso-galo (61 kg) revelou que seu novo rival será o americano de ascendência portuguesa Kris Moutinho.

    Desconhecido do grande público, Moutinho chega ao Ultimate com um singelo cartel de nove vitórias e quatro derrotas, construído em eventos do circuito regional norte-americano. O novato substitui de última hora Louis Smolka, adversário original de O’Malley no UFC 264, que se retirou do combate na última terça-feira, devido a uma lesão.

    Por sua vez, Sean O’Malley tenta manter sua ascensão na principal liga de MMA do mundo, onde é visto como uma das grandes promessas da companhia. Até o momento, ‘Sugar’, como é conhecido, venceu cinco de seus seis compromissos pelo Ultimate. Sua única derrota, a primeira na carreira, veio pelas mãos de Marlon ‘Chito’ Vera, em agosto do ano passado, pela edição 252 do UFC.

    Depois do revés, o americano se recuperou com louvor ao nocautear o brasileiro Thomas Almeida em sua última apresentação, em março deste ano. Ao todo, O’Malley soma 13 triunfos, nove deles por nocaute, e apenas uma derrota como atleta profissional de MMA.

  • Raoni Barcelos afasta polêmica e isenta árbitros por sua primeira derrota no UFC

    Raoni Barcelos afasta polêmica e isenta árbitros por sua primeira derrota no UFC

    No último sábado (26), Raoni Barcelos pisou no octógono carregado de muita expectativa. O brasileiro ainda estava invicto no Ultimate e enfrentava Timur Valiev, no UFC Vegas 30, em busca de uma vaga no top 15 do ranking do peso-galo (61 kg). No entanto, os planos do lutador foram por água abaixo e ele viu sua série invicta ser interrompida com uma derrota por decisão majoritária dos árbitros.

    A decisão gerou questionamento por parte dos fãs, principalmente pela superioridade do brasileiro no segundo round de disputa, quando ele aplicou dois knockdowns e esteve perto de nocautear o rival. Por isso, o empate seria possível a partir do momento que esta parcial tivesse sido vista com um 10-8 pelos jurados. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o peso-galo fez uma autocrítica e isentou os juízes pelo seu primeiro revés no UFC.

    “Se eu tivesse feito diferente e acabasse com a luta não estaria acontecendo (essa discussão). Se a luta foi para ele, não tem que culpar os juízes, mas analisar o que aconteceu comigo. Faltou alguma coisa para ganhar a luta. Se eles deram 10-8, 10-9 ou o round para ele não tem o que discordar. Tenho que usar (essa derrota) a meu favor para voltar mais forte”, disse o atleta, que atua pelo Ultimate desde 2018.

    Um fato que chamou a atenção no duelo foi a postura de Raoni no último assalto. Depois de imprimir um forte ritmo no fim da segunda parcial e quase nocautear Valiev, o brasileiro entrou mais devagar no último round e o russo soube capitalizar a seu favor. Barcelos rechaçou a hipótese de ter se cansado, mas admitiu que foi mais lento do que gostaria.

    “Não foi o gás (o motivo), mas sim a relação estratégica ao momento da luta. Eu não estava igual ao primeiro, mas ele também não, só que ele foi mais inteligente do que eu, colocou mais volume de golpes e eu me travei um pouco a chutar, colocar para baixo. Fui muito cauteloso com meus chutes com medo dele me colocar para baixo e não fiz muita coisa”, explicou o competidor representante da equipe ‘Usina de Campeões’, liderada por Pedro Rizzo.

    Com este resultado, Raoni Barcelos perdeu sua invencibilidade no Ultimate. Antes do confronto, o brasileiro somava cinco vitórias seguidas. No MMA profissional desde 2012, o lutador soma 16 triunfos e apenas dois reveses em seu cartel na modalidade.

  • Rival de Marlon Moraes pede para enfrentar O’Malley no UFC: “Quero as duas lutas”

    Rival de Marlon Moraes pede para enfrentar O’Malley no UFC: “Quero as duas lutas”

    Após Louis Smolka se lesionar, Sean O’Malley se encontra sem adversário para o UFC 264, mas, se depender dos demais atletas do peso-galo (61 kg), a promessa da companhia vai atuar no evento. Merab Dvalishvili foi um dos lutadores que mostrou interesse em enfrentar ‘Sugar’ no show do dia 10 de julho, em Las Vegas (EUA). Contudo, o georgiano está escalado para medir forças com Marlon Moraes, na atração de número 266, em setembro. Apesar da dificuldade de conciliar a agenda, ‘The Machine’ se colocou à disposição para os duelos.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Merab, que vive grande fase no UFC, se mostrou empolgado por, enfim, enfrentar os grandes nomes do peso-galo. Embalado por seis vitórias seguidas e por superar os adversários de forma dominante no octógono, o georgiano sinalizou que não vê problema em encarar O’Malley em julho e Marlon em setembro.

    O UFC informou que busca um novo adversário para O’Malley na edição de número 264 e, por mais que Merab seja uma opção, outros profissionais também pediram uma oportunidade contra a promessa, como é o caso de Brian Kelleher, Cody Stamann, Ricky Simon, entre outros. Mesmo com a forte concorrência, o georgiano citou o fato de ser integrante do top-10 do peso-galo como diferencial para convencer ‘Sugar’ a aceitar o combate. Vale destacar que essa não foi a primeira vez que ‘The Machine’ mencionou o americano como potencial rival.

    “Estou em Las Vegas treinando forte e adoro lutar. Faz três anos que menciono o nome de O’Malley. Adoraria lutar com ele. Ele é um grande lutador e isso me deixa animado. Se ele quiser lutar comigo, estou pronto. 100% de chances que eu aceitaria lutar com O’Malley em 10 dias e com Marlon em setembro. Tenho tempo e estou treinando de forma inteligente e forte. Quero as duas lutas”, declarou Merab, antes de completar.

    “Ouvi dizer que muitos caras querem lutar com ele, mas eu tenho um nome. Este é o evento com McGregor, então o UFC precisa de um grande nome e eu tenho. Se eu fosse ele, aceitaria a luta porque estou entre os melhores. Eu o conheço do ‘Contender Series’ e vi seus nocautes. Ele é bom, jovem e nocauteador. Sempre quis lutar com ele, porque quero me desafiar. Em termos de estilo, será bom, porque sou mais grappler e ele striker. Vou apenas misturar tudo e testar minha trocação com ele”, concluiu.

    Merab Dvalishvili, de 30 anos, vive sua melhor fase na carreira. Após conquistar a sexta vitória seguida no UFC, o georgiano ganhou notoriedade no peso-galo e escalou o ranking da categoria. Atualmente, o atleta é o décimo colocado na divisão e é considerado por parte dos fãs e da imprensa especializada como uma ameaça aos demais tops por conta de seu wrestling, condicionamento físico e intensidade. Seus triunfos de maior destaque foram diante de Casey Kenney, Cody Stamann e John Dodson.

  • Jake Paul faz doação para ‘vaquinha online’ de lutadora e cutuca política salarial do UFC

    Jake Paul faz doação para ‘vaquinha online’ de lutadora e cutuca política salarial do UFC

    Mesmo não tendo nenhum histórico no MMA, Jake Paul parece realmente ter assumido um papel de liderança no movimento que questiona os atuais salários pagos pelo UFC aos seus atletas e busca uma maior valorização financeira para os lutadores. Nesta quarta-feira (30), o youtuber – através de sua conta oficial no ‘Twitter’ (veja abaixo ou clique aqui) – demonstrou apoio à lutadora Sarah Alpar, que recentemente criou uma ‘vaquinha online’ para custear os gastos da preparação para sua próxima luta, e aproveitou para, mais uma vez, cutucar o Ultimate.

    A conturbada relação entre Jake Paul e o Ultimate teve origem a partir do início da aventura do youtuber no boxe profissional, especialmente após seu último combate, realizado em abril deste ano, no qual nocauteou o ex-UFC Ben Askren. Bastante conhecido por seu trabalho na internet, o americano utilizou sua fama para faturar milhões de dólares através da venda de pay-per-view de sua luta, o que gerou insatisfação em alguns lutadores do UFC, que, mesmo em alguns casos sendo campeões de suas categorias, recebem bolsas com valores muito abaixo da recebida pelo astro do Youtube.

    A insatisfação por parte dos atletas fez com que Dana White, presidente do UFC, passasse a debochar do youtuber e tentasse descredibilizar os valores multimilionários divulgados por ele. Por sua vez, Jake iniciou um ataque contra a política salarial da organização de MMA, que já vem sendo alvo de críticas nos últimos tempos.

    “Imagine se um novato na NBA (liga americana de basquete) tivesse que começar um GoFundMe para jogar. Eu deixei Sarah Alpar saber que ela tem meu apoio e contribuição. É minha honra e privilégio ajudar colegas lutadores de qualquer forma que eu puder”, disparou Jake Paul.

    Independentemente dos motivos que levaram o youtuber a iniciar essa ‘cruzada’ contra o Ultimate, a atitude de contribuir com a ‘vaquinha online’ de Sarah Alpar, sem ter qualquer obrigação para tal, é louvável. O valor da doação, inclusive, pode ser visto na página da campanha no site ‘GoFundMe’ e representa cinco vezes mais da meta estipulada pela própria lutadora (mil dólares) até o dia 1º de julho.

  • VanZant descarta arrependimento após sair do UFC: “Melhor decisão que já tomei”

    VanZant descarta arrependimento após sair do UFC: “Melhor decisão que já tomei”

    Depois de competir durante seis anos pelo UFC, onde se consolidou como uma das atletas de maior apelo popular do MMA, Paige VanZant decidiu não renovar com a organização e testar o mercado, atrás de uma maior valorização salarial, o que a levou a assinar com o Bare Knuckle FC, liga de boxe sem luvas. Hoje, quase um ano depois, a lutadora celebra a decisão tomada por ela e descarta qualquer tipo de arrependimento, muito pelo contrário.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, VanZant admitiu que deixar o principal evento de MMA do planeta ainda no ápice de sua carreira esportiva não foi uma escolha fácil a se fazer, mas afirmou não ter dúvidas de que foi “a melhor decisão” que já tomou. Curiosamente, a afirmação chega poucos dias após Cris ‘Cyborg’, outra antiga estrela do UFC, fazer uma declaração semelhante.

    De acordo com Paige, pela primeira vez em sua carreira, ela encontrou estabilidade financeira. Além do lucrativo contrato de quatro lutas assinado por ela com o BKFC, VanZant lançou há alguns meses seu site pessoal, onde vende conteúdo exclusivo para seus fãs, como fotos e vídeos sensuais. E, ainda que tente evitar entrar em polêmica com seu antigo empregador, a americana deixou um recado claro: existe vida, e dinheiro, fora do UFC.

    “Eu tive toda minha carreira construída no UFC. Eu estive no UFC por, tipo, seis anos. Isso foi muito estressante. Não tiveram muitas pessoas que deixaram o UFC no auge de suas carreiras. Tiveram muitos veteranos que deixaram o UFC que estavam no final (da carreira), procurando algumas lutas a mais”, contou Paige, antes de completar.

    “Para mim, eu era uma agente livre (no mercado) aos 26 anos. Eu era muito jovem. Foi angustiante saber que você está deixando a potência dos esportes de combate. Mas agora eu sei que foi a melhor decisão que eu já tomei. Desde que eu saí (do UFC), eu vi múltiplos lutadores deixando o UFC – e isso não é um insulto ao UFC necessariamente, mas eu acho que é mais um despertar para os lutadores saberem que existe dinheiro lá fora e nós vamos ser compensados pelo que nós fazemos”, finalizou.

    Antes de deixar o UFC oficialmente, VanZant já havia reclamado publicamente do salário recebido por ela a cada luta pela organização. À época, a lutadora afirmou ter um lucro maior com as publicidades feitas através de suas redes sociais do que competindo no octógono mais famoso do mundo. Vale destacar que, além da carreira como lutadora de MMA, Paige é bastante conhecida pelo público americano por ter participado da versão original da ‘Dança dos Famosos’ (Dance with the Stars), na qual terminou em segundo lugar.

    Pelo Bare Knuckle, VanZant estreou em fevereiro deste ano, contra Britain Hart, e acabou derrotada pela adversária na decisão dos juízes. Sua segunda apresentação no boxe sem luvas está marcada para o dia 23 de julho, diante da também ex-lutadora do UFC Rachael Ostovich, a quem Paige derrotou no MMA, em 2019.

  • Khabib admite dificuldade para se aposentar do MMA, mas descarta arrependimento

    Khabib admite dificuldade para se aposentar do MMA, mas descarta arrependimento

    A última luta de Khabib Nurmagomedov no MMA aconteceu em outubro de 2020, em Abu Dhabi (EAU), e, apesar de anunciar a aposentadoria, Dana White e parte dos fãs ainda não se convenceram do afastamento definitivo do russo. Por mais que esteja firme em sua decisão, o ex-campeão do peso-leve (70 kg) do UFC confessou que foi difícil parar de atuar.

    Em entrevista ao canal do ‘YouTube’ do UFC Rússia, Khabib informou que, agora, passou a desfrutar de uma vida normal e comemorou tal mudança. Inclusive, o ex-campeão do peso-leve da organização comparou a rotina de um profissional de alto nível no MMA com a de um preso, devido a repetição de atividades. Por outro lado, o russo admite que ama o esporte e que por isso segue nele. Mesmo sem atuar, a lenda da modalidade costuma marcar presença em eventos como treinador e também como empresário.

    Acostumado desde cedo com treinamentos intensos, Khabib revelou que sente falta do ambiente de competição, mas esclareceu que não se arrependeu de sua decisão. Pelo contrário, o russo garantiu que, de forma alguma, votará a lutar. Tal posicionamento de ‘The Eagle’ é mais uma resposta a Dana, que ainda tenta contar com os serviços do ex-campeão do UFC.

    “Estou vivendo a vida de uma pessoa comum, não a de um atleta profissional. Viver a vida de um atleta é um pouco perto de ser mantido em uma prisão. Porque todos os dias ele tem que fazer exatamente a mesma coisa: treinar e descansar. É como viver do mesmo modo, no mesmo ritmo. Uma vez que você desacelera, você não é mais um campeão. De certa forma, me libertei desta prisão”, declarou Khabib, antes de completar.

    “Não houve um único momento de arrependimento ou que duvidasse da minha decisão. No entanto, sinto falta do ambiente de competição, dos camps de treinamento, perda de peso. Há muitas coisas que sinto falta, porque passei minha vida inteira fazendo isso. É algum tipo de vício. Às vezes, você só quer entrar no octógono, lutar por cinco rounds seguidos, mas em algum momento da vida, eu teria desistido e dito não ao MMA de qualquer maneira”, concluiu.

    Khabib Nurmagomedov, de 32 anos, se aposentou sendo considerado por parte da comunidade do MMA um dos lutadores mais dominantes da história do esporte. Em sua carreira, o russo disputou 29 lutas, venceu todas e defendeu o título do peso-leve do UFC em três oportunidades. Os triunfos de maior destaque do ex-campeão da companhia foram sobre Conor McGregor, Dustin Poirier, Edson Barboza, Justin Gaethje e Rafael dos Anjos.

  • Vicente Luque elogia Chiesa, mas promete vitória pela via rápida: “Vou para cima”

    Vicente Luque elogia Chiesa, mas promete vitória pela via rápida: “Vou para cima”

    Embalado por três vitórias seguidas, Vicente Luque possui um teste e tanto pela frente em sua próxima aparição no UFC. Na edição de número 265, que acontece no dia 7 de agosto, em Houston (EUA), o atleta vai enfrentar Michael Chiesa, em luta que vai mexer com o topo dos meio-médios (77 kg). Como o embate coloca frente a frente dois integrantes do top-10 da categoria, ‘The Silent Assassin’ pregou respeito em relação ao oponente, mas, ao mesmo tempo, esbanjou confiança.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui), Vicente contou que trata a luta com Chiesa como uma espécie de vestibular nos meio-médios do UFC. Como a categoria apresenta wrestlers em posição de destaque, o atleta indicou que, caso passe pelo atual oponente, estará preparado para medir forças com os grandes nomes dela.

    Conhecido no MMA por ser dono de um estilo de luta agressivo, Luque admitiu que Chiesa pode lhe causar problemas no octógono, porém abraçou o desafio e prometeu que também vai exigir o máximo do veterano. Desde que trocou o peso-peve (70 kg) pelos meio-médios, o americano venceu todos os combates que disputou e foi dominante ao apostar no jogo físico e de grappling. De qualquer forma, ‘The Silent Assassin’ avisou que, dessa vez, Chiesa não conseguirá colocar em pratica seu anti-jogo no octógono.

    “O camp está muito bom. Tenho vários parceiros que conseguem fazer o jogo do Chiesa, até por ser um grappler. Ele tem excelência no chão. Estou me sentindo bem preparado. Vejo que o jogo está fluindo. Eu não queria fica sem lutar, esperando. Esse adversário era o ideal, está em uma sequencia boa e mostrou que é um top da divisão. É o tipo de luta que quero no momento. Miro enfrentar o topo da categoria, disputar o cinturão. É uma luta que me prepara para as grandes, como Covington e Kamaru. Ter um cara como o Chiesa, que vai querer me botar para baixo, se precisar vai tentar me amarrar, é uma luta muito boa para mostrar  as ferramentas que venho desenvolvendo”, declarou Vicente, antes de completar.

    “Acho muito difícil fazer uma luta chata comigo, porque vou para cima. Mesmo se me colocar para baixo, tenho chão também, uma base boa. Confio no meu jogo em qualquer área. Vou estar procurando acabar com a luta seja por nocaute ou finalização. Mesmo com o Chiesa fazendo lutas não tão chamativas, comigo será difícil. No jogo dele, a trocação é o ponto que ele tem que desenvolver, mas não dá para subestimar. Assisti muitas lutas dele, até nos leves, e ele deu um knockdown no Masvidal. Ele é o tipo de cara que eu preciso ficar ligado”, analisou.

    O importante duelo entre Chiesa e Vicente é um confronto de estilos. De um lado, ‘Maverick’ aposta na luta agarrada e no condicionamento para se destacar, enquanto ‘The Silent Assassin’ é um profissional visceral, acostumado a definir confrontos tanto por finalização ou nocaute. Empolgado com o desafio que tem pela frente, o representante da Cerrado MMA sinalizou que vai focar na trocação para tentar obter a quarta vitória seguida e adiantou que o combate não será decidido pelos juízes.

    “Não dá para menosprezar a trocaçao dele, mas é o caminho para a vitória. Ele derruba bem e tem um jogo colado, então também estou preparado. Ele tenta muito botar para baixo e é possível em algum momento, mas estarei preparado para voltar em pé e trabalhar a trocação. Vou tentar acabar com a luta a todo momento. Acredito que a luta acaba antes dos três rounds, porque é meu estilo. Não sei se será nocaute ou finalização, mas vou pressionar”, concluiu.

    No MMA profissional desde 2009, Vicente Luque soma 20 vitórias, sendo 11 por nocaute, sete derrotas e um empate em seu cartel. Em suas últimas dez apresentações pelo UFC, o meio-médio – que ocupa a quinta posição no ranking da categoria – venceu nove confrontos e perdeu apenas um, para o americano Stephen Thompson.

  • Blachowicz revela lutadores de MMA preferidos e menciona lendas brasileiras

    Blachowicz revela lutadores de MMA preferidos e menciona lendas brasileiras

    Depois de muito sofrer no UFC, Jan Blachowicz, enfim, conseguiu dar uma reviravolta em sua carreira e se tornou campeão dos meio-pesados (93 kg). O momento vivido pelo polonês é tão bom, que defendeu o título da categoria, justamente na superluta contra Israel Adesanya, número um do peso-médio (84 kg), em março. Agora, o europeu enfrenta Glover Teixeira na edição de número 267 e se encontra tão leve, que fez revelações.

    Ao participar do podcast ‘Real Quick With Mike Swick’, Blachowicz abriu o jogo e listou seus lutadores de MMA favoritos. Antes de ser profissional de artes marciais mistas, o polonês é fã do esporte e, naturalmente, tem suas preferências. Inclusive, o campeão dos meio-pesados do UFC mencionou lendas brasileiras da modalidade como inspiração para ter sucesso e prolongar seu reinado.

    “Sempre gostei de assistir e tinha o sonho de lutar, agora é impossível, com ‘Shogun’. Era alguém que eu gostava de assistir e gostaria de lutar. ‘Minotauro’, Anderson Silva, Wanderlei Silva. Esses são os lutadores que gostava de assistir”, declarou o campeão dos meio-pesados do UFC.

    Jan Blachowicz, de 37 anos, é um veterano do MMA e campeão de organizações como o UFC e KSW. No esporte desde 2007, o polonês disputou 36 lutas, venceu 28 e perdeu oito vezes. Seus triunfos de maior destaque na modalidade foram diante de Corey Anderson, Dominick Reyes, Israel Adesanya, Jared Cannonier, Luke Rockhold e Ronaldo ‘Jacaré’.

  • Amigo sinaliza que McGregor subestimou Poirier, mas destaca foco para trilogia

    O próximo grande evento do UFC será a edição de número 264, que acontece no dia 10 de julho, em Las Vegas (EUA), cuja atração principal é a trilogia entre os tops do peso-leve (70 kg) Conor McGregor e Dustin Poirier. Como a rivalidade entre a dupla está empatada, com um nocaute para cada lado, a expectativa da comunidade do MMA é de que o capítulo final da história seja emocionante. Contudo, o passado não deve ser esquecido.

    Em entrevista ao site ‘BJPenn.com’, Artem Lobov, amigo e parceiro de treino de McGregor, analisou a revanche entre o irlandês e Poirier, realizada em janeiro de 2021, em Abu Dhabi (EAU). Na ocasião, o americano, considerado zebra pelas casas de apostas, surpreendeu ao nocautear o carrasco no segundo round. De acordo com o veterano, ‘The Diamond’ mostrou toda sua evolução no MMA no encontro, mas indicou que o resultado não se repetirá.

    Lobov explicou que McGregor não estava focado na revanche diante de Poirier e sim, projetando uma hipotética luta de boxe contra Manny Pacquiao, lenda da modalidade. Dessa forma, o ex-campeão do peso-leve e do peso-pena (66 kg) do UFC não levou o adversário com a seriedade necessária, uma vez que o nocauteou em menos de dois minutos, em 2014. Ciente do arsenal do americano, Lobov assegurou os fãs do irlandês que o mesmo ficou descontente com a atuação no segundo embate e avisou que o astro está motivado a ocupar o lugar mais cobiçado da categoria novamente.

    “Não era como se ele não estivesse totalmente focado ou algo assim. Ele, simplesmente, não deu a Dustin o respeito que merecia. Ele estava pensando mais no boxe com Pacquiao depois da luta e estava se preparando para isso. Conor viu isso como o desafio e Dustin como um aquecimento. Obviamente, não deu certo”, declarou Lobov, antes de completar.

    “Dustin fez o dever de casa e melhorou muito. Se você olhar para a segunda luta, foi se desenvolvendo como a primeira. Isso é o que eu esperava. A única coisa que fez diferença foram os chutes. Esses chutes são únicos. Conor agora está ciente disso e vejo a luta indo como a primeira luta. Vejo Conor nocauteando Dustin no início, no primeiro round. Ele quer aquele cinturão”, concluiu.

    A história entre Conor McGregor e Dustin Poirier se iniciou em 2014, no peso-pena. Na primeira luta, o clima entre os atletas era hostil e o irlandês nocauteou ‘The Diamond’ no primeiro round. Na revanche, válida pelo peso-leve, o americano deu o troco em ‘Notorious’ da mesma forma, no segundo assalto, em duelo que ficou marcado pelo respeito entre as partes. Agora, os rivais adotam uma postura mais desafiadora para a trilogia.

  • ‘GSP’ aposta em vitória de McGregor sobre Poirier em trilogia no UFC: “Nocaute”

    A trilogia entre Conor McGregor e Dustin Poirier vai acontecer no UFC 264, evento realizado no dia 10 de julho, em Las Vegas (EUA), e já dá o que falar. Com a aproximação da data do novo e aguardado embate, é natural que parte da comunidade do MMA foque sua atenção nos tops do peso-leve (70 kg). Inclusive, Georges St-Pierre, ex-campeão dos meio-médios (77 kg) e do peso-médio (84 kg) da companhia, opinou sobre o duelo.

    Em entrevista ao canal oficial da ‘Tristar Gym’ no ‘YouTube’, ‘GSP’ fez uma breve análise da trilogia entre McGregor e Poirier. A lenda canadense apontou o ex-campeão do peso-pena (66 kg) e do peso-leve como favorito diante do americano e lembrou que, quando se encontrou em situação delicada anteriormente, o astro conseguiu dar a volta por cima. O exemplo que ‘Rush’ se referiu foi a revanche entre ‘Notorious’ e Nate Diaz.

    No primeiro encontro entre os desafetos, realizado em 2016, o ‘bad boy’ finalizou o favorito, assumindo o combate em cima da hora. Na revanche, disputada no mesmo ano, o irlandês passou pelo irmão mais novo de Nick Diaz, em uma verdadeira batalha. Como McGregor conseguiu mostrar força para reverter um momento turbulento em sua carreira, ‘GSP’ ressaltou que o cenário pode se repetir.

    “Acho que McGregor é muito bom em revanches e acho que ele vai vencer. Acho que ele provavelmente vai ganhar no segundo round, por nocaute”, palpitou ‘GSP’.

    A história entre Conor McGregor e Dustin Poirier se iniciou em 2014, no peso-pena. Na primeira luta, o clima entre os atletas era hostil e o irlandês nocauteou ‘The Diamond’ no primeiro round. Na revanche, válida pelo peso-leve, o americano deu o troco em ‘Notorious’ da mesma forma, no segundo assalto, em duelo que ficou marcado pelo respeito entre as partes. Agora, os rivais adotam uma postura mais desafiadora para a trilogia.