Tag: MMA

  • Com problemas pessoais, Léo Santos está fora da luta contra Alexander Hernandez

    Com problemas pessoais, Léo Santos está fora da luta contra Alexander Hernandez

    Escalado para atuar no próximo dia 2 de outubro, no UFC Vegas 38, Léo Santos não estará presente na edição. O brasileiro iria enfrentar Alexander Hernandez, em duelo válido pelo peso-leve (70 kg), mas por um problema pessoal não se encontra apto para competir na data programada. A informação foi revelada pelo próprio atleta.

    Através de suas redes sociais (clique aqui), o lutador não entrou em detalhes sobre qual problema o tirou do confronto e revelou que até fez um pedido para o UFC remarcar o duelo. No entanto, Léo admitiu que ainda não teve uma resposta da franquia e segue sem previsão de quando vai pisar no octógono novamente.

    Durante sua trajetória na organização, Léo Santos conviveu com várias lesões que o impediram de atuar com mais frequência. O maior período de inatividade do lutador aconteceu entre 2016 e 2019, da sua vitória sobre Adriano Martins até seu retorno à liga em triunfo sobre Stevie Ray.

    “Minha próxima luta aconteceria no dia 2 de outubro. Porém, por causa de algumas questões pessoais, tive que pedir ao UFC que adiasse a luta para duas semanas a frente. Infelizmente, acho que não vai rolar. Então, a partir do momento que eu souber a nova data, volto aqui para avisar”, escreveu o lutador.

    Vencedor da segunda edição do TUF Brasil, Léo Santos construiu uma trajetória invicta – ainda que com baixa frequência de combates disputados – nas primeiras sete lutas pelo UFC. Em março deste ano, no entanto, o faixa-preta sofreu sua primeira derrota na organização, ao ser nocauteado por Grant Dawson.

  • Dana encerra discussão sobre Nick Diaz enfrentar Usman: “Só um idiota faria isso”

    Dana encerra discussão sobre Nick Diaz enfrentar Usman: “Só um idiota faria isso”

    Nick Diaz mal voltou ao UFC e já causou tumulto nos meio-médios (77 kg). Na edição de número 266, que acontece neste sábado (25), em Las Vegas (EUA), o ‘bad boy’ fará seu retorno triunfal após seis anos de afastamento contra Robbie Lawler, mas já está de olho em um possível embate com Kamaru Usman, campeão da categoria. Contudo, o veterano terá trabalho para convencer Dana White a realizar tal duelo.

    Em entrevista ao ‘Yahoo Sports’, o líder do UFC se mostrou totalmente contra a possibilidade de marcar a luta entre Nick e Usman. O motivo é simples, já que os profissionais se encontram em momentos completamente diferentes em suas respectivas carreiras.

    Enquanto o ‘bad boy’, que não atua desde 2015, se reencontra com o octógono, o campeão dos meio-médios é um dos atletas de maior domínio da atualidade e possui vitórias imponentes sobre grandes nomes do esporte. Vale lembrar que o próprio Nick expressou o interesse em medir forças com Usman e afirmou que é mais difícil vencer Lawler do que destronar o nigeriano. Entretanto, Dana indicou que apenas pessoas que não entendem de MMA transformariam o hipotético combate em realidade.

    “Você acha que Nick deveria estar lutando contra Usman? Você sabe o que tenho dito ultimamente. Usman é o melhor lutador peso-por-peso do mundo. Ele venceu Masvidal duas vezes, ‘Durinho’, Woodley, Dos Anjos, Demian Maia, Leon Edwards. Quer dizer, a lista de caras que esse cara venceu é inacreditável e também a maneira como ele os venceu. Ele é o campeão dessa divisão e é o melhor lutador peso-por-peso do mundo. Alguém aí acha que ele é quem Nick deveria enfrentar depois de ficar quase sete anos sem lutar? Só um idiota faria essa luta”, decretou o cartola.

    Apesar de não ter conquistado o cinturão dos meio-médios do UFC, Nick Diaz, de 38 anos, é um dos atletas mais populares do MMA. O ‘bad boy’ se destacou no esporte na base do jiu-jitsu e do boxe. Em sua carreira, o americano disputou o título interino e linear da categoria contra Carlos Condit e Georges St-Pierre, respectivamente, e perdeu para os rivais por decisão unânime. O veterano possui um cartel profissional de 26 vitórias, dez derrotas, dois ‘no contest’ (luta sem resultado) e triunfos marcantes sobre BJ Penn, Frank Shamrock, Gleison ‘Tibau’ e Robbie Lawler.

  • Poirier recusa status de ‘rei sem coroa’ e defende ‘Do Bronx’ das críticas: “Respeito sua jornada”

    Poirier recusa status de ‘rei sem coroa’ e defende ‘Do Bronx’ das críticas: “Respeito sua jornada”

    Tudo indica que Dustin Poirier será o próximo adversário de Charles Oliveira, porém não se trata de um inimigo. A imprensa especializada especula que os atletas vão medir forças no UFC em dezembro, pelo título do peso-leve (70 kg), mas o duelo ainda não está oficializado. Mesmo assim, ‘The Diamond’ já se comporta como desafiante ao cinturão da categoria e reconhece a qualidade de ‘Do Bronx’.

    Na cerimônia de novas adições ao ‘Hall da Fama’ do UFC, realizada na última quinta-feira (23), em Las Vegas (EUA), Poirier não só elogiou e mostrou respeito ao campeão do peso-leve da companhia, como também o defendeu das críticas que sofre tanto de parte dos fãs, quanto dos demais lutadores. Como possui vitórias dominantes sobre grandes nomes da categoria, ‘The Diamond’ é visto por uma parcela da comunidade do MMA como uma espécie de ‘rei sem coroa’ na organização, mas ignora tal status.

    De acordo com o americano, ‘Do Bronx’ é o número um do peso-leve com mérito e merece ser visto dessa forma. É bem verdade que Poirier luta para conquistar o que o brasileiro possui, mas, enquanto o aguardado duelo não é confirmado pelo UFC, eleva o potencial adversário. Recentemente, Justin Gaethje atacou o campeão e o classificou como um atleta que desiste quando se encontra em situação delicada. No entanto, ‘The Diamond’ refutou tal ideia ao relembrar a trajetória sofrida de Charles até alcançar o lugar mais alto da divisão.

    “Ser campeão é o motivo pelo qual sempre uso as luvas, não para ganhar dinheiro ou fazer meu nome. Todo o resto é ótimo, mas esses são apenas subprodutos de tentar ser o melhor e eu tenho outra chance. Perdi para Khabib, mas tenho outra chance de colocar o cinturão em minha casa e adicioná-lo ao meu legado. É nisso que estou focado. Eu não sou o campeão. É legal e divertido ser visto assim, mas não sou. Charles é o campeão. Estou tentando ser e tenho uma oportunidade. Terei 25 minutos para fazer isso acontecer, então só cabe a mim. Charles teve um caminho difícil, assim como eu. Ele se esforçou, sangrou e abriu caminho para ser campeão. Ele é um campeão, sem dúvida”, avaliou Poirier, antes de completar.

    “Vejo muito ódio e desconfiança sendo lançados online, mas isso nunca vai parar alguém. O cara mereceu. É inspirador ver caras assim, como Bisping, Charles. Se eu conseguir, vou me colocar na mesma categoria. Caras que foram derrubados e deram a volta por cima. Respeito. Não o conheço pessoalmente, mas respeito sua jornada para ser campeão. Já vi Charles em muitas lutas de alto nível. Já o vi desistir antes, mas também o vi aproveitar a ocasião e ressurgir na adversidade. Se ele fosse um desistente, desistiria quando Chandler o machucou, mas ele sobreviveu e nocauteou. Isso mostra alguma coisa. Sua última luta é a mais importante e sua próxima luta é a mais importante. O cara mostrou mentalidade de campeão, mostrou esforço para ganhar o cinturão, se machucou, se recompôs e venceu. Não houve desistência naquela noite”, concluiu.

    Dustin Poirier, de 31 anos e ex-campeão interino do peso-leve do UFC, é um dos lutadores mais condecorados na história da categoria. No MMA desde 2009 e no Ultimate dois anos depois, ‘The Diamond’ superou nomes importantes como Anthony Pettis, Conor McGregor (duas vezes), Dan Hooker, Eddie Alvarez, Jim Miller, Justin Gaethje e Max Holloway (duas vezes). Atualmente, o atleta ocupa a primeira posição no ranking da divisão e possui um cartel composto por 28 vitórias, sendo 21 pela via rápida e seis derrotas.

    Charles Oliveira, de 31 anos, vive momento mágico no MMA. Conhecido no esporte pelo jiu-jitsu de alto nível, o brasileiro mostrou que sua trocação também está afiada e representa uma ameaça aos oponentes. Agora, ‘Do Bronx’ possui nove triunfos seguidos, sendo cinco por finalização e três por nocaute. Além disso, o campeão do peso-leve do UFC é o recordista de finalizações na história da companhia (14 vezes) e o lutador que mais venceu pela via rápida (17). Seu cartel profissional é composto por 31 vitórias, sendo 28 pela via rápida, e oito derrotas.

  • ‘Buchecha’ estreia com vitória no MMA ao finalizar Anderson ‘Braddock’ no ONE; veja

    ‘Buchecha’ estreia com vitória no MMA ao finalizar Anderson ‘Braddock’ no ONE; veja

    Depois de tanta espera e imprevistos com trocas de rivais, Marcus ‘Buchecha’ enfim fez sua estreia no MMA e mostrou porque é 13 vezes campeão mundial de jiu-jitsu e um dos maiores nomes da modalidade. Nesta sexta-feira (24), o brasileiro finalizou Anderson ‘Braddock’ (clique aqui ou veja abaixo) em sua primeira luta no ONE Championship.

    Como era de se esperar, ‘Buchecha’ não quis manter a luta em pé por muito tempo e logo conseguiu levar seu adversário para o chão e em seguida ficou na montada. Por cima do compatriota, o faixa-preta de jiu-jitsu mostrou um instinto de atleta de MMA ao desferir joelhadas na cabeça do oponente, que estava travado sofrendo com o peso do paulista. Com o caminho aberto com seu rival sem conseguir sair da posição, o faixa-preta de jiu-jitsu então encaixou um estrangulamento para dar um ponto final na luta.

    Após o combate, ‘Buchecha’, em entrevista ainda dentro do cage, se mostrou aliviado e feliz com a sua primeira performance nas artes marciais mistas, já com um grande triunfo. E no que depender dele, é só o começo de mais uma história de sucesso.

    “É como um sonho se tornando realidade. Começar um novo esporte do zero, algo difícil, mas minha vida é de desafios. Eu fiz de tudo no jiu-jitsu então não acho que tenho mais nada a provar, então decidi começar uma nova carreira no MMA e esse foi o primeiro passo para me sentir bem, me sentir abençoado. Estou muito grato”, disse

  • Dana White ironiza Yoel Romero após ex-UFC estrear com derrota no Bellator

    Dana White ironiza Yoel Romero após ex-UFC estrear com derrota no Bellator

    Além de ser líder do UFC, Dana White também é conhecido no MMA por ser um profissional difícil de se lidar, principalmente, quando negocia com atletas veteranos e se refere a lutadores que saíram de sua organização. Sendo assim, o alvo da vez foi Yoel Romero. No último sábado (18), na Califórnia (EUA), o cubano estreou pelo Bellator e foi dominando por Phil Davis, em atuação que decepcionou parte dos fãs. Dessa forma, o cartola fez pouco caso do seu ex-funcionário.

    Na coletiva de imprensa pós-Contender Series, realizada na última terça-feira (21), Dana informou que não assistiu a luta de Romero na organização de MMA concorrente, mas pontuou que não ficou surpreso com o revés diante de Davis. No duelo, o cubano não conseguiu agredir o adversário, sofreu com a desvantagem física, já que trocou o peso-médio (84 kg) pelos meio-pesados (93 kg), e se tornou presa fácil até mesmo no wrestling.

    A luta entre os atletas ainda reservou uma passagem curiosa. No UFC, Romero estava acostumado a realizar ‘main events’ de cinco rounds, mas sua estreia no Bellator estava marcada para três assaltos e isso o confundiu ao final do embate. De acordo com Dana, tal polêmica é apenas uma das muitas que o veterano protagonizou em sua carreira no MMA e deu a entender que a organização de Scott Coker vai sofrer com suas peripécias.

    “Não vi a luta. Ouvi dizer que Romero achou que era uma luta de três rounds e não de cinco. Isso é coisa típica de Romero. Era incrível lidar com ele, incrível. Ele é um cara legal, gosto dele. Não estou dizendo nada de ruim sobre ele, mas sim, boa sorte, Bellator”, ironizou o cartola.

    Yoel Romero, de 43 anos, é um dos atletas mais populares e temidos do MMA. O veterano realizou 19 lutas em sua carreira, venceu 13, sendo 11 por nocaute, perdeu seis e se destacou no UFC. Mesmo não sendo campeão do peso-médio (84 kg), ‘Soldier of God’ disputou o cinturão da categoria quatro vezes, foi derrotado em três oportunidades e, quando levou a melhor na disputa pelo título interino, não bateu o peso da divisão. Suas principais vitórias foram sobre Brad Tavares, Chris Weidman, Derek Brunson, Luke Rockhold, Lyoto Machida, Ronaldo ‘Jacaré’ e Tim Kennedy.

  • Nick Diaz surpreende e afirma que é mais fácil destronar Usman do que bater Lawler

    Nick Diaz surpreende e afirma que é mais fácil destronar Usman do que bater Lawler

    Nick Diaz não luta desde 2015, mas sua presença ainda abala a comunidade do MMA. O ‘bad boy’ vai fazer seu retorno triunfal ao UFC na edição de número 266, que acontece neste sábado (25), em Las Vegas (EUA), contra Robbie Lawler, ex-campeão dos meio-médios (77 kg), mas está de olho em um grandioso confronto para a sequência dos eventos. Na verdade, o veterano revelou que, se pudesse, escolheria um oponente diferente.

    Em entrevista à ‘ESPN’ americana, Nick surpreendeu e cravou que já deveria disputar o título dos meio-médios do UFC contra Kamaru Usman em seu retorno ao MMA. Não satisfeito, o ‘bad boy’ avaliou que, em questão de estilo de luta, é mais viável destronar o campeão da categoria do que vencer Lawler na revanche.

    Vale lembrar que Diaz enfrentou ‘Ruthless’, em 2004, e venceu por nocaute. Atualmente, o ex-campeão dos meio-médios do UFC perdeu quatro lutas seguidas, saiu do top-15, enquanto o número um da categoria triunfou nos 14 combates que disputou pela organização e defendeu o cinturão quatro vezes. Disposto a medir forças com o nigeriano, o ‘bad boy’ já deu como certa sua nova vitória sobre o antigo rival.

    “Acho que vou dar uma surra em Usman. Terei uma chance melhor contra Usman do que contra Lawler, só porque eu já venci Lawler. Não faz sentido lutar contra Lawler novamente. Não sei o motivo de estar fazendo isso. Isso não deveria acontecer. Quem quer que tenha planejado isso é um idiota. Não sei a razão disso acontecer. Eu deveria estar lutando contra Usman e é isso”, decretou o veterano.

    Apesar de não ter conquistado o cinturão dos meio-médios do UFC, Nick Diaz, de 38 anos, é um dos atletas mais populares do MMA. O ‘bad boy’ se destacou no esporte na base do jiu-jitsu e do boxe. Em sua carreira, o americano disputou o título interino e linear dos meio-médios da organização contra Carlos Condit e Georges St-Pierre, respectivamente, e perdeu para os rivais por decisão unânime.

    A última aparição de Nick Diaz no UFC foi diante de Anderson Silva, em 2015, e o duelo terminou em ‘no contest’, já que ambos caíram no doping. O americano possui um cartel profissional de 26 vitórias, dez derrotas, dois ‘no contest’ (luta sem resultado) e triunfos marcantes sobre BJ Penn, Frank Shamrock, Gleison ‘Tibau’ e Robbie Lawler.

  • Belfort recorda luta com Jon Jones para justificar atitude contra Evander Holyfield

    Belfort recorda luta com Jon Jones para justificar atitude contra Evander Holyfield

    Com praticamente 25 anos de carreira nas artes marciais, Vitor Belfort passou por diversas situações no esporte que lhe trouxeram conquistas, experiência e aprendizado. Justamente este último fator foi mencionado pelo brasileiro. No último dia 22 de setembro, completou nove anos do confronto entre o ‘Fenômeno’ e o Jon Jones, em disputa pelo cinturão dos meio-pesados (93 kg) do UFC e o carioca citou este combate como divisor de águas no comportamento que carrega até os dias atuais.

    O desabafo de Belfort tem uma explicação. Na luta contra Jones, o lutador chegou a encaixar uma chave de braço e soltou a posição ao reparar um incômodo no americano, perdendo uma oportunidade grande de finalizar o rival e conquistar o cinturão. Por isso, através de suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo), o ex-campeão do UFC usou esse exemplo para justificar a sua postura contra Evander Holyfield, em recente atuação no boxe e que foi criticada por uma parte da comunidade marcial.

    “Ontem completou nove anos da minha luta com Jon Jones, nove anos que o mundo virou de cabeça para baixo. Onde uma fração de segundos é o suficiente para me ensinar uma grande lição que levo até hoje. Essa história começou quando ao segurar o braço do meu adversário eu senti que algo estava errado e deixei o meu espírito esportista falar mais alto. Foi onde perdi a razão e deixei a emoção, em fração de segundos dominar minha atitude.

    E tem momentos que você tem que agir com firmeza, determinação e com foco no que você se preparou para fazer. Para chegar nessa luta eu me preparei muito, mas nada disso é o bastante se na hora de tomar decisão você deixa de lado todo o seu comprometimento e esquece quem precisa ser. A minha fraqueza, naquele momento, foi suficiente para perder o controle da situação. Mas o que isso tem a ver com a sua vida?

    A honra de um atleta, de uma mãe, de um pai, de um engenheiro, de um advogado, de um professor, é sem sombra de dúvidas ser o melhor no que se comprometeu a ser feito.

    E quando na minha última luta com o Holyfield, muitos me criticaram pela velocidade que decidi agir, lamento para quem não consegue visualizar o mundo muito além do que está a frente dos seus olhos. Eu precisava agir com o meu compromisso do que me preparei, treinei e me dediquei”, escreveu.

    Ex-campeão meio-pesado e do torneio dos pesados do UFC, Vitor Belfort deixou o MMA em maio de 2018, após uma atuação contra Lyoto Machida pelo Ultimate. Depois de um tempo afastado das competições, o brasileiro decidiu migrar para o boxe, quando no último dia 11 de setembro, nocauteou Evander Holyfield no primeiro assalto.

  • Lauren Murphy elogia Valentina Shevchenko, mas frisa: “Todo mundo tem fraquezas”

    Lauren Murphy elogia Valentina Shevchenko, mas frisa: “Todo mundo tem fraquezas”

    Neste sábado (25), Lauren Murphy vai ter uma tarefa dura pela frente. A americana vai tentar impor a primeira derrota de Valentina Shevchenko na divisão do peso-mosca (57 kg), em duelo que vale o cinturão da categoria e será a co-luta principal do UFC 266, que acontece em Las Vegas (EUA). Ciente da prova de fogo, a desafiante analisou a sua rival.

    Em conversa com a imprensa durante o media day do UFC 266, Murphy não deixou de exaltar Valentina e como ela se mantém no topo da divisão de forma soberana. No entanto, ao contrário de quem aponta que a campeã não possui fraquezas, a americana afirmou que acredita que elas existem e que pode encontrá-las no combate.

    Até o momento, Valentina Shevchenko já soma cinco defesas bem-sucedidas e não passou por dificuldades em momento algum. A última vez que a atleta do Quirguistão se apresentou foi em abril deste ano, quando nocauteou Jéssica ‘Bate-Estaca’.

    “Ninguém é perfeito, mas ela é uma lutadora completa. Você não consegue ser uma campeã dominante tendo buracos em seu jogo. Quando eu a vejo lutar, não é como se ela tivesse essas grandes fraquezas que eu tipo, ‘Oh, sim. Eu poderia tirar vantagem disso, com certeza’. Mas todo mundo é humano. Todo mundo tem hábitos e coisas que podem ser exploradas. Todo mundo tem fraquezas. Qualquer um que pensa que não tem uma fraqueza, isso em si já é uma grande fraqueza. Todos cometem erros”, afirmou.

    Terceira colocada no ranking da divisão, Lauren Murphy está embalada com cinco vitórias seguidas, a mais recente delas sobre Joanne Calderwood, em junho deste ano. No MMA profissional desde 2010, a americana soma 15 triunfos e quatro derrotas no seu cartel e não sabe o que é um resultado negativo desde 2018, em revés para Sijara Eubanks.

  • Treinador revela que cirurgia no joelho tirou Alexandre Pantoja da luta de título do UFC

    Treinador revela que cirurgia no joelho tirou Alexandre Pantoja da luta de título do UFC

    Na última semana, o Ultimate confirmou a trilogia entre Brandon Moreno e Deiveson Figueiredo pelo cinturão do peso-mosca (57 kg), em duelo que vai acontecer no dia 11 de dezembro. A notícia pegou muita gente de surpresa, pois o mexicano havia adiantado que não gostaria de encarar o ‘Deus da Guerra’ e mirava um combate diante de Alexandre Pantoja, inclusive recebendo a aprovação de Dana White, presidente da liga.

    Mas, então, o que aconteceu para o UFC preterir Pantoja? Recentemente, o mandatário do UFC adiantou que houve um problema com o atleta natural de Arraial do Cabo (RJ), mas sem entrar em detalhes. Por isso, a reportagem da Ag. Fight entrou em contato com Marcos ‘Parrumpinha’, treinador do lutador na equipe ‘American Top Team’, e ele revelou que o competidor passou por uma cirurgia no joelho e não estaria apto para atuar.

    “Foi bastante difícil (recusar a luta), pois o Pantoja já ganhou do campeão duas vezes com relativa facilidade e então sabemos do potencial dele. Estamos esperando essa oportunidade já há algum tempo, então foi bem difícil. Não tínhamos como aceitar (a luta) porque o ‘Pantoja’ tinha saído da sala de operação horas antes do UFC oferecer a luta. Não teríamos tempo para lutar dia 11 de dezembro”, disse o técnico, antes de destacar que o brasileiro está focado na sua recuperação e sem se abalar com a chance perdida.

    “Ele é um casca grossa da pesada e agora ele só pensa em ficar bom e bater em qualquer adversário que seja para voltar a receber o convite pra disputar o cinturão de novo. Ele nem pensa em ficar triste”, concluiu o treinador que afia o jogo de chão de Pantoja.

    Em recuperação da operação, Pantoja estará atento ao combate entre Moreno e Deiveson, dois velhos conhecidos seus. O brasileiro já venceu duas vezes o campeão da divisão, enquanto foi derrotado uma ocasião pelo compatriota. Questionado sobre a ‘torcida’ do seu pupilo, ‘Parrumpinha’ deixou essa situação em aberto, mas adiantou quando o peso-mosca já poderia estar em ação para desafiar o detentor do cinturão.

    “Ele não tem preferência. Obviamente ele sempre torce pra um brasileiro vencer e ficar com o cinturão. Ele respeita os dois e na verdade gosta dos dois também. Ele quer ser campeão. Não importa se vai lutar com o Moreno ou Deiveson. Os dois adversários apresentam motivações diferentes pra ele. Com o Deiveson seria uma revanche e com o Moreno seria uma emoção de saber que ele já ganhou do atual campeão duas vezes. Vamos esperar e ver como as coisas se desenrolam. Quem sabe não estamos disputando o cinturão na próxima defesa do campeão, talvez em março?”, completou.

    Alexandre ‘Pantoja’ compete no MMA profissional desde 2007, mas chegou ao UFC dez anos depois. Na sua carreira, o brasileiro venceu 24 lutas e perdeu cinco vezes. A sua última apresentação aconteceu em agosto deste ano, quando superou Brandon Royval.

  • ‘Bate-Estaca’ aprova experiência no ‘OnlyFans’ e se diverte com pedidos inusitados

    ‘Bate-Estaca’ aprova experiência no ‘OnlyFans’ e se diverte com pedidos inusitados

    Ex-campeã peso-palha (52 kg) do UFC, Jéssica Andrade é uma atleta já consagrada no MMA e tal status lhe permite se aventurar em outras atividades profissionais. Atualmente, ‘Bate-Estaca’, como é conhecida, divide seu tempo entre a função de lutadora – na qual tem compromisso marcado para este sábado (25), diante de Cynthia Calvillo, na edição de número 266 do Ultimate, que acontece em Las Vegas (EUA) – e como modelo do site ‘OnlyFans’. O novo ramo de atuação, inclusive, tem rendido bons frutos para a atleta da equipe ‘PRVT’.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui), Jéssica confessou que ficou surpresa com o sucesso de seu perfil no site especializado na venda de conteúdo sensual exclusivo para os fãs. A brasileira, inclusive, destacou o retorno financeiro que tem obtido através da plataforma e o aumento na sua popularidade, visível pelo aumento de fãs e seguidores nas redes sociais.

    A interação com os assinantes do ‘OnlyFans’ fez com que a ex-campeã do UFC explorasse mais a fundo seu lado sensual e, também, pudesse dar boas risadas, especialmente com alguns pedidos inusitados dos fãs. Nada que a incomode. Vale destacar que Jéssica não é a única lutadora presente no site. Pelo contrário, diversos atletas e artistas também criaram seus perfis na plataforma, como uma fonte de renda extra, e a aposta em tal mercado se mostrou vantajosa.

    “Eu não imaginava que eu teria essa repercussão que tive dentro da plataforma. Não só dentro do ‘OnlyFans’, mas nas outras redes sociais também. Meus seguidores estão aumentando e acho que o ‘OnlyFans’ deu um ‘boom’ na minha vida, tanto na questão financeira, quanto na questão de ter mais fãs. Está sendo bom. Estou trabalhando com as duas coisas e está sendo legal, a interação que os fãs têm comigo. Tem coisas engraçadas no ‘OnlyFans’, como o pedido dos fãs”, informou a brasileira, que revelou parte das solicitações que recebe de seus assinantes.

    “Tem gente que pede para você fazer flexão de braço, abdominal, pedem foto do pé, coisas engraçadas. Eu me divirto ali dentro. O ‘OnlyFans’ está sendo uma experiência bem diferente e legal para mim. Sempre tive bastante vergonha de mostrar o corpo e tudo mais, mas como tenho uma esposa tranquila e é ela que faz as fotos, me apoiou. Várias atletas que fazem parte do UFC, que já lutaram lá, as ring girls, fazem, então sou mais uma. Ela falou que eu ia ganhar bem e fui tentar. Tem dado certo”, contou a lutadora.

    Apesar de aprovar a experiência no ‘OnlyFans’, Jéssica também viveu um momento desagradável por lá. Recentemente, fotos do ensaio sensual feito pela brasileira foram vazadas e tal material ficou exposto na internet. Contudo, a ex-campeã do UFC surpreendeu ao lidar com a situação, e tratou com tranquilidade o acontecimento.

    Passado o susto com a divulgação indevida de seu material na internet, a atleta se mostrou orgulhosa por superar a timidez e estar apta para disponibilizar um conteúdo sensual, algo que, no passado, sinalizou que era impensável. Segundo Jéssica, a aventura no ‘OnlyFans’ abriu sua mente e a fez evoluir como pessoa.

    “Algumas fotos saíram para o público, fizeram memes e achei engraçado. Sinto uma liberdade, algo diferente do que já vivi. Apesar de ser gay e estar em uma profissão, para muitos masculina, isso fez uma diferença no meu modo de pensar. Isso quebrou um tabu para mim. Acho que quem viu, gostou. E tenho que aproveitar o corpo enquanto está bom, porque, depois que chegar em uma certa idade, ninguém vai querer ver. Está na hora de aproveitar os momentos de fama e usar o que tenho de melhor”, concluiu.

    Em sua trajetória no UFC, Jéssica Andrade, de 29 anos, deixou um rastro de destruição no peso-palha. Pela categoria, a ex-campeã bateu atletas como Angela Hill, Cláudia Gadelha, Jessica Penne, Joanne Calderwood, Rose Namajunas e Tecia Torres. Em sua estreia no peso-mosca, a brasileira puniu Katlyn Chookagian na base dos golpes na linha de cintura antes de nocautear, mas, na sequência, foi nocauteada por Valentina Shevchenko, que reina na divisão.