Tag: MMA

  • Jon Jones e St-Pierre são imortalizados no Hall da Fama do UFC, em Las Vegas

    A cerimônia anual de introdução dos novos membros do Hall da Fama do UFC foi realizada nesta quinta-feira (23), em Las Vegas (EUA), e contou com casa lotada pelos fãs no teatro ‘Park Theater’. E além da tradição dos nomes imortalizados na história do esporte, o anúncio da criação de uma menção honrosa e a uma premiação ‘in memoriam’ foram os momentos marcantes da noite.

    Ao todo, cinco nomes foram congratulados no evento. Enquanto Georges St Pierre foi nomeado na categoria ‘era moderna’, Jon Jones e Alexander Gustafsson adentraram na seleta lista das melhores ‘lutas’ da história do UFC. Por sua vez, Kevin Randleman, falecido em 2016, teve seu nome introduzido como membro da ‘era moderna’ e Marc Ratner como ‘contribuidor’.

    Luta histórica

    Sem competir desde fevereiro de 2020, Jon Jones deu uma rápida pausa nos intensos treinos de musculação que faz para subir de peso e se apresentar como peso-pesado no octógono. Nesta noite, em Las Vegas, o veterano se apresentou sorridente diante da plateia para, de acordo com ele, improvisar em seu discurso.

    Como Gustafsson, rival do duelo realizado em setembro de 2013, não pôde viajar a tempo para os Estados Unidos por conta das restrições impostas pela pandemia da COVID-19, coube a ‘Bones’ relembrar detalhes curiosos do embate, como o ritual que mantinha com sua mãe toda manhã antes de suas lutas.

    “Ela sempre vinha ao meu quarto e dizia que eu venceria facilmente, que nocautearia o meu rival no primeiro round. Naquela manhã ela disse que eu venceria ele tranquilamente. Pois é, ela estava errada (risos)”, se divertiu o atleta ao mencionar a batalha de cinco assaltos que quase lhe custou o cinturão dos meio-pesados (93 kg).

    Por fim, Jon Jones prometeu se apresentar em alto nível como peso-pesado na temporada 2022 do UFC. “Estou com 113 kg no momento e meu plano é chegar aos 120 kg. Quero fazer o Francis Ngannou parecer pequeno. Sei que será difícil”, finalizou.

    Era Moderna

    Oficialmente aposentado do MMA, o canadense Georges St-Pierre foi um dos atletas mais dominantes da história do esporte. Com um cartel de 26 vitórias e apenas duas derrotas, o atleta foi campeão em duas categorias de peso no UFC e estabeleceu algumas marcas na organização.

    Como grande honra, GSP contou com a apresentação de Royce Gracie, primeiro hall da fama do UFC, que não economizou nos elogios: “Ele é uma versão melhor de mim mesmo”, “Ele seria um grande Gracie, mesmo que muito bonito para um Gracie”.

    Sem cerimônias, o ex-campeão dos meio-médios (77 kg) e dos médios (84 kg), apontado por alguns com o maior atleta da história do esporte, retribuiu as palavras: “Você foi a minha inspiração, foi por sua causa que cheguei aqui”, “ É uma honra ser anunciado pelo pioneiro do esporte”.

    Louis Grasse

    ‘In Memoriam’

    Primeiro campeão peso-pesado do UFC, Mark Coleman esteve presente para receber o prêmio do amigo e ex-parceiro de treino Kevin Randleman, também campeão da categoria no início dos anos 2000, ao lado de sua esposa, Elizabeth Randleman. Curiosamente, o prêmio foi entregue por Bas Rutten, outro grande amigo e membro do Hall da Fama que travou uma icônica batalha com Kevin no octógono, em 1999.

    O holandês relembrou a dificuldade que atravessou para vencer o confronto, além de apontar algumas dos principais momentos de Randleman no MMA – como sua vitória por nocaute contra Mirko ‘Cro Cop’ e a famosa queda que quase acabou com a invencibilidade de Fedor Emelianenko no Pride.

    Louis Grasse

    Nova premiação

    Por fim, Dustin Poirier, peso-leve (70 kg) do UFC, recebeu a inédita menção honorária pela criação e investimento em sua ONG ‘The Good Fight Foundation’. Em seu discurso, o atleta relembrou a importância de sua fundação, criada em 2018, e recebeu uma doação de 25 mil dólares dos patrocinador do show.

  • Nick Diaz reaparece após seis anos e rouba a cena em coletiva do UFC 266

    Nick Diaz reaparece após seis anos e rouba a cena em coletiva do UFC 266

    Realizada nesta quinta-feira (23), em Las Vegas (EUA), a coletiva de imprensa do UFC 266 teve como principal destaque Nick Diaz. Sem lutar desde 2015, quando enfrentou Anderson Silva, o americano se reencontrou com os jornalistas e com o público e, dessa vez, não deu sustos. O ‘bad boy’ sempre foi avesso aos compromissos midiáticos e até faltou no ‘media day’ do evento, na última quarta-feira (22), mas não pregou peças em seu retorno à maior organização de MMA do mundo.

    Já em sua entrada na coletiva de imprensa pré-UFC 266, Nick Diaz foi ovacionado pelo público presente. Mesmo com poucas frases ditas, o atleta levou seus fãs ao delírio e pareceu motivado para encarar Robbie Lawler, no show deste sábado (25). Os veteranos se enfrentaram em 2004 e, na ocasião, o ‘bad boy’ nocauteou o ex-campeão dos meio-médios (77 kg).

    Para a revanche, o irmão mais velho de Nate pregou respeito, mas, na encarada (veja abaixo ou clique aqui), não cumprimentou o adversário. O profissional também deu a entender que voltou para ficar no esporte, mesmo com uma idade avançada para competir em alto nível.

    “Me sinto bem. Não muda nada. Quero fazer isso mais vezes, principalmente, se eu tomar uma surra. Se eu tomar uma surra, vou querer voltar logo. Estou em boa forma. Tenho uma luta, não importa vencer ou perder. É muito bom que as pessoas achem que essa é a luta principal. Fico feliz por pensarem assim. Não esperava que, com essa idade, eu teria tanta atenção. Não estava pronto para essa atenção extra. É legal ter esse suporte”, declarou o veterano.

    De acordo com parte da comunidade do MMA, uma nova vitória de Nick sobre Lawler pode colocar o lutador entre os melhores meio-médios do mundo e, possivelmente, furar a fila da categoria, que é dominada por Kamaru Usman. Em recente entrevista à ‘ESPN’ americana, o ‘bad boy’ polemizou ao afirmar que o combate que merecia disputar em seu retorno ao UFC seria contra o campeão. Sendo assim, o veterano voltou a expressar o interesse no duelo e cravou que é mais gabaritado do que o temido ‘The Nigerian Nightmare’.

    “Acho que sou melhor, mais completo. Se eu sobreviver a essa luta, que é uma luta difícil, não vejo razão para não lutar”, avaliou Nick.

    Apesar de não ter conquistado o cinturão dos meio-médios do UFC, Nick Diaz, de 38 anos, é um dos atletas mais populares do MMA. O ‘bad boy’ se destacou no esporte na base do jiu-jitsu e do boxe. Em sua carreira, o americano disputou o título interino e linear dos meio-médios da organização contra Carlos Condit e Georges St-Pierre, respectivamente, e perdeu para os rivais por decisão unânime.

    A última aparição de Nick Diaz no UFC foi diante de Anderson Silva, em 2015, e o duelo terminou em ‘no contest’, já que ambos caíram no doping. O americano possui um cartel profissional de 26 vitórias, dez derrotas, dois ‘no contest’ (luta sem resultado) e triunfos marcantes sobre BJ Penn, Frank Shamrock, Gleison ‘Tibau’ e Robbie Lawler.

  • ‘Massaranduba’ enfrenta Dwight Grant pelos meio-médios do UFC em outubro

    ‘Massaranduba’ enfrenta Dwight Grant pelos meio-médios do UFC em outubro

    Após utilizar suas redes sociais para pedir uma luta ao UFC, Francisco ‘Massaranduba’ teve seu desejo atendido. Como Gabe Green saiu do evento que a companhia irá realizar no dia 23 de outubro, o brasileiro aceitou enfrentar Dwight Grant, em combate válido pelos meio-médios (77 kg). A informação foi divulgada inicialmente pelo site ‘MMA DNA’ e confirmada pelo próprio veterano em sua conta oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui).

    Aos 42 anos, Francisco ‘Massaranduba’ prova que a idade avançada é apenas um detalhe em sua trajetória no UFC. O veterano marcou época no peso-leve (70 kg) da companhia e encerrou sua participação como o nono lutador que mais atuou e sendo o quarto maior vitorioso na história da categoria. Os principais triunfos do brasileiro na divisão foram diante de Bobby Green, Evan Dunham, Jim Miller, John Makdessi, Paul Felder e Ross Pearson. Agora, o atleta visa se recuperar do revés sofrido contra Muslim Salikhov, em sua estreia nos meio-médios.

    Dwight Grant, de 36 anos, estreou no UFC em 2018 e foi contratado através do programa ‘Contender Series’. Pela maior organização de MMA do mundo, o americano disputou cinco lutas, venceu três e perdeu duas vezes. Sua última aparição no octógono aconteceu em abril, quando superou Stefan Sekulic na decisão dividida dos juízes. Seu cartel profissional é composto por 11 vitórias (sendo sete por nocaute) e três derrotas.

  • Nick Diaz confessa incômodo com atuação do irmão Nate em derrota para Edwards

    Nick Diaz confessa incômodo com atuação do irmão Nate em derrota para Edwards

    Depois de seis anos afastado, Nick Diaz, finalmente, vai retornar ao UFC. Na edição de número 266, que acontece neste sábado (25), em Las Vegas (EUA), o ‘bad boy’ vai encarar Robbie Lawler e está motivado para a revanche. Além do fato de se reencontrar com o octógono e com os fãs, o veterano revelou que a atuação de Nate Diaz, seu irmão mais novo, contra Leon Edwards, o abalou e o impulsionou a elevar o nome da família.

    Em entrevista à ‘ESPN’ americana, Nick admitiu que se sentiu incomodado ao assistir a derrota de Nate para Edwards. No duelo realizado em junho, o caçula dos irmãos, que não atuava há dois anos, foi dominado durante quatro rounds pelo inglês, integrante do top-5 dos meio-médios (77 kg).

    É bem verdade que o ‘bad boy’ quase protagonizou uma virada épica, já que esteve perto de nocautear o rival no quinto e último assalto, porém desperdiçou a chance e sucumbiu. Mais chateado com a atuação de Nate do que com o resultado em si, Nick indicou que assistir a tal luta foi um castigo maior do que as guerras que travou em sua carreira no MMA.

    “É muito para lidar. Estar longe por cinco anos, voltar e ver isso (luta de Nate contra Edwards). Isso foi realmente algo novo. Realmente, meio que derrubou meu bloqueio. Levei socos mais fortes assistindo a isso do que recebi nos sparrings ou em qualquer luta. É meu irmão, é meu irmão mais novo, sabe? É difícil vê-lo lutar”, admitiu a estrela do MMA.

    Apesar de não ter conquistado o cinturão dos meio-médios do UFC, Nick Diaz, de 38 anos, é um dos atletas mais populares do MMA. O ‘bad boy’ se destacou no esporte na base do jiu-jitsu e do boxe. Em sua carreira, o americano disputou o título interino e linear dos meio-médios da organização contra Carlos Condit e Georges St-Pierre, respectivamente, e perdeu para os rivais por decisão unânime. Seus triunfos de maior destaque foram sobre BJ Penn, Frank Shamrock, Gleison ‘Tibau’ e Robbie Lawler.

    Nate Diaz, de 36 anos, é um dos lutadores de maior popularidade no MMA atual, mas vive má fase. O atleta perdeu três das últimas quatro lutas que disputou, sendo a a mais recente realizada em junho, contra Leon Edwards. Ao menos, o americano voltou a ficar ativo no UFC, já que não atuava desde 2019. Seus principais triunfos no esporte foram diante de Anthony Pettis, Conor McGregor, Donald Cerrone, Gray Maynard, Jim Miller, Melvin Guillard, Michael Johnson e Takanori Gomi.

  • Valentina Shevchenko minimiza ameaça de Lauren Murphy: “É difícil me surpreender”

    Constantemente, Valentina Shevchenko impressiona a comunidade do MMA com suas atuações dominantes no UFC e seu próximo compromisso acontece neste sábado (25). Na edição de número 266, que será realizada em Las Vegas (EUA), a campeã do peso-mosca (57 kg) vai colocar seu título em jogo pela sexta vez diante de Lauren Murphy e esbanja confiança para o embate.

    No ‘media day’ do UFC 266, realizado na última quarta-feira (22), Valentina, apontada por parte dos fãs e da imprensa especializada como uma das melhores lutadoras de todos os tempos, questionou se, de fato, Murphy é uma ameaça ao seu reinado no peso-mosca. O motivo de tal dúvida é simples, já que ‘Bullet’ é uma veterana dos esportes de combate e pratica artes marciais desde a infância, ou seja, possui experiência de sobra.

    É bem verdade que Valentina reconheceu que Murphy é uma lutadora privilegiada fisicamente, já que ficou conhecida, justamente, por seu porte e também pelo bom nível no wrestling. No entanto, como a atleta do Quirguistão lidou com oponentes de variados estilos no boxe, kickboxing, muay thai e MMA, indicou que não terá problemas para transformar a desafiante ao título do peso-mosca em sua mais nova vítima no UFC.

    “Uma das atletas mais duráveis ​​que eu já vi? Duvido. Mais técnica? Duvido. Mais completa? Duvido. Não sei. Por todos os anos que lutei, é meio difícil me surpreender com algo especial, se você não for algo sobre-humano. Sei que ela é bem equilibrada, forte e perigosa”, analisou a campeã do peso-mosca do UFC, antes de completar.

    “Isso é tudo que preciso saber sobre ela, mas algo especial que pudesse colocar pressão sobre meus ombros? Não. Defender o cinturão é sempre especial. É especial por causa do treinamento, da preparação e tudo mais. Não importa quantas vezes você lute, se você estiver no modo certo, você vai sentir aquele nervosismo sempre”, concluiu.

    Valentina Shevchenko, de 33 anos, optou por descer do peso-galo (61 kg) do UFC para o peso-mosca e não demorou para se tornar campeã. ‘Bullet’ conquistou o título vago da divisão ao vencer Joanna Jędrzejczyk, em 2018, e, desde então, defendeu o cinturão cinco vezes. No MMA, a atleta do Quirguistão disputou 24 lutas, venceu 21 e perdeu três vezes. Além de Joanna, seus triunfos de maior destaque no esporte foram sobre Holly Holm, Jennifer Maia, Jéssica Andrade, Julianna Peña, Katlyn Chookagian, Liz Carmouche e Sarah Kaufman.

  • Desafiante ao título dos penas, Ortega lista qualidades de Volkanovski: “Tenho respeito”

    Desafiante ao título dos penas, Ortega lista qualidades de Volkanovski: “Tenho respeito”

    Brian Ortega está prestes a disputar a maior luta de sua carreira. No UFC 266, evento que acontece neste sábado (25), em Las Vegas (EUA), o especialista em jiu-jitsu vai enfrentar Alexander Volkanovski, campeão do peso-pena (66 kg), pelo título da categoria e, apesar da rivalidade existente entre as partes, trata o adversário com respeito. Tanto que o americano reconheceu a qualidade de ‘The Great’ no octógono.

    No ‘media day’, realizado na última quarta-feira (22), Ortega elogiou Volkanovski como lutador e reconheceu que o mesmo não se tornou campeão do peso-pena do UFC à toa. De acordo com o americano, a principal qualidade do número um da categoria é a disciplina que apresenta nas lutas, algo que o ajuda, até mesmo, a virar combates. O maior exemplo disso foi a revanche contra Max Holloway, realizada em 2020, na qual ‘The Great’ perdeu os dois primeiros rounds, mas não se desesperou, permaneceu focado e venceu os outros três.

    Curiosamente, Ortega surpreendeu ao se referir a Volkanovski de maneira elogiosa, já que a dupla protagonizou o TUF 29 (reality show do UFC) e o clima visto entre eles foi hostil. Como esta será sua segunda disputa pelo título do peso-pena, ‘T-City’ assegurou que está revigorado no atual momento de sua carreira e garantiu que aprendeu com os erros do passado.

    “Sua trocação, obviamente, é boa, a capacidade de se manter disciplinado com suas habilidades e movimentos. Quando há pequenas oportunidades, ele as vê e consegue aproveitar. Ele é o campeão por um motivo e dou crédito a ele. Eu falo minhas m*****, mas, no final, tenho respeito por ele. Eu mudei tudo na minha vida”, declarou o desafiante ao título do peso-pena do UFC, antes de completar.

    “Onde eu moro, a forma como treino, as pessoas que estão ao meu lado. Tudo é novo e melhorado. A única coisa que você pode fazer depois de uma perda é ver se consegue melhorar. Levante-se e foi isso que fiz. Essa é a jornada. Você luta e vence ou luta e perde e fica melhor ou pior. Se você piorar, terá que continuar melhorando. Esse é o esporte em que trabalhamos”, concluiu.

    Brian Ortega, de 29 anos, vai disputar o cinturão do peso-pena do UFC pela segunda vez. O americano se tornou o desafiante da divisão após dominar o ‘Zumbi Coreano’, em outubro. Vale lembrar que ‘T-City’ não atuava desde 2018, mas ignorou o tempo afastado e foi superior ao adversário até mesmo na trocação. Anteriormente, o especialista em jiu-jitsu enfrentou Max Holloway pelo título da categoria e, na ocasião, perdeu o duelo e, consequentemente, conheceu sua primeira e única derrota no MMA.

  • Mesmo com derrota para Davis, Yoel Romero recebe maior salário do Bellator 266

    Mesmo com derrota para Davis, Yoel Romero recebe maior salário do Bellator 266

    No último sábado (18), Yoel Romero enfim fez sua estreia no Bellator. Se o resultado dentro do cage não foi positivo, após o lutador ser superado por Phil Davis, por decisão dividida dos jurados, o cubano teve alguns motivos para sorrir após sua apresentação. O ex-lutador do UFC foi o atleta mais bem pago da edição número 266 do show.

    De acordo com informações da Comissão Atlética do Estado da Califórnia, que regulamentou o combate que aconteceu em San José (EUA), Romero, mesmo com o revés, recebeu uma quantia de 150 mil dólares (cerca de R$ 795 mil). Vale destacar que esse foi o retorno do cubano às competições, pois não atuava desde março de 2020, quando foi superado por Israel Adesanya, pelo cinturão do peso-médio (84 kg) do UFC.

    Já o grande vitorioso da noite, Phil Davis, embolsou uma bolada menor que a do seu adversário. O ex-campeão do Bellator faturou 100 mil dólares (cerca de R$ 530 mil). O ‘Mr. Wonderful’ se recuperou da sua última performance, quando foi derrotado por Vadim Nemkov, logo na primeira rodada do torneio dos meio-pesados (93 kg).

    Um brasileiro também saiu bastante feliz do Bellator 266. Neiman Gracie, que conseguiu seu primeiro nocaute na carreira no MMA ao superar Mark Lemminger levou para a casa um valor de 100 mil dólares (cerca de R$ 530 mil). Esse resultado foi muito importante para o faixa-preta de jiu-jitsu tentar colocar no caminho do cinturão dos meio-médios (77 kg), já que na sua última atuação foi derrotado por Jason Jackson.

  • Miesha Tate contrai COVID-19 e está fora de luta contra Ketlen Vieira em outubro

    Miesha Tate contrai COVID-19 e está fora de luta contra Ketlen Vieira em outubro

    Miesha Tate estava escalada para atuar contra Ketlen Vieira, na luta principal do UFC Vegas 40, mas não terá condições de se apresentar na data programada. De acordo com o site ‘Sherdog.com’, a ex-campeã do peso-galo do Ultimate contraiu COVID-19 e não vai pode atuar, pois não terá tempo hábil para se recuperar da doença.

    Ainda não há uma confirmação se a luta foi cancelada ou adiada para uma data posterior. No entanto, pela importância que esse combate tinha para a divisão dos galos, a tendência é que elas se encontrem dentro do octógono ainda este ano.

    Depois de anunciar sua aposentadoria do MMA e deixar o Ultimate, em 2016, Miesha Tate retornou à companhia em julho deste ano, quando derrotou Marion Reneau, por nocaute. No MMA profissional desde 2007, a ‘Cupcake’ possui 19 vitórias e sete reveses e atualmente está na oitava posição do classificação oficial dos galos.

    Ketlen Vieira, de 29 anos, iniciou sua trajetória no esporte em 2014 e, dois anos depois, chegou invicta ao UFC. Na modalidade, a manauara disputou 13 lutas, venceu 11 e perdeu duas vezes. Atualmente, a atleta ocupa a sétima posição no ranking da divisão.

  • Calvillo elogia Jéssica Andrade, mas avisa que vai disputar o cinturão após vitória

    Calvillo elogia Jéssica Andrade, mas avisa que vai disputar o cinturão após vitória

    Cynthia Calvillo tem pela frente uma bela oportunidade de se consolidar entre as melhores lutadoras do peso-mosca (57 kg) do UFC. Na edição de número 266, que acontece neste sábado (25), em Las Vegas (EUA), a americana enfrentará Jéssica Andrade e, em caso de vitória, vai se aproximar da posição de desafiante ao título da categoria. Ao mesmo tempo que mostrou ter conhecimento da importância do duelo, a atleta também pregou respeito em relação a adversária.

    No ‘media day’ do UFC 266, realizado na última quarta-feira (22), Calvillo expressou sua admiração por Jéssica e enalteceu a adversária. No entanto, a americana garantiu que tal respeito não será visto no octógono. Empolgada por disputar a maior luta de sua carreira, a atleta ignorou a derrota em sua última aparição, o fato de não atuar desde novembro e garantiu que não teme medir forças com uma adversária tão renomada e ex-campeã da companhia.

    Pelo contrário, Calvillo ressaltou que sempre se colocou à disposição do UFC para enfrentar as lutadoras mais gabaritadas. Curiosamente, as atletas realizaram o mesmo caminho na empresa, ou seja, trocaram o peso-palha (52 kg) pelo peso-mosca. A brasileira já disputou o cinturão da categoria, perdeu, mas permaneceu em posição de destaque. Já a americana alternou vitória com derrota, porém seguiu no top-5 da divisão. Como é a única integrante da elite que ainda não enfrentou a campeã, a profissional visa quebrar o tabu no show deste sábado.

    “O jeito que eu gosto de atuar é ir direto para a garganta, imediatamente. Gosto de lutar contra as lutadoras mais duras. Desafiei Jessica por esse motivo. Perdi minha última luta, fiz uma cirurgia no ombro e a desafiei. É isso que faço. Eu adoro lutas difíceis. Obviamente, ela é muito perigosa”, declarou Calvillo, antes de completar.

    “Ela tem muitos lances marcantes, nocautes, foi campeã, já lutou em três categorias diferentes. Ela é uma lutadora incrível. Ela não é apenas a ex-campeã dos palhas, mas também é a desafiante número um dos moscas. Obviamente, a vitória provaria que sou uma verdadeira candidata ao título”, concluiu.

    No MMA profissional desde 2016, Cynthia Calvillo, de 33 anos, fez boa parte da carreira no peso-palha do UFC. Porém, com frequentes problemas na balança, a americana decidiu subir para o peso-mosca. Na atual categoria, a atleta disputou duas lutas, venceu Jessica Eye em sua estreia e, na sequência, acabou derrotada por Katlyn Chookagian, em duelo realizado em novembro de 2020. Além de ‘Evil’, seus principais triunfos foram sobre Gillian Robertson, Joanne Calderwood e Montana De La Rosa.

  • Valentina Shevchenko declara seu amor pelas artes marciais: “Vou lutar para sempre”

    Nos esportes de combate, existem atletas que não possuem tanto amor pela função que exercem, mas Valentina Shevchenko foge deste padrão. Apontada por parte da comunidade do MMA como uma das melhores lutadoras da história, a campeã do peso-mosca (57 kg) do UFC vai colocar seu título em jogo pela sexta vez, contra Lauren Murphy, na edição de número 266, que acontece neste sábado (25), em Las Vegas (EUA), e, se depender de ‘Bullet’, sua permanência na modalidade e como rainha da categoria será prolongada.

    Em entrevista à ‘ESPN’ americana, Valentina fez questão de expressar toda sua paixão pelas artes marciais e informou que sente prazer tanto com a rotina intensa de treinos, quanto nas lutas. Para ilustrar seu posicionamento, a campeã do peso-mosca do UFC revelou que foi inserida nos esportes de combate, quando tinha cinco anos. Vale lembrar que, assim como ‘Bullet’, sua mãe e irmã também são lutadoras.

    Além disso, antes de priorizar o MMA, Valentina lutou boxe, kickboxing e muay thai. Sendo assim, a atleta é uma veterana dos esportes de combate, mas se engana quem pensa que a campeã do UFC está desgastada ou desmotivada. Para azar de suas adversárias, ‘Bullet’ já avisou que não pensa em se aposentar, muito menos em parar de treinar, mesmo quando apresentar uma idade avançada.

    “Por quanto tempo os lutadores praticam artes marciais? Sete, oito anos? Estou dizendo no total, não apenas quando estamos lutando. Estou lutando e praticando artes marciais há 28 anos. Eu pratico artes marciais há mais anos que eles realmente têm de idade. Este é o meu foco, lutar o máximo que puder. Eu lutarei para sempre. Até mesmo depois dos 50 anos. Para sempre”, decretou a campeã do UFC.

    Valentina Shevchenko, de 33 anos, optou por descer do peso-galo (61 kg) do UFC para o peso-mosca e não demorou para se tornar campeã. ‘Bullet’ conquistou o título vago da divisão ao vencer Joanna Jędrzejczyk, em 2018, e, desde então, defendeu o cinturão cinco vezes. No MMA, a atleta do Quirguistão disputou 24 lutas, venceu 21 e perdeu três vezes. Além de Joanna, seus triunfos de maior destaque no esporte foram sobre Holly Holm, Jennifer Maia, Jéssica Andrade, Julianna Peña, Katlyn Chookagian, Liz Carmouche e Sarah Kaufman.