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  • Khabib Nurmagomedov revela como ‘bater’ em Conor McGregor ajudou a construir legado

    Khabib Nurmagomedov revela como ‘bater’ em Conor McGregor ajudou a construir legado

    Khabib Nurmagomedov, ex-campeão dos pesos-leves (70 kg) do UFC, fez uma provocação bem-humorada a Conor McGregor ao revelar que o novo centro de treinamento no Daguestão foi financiado pela sua histórica luta contra o irlandês no UFC 229. Em uma postagem nos stories do ‘Instagram’, o russo brincou sobre como o confronto, que terminou com sua vitória dominante e um tumulto pós-luta, não apenas solidificou sua carreira, mas também resultou em um grande investimento no futuro do MMA.

    Em um tom descontraído, Khabib explicou que a rivalidade com McGregor não impediu seu olhar voltado para o legado. Ao falar sobre sua nova instalação nas montanhas do Daguestão, o lutador revelou que utilizou o dinheiro do combate para financiar o centro, com o objetivo de investir nas futuras gerações de lutadores.

    “Fui para a América, participei do maior confronto da história das artes marciais, bati em alguém que eu não gostava (e ainda me pagaram por isso). Quando voltei para casa, investi tudo isso neste lindo canto do Daguestão”, afirmou Khabib, segundo tradução do site ‘Bloody Elbow’, destacando que utilizou parte da verba para construir o centro em Sildi, sua vila natal, que, segundo o mesmo portal, apesar de não haver uma informação oficial do valor, poderia chegar a cerca de 50 milhões de dólares (cerca de R$ 283 milhões).

    Legado e impacto duradouro

    O centro de treinamento, que reflete a visão de Khabib, também é um tributo ao seu falecido pai, Abdulmanap, que foi o mentor de vários grandes nomes do MMA. Em suas palavras, o ex-campeão frisou que não tem intenção de recuperar financeiramente o que foi investido, pois seu objetivo é mais ambicioso: gerar um impacto duradouro no esporte e ajudar a moldar a juventude de sua região.

    Rivalidade sem fim

    Agora, com o centro em funcionamento, Khabib continua a fortalecer seu legado fora do octógono, enquanto a rivalidade com McGregor segue alimentando discussões nas redes sociais. Apesar de se afastar das lutas, Khabib permanece um protagonista do MMA, focado em formar novos campeões.

    Enquanto McGregor ainda provoca polêmicas, Khabib demonstra que, no fim, sua verdadeira vitória aconteceu após o confronto no UFC 229. Transformando sua rivalidade em um investimento que pode beneficiar as futuras gerações de lutadores, o russo segue se distanciando das brigas e consolidando um impacto que transcende o combate.

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  • De novo! Hall da Fama do UFC é preso por dirigir embriagado nos EUA

    De novo! Hall da Fama do UFC é preso por dirigir embriagado nos EUA

    Ex-campeão e membro do Hall da Fama do UFC, Pat Miletich está novamente com problemas com a lei. De acordo com registros online, o veterano de 57 anos foi preso na última segunda-feira (19), sob acusação de dirigir embriagado mais uma vez.

    Ainda de acordo com os registros policiais, Miletich foi sentenciado a 30 dias de prisão na ‘Scott County Jail’, no estado norte-americano de Iowa. Esta não foi a primeira vez que o ex-lutador do UFC foi pego dirigindo sob a influência de bebidas alcóolicas ou drogas.

    Na verdade, recentemente, o veterano foi sentenciado a dois anos de liberdade condicional por conta de um incidente similar, ocorrido em 2023. Vale destacar que Miletich também foi condenado em 2019 e 2021 pela acusação de dirigir embriagado.

    Pat Miletich no MMA

    Pat Miletich, de 57 anos, marcou época no MMA, sendo o primeiro campeão meio-médio (77 kg) da história do UFC. Durante seu reinado, defendeu o cinturão em quatro oportunidades – duas delas contra os lutadores brasileiros Jorge Patino ‘Macaco’ e André ‘Dedé’ Pederneiras, que viriam a se tornar treinadores de Charles Do Bronx e José Aldo, respectivamente.

    Em 2014, Miletich passou a integrar o ‘Hall da Fama’ do Ultimate, na ala dos ‘Pioneiros’. Ao todo, o americano, que iniciou sua trajetória no esporte em 1995, construiu um cartel composto por 29 vitórias, oito derrotas e dois empates. Apesar da idade avançada, o ex-campeão do UFC entrou em ação novamente em outubro de 2023, após quase 15 anos afastado do esporte, mas acabou superado por Mike Jackson, no evento ‘Caged Aggression 36’.

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  • Pantoja analisa revanche contra Kai Kara-France quase dez anos após 1ª luta: “Evoluí mais”

    Pantoja analisa revanche contra Kai Kara-France quase dez anos após 1ª luta: “Evoluí mais”

    Um dos eventos mais aguardados da temporada, o UFC 317 – que está marcado para o dia 28 de junho, durante a ‘Semana Internacional da Luta’, em Las Vegas (EUA) – terá como uma de suas atrações principais a disputa entre Alexandre Pantoja e Kai Kara-France, pelo cinturão peso-mosca (57 kg). O duelo marca o reencontro dos astros da divisão até 57 kg quase uma década depois do primeiro embate entre eles. E para o brasileiro, atual campeão da categoria, muita coisa mudou desde então – a seu favor.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Alexandre Pantoja analisou a chance de enfrentar Kai Kara-France em uma revanche no UFC 317 e afirmou que, em sua opinião, seu processo de evolução como lutador foi maior que o do rival desde o confronto vencido por ele no ‘The Ultimate Fighter 24’ (‘TUF 24’). Isso porque, de acordo com o brasileiro, sua chegada na equipe ‘American Top Team’ o transformou em um novo atleta.

    Nós dois evoluímos bastante. Eu quero acreditar que evoluí mais – tanto que sou o campeão agora. Mas digo por eu ter vindo para a American Top Team, acho que essa evolução é muito nítida em mim. Eu viro um atleta. Eu era um lutador e virei um atleta lutador. Evolução muito boa dos dois. Ele tem um poder de nocaute muito bom, uma defesa de quedas muito boa. Vai ser uma combinação interessante, porque eu gosto de jogar no chão, mas também gosto de trocar”, analisou Pantoja.

    Vitória na primeira luta

    O primeiro duelo entre Pantoja e Kara-France ocorreu em 2016, pelas quartas-de-final do TUF 24. Na ocasião, o brasileiro, que vinha de vitória sobre o mexicano Brandon Moreno, precisou ser bastante estratégico para superar o neozelandês na decisão unânime dos juízes e avançar na competição.

    “Eu o venci dez dias depois de vencer o Brandon Moreno. E quando eu lutei com ele, eu estava com um corte no olho. Isso tudo fez com que eu não quisesse entrar no in-fight com ele – sabia que ele pegava bem. E fiquei com medo de cortar de novo e que o sangue fizesse ele vencer a luta. Lembro que eu não tomei quase nenhum soco dele nessa luta. Fui muito estratégico e venci sem tomar um dano maior onde eu já estava machucado”, recordou.

    Desabafo

    O reencontro com Kara-France, por sinal, marca a terceira vez que Pantoja enfrenta um ‘velho conhecido’ em cinco lutas pelo cinturão peso-mosca do UFC. A repetição de adversários, no entanto, não parece incomodar o lutador brasileiro, que fez questão de exaltar a competitividade entre os tops da categoria, e aproveitou para fazer um desabafo em relação a forma como parte da comunidade do MMA enxerga a divisão até 57 kg.

    “Eu vejo que ainda há uma certa discriminação com o peso-mosca. É uma categoria muito competitiva. Eu já ganhei do número 1, que é o (Brandon) Royval, duas vezes, do número 2, que é o ex-campeão (Brandon Moreno), três vezes. Só que esses caras ganham dos outros, isso mostra a competitividade dessa divisão. Você vê um japonês que estava vindo no hype, o Tatsuro (Taira), foi lá e o Royval ganhou dele. O Amir Albazi estava vindo em um hype legal também, ganhando de todo mundo, e o Moreno mostrou que as coisas são diferentes. O (Steve) Erceg veio, fez uma luta boa comigo, achou que estava bem, caiu para o Kai Kara-France e para o Moreno. É uma categoria com uma habilidade muito alta, principalmente o Moreno e o Royval. Você tem o Manel Kape também, que é um cara que dá show na luta. Só que ainda há essa discriminação da categoria – hoje em dia muito melhor do que em tempos atrás”, finalizou.

    UFC 317

    Além da disputa entre Alexandre Pantoja e Kai Kara-France, o UFC 317 contará com outra luta de título envolvendo brasileiro. Na luta principal do show, o ex-campeão peso-leve (70 kg) Charles Do Bronx vai medir forças com Ilia Topuria, em duelo válido pelo cinturão até 70 kg da organização.

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  • Fim da linha? Ex-campeã do UFC, Miesha Tate deixa futuro como lutadora em aberto

    Fim da linha? Ex-campeã do UFC, Miesha Tate deixa futuro como lutadora em aberto

    No início de maio, no card do UFC Des Moines, Miesha Tate voltou a competir após um ano e meio afastada dos octógonos. Diante de Yana Santos, a ex-campeã peso-galo (61 kg) travou um duelo parelho, mas acabou derrotada na decisão dos juízes. A performance contra a rival russa pode ter marcado a última aparição da veterana como lutadora profissional de MMA, possibilidade admitida pela própria.

    Através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Miesha revelou que duas graves lesões ligamentares a obrigaram a ficar tanto tempo sem lutar. Feliz por ter superado as adversidades no período afastada, a americana exaltou o fato de ter voltado a competir no Ultimate. Ao projetar seu futuro, entretanto, a atleta de 38 anos fez mistério, mas admitiu que existe a possibilidade iminente de pendurar as luvas em breve.

    “E depois de estar 18 meses parada e após a maior lesão da minha carreira, eu posso dizer que, sinceramente, estou feliz com essa performance (no UFC Des Moines). Estou feliz, mesmo com a derrota. Não tomarei decisões finais e definitivas ainda. Ainda é incerto se eu vou lutar novamente ou não. Não vou esclarecer nenhuma dessas questões (ainda), porque não acho que haja uma resposta certa ou errada para isso. Em breve atualizarei todos vocês”, informou a americana, em parte de seu pronunciamento.

    Momento pode pesar para a decisão

    Apesar de ocupar a 13ª posição do ranking até 61 kg, Miesha já não sonha mais com o cinturão. Afinal de contas, a veterana venceu somente um de seus últimos quatro combates no UFC. A má fase e chance ínfima de pleitear grandes feitos na reta final de carreira podem ser cruciais para que Tate decida seu futuro. Outro fator que pode pesar no momento da americana decidir se aposentar ou não é o seu compromisso com sua família – sobretudo seus dois filhos, de 4 e 6 anos.

    Registro de Miesha no MMA

    Miesha, de 38 anos, é um dos pilares da consolidação do MMA feminino e um dos nomes mais populares da modalidade. Além dos feitos que conquistou em sua carreira, ‘Cupcake’ também ficou conhecida por sua rivalidade com Ronda Rousey. A americana iniciou sua trajetória nas artes marciais mistas como profissional em 2007 e foi campeã do Strikeforce e do UFC. Caso realmente opte por se aposentar, Tate deixará um cartel composto por 20 vitórias, sendo as principais sobre Holly Holm e Liz Carmouche, e dez derrotas.

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  • Furou a bolha! UFC ganha dois prêmios no ‘Sports Emmy Awards’ por card na Esfera

    Furou a bolha! UFC ganha dois prêmios no ‘Sports Emmy Awards’ por card na Esfera

    Em setembro de 2024, o UFC inovou ao promover o primeiro evento esportivo da história na luxuosa estrutura da ‘Esfera’, em Las Vegas (EUA). Quase um ano depois, o ousado projeto fez a principal liga de MMA do mundo ‘furar a bolha’ e chegar até a cerimônia do ‘Sports Emmy Awards’. Realizada na última terça-feira (20), em Nova York (EUA), a 46ª edição do condecorado evento premiou o Ultimate em duas categorias diferentes: ‘Melhor Design Gráfico – Especialidade’ e ‘Melhor Design de Estúdio ou Produção/Direção de Arte’.

    E tal premiação e reconhecimento se concretizaram porque o Ultimate não se ateve somente ao âmbito esportivo, muito pelo contrário. Denominado como ‘Noche UFC’ em homenagem ao Dia da Independência do México, a organização exibiu pequenos filmes nos intervalos dos combates do card, se fazendo valer da tecnologia de ponta e estrutura da Esfera. A obra audiovisual, dividida em seis capítulos durante o evento, foi nomeada ‘For Mexico, For All Time’. 

    O resultado positivo do esforço feito pelo Ultimate já era esperado por Dana White, que revelou, à época, que havia escalado uma equipe com currículo de peso para liderar o projeto ‘Noche UFC’, com direito a vencedores de premiações importantes como Emmy, Globo de Ouro e Grammy. Um deles, inclusive, foi o responsável por receber os troféus em nome do UFC durante a cerimônia: Craig Borsari, diretor criativo sênior da proposta.

    “Vocês aqui presentes que também trabalham nesta indústria sabem o quão sortudo essa equipe foi por trabalhar em um projeto tão ambicioso quanto o Noche UFC. Gostaria de agradecer à Academia e também agradecer ao Dana White por sua visão ousada e por permitir que esse time atrás de mim trouxesse um grande impacto para esse show. Obrigado a todos que contribuíram para esse resultado espetacular”, destacou Borsari em seu discurso no palco, já com o troféu em mãos.

    Estrutura à disposição na Esfera

    A estrutura da Esfera também permitiu uma experiência única para os fãs. Quem esteve presente no card se deparou com telões gigantes e tecnologia de ponta, com efeitos de última geração. Em sua parte externa, a arena apresenta 54 mil metros quadrados de tela. Internamente, ela tem capacidade para 18 mil pessoas, possui outro telão, de 15 mil metros quadrados e com resolução em 18k, e um sistema de som extremamente potente, composto por 160 mil auto falantes, estrategicamente posicionados. Os assentos também foram inovadores, pois vibraram durante a realização do show, principalmente na hora das lutas.

    Números do Noche UFC

    Por se tratar de um card inédito e provavelmente único na história do Ultimate, o ‘Noche UFC’ contou com um grande aporte financeiro. Dois meses antes do show, Dana White revelou que já havia investido quase R$ 100 milhões para concretizar a atração na Esfera. Em contrapartida, o alto investimento se mostrou justificado. Afinal de contas, o evento bateu recorde de maior arrecadação da história, embolsando mais de R$ 120 milhões somente com a bilheteria.

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  • Jogo mental? Anthony Smith vê estratégia por trás do silêncio de Jon Jones

    Jogo mental? Anthony Smith vê estratégia por trás do silêncio de Jon Jones

    A indefinição no topo da divisão dos pesos-pesados do UFC continua gerando debates e especulações. De um lado, Jon Jones, detentor do cinturão linear. Do outro, Tom Aspinall, campeão interino, cada vez mais impaciente com a falta de um confronto oficial para unificação dos títulos.

    Para Anthony Smith — ex-rival de Jones e atual comentarista — o comportamento do norte-americano não é casual. Em participação no ‘UFC Live’, Smith sugeriu que ‘Bones’ está conduzindo uma estratégia calculada de controle psicológico, algo que, segundo ele, é marca registrada do veterano.

    Jon é um mestre da manipulação e dos jogos mentais. Ele faz isso há anos contra os melhores do mundo. Se eu fosse o Aspinall, seria mais contido. Ele está cutucando o ego do Jon, tentando forçá-lo a reagir — mas isso só reforça o controle que o Jon exerce. Ele precisa estar no comando de tudo”, analisou.

    Aspinall, que inicialmente tratava a espera com leveza, agora demonstra sinais evidentes de frustração. Para Smith, isso é exatamente o que Jones deseja provocar.

    “O Jon não se importa com o que o Tom quer. Na verdade, se ambos desejarem a mesma coisa, o Jon automaticamente perde o interesse. É assim que ele funciona. Ele exaure os adversários mental e emocionalmente antes mesmo da luta acontecer — e já dá para perceber que o Aspinall está começando a sentir esse peso”, completou.

    Dana e Jones em direções opostas

    Enquanto Aspinall aguarda por uma chance de unificação, o cenário permanece nebuloso. O presidente do UFC, Dana White, garante publicamente que o duelo acontecerá. Já Jones, por outro lado, adota uma postura ambígua. Recentemente, rebateu críticas dos fãs afirmando que já teria informado ao UFC seus planos futuros.

    Pouco depois, no entanto, o americano foi filmado supostamente admitindo ter encerrado a carreira — aumentando ainda mais as dúvidas sobre seu retorno. Assim, o futuro do ‘GOAT’ segue como uma incógnita, enquanto a paciência de Aspinall continua sendo colocada à prova.

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  • Nova data! Evento inaugural da PFL África é remarcado para o dia 19 de julho

    Nova data! Evento inaugural da PFL África é remarcado para o dia 19 de julho

    O primeiro evento da PFL África será promovido em uma nova data. Originalmente marcado para acontecer no dia 26 de julho, o show inaugural da versão africana da Professional Fighters League foi transferido para uma semana antes, 19 de julho.

    O anúncio foi feito pela própria liga, através das suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui). Apesar da mudança de data, a sede do evento segue a mesma: ‘GrandWest Arena’, em Cape Town (Cidade do Cabo), na África do Sul.

    Conhecida por apostar na promoção de torneios, a PFL tentará repetir a fórmula na sua nova versão. Neste primeiro momento, a entidade realizará dois GP’s, envolvendo lutadores do peso-galo (61 kg) e do peso-pesado, com chaves de oito atletas em cada categoria, no formato de ‘mata-mata’ – ou seja, quem vencer, avança e quem perder, está eliminado.

    PFL África

    O lançamento da PFL África, que é comandada pelo ex-campeão peso-pesado do UFC e principal astro da Professional Fighters League Francis Ngannou, tem como objetivo fomentar o esporte e revelar novos talentos no continente. Para isso, a organização promoverá eventos em território africano nos quais as principais promessas locais poderão se apresentar e competir.

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  • Promessa do UFC aposta em vitória de Dricus du Plessis sobre Khamzat Chimaev

    Promessa do UFC aposta em vitória de Dricus du Plessis sobre Khamzat Chimaev

    Com o aguardado confronto entre Dricus du Plessis e Khamzat Chimaev se aproximando, crescem as expectativas para o UFC 319, marcado para 16 de agosto, em Chicago (EUA). A luta principal do evento colocará frente a frente o campeão dos pesos-médios (84 kg) e um dos nomes mais temidos da atualidade. Para Reinier de Ridder, no entanto, o favoritismo está do lado do sul-africano.

    Durante entrevista ao ‘MMA Junkie’, De Ridder não apenas afirmou acreditar na vitória de Du Plessis, como também previu um desfecho nos rounds finais, apostando no ritmo e na durabilidade do campeão.

    “Não acho que o Khamzat vá conseguir acabar com ele cedo, e o Dricus é um desgraçado. Ele continua indo pra cima e melhora a cada round. Vejo o Dricus finalizando ele no quarto ou quinto round, talvez com muito volume. Acho que o Khamzat pode até derrubá-lo nos dois primeiros rounds, pegar as costas, talvez. Mas acho que o Dricus tem uma boa chance”, analisou o lutador, que enfrentará Robert Whittaker em julho, de olho em uma vaga no top 5 da divisão.

    Luta de invictos no UFC

    Com um cartel de 23 vitórias e apenas duas derrotas, Du Plessis vem de defesas de título bem-sucedidas contra Israel Adesanya e Sean Strickland. Já Chimaev, invicto com 14 triunfos, fará no UFC 319 sua primeira disputa de cinturão na divisão dos médios.

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  • UFC: Aspinall compara indefinição sobre futuro com período lesionado: “Difícil mentalmente”

    UFC: Aspinall compara indefinição sobre futuro com período lesionado: “Difícil mentalmente”

    Em julho de 2022, Tom Aspinall passou por um grande baque na carreira. Liderando um evento do UFC na Inglaterra, diante de seu público, o peso-pesado sofreu uma grave lesão no joelho no duelo contra Curtis Blaydes, com apenas 15 segundos de combate. Além de perder a invencibilidade na empresa, o atleta da ‘Team Kaobon’ ficou fora dos octógonos por um ano. Mas, por incrível que pareça, esse não foi o momento mais desafiador de sua trajetória no Ultimate. Segundo o próprio inglês, a atual indefinição sobre seu futuro na liga é ainda mais incômoda do que o período em que ficou lesionado.

    De acordo com Aspinall, não ter sequer perspectiva de quando irá voltar a competir tem sido um desafio mental a ser superado diariamente. Sem um alvo ou data estabelecidas, o campeão interino admite que é difícil se manter motivado. Em entrevista ao podcast ‘MightyCast’, apresentado por Demetrious Johnson, Tom relembrou que, mesmo quando estava lesionado, recebia atualizações sobre quando poderia retomar os treinos e, eventualmente, retornar ao UFC – retorno que o ajudava a se manter ávido no processo de recuperação.

    Já estou quase um ano inativo, sem perspectiva de nada além de esperar. Então agora, na verdade, é um momento um pouco mais complicado para mim, mentalmente, do que era antes (quando me lesionei). Até as pessoas, na época, perguntavam: ‘Você está bem? Como está lidando com a volta?’. Coisas do tipo. Aí eu respondia: ‘Sim, estou. Tenho isso pela frente. O médico disse que já posso fazer isso, ou que em dois meses volto a fazer grappling’. Eu tinha sempre pequenas metas para alcançar. Enquanto agora é tipo: ‘Só esteja pronto e nós te avisaremos’. É difícil mentalmente, essa é a parte complicada. Me manter motivado. É difícil, às vezes”, admitiu Tom.

    Dana e Jones divergem

    Atual dono do título interino até 120 kg, Aspinall aguarda por uma superluta contra Jon Jones, campeão linear dos pesos-pesados. Mas, enquanto Dana White esbanja confiança e garante a realização do confronto sempre que questionado, o americano dá sinais opostos. ‘Bones’ recentemente rebateu críticas dos fãs alegando que já comunicou à alta cúpula do UFC seus planos. Posteriormente, o ‘GOAT’ do MMA foi flagrado em uma filmagem em que supostamente admitia ter encerrado sua carreira. Desta forma, seu futuro como lutador segue como uma grande incógnita.

    Recorde indigesto

    Enquanto aguarda o desfecho de sua novela com Jon Jones, Aspinall recentemente quebrou um recorde que, se pudesse optar, provavelmente não gostaria de alcançar. No início de maio, o peso-pesado se tornou o campeão interino com o reinado mais longo da história do UFC, com 536 dias nesta condição. Tom quebrou a antiga marca de Renan Barão que, entre 2012 e 2014, ficou 535 dias em posse do cinturão interino dos pesos-galos (61 kg).

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  • Tensão entre Ian Garry e Michael Morales esquenta após UFC Vegas 106

    Tensão entre Ian Garry e Michael Morales esquenta após UFC Vegas 106

    A rivalidade entre Ian Machado Garry e Michael Morales ganhou um novo capítulo após os acontecimentos do último fim de semana no UFC Vegas 106. Com uma vitória avassaladora por nocaute sobre Gilbert ‘Durinho’ Burns, o equatoriano de 25 anos não apenas manteve seu cartel invicto — agora com 18 vitórias — como voltou a mirar no irlandês como próximo oponente.

    Garry respondeu com serenidade às declarações do rival, destacando que jamais teve qualquer tipo de contato direto com ele. Durante sua participação no programa ‘The Ariel Helwani Show’, o europeu se disse surpreso com a hostilidade.

    “Se ele tem um problema, que fique com ele. Isso não me incomoda. Eu não acredito que já tenha conhecido ele, trocado uma palavra com ele, nada”, afirmou o peso meio-médio (77 kg).

    Apesar do tom provocativo adotado por Morales, o irlandês demonstrou respeito pelo desempenho do equatoriano diante de Durinho, seu amigo pessoal. Mesmo sem confirmação sobre um eventual duelo, ele reforçou sua disposição em aceitar o confronto, caso o UFC decida promovê-lo.

    “Gilbert é um grande amigo meu, então eu tinha que assistir. Morales fez o que precisava fazer. Ele mostrou o espírito de lutador que tem. Vou lutar com ele em algum momento, porque quando eu for o campeão, vou enfrentar todos os próximos desafiantes”, declarou.

    Rivalidade crescente

    Durante entrevista ao mesmo programa, Morales foi direto ao justificar sua animosidade. Segundo ele, Garry tem demonstrado desrespeito por nomes que admira, como Belal Muhammad e Neil Magny. Além disso, mencionou um suposto incidente ocorrido no Instituto de Performance do UFC envolvendo pessoas próximas como um fator que agravou a tensão.

    Quero bater nele… Não gosto dele. Acho que ele tem sido muito desrespeitoso com lutadores que admiro, como Belal ou [Neil] Magny. Eles não merecem esse desrespeito. Acho que ele fala demais. Uma vez, ele teve problemas no Instituto de Performance do UFC com algumas pessoas que eu conheço. Quando soube disso, fui procurar saber o que ele estava fazendo, mas ele não estava lá. Depois disso, só quero finalizá-lo com um estrangulamento”, disparou o invicto sul-americano.

    Apesar da troca de farpas, ainda não há nenhuma confirmação oficial por parte do Ultimate sobre um eventual duelo entre os dois atletas. Vale lembrar, no entanto, que Garry — atual sexto colocado no ranking da categoria — foi o reserva da luta entre Belal Muhammad e Jack Della Maddalena, vencida pelo australiano e o consagrando como novo campeão da divisão, o que o posiciona como potencial próximo desafiante ao cinturão.

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