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  • Natan Schulte conquista bicampeonato do PFL e leva R$ 4 milhões; Kayla Harrison derrota brasileira

    Natan Schulte conquista bicampeonato do PFL e leva R$ 4 milhões; Kayla Harrison derrota brasileira

    Nesta terça-feira (31), o PFL promoveu o último evento do ano e coroou os seis campeões da temporada 2019, que embolsaram um milhão de dólares (cerca de R$ 4 milhões) cada um. Entre eles o brasileiro Natan Schulte, que venceu Loik Radzhabov na decisão unânime dos juízes após cinco rounds de muita ação, sagrando-se bicampeão do torneio peso-leve (70 kg) da organização.  Já Larissa Pacheco acabou superada por Kayla Harrison, duas vezes medalhista de ouro nas Olimpíadas, em luta válida pelo título peso-leve feminino.

    Campeão da temporada 2018, Natan conquistou seu segundo título do PFL, além de mais um prêmio de um milhão de dólares (cerca de R$ 4 milhões). Em um combate movimentado e equilibrado, o catarinense teve bons momentos tanto na trocação quanto no solo e levou a melhor sobre Radzhabov nas papeletas dos jurados. O peso-leve segue invicto na organização com nove vitórias e um empate.

    Na luta principal da noite, Larissa Pacheco acabou derrotada novamente por Kayla Harrison, que conquistou o primeiro título peso-leve feminino da história do PFL e também levou para casa um milhão de dólares. As duas já haviam se enfrentado em maio deste ano, com a americana saindo vitoriosa também por pontos. Com o resultado, a americana – bicampeã olímpica no judô – segue invicta no MMA profissional após sete combates.

    Em duelo válido pelo título meio-médio (77 kg), Ray Cooper III derrotou David Michaud por nocaute técnico no segundo round e levou um milhão de dólares para casa. Já pelo torneio dos pesos-pesados, Ali Isaev foi o vencedor ao nocautear Jared Rosholt no quarto assalto.

    Assim como Natan Schulte, Lance Palmer repetiu o título conquistado em 2018 ao derrotar Alex Gilpin e faturar o torneio peso-pena (66 kg). Já na disputa entre meio-pesados (93 kg), o argentino Emiliano Sordi precisou de dois minutos de luta para nocautear Jordan Johnson e se tornar o campeão da divisão na temporada 2019, além de embolsar o prêmio de um milhão de dólares.

  • Edson Barboza desce de categoria e agora vai atuar no peso-pena, diz site

    Edson Barboza desce de categoria e agora vai atuar no peso-pena, diz site

    Edson Barboza agora vai atuar no peso-pena – Rigel Salazar

    Edson Barboza vai dar um novo rumo na sua carreira no Ultimate. Para 2020, o brasileiro vai deixar para trás a categoria peso-leve (70 kg) e agora atuará no peso-pena (66 kg). A informação foi divulgada pelo site ‘Combate.com’. Ainda não tem previsão de quando será sua estreia na divisão.

    No UFC desde 2010, Edson Barboza atualmente não atravessa um bom momento, com quatro derrotas em suas últimas cinco lutas. Em setembro de 2019, o brasileiro acabou superado por Paul Felder, em um polêmico combate que acabou decidido pelos jurados, de forma dividida.

    Na carreira, Edson Barboza tem 20 vitórias, sendo 14 delas no UFC, e oito derrotas. O último triunfo do atleta tupiniquim aconteceu em dezembro de 2018, quando nocauteou Dan Hooker.

  • Treinador revela que Patricky ‘Pitbull’ lutou final do GP do Rizin com mão quebrada

    Patricky ‘Pitbull’ lutou a final do Grand Prix peso-leve do Rizin com a mão quebrada. A informação foi divulgada pelo treinador de wrestling Eric Albarracin, através da ferramenta stories do ‘Instagram’. Segundo ele, o brasileiro sofreu a lesão durante a luta contra Luiz Gustavo, válida pela semifinal do torneio na última terça-feira (31).

    Apesar de ter precisado de apenas 28 segundos para derrotar Luiz Gustavo, ‘Pitbull’ teria fraturado a mão direita em um dos golpes desferidos. Com a final do GP realizada no mesmo dia, o potiguar subiu novamente ao ringue e apesar da lesão conseguiu completar os três rounds de cinco minutos cada, mas acabou derrotado por Tofiq Musayev na decisão unânime dos juízes. Ainda em sua rede social, Eric Albarracin indicou que Patricky sofreu outra contusão durante a final, desta vez em um músculo da perna.

    “As pessoas não sabem… Patricky quebrou sua mão na primeira luta nas semis e foi para a segunda luta (final) com a mão quebrada. Nós não tiramos a bandagem (entre os combates) para não inchar, então mantivemos as bandagens, e ele lutou com uma mão quebrada e colocou tudo em jogo. Ele deu tudo de si lá”, contou o americano, treinador dos irmãos ‘Pitbull’ e do campeão do UFC Henry Cejudo.

    “Mão quebrada e um músculo separado de seu quadril”, revelou Albarracin em outro vídeo.

    Atleta do Bellator, Patricky foi cedido pela organização americana para competir no Grand Prix de leves do Rizin. O objetivo do potiguar era ganhar o torneio e igualar seu irmão mais novo, Patrício, que é o atual detentor dos cinturões peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do Bellator.

    “Eu achei que nós vencemos. Achei que nós íamos conseguir a vitória, mas nunca deixe isso nas mãos dos juízes. Bom trabalho para Tofiq (Musayev), ele entrou lá e fez o que tinha que fazer para vencer, mas, você sabe, não é o fim, 2019 pode ter acabado, mas não acabou para o nosso destino. Patricky Pitbull vai ser campeão mundial um dia”, declarou Eric Albarracin.

    Assim como Albarracin, Matheus Aquino – empresário de Patricky – confirmou a lesão sofrida por seu atleta ainda na semifinal, em sua conta no ‘Twitter’ (veja abaixo ou clique aqui). Além da provável fratura na mão e ruptura de um músculo na perna, ‘Pitbull’ também contundiu o ombro ao cair do ringue na final contra Musayev, de acordo com seu representante. O potiguar passou por exames iniciais ainda na arena e saberá mais sobre o tratamento das lesões quando retornar ao Brasil.

    “Patricky machucou sua mão direita na primeira luta, provavelmente quebrada. E lesionou seu ombro esquerdo depois de cair do ringue na segunda luta (final)”, escreveu Matheus Aquino, antes de completar.

    “Além disso, um músculo de sua perna direita se separou do osso na segunda luta (…) Patricky sentiu um estalo durante o segundo round (da final) enquanto estava se movimentando, que é quando ele acredita que o músculo se separou do osso. (…) Os exames médicos foram conduzidos na arena. Foi dado a Patricky medicação e foi dito para ele descansar. Quando chegar no Brasil, ele vai procurar mais tratamento”, concluiu o empresário do lutador.

  • Petr Yan detona Cejudo e pede luta com Sterling por “cinturão de verdade”

    Petr Yan detona Cejudo e pede luta com Sterling por “cinturão de verdade”

    Petr Yan acumula seis vitórias seguidas no Ultimate – Rigel Salazar/PXImages

    Petr Yan está disposto a entrar no discurso do “trash talk” para chamar a atenção do UFC e ter uma luta pelo cinturão do peso-galo (61 kg). O russo não tem aliviado e disparou duras críticas ao campeão da divisão Henry Cejudo nas suas últimas declarações.

    Através das suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo), o lutador europeu pediu um duelo contra Aljamain Sterling pelo título da categoria. A explicação para isso é que, segundo ele, Cejudo não está se importando com o cinturão e só quer lutas por dinheiro.

    “Se o palhaço triplo Henry Cejudo estiver à procura de lutas fáceis por ‘dinheiro’, ele pode ir em frente e perseguir seu cinturão de campeões entre os gêneros. Enquanto eu vou lutar com Aljamain Sterling  pelo cinturão de verdade dos galos. #pareocirco”, escreveu Yan, que contou com uma resposta de Sterling, que fez questão de marcar o presidente do Ultimate, Dana White.

    No MMA desde 2013, Petr Yan tem 14 vitórias e apenas uma derrota na carreira. Contratado pelo UFC em 2018, o russo possui seis triunfos. Somente em 2019, o lutador venceu três adversários, foram eles: John Dodson, Jimmie Rivera e Urijah Faber.

  • Dana revela que UFC conversou com Nick Diaz sobre um possível retorno

    Em novembro deste ano, Nick Diaz manifestou o desejo de retornar ao Ultimate para “vingar” a derrota do seu irmão Nate Diaz para Jorge Masvidal, o que colocaria fim a um período de quase cinco anos sem atuar na organização. Agora foi a vez do presidente Dana White comentar esse assunto e não descartar uma volta do americano ao octógono.

    Em entrevista ao site ‘ESPN.com’, o mandatário da franquia revelou que sua equipe iniciou uma série de conversas com o lutador para saber sua real intenção de retornar. Entretanto, Dana se mantém descrente sobre a vontade do americano de competir em alto nível.

    “Bem, eu não (falei com Nick), mas sei que nossos matchmakers falaram. Mas já disse isso antes e direi novamente, não acho que o Nick Diaz queira lutar. Não acho que ele tenha esse amor e paixão por lutar. Acredito que ele tenha uma espécie de amor e ódio pela luta. Tudo o que Nick tem e tem feito é por causa da luta, mas não acho que ele goste de fazer isso”, afirmou o dirigente, emendando.

    “(Essa volta) depende de Nick. Ele sabe se quer ou não lutar. Você precisa estar 100% se vier lutar. Se você vem lutar no UFC, esses caras são os melhores do mundo e querem ser campeões do mundo. Se você não está na mentalidade certa, este não é o lugar para você”, completou.

    Sem lutar há praticamente cinco anos, Nick Diaz esteve envolvido em casos de doping. Em sua última apresentação, contra Anderson Silva, os dois foram foram flagrados em exames antidoping, e a vitória do brasileiro, por decisão dos jurados, foi anulada. O teste positivo do americano foi por uso de maconha e, como era reincidente, chegou a receber uma suspensão de cinco anos. Porém, mais tarde, essa punição caiu para 18 meses.

  • Diego Ferreira promete “pressão” em Pettis: “Seria bom testar o jiu-jitsu dele”

    Diego Ferreira promete “pressão” em Pettis: “Seria bom testar o jiu-jitsu dele”

    Diego Ferreira enfrenta Anthony Pettis em janeiro de 2020 – Fábio Oberlaender

    Em grande fase no Ultimate, com cinco vitórias seguidas, Diego Ferreira terá um teste de fogo pela frente daqui a 17 dias. O brasileiro encara Anthony Pettis, no UFC 246, em Las Vegas (EUA). O ‘Showtime’ é conhecido por um estilo singular de luta, com golpes acrobáticos e inesperados. Ciente disso, o brasileiro sabe o que precisa fazer para sair com mais um triunfo e pretende explorar o considerado “ponto fraco” do oponente.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, o peso-leve (70 kg) adiantou que pretende seguir uma linha de atuação que alguns lutadores fizeram e deu certo contra o americano. Quando é encurralado e colocado sob pressão, acaba sem espaço para poder desferir seus golpes. É dessa maneira que o brasileiro visa anular o jogo do ex-campeão da categoria.

    “Não posso deixar ele correr tanto na grade, de se movimentar. Com a pressão ele para um pouco, mas treinamos do jeito que temos, meus treinadores e parceiros estão bem cientes disso. A pressão vai ser para ele parar de correr muito, é um cara acrobático. Então vou pará-lo. Preciso trabalhar bem essa parte do jiu-jitsu e quero ver como é esse jiu-jistu dele, que é bem afiado. Seria bem bacana. Vi muito ele finalizar, já estive em um evento em que ele finalizou o Melendez, é um cara perigoso. Seria bom testar o jiu-jitsu dele”, afirmou.

    Além do fato de enfrentar um ex-campeão da organização, este combate marcará um feito inédito na carreira do atleta tupiniquim. Vai lutar no dia em que completa 35 anos e já sabe o que precisa fazer para ter seu presente.

    “Já lutei perto do meu aniversário, mas nunca no dia (risos). O presente que espero é sempre dar meu melhor, tudo que tenho para sair com essa vitória. É meu maior presente. É sair na porrada com ele. Penso 24 horas como ele pode me atacar, como ele pode fazer aqueles golpes, mas estou feliz. Mas é muito legal lutar no meu aniversário, em Las Vegas, é um presente bem grande”, disse.

    Apesar da grande fase no Ulltimate, Diego Ferreira ainda não está entre os 15 primeiros do ranking da categoria. No entanto, o brasileiro sabe que uma vitória sobre Pettis pode fazê-lo quebrar essa barreira e se colocar entre os melhores dos leves.

    “Olho como se fosse mais uma luta. Mas claro que é uma boa para eu subir no ranking. Tenho que botar na minha cabeça que toda luta tem sua pressão. Fico bem focado por isso. Mas não ligo para essa questão de mídia, tento focar mais em mim, na parte física e mental antes de tudo”, contou.

    Há mais de cinco anos no UFC, Carlos Diego Ferreira tem um cartel de 16 vitórias e apenas duas derrotas. A sua última apresentação aconteceu em setembro de 2019, quando derrotou Mairbek Taisumov por decisão unânime dos jurados.

  • Patricky ‘Pitbull’ perde final do GP peso-leve do Rizin para atleta do Azerbaijão

    Patricky ‘Pitbull’ perde final do GP peso-leve do Rizin para atleta do Azerbaijão

    Nesta terça-feira (31), o Rizin promoveu seu evento de fim de ano na Saitama Super Arena, no Japão, com disputas de cinturão e a definição do Grand Prix peso-leve (70 kg) da entidade, que contava com a participação dos brasileiros Patricky ‘Pitbull’ e Luiz Gustavo. E na final do GP dos leves, ‘Pitbull’ acabou derrotado por Tofiq Musaev, do Azerbaijão, na decisão unânime dos juízes.

    Nas semifinais, ‘Pitbull’ precisou de apenas 28 segundos para superar Luiz Gustavo via nocaute técnico. Agressivo desde o início, o potiguar mostrou mãos rápidas para levar o compatriota ao solo com golpes potentes e finalizar o serviço com um ‘tiro de meta’, permitido nas regras da organização japonesa. Já Tofiq Musaev derrotou o ex-UFC Jhonny Case na outra semifinal, também por nocaute técnico no primeiro assalto do combate.

    Apesar do favoritismo atribuído ao brasileiro antes da final, Musaev utilizou bem a estratégia montada para sair vitorioso após três rounds nas papeletas dos jurados. O lutador do Azerbaijão combinou bons momentos na trocação com boas quedas, utilizando seu wrestling, para garantir a conquista do GP peso-leve do Rizin.

    Outro brasileiro presente no card do evento desta terça-feira, John ‘Macapá’ Teixeira foi derrotado por Mikuru Asakura. Assim como o veterano ex-UFC CB Dollaway – que driblou a suspensão de dois anos imposta pela USADA (agência antidoping americana) –, e acabou nocauteado pelo campeão Jiri Prochazka, em disputa válida pelo cinturão meio-pesado (93 kg) do Rizin.

    Na luta principal do Rizin FF 20, Manel Kape superou Kai Asakura por nocaute técnico no segundo assalto do combate e se sagrou campeão peso-galo (61 kg) da organização, título que estava vago. Já no co-main event do show, Seo Hee Ham derrotou a então campeã Ayaka Hamasaki na decisão dividida dos juízes para conquistar o cinturão do peso-super-átomo (49 kg).

  • Brad Tavares se machuca e ‘Cara de Sapato’ fica sem rival para o UFC Brasília, diz site

    Brad Tavares se machuca e ‘Cara de Sapato’ fica sem rival para o UFC Brasília, diz site

    Antônio ‘Cara de Sapato’ aguarda a definição de seu próximo rival – Jessica Portasio

    Antônio ‘Cara de Sapato’ não tem mais adversário para encarar no UFC Brasília, marcado para o dia 14 de março, na capital do Brasil. De acordo com o site ‘Combate.com’, Brad Tavares, inicialmente escalado para duelar com o peso-médio (84 kg) brasileiro, lesionou o joelho e foi obrigado a desistir do confronto.

    Segundo informações iniciais, o havaiano teria uma suspeita de rompimento do ligamento cruzado anterior. O Ultimate ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto, mas, com três meses até o evento em Brasília, a organização não deve ter dificuldades para encontrar um substituto para enfrentar o brasileiro.

    Vencedor da terceira edição da versão brasileira do reality show ‘The Ultimate Fighter’, Antônio ‘Cara de Sapato’ compete no UFC desde 2014, onde fez grande parte de sua carreira no MMA profissional. Após engatar cinco triunfos consecutivos, o paraibano soma dois reveses consecutivos em suas duas últimas apresentações no octógono mais famoso do planeta, ambos em 2019. Em maio o peso-médio foi superado por Ian Heinisch e em setembro perdeu para Uriah Hall.

    O UFC Brasília possui alguns combates de destaque confirmados em seu card. Dentre eles, Johnny Walker tentará retomar o caminho das vitórias diante de Nikita Krylov, enquanto Amanda Ribas busca manter a invencibilidade na entidade ao medir forças com Paige VanZant.

  • Dana revela planos de McGregor para 2020: “Quer o cinturão BMF de Masvidal”

    Conor McGrregor já foi campeão dos leves e dos penas do UFC – Diego Ribas

    Conor McGregor vai voltar a pisar no octógono do Ultimate em janeiro de 2020, quando encara Donald Cerrone, no UFC 246, mas já tem traçado em sua cabeça todos seus planos para o ano que vem. Quem adiantou isso foi o presidente da organização, Dana White. De acordo com o dirigente, o irlandês tem como uma das metas ‘roubar’o cinturão BMF (de mais “durão” de todos) conquistado por Jorge Masvidal, em novembro deste ano.

    Em entrevista ao site ‘ESPN.com’, o mandatário disse que o ex-campeão peso-leve (70 kg) e peso-pena (66 kg) planeja fazer três combates em 2020. Além de Donald Cerrone, seu rival no dia 18 de janeiro, a ideia do europeu é encarar Khabib Nurmagomedov, além de Masvidal.

    “Conor quer esse cinturão de Masvidal. Fiz isso só uma vez e, como eu disse, foi divertido. Foi demais. Veremos o que acontece”, disse.

    Dana e McGregor possuem uma boa relação, por isso, o presidente da franquia foi bem claro com o lutador que não aprovava a sua ideia de enfrentar Masvidal. Para o cartola, o irlandês, caso vença Cerrone, devia esperar até ganhar uma disputa de cinturão nos leves.

    “Eu acho que é uma má ideia. Conor fica chateado quando digo que é uma péssima ideia e ele fica tipo: ‘Você acha que não posso derrotar Masvidal?’ Não estou dizendo que você não pode vencer Masvidal. Qualquer um pode derrotar alguém em um determinado dia, mas por quê? Por que ir atrás dessa luta quando você poderia esperar?”, explicou o mandatário.

    Conor McGregor não luta desde outubro de 2018 quando foi derrotado por Khabib Nurmagomedov, em disputa do cinturão dos leves da organização. Antes desde duelo, o irlandês vinha de triunfos sobre Eddie Alvarez e Nate Diaz.

  • Petr Yan dispara contra Cejudo por desafiar José Aldo: “Palhaço Triplo”

    Petr Yan derrotou Urijah Faber em dezembro deste ano – Rigel Salazar/PXImages

    As provocações de Henry Cejudo para José Aldo não agradaram um outro lutador do Ultimate. Petr Yan, que ainda está invicto na organização após seis combates, não está gostando de ver o campeão do peso-galo (61 kg) mirando defender seu título diante do brasileiro. A explicação para essa bronca é o fato do atleta tupiniquim ainda não ter conseguido uma única vitória na divisão para lutar pelo cinturão.

    Em entrevista ao site ‘BJPenn.com’, o russo disparou contra o americano e afirmou ter perdido o respeito pelo campeão por adotar essa postura. Além disso, o lutador pediu para que o UFC interviesse nessa situação por ser um caso contra, ao seu modo de ver, um “merecimento”.

    “Não tenho mais respeito por Henry Cejudo. Ele não quer defender o título contra o postulante número um de verdade e prefere encarar um atleta que ainda não venceu no peso-galo, está com duas derrotas seguidas e longe do seu melhor momento. O UFC não devia apoiar esse tipo de atitude se quiser manter a importância do seu cinturão. Honestamente, isso é ruim para o esporte”, disse, antes de provocar o detentor do título fazendo um trocadilho com o apelido que Cejudo se deu (‘Triplo Campeão’), por conta dos dois cinturões do UFC e do ouro olímpico nos Jogos de 2008.

    “Ele é o ‘Palhaço Triplo’ que vem tentando transformar o nosso esporte em um circo. O Cejudo sabe que sou um péssimo combate para ele, dessa maneira, ele vai evitar me enfrentar. Eu aceito qualquer atleta que mereça me enfrentar. Não importa se vou limpar a categoria antes ou depois de conquistar o título. Só posso garantir que nunca vou pedir para lutar contra alguém que venha de derrota”, completou.

    No MMA profissional desde 2013, Petr Yan tem 14 vitórias e apenas uma derrota na carreira. Contratado pelo UFC em 2018, o russo possui seis triunfos. Somente em 2019, o lutador venceu três adversários, foram eles: John Dodson, Jimmie Rivera, esses por decisão unânime dos jurados, e agora Urijah Faber.