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  • Lawler minimiza ter aceitado luta em cima da hora contra Magny e mira espantar má fase

    Lawler minimiza ter aceitado luta em cima da hora contra Magny e mira espantar má fase

    Em uma sequência de apenas uma vitória nas suas últimas cinco apresentações no Ultimate, Robbie Lawler tem a oportunidade de se recuperar na organização neste sábado (29). O ex-detentor do cinturão dos meio-médios (77 kg) da franquia encara Neil Magny, no UFC Las Vegas 8, na co-luta principal da noite.

    Em media day virtual do evento, realizado na última quarta-feira, Lawler minimizou o fato de ter aceitado esse combate de última hora. O americano entrou no lugar de Geoff Neal, que teve problemas de saúde e não tinha condições de se apresentar.

    “Queria voltar a lutar, mas foi complicado. O UFC me ofereceu essa luta em cima da hora e aceitei. Faz parte. Não luto há algum tempo, então é bom estar de volta. No momento, quero competir”, disse o ex-campeão da categoria, antes de completar que mantém os pés no chão sobre seu futuro na categoria mesmo em caso de triunfo sobre Magny.

    “Um passo de cada vez. Tenho que vencer essa luta e mostrar minhas habilidades para os fãs. Todos na ‘Sanford MMA’ me ajudaram muito e estou animado”, concluiu.

    No MMA profissional desde 2001, Robbie Lawler é conhecido por possuir um estilo agressivo de lutar. Das 28 vitórias que soma na carreira, 20 delas foram por nocaute. Apesar de agora estar em má fase e sem a confiança de outrora, o americano adiantou que não pretende mudar sua maneira de atuar diante de Magny.

    “Sempre luto para frente, com a meta de criar uma guerra e fazer meu adversário entrar nela. É isso que se trata o MMA. Obviamente, os lutadores são técnicos e tento usar a técnica, mas, quando chega a hora, causo alguns estragos”, finalizou.

  • Ngannou rebate Miocic por negar ter interesse de enfrentá-lo e provoca campeão

    Como era de se esperar, Francis Ngannou não parece ter ficado satisfeito com a recente declaração de Stipe Miocic, que negou ter interesse em uma nova luta entre eles. Em sua conta oficial do ‘Twitter’ (veja abaixo ou clique aqui), o camaronês cutucou o campeão peso-pesado do UFC, ao insinuar que o americano estaria fugindo do confronto contra ele.

    Atual primeiro colocado no ranking dos pesados, Ngannou já foi confirmado como próximo desafiante ao cinturão da categoria até mesmo por Dana White, presidente do Ultimate. Ainda assim, em uma recente sessão de perguntas e respostas com seus fãs no ‘Instagram’, o campeão Miocic descartou interesse no duelo contra o camaronês – a quem já venceu em 2018 – e pediu por novos desafios.

    “Essa é a sua maneira de me evitar?”, rebateu Francis.


    Francis Ngannou já teve uma oportunidade de destronar Stipe Miocic e conquistar o título dos pesos-pesados do Ultimate. Em janeiro de 2018, pelo UFC 220, o camaronês acabou derrotado por decisão unânime dos juízes após ser dominado pelo campeão por cinco rounds. Depois de perder novamente na sequência, desta vez para Derrick Lewis, o lutador africano engatou quatro triunfos consecutivos que o reposicionaram como o primeiro da fila por um ‘title shot’ na categoria.

  • Jon Jones dá mais detalhes do motivo de ter abdicado de título dos meio-pesados

    No último dia 17 de agosto, Jon Jones anunciou que estava abdicando do cinturão dos meio-pesados (93 kg) do Ultimate para focar suas atenções na categoria peso-pesado, fato que já vinha flertando há meses. Depois de mais de dez dias de sua decisão, o americano deu mais detalhes do motivo que o fez tomar essa atitude.

    Através de suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo), ‘Bones’ afirmou que deixou o título da divisão vago porque sabia que ainda precisaria de alguns meses para se adaptar na divisão mais pesada do UFC. Por isso, não queria deixar a categoria parada por muito tempo ou com disputas por postos de campeões interinos.

    “Desocupei o título dos meio-pesados ​​porque sabia que meus objetivos nos pesados ​​demorariam um pouco. Eu não iria jogar com os adversários e fazer as pessoas lutarem pelos cinturões interinos. Há pouco descanso no trono”, escreveu.

    Com a decisão de subir para os pesados, Jon Jones já recebeu a notícia que em sua primeira luta será pelo cinturão da divisão, possivelmente contra o vencedor do combate entre Stipe Miocic e Francis Ngannou, favorito para acontecer na sequência. Quem adiantou essa situação foi Dana White, presidente do Ultimate.

    Jon Jones não luta desde fevereiro desse ano, na luta principal do UFC 247, quando superou Dominick Reyes por pontos, em decisão dos juízes, para manter o título dos meio-pesados. Desde então, o americano já cogitava com a possibilidade de subir de categoria, mas a negociação esbarrava na questão financeira. No entanto, ao que tudo indica, agora não vai ter mais empecilhos para ‘Bones’ atuar nos pesados.

  • Miocic descarta interesse em luta contra Ngannou e pede novo desafio: “Adoraria lutar boxe”

    Miocic descarta interesse em luta contra Ngannou e pede novo desafio: “Adoraria lutar boxe”

    Mesmo com a confirmação por parte de Dana White – presidente do UFC – de que Francis Ngannou será o próximo desafiante ao cinturão dos pesos-pesados, Stipe Miocic, atual campeão da categoria, não parece convencido de que esse será o seu próximo compromisso. Em uma sessão de perguntas e respostas com os fãs na ferramenta stories do ‘Instagram’, o americano descartou interesse em enfrentar novamente o camaronês, a quem já superou em 2018, e ainda revelou o desejo de se testar no boxe.

    Os pesos-pesados mediram forças há dois anos, no UFC 220, e o campeão saiu vitorioso na decisão unânime dos juízes após dominar o rival por cinco rounds. Depois de perder mais uma em seguida, desta vez para Derrick Lewis, em uma fraca atuação, Ngannou se recompôs e engatou uma expressiva sequência de vitórias, na qual nocauteou quatro renomados lutadores da categoria, entre eles dois ex-campeões, Cain Velasquez e Júnior ‘Cigano’. Mas, ao que tudo indica, a boa fase do africano não parece empolgar Miocic a ponto de conceder uma revanche a ele.

    “Francis não é tão empolgante para mim, já dei uma aula de 25 minutos sobre como vencê-lo. Quero um desafio novo! Adoraria lutar boxe”, declarou Stipe Miocic.

    Recentemente, Stipe Miocic superou Daniel Cormier por pontos, desempatando o placar a seu favor e encerrando a trilogia diante do rival com o cinturão dos pesos-pesados ainda sob sua posse. Desde então, Dana White tem confirmado o nome de Francis Ngannou como o próximo da fila a tentar destronar o campeão.

  • De olho no sucesso das compatriotas, Polyana Viana promete “virar o jogo” neste sábado

    De olho no sucesso das compatriotas, Polyana Viana promete “virar o jogo” neste sábado

    Após chegar ao UFC credenciada por um cartel de nove vitórias e apenas uma derrota, além do título peso-palha (52 kg) do ‘Jungle Fight’, Polyana Viana estreou na liga com vitória em ‘casa’, na edição realizada no Pará, estado natal da lutadora. No entanto, os três reveses sofridos por ela na sequência serviram para ligar o sinal de alerta e diminuir a expectativa criada pelo público.

    Agora a paraense busca virar o jogo e se juntar à onda de sucesso ‘surfada’ por suas compatriotas na entidade, como Amanda Nunes, campeã peso-galo (61 kg) e peso-pena (66 kg), Jennifer Maia, próxima desafiante ao cinturão peso-mosca (57 kg), e jovens promessas, como Amanda Ribas, velha conhecida de Polyana, única atleta a superar a lutadora mineira. Para isso, uma vitória sobre Emily Whitmire neste sábado (29), pelo card preliminar do UFC Las Vegas, é fundamental, e a ‘Dama de Ferro’ promete provar que pode acompanhar o bom momento do MMA feminino brasileiro.

    “Bate realmente uma ansiedade quando eu vejo tudo isso acontecendo com as meninas. A Amanda (Nunes) com dois cinturões, a Amandinha (Ribas) bem, a Jennifer que já vai disputar o cinturão também. Realmente bate uma ansiedade para virar esse jogo, e mostrar que eu sou muito mais do que o que o pessoal estava vendo. E eu vou mostrar isso nessa luta, com certeza”, prometeu Polyana, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight.

    A confiança demonstrada pela lutadora na mudança de cenário se explica pela presença da família por perto, especialmente seu filho. Se antes a distância dos entes queridos incomodava e atrapalhava sua rotina de treinos e, consequentemente, seu desempenho nos combates, agora, com todos morando juntos no Rio de Janeiro (RJ), a paraense aposta que retornará à coluna de vitórias e voltará a viver o bom momento que a fez chegar ao UFC.

    “Com certeza o problema era eu. Acho que a distância da família… Eu deixei muitos problemas pessoais atrapalharem a minha vida profissional. Coisas que não eram para ter acontecido aconteceram. Eu acho que foi isso. Eu estou me sentindo uma pessoa completamente diferente depois que a minha família veio morar comigo. Depois que eu consegui focar totalmente nos meus treinos, eu estou me sentindo outra pessoa”, contou a paraense, antes de continuar.

    “Eu sou mãe e eu sou pai. E quando eu vim para o Rio (de Janeiro), eu nunca tinha ficado longe do meu filho. E aí foi muito difícil ficar no Rio de Janeiro na época. Eu não sei o quanto um pai deve sentir a falta de um filho, mas eu sentia muito. Eu estava no Rio sozinha, sabendo que ele estava lá com a minha mãe. Eu sentia muita falta”, finalizou.

    No MMA profissional desde 2013, Polyana Viana soma dez vitórias, todas por finalização ou nocaute, e quatro derrotas em sua carreira até o momento. Oriunda do reality show ‘The Ultimate Fighter’, Emily Whitmire, sua adversária neste sábado, possui quatro triunfos e três reveses no cartel. O confronto entre as atletas aconteceria em março deste ano, no UFC 248, mas, após falhar na balança, a americana acabou sendo hospitalizada em razão do desgaste no corte de peso e o duelo foi cancelado de última hora, sendo remarcado posteriormente.

  • Werdum valoriza “chuva de propostas”, prega cautela sobre futuro e alerta Fedor

    Werdum valoriza “chuva de propostas”, prega cautela sobre futuro e alerta Fedor

    No último dia 25 de julho, Fabrício Werdum se despediu oficialmente do UFC ao finalizar Alexander Gustafsson no primeiro round do evento realizado na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU). Livre no mercado por não possuir mais contrato com o Ultimate, o peso-pesado agora convive com propostas de diversas organizações que querem contratá-lo.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o ‘Vai Cavalo’ comemorou a maneira como terminou sua história no UFC e analisou a importância da vitória para valorizar ‘seu passe’ no mercado. O brasileiro adiantou que tem recebido muitas sondagens, mas destacou que não tem pressa para definir seu futuro.

    “É legal ter esse tempo livre, chove propostas. Têm eventos menores que querem te contratar, mas não chegam na questão financeira, que é importante também. Estou a fim de fazer superlutas. Talvez faça apresentações no telecatch. Tem tudo, grappling, jiu-jitsu… Me sinto bem depois de uma grande vitória sobre o Gustafsson. Saí pela porta da frente do UFC. Estou muito feliz”, explicou o lutador de 43 anos.

    Apesar de ainda não ter decidido qual rumo tomar em sua carreira, a possibilidade de encarar novamente Fedor Emelianenko tem chamado a atenção de Werdum. Atualmente, o russo está no Bellator e adiantou que gostaria de uma revanche, pois no primeiro embate entre eles, em 2010, foi finalizado pelo brasileiro. Com a aprovação do russo, o gaúcho não perdeu a chance de alertar seu possível rival caso esse duelo saia do papel.

    “É sempre muito respeito pelo Fedor. Ele é o melhor de todos os tempos ainda. O Miocic é o melhor do mundo no momento, por ser campeão do UFC, mas não é o melhor de todos os tempos. Uma revanche com o Fedor seria excelente, gostaria muito, mas depende da negociação. Tenho carinho grande pelo Scott Coker, um cara que me deu muita atenção quando passei pelo Strikeforce. Eu o considero muito, me ajudou bastante e nunca vou me esquecer disso. Essa luta contra o Fedor todo mundo quer ver. Não sei onde seria, se nos Estados Unidos ou Rússia. Seria para ficar para a história. A primeira já ficou e imagina a segunda, depois de dez anos? Ia ser muito legal. Mas com todo respeito a ele, na hora da luta eu me vejo ganhando de novo”, afirmou o atleta.

    Com a saída do UFC e há 18 anos no MMA profissional, Werdum viu seus fãs apontarem para uma despedida da modalidade. No entanto, a ideia de pendurar as luvas, por ora, foi rechaçada pelo lutador, que afirmou que ainda se sente em condições de lutar em alto rendimento contra os melhores por mais dois anos.

    “Pretendo lutar mais. Eu me sinto bem ainda, nunca quebrei um osso no meu corpo, acredita? Estou com 43 anos com a cabeça de 28, jovem e bonito (risos). Claro que já pensei em parar, mas não quero me aposentar e voltar depois. Não quero. Quando for para parar, eu paro de vez. Quero lutar mais dois anos, porque sei que tenho lenha para queimar. Pude mostrar isso na minha última luta. Bem treinado, pode vir qualquer um. Treinado, bem fisicamente e mentalmente, é difícil me ganhar. Não quero se prepotente, nem soberbo. Mas pode botar qualquer peso-pesado que eu finalizo”, completou.

  • Peso-pesado do UFC passa por susto ao lado do filho em acidente de quadriciclo; veja

    Peso-pesado do UFC passa por susto ao lado do filho em acidente de quadriciclo; veja

    Acostumado a compartilhar ‘memes’  e conteúdos engraçados em sua conta do ‘Instagram’, Derrick Lewis publicou nesta quinta-feira (27) o vídeo de um susto pelo qual passou ao lado de seus dois filhos. Nas imagens divulgadas pelo peso-pesado do UFC, captadas através da câmera de segurança do lado de fora de sua casa, é possível ver o lutador escapando de um potencial grave acidente de quadriciclo, acompanhado por um de seus herdeiros (veja abaixo ou clique aqui).

    Nas filmagens, Derrick aparece na entrada de sua garagem, em cima do quadriciclo, enquanto é observado pelos filhos. Em um determinado momento, o lutador coloca um dos meninos na sua frente e a mão da criança parece acelerar o veículo, que passa raspando à parede da casa, por cima de um canteiro de plantas, o destruindo. Por sorte, aparentemente, nenhum dos dois se machucou.

    “Nós estamos bem”, escreveu Derrick Lewis na legenda do vídeo publicado.

    Atual quinto colocado no ranking peso-pesado do UFC, Derrick Lewis tem luta marcada contra Curtis Blaydes, número dois na classificação da categoria, para o dia 28 de novembro, em evento ainda sem sede confirmada pelo Ultimate. Em boa fase, o americano soma três vitórias consecutivas no octógono mais famoso do mundo.

     

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    We’re OK 🤦🏿‍♂️🤦🏿‍♂️🤦🏿‍♂️

    Uma publicação compartilhada por Derrick Lewis (@thebeastufc) em

  • Anderson Silva explica sua vontade de enfrentar Conor McGregor no UFC

    Anderson Silva explica sua vontade de enfrentar Conor McGregor no UFC

    De 2006 a 2013, Anderson Silva teve uma carreira impecável no Ultimate e foi dominante na categoria peso-médio (84 kg), na qual defendeu o cinturão por dez vezes consecutivas. Com o status de ser apontado como um dos maiores lutadores de todos os tempos no MMA, o brasileiro exaltou um companheiro de modalidade e o elegeu como o melhor da atualidade. Trata-se de Conor McGregor.

    Os elogios de Anderson para o ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do Ultimate têm explicação. Antes de assinar contrato para o duelo contra Uriah Hall, no dia 31 de outubro e que, de acordo com ‘Spider’, deve ser o último de sua carreira, muito foi especulado sobre um combate entre o brasileiro e o irlandês. Questionado sobre como seria enfrentar o europeu, Spider só citou fatores positivos.

    “Nós dois somos strikers e acho que seria um desafio interessante para mim. Um desafio em todas as artes marciais em que treinei na minha vida. Conor é muito atlético, técnico e um bom striker. Na minha cabeça eu fico pensando: ‘Todo mundo que luta contra o Conor não nota que ele é o melhor nesse esporte e aí tentam fazer algo melhor que ele, mas isso não vai acontecer, ele é muito inteligente’. Ele tem um tempo diferente de todo mundo dentro do octógono. Especialmente se ele enfrenta strikers. Claro, na luta contra o Khabib foi completamente diferente. Khabib é ‘a besta’. Mas quando você fala de strikers, essa é uma luta boa para os fãs”, disse o ex-campeão dos médios em entrevista para a ESPN americana.

    Anderson Silva não luta desde maio de 2019, quando foi superado por Jared Cannonier, em edição realizada no Rio de Janeiro. Ainda esse ano, o brasileiro fez uma operação no joelho para poder voltar 100% ao Ultimate. No MMA profissional desde 1998, ‘Spider’ possui 34 vitórias, dez derrotas e um ‘No Contest’ (luta sem resultado).

  • Colby Covington polemiza e dispara contra boicote de jogadores da NBA

    Colby Covington polemiza e dispara contra boicote de jogadores da NBA

    Na última quarta-feira (26), os jogadores profissionais da NBA, liga de basquete americana, não entraram em quadra para suas partidas dos playoffs como forma de protesto contra a violência policial contra a população negra nos EUA. De olho neste caso, Colby Covington tratou de polemizar a atitude.

    O ex-campeão interino dos meio-médios (77 kg) do UFC, que é grande defensor de Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos, criticou, através de suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo), a postura dos jogadores da NBA e da MLB (liga profissional de beisebol americana). O lutador disparou contra os atletas e pediu para eles tomarem atitudes de “verdade”, como abdicar de seus salários milionários para trabalharem como polícias.

    “Uau, você adiou seus jogos?! Quer provar que vocês realmente querem mudar? Abandonem seus empregos multimilionários e suas vidas privilegiadas jogando um jogo infantil, aceitem um grande corte de pagamento e executem o trabalho mais difícil da América. Tornem-se policiais!!!!”, escreveu o americano, citando a NBA, MLB e o astro do time de basquete Los Angeles Lakers, LeBron James em sua publicação.

    Colby Covington vai voltar a pisar no octógono mais famoso do mundo na luta principal da edição marcada para o dia 19 de setembro, em duelo contra Tyron Woodley, em Las Vegas (EUA). O americano não atua desde dezembro de 2019, quando foi derrotado pelo campeão Kamaru Usman, na disputa de cinturão do peso-meio-médio, no UFC 245.

  • Ronaldo ‘Jacaré’ analisa ‘Borrachinha’ vs Adesanya e vê favoritismo do nigeriano

    Ronaldo ‘Jacaré’ analisa ‘Borrachinha’ vs Adesanya e vê favoritismo do nigeriano

    Após uma passagem relâmpago pelos meio-pesados (93 kg), Ronaldo Jacaré está de volta ao peso-médio (84 kg), sua categoria de origem. Enquanto aguarda a definição de seu próximo compromisso – depois de ter sua luta contra Uriah Hall, em maio deste ano, cancelada de última hora por testar positivo para COVID-19 -, o brasileiro segue atento à movimentação no topo da divisão até 84 kg do Ultimate.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui), o faixa-preta de jiu-jitsu analisou a próxima disputa de título da categoria, entre o campeão Israel Adesanya e o desafiante Paulo ‘Borrachinha’, marcada para acontecer no dia 26 de setembro, pelo UFC 253. Ainda que esteja na torcida pelo compatriota, ‘Jacaré’ admitiu que o nigeriano é o favorito para o confronto, e alertou sobre a importância em cima da defesa do mineiro, especialmente contra os golpes retos do rival.

    “É uma divisão bastante complicada. Só tem lutador casca-grossa. Agora tem o brasileiro ‘Borrachinha’ que vai lutar pelo cinturão e a gente está na torcida por ele. Espero que ele chegue lá, faça um bom trabalho e traga esse cinturão para nós. Eu, sinceramente, acho que o Adesanya tem o favoritismo dessa luta. Estou falando da minha visão como espectador que está de fora, não estou dizendo que ele vai ganhar ou que vai perder”, comentou ‘Jacaré’, antes de completar.

    “O Adesanya tem o favoritismo, é melhor em pé e eu acho que ele vai querer machucar o brasileiro com golpes retos. E vai tentar controlar a distância. Por outro lado, tem o Borrachinha que pode fazer um bom trabalho, um bom jogo, usar a potência que ele tem nas mãos e vencer essa luta. Quando eu vi a luta do Borrachinha com o (Uriah) Hall, ele foi bastante atingido e eu acho que se o Adesanya atingi-lo daquele jeito pode dar ruim”, analisou o veterano.

    Depois de alternar vitórias e derrotas em seus últimos compromissos, Ronaldo ‘Jacaré’ decidiu se testar nos meio-pesados, mas acabou superado por Jan Blachowicz em decisão dividida dos juízes no UFC São Paulo, realizado em novembro do ano passado. De volta ao peso-médio, o faixa-preta enfrentaria Uriah Hall em maio deste ano, mas foi retirado do card do evento após testar positivo para COVID-19. Agora, recuperado da doença, o brasileiro aguarda uma definição sobre seu futuro, enquanto se recupera de uma lesão no ombro em Las Vegas (EUA), no UFC PI (Instituto de Performance do UFC).