Blog

  • Aos 55 anos, Hall da Fama do UFC desafia campeão Francis Ngannou

    Aos 55 anos, Hall da Fama do UFC desafia campeão Francis Ngannou

    O boxe pode não ser o único esporte a ver o retorno de grandes lendas à atividade, como tem ocorrido recentemente. Membro do Hall da Fama do UFC, o americano Don Frye revelou – em entrevista ao podcast ‘The Joe Rogan Experience’ – ter interesse em uma possível volta ao MMA, e apontou, inclusive, um adversário de sua preferência caso seu desejo se concretize.

    Sem titubear, o veterano citou o camaronês Francis Ngannou, campeão peso-pesado do Ultimate e um dos lutadores com maior poder de nocaute na atualidade, como o oponente ideal para sua hipotética volta aos octógonos. A declaração pegou o apresentador do podcast, e comentarista oficial do UFC, de surpresa.

    Aparentemente entretido pela situação, Joe Rogan ainda questionou se Frye não considerava enfrentar um atleta de idade similar a dele, apenas para ser rebatido pelo veterano, que negou ter interesse em um confronto dessas características. Aos 55 anos, Don Frye não luta desde 2011, quando foi nocauteado por Ruben Villareal, no evento ‘Gladiator Challenge: Mega Stars’.

    “Eu quero fazer um retorno. Com certeza. Eu adoraria lutar com (Francis) Ngannou. Ele é incrível”, disparou Frye, antes de ser questionado por Rogan se não seria melhor lutar com alguém de sua idade.

    “Por que? Eles não têm o cinturão, tem?”, finalizou o veterano.

    Ativo no MMA profissional entre os anos de 1996 e 2011, Don Frye acumulou um cartel de 20 vitórias, nove derrotas, um empate e um ‘no contest’ (sem resultado). Com passagens de destaque pelos dois maiores eventos de sua época, Pride e UFC, o americano tem como maiores conquistas da carreira os títulos dos torneios do UFC 8 e do Ultimate Ultimate 96. O veterano foi introduzido ao Hall da Fama do UFC em 2016.

  • Dana White revela planos para realizar evento no continente africano

    Dana White revela planos para realizar evento no continente africano

    Empolgados com sucesso dos lutadores africanos no Ultimate, os promotores do evento pensam em fazer um alto investimento no continente nos próximos anos. Quem deu mais detalhes dos planos do UFC foi Dana White, presidente da liga.

    Em entrevista ao site ‘Brobible’, o mandatário da franquia revelou que a ideia inicial é construir um Instituto de Performance, assim como existe em Las Vegas (EUA) e Xangai (CHIN), no continente africano para revelar novos talentos na modalidade. Além disso, o cartola admitiu a chance do Ultimate enfim realizar um evento na região.

    “Acreditamos que esse negócio seria grande globalmente, que poderíamos criar talentos de todo o mundo. Sabe o que faz sentido agora? A África. Ela está chegando e vou construir um ‘PI’ (Instituto de Performance) lá”, disse o presidente, emendando.

    “Sempre que você encontrar um lugar onde as pessoas crescem em tempos difíceis, você encontrará talentos incríveis, não só lutadores, mas atletas de todos os tipos. A questão é quais recursos eles têm para criar e aprender. Vou construir um ‘PI’ lá, e vou te contar, você vai ver alguns caras maus saindo da África nos próximos cinco ou seis anos. Estamos preparando (um evento) lá em 2022”, completou o dirigente.

    O continente africano conta atualmente com três campeões na organização. Os nigerianos Kamaru Usman e Israel Adesanya detém os cinturões dos meio-médio (77 kg) e peso-médio (84 kg), respectivamente, além de Francis Ngannou, natural de Camarões, que é o rei do peso-pesado do Ultimate.

  • Claressa Shields retorna ao cage do PFL no dia 27 de agosto

    Claressa Shields retorna ao cage do PFL no dia 27 de agosto

    Depois de fazer sua estreia no MMA com vitória por nocaute, Claressa Shields já tem próximo compromisso no PFL. A bicampeã olímpica no boxe vai se apresentar novamente no cage da organização no dia 27 de agosto, mas ainda não tem rival confirmada. A informação foi divulgada por jornalista Ariel Helwani, do canal ‘BT Sport’.

    A primeira luta da pugilista nas artes marciais mistas aconteceu no dia 10 de junho, no PFL 4, evento que foi realizado em New Jersey (EUA). No show, a americana venceu Brittney Elkin por nocaute no terceiro round, após passar por momentos delicados na luta, principalmente na parte agarrada.

    Apesar do PFL ser realizado em formato de torneio, Claressa Shields não está participando do GP do peso-leve (70 kg). Como está iniciando sua trajetória no esporte, a lutadora fará apenas lutas avulsas para se acostumar com a modalidade até estar pronta para competir com as demais atletas da divisão.

    O card de 27 de agosto sediará as semifinais dos torneios peso-pesado e peso-leve feminino do PFL. Os integrantes desta fase ainda vão ser definidos no evento que está programado para acontecer no dia 25 de junho, que será encabeçado pela luta entre a Kayla Harrison, atual campeã da até 70 kg, e Cindy Dandois

  • Bethe Correia encara Karol Rosa no dia 2 de outubro em sua despedida do UFC

    Bethe Correia encara Karol Rosa no dia 2 de outubro em sua despedida do UFC

    Ex-desafiante ao cinturão peso-galo (61 kg) do UFC, Bethe ‘Pitbull’ Correia vai encarar a compatriota Karol Rosa no próximo dia 2 de outubro, em evento do Ultimate ainda sem sede definida. A informação foi divulgada inicialmente pelo site ‘Combate.com’ e confirmada pela lutadora da equipe ‘PRVT’ em sua página oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui).

    O duelo verde-amarelo representa um verdadeiro confronto de gerações. Por um lado, a veterana Bethe Correia, de 38 anos, provavelmente fará sua despedida dos octógonos nesta luta, encerrando uma carreira de quase uma década, em grande parte construída dentro do UFC. Pela entidade, a paraibana chegou a disputar o título peso-galo, diante da americana Ronda Rousey, em 2015, mas acabou superada pela então campeã.

    Já Karol Rosa, de 26 anos, ainda dá seus primeiros passos na principal liga de MMA do planeta. Com três vitórias consecutivas desde sua estreia no Ultimate, em agosto de 2019, a jovem promessa da ‘PRVT’ já garantiu uma vaga no ranking peso-galo da organização e, com um novo triunfo, pode dar mais um passo rumo ao topo da divisão.

    Curiosamente, ambas as lutadoras tiveram compromissos recentes cancelados por conta de lesões. A veterana deveria ter feito sua última luta antes da aposentadoria em em janeiro deste ano, diante de Wu Yanan, porém uma cirurgia de emergência após sofrer uma crise de apendicite fez com que o combate fosse cancelado. Por sua vez, Karol estava escalada para encarar Sijara Eubanks no evento do último dia 12 de junho, mas em função de uma lesão no olho, sofrida nos treinamentos, precisou se retirar da peleja.

  • Demian reforça desejo de fazer mais uma luta no UFC e cita Nate e Cerrone como alvos

    Demian reforça desejo de fazer mais uma luta no UFC e cita Nate e Cerrone como alvos

    No último dia 12 de junho, Demian Maia fez a última luta prevista no seu contrato com o Ultimate, quando foi derrotado por Belal Muhammad, no UFC 263, no Arizona (EUA). Apesar de não ter mais vínculo com a organização, o brasileiro não desistiu de tentar fazer mais uma apresentação dentro do octógono mais famoso do mundo. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui ou veja acima), o faixa-preta de jiu-jitsu revelou sua ideia de despedida da franquia e não deixou de analisar sua última performance.

    Quando Demian Maia pisa no octógono, a expectativa de todos é que o lutador consiga impor seu jiu-jitsu. No entanto, no confronto diante de Muhammad o competidor não colocou em prática sua arte, principalmente por conta da boa defesa de queda do rival. Questionado sobre o motivo de não ter se sobressaído ao rival, o paulista foi sincero.

    “Eu fiquei muito frustrado, porque parecia aquele dia que não era para ser. Aquele single (leg) que gosto, com aquela habilidade técnica, afinação e não conseguia. Ele defendeu bem, teve seu mérito. Faltou afinação técnica. Ele tem um bom gás, mas eu também estava. Foi detalhe. O maior erro da luta que eu não costumo fazer é deixar ele levantar ali no começo da luta, quando coloquei para baixo. Se o single tivesse mais afinado seria diferente”, afirmou o lutador, que por conta da pandemia, não pode fazer parte de seu camp, principalmente na parte de wrestling, nos Estados Unidos.

    Passada a frustração pelo desempenho e resultado de sua última atuação, Demian não deixou de reforçar o desejo de fazer mais uma apresentação pelo Ultimate e, inclusive, enviou mensagem para Dana White, presidente do UFC, ratificando sua vontade. Mas contra quem o lutador gostaria de dividir o octógono pela última vez? Ele não teve dúvidas em apontar duas grandes estrelas da franquia.

    “Tenho interesse (em continuar). Eu gostaria de fazer mais uma luta, já tinha falado isso antes. Tive uma surpresa com o desafio do Nate Diaz após a luta dele, é uma luta que me interessa muito, a outra seria contra o (Donald) Cerrone, que também está para encerrar a carreira. Depende do UFC querer, se o Nate vai querer mesmo. Se o Nate quiser, eles fazem, porque ele é um cara vende bastante. Depende no fim das contas do Dana. Depois da minha luta mandei uma mensagem para o Dana falando do meu desejo de enfrentar o Cerrone, também agradecendo por tudo que passei na organização. (Mas) ainda não tive resposta (risos)”, contou, antes de destacar a razão de querer fazer mais uma luta na liga.

    “Essa última luta do contrato foi um anticlímax muito grande para mim. Ele é duríssimo, ótimo atleta, mas por ter jogado defensivo, eu queria luar mais, mostrar que estava preparado, evoluído e ficou aquele anticlímax. Uma luta com o Nate ou Cerrone a gente ia sair na porrada mesmo independente do que acontecesse e mataria essa vontade”, completou o faixa-preta de jiu-jitsu de 43 anos.

    Considerado por muitos como o principal representante do jiu-jitsu no MMA de sua geração, Demian Maia construiu uma longa carreira no esporte, que se estende desde o início dos anos 2000, grande parte dela feita dentro do octógono do Ultimate. Pelo UFC, o faixa-preta venceu 22 combates, alguns contra grandes nomes da modalidade, como Jorge Masvidal, Carlos Condit, Chael Sonnen, Ben Askren, entre outros.

  • Recuperada da COVID-19, Amanda Ribas desafia Yan Xiaonan: “Seria uma ótima luta”

    Recuperada da COVID-19, Amanda Ribas desafia Yan Xiaonan: “Seria uma ótima luta”

    Após ter seu último compromisso pelo UFC cancelado de última hora, por ter testado positivo para COVID-19, Amanda Ribas parece já estar recuperada e pronta para a voltar aos octógonos. Na última quarta-feira (23), a peso-palha (52 kg) utilizou sua conta oficial no ‘Twitter’ para desafiar, de forma respeitosa, a chinesa Yan Xiaonan (veja abaixo ou clique aqui).

    A mineira não luta desde janeiro deste ano, quando viu sua invencibilidade no Ultimate ser quebrada pela compatriota Marina Rodriguez. A lutadora voltaria à ação no dia 8 de maio, em confronto contra a americana Angela Hill, mas testou positivo para COVID-19 na véspera do evento e precisou ser retirada do duelo.

    Assim como a brasileira, Yan Xiaonan também sofreu sua primeira derrota no UFC em sua última luta. Depois de iniciar sua trajetória na organização com seis vitórias consecutivas, a chinesa acabou superada pela ex-campeã Carla Esparza, em maio deste ano.

    “Hey, Yan Xiaonan! Como você está? Eu estava pensando… Quase todas as lutadoras da nossa divisão tem uma luta marcada. Que tal marcar a nossa também? Eu acho que seria uma ótima luta”, propôs Amanda.

    Aos 27 anos, Amanda Ribas soma dez vitórias e duas derrotas em seu cartel profissional no MMA. Por sua vez, Yan Xiaonan possui 13 triunfos, dois reveses e um ‘no contest’ (sem resultado) na carreira.

  • Gane se diz empolgado com duelo contra Volkov: “Maior desafio da minha carreira”

    Gane se diz empolgado com duelo contra Volkov: “Maior desafio da minha carreira”

    Em franca ascensão no Ultimate, Ciryl Gane mede forças com Alexander Volkov, pela luta principal do UFC Vegas 30. Apesar de já somar cinco vitórias no octógono mais famoso do mundo, sendo as duas mais recentes sobre os perigosos Júnior ‘Cigano’ e Jairzinho Rozenstruik, o peso-pesado francês espera ter pela frente, neste sábado (26), o maior desafio de sua carreira até o momento.

    Em conversa com os jornalistas durante o media day do UFC Vegas 30, Gane exaltou a oportunidade de enfrentar Volkov, a quem fez questão de elogiar. Empolgado, o peso-pesado ainda indicou que pode apresentar novas armas no duelo de sábado, provando, assim, seu crescimento na modalidade na qual compete profissionalmente há menos de três anos.

    “Essa é uma grande oportunidade porque, para mim, eu acho que esse é o maior desafio que eu já tive na minha carreira. Volkov, para mim, é um dos melhores da divisão. Quanto maior o desafio, mais empolgado eu fico. Porque eu sou novo no MMA. Quero provar porque eu realmente não me conheço. Eu quero um desafio e talvez essa luta vai provar uma nova versão de mim mesmo, e talvez eu vá mostrar algo novo”, insinuou Gane.

    Ex-kickboxer, Ciryl Gane migrou para o MMA profissional em 2018 e desde então disputou oito combates, vencendo todos, cinco deles já como atleta do UFC. Atualmente, o francês ocupa a terceira posição no ranking dos pesos-pesados e uma nova vitória neste sábado pode aproximá-lo ainda mais de uma futura disputa pelo título da categoria, que se encontra sob posse do camaronês Francis Ngannou.

  • Após visita à academia, Weidman reforça confiança em volta ao MMA em alto nível

    Após visita à academia, Weidman reforça confiança em volta ao MMA em alto nível

    Chris Weidman segue a sua batalha diária para se recuperar da fratura de sua perna, que aconteceu em abril deste ano, em confronto diante de Uriah Hall. Depois de passar por um procedimento cirúrgico e já ter dado alguns passos sem as muletas, o americano agora retornou para a academia. Mas calma, ainda não foi para treinar sem restrições.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, o ex-campeão do peso-médio (84 kg) do Ultimate revelou como foi retornar para a academia e rever seus companheiros. Empolgado por estar de volta em seu ambiente de trabalho, Weidman até ensaiou algumas atividades com seus parceiros de time e se mostrou contente com o resultado.

    “Acordei me sentindo bem um dia e fui para a academia. Pensei em fazer um treino, bater em um saco, deitar, colocar minha perna para cima, apenas para me sentir bem na academia, ver os caras e cheirar as esteiras sujas de novo, o que eu adoro. Então, eu cheguei lá e alguns caras com quem eu treino estavam fazendo (treinamentos de) kickboxing e eu pensei que aquele saco não era tão divertido e disse: ‘Venham aqui.’. Começamos a fazer alguns exercícios como um circuito com flexões e exercícios abdominais. Provavelmente demorou cerca de uma hora e fiquei de pé o tempo todo, o que é uma loucura. Acho que estou ficando cada vez melhor”, explicou.

    Entretanto, embora tenha revelado a animação por voltar à academia, Weidman manteve os pés no chão sobre seu retorno às competições. O ‘All American’ admitiu que sabe que precisa passar por muitos meses de recuperação até estar apto para atuar, mas demonstrou confiança que pode voltar a competir em alto rendimento novamente.

    “Preciso superar muita coisa e tenho certeza de que haverá alguns contratempos, mas estou preparado para isso. Nada vai me quebrar. Vou seguir em frente. Se no final do dia eu estiver na academia e não puder fazer mais nada do que costumava fazer, não volto a lutar. (…) (Mas) se achar que posso ser o melhor do mundo e posso fazer o que preciso com esta perna, então eu vou lutar”, completou o americano.

    Chris Weidman foi campeão do peso-médio do UFC de 2013 a 2015. Neste período, o americano engatou uma sequência de vitórias sobre os brasileiros Anderson Silva (duas vezes), Lyoto Machida e Vitor Belfort, até perder o cinturão para Luke Rockhold. No MMA profissional desde 2009, o lutador possui 15 triunfos e seis reveses.

  • Estrela do PFL parabeniza campeã do boxe por vitória no MMA, mas recusa luta

    Estrela do PFL parabeniza campeã do boxe por vitória no MMA, mas recusa luta

    Não é só Amanda Nunes que se destaca no MMA feminino. No PFL, a atleta dominante é Kayla Harrison, que será vista em ação, novamente, nesta sexta-feira (25), contra Cindy Dandois, em New Jersey (EUA). Favorita para conquistar o GP do peso-leve (70 kg) da organização pela segunda vez, a bicampeã olímpica de judô comentou a estreia de Claressa Shields – também duas vezes medalhista de ouro em Olimpíadas, só que no boxe – no MMA, pela mesma organização.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Kayla destacou a garra que Claressa apresentou em sua estreia no MMA para virar a luta contra Brittney Elkin. Vale lembrar que, durante o combate, a bicampeã olímpica de boxe passou por momentos delicados, mas não se entregou e conseguiu nocautear a adversária no terceiro round.

    Apesar do sucesso de ‘T-Rex’ em sua primeira luta no novo esporte, a estrela do PFL aconselhou a estrela do boxe a não apressar seu desenvolvimento. Inclusive, Kayla se citou como exemplo, já que migrou do judô para o MMA. Adaptada à modalidade e em busca de evolução, a atleta ignorou qualquer chance de enfrentar Claressa.

    “Ela fez um bom trabalho. Sei que ela falou sobre lutar na próxima temporada e comigo no futuro, então não quero ser uma espécie de irmã mais velha para ela. Todos nós sabíamos que ela teria dificuldade em alguns aspectos do jogo, mas ela é uma vencedora, encontrou uma maneira de vencer, que é o que os vencedores fazem. Eu a aplaudo por isso”, declarou a estrela do PFL, antes de completar.

    “O trabalho do PFL é um pouco mais difícil a partir deste ponto. Para onde ela vai a partir daqui? Espero que toda essa coisa de Kayla lutando com Claressa seja colocada de lado, porque não faz sentido. Seria como se vocês falassem depois da minha primeira luta: ‘Kayla deveria lutar com Amanda’. Não faz sentido, isso é estúpido. Pare”, concluiu.

    Mesmo sem integrar o UFC, Kayla Harrison, de 30 anos, é apontada por parte dos fãs como uma das poucas atletas com capacidade de dar uma luta de verdade para Amanda Nunes, campeã do peso-galo (61 kg) e do peso-pena (66 kg) da organização. No MMA, a americana disputou nove combates, venceu todos, sendo sete pela via rápida, e conquistou o GP do peso-leve (70 kg) do PFL na temporada 2019.

  • Treinador sugere que retorno de Nick Diaz às lutas pode acontecer no boxe

    Treinador sugere que retorno de Nick Diaz às lutas pode acontecer no boxe

    Após ficar dois anos sem lutar, Nate Diaz voltou à ação no UFC 263 e, mesmo derrotado, roubou a cena no evento e abalou a comunidade do MMA. Como Nick Diaz acompanhou o irmão no show, que aconteceu em junho, no Arizona (EUA), alimentou a especulação de que vai sair da aposentadoria, anunciada em 2015. No entanto, Cesar Gracie, treinador do americano, revelou que seu atleta pode mudar de esporte.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, o profissional informou que Nick deve voltar às modalidades de combate no segundo semestre de 2021. De forma surpreendente, Gracie deu a entender que o retorno do seu atleta deve acontecer no boxe, mas não descartou o esporte que o consagrou.

    Recentemente, Dana White se mostrou animado com a possibilidade de contar com o veterano de volta ao UFC e abriu as portas da organização para o mesmo atuar no final da atual temporada. Para isto acontecer, a companhia terá que superar o boxe, que se tornou um forte concorrente, uma vez que atletas renomados passaram a optar em realizar aparições nos ringues por conta das vantajosas bolsas oferecidas.

    “Estávamos pensando em setembro. Tenho que ver como está seu contrato. É possível que sua próxima luta não seja no UFC. Nick está muito aberto para lutar no MMA ou no boxe”, declarou o treinador.

    Apesar de não ter conquistado o cinturão dos meio-médios do UFC, Nick Diaz, de 37 anos, é um dos atletas mais populares do MMA. O ‘bad boy’ se destacou no esporte na base do jiu-jitsu e do boxe. Como é entusiasta da nobre arte, o veterano pode ser mais um profissional de artes marciais mistas a mudar de lado.

    Em sua carreira, Nick disputou o título interino e linear dos meio-médios do UFC contra Carlos Condit e Georges St-Pierre, respectivamente, e perdeu para os rivais por decisão unânime. Sua última aparição foi diante de Anderson Silva, em 2015, e o duelo terminou em ‘no contest’, já que ambos caíram no doping.