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  • Colby Covington vence evento de poker na Flórida e fatura R$ 130 mil

    Colby Covington vence evento de poker na Flórida e fatura R$ 130 mil

    Ainda sem previsão para retornar ao octógono mais famoso do mundo, Colby Covington tem mostrado talento em outra modalidade. O americano participou de alguns eventos da série de poker chamada Seminole Hard Rock Poker Open, realizado na Flórida (EUA), e alcançou resultados expressivos. O último deles foi na última quarta-feira (3), quando ele venceu um dos eventos.

    O ex-campeão interino dos meio-médios (77 kg) do UFC ficou com a primeira posição no torneio Pot-Limit Omaha Hi-Lo 8 e levou uma premiação de US$ 25.875 (cerca de R$ 134 mil). O título comprovou que a dedicação do americano ao jogo de cartas é real. Afinal, no primeiro show desta série, Covington chegou na mesa final, mas acabou com a sétima posição, que lhe rendeu a bagatela de US$ 48.298 (cerca de R$ 249 mil).

    Essa foi a primeira aparição pública de Colby Covington desde que foi atacado por Jorge Masvidal na saída de um restaurante, na Flórida (EUA). Na ocasião, ‘Chaos’ foi pego em uma emboscada do desafeto e sofreu alguns ferimentos. Sendo assim, o competidor ainda não tem data para volta ao Ultimate.

    Colby Covington já foi campeão interino dos meio-médios do UFC, quando em 2018, derrotou Rafael dos Anjos. Nas artes marciais mistas desde 2012, o americano venceu 17 lutas, perdeu três. A sua última apresentação pelo Ultimate aconteceu em março deste ano, quando superou o desafeto Jorge Masvidal por decisão unânime dos jurados.

  • Mais um adeus? Conor McGregor insinua aposentadoria do MMA novamente

    Mais um adeus? Conor McGregor insinua aposentadoria do MMA novamente

    Ainda em recuperação de uma cirurgia no tornozelo, Conor McGregor não tem previsão para retornar ao MMA. No entanto, a possibilidade do irlandês nunca mais atuar na modalidade voltou a ser assunto. Nesta semana, o lutador foi confirmado para as gravações de um filme, notícia acompanha de uma mensagem enigmática nas suas redes sociais com a qual ele deixava em aberto seu futuro nas artes marciais mistas

    Através da sua conta oficial do ‘Twitter’ (clique aqui ou veja abaixo), o ex-campeão do peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do Ultimate sugeriu um possível adeus precoce ao MMA. Vale destacar que essa não é a primeira vez que o europeu insinua que vai deixar o esporte. O lutador teve essa mesma postura em 2016, 2019 e 2020, mas sempre voltou atrás da decisão.

    “MMA, eu nunca vou te esquecer. Trabalho fácil”, escreveu.

    Conor McGregor é o principal nome do UFC. Dois anos após sua estreia na liga, o irlandês se transformou em um fenômeno do MMA e conquistou o cinturão do peso-pena, em 2015, e do peso-leve, em 2016. Entretanto, atualmente, o lutador não atravessa bom momento, pois perdeu três de seus últimos quatro confrontos no octógono.

  • Prochazka reforça desejo por revanche com Glover e projeta luta até o fim do ano

    Prochazka reforça desejo por revanche com Glover e projeta luta até o fim do ano

    Recentemente coroado como novo campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC, Jiri Prochazka já planeja seu primeiro compromisso como rei da divisão até 93 kg. E, ao que parece, o explosivo lutador tcheco já decidiu contra quem e quando gostaria de voltar ao octógono mais famoso do mundo para fazer sua primeira defesa de título pelo Ultimate.

    Em entrevista à ‘ESPN Deportes’, Prochazka reforçou seu desejo de conceder a revanche imediata ao brasileiro Glover Teixeira, seu antecessor no posto de campeão dos meio-pesados do UFC, e sugeriu que o combate aconteça antes do final do ano.

    Vale lembrar que o tcheco conquistou o cinturão dos meio-pesados do Ultimate ao finalizar Glover quando restavam pouco mais de 20 segundos para o fim da disputa, realizada em junho deste ano, em Cingapura, na edição de número 275. Até o momento derradeiro do confronto, o brasileiro vinha levando a melhor na pontuação dos juízes e, caso tivesse resistido ao golpe final de Prochazka, teria defendido com sucesso o título.

    “Ofereci a revanche para o Glover porque eu fiquei insatisfeito com a minha performance e eu venci faltando 20 segundos para o fim da luta. Eu acho que Glover merece a luta. Eu sei que tem outros caras na divisão, como (Jan) Blachowicz e (Magomed) Ankalaev, que são bons também. Mas, para mim, não importa quem vai ser o próximo oponente. Mas eu ofereci a revanche ao Glover porque eu acho que ele merece”, afirmou Jiri, que também respondeu sobre sua expectativa pela data do novo confronto contra o mineiro: “Nós conversamos sobre isso e eu quero lutar no final do ano ou algo assim. Estamos negociando”.

    Sobre Jan Blachowicz e Magomed Ankalaev, números dois e três no ranking da divisão, Prochazka sugere que ambos se enfrentem no futuro próximo para definir o próximo lutador a ser contemplado com o ‘title shot’. O tcheco ainda revelou ter preferência por um duelo contra o russo, que vem em franca ascensão na organização, tendo vencido nove lutas seguidas.

    “Quero vê-los lutar depois, porque eu quero ver quem é o melhor. Eu não quero prever (quem vai vencer). Mas se eu tivesse que escolher entre esses caras, eu escolheria Ankalaev, porque ele está em forma, todo mundo está olhando para ele como se ele fosse muito bom. Mas eu vou mostrar para todo mundo que eu sou o melhor. Mas agora está diante de mim o Glover, então eu vou manter a preparação para ele”, declarou o campeão.

    Ex-campeão do Rizin, Jiri Prochazka teve um começo de trajetória avassalador no UFC, vencendo suas duas primeiras lutas por nocaute sobre rivais de peso, como Dominick Reyes e Volkan Oezdemir. O início promissor fez com que o tcheco fosse escalado para ser o primeiro a desafiar Glover Teixeira pelo título dos meio-pesados e, em uma das melhores lutas dos últimos tempos, o europeu levou a melhor nos segundos finais, surpreendendo o veterano lutador brasileiro com uma finalização.

  • ‘Marreta’ promete nova versão contra Hill e define prazo para ser campeão do UFC

    ‘Marreta’ promete nova versão contra Hill e define prazo para ser campeão do UFC

    Neste sábado (6), Thiago ‘Marreta’ vai ter uma grande oportunidade de dar a volta por cima no Ultimate e mostrar o motivo de ser uma das grandes estrelas dos meio-pesados (93 kg). O brasileiro, que foi derrotado por Magomed Ankalaev em sua última aparição na companhia, vai medir forças com Jamahal Hill, na luta principal do UFC Vegas 59, e destacou sua confiança que vai impressionar o público novamente.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o ex-desafiante ao cinturão da categoria celebrou encarar um rival com o mesmo estilo de luta que o seu e admitiu que isso pode ser benéfico para ele. No entanto, o carioca se mostrou atento a possíveis variáveis durante o confronto e adiantou que pode mostrar novas facetas do seu jogo.

    “Ele é um cara agressivo, nocauteador também. Então tem tudo para ser uma guerra. Acho que o jogo encaixa bem, mas vamos ver se é isso mesmo que ele vai fazer. Já vimos isso de outros strikers procurarem a luta agarrada contra mim, então temos que estar preparados para tudo. Pode ser que ele não esteja tão confiante, ou entre alguma pancada e ele tenta fazer o grappling. Mas posso adiantar que vocês vão ver um Marreta diferente das últimas lutas. Prometo coisas novas”, afirmou.

    Com apenas um triunfo em suas últimas cinco apresentações no octógono, ‘Marreta’ sabe que existe uma pressão sobre seus ombros. Por isso, o brasileiro sabe que sua próxima atuação será fundamental para definir seu futuro na divisão, pois reforçou seu sonho de ainda ser campeão dos meio-pesados do UFC e estipulou um prazo para isso.

    “Vejo essa luta como uma oportunidade de mostrar quem eu sou, de trazer coisas novas e mostrar que tenho condições, que posso fazer mais uma disputa de cinturão. Tenho três a quatro anos para pegar esse cinturão e vou dar tudo de mim para isso. Vou lutar o máximo possível para conquistar o cinturão nesse período de tempo. Uma boa vitória agora e mais uma luta, com certeza, me coloca na disputa de cinturão”, completou.

    No MMA profissional desde 2010, Thiago ‘Marreta’ possui 22 vitórias e dez derrotas em seu cartel na modalidade. Já no UFC, onde atua desde 2013, o carioca possui 14 triunfos e oito reveses. O brasileiro viveu seu grande momento na organização em 2019, quando disputou o cinturão da categoria e foi derrotado por Jon Jones.

  • Alexander Volkanovski justifica busca por luta com Charles ‘Do Bronx’ no UFC

    Alexander Volkanovski justifica busca por luta com Charles ‘Do Bronx’ no UFC

    Atual campeão peso-pena (66 kg) do UFC, Alexander Volkanovski já deixou claro que gostaria de ter uma oportunidade de lutar pelo título dos leves (70 kg) em sua próxima luta. Caso tenha seu pedido atendido pela organização, o australiano terá, primeiro, que aguardar pela disputa entre Charles ‘Do Bronx’ e Islam Makhachev, válida pelo cinturão da divisão até 70 kg e marcada para o dia 22 de outubro, para ter a definição de seu futuro adversário.

    E, apesar de ter seu foco principal no cinturão, Volkanovski não esconde que possui um rival de preferência. Em entrevista ao ‘The MMA Hour’, o australiano admitiu que torce pela vitória de ‘Do Bronx’, por vislumbrar na potencial disputa contra o brasileiro uma luta maior e mais atrativa em termos comerciais e de legado. Além disso, ‘The Great’, como é conhecido, parece enxergar uma brecha no jogo do atleta da ‘Chute Boxe Diego Lima’ que parece querer explorar.

    “No final do dia, eu só quero o cinturão (do peso-leve). Qual você acha que é a maior luta? Eu acho que a maior luta é, definitivamente, contra Charles Oliveira. Ele tem muito hype sobre ele. Nós sabemos que vai ser uma luta animada, ele é muito empolgante de assistir. Existe uma razão pela qual ele é tão empolgante de assistir. Obviamente, isso não é um ataque a ele, eu tenho muito respeito por ele, mas eu acho que muitas pessoas não se atentam ao fato de que ele sofre dano. Ele perde boa parte dessas grande e empolgantes lutas. É por isso que elas são empolgantes. Mas, sim, são muito divertidas. Muita gente está exaltando-o, e de novo, eu quero grandes lutas. Eu acho que Charles é, definitivamente, uma luta maior”, afirmou Volkanovski.

    Charles ‘Do Bronx’ Oliveira e Islam Makhachev medirão forças na luta principal do UFC 280, no próximo dia 22 de outubro, em duelo válido pelo cinturão peso-leve da organização. Enquanto isso, Alexander Volkanovski – que se recupera de uma lesão – segue sem próximo compromisso agendado após defender o título dos penas pela quarta vez, em julho deste ano, novamente diante do havaiano Max Holloway.

  • Pantoja critica Deiveson por ‘travar categoria’ e dispara: “Montou um personagem”

    Pantoja critica Deiveson por ‘travar categoria’ e dispara: “Montou um personagem”

    Depois de se recuperar de uma cirurgia no joelho, que o tirou de uma provável luta pelo cinturão peso-mosca (57 kg) do UFC, Alexandre Pantoja voltou ao octógono no último sábado (30) e provou mais uma vez porque é considerado um dos maiores nomes de sua divisão. Com uma atuação impecável, o ‘Cannibal’ precisou de apenas um minuto e meio de luta para finalizar Alex Perez. A vitória, sua terceira seguida, poderia levá-lo diretamente a um ‘title shot’ em seu próximo combate, mas um impasse no topo da categoria deve adiar seus planos.

    Com o campeão linear Deiveson Figueiredo lesionado, o UFC optou pela criação de um cinturão interino, que foi disputado e conquistado por Brandon Moreno também no evento do último sábado. Agora, a organização planeja a realização do quarto embate entre o ‘Deus da Guerra’ e o ‘Baby Assassin’ pela unificação do título peso-mosca, que pode acontecer apenas no início do próximo ano, devido à lesão do paraense e a vontade do mesmo em competir em um especulado card do Ultimate no Brasil. Com isso, Pantoja – número dois do ranking – pode se ver em uma espécie de encruzilhada, já que teria que decidir se vale a pena aguardar pela definição da cinta ou se aceitaria fazer uma nova luta para não ficar muito tempo inativo.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui), Pantoja analisou a situação em que se encontra, deixou seu futuro nas mãos de seu empresário e da organização, e lamentou que o topo da categoria esteja travado até que haja uma definição sobre a quarta luta entre Deiveson e Moreno. O compatriota, por sinal, é visto pelo atleta da ‘American Top Team’ como o principal culpado pela estagnação da divisão, já que, além de ainda não demonstrar estar recuperado de sua lesão, aparenta estar fora de forma e dificultar o agendamento da unificação de título contra o mexicano, querendo postergar o compromisso para o início de 2023.

    “É fogo, porque teria que tirar o cinturão do Deiveson, né? Não tem como botar um outro cinturão interino. Acho impossível isso. O Deiveson lutou em janeiro. E ele estar fora de forma ainda como está, para mim, é inadmissível como atleta. Gosto do Deiveson para caramba, é um cara que eu respeito muito, não só como lutador, mas como pessoa, (…) mas eu acho que todas essas luzes em cima dele – querendo ou não pessoas são feitas de energia – e quando, às vezes, ele se abre para o mundo assim, vem todo tipo de energia. (…) Você tem que se cuidar, tem que se blindar de muita coisa. Eu vejo que o Deiveson ficou conturbado com toda essa parada”, ponderou Alexandre.

    Para Pantoja, essa influência externa foi responsável pela postura adotada por Deiveson nos últimos tempos, a qual recrimina. Na visão do peso-mosca, o personagem criado pelo próprio campeão em parceria com seu ex-empresário, Wallid Ismail, faz do ‘Deus da Guerra’ uma figura pouco agradável para os fãs brasileiros e capaz de travar toda a divisão, como uma forma de manter o controle da situação.

    “O Wallid (Ismail) em cima dele, que transformou ele naquele personagem que o Deiveson virou. E o que a gente conseguiu acompanhar foi que vários brasileiros que torciam muito para o Deiveson começaram a ficar meio assim com ele, pela forma que ele tratava tudo. Eu acho que não combina com a gente. A gente acha lindo o (Conor) McGregor, mas ele lá. Até cobram: ‘Ah, o brasileiro tem que falar mais’. Mas eu acho que da maneira que eu fiz e da maneira como o Brandon Moreno tem feito, super educado, um cara super coerente, bem família, eu acho que o povo brasileiro consegue aceitar melhor esse tipo de personagem, que no meu caso não é um personagem, é o que eu sou”, analisou Pantoja, antes de continuar.

    “Mas você está ali, você faz parte do entretenimento. E o Deiveson tentou montar esse personagem, e todo mundo viu como ele estava em Dallas, que ele estava fora do peso e tudo mais. E pô, ele travar a categoria até janeiro do ano que vem. São seis meses até lá. Ele vai ficar um ano sem lutar. Eu sei que o UFC tem uma parada do que o campeão pode fazer. Ele pode ficar fora um ano se tiver uma contusão. Mas se for o caso, ele abre mão do cinturão e depois volta e disputa, não sei como seria. Mas se o cara realmente quer defender o cinturão dele, mostrar que é o campeão, eu acho que é muito tempo. P***, e por causa de um dedo quebrado”, reclamou.

    No MMA profissional desde 2007, Alexandre Pantoja soma 25 vitórias e cinco derrotas no seu cartel. Pelo UFC, onde estreou em 2017, o peso-mosca venceu nove de 12 combates disputados. O segundo colocado no ranking da categoria já venceu Brandon Moreno em duas oportunidades, uma pelo ‘The Ultimate Fighter’ e outra no próprio Ultimate, e perdeu seu primeiro duelo contra Deiveson Figueiredo, em uma verdadeira batalha que ganhou o prêmio de ‘Luta da Noite’ na ocasião.

  • Gilbert Durinho alerta Conor McGregor sobre mudança de categoria no UFC

    Gilbert Durinho alerta Conor McGregor sobre mudança de categoria no UFC

    Ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do UFC, Conor McGregor traça planos de tentar um novo título em uma classe de peso diferente. Enquanto ainda se recupera de uma grave lesão sofrida no ano passado, o irlandês flerta com um possível retorno já entre os meio-médios (77 kg), categoria atualmente dominada pelo nigeriano Kamaru Usman. Mas, na visão de um importante nome da divisão até 77 kg do Ultimate, o grande astro da companhia não teria o mesmo sucesso do passado nessa possível empreitada e encontraria dificuldades contra os principais atletas do peso.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Gilbert Burns alertou o irlandês sobre os perigos que ele encontraria caso decida realmente subir definitivamente para os meio-médios. Para ‘Durinho’, McGregor teria dificuldade com a diferença de potência nos golpes entre os atletas da divisão até 77 kg e os lutadores das categorias menores, com os quais o ex-campeão do UFC está acostumado a lidar.

    “Ele não é um meio-médio, mas se ele quiser lutar no meio-médio, eu adoraria dar uma surra no Conor. Eu acho que ele não vai aguentar o soco. Eu não estou nem falando do grappling porque não é justo. Eu o derrubaria e o espancaria, mas uma luta com Conor é uma situação vantajosa para mim. Eu o espancaria e ganharia muito dinheiro. Eu não estou nem pedindo por essa luta porque ela não é justa. Eu acho que ele é um 70 kg (peso-leve), se ele estiver no 77 (kg), ele não aguentaria aqueles socos”, afirmou ‘Durinho’.

    Outro fator que, na visão do brasileiro, pesaria contra o sucesso de McGregor entre os meio-médios é o alto nível dos lutadores que compõem o top 5 da categoria, os quais, além do alto poder de nocaute, também ofereceriam perigo ao irlandês no grappling, uma de suas deficiências. Vale lembrar que as únicas experiências do principal astro do UFC na divisão até 77 kg foram contra adversários que também construíram boa parte de suas carreiras em classes de peso mais baixas, no caso o peso-leve (Nate Diaz e Donald Cerrone).

    “Ele não consegue lidar com o wrestling. Se você estiver falando do top 5 do mundo (no meio-médio), todo mundo bate forte, com exceção do Colby (Covington), mas todo mundo tem wrestling. Colby tem wrestling. Colby e Conor não é divertido porque Colby simplesmente o ganharia no wrestling. Kamaru (Usman), ele bate forte e faz wrestling. Khamzat (Chimaev) bate forte e faz wrestling. Leon Edwards bate muito forte, tem um bom striking e faz wresteling. Eu bate forte e posso usar o wrestling, então não diga que você é um meio-médio. Você não aguenta com o top 5 dessa divisão. Você pode lutar com um par de caras no 77, mas não é um meio-médio. Se ele realmente pensa que é, tente lutar com algum top 5 da divisão. Eu acho que não é justo. Nós destruiríamos Conor”, decretou o brasileiro.

    Atual número quatro no ranking dos meio-médios do UFC, Gilbert ‘Durinho’ fala com conhecimento de causa sobre o assunto, já que construiu grande parte de sua carreira competindo entre os pesos-leves. Desde 2019, entretanto, o faixa-preta se estabeleceu na divisão até 77 kg e encontrou sua melhor versão dentro do octógono, chegando a disputar o cinturão contra o campeão Kamaru Usman, em fevereiro do ano passado, e se consolidando como um dos principais nomes da categoria.

  • Presidente do PFL revela contato com Cris ‘Cyborg’ por luta contra Kayla Harrison

    Presidente do PFL revela contato com Cris ‘Cyborg’ por luta contra Kayla Harrison

    Atual campeã peso-pena (66 kg) do Bellator, Cris ‘Cyborg’ está livre no mercado após cumprir a última luta prevista em seu contrato com a organização presidida por Scott Coker em abril deste ano, quando derrotou Arlene Blencowe na sua mais recente defesa de título. E o novo status da curitibana pode facilitar a realização de uma das lutas mais especuladas dos últimos tempos. Pelo menos é o que confia um dirigente de uma importante liga de MMA.

    Em entrevista ao ‘The MMA Hour’, Peter Murray – CEO do PFL – reiterou seu interesse na promoção do duelo entre ‘Cyborg’ e Kayla Harrison, bicampeã peso-leve e uma das principais estrelas da sua companhia, e revelou que já fez contato com a brasileira para tentar chegar a um acordo pela realização do combate entre as duas. Para isso, o dirigente está disposto a ser flexível e admite trabalhar com duas possibilidades.

    Se a brasileira entender que sua trajetória no Bellator chegou ao fim e quiser buscar novos desafios, além do confronto contra Kayla, no PFL, Peter Murray indica que as portas de sua liga estarão abertas para a veterana. Mas, caso ‘Cyborg’ opte por permanecer no Bellator, o dirigente ainda admite a possibilidade de trabalhar em conjunto com a organização presidida por Scott Coker para que o duelo entre as estrelas das duas companhias saia do papel.

    “Escute, eu acho que essa é a luta que os fãs gostariam de ver. Essa é uma luta que o PFL gostaria de apoiar. Kayla disse que quer essa luta. Eu acho que vai depender da Cris Cyborg. Ela quer essa luta? E se Cris decidir vir para o PFL para fazer essa luta e talvez outras lutas acontecerem, esse é um cenário. Outro cenário é uma co-promoção. E nós somos defensores dos dois. Nosso entendimento é que ela é uma agente livre. Nós gostaríamos de fazer essa luta acontecer. Certamente já houve um contato. Não tem rodeios. Não é uma surpresa ou novidade que essa é uma luta que o PFL gostaria de fazer acontecer, ou Kayla. Então, eu acho que nas próximas semanas nós vamos ver o que é possível”, declarou o presidente do PFL.

    Considerada por muitos como a maior lutadora de todos os tempos, Cris ‘Cyborg’ se tornou a primeira atleta a conquistar um título em quatro grandes organizações de MMA: Strikeforce, Invicta FC, UFC e Bellator. A curitibana – que possui um cartel irrepreensível de 26 vitórias, duas derrotas e um ‘no contest’ (sem resultado) – também já demonstrou interesse em se testar no boxe profissional, um sonho antigo, o que pode influenciar nas negociações de seu próximo contrato.

    Por sua vez, Kayla Harrison ainda ambiciona encontrar no MMA o mesmo sucesso que teve no judô, onde foi bicampeã olímpica, em 2012 e 2016. A americana, que estreou como profissional no MMA em 2018, segue invicta na modalidade após 14 lutas, tendo também conquistado dois títulos peso-leve do PFL, nas temporadas 2019 e 2021. Porém, o nível de competição encarado pela ex-judoca na liga liderada por Peter Murray é motivo de contestação a alguns de seus feitos, o que explica seu interesse em medir forças com a estrela brasileira Cris ‘Cyborg’, já que uma vitória sobre a curitibana representaria seu maior e mais relevante triunfo no esporte.

  • Brasileiros vencem a balança e avançam em busca de prêmio milionário no PFL

    Brasileiros vencem a balança e avançam em busca de prêmio milionário no PFL

    Representante brasileiro na semifinal do torneio dos meio-pesados do PFL, Dela Monte não pareceu ter dificuldades para vencer a balança na manhã desta quinta-feira (4), em Nova York (EUA). Ao cravar 93 kg na pesagem oficial do show, o atleta confirmou sua participação no GP que garante o prêmio de um milhão de dólares (cerca de R$ 5 milhões) ao vencedor.

    Seu rival, o australiano Rob Wilkinson, pesou cerca de 300 gramas a mais na balança, embora visivelmente abatido com o processo de corte de peso. Quem triunfar neste confronto garante vaga na grande final contra o vencedor da disputa entre Omari Akhmedov e Joshua Silveira, que também medem forças no card desta sexta-feira.

    Joshua, por sinal, é filho do brasileiro Marcus ‘Conan’, um dos fundadores da ‘American Top Team’. Invicto no MMA após nove combates profissionais de MMA, o atleta precisou se pesar sem roupa para registrar o limite da divisão, com 93.4 kg.

     

    Louis Grasse/ PxImages

    Além deles, Natan Schulte, bicampeão do GP do PFL, cravou 70.4 kg durante a pesagem oficial e confirmou seu status de atleta reserva para o GP. Caso um dos semifinalistas dos pesos-leves não possa se apresentar, o brasileiro volta a sonhar com o prêmio milionário. A grande final de todos os GPs será realizada no dia 25 de novembro.

    Confira os pesos dos atletas:

    Anthony Pettis (70.5 kg) vs (70.6 kg) Steven Ray
    Omari Akhmedov (92.8 kg) vs (93.4 kg) Joshua Silveira
    Olivier Aubin-Mercier (70.3 kg) vs (70.7 kg) Alex Martinez
    Rob Wilkinson (93.3 kg) vs (93 kg) Delan Monte
    Cory Hendricks (92.8 kg) vs (93.4 kg) Marthin Hamlet
    Marcelo Nunes (110.8 kg) vs (115.8 kg) Dylan Potter
    Brahyan Zurcher (66.2 kg) vs (65.4 kg) Ricardo Jimenez
    Elvin Espinoza (70 kg) vs (70.7 kg) Corey Jackson
    Alexei Pergande (155.8 kg) vs (70.6 kg) Elvis Lebron
    Mahmoud Sebie  (77.4 kg) vs (77.5 kg) Itso Babulaidze
    Lucas Barbosa (76.9 kg) vs (77.5 kg) Elmar Umarov

    *Natan Schulte cravou 70.4 kg

  • Logan Paul revela plano de voltar ao boxe em 2022 e faz mistério sobre rival

    Logan Paul revela plano de voltar ao boxe em 2022 e faz mistério sobre rival

    Sem subir no ringue desde junho do ano passado, quando encarou Floyd Mayweather em uma luta de exibição, Longa Paul pode fazer seu retorno à nobre arte ainda em 2022. Pelo menos este parece ser o desejo do próprio youtuber, que, recentemente, iniciou sua trajetória em um novo esporte: o pro wrestling (telecatch), onde possui contrato assinado com a ‘WWE’, principal organização do mundo na modalidade.

    Em entrevista ao ‘The Pat McAfee Show’, Logan revelou que mira um retorno aos ringues em dezembro. O astro da internet ainda afirmou que possui alguns potenciais adversários em mente, mas preferiu manter o suspense e não antecipou nenhum possível nome de sua lista.

    “Eu estava fazendo sparring. Sou um boxeador novamente agora. Nós estamos voltando para o ringue. Vamos de um esporte profissional para outro esporte profissional. Eu quero fazer uma luta em dezembro. Vamos ver (quem será o adversário). Eu tenho algumas pessoas em mente, mas não posso dizer ainda. Eu quero manter isso um segredo até estarmos prontos”, revelou Logan.

    Logan Paul ganhou fama inicialmente por seu trabalho na internet, especialmente na plataforma de vídeos ‘Youtube’ e nas redes sociais. Nos últimos anos, no entanto, o youtuber – assim como seu irmão mais novo Jake – tem demonstrado interesse no mundo dos esportes de combate, tendo já se aventurado dentro do ringue contra o youtuber britânico ‘KSI’ e o multicampeão mundial Floyd Mayweather. Mais recentemente, o americano também se aventurou no pro wrestling, conseguindo se destacar ao ponto de receber um contrato da WWE.