Tag: UFC Fight Island 7

  • Dana White cita luta que pode roubar a cena no primeiro evento do UFC em 2021

    Dana White cita luta que pode roubar a cena no primeiro evento do UFC em 2021

    O UFC Fight Island 7 vai acontecer neste sábado (16), em Abu Dhabi (EAU), é o show que inicia a programação da companhia para a atual temporada e, naturalmente, a expectativa da comunidade do MMA é enorme. O ‘main event’ da atração é o duelo entre Calvin Kattar e Max Holloway, válido pelo peso-pena (66 kg), porém outros embates podem se destacar e “roubar a cena”. Dana White, presidente da companhia, não escondeu sua empolgação para a estreia da empresa em 2021 e elegeu o confronto que pode ganhar o tradicional bônus de ‘luta da noite’.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Dana apontou que o encontro entre os veteranos dos meio-médios (77 kg), Carlos Condit e Matt Brown, tem tudo para ser o melhor do UFC Fight Island 7. O presidente da organização justificou sua escolha ao proferir um inusitado elogio à dupla. Empolgado, o cartola lembrou que ambos são lutadores agressivos e cravou que o duelo não vai ser decidido pelos juízes laterais.

    “Eu não vejo essa luta completando os três rounds. Esses são dois selvagens lendários no ‘co-main event’! Será divertido”, declarou Dana.

    A luta entre os veteranos Carlos Condit e Matt Brown já poderia ter acontecido algumas vezes, mas as lesões impediram. Condit, ex-campeão interino dos meio-médios (77 kg) do UFC, voltou a atuar depois de dois anos e encerrou a sequência de cinco derrotas ao dominar Court McGee em outubro. O segundo foi nocauteado em maio e não descartou anunciar a aposentadoria após o aguardado embate.

    Os números da dupla também impressionam. Condit conquistou 31 vitórias no MMA, sendo 28 pela via rápida (15 por nocaute e 13 por finalização), enquanto que Brown triunfou 22 vezes, sendo 20 da mesma forma (14 por nocaute e seis por finalização).

  • Santiago Ponzinibbio minimiza ‘hype’ sobre Chimaev: “Não lutou com ninguém”

    Santiago Ponzinibbio minimiza ‘hype’ sobre Chimaev: “Não lutou com ninguém”

    Longe dos octógonos desde novembro de 2018, por conta de graves problemas de saúde, Santiago Ponzinibbio estará de volta à competição neste sábado (16), em confronto contra o chinês Li Jingliang, válido pelo card principal do UFC Fight Island 7, em Abu Dhabi (EAU). Durante o longo período pelo qual o argentino esteve afastado, diversas mudanças foram vistas na divisão dos meio-médios (77 kg), como, por exemplo, a chegada de uma nova estrela em potencial para disputar o topo da categoria.

    Com três dominantes vitórias em poucos meses de trajetória no Ultimate, Khamzat Chimaev já desponta como nova sensação da companhia e parece contar com a confiança e boa vontade dos principais dirigentes da organização. Entre seus pares, no entanto, o russo naturalizado sueco ainda encontra resistência, como é o caso de Santiago Ponzinibbio.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Ponzinibbio, ao comentar sobre o ‘hype’ criado em cima do rival de categoria, questionou a qualidade dos adversários enfrentados por Chimaev até o momento. O argentino ainda destacou sua curiosidade em descobrir como será o desempenho do sueco diante de um oponente de peso, como acontecerá em seu próximo compromisso, diante do britânico Leon Edwards, número três no ranking dos meio-médios.

    “Eu acho que ele (Chimaev) é ok, mas ainda não lutou com ninguém. Ele parece ser bom, mas não lutou com ninguém. As vitórias você tem que medir em cima do que você faz. Eu quero vê-lo contra um top da divisão. Estou muito interessado em ver como ele vai trabalhar em cima de Leon Edwards. Leon Edwards é um bom atleta, completo, um cara versátil. Eu quero ver como ele vai reagir nesse nível”, ponderou Santiago, antes de completar.

    “Porque ele ainda não lutou contra atletas de grande nível. Tem toda uma promoção muito grande, porque fez lutas em divisões de peso diferentes. Realmente, não são muitos atletas que conseguem fazer isso. Ele tem seus méritos, mas ele não lutou com caras do top do mundo. Então, eu quero vê-lo contra um top para ver como ele reage”, afirmou.

    A desconfiança de Ponzinibbio sobre o verdadeiro nível técnico de Khamzat Chimaev faz com que um futuro combate contra o sueco não esteja em seus planos, ao menos por ora. Confiante na vitória sobre Li Jingliang em seu retorno aos octógonos, neste sábado, o lutador sul-americano mira duelos contra rivais ainda mais qualificados na sequência, entre eles o ex-campeão Tyron Woodley.

    “Não é uma luta que eu esteja muito interessado (contra Chimaev). Tem muitas outras lutas que me interessam, contra caras que tem um histórico na divisão, como Tyron Woodley, que é um ex-campeão do mundo e foi um nome muito grande na divisão. Eu adoraria lutar com ele. Tem grandes nomes que seriam boas lutas para mim”, finalizou o argentino.

    Atrapalhado por sérios problemas de saúde que interromperam sua ascensão no Ultimate e o mantiveram afastado dos octógonos por 26 meses, Santiago Ponzinibbio retorna ao esporte neste sábado, contra Li Jingliang, em evento que será realizado na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi. Antes do longo hiato, o meio-médio argentino ostentava uma sequência de sete vitórias, além de um lugar no top 10 do ranking da divisão, de onde foi retirado por inatividade.

  • De olho na renovação contratual com o UFC, Condit promete “acabar” com Matt Brown

    De olho na renovação contratual com o UFC, Condit promete “acabar” com Matt Brown

    Cada fã de MMA possui o lutador que mais gosta de acompanhar e um dos profissionais que costuma marcar presença em listas como essa é Carlos Condit. O ex-campeão interino dos meio-médios (77 kg) do UFC é um dos atletas mais empolgantes dentro do octógono e, não à toa, seu combate com Matt Brown, válido pelo UFC Fight Island 7, evento que acontece neste sábado (16), na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), é bastante aguardado. Após alguns cancelamentos, o duelo finalmente vai acontecer, e marca o último no contrato do americano com a organização, que aproveitou para analisar o atual momento.

    Em conversa com a imprensa durante o media day do evento, Condit garantiu estar focado para a batalha contra Brown que, assim como ele, é um atleta conhecido por sua agressividade. O ex-campeão interino dos meio-médios do UFC ignorou o status que possui no MMA e não escondeu que o cenário de dispensas na organização lhe preocupa. Sobre a luta, o americano prometeu atacar e vencer o rival de forma impactante, pois essa é a melhor forma de renovar seu contrato com a companhia.

    “Eu tenho minha mente extremamente focada nesta luta para resolver o problema. Há muita coisa em jogo, muitos lutadores estão sendo cortados, muitos estão neste bloco. Para mencionar a sequência de derrotas, ganhei uma das minhas últimas seis lutas, então não é um grande registro para meu último contrato. Também estou pronto para negociar a renovação, então há muita coisa acontecendo a esse respeito. Vou lutar contra alguém que vai querer me machucar. Eu quero acabar com Brown. Não importa como. Vou ferrar Brown”, declarou Condit.

    Carlos Condit, de 36 anos, é um dos veteranos do MMA mais queridos pela comunidade do esporte. O atleta disputou 44 lutas em sua carreira, venceu 31, sendo 15 por nocaute e 13 por finalização, perdeu outras 13 e conquistou vários bônus. Em 2012, o americano se tornou campeão interino dos meio-médios do UFC e disputou o cinturão linear da categoria duas vezes. Suas vitórias mais marcantes na modalidade foram diante de Dan Hardy, Dong Hyun Kim, Frank Trigg, Jake Ellenberger, Martin Kampmann, Nick Diaz, Rory MacDonald e Thiago ‘Pitbull’.

  • Max Holloway indica que revanche com Conor McGregor faz parte de seus planos

    Apesar de ser um atleta jovem, Max Holloway já pode ser considerado um veterano do MMA. O havaiano estreou pelo UFC em 2012, enfrentou diversos lutadores qualificados e conquistou o cinturão do peso-pena (66 kg) da organização. O próximo compromisso de ‘Blessed’, como o profissional é conhecido, será contra Calvin Kattar, no ‘main event’ do UFC Fight Island 7, atração que acontece no dia 16 de janeiro, em Abu Dhabi (EAU), mas o ex-número um da categoria já está de olho em uma revanche – e ela não envolve Alexander Volkanovski.

    Em conversa com a imprensa durante o media day do evento, Holloway revelou que um novo encontro com Conor McGregor faz parte de seus planos para o futuro. Vale lembrar que a dupla se enfrentou em 2013 e, na ocasião, o astro irlandês levou a melhor por decisão unânime. Ao mesmo tempo que manifestou o interesse em um acerto de contas com o carrasco, o havaiano ressaltou que Kattar, seu atual adversário, não pode ser ignorado. ‘Blessed’ também informou que a perda do cinturão para Volkanovski não abalou sua confiança e garantiu que seus alvos são os melhores lutadores do MMA, pois é muito competitivo.

    “Não fiquei chateado por não ter o cinturão. Ele é importante para as pessoas o reconhecerem como campeão, mas me comporto como campeão. Essa é uma luta grande e estou animado. Vou lutar com público e estou no primeiro ‘main event’ do UFC. Luta é luta e estou ansioso para fazer o que sei. Respeito Kattar e tenho que fazer o meu trabalho. Vou lá, controlo o que acontece no octógono e, fora dele, fica por conta dos meus empresários. Veremos o que acontece, mas nunca diga nunca. Se você quer ser o melhor, o número um peso-por-peso, você deveria enfrentar qualquer um, não importa a categoria. É nisso que acredito. Sou um competidor e quero competir. As pessoas consideram McGregor um dos melhores lutadores do esporte e, como competidor, essa é uma das lutas que me intriga. Lutamos há muito tempo, mas, primeiro vem Kattar”, declarou Holloway.

    Max Holloway se tornou campeão do peso-pena em 2017, quando nocauteou José Aldo, em pleno Brasil, e defendeu o cinturão ao vencer o mesmo Aldo na revanche, Brian Ortega e Frankie Edgar. O havaiano só perdeu o título em 2019, quando encontrou Alexander Volkanovski. Na ocasião, foi derrotado por decisão unânime e, no segundo embate com o rival, levou a pior por decisão dividida.

  • Calvin Kattar mostra confiança em ‘title shot’ em caso de vitória sobre Holloway

    Calvin Kattar mostra confiança em ‘title shot’ em caso de vitória sobre Holloway

    As duas vitórias consecutivas em 2020 e a inatividade de alguns dos principais nomes do peso-pena (66 kg) levaram Calvin Kattar à sexta posição no ranking da divisão, além de garantir a ele um confronto contra Max Holloway, neste sábado (16), pela luta principal do UFC Fight Island 7, em Abu Dhabi (EAU). O duelo contra o havaiano, ex-campeão e atual número um na lista top 15 da categoria, pode servir como trampolim para uma disputa de título. Pelo menos é o que sugere o americano, conhecido como ‘The Boston Finisher’.

    Em conversa com a imprensa durante o media day do UFC Fight Island 7, Kattar indicou que, caso vença Holloway no sábado, não há mais nada que o separe de um ‘title shot’. O americano ainda cutucou alguns concorrentes de divisão que passaram toda a temporada de 2020 sem pisar no octógono do Ultimate, fato que, em sua visão, contribuiu para sua ascensão.

    Vale lembrar que Zabit Magomedsharipov e Yair Rodriguez – terceiro e quarto colocados no ranking dos penas, respectivamente – passaram em branco no ano passado, sem disputar nenhum combate. Mais ativo do que os rivais em 2020, Kattar creditou sua força mental e desejo de atingir seu objetivo pela oportunidade de enfrentar o ex-campeão e, quem sabe, se credenciar para uma disputa de título no futuro próximo.

    “O que mais você tem que fazer além de vencer o número um (do ranking)? Eu acredito que sou o único peso-pena a passar por esse ano (de 2020) com 2-0 (duas vitórias e nenhuma derrota). E com uma vitória sobre Max, o que mais eu tenho que fazer (para conseguir um title shot)?”, questionou Kattar, antes de comentar sobre a chance de medir forças contra o havaiano e se aproximar do ‘title shot’.

    “Eu esperava (uma luta contra Holloway) porque a divisão está muito estagnada. A maioria dos caras não quis competir nesse ano (de 2020). É como se eles tivessem encontrado desculpas para não lutar nesse ano. Eu estou no meio da pandemia também. Eu estava treinando na garagem, com minha mãe e meu irmão, trabalhando meu preparo físico com um saco de areia, um saco de arroz, ou algo do tipo. Eu tentei achar um jeito (de ficar ativo). Minhas razões para atingir meu objetivo são muito maiores do que minhas desculpas (para não lutar). Acho que isso me garantiu uma luta com Max Holloway pelo posto de desafiante número um”, concluiu.

    No MMA profissional desde 2007, Calvin Kattar soma 22 vitórias, sendo 11 por nocaute, e quatro derrotas em seu cartel. Pelo UFC, onde compete há pouco mais de três anos, o peso-pena conquistou seis triunfos e foi superado apenas duas vezes, pelo brasileiro Renato ‘Moicano’ e pelo russo Zabit Magomedsharipov.

  • Vanessa Melo destaca tempo de preparação como arma para conquistar 1ª vitória no UFC

    Vanessa Melo destaca tempo de preparação como arma para conquistar 1ª vitória no UFC

    No próximo sábado (16), Vanessa ‘Miss Simpatia’ Melo sobe no octógono do UFC Fight Island 7, em Abu Dhabi (EAU), precisando conquistar sua primeira vitória pela organização para afastar o fantasma de uma possível dispensa. Após sair derrotada nas três apresentações até o momento pelo Ultimate, a peso-galo (61 kg) mede forças com a canadense Sarah Moras, mas, desta vez, com um trunfo na manga para garantir o resultado positivo.

    Pela primeira vez desde sua estreia pela entidade, em setembro de 2019, a brasileira pisará no octógono após passar por um camp de treinamentos completo. O que, de acordo com a lutadora, pode fazer toda a diferença no seu desempenho. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Vanessa reconheceu os méritos de suas adversárias nas derrotas sofridas no UFC, mas relembrou que, nas três ocasiões, aceitou o combate de última hora.

    Agora, com mais de um mês de preparação pela primeira vez como atleta do Ultimate, Vanessa celebra a oportunidade de estudar a oponente e preparar a estratégia de forma adequada. A lutadora paulista ainda se mostrou empolgada com a melhor adaptação à algumas mudanças profissionais feitas por ela, que tiveram início pouco antes de seu último confronto, diante da compatriota Karol Rosa, em julho do ano passado.

    “Eu não digo que estava fazendo algo errado (nas lutas anteriores). Eu peguei atletas de altíssimo nível, então não posso falar também que só perdi por ter feito algo errado. Eu poderia até falar: ‘Ah, poderia ter feito tal coisa em tal situação que daria certo’. Mas, por exemplo, na minha primeira luta (no UFC), com a (Irene) Aldana, eu peguei a luta com oito dias (de antecedência). Foi tão em cima que não dava tempo de fazer nada. Por isso a necessidade de fazer um camp completo. Quando você tem um tempo hábil de treino, para conseguir fazer a preparação, estudar bem a pessoa que você vai lutar, focar em algo que você tem que fazer, tudo fica melhor”, analisou ‘Miss Simpatia’, antes de comentar sobre a sua preparação para a batalha deste sábado.

    “Graças a Deus eu não tive nenhuma lesão, foi um camp no qual eu treinei muito bem. Não tenho o que reclamar. Também fiz algumas mudanças na minha vida profissional. Desde a luta contra a Karol Rosa eu já havia feito algumas mudanças, mas ficou muito em cima. Eu tive que me acostumar com certas coisas, preparações diferentes, estudos diferentes. Para essa luta, eu já tive uma adaptação bem melhor, já estou bem melhor. Foi um tempo bem longo de treino. Foi a primeira luta que eu peguei no UFC com tempo hábil para treinar. Todas as lutas eu meio que peguei em cima da hora. A da Karol Rosa eu peguei faltando um mês. Por mais que seja um mês, não são três meses. Normalmente o pessoal pega com três meses para se preparar”, ponderou.

    A satisfação por ter finalmente conseguido realizar uma preparação longa contrasta com o temor de uma possível demissão em caso de novo revés. Ciente da situação desconfortável que vive no momento, Vanessa admitiu preocupação pelo seu futuro na companhia, mas minimizou uma possível influência do sentimento no seu desempenho diante de Sarah Moras. A peso-galo ressaltou que está focada totalmente no confronto, especialmente na conquista de sua primeira vitória no octógono mais famoso do mundo.

    “Se eu falar que eu não tenho esse receio, eu estaria mentindo. A gente fica com receio, mas eu vou lá e vou fazer o meu trabalho. Vou dar o meu melhor, vou buscar a vitória o tempo todo. Estou indo para ganhar. Então, eu não estou pensando nisso. Estou pensando na minha luta”, finalizou.

    Aos 32 anos, Vanessa Melo possui um cartel de 10 vitórias e oito derrotas no MMA profissional, onde compete desde 2011. Pelo UFC, a peso-galo foi superada nas três lutas disputadas até o momento, diante de Irene Aldana, Tracy Cortez e Karol Rosa, respectivamente, todas na decisão dos juízes e com poucos dias de preparação.